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	<title>tumores - Instituto Ahau - Terapeutas Especializados</title>
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		<title>Ipê-roxo tem propriedades anticancerígenas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luiz Terapeuta]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Feb 2012 23:50:50 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Ipê-roxo tem propriedades anticancerígenas Ipê-roxo (Tabebuia avellanedae) Cientistas americanos descobriram que Ipê-roxo tem propriedades anticancerígenas, uma substância extraída da casca do ipê-roxo (Tabebuia avellanedae) &#8220;mata&#8221; um certo tipo de célula cancerígena, indicou em 2008 um estudo publicado na revista Proceedings of the National Academy of Sciences. Segundo os pesquisadores do Centro Médico Southwestern, da Universidade [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;">Ipê-roxo tem propriedades anticancerígenas</p>
<p style="text-align: center;">Ipê-roxo (Tabebuia avellanedae)</p>
<p style="text-align: justify;">Cientistas americanos descobriram que Ipê-roxo tem propriedades anticancerígenas, uma substância extraída da casca do <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Handroanthus_impetiginosus">ipê-roxo (Tabebuia avellanedae)</a> &#8220;mata&#8221; um certo tipo de célula cancerígena, indicou em 2008 um estudo publicado na revista Proceedings of the National Academy of Sciences.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo os pesquisadores do Centro Médico Southwestern, da Universidade do Texas, a descoberta pode abrir o caminho para um novo tratamento contra o tipo mais comum de câncer de pulmão.</p>
<p style="text-align: justify;">Um dos compostos tirados da casca da árvore, o &#8220;beta-lapachone&#8221;, mostrou promissoras características anticancerígenas. Cientistas já estão utilizando a substância em testes clínicos para examinar seu resultado contra o câncer de pâncreas nos seres humanos.</p>
<p style="text-align: justify;">No entanto, até o momento ainda não se sabe como funciona o mecanismo que mata as células cancerígenas. &#8220;Basicamente, descobrimos o mecanismo de ação do beta-lapachone e uma forma de utilizar o remédio num tratamento individualizado&#8221;, disse David Boothman, professor do Centro Oncológico Integral Harold Simmons e autor principal do estudo.</p>
<p style="text-align: justify;">Em sua pesquisa, os cientistas determinaram que o composto extraído da casca da árvore interage com uma enzima identificada como NQ01, encontrada em células de câncer pulmonar e outros tumores sólidos. Nos tumores, a substância é metabolizada e produz a morte celular sem danificar os tecidos não cancerosos, diz o estudo.</p>
<p style="text-align: justify;">A substância também altera a capacidade das células cancerígenas de reparar seu DNA, levando à sua morte. A radiação danifica o DNA das células, aumentando a presença de NQ01, segundo os cientistas. &#8220;Quando se dirige a radiação sobre um tumor, os níveis de NQ01 aumentam. Tratando as células com beta-lapachone, uma sinergia entre as duas substâncias leva a uma morte contundente&#8221; das células cancerígenas, disse Boothman.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Os Ipês</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O ipê (ipê, em tupi-guarani, significa &#8220;árvore de casca grossa&#8221; e tabebuia é &#8220;pau&#8221; ou &#8220;madeira que flutua&#8221;) &#8211; muitas vezes chamado de &#8220;pau-d’arco&#8221; &#8211; possui propriedades medicinais, sendo a casca em estudo para tratamentos. É apreciado pela qualidade de sua madeira, além de servir para fins ornamentais e decorativos.</p>
<p style="text-align: justify;">A árvore do ipê é alta, podendo chegar até 30 m (na cidade, em locais abertos pode atingir cerca de 10 a 15 m.), bem copada e na época de floração perde totalmente as folhas para dar lugar às flores das mais variadas cores (brancas, amarelas, roxas ou rosa) com belas manchas coloridas.</p>
<p style="text-align: justify;">É uma árvore originária do cerrado, não precisando de muita água, apenas no início do seu desenvolvimento. Floresce no período de julho a setembro e frutifica de setembro a outubro. Os diversos tipos de ipê recebem os nomes conforme as cores de suas flores ou madeira. Os que mais se destacam são: ipê-amarelo ou ipê comum, ipê-tabaco, ipê-branco, ipê-roxo ou ipê-rosa.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Aprenda a identificar seu Ipê:</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Amarelo: Folhas felpudas pequenas, em geral em formação de folhas por ramo.<br />
Roxo: Folhas lisas, às vezes serrilhadas na ponta, crescimento rápido.<br />
Branco: Folhas arredondadas.<br />
