<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>diabetes - Instituto Ahau - Terapeutas Especializados</title>
	<atom:link href="https://ahau.org/tag/diabetes/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://ahau.org</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Thu, 02 Mar 2023 05:00:03 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.9.4</generator>
<site xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">168974407</site>	<item>
		<title>Alimentos para diabéticos</title>
		<link>https://ahau.org/alimentos-para-diabeticos/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=alimentos-para-diabeticos</link>
					<comments>https://ahau.org/alimentos-para-diabeticos/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luiz Terapeuta]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Jun 2014 23:48:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Fique Atento]]></category>
		<category><![CDATA[Fique sabendo]]></category>
		<category><![CDATA[Vivendo Melhor]]></category>
		<category><![CDATA[alimentos de controle da glicemia]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[glicemia alta]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://ahau.org/?p=3255</guid>

					<description><![CDATA[<p>1.    Canela Todos nós reconhecemos a canela, essa maravilhosa especiaria, mas você sabia que a canela pode regular o açúcar no sangue  em pessoas com diabetes? A Associação Americana de Diabetes, Diabetes Care, mostrou que, após 40 dias de uso, a canela reduziu os níveis de açúcar no sangue nos participantes do teste em até [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://ahau.org/alimentos-para-diabeticos/">Alimentos para diabéticos</a> first appeared on <a href="https://ahau.org">Instituto Ahau - Terapeutas Especializados</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h4 style="text-align: justify;"><strong><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-4713 alignleft" src="https://ahau.org/wp-content/uploads/2014/06/alimentos-para-diabéticos.jpg" alt="alimentos-para-diabéticos" width="492" height="352" srcset="https://ahau.org/wp-content/uploads/2014/06/alimentos-para-diabéticos.jpg 780w, https://ahau.org/wp-content/uploads/2014/06/alimentos-para-diabéticos-300x215.jpg 300w, https://ahau.org/wp-content/uploads/2014/06/alimentos-para-diabéticos-768x549.jpg 768w" sizes="(max-width: 492px) 100vw, 492px" />1.    Canela</strong></h4>
<p style="text-align: justify;">Todos nós reconhecemos a canela, essa maravilhosa especiaria, mas você sabia que a canela pode regular o açúcar no sangue  em pessoas com diabetes? A Associação Americana de Diabetes, Diabetes Care, mostrou que, após 40 dias de uso, a canela reduziu os níveis de açúcar no sangue nos participantes do teste em até 26 por cento.</p>
<h4 style="text-align: justify;"><strong>2.    Sementes de feno-grego</strong></h4>
<p style="text-align: justify;">O feno-grego é uma especiaria picante que algumas pessoas dizem que tem um gosto um pouco parecido com o  alcaçuz. Torrado e adicionado sobretudo, a saladas ou como cereais, ou tomado em forma de pó, feno-grego pode diminuir os níveis de glicose no sangue. O feno-grego  também afina o sangue, por isso o cuidado deve ser tomado se você também usa medicamentos para afinar o sangue como varfarina ou aspirina.</p>
<h4 style="text-align: justify;"><strong>3.    Ginseng</strong></h4>
<p style="text-align: justify;">O ginseng americano, conforme relatado no eCAM estudo publicado &#8220;Ginseng em Hiperglicemia: Efeitos e mecanismos&#8221;,  pode reduzir tanto o jejum e pós-prandial de glicose no sangue. Ainda não é totalmente claro, mas estudos preliminares sugerem que a erva aumenta a produção de insulina e diminui a morte das células beta pancreáticas. A raiz de ginseng pode ser tomado como um suplemento, ou pode ser adicionada à dieta do chá. Também afina o sangue, ginseng deve ser tomado com cuidado por pessoas  que utilizam medicamentos para afinar o sangue ou aqueles com doença auto-imune.</p>
