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	<title>reumatismo - Instituto Ahau - Terapeutas Especializados</title>
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		<title>Squalene &#8211; Óleo de Fígado de Tubarão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luiz Terapeuta]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Jul 2012 22:35:37 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Squalene &#8211; Uma das principais causas das doenças crônicas de nossa civilização atual é a redução do oxigênio celular. Desde o momento em que o ser humano passou a adotar hábitos de vida menos naturais, o seu organismo começou a sofrer uma redução na quantidade de oxigênio nas células de seus tecidos. A vida sedentária, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Squalene &#8211; Uma das principais causas das doenças crônicas de nossa civilização atual é a redução do oxigênio celular. Desde o momento em que o ser humano passou a adotar hábitos de vida menos naturais, o seu organismo começou a sofrer uma redução na quantidade de oxigênio nas células de seus tecidos. A vida sedentária, o estresse, a alimentação desequilibrada e de pouca qualidade, o uso excessivo de remédios alopáticos, os vícios (álcool e tabagismo) e a poluição ambiental são os fatores, isoladamente ou em conjunto diretamente responsáveis pela redução de oxigênio no organismo.</p>
<p style="text-align: justify;">A diminuição de oxigênio promove alterações na densidade, viscosidade e acidez do sangue, alterando ainda mais a distribuição de oxigênio, principalmente para os órgãos vitais. Assim, todos os órgãos passam a ter uma perda significativa de suas capacidades funcionais e metabólicas, alterando o funcionamento inicialmente do cérebro, do coração, dos pulmões e do sistema imunológico, com diminuição da resistência natural às doenças.</p>
<p style="text-align: justify;">A diminuição de oxigênio no sangue, quando por um longo período de tempo, acaba se tornando crônica, manifestando-se clinicamente como, cansaço físico e mental, envelhecimento precoce, falta de ar, tonturas, palpitações, dores lombares, transpiração excessiva, extremidades frias, tremores nas mãos, dores reumáticas, dores do tipo angina pectoris, ansiedade e neuroses.</p>
<p style="text-align: justify;">Essa redução crônica de oxigênio no organismo, tornando-se persistente, pode originar ou desencadear o surgimento das doenças degenerativas, como o câncer e os reumatismos (artroses, artrite reumatoide, etc). Com a descoberta e o uso terapêutico do Esqualeno, a medicina alternativa pôde utilizar este poderoso recurso para tratamento dessas e outras enfermidades, graças à sua capacidade de produzir oxigênio intracelular. É capaz de prover oxigênio individualmente para cada célula dos tecidos do organismo, proporcionando um metabolismo mais eficiente e contribuindo para manter as células vivas e saudáveis. Esse aporte adicional de oxigênio nas células do tecido muscular, por exemplo, pode diminuir a intensidade do metabolismo anaeróbio e suas conseqüências.</p>
<p style="text-align: justify;">Esse processo, apesar de simples, poderá, ao longo do tempo, juntamente com a prática regular de exercícios físicos ou de esportes, aumentar a performance dos músculos por diminuir o débito oxigênio e a formação de ácido láctico.</p>
<p style="text-align: justify;">O organismo humano, ao absorver o <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Esqualeno">Esqualeno</a> através do sistema digestivo, o distribui posteriormente na pele e nos órgãos. Além disso, ocorre também uma síntese de<br />
Esqualeno no fígado, a partir do ácido farnesil-pirofosfórico, através de uma atividade enzimática específica que origina um composto intermediário designado Proesqualeno.<br />
Esse composto, sendo um precursor importante dos hormônios esteróides, como os sexuais e adrenais, comprova que o Esqualeno pode apresentar um papel importante na regulação hormonal do organismo. Como existem diferenças orgânicas individuais, a quantidade de Esqualeno sintetizado pelo fígado está intimamente ligada à dieta alimentar e à idade do indivíduo, valorizando a importância de uma adequada suplementação alimentar deste composto.</p>
<p style="text-align: justify;">Várias pesquisas demonstraram que o squalene possui a capacidade de diminuir a concentração sanguínea de colesterol total e LDL-colesterol, aumentando em contrapartida, o HDL-colesterol (o colesterol benéfico), fatores estes importantes para a diminuição do risco de surgimento de doenças cardiovasculares. Como squalene também apresenta uma atividade antioxidante, neutralizando os radicais livres, pode proteger as células dos vasos sanguíneos, contribuindo para a não deposição de gorduras oxidadas, sendo estas também responsáveis pelos diferentes graus de obstrução vascular.</p>
<p style="text-align: justify;">O squalene é uma substância bioquímica importante que ocorre em maiores proporções no óleo do fígado dos tubarões que vivem e se desenvolvem em águas profundas dos oceanos. Os tubarões Squalus da família Squalidae, da qual originou o nome “Squalene” são os campeões da produção de esqualene.</p>
<p style="text-align: justify;">Nas águas oceânicas com profundidades entre 600 a 1000m, a ausência de luz solar, pressões altíssimas e a elevada escassez de oxigênio fazem com que os tubarões Squalus desenvolvam condições especiais para viver nestas profundidades, como por exemplo, um fígado extremamente avantajado que ocupa cerca de 1/3 (um terço) do tamanho do seu corpo. Isto possibilita a alta produção do esqualene, substância que os cientistas demonstraram, após intensas pesquisas, ser um poderoso gerador de oxigênio intracelular.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo pesquisas do cientista Ryosuke Yokota, foi comprovado que o Squalene, em contato com a água, produz o oxigênio necessário ao esqualo habitar em tais profundezas.</p>
<p style="text-align: justify;">Várias pesquisas demonstram que o Esqualeno possui a capacidade de diminuir a concentração sanguínea de colesterol total e LDL-colesterol, aumentando, em contrapartida, o HDL-colesterol (o colesterol benéfico), fatores estes importantes para a diminuição do risco de surgimento de doenças cardiovasculares.<br />
O método de produção do Squalene foi criado pelo engenheiro Koyo Nemoto, cuja tecnologia permite um produto final sem odor nem gosto residual.<br />
O suprimento incremental de oxigênio produz no organismo um efeito rejuvenescedor, ativa as funções do coração e pulmões, faz recuperar a elasticidade dos vasos capilares e melhora a circulação sanguínea.</p>
<p style="text-align: justify;">Além disso, o oxigênio mantém as condições ideais do pH do sangue, proporcionando melhora na atuação dos hormônios e das enzimas, eliminando o cansaço físico.</p>
<h4 style="text-align: justify;"><img fetchpriority="high" decoding="async" class=" wp-image-4769 alignleft" src="https://ahau.org/wp-content/uploads/2012/07/squalene-oleo-de-figado-de-tubarao.jpg" alt="squalene-oleo-de-figado-de-tubarao" width="489" height="353" srcset="https://ahau.org/wp-content/uploads/2012/07/squalene-oleo-de-figado-de-tubarao.jpg 700w, https://ahau.org/wp-content/uploads/2012/07/squalene-oleo-de-figado-de-tubarao-300x217.jpg 300w" sizes="(max-width: 489px) 100vw, 489px" />FORMAS DE USAR SQUALENE</h4>
<p style="text-align: justify;">SQUALENE – Um verdadeiro oxigenador e rejuvenescedor do organismo “A fantástica substância vitalizante de um esqualo que vive nas profundezas do mar onde não existe claridade e nem oxigênio. Mas esses esqualos conseguem sobreviver produzindo o seu próprio oxigênio”.<br />
A redução das taxas de oxigênio nos tecidos orgânicos é a causa principal das doenças degenerativas.. Os sintomas da redução crônica do oxigênio, mesmo que não tenha surgido nenhuma doença, são os seguintes: cansaço constante, transpiração excessiva, tremores das mãos, palpitações, tonturas, dores lombares, ansiedades e extremidades frias, neuroses, dores nevrálgicas e reumáticas, dores no peito, pulso irregular.</p>
<p style="text-align: justify;">Acredita-se que os exercícios regulares e a atividade física intensa possam ajudar de alguma forma, mas não o suficiente.</p>
<p style="text-align: justify;">Diversos estudos científicos e observações clínicas concluíram ter o SQUALENE ação sobre o aumento da resistência imunológica e que sua ingestão regular tende a rejuvenescer o organismo simplesmente pela restauração da oxigenação dos tecidos.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Além da ingestão, o SQUALENE pode ser usado de outras maneiras, como:</h4>
<p style="text-align: justify;">Creme de beleza e hidratantes, shampoos, condicionadores de cabelo: abrir 2 ou 3 cápsulas, mexendo para misturar bem. Para cabelos oleosos os resultados são ótimos, o mesmo em relação aos hidratantes que atuam no embelezamento do corpo.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Envelhecimento precoce:</strong> A ingestão regular tende a rejuvenescer o organismo pela restauração da oxigenação dos tecidos. Aplicado sobre a pele a torna mais suave, jovem e bonita. É ótimo no combate e prevenção às rugas. Observação: Molhar a pele antes de aplicar o SQUALENE e deixá-la úmida o maior tempo possível. Descobriu-se que o SQUALENE, tanto usado por via oral quanto aplicado sobre a pele a torna mais saudável devido à transformação de parte do SQUALENE em lanosterol, um composto que age protegendo e vitalizando as células da derme e da epiderme. Há também um revigoramento dos cabelos.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Queimaduras:</strong> Os resultados são surpreendentes. Lava-se bem o local queimado (um banho de uns 40 minutos no chuveiro) deixando sempre o local molhado. Aplicar então o SQUALENE . É importante não deixar secar, recolocando o produto sempre até a complete cicatrização, que ocorre em torno de 8 a l0 dias. Observação: Não expor ao sol a parte atingida.<br />
Queimaduras de sol, esfolamentos e tombos de crianças: Lavar bem e aplicar o SQUALENE, observando o procedimento acima de lavar bem o local atingido.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Infecções e dor de ouvido:</strong> Pingar uma gota, dar tempo para a gota descer e colocar algodão. O melhor é ao deitar.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Rompimento do tímpano:</strong> Pingar 2 gotas pela manhã e 2 pela noite, procedendo assim, durante um mês.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Para os olhos:</strong> Usa-se como colírio, é eficaz na conjuntivite e também na catarata.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Hemorroidas:</strong> Usa-se como supositório, com resultados extraordinários.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Asma:</strong> <a href="https://ahau.org/team/luiz-sequeira-0-html/">Segundo terapeutas</a>, a criança asmática pode tomar 2 cápsulas ã noite, na hora de dormir. Abrindo a cápsula o resultado é mais rápido. Dependendo o caso, a dose pode ser aumentada.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Sinusite e dores de cabeça:</strong> Abre-se a cápsula, perfurando-se com um alfinete esterilizado e pinga-se nas narinas colocando a cabeça para trás, fecha-se então o nariz com os dedos e inclina-se a cabeça para frente e para baixo inspirando-se ao mesmo tempo em que se deita a cabeça para trás novamente. O alívio é certeiro. Recomenda-se tratamento de uma semana a um mês, conforme a gravidade do caso.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Doenças dermatológicas em geral:</strong> Umedecer a área afetada e aplicar o SQUALENE. Boa recomendação é completar o tratamento ingerindo também o produto.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fungos vaginais e corrimentos:</strong> Introdução da cápsula na vagina.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Frieiras, fungos e pés-de-atleta:</strong> É ótimo anti-séptico. Aplicar o produto, seguindo as instruções anteriores.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Aftas:</strong> Aplicar o produto nas aftas. Em feridas, sempre molhar o local antes de aplicar.</p>
<p style="text-align: justify;">O SQUALENE tem uso excelente em: inflamações e abcessos em geral, úlceras gástricas e abdominais, nas gestações difíceis para melhor oxigenação materna e fetal e para prevenção da deficiência mental nos partos difíceis, em radioterapia e quimioterapia para reduzir os maus efeitos, em casos de pós-enfartados melhora e previne contra novos enfartes, e muitos outros benefícios.</p>
<p style="text-align: justify;">SQUALENE não tem contra-indicação e não cria dependência. Em casos raros pode haver uma pequena reação inicial diminuindo-se a dosagem e aumentando-se gradativamente. Recomenda-se tomar 4 cápsulas ao dia. Não se recomendam doses muito grande em função da não absorção pelo organismo.</p>
<p style="text-align: justify;">Os estudos mostraram que doses maciças de SQUALENE não aumentam seus efeitos.</p>
<p style="text-align: justify;">O suprimento incremental de oxigênio produz no organismo um efeito rejuvenescedor: ativa as funções do coração e pulmões, recupera a elasticidade dos vasos capilares e melhora a circulação sanguínea. Além disso, o oxigênio mantém as condições ideais do PH do sangue, melhora a atuação dos hormônios e das enzimas, elimina o cansaço físico e facilita a eliminação de impurezas do organismo.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: http://www.projetoplatano.com.br/oleo-de-figado-de-tubarao-squalene.html</p><p>The post <a href="https://ahau.org/squalene-oleo-de-figado-de-tubarao/">Squalene – Óleo de Fígado de Tubarão</a> first appeared on <a href="https://ahau.org">Instituto Ahau - Terapeutas Especializados</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Os 12 Sais de Schussler e suas propriedades</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luiz Terapeuta]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 24 Mar 2012 00:20:53 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Os 12 Sais de Schussler: Nº1 Calcarea fluorica (Calcium fluoratum) D6O Sal “da elasticidade” – pele, unhas e ossos Nº 2 Calcarea phosphorica (Calcium phosphoricum) D6 O sal “dos ossos e dentes” Nº 3 Ferrum phosphoricum D12 O sal “de primeira linha” Nº 4 Kalium muriaticum (Kalium chloratum) D6 O sal “das mucosas” Nº 5 [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong>Os 12 Sais de Schussler:<img decoding="async" class="size-full wp-image-4805 alignleft" src="https://ahau.org/wp-content/uploads/2012/03/sais-de-schussler-1.jpg" alt="sais-de-schussler" width="420" height="286" srcset="https://ahau.org/wp-content/uploads/2012/03/sais-de-schussler-1.jpg 420w, https://ahau.org/wp-content/uploads/2012/03/sais-de-schussler-1-300x204.jpg 300w" sizes="(max-width: 420px) 100vw, 420px" /></strong></p>
<p>Nº1 Calcarea fluorica (Calcium fluoratum) D6O Sal “da elasticidade” – pele, unhas e ossos</p>
<p>Nº 2 Calcarea phosphorica (Calcium phosphoricum) D6 O sal “dos ossos e dentes”</p>
<p>Nº 3 Ferrum phosphoricum D12 O sal “de primeira linha”</p>
<p>Nº 4 Kalium muriaticum (Kalium chloratum) D6 O sal “das mucosas”</p>
<p>Nº 5 Kalium phosphoricum D6 O sal “dos nervos e da mente”</p>
<p>Nº 6 Kalium sulphuricum D6 O sal “da inflamação crônica”</p>
<p>Nº 7 Magnesia phosphorica D6 O sal “da dor e da cólica”</p>
<p>Nº 8 Natrum muriaticum (Natrum chloratum) D6 O sal “do balanço hídrico”</p>
<p>Nº 9 Natrum phosphoricum D6 O sal “do equilíbrio ácido básico”</p>
<p>Nº 10 Natrum sulfuricum D6 O sal “da excreção”</p>
<p>Nº 11 Silicea D12 O sal “da beleza”</p>
<p>Nº 12 Calcarea sulphurica (Calcium sulfuricum) D6 O sal “purificante”</p>
<h4>As Indicações dos 12 Sais de Schussler</h4>
<h4 style="text-align: justify;">Calcarea fluorica (Calcium fluoratum) D6</h4>