<a href="https://ahau.org/team/luiz-sequeira-0-html/">R</a>osa: Folhas grandes e suculentas, talos verdes e crescimento rápido.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Ficha da Planta:</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Ipê-Roxo<br />
Família: Bignoniaceae<br />
Gênero: Tabebuia<br />
Nome binomial: Tabebuia avellanedae</p>
<p style="text-align: justify;">É o primeiro dos Ipês a florir no ano, inicia a floração em junho e pode durar até agosto, conforme a árvore. Tem vários nomes populares como Ipê-roxo-da-mata, Ipê-una ou Pau D&#8217;arco, entre outros. Esta espécie se confunde bastante com outras também de flor roxa, como a Tabebuia impetiginosa e a Tabebuia heptaphylla, sendo considerado por alguns autores que a T. avellanedae e a T. impetiginosa seriam a mesma espécie.</p>
<p style="text-align: justify;">São muito utilizadas no paisagismo urbano, por sua beleza e desenvolvimento rápido.<br />
Outros nomes populares: cabroé, graraíba, ipê-de-flor-roxa, ipê-piranga, ipê-preto, ipê-rosa, ipê-roxo-anão, ipê-uva, pau-d’arco, pau-d’arco-rosa, pau-d’arco-roxo, peúva, piuva.</p>
<p>Ipê-roxo tem propriedades anticancerígenas.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: http://www.jardimdeflores.com.br/ERVAS/A47iperoxo.htm</p><p>The post <a href="https://ahau.org/ipe-roxo-tem-propriedades-anticancerigenas/">Ipê-roxo tem propriedades anticancerígenas</a> first appeared on <a href="https://ahau.org">Instituto Ahau - Terapeutas Especializados</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Vitamina D</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luiz Terapeuta]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 19 Feb 2012 23:16:20 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>&#8216;VITAMINA DO SOL&#8217; PODE SE TORNAR O NUTRIENTE DA DÉCADA Vários estudos recentes apontam a importância da Vitamina D para a saúde geral do organismo. Mas sua dosagem ainda é fonte de controvérsias. A chamada “vitamina do sol”, a “D”, pode se tornar o nutriente da década, se acreditarmos em uma série de descobertas recentes. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong>&#8216;VITAMINA DO SOL&#8217; PODE SE TORNAR O NUTRIENTE DA DÉCADA</strong></p>
<p style="text-align: center;">Vários estudos recentes apontam a importância da Vitamina D para a saúde geral do organismo. Mas sua dosagem ainda é fonte de controvérsias.</p>
<p style="text-align: justify;">A chamada “vitamina do sol”, a “D”, pode se tornar o nutriente da década, se acreditarmos em uma série de descobertas recentes. A vitamina D, nutriente essencial encontrado em um número limitado de alimentos, há muito é conhecida por seu papel na manutenção de ossos fortes e por isso é acrescentada ao leite.</p>
<p style="text-align: justify;">Agora, uma legião crescente de pesquisadores médicos está questionando os níveis de ingestão atualmente recomendados, desde o nascimento até os anos grisalhos.<br />
Os pesquisadores sustentam, baseados em uma série de estudos, que os níveis de vitamina D considerados adequados para prevenir malformações ósseas como raquitismo em crianças não são os ideais para se combater uma série de doenças sérias que hoje são associadas ao baixo nível de vitamina D. E propõem um aumento.</p>
<p style="text-align: justify;">Certamente, nem todos os especialistas médicos estão convencidos da necessidade de se elevar a quantidade de vitamina D que as pessoas recebem por dia, seja pelo sol, pela alimentação, pela ingestão de suplementos ou todos os três. O comitê federal que estabelece as quantidades diárias recomendadas resistiu a todos os esforços de aumentar consideravelmente os níveis de vitamina D, parcialmente porque seus membros não estão convencidos de seu potencial de promover a saúde e parcialmente por temores desgastados de toxidez, provocados por excesso.</p>
<p style="text-align: justify;">Apresentarei os fatos como são conhecidos hoje, mas esteja avisado: no final, você terá que decidir por si mesmo quanto desse nutriente vital deseja consumir por dia e como obtê-lo.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>ONDE OBTER</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Na maior parte da história da humanidade, a luz do sol foi a fonte primária de vitamina D, que é formada na pele exposta à radiação ultravioleta B (a luz ultravioleta<br />
que causa queimaduras). Assim, para saber quanta vitamina D deseja obter de alimentos e suplementos, leve em conta fatores como cor da pele, clima local, época do ano,<br />
tempo fora de casa, uso de filtros solares e idade.</p>
<p style="text-align: justify;">Aqueles que evitam o sol e pessoas de pele mais escura absorvem menos radiação UV. Pessoas de regiões com menos sol produzem pouca ou nenhuma vitamina D no inverno, e pessoas mais velhas fabricam menos vitamina D na pele e são menos capazes de convertê-la no hormônio que o corpo usa. Além disso, bebês que só mamam consomem pouca vitamina D, a menos que recebam suplementos.<br />