<h4 style="text-align: justify;"><strong>4.    Brócolis</strong></h4>
<p style="text-align: justify;">Um dos alimentos para diabéticos que contém o cromo mostrou  ajudar a estabilizar o açúcar no sangue, e com uma única porção nas <a href="https://ahau.org/saude-intestinal/">refeiçõe</a>s principalmente, com  brócolis, de acordo com a alimentos mais saudáveis do mundo, 53 por cento da Ingestão Dietética de Referência (DRI) de cromo, que é uma das melhores fontes naturais. Brócolis também é rico em fibras, o que o torna um ganha-ganha para as pessoas que tentam reverter diabetes.</p>
<h4 style="text-align: justify;"><strong>5.    Aveia</strong></h4>
<p style="text-align: justify;">Fibra está no topo da lista de substâncias para <a href="https://www.tuasaude.com/como-medir-a-glicemia/">baixar a glicose no sangue </a>do diabéticos.  A aveia é também rica em magnésio.</p>
<h4 style="text-align: justify;"><strong>6.    Amendoins</strong></h4>
<p style="text-align: justify;">Amendoim e manteiga de amendoim foram comprovados para diminuir os níveis de açúcar no sangue, portanto, estabiliza o açúcar no sangue, protege o pâncreas a partir do excesso de trabalho, ainda sim, Nozes têm o mesmo efeito, mas o amendoim são fáceis de adicionar à sua dieta. Atire alguns sobre seu cereal de manhã ou em seu  almoço.</p>
<p>Os alimentos para diabéticos devem ser utilizados com moderação e acompanhamento por um especialista da área da saúde.</p><p>The post <a href="https://ahau.org/alimentos-para-diabeticos/">Alimentos para diabéticos</a> first appeared on <a href="https://ahau.org">Instituto Ahau - Terapeutas Especializados</a>.</p>]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://ahau.org/alimentos-para-diabeticos/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>25</slash:comments>
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">3255</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Vitamina D e o Sol</title>
		<link>https://ahau.org/vitamina-d-e-o-sol/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=vitamina-d-e-o-sol</link>
					<comments>https://ahau.org/vitamina-d-e-o-sol/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luiz Terapeuta]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 Mar 2013 22:50:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Fique Atento]]></category>
		<category><![CDATA[Fique sabendo]]></category>
		<category><![CDATA[Vivendo Melhor]]></category>
		<category><![CDATA[câncer da mama]]></category>
		<category><![CDATA[câncer da próstata]]></category>
		<category><![CDATA[depressão]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[obesidade]]></category>
		<category><![CDATA[osteoporose]]></category>
		<category><![CDATA[raquitismo]]></category>
		<category><![CDATA[vitamina d]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.ahau.org/?p=3162</guid>

					<description><![CDATA[<p>Vitamina D e o sol evita a depressão, osteoporose, câncer da próstata, câncer da mama e, até mesmo efeitos do diabetes e obesidade. A vitamina D é talvez o nutriente mais subestimado no mundo da nutrição, provavelmente porque, é “gratuita” e seu corpo a produz quando a luz solar atinge a sua pele. As empresas [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://ahau.org/vitamina-d-e-o-sol/">Vitamina D e o Sol</a> first appeared on <a href="https://ahau.org">Instituto Ahau - Terapeutas Especializados</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Vitamina D e o sol evita a depressão, osteoporose, câncer da próstata, câncer da mama e, até mesmo efeitos do diabetes e obesidade. A vitamina D é talvez o nutriente mais subestimado no mundo da nutrição, provavelmente porque, é “gratuita” e seu corpo a produz quando a luz solar atinge a sua pele. As empresas farmacêuticas não podem lhe vender a luz solar, por isso não há promoção dos seus benefícios à saúde.</p>