<p style="text-align: justify;">Encontra-se no esmalte dos dentes, nos ossos e nas células da epiderme, sobretudo onde exista tecido elástico. O agente descarga o aparelho circulatório e fortalece os pequenos vasos sanguíneos. Além disso, estimula a reabsorção dos endurecimentos vasculares.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Indicações Terapêuticas:</h4>
<p style="text-align: justify;">Perda de elasticidade dos vasos sanguíneos (hemorroidas, varizes, arteriosclerose). Doenças ósseas e dentárias (propensão a cáries, etc), lesões discais, moléstias articulares, raquitismo infantil, endurecimento dos tecidos e glândulas, debilidade postural, envelhecimento prematuro da pele.</p>
<p style="text-align: justify;">Também se discute a conveniência de administrar Calcium fluoratum como agente de apoio em todas as doenças tumorais. Atua lentamente e deve-se tomar durante longos períodos de tempo.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Calcarea phosphorica (Calcium phosphoricum) D6</h4>
<p style="text-align: justify;">É o sal mais abundante no organismo humano. É o agente bioquímico responsável pela construção e o fortalecimento de todas as estruturas do organismo; fundamentalmente configura a massa óssea dura, ainda que está presente em todas as células. Calcium phosphoricum actua sobre as membranas celulares limitantes e intervém na síntese proteica.</p>
<p style="text-align: justify;">Como o Calcium fluoratum, recomenda-se administrar de preferência com o Calcium phosphoricum, está indicado em todas as doenças ósseas e dentárias, fracturas complicadas que demoram a soldar, anemia, processos pulmonares, alterações de tipo nervoso, astenia, transtornos do sono (especialmente em lactentes, durante a infância e em épocas de desenvolvimento e crescimento). Também se administra nos transtornos menstruais, durante a gravidez e na convalescença. Calcium phosphoricum é um agente bioquímico de efeito lento que se recomenda tomar durante longos períodos de tempo. O agente é ideal para pessoas anêmicas, pálidas, de aspecto adoentado; os seus sintomas acentuam-se pela noite e podem piorar em condições de repouso.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Calcarea sulphurica (Calcium sulfuricum) D6</h4>
<h4 style="text-align: justify;">Indicações <a href="https://ahau.org/team/luiz-sequeira-0-html/">Terapêuticas</a>:</h4>
<p style="text-align: justify;">Encontra-se no fígado e vesícula biliar. Assim como a Silicea, tem uma grande utilidade em todos os processos purulentos. Aumenta a coagulação sanguínea e estimula o metabolismo.</p>
<h4 style="text-align: justify;"><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Homeopatia">Indicações Terapêuticas:</a></h4>
<p style="text-align: justify;">Abcessos, furúnculos, antrax, inflamações do tecido conjuntivo, amigdalites purulentas, catarro brônquico purulento, cistite e nefrite, resfriado crônico que afeta os seios nasais com secreções purulentas, sanguinolentas e fétidas; fístulas anais, reumatismo crônico e, finalmente, também em pacientes com insônia, perda de memória e vertigo.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Ferrum phosphoricum D12</h4>
<p style="text-align: justify;">A importância do ferro (Ferrum) no organismo é essencial e não há dúvida do papel vital que desempenha no nosso organismo. O ferro não só é um componente imprescindível da hemoglobina como se encontra em todas as células, intervém em múltiplos processos enzimáticos e exerce funções importantes nos mecanismos de defesa frente às infecções. Na infância é necessário para um crescimento normal. Pela mesma razão é imprescindível também durante a menstruação, na gestação e no período de latência. A proporção de ferro no organismo é de 4 a 5 gramas, de que três quartas partes correspondem à hemoglobina.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Indicações Terapêuticas:</h4>
<p style="text-align: justify;">É o agente bioquímico para todas as doenças súbitas e para todos os processos inflamatórios e febris em estado inicial. Está indicado em doenças infantis, estados anêmicos, dores, feridas, hemorragias, contusões, distorções articulares, sobrecargas físicas, alterações da perfusão sanguínea com sintomas reumatoides, gastrite catarral aguda com dor e vômitos e diarreias estivais acompanhadas de febre.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Kalium muriaticum (Kalium chloratum) D6</h4>
<p style="text-align: justify;">O potássio faz parte de todas as células, sobretudo leucócitos e eritrócitos. Como o sódio, possui efeitos fisiológicos específicos sobre a excitabilidade nervosa e muscular. Além disso intervém na síntese proteica e na utilização dos hidratos de carbono (efeito ativador do metabolismo). Em conjunto pode-se afirmar que o potássio é um componente imprescindível do organismo. O deficit de potássio causa alterações patológicas em diversos tecidos (músculo cardíaco e músculos esqueléticos, entre outros).</p>
<h4 style="text-align: justify;">Indicações Terapêuticas:</h4>
<p style="text-align: justify;">Kalium chloratum está considerado em bioquímica como o agente principal no tratamento anticatarral de diversos órgãos e mucosas e nos catarros acompanhados de secreções fibrinosas-espessas (segundo estádio de inflamação) que formam uma massa branca, branca fina ou branca viscosa, tanto se se trata de placas brancas finas na pele ou membranas sólidas de cor branca localizadas nas mucosas. Prescreve-se principalmente Kalium chloratum para o tratamento de afecções otorrinolaringológicas (ORL) e oculares caracterizadas por inflamação fibrinosa, também em processos pulmonares e pleurite fibrinosa, bronquite, reumatismo, tendovaginite, verrugas, reações de vacinas, queimaduras, etc.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Kalium phosphoricum D6</h4>
<p style="text-align: justify;">É o sal orgânico mais significativo para a célula e é particularmente importante para o soro, os leucócitos, os distintos tecidos do organismo e as células cerebrais, nervosas e musculares. O deficit de potássio produz esgotamento destes órgãos, em ocasiões acompanhado de transtornos psíquicos, ânimo depressivo, ansiedade, abatimento e perda de memória.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Indicações Terapêuticas:</h4>
<p style="text-align: justify;">Kalium phosphoricum é o agente funcional bioquímico de mais utilidade no tratamento das doenças agudas e crônicas e estados de esgotamento. Está indicado em estados nervosos, depressões, esgotamento. Melancolia, histeria, insônia de origem nervosa, apatia intelectual, perda da memória, debilidade muscular, lombalgias, alterações cardíacas de tipo nervoso, sensação de ansiedade com palpitações (síndrome do pânico), etc. assim como medida de apoio no tratamento das cardiopatias orgânicas, em hemorragias, paresias, perda de força em processos infecciosos, estados infecciosos e inflamatórios com secreções fétidas (&#8220;antisséptico interno”).</p>
<h4 style="text-align: justify;">Kalium sulphuricum D6</h4>
<p style="text-align: justify;">Encontra-se nas células da epiderme e células epiteliais da pele e mucosas, normalmente junto ao ferro, que o apoia na sua função de transporte de oxigênio na célula e de que se serve para ativar o metabolismo celular. Kalium sulphuricum é para o terceiro estádio de inflamatório com secreções viscosas amareladas, já que o Ferrum phosphoricum é para o primeiro estádio de inflamação (inflamação seca sem secreção) e Natrum muriaticum (Kalium chloratum) para o segundo estádio de inflamação (secreções viscosas).</p>
<h4 style="text-align: justify;">Indicações Terapêuticas:</h4>
<p style="text-align: justify;">Em inflamações crônicas de todo o tipo, afecções cutâneas descamativas, catarros de mucosa purulentos crónicos (nariz, ouvidos, faringe, brônquios, conjuntiva, etc.); também em catarros gastrointestinais, hepatite, nefrite, dor articular reumática e, em geral, para a estimulação de todos os processos de eliminação e desintoxicação. O paciente apresenta um estado anímico dominado pela melancolia e pela ansiedade; os sintomas acentuam até ao entardecer e habitações muito tempo fechadas; alivia e melhora em espaços abertos com ar puro e fresco.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Magnesia phosphorica D6</h4>
<p style="text-align: justify;">É o analgésico e antiespasmódico bioquímico por excelência. O magnésio ocupa o segundo lugar em importância depois do potássio entre os sais minerais do organismo humano. Aproximadamente a metade encontra-se no esqueleto, um terço no sistema muscular e o resto reparte-se entre nervos, cérebro, medula espinal, eritrócitos, fígado e glândulas tiroides. O magnésio intervém em múltiplos processos enzimáticos. Possui propriedades antitrombóticas e antialérgicas e influi sobre a excitabilidade neuromuscular e a função cardíaca (prevenção do enfarto do miocárdio, entre outros). O magnésio diminui o metabolismo basal e reduz os níveis de colesterolemia.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Indicações Terapêuticas:</h4>
<p style="text-align: justify;">Quadros espasmódicos de todo o tipo, cólicas e algias, neuralgias em todo o corpo, sensação de opressão na região cardíaca e tendência a enxaqueca. O seu efeito é destacável no tratamento de quadros clínicos do tipo cólica, flatulência, meteorismo, problemas da dentição e tosse convulsa em crianças e diarreias aquosas acompanhadas de dor abdominal.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Natrum muriaticum (Natrum chloratum) D6</h4>
<p style="text-align: justify;">Dos sais sódicos do organismo, o Natrum chloratum é o que tem a maior importância biológica. É absolutamente vital (essencial). Enquanto que o potássio está localizado na sua maior parte nas células, aproximadamente a metade do sódio se encontra no líquido extracelular e outro terço nos ossos e tecidos cartilaginosos. No estômago e no rim também existem concentrações intracelulares de sódio relativamente altas.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Indicações Terapêuticas:</h4>
<p style="text-align: justify;">Anemia, clorose, anorexia, perda de peso, catarro das mucosas com secreção serosa, catarro gastrointestinal acompanhado de diarreia aquosa, hipoacidez, hipo galactose no puerpério, obstipação por atonia intestinal, hemorroidas, sensação de formigamento e entumescimento das extremidades, erupções cutâneas e exsudativas, dor reumática, cefaleias, enxaquecas, lacrimação, ptialismo, neurastenia, histeria e falta de iniciativa. Piora os sintomas pela manhã, por esforço psíquico e clima úmido-frio. Muita sede, apetência por comidas salgadas; melhora com ar quente e seco ou também com ar puro mais fresco.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Natrum phosphoricum D6</h4>
<p style="text-align: justify;">Está muito estendido por todo o organismo: em células nervosas, nos músculos, nos eritrócitos e no tecido conjuntivo. Mantém o ácido úrico em solução para a eliminação através do rim. Natrum phosphoricum é importante para a eliminação dos produtos metabólicos. Também desempenha uma função essencial na troca de ácido carbônico (efeito tampão) e no metabolismo do ácido láctico que o organismo produz a partir do glucógeno com o trabalho muscular.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Indicações Terapêuticas:</h4>
<p style="text-align: justify;">Natrum phosphoricum é um agente neutralizador de eficácia provada nas hiperacidoses de todo o tipo. Tem aplicação no tratamento de doenças agudas e crônicas (sobretudo em crianças) por transtornos metabólicos, excesso de ácido clorídrico, pirose, vômitos ácidos, diarreias de fermentação, no reumatismo, ciática e gota. Também está indicado em adenites, inflamações oculares, amigdalites, faringites com eructos azedos, cistites, cálculos renais e biliares e erupções cutâneas com secreções amarelas de consistência cremosa.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Natrum sulfuricum D6</h4>
<p style="text-align: justify;">Não se encontra nas células como nos líquidos tecidulares. Tem por missão descongestionar o organismo, eliminar toxinas do metabolismo, desintoxicar o organismo e activar o fluxo biliar.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Indicações Terapêuticas:</h4>
<p style="text-align: justify;">Em todas as doenças dos órgãos de excreção (fígado, vesícula biliar, rim, bexiga); também em erupções cutâneas, feridas antigas, úlceras exsudativas das pernas, edemas, infecções gripais e moléstias reumáticas. Natrum sulphuricum está indicado em pacientes com sensação permanente de frio que não aquecem mesmo tapados. São irritáveis, indiferentes e depressivos. Os sintomas, que em muitos casos apresentam-se periodicamente, são mais acentuados pela manhã, em dias úmidos e em ambientes úmidos (em casa). As secreções são aquosas e de cor verde-amarela.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Silicea D12</h4>
<p style="text-align: justify;">É imprescindível ao organismo (essencial) como componente do tecido conjuntivo. Silicea é importante para a constituição da pele e mucosas e para o crescimento de unhas, cabelo e ossos. Aumenta a capacidade de resistência e a resistência mecânica dos tecidos (&#8220;cosmético bioquímico”). Os pulmões, os gânglios linfáticos e as glândulas suprarrenais contêm quantidades importantes de Silicea. O silício, como componente principal da Silicea, é depois do oxigênio o segundo elemento mais frequente na superfície terrestre. Silicea está relacionado de forma especial com o metabolismo do cálcio. O ácido silícico intervém junto a outras substâncias na assimilação do cálcio contido nos alimentos. Ativa a formação do colágeno e estimula a atividade dos fagócitos (&#8220;células devoradoras”), tão importantes para a defesa do organismo frente às infecções.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Indicações Terapêuticas:</h4>
<p style="text-align: justify;">Silicea, juntamente com Calcium sulphuricum, o meio principal contra as inflamações agudas e crônicas supurativas de todo o tipo. Também está indicada nos casos de paredes vasculares distendidas (varizes, hemorroidas, etc), doenças das unhas e cabelo, adenite e endurecimentos ganglionares, processos de cicatrização, fístulas ósseas, cáries, raquitismo, treçolhos e suores noturnos. Ativa a reabsorção de hematomas e derrames e reduz níveis sanguíneos de ácido úrico (ver também Natrum phosphoricum).</p>
<h4 style="text-align: justify;">Repertório &#8211; Sais de Schüssler</h4>
<h4 style="text-align: justify;">Acidez gástrica</h4>
<p style="text-align: justify;">Natrum phosphoricum D6: na hiperacidez – 1 comprimido depois de cada refeição.<br />
Natrum chloratum D6: no déficit de ácidos gástricos – 1 comprimido 6 vezes ao dia antes das refeições.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Acne juvenil</h4>
<p style="text-align: justify;">Natrum phosphoricum D6: 1 comprimido 6 vezes ao dia durante um período de tempo prolongado.<br />
Silicea D6: em pústulas purulentas – 1 comprimido 5 vezes ao dia.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Acúfenos</h4>
<p style="text-align: justify;">Calcium fluoratum D6 + Silicea D6: 1 comprimido 5 vezes ao dia a longo prazo.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Alterações cardíacas nervosas</h4>
<p style="text-align: justify;">Kalium phosphoricum D6: 1 comprimido 5 vezes ao dia a longo prazo.<br />
Magnesium phosphoricum D6: Como tranquilizante em afecções cardíacas mais intensas, palpitações, etc. 1 comprimido dissolvido em água quente cada 10 minutos.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Aftas (fungos, muguet, inflamação da mucosa bucal)</h4>
<p style="text-align: justify;">Ferrum phosphoricum D6: 1 comprimido 5 vezes por dia.<br />
Kalium chloratum D6: em mucosas com saburra de cor branca ou branco brilhante. 1 comprimido em cada hora.<br />