Além de bebidas fortificadas como leite, leite de soja e alguns sucos, o número limitado de fontes de vitamina D inclui peixes oleosos como salmão, cavala, bagre americano, sardinha e atum, assim como óleo de bacalhau e óleos de peixe. A quantidade de vitamina D nos cereais matinais é mínima. Quanto aos suplementos, a vitamina D é encontrada em vitaminas pré-natais, multivitamínicos, combinações de cálcio com vitamina D e vitamina D simples.</p>
<p style="text-align: justify;">O conteúdo de vitamina D é medido em unidades internacionais (UI). Um copo de leite ou de suco de laranja fortificado deve conter 100 UI. A maior parte dos multivitamínicos fornecem 400 UI por dia. Meia xícara de salmão vermelho enlatado tem cerca de 940 UI e 85 g de bagre, 570 UI.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>LAÇOS VARIADOS COM A SAÚDE</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Vamos começar com o papel menos controverso da vitamina D &#8211; ossos fortes. No ano passado, uma equipe de 15 especialistas em nutrição observou no &#8220;American Journal of Clinical Nutrition&#8221; que &#8220;ensaios ao acaso usando a ingestão atualmente recomendada de 400 UI de vitamina D por dia não mostraram redução apreciável do risco de fratura&#8221;.<br />
&#8220;Por outro lado&#8221;, continuaram, &#8220;ensaios com 700 a 800 UI revelaram menor incidência de fraturas, com e sem suplemento de cálcio. Essa mudança pode resultar tanto da melhor saúde dos ossos quanto da redução nas quedas devido à maior força muscular.&#8221;<br />
Um estudo suíço entre mulheres com 80 ou mais anos obteve maior força nas pernas e metade das quedas entre as que tomaram 800 UI de vitamina D por dia por três meses junto com 1.200 mg de cálcio, comparadas com as que só tomaram cálcio. Maior força e equilíbrio foram encontrados em idosos com altos níveis de vitamina D no sangue.</p>
<p style="text-align: justify;">Em estudos com animais, a vitamina D reduziu de forma impressionante o crescimento de tumores. Além disso, um número grande de estudos em pessoas associa baixos níveis de vitamina D com maior risco de câncer, inclusive de mama, reto, ovário, próstata, estômago, bexiga, esôfago, rim, pulmão, pâncreas e útero, assim como linfoma de Hodgkins e mieloma múltiplo.</p>
<p style="text-align: justify;">Pesquisadores da Universidade de Creighton, em Omaha, conduziram um ensaio randômico duplo-cego controlado por placebo (a forma mais confiável de pesquisa clínica) entre 1.179 mulheres saudáveis na menopausa. No curso de quatro anos, as que tomaram cálcio e 1.100 UI de vitamina D por dia desenvolveram cerca de 80% menos cânceres do que as que tomaram só cálcio ou placebo, conforme publicado na &#8220;The American Journal of Clinical Nutrition&#8221;, no ano passado.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>AÇÃO DA VITAMINA D</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A vitamina D parece amortecer um sistema imune hiperativo. A incidência de doenças auto-imunes como diabetes de tipo 1 e esclerose múltipla foram associadas a<br />
baixos níveis de vitamina D.</p>
<p style="text-align: justify;">A vitamina D é solúvel em gordura e, quando consumida ou produzida na pele, pode ser armazenada na gordura do corpo. No verão, até mesmo cinco minutos de sol<br />
por dia nas mãos e no rosto não protegidos podem restaurar a fonte do corpo.<br />
O excesso pode ser guardado para uso posterior. Durante o resto do ano, para a maior parte das pessoas, o corpo precisa da ajuda da alimentação.<br />
Além disso, o aumento geral de obesidade na população introduziu um fator preocupante, a tendência da gordura do corpo reter a vitamina D, reduzindo sua disponibilidade geral.</p>
<p style="text-align: justify;">Quanto à dose máxima segura, pesquisadores como Bruce W. Hollis, nutricionista pediátrico da Universidade de Medicina da Carolina do Sul em Charleston, sustentam que o atual nível de 2.000 UI é baseado em evidências bastante questionáveis &#8211; um estudo de seis pacientes na Índia.</p>
<p style="text-align: justify;">Hollis vem dando às mulheres grávidas 4.000 UI por dia e 6.000 para as lactantes, sem efeitos adversos. Outros especialistas, contudo, preocupam-se que esses níveis tão<br />
altos de vitamina D (acima de 800 UI) com cálcio podem aumentar o risco de pedras nos rins em pessoas suscetíveis.</p>
<p style="text-align: justify;">Portanto, pese as evidências e resolva a quantidade adequada para você.</p>
<p style="text-align: justify;">Por: JANE E. BRODY</p>