<h4 style="text-align: justify;"><img decoding="async" class=" wp-image-4738 alignleft" src="https://ahau.org/wp-content/uploads/2013/03/vitamina-d-e-o-sol.jpg" alt="vitamina-d-e-o-sol" width="499" height="281" srcset="https://ahau.org/wp-content/uploads/2013/03/vitamina-d-e-o-sol.jpg 768w, https://ahau.org/wp-content/uploads/2013/03/vitamina-d-e-o-sol-300x169.jpg 300w" sizes="(max-width: 499px) 100vw, 499px" />A maioria das pessoas não sabe destes fatos verdadeiros sobre a vitamina D:</h4>
<p style="text-align: justify;">1. A vitamina D e o sol é produzida pela pele em resposta à exposição e radiação ultravioleta da luz solar natural.</p>
<p style="text-align: justify;">2. Os saudáveis raios de luz solar natural que geram a vitamina D em sua pele não atravessam o vidro e, por isto, seu organismo não produz vitamina D quando você esta no carro, escritório ou em sua casa.</p>
<p style="text-align: justify;">3. É quase impossível conseguir quantidades adequadas de vitamina D a partir da dieta. A exposição à luz solar é a única maneira confiável para seu corpo dispor de vitamina D.</p>
<p style="text-align: justify;">4. Seria necessária a ingestão diária de dez copos grandes de leite enriquecido com vitamina D para obter os níveis mínimos necessários de vitamina D.</p>
<p style="text-align: justify;">5. Quanto maior a distância da linha do equador e o lugar onde você vive, maior será a exposição ao sol necessária para gerar vitamina D, pois depende do ângulo de incidência dos raios solares, sendo assim, Canadá, Reino Unido, a maior parte dos EUA estão longe do equador e maior parte do Brasil está perto do equador.</p>
<p style="text-align: justify;">6. Pessoas com a pigmentação escura da pele podem precisar de 20-30 vezes mais exposição à luz solar do que pessoas de pele clara para gerar a mesma quantidade de vitamina D. Por isto, também, o câncer de próstata é muito frequente entre homens negros &#8211; é a simples deficiência generalizada de luz solar.</p>
<h5 style="text-align: justify;">7. Níveis suficientes de vitamina D são essenciais para a absorção de cálcio nos intestinos. Sem vitamina D suficiente, seu corpo não pode absorver o cálcio, tornando os suplementos de cálcio inúteis.</h5>
<p style="text-align: justify;">8. A deficiência crônica de vitamina D não pode ser revertida do rapidamente. São necessários meses de suplementação de vitamina D e de exposição à luz solar para “reconstruir” os ossos e o sistema nervoso.</p>
<p style="text-align: justify;">9. Mesmo filtros solares fracos (FPS = 8) bloqueiam em 95% a capacidade do seu corpo de gerar vitamina D. É por isto que o uso constante de protetores solares provocam deficiência crítica de vitamina D.</p>
<p style="text-align: justify;">10. A exposição à luz solar não gera a produção excessiva de vitamina D em seu corpo, porque ele se auto-regula e produz apenas a quantidade que necessita.</p>
<p style="text-align: justify;">11. Se a pressão firme do seu osso esterno dói, você pode estar sofrendo de deficiência crônica de vitamina D.</p>
<p style="text-align: justify;">12. A vitamina D é “ativada” pelos rins e fígado, antes de ser usada pelo organismo e, por isto, doenças renais ou hepáticas podem prejudicar muito a ativação da vitamina D circulante.</p>
<p style="text-align: justify;">13. A indústria de protetores solares não quer que você saiba da necessidade de exposição ao sol, porque esta revelação significaria a queda nas vendas de seus produtos.</p>
<p style="text-align: justify;">14. A vitamina D é um poderoso “remédio” que o seu próprio corpo produz inteiramente de graça e sem necessidade de prescrição médica!</p>