Kalium phosphoricum D6: em saburras com bordas de cor vermelha nas comissuras dos lábios, sem saburra lingual – 1 comprimido cada hora.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Alergias, prevenção de, respiratórias</h4>
<p style="text-align: justify;">Ferrum phosphoricum D6 – tomar na 1ª e 2ª semana.<br />
Magnesium phosphoricum D6 – tomar na 3ª e 4ª semana.<br />
Kalium sulfuricum D6 – tomar na 5ª e 6ª semana.<br />
2 comprimidos em jejum e antes de deitar.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Alopecia</h4>
<p style="text-align: justify;">Natrum clorathum D6 + Silicea D6 + Kalium phosphoricum: 1 comprimido 4 vezes ao dia, a longo prazo.<br />
Ferrum phosphoricum D6: 1 comprimido 3 vezes ao dia.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Ambliopia</h4>
<p style="text-align: justify;">Natrum chloratum D6: Na debilidade nervosa geral – 1 comprimido 3 vezes ao dia.<br />
Silicea D6: em ambliopias que aparecem ao mínimo esforço 1 a 2 comprimidos 3 vezes ao dia a longo prazo.<br />
Natrum chloratum D6: em lágrimas e dor ocular que aparece ao ler – 1 comprimido 6 vezes ao dia.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Amigdalite</h4>
<p style="text-align: justify;">Natrum phosphoricum D6 + Ferrum phosphoricum D6: Em casos agudos e crônicos – 1 comprimido cada 3 em 3 horas.<br />
Magnesium phosphoricum D6: Nas amigdalites crônicas – 1 comprimido diluído em água quente 4 vezes ao dia a longo prazo.<br />
Silicea D6: em amigdalites purulentas – 1 comprimido cada 2 horas.<br />
Calcium sulfuricum D6: 1 comprimido 3 vezes ao dia a longo prazo.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Anemia</h4>
<p style="text-align: justify;">Ferrum phosphoricum D6 + Calcium phosphoricum D6: 2 comprimidos 3 vezes ao dia.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Anorexia</h4>
<p style="text-align: justify;">Kalium phosphoricum D6: Em transtornos psíquicos nervosos – 1 comprimido cada 3 horas.<br />
Calcium phosphoricum D6 + Natrum chloratum D6: em casos de debilidade geral, anemia, produção deficiente de sucos gástricos, náusea, vômitos – 1 comprimido 3 vezes ao dia, respectivamente.<br />
Natrum phosphoricum D6: em hiperacidez, pirose, gastralgias depois de comer (pós-prandial).<br />
Kalium chloratum D6: em casos de afecção hepática, língua branca-escura, bulimia – 1 comprimido 3 vezes ao dia.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Arteriosclerose (calcificação das artérias)</h4>
<p style="text-align: justify;">Calcium fluoratum D6: o agente mais importante, se procede, tratamento a longo prazo – 1 comprimido 3 vezes ao dia.<br />
Silicea D12: Impede a progressão da arteriosclerose – 1 comprimido 3 vezes ao dia a longo prazo.<br />
Magnesium phosphoricum D6: no aparecimento de moléstias cardíacas espasmódicas – 1 comprimido 5 vezes por dia.<br />
Kalium phosphoricum D6: em estados de ansiedade, opressão cardíaca, fases depressivas – 1 comprimido por dia.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Asma (asma brônquica)</h4>
<p style="text-align: justify;">Kalium phosphoricum D6: no ataque, em pacientes com nervosismo como sinal dominante – 1 comprimido cada 5 minutos. Em continuação seguir 1 comprimido cada 2 horas.<br />
Magnesium phosphoricum D6: no ataque, frequentemente na relação com dor abdominal espasmódica – 1 comprimido cada 5 minutos.<br />
Kalium phosphoricum D6: no estado entre ataques – 1 comprimido cada 2 horas.<br />
Kalium chloratum D6: em casos com escarros brancos muito viscosos e sensação de opressão cardio-pulmonar, no ataque – 1 comprimido cada 15 minutos para depois passar a Kaium phosphoricum D6 + Magnesium phosphoricum D6 + Natrum suphuricum D6 em tempos úmidos – 1 comprimido cada hora.<br />
Calcium fluoratum D6: em casos de dispneia intensa e enfisema, expectoração difícil de pequenas agregações de muco amarelado. Também em combinação com Silicea D6 para o fortalecimento do tecido pulmonar atômico – 1 comprimido cada 3 horas.<br />
Kalium sulfuricum D6: em ataques vespertinos e noturnos assim como depois de comer – 1 comprimido cada 2 horas.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Atonia intestinal (ver obstipação)</h4>
<h4 style="text-align: justify;">Blefarite</h4>
<p style="text-align: justify;">Ferrum phosphoricum D6: em inflamações e eritemas extensos – 1 comprimido 5 vezes ao dia.<br />
Natrum phosphoricum D6: nas pálpebras coladas – 1 comprimido 5 vezes ao dia. Em caso necessário em alternância com o preparado precedente.<br />
Silicea D12 &#8211; Em crostas purulentas nas pálpebras – 1 comprimido três vezes ao dia.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Bócio</h4>
<p style="text-align: justify;">Magnesium phosphoricum D6: 1 comprimido dissolvido em água quente 5 vezes ao dia.<br />
Calcium fluoratum D6: em bócios nodulares duros – 1 comprimido 3 vezes ao dia a longo prazo.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Bronquite</h4>
<p style="text-align: justify;">Ferrum phosphoricum D6: anti-inflamatório principal – 1 comprimido cada meia hora.<br />
Kalium chloratum D6: depois do agente precedente se aparece suor – 1 comprimido de hora a hora.<br />
Magnesium phosphoricum D6: em tosse espasmódica intensa – 1 comprimido dissolvido em água quente cada 5 minutos.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Cãibras dos escrivães (veja-se em espasmos)<br />
Cãibras das panturrilhas (veja-se em espasmos)<br />
Cálculos biliares (veja-se também em colecistite)</h4>
<p style="text-align: justify;">Natrum sulphuricum D6: no estado entre ataques.<br />
Natrum phosphoricum D6: durante 3 a 4 dias com intervalos de três semanas &#8211; 1 comprimido 3 vezes ao dia.<br />
Magnesium phosphoricum D6: em cólicas biliares e espasmos – 1 comprimido dissolvido em água quente cada 5 a 10 minutos.<br />
Ferrum phosphoricum D6: depois do desaparecimento da dor, para prevenir o desenvolvimento de uma colecistite – 1 comprimido cada meia hora.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Calos</h4>
<p style="text-align: justify;">Calcium fluoratum D6 + Silicea D6: 1 comprimido cada 2 horas.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Cancro</h4>
<p style="text-align: justify;">Magnesium phosphoricum D6: 2 comprimidos em jejum.<br />
Calcium phosphoricum D6: 2 comprimidos antes de deitar. Ou tomar 2 sais antes de cada refeição, os dois em dias alternados.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Cataratas</h4>
<p style="text-align: justify;">Kalium phosphoricum D6: como complemento ao resto das medidas terapêuticas, em função sempre das características individuais de cada caso.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Catarro faríngeo (veja-se em “faringite”)<br />
Catarro gástrico (veja-se em “gastrite”)<br />
Catarro vesical (cistite)</h4>
<p style="text-align: justify;">Ferrum phosphoricum D6: no primeiro estado inflamatório, com dor, febre e micção imperiosa – 1 comprimido cada meia hora.<br />
Kalium chloratum D6 + Silicea D12: no segundo estado inflamatório, geralmente crônico; a urina é escura, turva e contém muco espesso de cor clara – 1 comprimido cada 2 horas.<br />
Magnesium phosphoricum D6: na retenção de urina e espasmos da musculatura vesical – 1 comprimido diluído em água quente cada meia hora.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Cefaleias</h4>
<p style="text-align: justify;">As cefaleias ou cefalalgias podem ser um sintoma das mais diversas enfermidades – tratar as enfermidades básicas ou adjacentes! -, Mas também podem aparecer de forma isolada. O termo migrana utiliza-se para definir uma cefaleia hemicraneal muito intensa que se apresenta em forma de crise, frequentemente acompanhada de vômitos, e que se acentua com os efeitos da luz e do ruído.<br />
Ferrum phosphoricum D6: em dores opressivas com congestão da cabeça, vertigo, frequentemente acompanhadas de vômitos e transtornos visuais – 1 comprimido cada meia hora.<br />
Kalium phosphoricum D6: em cefaleias de etiologia nervosa com irritabilidade, insônia ou que aparecem como consequência de uma situação de stress e aborrecimento &#8211; 1 comprimido cada meia hora.<br />
Natrum chloratum D6: depois de enfermidades consecutivas e transtornos do sono, cefaleias depois das manhãs até à noite, também em miúdas adolescentes &#8211; 1 comprimido cada meia hora.<br />
Magnesium phosphoricum D6: em cefaleias críticas, espasmódicas, terebrantes (dor que produz a sensação de uma broca a penetrar nos tecidos), sobretudo na região occipital, com um clarão diante dos olhos – “siete caliente” ou 1 comprimido cada meia hora.<br />
Silicea D12: especialmente indicado depois de um grande esforço intelectual ou na “cefaleia do estudante”, também em pessoas hipersensíveis e debilitadas &#8211; 1 comprimido cada meia hora.<br />
Natrum sulphuricum D6: sobretudo em cefaleias acompanhadas de transtornos digestivos e cefaleias que pioram com o movimento e a exposição à luz &#8211; 1 comprimido cada meia hora.<br />
Natrum phosphoricum D6: depois de um consumo excessivo de álcool com náuseas e eructos ácidos &#8211; 1 comprimido cada meia hora.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Ciática</h4>
<p style="text-align: justify;">Kalium phosphoricum D6: em casos agudos &#8211; 1 comprimido cada meia hora depois de acabar com a dor.<br />
Magnesium phosphoricum D6: em dores de tipo espasmódico que melhoram com o calor ou aquecimento, a cada meia hora.<br />
Calcium phosphoricum D6: em dores noturnas, parestésicas, sobretudo na região coxal &#8211; 1 comprimido 3 vezes ao dia.<br />
Siicea D12: em casos crônicos – 1 comprimido 3 vezes ao dia.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Colecistite</h4>
<p style="text-align: justify;">Natrum sulphuricum D6 + Ferrum phosphoricum D6: 1 comprimido cada meia hora.<br />
Kalium phosphoricum D6: em quadros com febre crescente – 1 comprimido cada hora.<br />
Kalium chloratum D6: depois da fase aguda – 1 comprimido cada hora.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Cólicas</h4>
<p style="text-align: justify;">Magnesium phosphoricum D6: para o tratamento sintomático em geral – &#8220;siete caliente&#8221; ou 1 comprimido dissolvido em água morna cada meia hora.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Cravos (espinha na pele) (veja em acne)</h4>
<h4 style="text-align: justify;">Conjuntivite</h4>
<p style="text-align: justify;">Ferrum phosphoricum D6: anti-infamatório principal na secreção purulenta de muco branco – 1 comprimido cada ¼ de hora.<br />
Kalium chloratum D6: em caso de lacrimação muito intenso e secreções de muco fluido, claro – 1 comprimido cada ¼ de hora.<br />
Natrum kloratum D6: 1 comprimido cada ¼ de hora.<br />
Natrum sulphuricum D6: em crianças escrofulosas com pus amarelo-esverdeado e vesículas na conjuntiva – 1 comprimido 3 vezes ao dia.<br />
Silicea D12: na supuração amarela viscosa persistente.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Comoção cerebral</h4>
<p style="text-align: justify;">Ferrum phosphoricum D6 + kalium phosphoricum D6: como tratamento de apoio de manutenção dos quadros febris, sobretudo em caso de perda de sensibilidade.<br />
Natrum sulphuricum D6: em perdas permanentes da capacidade cerebral – 1 comprimido cada hora.<br />
Magnesium phosphoricum D6: em transtornos visuais permanentes – 1 comprimido cada hora.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Contusões ((veja-se “traumatismos”)</h4>
<h4 style="text-align: justify;">Constipação comum – resfriado</h4>
<p style="text-align: justify;">Ferrum phosphoricum D6: antes dos primeiros sintomas de constipação – 1 comprimido cada ¼ hora.<br />
Natrum chloratum D6: em constipações com secreção nasal serosa irritativa – 1 comprimido cada ½ hora.<br />
Magnesium phosphoricum D6: em constipações com crises de espirros frequentes – “Siete caliente” ou 1 comprimido dissolvido em água morna cada ¼ de hora.<br />
Kalium sulphuricum D6: em casos de obstrução nasal – 1 comprimido cada hora.<br />
Silicea D6: em constipações crônicas, também em corizas secas com nariz irritado – 1 comprimido 6 vezes ao dia.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Crianças, insônia, medo e ansiedade</h4>
<p style="text-align: justify;">Kalium phosphoricum D6 – 2 comprimidos em jejum.<br />
Calcium phosphoricum D6 – 2 comprimidos antes do almoço.<br />
Magnesium phosphoricum D6 – 2 comprimidos antes de deitar.<br />
Duração de tratamento: 4 a 6 semanas.<br />
Crianças, deficit de atenção<br />
Kalium phosphoricum D6 – 2 comprimidos em jejum.<br />
Calcium phosphoricum D6 – 2 comprimidos antes do almoço.<br />
Magnesium phosphoricum D6 – 2 comprimidos antes de deitar.<br />
Duração de tratamento: 4 a 6 semanas.<br />
Crosta láctea<br />
Natrum phosphoricum D6 – 1 comprimido 5 vezes ao dia.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Dentição infantil</h4>
<p style="text-align: justify;">Calcium phosphoricum D6 + Calcium fluoratum D6: para ativar a erupção dental &#8211; 1 comprimido 3 vezes ao dia.<br />
Ferrum phosphoricum D6: em moléstias febris da dentição – 1 comprimido 6 vezes ao dia.<br />
Magnesium phosphoricum D6: em inflamações dolorosas – 1 comprimido dissolvido em água quente cada hora.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Desmame medicamentoso</h4>
<p style="text-align: justify;">Natrum sulphuricum D6: 1 comprimido 6 vezes ao dia.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Diarreia</h4>
<p style="text-align: justify;">Ferrum phosphoricum D6 + Kalium chloratum D6: em fezes claras, muco-sanguinolentas e também pastosas – 1 comprimido cada ¼ de hora.<br />
Kalium phosphoricum D6: fisgadas sem disposição com dor tipo cólica, sensação de ardor intestinal, diarreia de odor fétido.<br />
Magnesium phosphoricum D6: em deposições líquidas com dor abdominal tipo cólica que melhora aplicando calor e adaptando uma postura de dobrado – 1 comprimido cada ¼ de hora.<br />
Natrum chloratum D6: em diarreia muco-serosa que não cessa e que provoca irritação na região anal, alternando eventualmente com obstipação.<br />
Natrum phosphoricum D6: em fezes de odor acre, sobretudo em crianças pequenas com saburra na língua amarelada – 1 comprimido cada ½ de hora.<br />
Natrum sulphuricum D6. em diarreia crônica que obriga a levantar-se de madrugada e que piora com tempo úmido &#8211; – 1 comprimido cada ½ de hora.<br />
Silicea D12: em formas purulentas – 1 comprimido 3 vezes ao dia.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Doenças cutâneas crônicas</h4>
<p style="text-align: justify;">Kalium sulfuricum D6 – 2 comprimidos em jejum.<br />
Calcium phosphoricum D6 – 2 comprimidos antes do almoço.<br />
Natrium phosphoricum D6 – 2 comprimidos antes de deitar.<br />
Em caso de prurido (urticária) juntar magnesium phosphoricum D6.<br />
Duração de tratamento: de 3 a 6 semanas.<br />
Eczemas (erupções cutâneas)<br />
Calcium phosphoricum D6 + Natrum chloratum D6: em erupções cutâneas secas – 1 comprimido cada 2 horas.<br />
Kalium chloratum D6. em erupções cutâneas exsudativas – 1 comprimido 3 vezes ao dia.<br />
Calcium fluoratum D6: em gretas, fissuras, formação de crostas, pele seca. 1 comprimido 3 vezes ao dia.<br />
Natrum chloratum D6 pomada: em eczemas seborreicos em zonas sebosas (face, peito, costas, região genital).</p>
<h4 style="text-align: justify;">Esfriamentos (recomenda-se efectuar um estudo diagnóstico em profundidade)</h4>
<h4 style="text-align: justify;">Enjoos dos viajantes (veja-se em “enjoos”)</h4>
<h4 style="text-align: justify;">Enjoos</h4>
<p style="text-align: justify;">Natrum chloratum D6: como medida de prevenção – 1 comprimido cada 2 horas. Durante a viagem – 1 comprimido cada ½ hora durante a viagem. Em casos agudos – 1 comprimido cada 5 minutos.<br />
Natrum phosphoricum D6: dada a variedade das reações individuais dos afetados, este pode ser também um preparado de seleção. Como medida de prevenção – 1 comprimido cada 2 horas. Durante a viagem – 1 comprimido durante a viagem. Em casos agudos – 1 comprimido cada 5 minutos.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Enurese</h4>