<p style="text-align: justify;">Publicado no “New York Times”</p><p>The post <a href="https://ahau.org/vitamina-d/">Vitamina D</a> first appeared on <a href="https://ahau.org">Instituto Ahau - Terapeutas Especializados</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>O perigo dos cosmeticos: saiba como escolher</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luiz Terapeuta]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 19 Feb 2012 01:46:12 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Você já parou para ler o rótulo dos cosmeticos que utiliza? Nunca se questionou sobre aquelas substâncias estranhas e desconhecidas ali presentes? O texto abaixo nos esclarece sobre diversas substâncias presentes em cosméticos (xampus, cremes, hidratantes, maquiagem etc.) que utilizamos diariamente, alheios ao mal que podemos causar à nossa saúde. Agradeço a Rose Bezecry por [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Você já parou para ler o rótulo dos cosmeticos que utiliza? Nunca se questionou sobre aquelas substâncias estranhas e desconhecidas ali presentes? O texto abaixo nos esclarece sobre diversas substâncias presentes em cosméticos (xampus, cremes, hidratantes, maquiagem etc.) que utilizamos diariamente, alheios ao mal que podemos causar à nossa saúde. Agradeço a Rose Bezecry por compartilhar estas informações.</p>
<p style="text-align: justify;">A indústria cosmética é um dos setores industriais que mais cresce no país. O Brasil é o terceiro maior mercado consumidor de cosméticos, perdendo apenas para os Estados Unidos e Japão. Nesse mesmo ritmo acelerado, também cresce a incidência de câncer de mama. De acordo com o Ministério da Saúde, são estimados a cada ano, 50 mil novos casos, e as razões não são conhecidas. Também são cada vez mais freqüentes os casos de puberdade precoce. Uma avaliação recentemente feita nos Estados Unidos mostrou que um bebê recém-nascido usa em média oito produtos cosméticos diferentes, totalizando o contato com cerca de 50 agentes químicos diferentes até o 1º mês de vida.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma das hipóteses que aqui levantamos é o uso indiscriminado e muitas vezes sem controle governamental de cosméticos habituais, que são tidos erroneamente como inócuos. Eles em sua maioria possuem substâncias químicas sabidamente cancerígenas e outros xenobióticos que podem provocar câncer de mama, doença fibrocística de mama, fibroadenoma de mama, puberdade precoce, diminuição da memória ou da concentração, doença de Alzheimer, quadros de demência, osteopenia, osteoporose, crises de asma, dermatite de contato, alergia respiratória, rinite, conjuntivite, aumento do envelhecimento cutâneo, entre outras. Em animais podem provocar diminuição da fertilidade e da fecundidade e toxicidade para o feto (embrião).</p>
<p style="text-align: justify;">A seguir listamos as substâncias usualmente encontradas nos cosméticos e seu potencial risco a saúde: formaldeído, parabeno, silicone, triclosan, alumínio, alquilfenol, polietilenoglicol (PEG) e óleo mineral.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Formaldeído</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Onde é encontrado: germicidas e fungicidas agrícolas e formulações cosméticas<br />
Nomes Técnicos: formol, formalina, aldeído fórmico e oximetileno.<br />
Empregado como: conservante, anti-séptico, antiperspirante, desodorizante e endurecedor da unha.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo os pesquisadores:<br />
&#8211; A exposição a altas concentrações revelou-se irritante para pele, olhos e o sistema respiratório¹. Também é um alergênico em potencial. Em concentrações baixas, através de exposição doméstica, há risco de comprometimento respiratório por modo não específico, exatamente como encontrado para outros poluentes comuns².<br />
&#8211; Estudo sugere que a exposição doméstica do formaldeído aumenta o risco de asma brônquica na infância³ e aumenta o risco de sensibilização alérgica para alergenicos comuns do ar 4.<br />
&#8211; É mutagênico, e quando inalado em altas concentrações é carcinogênico em ratos 5. Alguns pesquisadores o classificam como provável carcinogênico em humanos. 6<br />
&#8211; Em recente reavaliação do IARC (International Agency for Research on Cancer) de setembro de 2004, a substância formaldeído foi classificada comprovadamente como carcinogênica para humanos. 32</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Parabenos</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Onde é encontrado: na maioria das formulações cosméticas como cremes, loções, desodorantes, além de alimentos e fórmulas de uso interno, como patê de fígado, e outros embutidos cremosos.<br />
Nomes técnicos: Alquil parahidroxibenzoato e metil/etil/butil/isobutil parabeno<br />
Nomes comerciais: Nipagin (Metil parabeno) e Nipazol (propilparabeno)<br />