<p style="text-align: justify;">15. Algumas substâncias denominadas “antioxidantes” aceleram muito a capacidade do organismo para lidar com luz <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Luz">solar</a>, sem que ela nos provoque danos, também permitem que você fique exposto ao sol duas vezes mais tempo sem danos. Um exemplo de tais antioxidantes é a astaxantina, poderoso “filtro solar interno”. Outras fontes de antioxidantes similares são algumas frutas (açaí, romã, mirtilo, etc.), algumas algas e alguns crustáceos do mar (camarão, “krill”, etc.)</p>
<h4 style="text-align: justify;">Doenças e condições causadas pela deficiência de vitamina D:</h4>
<p style="text-align: justify;">. A osteoporose é geralmente causada por falta de vitamina D que provoca deficiência na absorção de cálcio.</p>
<p style="text-align: justify;">. A deficiência de vitamina D na infância causa o raquitismo, falta de calcificação dos ossos.</p>
<p style="text-align: justify;">. A deficiência de vitamina D e o sol, pode agravar o diabetes tipo 2 e prejudicar a produção de insulina pelo pâncreas.</p>
<p style="text-align: justify;">. Bebês que recebem a suplementação de vitamina D (2.000 unidades por dia) têm um risco 80% menor de desenvolver diabetes tipo 1 durante os próximos vinte anos.</p>
<p style="text-align: justify;">. A obesidade prejudica a utilização da vitamina D no organismo e obesos precisam de duas vezes mais vitamina D, ainda sim;</p>
<p style="text-align: justify;">. A depressão, a esquizofrenia e os cânceres de próstata, de mama ovário e de cólon são frequentes em pessoas com deficiência de vitamina D, portanto, níveis normais de vitamina D previnem estas doenças, em contra partida,</p>
<h5 style="text-align: justify;">. O risco de desenvolver doenças graves como diabetes e câncer é reduzido de 50% a 80% através da exposição simples, à luz solar natural 2 a 3 vezes por semana.</h5>
<p style="text-align: justify;">. A depressão sazonal de inverno, muito comum nos países de clima temperado, é causada por um desequilíbrio da melatonina, devido à menor de exposição ao sol.</p>
<p style="text-align: justify;">. A vitamina D é utilizada no tratamento da psoríase, doença inflamatória crônica da pele.</p>
<p style="text-align: justify;">. Deficiência crônica de vitamina D é muitas vezes diagnosticada erradamente como fibromialgia, do mesmo modo, porque  seus sintomas são muito semelhantes como, fraqueza muscular e dores.</p>
<p style="text-align: justify;">Estatística chocante! São deficientes em vitamina D: 40% da população dos EUA, 32% dos médicos e estudantes de medicina, 42% das mulheres afro-americanas em idade fértil, 48% das meninas de 9 a 11 anos, até 60% dos pacientes de hospitais, até 80% dos pacientes do lar de idosos e 76% das mulheres grávidas e 81% das crianças delas nascidas, as quais terão, mais tarde na vida, maior predisposição ao diabete tipo 1, à artrite, à esclerose múltipla e à esquizofrenia.</p>
<h4 style="text-align: justify;">O que você pode fazer:</h4>
<p style="text-align: justify;"><a href="https://ahau.org/team/luiz-sequeira-0-html/">A exposição sensível à luz solar natural</a> é a estratégia mais simples, mais fácil e ainda uma das mais importantes para melhorar a saúde. Se mais pessoas lessem estas informações, poderíamos reduzir drasticamente as taxas de várias doenças crônicas. A exposição à luz solar é realmente uma das terapias mais poderosas. Não há nenhuma droga, nenhum procedimento cirúrgico ou de alta tecnologia que chegue sequer perto do surpreendente efeito saudável da luz natural. E o melhor: você pode obtê-lo gratuitamente!!!</p>
<p>(Compilado por Mike Adams, com base em uma entrevista com o Dr. Michael Holick, autor do livro “The UV Advantage)</p><p>The post <a href="https://ahau.org/vitamina-d-e-o-sol/">Vitamina D e o Sol</a> first appeared on <a href="https://ahau.org">Instituto Ahau - Terapeutas Especializados</a>.</p>]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://ahau.org/vitamina-d-e-o-sol/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>14</slash:comments>