<p style="text-align: justify;">Natrum sulphuricum D6 + Kalium phosphoricum D6: em casos de debilidade nervosa ou paralisia da musculatura vesical – 1 comprimido 5 vezes ao dia.<br />
Calcium phosphoricum: em idosos (prostáticos) – 1 comprimido 3 vezes ao dia.<br />
Calcium fluoratum D6: em ambos os casos – 1 comprimido 3 vezes ao dia.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Epilepsia</h4>
<p style="text-align: justify;">Kalium chloratum D6: como tratamento de apoio da epilepsia – 1 comprimido 5 vezes ao dia.<br />
Magnesium phosphoricum D6: em quadros com tendência convulsiva muito acentuada.<br />
Ferrum phosphoricum D6: em casos de ataques iminentes – 1 comprimido cada 5 minutos.<br />
Calcium phosphoricum D6: como medida de apoio em casos de grande prostração – 1 comprimido 5 vezes ao dia.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Epistaxis</h4>
<p style="text-align: justify;">Kalium phosphoricum D6: em crianças, idosos e pessoas debilitadas.<br />
Kalium chloratum D6: em hemorragias de sangue espesso, viscoso e cor escura.<br />
Natrum chloratum D6: em caso de falta de coagulação (hipocoagulação).</p>
<h4 style="text-align: justify;">Eructos</h4>
<p style="text-align: justify;">Natrum phosphoricum D6: em eructos ácidos, sobretudo depois da ingestão de alimentos ricos em gorduras – 1 comprimido 4 vezes ao dia.<br />
Natrum sulphuricum D6: em eructos amargos.<br />
Magnesium phosphoricum D6: em eructos que não proporcionam alívio acompanhados de dor abdominal – 1 comprimido 4 vezes ao dia.<br />
Calcium phosphoricum D6: em eructos ácidos e sensação de ardor no esófago.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Erupção vesicular</h4>
<p style="text-align: justify;">Natrum chloratum D6: 1 comprimido 5 vezes ao dia.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Erupções cutâneas (veja-se “eczemas”)</h4>
<h4 style="text-align: justify;">Entorses, distorções (veja “traumatismos”)</h4>
<h4 style="text-align: justify;">Espasmos</h4>
<p style="text-align: justify;">Magnesium phosphoricum D6: em todas as manifestações espasmódicas – sob a língua ou 1 comprimido dissolvido em água quente cada 5 minutos.<br />
Silicea D12: em espasmos noturnos, depois de um susto ou em estados de grande excitação, sobretudo em cãibras das panturrilhas e plantas dos pés – 1 comprimido 5 vezes ao dia.<br />
Calcium phosphoricum D6: principalmente na dentição, mas também em pessoas anêmicas debilitadas com sensação de frio e entumecimiento; também alternando com Magnesium phosphoricum D6 – 1 comprimido 5 vezes ao dia.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Espasmos (tiques)</h4>
<p style="text-align: justify;">Natrum phosphoricum D6: 1 comprimido cada hora.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Estados de esgotamento</h4>
<p style="text-align: justify;">Kalium phosphoricum D6: 1 comprimido cada hora.<br />
Magnesium phosphoricum D6: em casos de inquietude interna, cansaço, depressões – 1 comprimido 6 vezes ao dia.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Estados de ansiedade</h4>
<p style="text-align: justify;">Kalium phosphoricum D6: 1 comprimido 6 vezes ao dia.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Estados depressivos</h4>
<p style="text-align: justify;">Kalium phosphoricum D6: em perda de memória, irresolução, abatimento, angústia, choro. Esgotamento psíquico geral – 1 comprimido cada hora.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Estomatite ulcerosa (veja-se em “aftas”)</h4>
<h4 style="text-align: justify;">Escoriações em crianças pequenas</h4>
<p style="text-align: justify;">Natrum chloratum D6 + Natrum phosphoricum D6: 1 comprimido cada 2 horas.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Faringite</h4>
<p style="text-align: justify;">Ferrum phosphoricum D6: antes dos primeiros sintomas – 1 comprimido cada 5 minutos.<br />
Calcium phosporicum D6: 1 comprimido cada hora.<br />
Kalium phosphoricum D6: em caso de afetação intensa das amígdalas &#8211; 1 comprimido cada 5 minutos.<br />
Kalium phosphoricum D6 + Calcium phosphoricum D6: 1 comprimido cada hora.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Febre (recomenda-se efectuar um estudo diagnóstico em profundidade)</h4>
<p style="text-align: justify;">Ferrum phosphoricum D6: em febre incipiente – 1 comprimido cada ¼ de hora adicionalmente.<br />
Kalium phosphoricum D6: 1 Comprimido 6 vezes ao dia.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Febre dos fenos</h4>
<p style="text-align: justify;">Natrum chloratum D6 + Ferrum phosphoricum D6: 1 comprimido cada ¼ de hora.<br />
Para a prevenção (profilaxia) ambos preparados simultaneamente – 1 comprimido 3 vezes ao dia.<br />
Magnesium phosphoricum D6: como tratamento intermédio em crises de espirros e estados asmáticos – 1 comprimido dissolvido em água quente cada ¼ de hora).</p>
<h4 style="text-align: justify;">Feridas (veja-se em “queimaduras” e “traumatismos”)</h4>
<h4 style="text-align: justify;">Fissuras anais (gretas, rasgos)</h4>
<p style="text-align: justify;">Calcium fluoratum D6 + Silicea D6: 1 comprimido 3 vezes ao dia.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Frieiras</h4>
<p style="text-align: justify;">Kalium phosphoricum D6 + Natrum muriaticum D6: 1 comprimido cada ½ hora.<br />
Silicea D6: para a prevenção de uma supuração – 1 comprimido cada 2 horas.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Flatulência</h4>
<p style="text-align: justify;">Natrum sulphuricum D6 + Calcium fluoratum D6: 1 comprimido 5 vezes ao dia.<br />
Magnesium phosphoricum D6: em cólicas com flatulência – “siete caliente” 1 porção cada 5 minutos.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Fungos, Muguet (veja-se em “aftas”)</h4>
<h4 style="text-align: justify;">Furúnculos</h4>
<p style="text-align: justify;">Ferrum phosphoricum D6: 1 comprimido cada ¼ de hora.<br />
Silicea D6: acelera a supuração, o estalido do furúnculo e a regeneração tecidular – 1 comprimido cada ¼ de hora.<br />
Calcium phosphoricum D6: em processos de cura lentos, também depois da abertura do foco de pus – 1 comprimido cada 3 vezes ao dia.<br />
Calcium fluoratum D6: quando o foco de inflamação não se abrange, em feridas com bordos duros – 1 comprimido 3 vezes ao dia.<br />
Kalium phosphoricum D6: em pus fétido e em múltiplos furúnculos (antrax) – 1 comprimido cada ¼ de hora.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Gastrite</h4>
<p style="text-align: justify;">Ferrum phosphporicum D6: no estado agudo com dor depois das refeições, sobretudo quando se acompanha de febre – 1 comprimido cada ¼ de hora.<br />
Magnesium phosphoricum D6: em dores espasmódicas que obrigam a adaptar uma postura de dobrar-se, em gastrites associadas a náuseas e a vômitos, também em diarreias – 1 comprimido dissolvido em água quente cada 5 minutos.<br />
Natrum phosphoricum D6: em casos de hiperacidez, eructos ácidos, vômitos e pirose, aversão às gorduras – 1 comprimido cada hora.<br />
Kalium suphuricum D6: em gastrites crônicas com dor e sensação de peso na região hepática – 1 comprimido 5 vezes ao dia.<br />
Calcium phosphoricum D6: como agente imediato, sobretudo nos quadros associados à dor depois de ingerir alimentos ou bebidas frias, inclusive em quantidades mínimas e em acumulação de gases no estômago – 1 comprimido 4 vezes ao dia.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Gota</h4>
<p style="text-align: justify;">Ferrum phosphoricum D6 + Kalium chloratum D6: durante o ataque de gota com febre – 1 comprimido cada ¼ de hora.<br />
Natrum phosphoricum D6: em ataques de gota sem febre – 1 comprimido cada ¼ de hora.<br />
Silicea D6: 1 comprimido 3 vezes ao dia.<br />
Calcium phosphoricum D6: em casos crônicos, também em patologia bioclimática – 1 comprimido 3 vezes ao dia.<br />
Silicea D6 + Calcium fluoratum D6: em tofos gotosos – 1 comprimido 3 vezes ao dia.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Gripe (veja-se em “infecções gripais”)</h4>
<h4 style="text-align: justify;">Hematomas</h4>
<p style="text-align: justify;">Ferrum phosphoricum D6: no estado inicial – 1 comprimido cada ½ hora e, se for necessário, ao fim de uns dias.<br />
Kalium chloratum D6: 1 comprimido cada 2 horas.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Hemorróidas</h4>
<p style="text-align: justify;">Calcium fluoratum D6 + Silicea D6: 1 comprimido 3 vezes ao dia.<br />
Ferrum phosphoricum D6: em nódulos hemorroidais inflamados – 1 comprimido cada ½ hora.<br />
Magnesium phosphoricum D6: em hemorroidas dolorosas não inflamadas, em espasmos do esfíncter anal – 1 comprimido dissolvido em água quente cada ¼ de hora.<br />
Kalium phosphoricum D6: em hemorroidas com prurido e ardor intensos – 1 comprimido 5 vezes ao dia.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Hipertensão (veja-se em “pressão arterial”)</h4>
<h4 style="text-align: justify;">Hipotensão</h4>
<p style="text-align: justify;">Magnesium phosphoricum D6: em forma de “siete caliente”</p>
<h4 style="text-align: justify;">Hipotensão (veja-se em “pressão arterial”)</h4>
<p style="text-align: justify;">Ictus apoplético (recomenda-se efetuar um estudo diagnóstico em profundidade)<br />
Ferrum phosphoricum D6; sempre que o paciente conserve a consciência – 1 comprimido cada ¼ de hora.<br />
Silicea D12: depois do episódio, também em combinação com Ferrum phosphoricum D6, recomendando-se manter o tratamento a longo prazo – 1 comprimido 3 vezes ao dia.<br />
Kalium phosphoricum D6: contra as paresias permanentes – 1 comprimido 5 vezes ao dia.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Incontinência espontânea, ao tossir, espirrar, por pressão, etc</h4>
<p style="text-align: justify;">Natrum chloratum D6: 1 comprimido cada hora.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Infecção gripal</h4>
<p style="text-align: justify;">Em geral, a infecção gripal caracteriza-se por um estado febril de curta duração que apresenta grande similitude com uma gripe propriamente dita – enfermidade infecciosa febril aguda (influenza) -. Os preparados recomendados no tratamento da infecção gripal devem ser considerados unicamente como medidas terapêuticas de apoio no tratamento da gripe genuína.<br />
Ferrum phosphoricum D6: o primeiro estado – 1 comprimido cada 10 minutos.<br />
Kalium phosphoricum D6: para o tratamento de manutenção – 1 comprimido cada ½ hora.<br />
Kalium chloratum D6: depois de ter superado o ponto culminante do processo infeccioso – 1 comprimido cada 2 horas.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Inflamação da mucosa bucal (recomenda-se efetuar um estudo diagnóstico em profundidade)</h4>
<p style="text-align: justify;">Ferrum phosphoricum D6: 1 comprimido cada ¼ de hora; adicionalmente gargarejos bucais cada ½ hora com uma solução de 3 comprimidos do preparado dissolvido em água tépida.<br />
Kalium phosphoricum D6: em casos de halitose bucal – 2 comprimidos cada ¼ de hora e gargarejos bucais cada ½ hora com uma solução de 3 comprimidos do preparado dissolvidos em água tépida.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Insônia</h4>
<p style="text-align: justify;">Kalium phosphoricum D6: na insônia de causa nervosa – 1 comprimido 6 vezes ao dia a longo prazo.<br />
Magnesium phosphoricum D6: em pacientes de grande excitabilidade, palpitações – “siete caliente” ou 1 comprimido dissolvido em água morna cada ¼ de hora.<br />
Silicea D6: quando uma corrente de pensamentos intensos impede de conciliar o sono – 1 comprimido 3 vezes ao dia.<br />
Ferrum phosphoricum D6: na congestão cranial, cefaleias, também no climatério – 1 comprimido cada hora.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Irritação do apêndice (recomenda-se efetuar um estudo diagnóstico profundidade)</h4>
<p style="text-align: justify;">Ferrum phosphoricum D6 + Kalium chloratum D6: agente terapêutico principal em casos de sensação de tensão interna, obstipação – 1 comprimido cada hora.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Laringite (veja-se em “rouquidão”)</h4>
<p style="text-align: justify;">Lesões do disco intervertebral<br />
Calcium fluoratum D6 + Silicea D6: em ambos os casos 1 comprimido 3 vezes ao dia a longo prazo.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Lumbago</h4>
<p style="text-align: justify;">Ferrum phosphoricum D6: como preparado de seleção perante os primeiros sintomas – 1 comprimido cada ¼ de hora.<br />
Magnesium phosphoricum D6: em lumbagos com dor intensa – “siete caliente” ou 1 comprimido dissolvido em água quente cada 5 minutos.<br />
Calcium phosphoricum D6: lumbagos em idosos – 1 comprimido cada ½ hora</p>
<h4 style="text-align: justify;">Lombalgias na mulher</h4>
<p style="text-align: justify;">Magnesium phosphoricum junto ao tratamento específico + Kalium phosphopricum D6 – 1 comprimido dissolvido em água quente cada ½ hora.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Manifestações parestésicas (recomenda-se efetuar um estudo diagnóstico em profundidade):</h4>
<p style="text-align: justify;">Kalium phosphoricum D6: a modo de prova – 1 comprimido 5 vezes ao dia.<br />
Magnesium phosphoricum D6: 1 comprimido dissolvido em água quente 5 vezes ao dia.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Mastites em mães lactantes</h4>
<p style="text-align: justify;">Ferrum phosphoricum D6 (nos primeiros sintomas de inflamação e tumefacção para a prevenção da supuração) + Natrum phosphoricum D6 1 comprimido cada ¼ de hora.<br />
Silicea D6: antes dos primeiros sinais de supuração – 1 comprimido 5 vezes ao dia.<br />
Kalium phosphoricum D6: em febre – 1 comprimido cada hora.<br />
Calcium fluoratum D6: para abrandar as bordas duras do foco de pus – 1 comprimido 5 vezes ao dia.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Migrana (veja-se em “cefaleia”)</h4>
<h4 style="text-align: justify;">Miogelose (veja-se em “miosclerose)</h4>
<h4 style="text-align: justify;">Miosclerose</h4>
<p style="text-align: justify;">Calcium fluoratum D6: 1 comprimido 3 vezes ao dia.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Moléstias das regras (veja-se em “transtornos menstruais”)</h4>
<p style="text-align: justify;">Nervosismo, esgotamento nervoso (se for persistente, recomenda-se efetuar um estudo diagnóstico sintomático)<br />
Kalium phosphoricum D6 para o tratamento sintomático + Calcium phosphoricum D6 1 comprimido 5 vezes ao dia.<br />
Magnesium phosphoricum D6: em neuralgias de natureza espasmódica – “siete caliente” ou 1 comprimido dissolvido em água morna cada ¼ hora.<br />
Silicea D6: em estados de grande debilidade geral, hipersensibilidade e estados de angústia- 1 comprimido 3 vezes ao dia.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Nevralgia facial</h4>
<p style="text-align: justify;">Magnesium phosphoricum D6<br />
Em forma de “siete caliente” cada 2 horas ou 1 comprimido dissolvido em água morna cada ¼ hora.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Obesidade</h4>
<p style="text-align: justify;">Antes do pequeno-almoço: Kalium phosphoricum D6, 3 comprimido.<br />
Antes do almoço: Natrum phosphoricum D6, 3 comprimidos.<br />
Antes do jantar: Natrum sulphuricum D6, 3 comprimidos.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Obstipação</h4>
<p style="text-align: justify;">Alumina D7 – 5 gotas depois das refeições.<br />
Calcium fluoratum D6: em casos de lassidão intestinal e em hemorroidas – 1 comprimido cada hora.<br />
Ferrum phosphoricum D6: em casos de função intestinal reduzida com sensação de calor no recto, em lombalgias e em congestão na cabeça – 1 comprimido cada hora.<br />
Calcium phosphoricum D6: na debilidade generalizada de idosos – 1 comprimido cada hora.<br />
Kalium sulphuricum D6: em sensação de plenitude intensa – 1 comprimido cada hora.<br />