Empregado como: conservante<br />
Segundo os pesquisadores:<br />
&#8211; Os parabenos possuem grande afinidade pelos receptores de estrógeno e comprovada  atividade estrogênica 7; ou seja, são mimetizadores do estrogênio e podem causar câncer de mama e puberdade precoce, ao lado de fenômenos como trombose e embolia. Outro estudo demonstrou que os parabenos podem ser encontrados como moléculas intactas nas glândulas mamárias de homens e mulheres 8<br />
&#8211; Os parabenos e outros antimicrobianos que contém porção fenólica possuem propriedades antiandrogênicas e necessitam maiores estudos sobre o impacto na saúde reprodutiva humana 9.<br />
&#8211; Estudo sugere que o parabeno encontrado em formulações dermatológicas se acumula no estrato córneo e pode influenciar na idade e diferenciação de queratinócitos 10 , isto é, promove o envelhecimento cutâneo.<br />
&#8211; Podem causar dermatite de contato e sensibilidade por mecanismo desconhecido11.<br />
&#8211; Potencializa a radiação UV, causando efeitos prejudiciais à pele quando exposta a luz solar 12</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Silicone</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Empregado como: promotor de espalhamento, suavidade e substantividade. Reduz a sensação pegajosa, estabiliza a espuma e melhora a absorção.<br />
Nomes Técnicos:  Ciclometicone e Dimeticone<br />
Onde é encontrado: cremes, loções, protetor solar, maquiagem, antiperspirante, desodorante, shampoos e condicionadores.<br />
Segundo os pesquisadores:<br />
&#8211; Discute-se o potencial papel do silicone na doença de Alzheimer 13.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Triclosan</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Empregado como: antisséptico e bacteriostático<br />
Nomes Técnicos: cloxifenol, 2,4,4 – trichloro-2-hydroxy-diphenyl-ether, 5-chloro-2-(2,4-dichlorophenoxy)phenol<br />
Onde é encontrado: desodorantes líquidos ou em barra, sabonetes líquidos, sabonetes antissépticos, produtos para banho, emulsões, shampoos, produtos para barbear, pastas de dente, entre outros<br />
Segundo os pesquisadores:<br />
&#8211; Mulheres em fase de amamentação não podem utilizar cosméticos contendo triclosan porque tal substância passa para o leite materno 14.<br />
&#8211; O triclosan pode sofrer degradação pela luz solar formando uma substância cancerígena chamada diclorodibenzeno-p-dioxina 15.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Alumínio</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Empregado como: adstringente e antiperspirante<br />
Nomes Técnicos: cloreto de alumínio, tricloreto de alumínio<br />
Onde é Encontrado: desodorantes e antiperspirantes<br />
Segundo os Pesquisadores:<br />
&#8211; O alumínio é um metal com número variável de elétrons na última camada e portanto é um gerador de radicais livres. Os radicais livres provocam o envelhecimento acelerado da pele provocando o aparecimento precoce de rugas. A intoxicação crônica por alumínio provoca anemia de difícil tratamento16. Alguns pesquisadores implicam o alumínio na doença de Alzheimer.<br />
&#8211; Em ratos verificou-se que a intoxicação crônica por alumínio diminui a absorção de cálcio pelos rins 17. Nos seres humanos o uso contínuo do alumínio nos cosméticos possivelmente prejudique o tratamento da osteopenia e osteoporose na mulher.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Alquilfenol</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Empregado como: tensoativo<br />
Nome técnico: nonylphenol e octylphenol<br />
Onde é Encontrado: shampoo, tintura de cabelo, creme de barbear e produtos de limpeza doméstica.<br />
Segundo os pesquisadores:<br />
&#8211; O alquilfenol é um disruptor endócrino que possui muitos efeitos adversos para a saúde humana. Possui efeitos estrogênicos mesmo em baixas concentrações20-23 e portanto pode desencadear doença fibrocística de mama, fibroadenoma de mama ou aumentar o risco de câncer de mama.<br />
&#8211; Provoca aumento de produção de interleucina 4 e citocinas pró-inflamatórias de uma maneira dose dependente e assim aumenta a resposta alérgica e inflamatória. 18<br />
&#8211; Elevada toxicidade para peixes, moluscos e crustáceos19<br />
&#8211; Reduz a mobilidade dos espermatozóides, fecundidade e fertilidade em peixes.21<br />
&#8211; Possui efeitos tóxicos sobre a reprodução e desenvolvimento em animais de experimentação.22<br />
&#8211; Efeito embriotoxico em crustáceos dos produtos de metabolização dos alquifenois mesmo em baixas concentrações.24<br />