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">3162</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Os 12 Sais de Schussler e suas propriedades</title>
		<link>https://ahau.org/sais-de-schussler/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=sais-de-schussler</link>
					<comments>https://ahau.org/sais-de-schussler/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luiz Terapeuta]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 24 Mar 2012 00:20:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Fique sabendo]]></category>
		<category><![CDATA[Vivendo Melhor]]></category>
		<category><![CDATA[amidalite]]></category>
		<category><![CDATA[anemia]]></category>
		<category><![CDATA[ansiedade]]></category>
		<category><![CDATA[cálculos biliares]]></category>
		<category><![CDATA[cálculos renais]]></category>
		<category><![CDATA[cáries]]></category>
		<category><![CDATA[cefaleias]]></category>
		<category><![CDATA[cistites]]></category>
		<category><![CDATA[cólicas]]></category>
		<category><![CDATA[depressão]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[diarreias]]></category>
		<category><![CDATA[doença de unha]]></category>
		<category><![CDATA[doenças]]></category>
		<category><![CDATA[dor ciática]]></category>
		<category><![CDATA[dores articulares]]></category>
		<category><![CDATA[enxaquecas]]></category>
		<category><![CDATA[erupções cutâneas]]></category>
		<category><![CDATA[estresse]]></category>
		<category><![CDATA[faringite]]></category>
		<category><![CDATA[homeopatia]]></category>
		<category><![CDATA[irritabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[melhora da circulação sanguinea]]></category>
		<category><![CDATA[meteorismo]]></category>
		<category><![CDATA[minerais]]></category>
		<category><![CDATA[nervosismo]]></category>
		<category><![CDATA[os 12 sais de]]></category>
		<category><![CDATA[osteoporose]]></category>
		<category><![CDATA[prisão de ventre]]></category>
		<category><![CDATA[psoriase]]></category>
		<category><![CDATA[reumatismo]]></category>
		<category><![CDATA[sais de schussler]]></category>
		<category><![CDATA[sais de schussler o que é?]]></category>
		<category><![CDATA[schussler]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento com sais de schussler]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.ahau.org/?p=2097</guid>

					<description><![CDATA[<p>Os 12 Sais de Schussler: Nº1 Calcarea fluorica (Calcium fluoratum) D6O Sal “da elasticidade” – pele, unhas e ossos Nº 2 Calcarea phosphorica (Calcium phosphoricum) D6 O sal “dos ossos e dentes” Nº 3 Ferrum phosphoricum D12 O sal “de primeira linha” Nº 4 Kalium muriaticum (Kalium chloratum) D6 O sal “das mucosas” Nº 5 [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://ahau.org/sais-de-schussler/">Os 12 Sais de Schussler e suas propriedades</a> first appeared on <a href="https://ahau.org">Instituto Ahau - Terapeutas Especializados</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong>Os 12 Sais de Schussler:<img decoding="async" class="size-full wp-image-4805 alignleft" src="https://ahau.org/wp-content/uploads/2012/03/sais-de-schussler-1.jpg" alt="sais-de-schussler" width="420" height="286" srcset="https://ahau.org/wp-content/uploads/2012/03/sais-de-schussler-1.jpg 420w, https://ahau.org/wp-content/uploads/2012/03/sais-de-schussler-1-300x204.jpg 300w" sizes="(max-width: 420px) 100vw, 420px" /></strong></p>
<p>Nº1 Calcarea fluorica (Calcium fluoratum) D6O Sal “da elasticidade” – pele, unhas e ossos</p>
<p>Nº 2 Calcarea phosphorica (Calcium phosphoricum) D6 O sal “dos ossos e dentes”</p>
<p>Nº 3 Ferrum phosphoricum D12 O sal “de primeira linha”</p>
<p>Nº 4 Kalium muriaticum (Kalium chloratum) D6 O sal “das mucosas”</p>
<p>Nº 5 Kalium phosphoricum D6 O sal “dos nervos e da mente”</p>