Silicea D12: em puxões sem fezes – 1 comprimido cada hora.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Odontalgias</h4>
<p style="text-align: justify;">Ferrum phosphoricum D6: quando não existem indicações odontológicas, p.e., odontalgias depois de uma constipação – 1 comprimido cada ¼ hora.<br />
Olhos de galo<br />
Calcium fluoratum D6 + Silicea D6: 1 comprimido cada 2 horas.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Panarício (inflamação flegmonosa situada perto das unhas)</h4>
<p style="text-align: justify;">Ferrum phosphoricum D6: no estado inicial da inflamação – 1 comprimido cada ¼ de hora.<br />
Silicea D12: em caso de formação de pus – 1 comprimido 5 vezes ao dia.<br />
Calcium fluoratum D6: com fins curativos – 1 comprimido 3 vezes ao dia.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Perda de memória</h4>
<p style="text-align: justify;">Kalium phosphoricum D6: 1 comprimido cada hora.<br />
Calcium fluoratum D6: em falhas de memória de etiologia arteriosclerótica – 1 comprimido 3 vezes ao dia. Cabe a possibilidade de combinar ou alternar ambos preparados.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Pirose</h4>
<p style="text-align: justify;">Natrum phosphoricum D6: 2 comprimidos em caso necessário.<br />
Magnesium phosphoricum D6: em sintomas de tipo espasmódico – 1 comprimido dissolvido em água quente cada hora.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Pressão arterial</h4>
<p style="text-align: justify;">Calcium fluoratum D6: no aumento da pressão arterial (hipertensão) de base arteriosclerótica: 1 comprimido 6 vezes ao dia.<br />
Ferrum phosphoricum D6: na diminuição da pressão arterial – 2 comprimidos 6 vezes ao dia.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Prurido</h4>
<p style="text-align: justify;">Magnesium phosphoricum D6: sempre que este sintoma não se deva a outra enfermidade definida (icterícia, diabetes mellitus, etc.) – 1 comprimida cada hora.<br />
Calcium phosphoricum D6: em casos de prurido senil – 1 comprimido 3 vezes ao dia.<br />
Calcium fluoratum D6: em pele seca, áspera – 1 comprimido 3 vezes ao dia.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Prurido anal</h4>
<p style="text-align: justify;">Calcium fluoratum D6 + Ferrum phosphoricum D6: 1 comprimido cada 2 horas, respectivamente.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Queimaduras (recomenda-se efectuar um estudo diagnóstico em profundidade)</h4>
<p style="text-align: justify;">Ferrum phosphoricum D6: para uso interno em queimaduras em primeiro grau – 1 comprimido cada ¼ de hora.<br />
Natrum chloratum D6: em casos de formação de bolhas, em combinação com Ferrum phosphoricum D6 – 1 comprimido cada ½ hora.<br />
Silicea D12: em feridas por queimaduras supuradas – 1 comprimido cada 2 horas.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Regeneração do sangue</h4>
<p style="text-align: justify;">Calcium phosphoricum D6: 2 antes de cada refeição.<br />
Natrium chloratum D6: 2 antes de cada refeição.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Reumatismo</h4>
<h4 style="text-align: justify;">1. Reumatismo muscular:</h4>
<p style="text-align: justify;">Ferrum phosphoricum D6 + Kalium chloratum D6. Em dores musculares ao movimentar-se – 1 comprimido cada ½ hora.<br />
Magnesium phosphoricum D6: em dores musculares migratórias, terebrantes (diz-se da dor que produz a sensação de uma broca a penetrar nos tecidos) – “Siete caliente” ou 1 comprimido dissolvido em água quente cada ¼ hora.<br />
Calcium phosphoricum D6: em dor muscular associado a sensação de entumecimento, frio, um “formigueiro” que se acentua pela noite e em repouso – 1 comprimido 5 vezes ao dia.</p>
<h4 style="text-align: justify;">2. Reumatismo articular</h4>
<p style="text-align: justify;">Ferrum phosphoricum D6: nas fases iniciais, sobretudo nos casos febris – 1 comprimido cada ¼ de hora.<br />
Kalium sulphuricum D6: em dores migratórias que pioram pela noite – 1 comprimido cada ½ hora.<br />
Magnesium phosphoricum D6: como tratamento intermédio quando a dor é particularmente intenso – “Siete caliente” ou 1 comprimido dissolvido em água morna cada 10 minutos.<br />
Calcium phosphoricum D6: em reumatismo articular crônico e como tratamento de manutenção – 1 comprimido 5 vezes ao dia a longo prazo.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Rouquidão</h4>
<p style="text-align: justify;">Kalium chloratum D6 em rouquidões associadas a laringites + Kalium sulphuricum D6 1 comprimido cada ½ hora.<br />
Ferrum phosphoricum D6: em esforços das cordas vocais (conferencistas, cantores, etc.) e em dores de garganta – 1 comprimido cada hora.<br />
Kalium phosphoricum D6: em esgotamento nervoso e paralisia das cordas vocais – 1 comprimido cada hora.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Sensação de (bolo faríngeo)</h4>
<p style="text-align: justify;">Magnesium phosphoricum D6: 1 comprimido dissolvido em água quente cada ¼ de hora.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Sensação de nós na garganta (veja-se em “sensação de bolo faríngeo”)</h4>
<h4 style="text-align: justify;">Septicemia (imprescindível efetuar um estudo diagnóstico em profundidade)</h4>
<p style="text-align: justify;">Kalium phosphoricum D6: Como apoio ao resto de medidas que seja preciso adaptar 1 comprimido cada ¼ de hora.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Sufocos da menopausa</h4>
<p style="text-align: justify;">Ferrum phosphoricum D6: 1 comprimido 5 vezes ao dia a longo prazo.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Surdez</h4>
<p style="text-align: justify;">Silicea D6 + Calcium fluoratum D6: 1 comprimido 6 vezes ao dia.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Supurações</h4>
<p style="text-align: justify;">Silicea D6: em supurações de todo o tipo como apoio a outras medidas em casos agudos – 1 comprimido cada 5 minutos. Em casos crônicos – 1 comprimido 6 vezes ao dia.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Tosse</h4>
<p style="text-align: justify;">Ferrum phosphoricum D6: no estado inicial – 1 comprimido cada ¼ de hora.<br />
Magnesium phosphoricum D6: na crise de tosse espasmódica noturna sem expectoração – 1 comprimido dissolvido em água quente cada 10 minutos.<br />
Kalium chloratum D6: em escarros filamentosos de difícil expectoração com sensação de opressão na região cardio-pulmonar – 1 comprimido cada ½ hora.<br />
Natrum sulphuricum D6: em tosse com escarros verdosos e viscosos – 1 comprimido cada ½ hora.</p>
<h4>Tosse convulsa (recomenda-se efetuar um estudo diagnóstico em profundidade)</h4>
<p style="text-align: justify;">Ferrum phosphoricum D6: Como medida de apoio do tratamento habitual nestes casos ou perante o aparecimento dos primeiros sintomas, inclusive perante a simples suspeita. 1 comprimido cada ¼ de hora.<br />
Magnesium phosphoricum D6: “Siete caliente” ou 1 comprimido dissolvido em água morna perante cada ¼ de hora.<br />
Os seguintes preparados podem estar indicados de forma adicional em função da consistência da expectoração:<br />
Kalium chloratum D6: em escarros espessos de cor branca. 1 comprimido cada hora.<br />
Calcium phosphoricum D6: em escarros de aspecto similar a clara de ovo, sobretudo em crianças debilitadas – 1 comprimido cada hora.<br />
Kalium sulphuricum D6: em escarros viscosos amarelados – 1 comprimido cada hora.<br />
Kalium phosphoricum D6: em geral, em todos os casos de grande prostração e sintomas nervosos &#8211; 1 comprimido cada hora.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Transtornos climatéricos</h4>
<p style="text-align: justify;">Ferrum phosphoricum D6 + Magnesium phosphoricum D6: 1 comprimido 6 vezes ao dia (Magnesium phosphoricum D6, diluído em água quente).</p>
<h4 style="text-align: justify;">Transtornos menstruais</h4>
<p style="text-align: justify;">Magnesium phosphoricum D6: em dores durante o período menstrual, em lombalgias – “Siete caliente” ou 1 comprimido dissolvido em água morna cada 5 minutos.<br />
Magnesium phosphoricum D6: como medida preventiva, 6 dias antes das regras, 1 comprimido dissolvido em água quente cada hora.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Traumatismos (contusões, entorses, distensões, lesões contusas e incisas, hematomas)</h4>
<p style="text-align: justify;">Ferrum phosphoricum D6: para uso interno: em todos os traumatismos recentes, hematomas, etc &#8211; 1 comprimido cada ¼ de hora.<br />
Kalium chloratum D6: em tumefacções de partes moles 1 comprimido cada hora.<br />
Calcium phosphoricum D6: para estimular a formação de consolidação nas fracturas. 1 comprimido 3 vezes ao dia.<br />
Calcium fluoratum D6: 1 comprimido 3 vezes ao dia.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Treçolho</h4>
<p style="text-align: justify;">Silicea D6 + Calcium fluoratum D6: 1 comprimido cada 2 horas;<br />
Natrum phosphoricum D6: em crianças escrofulosas – 1 comprimido cada 2 horas.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Úlceras das pernas</h4>
<p style="text-align: justify;">Calcium fluoratum D6 + Natrum sulphuricum D6: 1 comprimido cada hora.<br />
Silicea D6: em úlceras supuradas das pernas, 1 comprimido 6 vezes ao dia.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Unhas frágeis e quebradiças</h4>
<p style="text-align: justify;">Silicea D6: 1 comprimido 3 vezes ao dia durante 2-3 meses aproximadamente.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Urticária</h4>
<p style="text-align: justify;">Kalium phosphoricum D6 + Natrum chloratum D6: uma primeira fase de tratamento 1 comprimido cada 10 minutos, posteriormente, 1 comprimido 3 vezes ao dia.<br />
Calcium fluoratum D6 + Silicea D6: 1 comprimido 3 vezes ao dia a longo prazo.<br />
Ferrum phosphoricum D6: em hemorragias varicosas e flebites. 1 comprimido cada 5 minutos.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Verrugas</h4>
<p style="text-align: justify;">Kalium chloratum D6 + Natrum chloratum D6: 1 comprimido 3 vezes ao dia.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Vertigo (recomenda-se efectuar um estudo diagnóstico em profundidade)</h4>
<p style="text-align: justify;">Ferrum phosphoricum D6: em vertigos com congestão cranial, 1 comprimido cada 2 horas.<br />
Calcium phosphoricum D6: em idosos com isquemia cerebral, 1 comprimido cada 2 horas.<br />
Kalium phosphoricum D6 em vertigos de causa nervosa e em estados de debilidade + Magnesium phosphoricum D6 – 1 comprimido dissolvido em água quente 4 vezes ao dia.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Vómitos (Recomenda-se efectuar um estudo diagnóstico em profundidade).</h4>
<p style="text-align: justify;">Ferrum phosphoricum D6: Em vômitos ácidos, também em mulheres gestantes, 1 comprimido cada ¼ de hora.<br />
Natrum sulphuricum D6: em vômitos biliosos – 1 comprimido cada ¼ de hora.<br />
Natrum chloratum D6: em vômitos mucoserosos – 1 comprimido cada ¼ de hora.<br />
Natrum phosphoricum D6: em vômitos de líquido ácido (também em crianças) em enjoos, 1 comprimido cada ¼ de hora.<br />
Magnesium phosphoricum D6: em vômitos espasmódicos, também em enjoos, 1 comprimido cada ¼ de hora.<br />
Calcium phosphoricum D6: em vômitos depois da ingestão de bebidas frias e gelados (crianças!); principalmente agente antiemético na gravidez, 1 comprimido cada ¼ de hora.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Vómitos da gravidez</h4>
<p style="text-align: justify;">Calcium phosphoricum D6: 1 comprimido 6 vezes ao dia.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Sal nº 7 &#8211; &#8220;Siete Caliente&#8221;</h4>
<h4 style="text-align: justify;">O Sal de Schussler (nº 7) &#8211; Magnesium phosphoricum</h4>
<p style="text-align: justify;">O modo conhecido como &#8220;siete caliente&#8221; ou seja, o &#8220;sete a quente&#8221; é uma forma de dissolver os comprimidos em água quente, especialmente eficaz no caso do magnésio. Ele é por si relaxante e analgésico, se tomado com água quente aumenta a irrigação sanguínea na mucosa oral e é rapidamente absorvida no sangue e nas células nervosas e musculares. É o modo mais rápido de aliviar uma dor intensa.</p>
<h4 style="text-align: justify;"><strong>Como o preparar?</strong></h4>
<p style="text-align: justify;">Junte 10 comprimidos (5 para crianças) num copo de água quente. Mexa até dissolver os comprimidos. Beba a solução em pequenos goles para facilitara absorção.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Duração do tratamento</h4>
<p style="text-align: justify;">Em geral, os sais devem ser tomados até que o desconforto pare. Podem ocorrer dores pontuais, mas diminuindo em intensidade. as dores crônicas podem durar vários meses. De qualquer modo, deve sempre consultar um especialista, se a queixa se prolongar no tempo.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Nota: O artigo requer orientação de um profissional qualificado, não tome nenhuma medicação sem a orientação de um profissional qualificado.</h4>
<p style="text-align: justify;"><strong>Por: Dr. João Novaes &#8211; Homeopata Especialista</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: http://materiamedicahomeopatica.blogspot.com.br</p><p>The post <a href="https://ahau.org/sais-de-schussler/">Os 12 Sais de Schussler e suas propriedades</a> first appeared on <a href="https://ahau.org">Instituto Ahau - Terapeutas Especializados</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Dieta do Tipo Sanguineo AB</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luiz Terapeuta]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Feb 2012 00:59:19 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Dieta do Tipo Sanguíneo AB &#8211; O Enigma Raro – Carismático &#8211; Misterioso •    Pontos fortes: Preparado para condições da vida moderna. Sistema imunológico altamente tolerante. Versátil. •    Pontos fracos: Trato digestivo sensível. Sujeito a invasões de micróbios. •    Riscos médicos: Doenças cardíacas e câncer. •    Perfil alimentar: Dieta mista, carne, peixe, laticínios, tofú, feijões, leguminosas, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><b>Dieta do Tipo Sanguíneo AB &#8211; </b><a style="font-weight: bold;" href="https://ahau.org/team/luiz-sequeira-0-html/">O Enigma</a></p>
<p style="text-align: justify;">Raro – Carismático &#8211; Misterioso</p>
<p style="text-align: justify;">•    <strong>Pontos fortes:</strong> Preparado para condições da vida moderna. Sistema imunológico altamente tolerante. Versátil.<br />
•    <strong>Pontos fracos:</strong> Trato digestivo sensível. Sujeito a invasões de micróbios.<br />
•    <strong>Riscos médicos:</strong> Doenças cardíacas e câncer.</p>
<p style="text-align: justify;">•    <strong>Perfil alimentar:</strong> Dieta mista, carne, peixe, laticínios, tofú, feijões, leguminosas, cereais, hortaliças e frutas.<br />
•    <strong>Segredos para o emagrecimento:</strong> Evitar: Frango, milho, feijão mulatinho e trigo sarraceno. Usar: Tofú, frutos do mar, folhas e fúcus (alga).<br />
•    <strong>Suplementos:</strong> Vitamina C, Pilriteiro, equinácea, valeriana, quercetina e cardo mariano.<br />
•    <strong>Exercícios físicos:</strong> Exercícios relaxantes como yoga, associados a exercícios moderados, como ciclismo e tênis.</p>
<p style="text-align: justify;"><b>A Dieta do Tipo Sanguíneo AB</b></p>
<h4 style="text-align: justify;"><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Antígeno"><strong>Carnes e</strong> Aves:</a></h4>
<p style="text-align: justify;"><strong>Altamente benéficos:</strong><br />
Carneiro, coelho, cordeiro e peru.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Neutros:</strong><br />
Avestruz, fígado e faisão.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Nocivos:</strong><br />
Bacon, boi, búfalo, cavalo, codorna, coração / vísceras, esquilo, galinha, galinha d’angola, ganso, pato, perdiz, pombo, porco, presunto, tartaruga, veado e vitela.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Frutos do Mar:</h4>