&#8211; Na Europa está em andamento a regulamentação para diminuir o seu uso visando minimizar o impacto ambiental devido a sua toxicidade, ação estrogênica e ser substância altamente lipofílica, o que facilita a sua entrada na célula, aumentando ainda mais a sua ação prejudicial.23</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>PEG e seus derivados</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Empregado como: emulsionantes, veículos, agente de consistência, fixadores de perfume, antiestáticos, solubilizante e umectante.<br />
Nome Técnico: polietilenoglicol e polisorbato<br />
Onde é encontrado: óleos de banho, cremes, loções, maquiagem, creme dental, shampoo, desodorante, sabonete e perfumes.<br />
Segundo os pesquisadores:<br />
&#8211; Trabalho da Dinamarca em 2006 alerta para o perigo de dermatite alérgica de contato com os produtos derivados do PEG utilizados nos cosméticos e no batom.25<br />
&#8211; A presença de PEG na cera de depilação provocou uma verdadeira epidemia de dermatite de contato alérgica na França e na Bélgica em 2006.26<br />
&#8211; Em congresso especializado concluiu-se que o uso do PEG-metacrilato deve ser restrito às unhas e nunca deve entrar em contato com a pele devido a dermatite de contato que geralmente provoca.27<br />
&#8211; Outros trabalhos mostram que o PEG é relativamente seguro e minimamente irritativo nas peles normais. 28-29<br />
&#8211; Dependendo do fabricante o PEG pode estar contaminado com diversos tipos de impurezas, incluindo: óxido de etileno,compostos aromáticos, dioxano e metais tóxicos como arsênico, cádmio, níquel e cobalto30</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Óleo Mineral</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Empregado como: emoliente e lubrificante<br />
Nome Técnico: mistura de hidrocarbonetos parafinemos e naftalênicos. È a vaselina, parafina ou petrolato.<br />
Onde é Encontrado: produtos cosméticos e filtros solares<br />
Segundo os Pesquisadores:<br />
&#8211; Estudo demonstra que o óleo mineral contido em formulações cosméticas pode induzir a artrite. 31<br />
Conclusão<br />
No mundo moderno em que vivemos estamos expostos aos mais diversos tipos de contaminantes prejudiciais a nossa saúde. Muitos deles são difíceis, ou simplesmente não podemos evitar.<br />
Com esse artigo, não estamos propondo que as pessoas deixem de consumir cosméticos, que são tão importantes para o bem estar pessoal e para a saúde psicológica. Mas devemos nos precaver que certos cosméticos possuem xenobióticos prejudiciais a saúde, e procurar sempre ler o rótulo do cosmético para certificar-se que não possuem parabenos, óleo mineral, PEG, alquilfenol, alumínio, triclosan, silicone e formaldeído.<br />
Atualmente dispomos de uma nova categoria de cosméticos, os chamados cosméticos orgânicos, que seguem uma filosofia onde se leva em conta fatores sócio-ambientais e sustentabilidade, além de serem isentos de todas as substâncias químicas maléficas à saúde citadas nesse artigo. Esses cosméticos são tão eficientes quanto os cosméticos tradicionais, sendo que as vantagens oferecidas são infinitamente maiores porque não produzem doenças.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Referências Bibliográficas</strong><br />
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31. Sverdrup B; Klareskog L; Kleinau S. Common commercial cosmetic products induce arthritis in the DA rat.Environ Health Perspect;1998; 106(1):27-32</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: http://naturoterapeuta.blogspot.com/2011/04/cosmeticos-organicos-cuidando-da-sua.html</p><p>The post <a href="https://ahau.org/o-perigo-dos-cosmeticos-saiba-como-escolher/">O perigo dos cosmeticos: saiba como escolher</a> first appeared on <a href="https://ahau.org">Instituto Ahau - Terapeutas Especializados</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Kefir, o elixir da vida.</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luiz Terapeuta]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Feb 2012 23:40:09 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Vegetarianismo &#8211; KEFIR, o elixir da vida &#8220;Enquanto os homens massacrarem os animais, vão-se matar uns aos outros. Na verdade, aquele que espalha a semente de morte e de dor não pode colher amor e alegria.&#8221; Pitágoras &#160; Fermentado de origem caucasiana é a moda atual entre os consumidores de alimentos funcionais. Aquele seu amigo [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p align="center"><strong>Vegetarianismo &#8211; KEFIR, o elixir da vida</strong></p>
<p align="center"><strong>&#8220;Enquanto os homens massacrarem os animais, vão-se matar uns aos outros. Na verdade, aquele que espalha a semente de morte e de dor não pode colher amor e alegria.&#8221;</strong></p>
<p align="center">Pitágoras</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Fermentado de origem caucasiana é a moda atual entre os consumidores de alimentos funcionais.</p>