<p>Nº 6 Kalium sulphuricum D6 O sal “da inflamação crônica”</p>
<p>Nº 7 Magnesia phosphorica D6 O sal “da dor e da cólica”</p>
<p>Nº 8 Natrum muriaticum (Natrum chloratum) D6 O sal “do balanço hídrico”</p>
<p>Nº 9 Natrum phosphoricum D6 O sal “do equilíbrio ácido básico”</p>
<p>Nº 10 Natrum sulfuricum D6 O sal “da excreção”</p>
<p>Nº 11 Silicea D12 O sal “da beleza”</p>
<p>Nº 12 Calcarea sulphurica (Calcium sulfuricum) D6 O sal “purificante”</p>
<h4>As Indicações dos 12 Sais de Schussler</h4>
<h4 style="text-align: justify;">Calcarea fluorica (Calcium fluoratum) D6</h4>
<p style="text-align: justify;">Encontra-se no esmalte dos dentes, nos ossos e nas células da epiderme, sobretudo onde exista tecido elástico. O agente descarga o aparelho circulatório e fortalece os pequenos vasos sanguíneos. Além disso, estimula a reabsorção dos endurecimentos vasculares.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Indicações Terapêuticas:</h4>
<p style="text-align: justify;">Perda de elasticidade dos vasos sanguíneos (hemorroidas, varizes, arteriosclerose). Doenças ósseas e dentárias (propensão a cáries, etc), lesões discais, moléstias articulares, raquitismo infantil, endurecimento dos tecidos e glândulas, debilidade postural, envelhecimento prematuro da pele.</p>
<p style="text-align: justify;">Também se discute a conveniência de administrar Calcium fluoratum como agente de apoio em todas as doenças tumorais. Atua lentamente e deve-se tomar durante longos períodos de tempo.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Calcarea phosphorica (Calcium phosphoricum) D6</h4>
<p style="text-align: justify;">É o sal mais abundante no organismo humano. É o agente bioquímico responsável pela construção e o fortalecimento de todas as estruturas do organismo; fundamentalmente configura a massa óssea dura, ainda que está presente em todas as células. Calcium phosphoricum actua sobre as membranas celulares limitantes e intervém na síntese proteica.</p>
<p style="text-align: justify;">Como o Calcium fluoratum, recomenda-se administrar de preferência com o Calcium phosphoricum, está indicado em todas as doenças ósseas e dentárias, fracturas complicadas que demoram a soldar, anemia, processos pulmonares, alterações de tipo nervoso, astenia, transtornos do sono (especialmente em lactentes, durante a infância e em épocas de desenvolvimento e crescimento). Também se administra nos transtornos menstruais, durante a gravidez e na convalescença. Calcium phosphoricum é um agente bioquímico de efeito lento que se recomenda tomar durante longos períodos de tempo. O agente é ideal para pessoas anêmicas, pálidas, de aspecto adoentado; os seus sintomas acentuam-se pela noite e podem piorar em condições de repouso.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Calcarea sulphurica (Calcium sulfuricum) D6</h4>
<h4 style="text-align: justify;">Indicações <a href="https://ahau.org/team/luiz-sequeira-0-html/">Terapêuticas</a>:</h4>
<p style="text-align: justify;">Encontra-se no fígado e vesícula biliar. Assim como a Silicea, tem uma grande utilidade em todos os processos purulentos. Aumenta a coagulação sanguínea e estimula o metabolismo.</p>
<h4 style="text-align: justify;"><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Homeopatia">Indicações Terapêuticas:</a></h4>
<p style="text-align: justify;">Abcessos, furúnculos, antrax, inflamações do tecido conjuntivo, amigdalites purulentas, catarro brônquico purulento, cistite e nefrite, resfriado crônico que afeta os seios nasais com secreções purulentas, sanguinolentas e fétidas; fístulas anais, reumatismo crônico e, finalmente, também em pacientes com insônia, perda de memória e vertigo.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Ferrum phosphoricum D12</h4>