<p style="text-align: justify;"><strong>Altamente benéficos:</strong><br />
Atum, bacalhau, badejo, cavala, escargot, esturjão, garoupa, Lúcio, Lúcio novo, pargo, salmão, sardinha e vermelho.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Neutros:</strong><br />
Anchova, arenque fresco, bacalhau novo, bagre, cação, caranha, carpa, caviar, eperlano, espadarte, haliote, lula, mexilhão, pargo, peixe lua, perca de todos os tipos, pescada polaca, pescadinha, piraúna, savelha, tainha, tilápia, tubarão e Vieira.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Nocivos:</strong><br />
Arenque em conserva, barracuda, beluga, camarão, caranguejo, enguia, hadoque, halibute, lagosta, lagostim, linguado de todos os tipos, marisco, merluza, olhete, ostras, ova de salmão, polvo, rã, salmão defumado, siri e truta de todos os tipos.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Laticínios e Ovos:</h4>
<p style="text-align: justify;"><strong>Altamente benéficos na dieta do tipo sanguíneo AB:</strong><br />
Iogurte, leite de cabra, ovo de galinha, quefir, queijo cottage, queijo de leite de cabra, queijo feta, queijo mussarela e ricota.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Neutros:</strong><br />
Caseína, gema de ovo, leite de vaca integral e desnatado, manteiga de búfala, ovo de codorna, ovo de gansa, queijo cheddar, queijo colby, queijo edam, queijo emmenthal, queijo gouda, queijo gruyère, queijo muenster, queijo suíço, requeijão e soro de leite.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Nocivos:</strong><br />
American cheese, blue cheese, creme de leite, leite de vaca integral, leitelho, manteiga, ovo de pata, queijo brie, queijo camembert, queijo parmesão, queijo provolone, sorbet de frutas e sorvete.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Óleos e Gorduras:</h4>
<p style="text-align: justify;"><strong>Altamente benéficos:</strong><br />
Azeite de oliva extra virgem e óleo de nozes.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Neutros:</strong><br />
Óleo de amêndoa, óleo de amendoim, óleo de canola, óleo de fígado de bacalhau, óleo de germe de trigo, óleo de groselha, óleo de linhaça, óleo de prímula e óleo de soja.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Nocivos:</strong><br />
Óleo de açafrão, óleo de coco, óleo de gergelim, óleo de girassol, óleo de milho e óleo de semente de algodão.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Nozes e Sementes:</h4>
<p style="text-align: justify;"><strong>Altamente benéficos:</strong><br />
Amendoim, castanha e nozes.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Neutros:</strong><br />
Amêndoa, castanha de caju, castanha do pará, faia, leite de amêndoa, lichia, linhaça, macadâmia, pasta de amêndoa, pecã, pasta de pecã, pinhão, pistache, queijo de amêndoa e sementes de açafrão.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Nocivos:</strong><br />
Avelã, semente de abóbora, semente de girassol, sementes de papoula sementes de gergelim e pasta de gergelim (tahini).</p>
<h4 style="text-align: justify;">Feijões e Leguminosas:</h4>
<p style="text-align: justify;"><strong>Altamente benéficos na dieta do tipo sanguíneo AB:</strong><br />
Feijão de marinheiro branco, feijão de soja, feijão rajadinho, feijão vermelho, lentilha, missô, tempé e tofú.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Neutros:</strong><br />
Ervilha verde, feijão branco, feijão de corda, feijão jicama, flocos de soja, grânulos de soja, leite de soja, lentilha, queijo de soja e vagem.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Nocivos:</strong><br />
Brotos de feijão, fava, feijão azuki, feijão fradinho, feijão manteiga, feijão mulatinho, feijão preto e grão de bico.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Cereais, Pães e Massas:</h4>
<p style="text-align: justify;"><strong>Altamente benéficos:</strong><br />
Amaranto, arroz branco / integral / basmati / selvagem, bolo de arroz, espelta, farelo de arroz, farelo de aveia, farinha de aveia, farinha de centeio, farinha de espelta integral, mingau de aveia, painço, pão de arroz, pão de centeio 100%, pão de Ezequiel (trigo germinado 100%), pão de farinha de soja, pão de trigo germinado e pão dos essênios (trigo germinado).</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Neutros:</strong><br />
Bolinho de farelo de trigo, cevada, creme de arroz, cuscuz, farelo de trigo, farinha de cereais, farinha de glúten, germe de trigo, massa de espinafre, massa de semolina, pão de espelta, pão de sete cereais e trigo (produtos de farinha de glúten / de farinha de trigo / de farinha integral).</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Nocivos:</strong><br />
Flocos de milho, massa de alcachofra pura, milho, mingau de milho, pão de milho, pipoca, sêmola, sorgo, tapioca, teff (cereal africano), trigo refinado não clareado e trigo sarraceno / kasha.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Hortaliças:</h4>
<p style="text-align: justify;"><strong>Altamente benéficos:</strong><br />
Aipo / suco, alho, batata doce, berinjela, beterraba, brócolis, broto de alfafa, cenoura / suco, cogumelo maitake, couve, couve flor, dente de leão, folha de beterraba, inhame, mandioquinha, folha da mostarda, pepino, repolho / suco e salsa.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Neutros:</strong><br />
Abóbora moranga, abóbora de todos os tipos, abobrinha, acelga, agrião, alface de todos os tipos, alga marinha, alho poró, aspargo, azeitona grega / verde / espanhola, batata inglesa, broto de bambu, cebola de todos os tipos, cebolinha verde, cenoura, chicória, chucrute, coentro, cogumelo enoki, couve de Bruxelas, couve nabo (rutabaga), couve rábano, echalote, endívia, erva doce, ervilha verde e de vagem, escarola, gengibre, nabo, pimenta da Jamaica, quiabo, raiz forte, repolho chinês (bok choy), rúcula, suco de pepino tomate / suco.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Nocivos:</strong><br />
Alcachofra, babosa / chá / suco / folha, brotos de feijão, brotos de rabanete, azeitona preta, cogumelo shiitake, rabanete, milho, picles de todos os tipos, pimenta e pimentão de todos os tipos.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Frutas:</h4>
<p style="text-align: justify;"><strong>Altamente benéficos na dieta do tipo sanguíneo AB:</strong><br />
Abacaxi, ameixa, cereja, figo fresco ou desidratado, framboesa, grapefruit, groselha, kiwi, suco de limão, melancia, suco de arando e uva de todos os tipos.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Neutros:</strong><br />
Ameixa seca / suco, amora, banana da terra, cidra de maça / suco, damasco / suco, fruta pão, groselha preta / vermelha, lima / suco, melão amarelo e verde (pele de sapo), melão cantalupo, mirtilo, morango, nectarina / suco, papaia, pêra asiática, pêra / suco, pêssego, sabugueiro, suco de abacaxi, suco de amora preta, suco de grapefruit, tâmara de todos os tipos, tangerina, suco e uva passa.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Nocivos:</strong><br />
Abacate, banana, caqui, carambola, coco, goiaba / suco, laranja, manga / sugo, marmelo e romã.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Temperos:</h4>
<p style="text-align: justify;"><strong>Altamente benéficos na dieta do tipo sanguíneo AB:</strong><br />
Alho, curry, missô, raiz forte e salsa.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Neutros:</strong><br />
Açafrão, açúcar branco ou mascavo, ágar, alcaparra, alecrim, alfarroba, alga, araruta, baunilha, bergamota, canela, cardamomo, cebolinha, cerefólio, chili em pó, chocolate, coentro, cominho, cravo, cremor de tártaro, cúrcuma, endro, estragão, fermento, gualtéria, hortelã, hortelã pimenta, junípero, louro, macis, manjericão, manjerona, mel, melado, molho de soja, molho de tamari, mostarda em pó, noz moscada, páprica, pectina de maça, raiz de alcaçuz, sal marinho, sálvia, segurelha, sena, tamarindo, tomilho, xarope de arroz e xarope de bordo.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Nocivos:</strong><br />
Aniz, aspartame, carragena, dextrose, extrato de amêndoas, frutose, gelatina comum, gomas guar, guaraná, maisena, malte de cevada, pimenta de todos os tipos, pimenta da Jamaica, tapioca, vinagre de todos os tipos e xarope de milho.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Condimentos:</h4>
<p style="text-align: justify;"><strong>Altamente benéficos:</strong><br />
Nenhum.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Neutros:</strong><br />
Geléia ou gelatina de frutas recomendadas, molho de salada com ingredientes recomendados.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Nocivos:</strong><br />
Ketchup, molho inglês, picles e picles em conserva.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Ervas e Chás:</h4>
<p style="text-align: justify;"><strong>Altamente benéficos:</strong><br />
Alfafa, bardana, camomila, equinácea, folha de morango, gengibre, ginseng, pilriteiro, raiz de alcaçuz e fruto da roseira.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Neutros:</strong><br />
Amora, bétula branca, caiena, casca de carvalho branco, dente de leão, dong quai, erva de são João, folha de framboesa, gatária, hidraste, hortelã, hortelã pimenta, marroio branco, milefólio, morrião branco, sabugueiro, salsa, salsaparrilha, sálvia, tomilho, valeriana e verbena.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Nocivos:</strong><br />
Babosa, barba de milho, bolsa de pastor, feno grego, genciana, lúpulo, ruibarbo, sena, tília, trevo dos prados, tussilagem e verbasco.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Bebidas:</h4>
<p style="text-align: justify;"><strong>Altamente benéficos:</strong><br />
Chá verde e vinho tinto.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Neutros:</strong><br />
Água mineral gasosa, cerveja e vinho branco.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Nocivos:</strong><br />
Bebidas destiladas, café, descafeinado, chá preto, descafeinado e  refrigerante de todos os tipos.</p>
<h4 style="text-align: justify;"><strong><img decoding="async" class="wp-image-4414 alignleft" src="https://ahau.org/wp-content/uploads/2012/02/tipo_ab.jpg" alt="dieta-do-tipo-sanguineo-ab" width="427" height="237" srcset="https://ahau.org/wp-content/uploads/2012/02/tipo_ab.jpg 900w, https://ahau.org/wp-content/uploads/2012/02/tipo_ab-300x167.jpg 300w, https://ahau.org/wp-content/uploads/2012/02/tipo_ab-768x427.jpg 768w" sizes="(max-width: 427px) 100vw, 427px" /></strong>Estratégias da dieta do tipo sanguíneo AB:</h4>
<p style="text-align: justify;"><strong>Artrite:</strong> Alfafa, banho de sal de Epsom (sulfato de magnésio), cálcio e macerado de chá de alecrim.<br />
<strong>Cólicas e gases:</strong> Chá de camomila, chá de funcho, chá de hortelã pimenta, gengibre e suplemento probiótico com fator bifidus.<br />
<strong>Cólicas menstruais:</strong> Corniso jamaicano.<br />
<strong>Congestão:</strong> Chá de alcaçuz, urtiga, verbasco e verbena.<br />
<strong>Constipação:</strong> Casca de lariço (arvore), fibras e psyllium.<br />
<strong>Diarréia:</strong> Folha de framboesa, L. acidophilus (cultura de iogurte), mirtilo e sabugueiro.<br />
<strong>Cabeça, dor:</strong> Camomila, casca de salgueiro, matricária e valeriana.<br />
<strong>Dor de dente:</strong> Massagem na gengiva com alho amassado e massagem na gengiva com óleo de cravo.<br />
<strong>Garganta, dor:</strong> Gargarejo de chá de raiz de hidraste com sálvia.<br />
<strong>Dor de ouvido:</strong> Gotas de alho-verbasco-azeite.<br />
<strong>Febre:</strong> Casca de salgueiro branco, gatária, matricária, e verbena.<br />
<strong>Gripe:</strong> Alho, arabinogalactan, chá de rosa, equinácea, hidraste e sabugueiro (prevenção).<br />
<strong>Indigestão e azia:</strong> Bromelina, gengibre, hidraste e hortelã pimenta.<br />
<strong>Náuseas:</strong> Chá de raiz de alcaçuz, gengibre e pimenta caiena.<br />
<strong>Sinusite:</strong> Tomilho.<br />
<strong>Tosse:</strong> Marroio branco, tília e unha de cavalo.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Bibliografias:</h4>
<p style="text-align: justify;"><strong>Torna-se indispensável à leitura dos seguintes livros:</strong></p>
<p style="text-align: justify;">1.    A Dieta do Tipo Sanguíneo.<br />
Autor: Peter J. D’Adamo.<br />
Editora: Campus.</p>
<p style="text-align: justify;">2.    A Dieta do seu Tipo Sanguíneo.<br />
Autores: Peter J. D’Adamo com Catherine Whitney.<br />
Editora: Campus.</p><p>The post <a href="https://ahau.org/dieta-do-tipo-sanguineo-ab/">Dieta do Tipo Sanguineo AB</a> first appeared on <a href="https://ahau.org">Instituto Ahau - Terapeutas Especializados</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Azeite &#8211; Benefícios da dieta Mediterrânea</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luiz Terapeuta]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Feb 2012 01:04:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
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		<category><![CDATA[acne]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Benefícios: a Dieta Mediterrânea Antes de falarmos dos benefícios do Azeite e da Dieta Mediterrânea, vamos abordar a composição do azeite para um melhor entendimento do assunto. Composição A composição do azeite varia segundo a zona de produção, do tipo da azeitona, da higiene no processo produtivo, do clima e do sistema de processamento para [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h4 style="text-align: justify;">Benefícios: a Dieta Mediterrânea</h4>
<p style="text-align: justify;">Antes de falarmos dos benefícios do Azeite e da Dieta Mediterrânea, vamos abordar a composição do azeite para um melhor entendimento do assunto.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Composição</h4>
<p style="text-align: justify;">A composição do azeite varia segundo a zona de produção, do tipo da azeitona, da higiene no processo produtivo, do clima e do sistema de processamento para obtenção do óleo.</p>
<p style="text-align: justify;">O azeite de oliva é constituído (entre 98% a 99%) principalmente por triglicerídeos, em sua maioria, ácidos graxos e o restante de sua composição (1% e 2%) é formada por substancias antioxidantes, vitaminas, hidrocarbonetos e por substancias responsáveis pelas características sensoriais (gosto e perfume) do azeite.</p>
<p style="text-align: justify;">Explicando de forma bem simples, o principal ácido graxo presente no azeite é o ácido oleico, conhecido também como ômega 9, e responsável por contribuir na diminuição do mau colesterol (LDL) e a conservar o bom colesterol (HDL), prevenindo doenças cardíacas, além de ser fundamental para o crescimento e mineralização do esqueleto.</p>
<p style="text-align: justify;">O ácido graxo, em quantidade menor, também está presente em outros alimentos, como a castanha e o abacate. No entanto o azeite é considerado uma das maiores fontes deste ácido na dieta humana.</p>
<p style="text-align: justify;">Além do ácido oleico, estão presentes na composição do azeite de oliva:</p>
<p style="text-align: justify;">os hidrocarbonetos como o esqualeno que favorece a eliminação de toxinas e a proteção da membrana celular;<br />
os antioxidantes como os fenóis e os polifenóis, que além do seu poder antioxidante, podem inibir o crescimento celular de cânceres de pele, mama, pulmão e intestino. Os polifenóis também são responsáveis por algumas características gustativa do azeite como o sabor de amargo e picante;<br />
vitaminas como a A, D, K e a E.  O consumo de ácido oleico também reduz a ação dos radicais livres, inclusive pela presença da vitamina E, também considerada um agente antioxidante.</p>