<p style="text-align: justify;">Aquele seu amigo meio hippie provavelmente já lhe falou maravilhas sobre uma bebida feita com bacilos e leveduras, aos quais se atribuem propriedades medicinais. O quefir ou kefir é a moda entre os naturalistas. Num informativo que distribuem junto aos grãos, consta que os habitantes do Cáucaso, no Himalaia, na Rússia Oriental, &#8220;o bebem como água e alcançam, em média, 110 anos de idade&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo os disseminadores, o quefir atua como normalizador do intestino, prevenindo problemas nos nervos, asma, enfarto, úlcera, anemias, tumores, esclerose, doenças do fígado, erupções cutâneas, icterícia, diarreia. Todos esses males, dizem os defensores, estariam relacionados à retenção de fazes no organismo. Dependendo do tempo de fermentação, o quefir promoveria diferentes reações no intestino. Com 12 horas, agiria como laxante, fermentado por 36 horas normalizaria o intestino e com mais de 48 horas de fermentação curaria diarreias.</p>
<p style="text-align: justify;">O kefir pode ser feito a partir de qualquer tipo de leite (vaca, cabra ou ovelha, soja, coco ou arroz). Os benefícios de incluir regularmente kefir na dieta são inúmeros. É um alimento facilmente digerido que elimina dos intestinos as bactérias e leveduras prejudiciais, e aumenta a população bacteriana benéfica e protetora. Dado o seu equilíbrio e valor nutritivo, o kefir contribui para um sistema imunitário saudável e já foi usado, com sucesso, para ajudar pessoas que sofrem de sida, síndroma de fadiga crônica, cancro e herpes. O seu efeito tranquilizador do sistema nervoso beneficia muitas pessoas que sofrem de depressão, distúrbios do sono, entre outras.</p>
<p style="text-align: justify;">Apesar de tantos possíveis predicados, o kefir foi pouco pesquisado no país até hoje e com os estudos concentrados no quefir fermentado no leite. Ele também pode ser produzido em água com açúcar, mas para essa formulação não há pesquisas que comprovam suas ações. &#8220;Como não há indústria interessada em comercializar o quefir, as análises não se sustentam, são isoladas&#8221;, explica Célia Lúcia de Luces Fontes Ferreira, professora do Departamento de Tecnologia de Alimentos da Universidade Federal de Viçosa (UFV), uma das poucas a desenvolver estudos com o bacilo.</p>
<p style="text-align: justify;">Especialista em fermentados e probióticos, Célia Ferreira classifica o quefir como alimento funcional. Funcional é qualquer alimento ou parte dele que proporcione benefícios à saúde, incluindo a prevenção e tratamento de doenças, além de satisfazer os requisitos nutricionais tradicionais. De acordo com a pesquisadora, o quefir é rico em vitaminas do complexo B. Essas vitaminas participam da composição de enzimas transformando os alimentos em hidratos de carbono, gorduras e proteínas. &#8220;Ele não é um probiótico, os alimentos desse tipo produzem bactérias com ação na flora intestinal humana, como os lactobacilos do Yakult, o kefir produz vitaminas que auxiliam no processo digestivo&#8221;, acrescenta Célia Ferreira.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo Accacia Júlia Guimarães Pereira, do Departamento de Alimentos, da Faculdade de Farmácia, da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), o valor terapêutico do quefir estaria relacionado à aceleração da digestão dos alimentos, diminuindo o nível de colesterol sérico e beneficiando ainda os sistemas vascular e respiratório. Célia Ferreira também destaca a ação do quefir na estruturação epitelial. &#8220;A bactéria do quefir do leite acelera a cicatrização e a reconstituição de pele. Na Rússia, o quefir fermentado em leite é utilizado há anos no tratamento de queimados&#8221;, informa a professora.</p>
<p style="text-align: justify;">A bebida é preparada com a colocação dos grãos de quefir no leite. Após a fermentação, os grãos são retirados podendo ser reaproveitados para a produção de mais fermentados. &#8220;O leite fermentado tem sabor ácido suave, é espumoso e de baixo teor alcoólico&#8221;, define Accacia.</p>
<p style="text-align: justify;">Quem já provou, diz que o sabor é parecido ao da coalhada. Quando conservado corretamente, em geladeira, não estraga facilmente.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Entretanto, quanto mais fermentado, mais desagradável ao paladar humano&#8221;, acrescenta Célia Ferreira.</p>
<p style="text-align: justify;">A abundância em cálcio, fósforo e magnésio é outra das características do kefir, como de todos os produtos derivados do leite.</p>
<p style="text-align: justify;">O kefir é rico em vitaminas do complexo B, de onde se destacam a vitamina B12, B1 e biotina, e em vitamina K.</p>