<p style="text-align: justify;">Contribuem para a formação da cor de um azeite de oliva um grande número de pigmentos como clorofila, xantofila, caroteno, e carotenoides. Teremos um azeite verde quando há predominância da clorofila, enquanto uma maior quantidade de caroteno ou carotenoides fará com que o azeite tenha uma cor amarela mais ou menos intensa. O aroma e o sabor percebido pelo olfato e pela boca são determinados pelos diversos compostos voláteis aromáticos e pelos polifenóis. Esta substancia deriva de compostos presentes na azeitona que durante o processo se torna parcialmente solúvel em óleo.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Benefícios do azeite</h4>
<p style="text-align: justify;">O azeite de oliva é altamente digestivo e é considerada a gordura melhor tolerada pelo nosso organismo;<br />
Regula a função intestinal;<br />
Protege a mucosa do estômago;<br />
Produz um efeito de regeneração da pele;<br />
Estimula o crescimento e favorece a absorção de cálcio, ajudando a evitar a osteoporose;</p>
<p style="text-align: justify;">Contribui para prevenção e/ou redução dos sintomas da artrite e do reumatismo;<br />
Ajuda na prevenção de doenças cardiovasculares;<br />
Fortalece o sistema imunológico;<br />
Permite elevada absorção de vitamina, particularmente da vitamina E;<br />
Proporciona um envelhecimento saudável e protege contra o declínio de funções cognitivas relativas à idade e a doença de Alzheimer;</p>
<h4 style="text-align: justify;">Benefícios do Azeite na Gravidez e na Infância</h4>
<p style="text-align: justify;">Considerado como um grande aliado na gestação, no desenvolvimento do feto e na infância, o azeite é a gordura que mais se assemelha ao leite materno tanto pela sua composição (presença de ácido oleico e linoleico) como também pela sua fácil digestão, reduzindo a acidez gástrica, tão comum na gestação, protegendo a mucosa do estômago e promovendo uma melhor absorção de nutrientes como o cálcio, indispensável às grávidas.</p>
<p style="text-align: justify;">Sua função benéfica na conservação do bom colesterol ajuda a prevenir doenças cardíacas também em crianças, já que a obesidade infantil se inicia em idade pediátrica, fenômeno este em perigoso e constante crescimento.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Dieta Mediterrânea</h4>
<p style="text-align: justify;">O termo dieta mediterrânea foi criado pelo médico americano Ancel Keys, com o livro “How to eat well and stay well, the mediterranean way&#8221; (Como alimentar-se bem e sentir-se bem, à maneira mediterrânea). Ao fim da segunda Guerra Mundial, Ancel, ao desembarcar em Salerno constatou que a região apresentava uma taxa de mortalidade de doenças cardiovasculares muito inferior em relação à população americana.</p>
<p style="text-align: justify;">Além disso, as &#8220;doenças do progresso&#8221; (arteriosclerose, hipertensão, diabetes, doenças digestivas, obesidade, etc.) se manifestavam em um percentual muito baixo. Acreditava-se que este fenômeno estava relacionado aos hábitos alimentares, hipótese essa que foi confirmada após estudos realizados por Ancel que associava a dieta a doenças cardíacas.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Conhecido a séculos</h4>
<p style="text-align: justify;">Sabedoria culinária que atravessou os séculos, estes hábitos alimentares tiveram origem na história e na tradição e se mantiveram ao longo dos anos devido às condições culturais e econômicas, uma vez que pobreza era difusa e a escassez de alimentos era grande. O que Ancel chamou de Dieta Mediterrânea na verdade era o modo de vida do povo daquela região.</p>
<p style="text-align: justify;">A Dieta Mediterrânea chega até nós com <a href="https://ahau.org/dieta-do-mediterraneo/">uma dieta saudável</a>, simples, tão variada e completa. Pão, massa, legumes, leite e queijo. Azeite, frutas, verduras, hortaliças, peixe e vinho em quantidade moderada, são os pratos mais representativos da tradição alimentar mediterrânea, uma tradição que, mesmo na maioria dos países industrializados, é agora apresentada como um modelo ideal de alimentação.</p>
<h4>Sua importância</h4>
<p style="text-align: justify;">Na Dieta Mediterrânea o azeite de oliva ocupa um posto de primeira importância pois é a principal fonte de lipideos e energia (9Kcal/g) utilizada pelo nosso corpo para a realização de funções vitais. É uma dieta rica em carboidratos, vitaminas, minerais e fibras, com alta concentração de ácidos graxos monoinsaturados, derivados do azeite de oliva e pobre em ácidos graxos saturados, carnes vermelhas, gordura de origem animal, produtos industrializados e doces.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.ahau.org/azeite-e-os-beneficios-da-dieta-mediterranea/piramide/" rel="attachment wp-att-950"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft size-medium wp-image-950" title="piramide" src="http://www.ahau.org/wp-content/uploads/piramide-266x300.jpg" alt="azeite-e-os-beneficios-da-dieta-mediterranea" width="266" height="300" /></a></p>
<h4 style="text-align: justify;">A pirâmide alimentar</h4>
<p style="text-align: justify;">Na pirâmide acima, alimentos que contém amido como massa, pão, batata, podem ser consumidos diariamente, porém de forma moderada, assim como frutas, verdura e leite. Em direção ao vértice da pirâmide estão os alimentos que devem ser consumidos em quantidades semanais menores como carne, ovos e doces.<br />
Azeite e Beleza</p>
<p style="text-align: justify;">O azeite de oliva pode ser considerado um verdadeiro elixir de beleza, basta pensar na quantidade de cosméticos que possuem o azeite como o ingrediente principal. Rico em substancias como vitamina E, o azeite protege a pele do envelhecimento, evita a formação de estrias e rugas, controla a produção de melanina e previne o aparecimento das manchas de envelhecimento.</p>
<h4>Utilização</h4>
<p style="text-align: justify;">Utilizado sozinho ou em combinações com hidratante, o azeite pode ser usado para purificar a pele, eliminando impurezas ou facilitando a sua remoção, melhorando a sua elasticidade e evitando o ressecamento. Também pode ser usado nos cabelos nutrindo, amaciando, dando brilho e regenerando a fibra capilar além de ser perfeito para massagem, pois tonifica e amacia a pele.</p>
<h4 style="text-align: justify;">* Referências Bibliográficas:</h4>
<p style="text-align: justify;">Bomtempo, Marcio “Azeite de Oliva – Sabor, Estética e Saúde” – Editora Alaúde, 2008<br />
Percussi, Luciano “Azeite, História, Produtores, Receitas&#8221; – Editora Senac, 2006<br />
http://www.oliveoil.eu/index.php<br />
http://www.internationaloliveoil.org</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: http://www.atelierdoazeite.com.br/index.php/infoliva02.html</p><p>The post <a href="https://ahau.org/azeite-e-os-beneficios-da-dieta-mediterranea/">Azeite – Benefícios da dieta Mediterrânea</a> first appeared on <a href="https://ahau.org">Instituto Ahau - Terapeutas Especializados</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Prata Coloidal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luiz Terapeuta]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 19 Feb 2012 20:00:10 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>HISTÓRICO E PESQUISAS SOBRE PRATA COLOIDAL   Em 1910, o Dr. Henry Crooks, pioneiro da Química descrevia : “Certos metais, quando no estado coloidal, têm uma ação altamente germicida, mas são inócuos ao homem &#8230; podem ser aplicados em forma mais concentrada e com resultados melhores &#8230; tuberculose bronquial, Stafilococcus pyogenes, vários Streptococcus e outros [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong>HISTÓRICO E PESQUISAS SOBRE PRATA COLOIDAL  </strong></p>
<p style="text-align: justify;">Em 1910, o Dr. Henry Crooks, pioneiro da Química descrevia : “Certos metais, quando no estado coloidal, têm uma ação altamente germicida, mas são inócuos ao homem &#8230; podem ser aplicados em forma mais concentrada e com resultados melhores &#8230; tuberculose bronquial, Stafilococcus pyogenes, vários Streptococcus e outros organismos patogênicos são destruídos em três ou quatro minutos ; de fato, não existe micróbio que não tenha sido morto pelos colóides em experiências de laboratório, em seis minutos e a concentração do colóide não supera vinte e cinco partes por milhão &#8230;”.</p>
<p style="text-align: justify;">Em 1919, Alfred Searle, o fundador do conglomerado farmacêutico de mesmo nome, escreveu em seu livro : “O USO DOS COLÓIDES NA SAÚDE E NA DOENÇA”, que : “A aplicação de Prata coloidal em seres humanos, em grande número de casos, tem apresentado resultados positivos surpreendentes. Para uso interno, oral ou hipodérmico, tem a vantagem de ser rapidamente fatal aos parasitas sem qualquer ação tóxica na pessoa. Ela é quase estável”.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>REAPARECIMENTO DA PRATA COLOIDAL  </strong></p>
<p style="text-align: justify;">Muito mais tarde, em 1970, a Prata coloidal voltou a ser valiosa. Pesquisas biomédicas, na Washington University in St. Louis, Missouri, E.U.A., mostraram que nenhum organismo causador de doenças &#8211; micróbio, vírus ou fungo &#8211; pode viver mais que alguns minutos em presença, mesmo de traços, de Prata metálica. Um antibiótico mata, talvez, meia dúzia de organismos patogênicos diferentes, mas a Prata coloidal mata seiscentos e cinqüenta e, o que é mais importante, não se desenvolvem linhagens resistentes à Prata, como acontece com os antibióticos.</p>
<p style="text-align: justify;">No final destas instruções, existe uma bibliografia que poderá ser consultada por qualquer interessado.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>QUE SÃO COLÓIDES?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O termo “colóide” refere-se a substâncias em estado de partículas ultrafinas que não se dissolvem, mas permanecem em suspensão dispersa num meio contínuo. Essas partículas ultrafinas são formadas por alguns átomos ou moléculas do material original, mas são tão pequenas que resultam invisíveis a olho nu.</p>
<p style="text-align: justify;">A solução coloidal de Prata corretamente produzida consta de três a cinco partes por milhão de partículas sub-microscópicas de Prata, mantidas em suspensão em água pura por uma pequeníssima carga elétrica que cada partícula possui.</p>
<p style="text-align: justify;">Na verdadeira Prata coloidal, o tamanho das partículas varia de 0,005 a 0,015 mícrons em diâmetro. Você poderia colocar um bilhão dessas partículas num cubo de 0,025 mm de lado.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>PRODUÇÃO DA PRATA COLOIDAL  </strong></p>
<p style="text-align: justify;">A maneira mais simples de preparar Prata coloidal em casa é pelo método da “Eletrólise de Baixa Voltagem”. Nesse caso, utiliza-se a máquina que poderá ser adquirida.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas é absolutamente necessário observar algumas instruções :</p>
<p style="text-align: justify;">1. Sempre use água destilada. A água de torneira e a água mineral possuem alta quantidade de sais e são impróprias, bem como a água deionizada que não conduz a corrente. Outra variável é a temperatura da água. Em água morna, a reação é mais rápida e as partículas são menores.</p>
<p style="text-align: justify;">2. Nunca adicione sais na água para aumentar sua condutividade, porque os sais possuem cloretos que reagem com a Prata, formando Cloreto de Prata, insolúvel. O sal acelera a reação, mas forma partículas na faixa de 0,05 a 0,15 mícrons, MUITO GRANDES para formar os colóides, que sedimentam no fundo do recipiente em pouco tempo. E, por causa da dimensão muito grande, é contra-indicado para consumo interno.</p>
<p style="text-align: justify;">3. A melhor voltagem é de 27 volts, que pode ser produzida por 3 baterias de 9 volts cada, ligadas em série.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>TRATAMENTO PELA PRATA COLOIDAL </strong></p>
<p style="text-align: justify;">A lista seguinte é, apenas, parcial e mostra algumas doenças nas quais o tratamento pela Prata coloidal foi altamente bem sucedido :</p>
<p style="text-align: justify;">Acne, Antrax, Apendicite, Artrite, Pé de Atleta, Infecções Bacterianas, Infecções da Bexiga, Envenenamento do Sangue, Queimaduras. Câncer, Cândida albicans, catarro, síndrome da fadiga crônica, colite, conjuntivite, infecção por Cryptosporidium, cistites, dermatites, diabetes, diarréia, difteria, disenteria, infecções nas orelhas, eczema, vírus Epstein Barr, infecção do Tubo de Eustáquio, fibrosamentos, gastrites, gonorréia, hemorróidas, herpes, impetigo, gripe, desordens intestinais, keratite, doença dos Legionários, lepra, lesões, lupus, malária, doença de Menière, meningites, neurastenia. Oftalmia, febre paratiróidea, pleurisia, pneumonia, vírus da Pólio, desordens da próstata, coceira anal, Psoríase, Piorréia, reumatismo, rinites, tinha rosácea, infecção por Salmonella, escarlatina, seborréia, septicemia, úlcera péptica, cobreiro, câncer de pele, chagas, infecções por Stafilococcus, infecções por Streptococcus, queimaduras solares, sífilis, tétano, tonsilites, fendas nos pés, tuberculose, tifo, úlceras, verrugas, coqueluche e infecções por fermentos.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>QUEM USA A PRATA COLOIDAL </strong></p>
<p style="text-align: justify;">No Canadá, Suíça e E.U.A., os médicos usam vários tipos de soluções de Prata para tratar uma multidão de infecções.</p>
<p style="text-align: justify;">Nos E.U.A., a Prata é usada em cirurgias ósseas e em 70% dos centros de tratamento de queimaduras.</p>
<p style="text-align: justify;">Naturopatas e quimiopráticos usam a Prata coloidal contra o Cryptosporidium. Praticantes da Homeopatia, de Medicina Chinesa e Ayurvédica, utilizam, regularmente, a Prata em seus tratamentos.</p>
<p style="text-align: justify;">Bioquímicos suíços estão estudando a capacidade da Prata para interromper a divisão celular do HIV em vários estágios.</p>
<p style="text-align: justify;">Filtros de água a base de Prata coloidal foram aprovados pela US Environmental Protection Agency e pelo Governo Suíço para uso em residências e escritórios.</p>
<p style="text-align: justify;">A NASA utiliza um sistema de purificação de água para seus “shuttles” espaciais ; os russos fazem o mesmo.</p>
<p style="text-align: justify;">As companhias aéreas AIR FRANCE, ALITÁLIA, BRITISH AIRWAYS, CANADIAN PACIFIC, JAPAN AIR LINES, KLM, LUFTHANSA, OLYMPIC, SAS, AMERICAN AIRLINES e SWISSAIR utilizam filtros de Prata para água, para evitar doenças geradas pela água.</p>
<p style="text-align: justify;">A Prata está substituindo o Cloro nas piscinas, porque não irrita os olhos.</p>
<p style="text-align: justify;">ompanhias japonesas estão usando a Prata para remover Cianetos e Óxidos Nítricos do ar.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>ALGUMAS MANEIRAS DE USAR A PRATA COLOIDAL  </strong></p>
<p style="text-align: justify;">Para preparar a solução-mãe de Prata coloidal pode-se usar a água de torneira para usos externos ou industriais e a água destilada para aplicações internas ou injeções.</p>
<p style="text-align: justify;">A solução-mãe pode ser adicionada à bebida quando se está viajando ou acampando. O colóide usado em pequenas feridas cicatriza-as rapidamente, sem deixar marcas. Esteriliza, com segurança, desde escovas de dentes, até instrumentos cirúrgicos. Pode-se fazer uso tópico em cortes, feridas, abrasões, rachas, queimaduras solares, cortes de barbear, bandagens. Pulverize sobre o lixo para prevenir odores de putrefação. Umedeça esponjas de cozinha, toalhas e bordas cortantes para eliminar E.coli 0157 ; H7 e Salmonella, que poderiam envenenar alimentos, originar inflamações gastro-intestinais e infecções genito-urinárias.</p>
<p style="text-align: justify;">Adicione quando estiver engarrafando, enlatando ou preservando. O leite demorará a se estragar, a fermentar, deteriorando-se ; levará mais tempo para coalhar ou talhar. Borrife em sapatos, nas meias, entre as pernas para eliminar coceiras na pele, pés de atleta, fungos ou coceiras nas virilhas. Diminui a caspa, a psoríase, rachaduras da pele, etc.</p>
<p style="text-align: justify;">Adicione-a à água do banho, gargareje, faça irrigações do cólon, pulverizações nasais e soluções para qualquer água de limpeza de dentes. Corta, dramaticamente, a duração dos resfriados, coriza, pneumonia, infecções de Stafilococcus e Streptococcus, infecções respiratórias e viroses da sinusite, além de coceiras na pele, infecções nos olhos e dos ouvidos. Algumas verrugas ou papilas desaparecem, quando se borrifa a Prata coloidal sobre o corpo, após o banho. Use contra fungos nas unhas das mãos, dos pés e das orelhas.</p>
<p style="text-align: justify;">Neutralize a deterioração dos dentes e do mau hálito. O colóide destrói a halitose, eliminando as bactérias no fundo da garganta e na parte de trás da língua. Ao contrário dos antibióticos farmacêuticos, a Prata coloidal nunca permite que se formem castas de germes patogênicos resistentes.</p>
<p style="text-align: justify;">Coloque algumas gotas em band-aids ou bandagens para reduzir o tempo de cura.</p>
<p style="text-align: justify;">Os médicos podem levar em consideração injeções endovenosas ou intramusculares. Foram relatadas reduções de tumores e pólipos quando se injetou diretamente o colóide (feito adicionando a Prata coloidal a uma solução salina estéril, ou Solução de Ringer, que contém, aproximadamente, 9000 ppm de Cloreto de Sódio). As dores de dentes, feridas na boca e irritações bacteriológicas diminuem. Esfregue as dentaduras. Borrife a geladeira, o freezer e os recipientes onde se guarda comida. Elimine a putrefação da madeira. Molhe os selos postais, os envelopes e as fitas, os pentes e os potes de creme para prevenir o crescimento microbiano, eliminar odores e evitar que a comida se estrague ou se torne rançosa. Adicione às maquiagens a base de água, à cola do papel de parede, à máquina de lavar pratos, às soluções para limpeza e borrife nas peles dos animais domésticos, deixando-os secar.</p>
<p style="text-align: justify;">Borrife sobre o topo de potes de geléias abertos, de condimentos e dentro das tampas antes de fechá-las. Misture um pouco na água do cachorro, do passarinho e nos vasos de flores.</p>
<p style="text-align: justify;">Sempre adicione em água de resfriamento. Borrife os filtros de ar condicionado, após limpá-los. Limpe os dutos de ar de ventilação com esfregão, para prevenir a formação depontos decrescimento de germes. Use, rotineiramente, na água de lavagem final da roupa e sempre antes de guardar roupas sazonais. Toalhas de rosto e de banho não terão cheiros, nem estragarão. Elimine microorganismos indesejáveis em terras de plantação e sistemas hidropônicos. Borrife a folhagem das plantas para eliminar fungos, estragos e muitas doenças das plantas.</p>
<p style="text-align: justify;">Trate piscinas, fontes, umidificadores, Jacuzzi, tubulações quentes, banhos, lavadores de pratos, águas de resfriamento recirculadas, pistas de passeio em ginásios e esteiras no banho ou no chuveiro.</p>
<p style="text-align: justify;">Borrife dentro dos sapatos, molhe periodicamente as meias e debaixo das unhas.</p>
<p style="text-align: justify;">Trate os chuveiros dos estábulos, banheiros, fontes, corredores onde se locomovem animais e duchas para evitar germes. Umedeça frutas e vegetais, antes de guardá-los ou usá-los. Coloque a Prata coloidal na água para cozinhar. Os xampus para homens ou animais tornam-se desinfetantes. Preserve da ruína os tapetes, cortinas e papéis de parede. Molhe os telefones, microfones, auriculares, aparelhos de surdez, armações de óculos, escovas para cabelos, furúnculos e erupções da pele. Use em bancos de toaletes e urinais ; mate os odores persistentes. Molhe os travesseiros dos doentes, as toalhas e os lençóis de cama.</p>
<p style="text-align: justify;">Literalmente, existem milhares de outros usos essenciais para esse produto inodoro, incolor, sem gosto, totalmente benéfico, poderoso, desinfetante, não tóxico e agente de preservação da saúde.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>DE SALVO, Salvatore</strong></p>
<p style="text-align: justify;">FONTE: <a href="http://www.medicinacomplementar.com.br/tema100105.asp">www.medicinacomplementar.com.br/tema100105.asp</a></p>
<p style="text-align: justify;">REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS</p>
<p style="text-align: justify;">KEHOE, R.A. et al .:J Nutrients, 19 : 579, 1940.</p>
<p style="text-align: justify;">KENT ,J.T .: Lectures on Homeopatic Materia Medica, Join Publishing Co., New Dehli , India , …. reprint, 1982.</p>
<p style="text-align: justify;">MICHAELIS L.: The Effects of Ions in Colloidal Systems, Williams &amp; Williams Co., …..Baltimore, M.D., 1925.</p>
<p style="text-align: justify;">OSTWALD W.: Practical Colloid Chemistry, Metuen &amp; Co. Ltd., London , UK , 1926.</p>
<p style="text-align: justify;">SIMONETTI N. et al.:Eletrochemical Ag + for Preservation Use Applied and Environmental …..Microbiology , American Society for Microbiology, Washington , 1992, Vol. 58, nº 12 , pp. …..3834-3836.</p><p>The post <a href="https://ahau.org/prata-coloidal/">Prata Coloidal</a> first appeared on <a href="https://ahau.org">Instituto Ahau - Terapeutas Especializados</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Leite não, obrigado!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luiz Terapeuta]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Feb 2012 21:44:28 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O hábito de consumir leite de vaca está relacionado com a falta de ferro em crianças. Uma boa parte da população mundial é vítima de câimbras, diarreias e também de múltiplas formas de alergias. Há forte possibilidade de que seja um fator determinante na origem de arteriosclerose e ataques de coração. Em muitos lugares do [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O hábito de consumir leite de vaca está relacionado com a falta de ferro em crianças. Uma boa parte da população mundial é vítima de câimbras, diarreias e também de múltiplas formas de alergias. Há forte possibilidade de que seja um fator determinante na origem de arteriosclerose e ataques de coração.</p>
<p style="text-align: justify;">Em muitos lugares do mundo e especialmente na Ásia, África, América do Sul e Europa, há pessoas que consideram o leite de vaca inadequado para o consumo de adultos.</p>
<p style="text-align: justify;">Em 1965 a Escola de Medicina de John Hopkins levou um estudo que descobriu que 15% dos pacientes de raça branca e uns 75% de raça negra, não toleravam o consumo de leite devido á lactose. A partir de então, se iniciaram estudos a nível mundial e atualmente sabemos que essas porcentagens são muito maiores.</p>
<p style="text-align: justify;">Normalmente o ser humano perde a atividade da lactose no intestino delgado entre a idade de um ano e meio e quatro anos. Este é um acontecimento totalmente normal no processo de maturidade tanto de homens como de outros mamíferos.</p>
<p style="text-align: justify;">A natureza não nos oferece alimentos que contenham lactose, como o leite, depois do período do desmame.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando convertemos o leite em iogurte, muito da lactose é convertida em glicose ou galactose. De uma forma parecida, quando o queijo é curado, muito da lactose se converte em açúcar. É por isto que estes produtos são tolerados por pessoas que não toleram o leite.</p>
<p style="text-align: justify;">Os problemas gastro-intestinais podem ser sintomas da intolerância a lactose.</p>
<p style="text-align: justify;">Um destes sintomas é o que se origina nas paredes dos intestinos. Dada á intolerância do leite, os intestinos sangram e vertem entre um e cinco milímetros de sangue. O problema é que a quantidade de sangue é pequena para poder ser detectada nas paredes e só se pode detectar a alteração, mediante análises clínicas químicas. Estima-se que a metade dos casos de crianças com défices de ferro nos Estados Unidos se devem a este problema gastro-intestinal derivado do consumo de leite de vaca.</p>
<p style="text-align: justify;">Outra séria complicação que resulta do consumo de leite de vaca, é a nefrose. Um grupo de investigadores da Universidade de Colorado e outro da Escola de Medicina da Universidade de Miami, identificaram esta enfermidade em crianças com idades compreendidas entre os dez e quatorze anos. A nefrose é uma alteração dos rins. Esta alteração provoca uma perda permanente de proteínas que desembocam na urina. O resultado desta enfermidade é um nível baixo de proteínas no sangue.  Eventualmente resulta numa acumulação de líquidos, inchaços de mãos e pés. Algumas crianças podem inclusive, desenvolver nefrose crônica, o que pode levar à morte. Normalmente, estas crianças são tratadas com um tipo de cortisona, mas uma porcentagem destas crianças não respondeu a esse tipo de tratamento. Foi com este grupo de crianças, que se fizeram estudos nas duas Universidades Americanas. No principio, suspeitaram que o problema vinha de algum tipo de alergia. Para surpresa, descobriram que quando o leite de vaca era eliminado da sua dieta, a perda de proteínas cessava e as crianças recuperavam rapidamente. Depois da dita recuperação, se administrou novamente leite de vaca às crianças, e num período de três dias, as crianças começavam a perder novamente os níveis de proteínas no sangue.</p>
<p style="text-align: justify;">Um cardiologista estudou, em certa ocasião, os corações de mais de 1500 crianças que haviam morrido por causas acidentais, melhor dizendo: Não morreram de enfermidades.</p>
<p style="text-align: justify;">Não obstante, em muitas dessas crianças, se encontraram danos nas artérias coronárias. Quando se tratou de descobrir os fatores que determinaram a razão porque umas crianças tiveram danos nas artérias e outras não, foi comprovado que o único fator que diferenciava um grupo do outro, era a alimentação durante a infância. Descobriu-se que a maioria das crianças que haviam sido amamentadas com leite materno tinha as artérias em condições normais, por outro lado a maioria das crianças que tinham problemas arteriais, haviam sido alimentadas com leite de vaca durante a sua infância. É, portanto razoável, concluir que o leite materno e o leite de vaca foram determinantes nas mudanças das artérias das crianças.</p>
<p style="text-align: justify;">Existem evidencias que apoiam a convicção de que as crianças que se administram leite materno durante a lactação, são menos propensas a enfermar do que aquelas que não utilizam. Na década de trinta, houve outro estudo com 20.000 crianças na cidade de Chicago. Este estudo levou a cabo quando os antibióticos para eliminar as infecções bacterianas não existiam. No estudo, um grupo de crianças foi alimentado com leite materno durante os primeiros nove meses de vida; um segundo grupo foi alimentado  parcialmente com leite materno; e um terceiro grupo foi alimentado com leite de vaca pasteurizado e açucarado. À todas as crianças, foi dado suco de laranja à partir do primeiro mês, e óleo de fígado de bacalhau a partir das seis semanas. Acrescentou-se também a dieta de cereais a partir do quinto mês e vegetais a partir do sexto mês.</p>
<p style="text-align: justify;">Que aconteceu? A mortalidade das crianças alimentadas à base de leite materno foi de 1.5/1000, entretanto a mortalidade das crianças alimentadas à base de leite de vaca se situou em 84.7/1000, durante os nove primeiros meses de vida. A mortalidade por infecções gastro-intestinais foi 40 vezes superior nas crianças que não foram alimentadas com leite materno, enquanto que a mortalidade por infecções respiratórias foi 120 vezes superior.</p>
<p style="text-align: justify;">Estudos anteriores a este em diferentes cidades americanas mostravam resultados similares. As crianças alimentadas à base de leite de vaca tinham 20 vezes mais probabilidades de morrer durante os primeiros anos de vida do que os que não consumiam.</p>
<p style="text-align: justify;">Apesar de um litro de leite de vaca conter 1.200 miligramas de cálcio e um litro de leite materno conter 300 miligramas, uma criança que consuma leite materno assimila mais cálcio do que se bebesse leite de vaca. O problema é que o leite de vaca contém muito fósforo e este elemento interfere na absorção do cálcio.</p>
<p style="text-align: justify;">O leite de vaca, por mais sadio que seja, sempre está infectado com bactérias fecais que se depositam no úbere e nas mamas.</p>
<p style="text-align: justify;">A União de consumidores de EEUU. encontrou num estudo que, de 25 amostras analisadas, só 4 não estavam contaminadas com pesticidas. As outras 21 tinham resíduos de hidrocarbonatos clorados. Existem evidências de que estes hidrocarbonatos, à medida que se acumulam no corpo, podem provocar mutações que resultam em deficiência no nascimento duma criança. Estes mesmos hidrocarbonatos podem produzir câncer.</p>
<p style="text-align: justify;">A penicilina é um antibiótico muito utilizado para combater as mastites das vacas. Supostamente não se deve ordenhar as vacas, sem que tenham transcorrido 48 horas desde o tratamento da penicilina. Não obstante, esta forma não se cumpre e a penicilina aparece em pequenas quantidades no leite. Outra substância que se encontra no leite de vaca é o hormônio progesterona, que se converte em androgênios e que foi implicada como um fator que provoca acne, pelos no corpo etc&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">Diarréia, câimbras, sangue gastrintestinal, anemia, erupções cutâneas, arteriosclerose e acne são enfermidades, que segundo se sabe, estão relacionadas com o consumo de leite de vaca. Alem destas enfermidades, acredita-se que o consumo de leite de vaca pode estar relacionado com a leucemia, a esclerose múltipla, a artrite reumática e as cáries dentárias.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma revista médica inglesa, de reputação mundial, “The Lancet”, publicou um editorial intitulado “Atenção à vaca”. Ela cita uma experiência, na qual se alimentou vários chimpanzés recém nascidos, com leite de vaca não pasteurizado. Dois, dos seis chimpanzés, desenvolveram leucemia e morreram. É importante saber que o leite com que foram alimentados estava infectado com um tipo de vírus chamado de tipo C, que é uma infecção comum nas vacas e provoca um tipo de leucemia nas mesmas.</p>
<p style="text-align: justify;">É irônico saber que muitas mães dão à seus filhos leite, pensando que fortalecem os dentes, quando o que ele provoca é uma destruição nos mesmos. Este dado que foi pesquisado pelo odontologista francês Castanho, da Universidade de Pensilvânia numa de suas investigações.</p>
<p style="text-align: justify;">Frank Oski nasceu em 1923 e graduou-se na Faculdade de Medicina da Universidade de Swuartmore, EE.UU. Em 1958 obteve o seu mestrado na Universidade de Pensilvânia.</p>
<p style="text-align: justify;">Levou seus estudos de pediatria no Hospital da Universidade de Pensilvânia e mais tarde estudou Hematologia no Hospital Infantil de Harvard, Boston.</p>
<p style="text-align: justify;">Em 1963 foi eleito sócio do Departamento de Pediatria da escola de Medicina na Universidade de Pensilvânia. Mais Tarde assumiu o cargo de Professor e Reitor do Departamento de Pediatria no Centro médico da Universidade do Estado de Nova Iorque.</p>
<p style="text-align: justify;">Em 1985 se encarregou do Departamento de Pediatria na Escola de Medicina da Universidade de John Hopkins.</p><p>The post <a href="https://ahau.org/naoleite-0-html/">Leite não, obrigado!</a> first appeared on <a href="https://ahau.org">Instituto Ahau - Terapeutas Especializados</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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