<p style="text-align: justify;">Para quem gosta do sabor um tanto ácido, embora levemente adocicado, o kefir pode ser bebido simples, ao natural. Quem não aprecia a acidez pode juntar um pouco de mel. É também muito saboroso misturado com sumos de fruta ou em batidos de frutas.</p>
<p style="text-align: justify;">São poucas as indústrias que dominam tecnologias para comercialização do quefir. Uma delas é canadense e desenvolveu uma embalagem que expande. No rótulo do produto é informado que o quefir deve ser consumido após a embalagem estar abaulada.</p>
<p style="text-align: justify;">A origem do quefir é desconhecida. Quando perguntados sobre a origem dos grãos, os caucasianos respondem que foram presente de Alah (Deus).</p>
<p style="text-align: justify;">Essa é ainda a única resposta possível, pois nenhum pesquisador conseguiu reproduzir esses grãos em condições de laboratório. Entre os cientistas, a teoria mais aceita é a de que a forma de armazenamento praticada na antiguidade pelos caucasianos, em tonéis mal higienizados ou em estômago de animais, possibilitou o surgimento dessas bactérias.</p>
<p style="text-align: justify;">Além da ingestão como bebida energética, o quefir pode ser apreciado na culinária nas mais diversas formas. O professor Wiest sugere a substituição da maionese, rica em colesterol, pelo quefir. &#8220;No preparo das saladas, pelo menos, a maionese poderiam ser substituídos pelo filtrado de quefir&#8221;, sugere.</p>
<p style="text-align: justify;">Wiest também estuda a possibilidade do emprego do quefir na medicina veterinária, sua área de formação. Uma das pesquisas em andamento busca a substituição dos antibióticos pelo quefir no tratamento terapêutico das infecções de ubres. &#8220;Algumas vacas sensíveis a bactérias biogênicas não respondem mais aos antibióticos modernos. O objetivo do experimento é verificar se o filtrado de quefir é eficiente no combate a essas bactérias&#8221;, explica Wiest. A UFRGS firmou convênio com o Incra e com o Movimento dos Sem Terra (MST), fornecedor dos animais para uso na pesquisa. &#8220;Caso os resultados sejam satisfatórios teremos um leite sem antibióticos, um leite verde&#8221;, conclui o pesquisador. (Hebert França)</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Avaliação da atividade antibacteriana de filtrados de kefir artesanal*</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>RAQUEL TERESINHA CZAMANSKI José Maria Wiest (Orientador &#8211; UFRGS)</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Kefir é uma bebida láctea originada do Cáucaso, produzida a partir da fermentação alcoólica e ácido-lática dos grãos de quefir, que são microrganismos que vivem em perfeita simbiose. Assemelhando-se ao iogurte natural quanto ao sabor, aroma, consistência, o quefir é um alimento muito rico e por isso indicado para crianças e idosos. Possui inúmeras indicações terapêuticas, mas ainda é pouco conhecido no país.</p>
<p style="text-align: justify;">Kefir foi durante muito tempo conhecido apenas pelos povos montanheses da região Caucásica, onde é preparado com leite de ovelha ou de cabra e recebe também o nome de &#8220;milho do profeta&#8221;, em alusão a Maomé, no referencial islâmico.</p>
<p style="text-align: justify;">Com base nos resultados apresentados em diversos trabalhos, comprovando a ação antimicrobiana dos grãos de kefir, prosseguiram-se os estudos pesquisando a ação antibacteriana do filtrado esterilizado de kefir artesanal, frente a diversas situações problemas. Estudou-se a possibilidade de utilizar o filtrado de kefir tradicional (artesanal ou não industrializado), previamente esterilizado, como antisséptico/desinfetante em agroindústria familiar ou produção animal; forma alternativa aos desinfetantes químicos convencionais, considerando sua eficácia (benefício esperado/ benefício obtido), através da determinação de sua atividade antibacteriana. Foi determinada as concentrações inibitórias mínimas (CIMs) e concentrações bactericidas mínimas (CBMs) do filtrado de quefir tradicional frente a duas bactérias Gram-positivas (Staphylococcus aureus ATCC 25923, e Enterococcus faecalis ATCC 19433) e duas bactérias Gram-negativas (Escherichia coli ATCC 11229 e Salmonella enteritidis ATCC 11076 ), levando em consideração três técnicas diferentes de esterilização do filtrado, no sentido de avaliar a ação antibacteriana quanto ao tempo de exposição (cinco, quinze, trinta e sessenta minutos), presença ou ausência de suporte (aço inoxidável e pano de algodão), presença ou ausência de matéria orgânica (albumina sérica bovina, simulando sujidades de uma agroindústria).</p><p>The post <a href="https://ahau.org/kefir0-0-html/">Kefir, o elixir da vida.</a> first appeared on <a href="https://ahau.org">Instituto Ahau - Terapeutas Especializados</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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