<p style="text-align: justify;">A importância do ferro (Ferrum) no organismo é essencial e não há dúvida do papel vital que desempenha no nosso organismo. O ferro não só é um componente imprescindível da hemoglobina como se encontra em todas as células, intervém em múltiplos processos enzimáticos e exerce funções importantes nos mecanismos de defesa frente às infecções. Na infância é necessário para um crescimento normal. Pela mesma razão é imprescindível também durante a menstruação, na gestação e no período de latência. A proporção de ferro no organismo é de 4 a 5 gramas, de que três quartas partes correspondem à hemoglobina.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Indicações Terapêuticas:</h4>
<p style="text-align: justify;">É o agente bioquímico para todas as doenças súbitas e para todos os processos inflamatórios e febris em estado inicial. Está indicado em doenças infantis, estados anêmicos, dores, feridas, hemorragias, contusões, distorções articulares, sobrecargas físicas, alterações da perfusão sanguínea com sintomas reumatoides, gastrite catarral aguda com dor e vômitos e diarreias estivais acompanhadas de febre.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Kalium muriaticum (Kalium chloratum) D6</h4>
<p style="text-align: justify;">O potássio faz parte de todas as células, sobretudo leucócitos e eritrócitos. Como o sódio, possui efeitos fisiológicos específicos sobre a excitabilidade nervosa e muscular. Além disso intervém na síntese proteica e na utilização dos hidratos de carbono (efeito ativador do metabolismo). Em conjunto pode-se afirmar que o potássio é um componente imprescindível do organismo. O deficit de potássio causa alterações patológicas em diversos tecidos (músculo cardíaco e músculos esqueléticos, entre outros).</p>
<h4 style="text-align: justify;">Indicações Terapêuticas:</h4>
<p style="text-align: justify;">Kalium chloratum está considerado em bioquímica como o agente principal no tratamento anticatarral de diversos órgãos e mucosas e nos catarros acompanhados de secreções fibrinosas-espessas (segundo estádio de inflamação) que formam uma massa branca, branca fina ou branca viscosa, tanto se se trata de placas brancas finas na pele ou membranas sólidas de cor branca localizadas nas mucosas. Prescreve-se principalmente Kalium chloratum para o tratamento de afecções otorrinolaringológicas (ORL) e oculares caracterizadas por inflamação fibrinosa, também em processos pulmonares e pleurite fibrinosa, bronquite, reumatismo, tendovaginite, verrugas, reações de vacinas, queimaduras, etc.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Kalium phosphoricum D6</h4>
<p style="text-align: justify;">É o sal orgânico mais significativo para a célula e é particularmente importante para o soro, os leucócitos, os distintos tecidos do organismo e as células cerebrais, nervosas e musculares. O deficit de potássio produz esgotamento destes órgãos, em ocasiões acompanhado de transtornos psíquicos, ânimo depressivo, ansiedade, abatimento e perda de memória.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Indicações Terapêuticas:</h4>
<p style="text-align: justify;">Kalium phosphoricum é o agente funcional bioquímico de mais utilidade no tratamento das doenças agudas e crônicas e estados de esgotamento. Está indicado em estados nervosos, depressões, esgotamento. Melancolia, histeria, insônia de origem nervosa, apatia intelectual, perda da memória, debilidade muscular, lombalgias, alterações cardíacas de tipo nervoso, sensação de ansiedade com palpitações (síndrome do pânico), etc. assim como medida de apoio no tratamento das cardiopatias orgânicas, em hemorragias, paresias, perda de força em processos infecciosos, estados infecciosos e inflamatórios com secreções fétidas (&#8220;antisséptico interno”).</p>
<h4 style="text-align: justify;">Kalium sulphuricum D6</h4>
<p style="text-align: justify;">Encontra-se nas células da epiderme e células epiteliais da pele e mucosas, normalmente junto ao ferro, que o apoia na sua função de transporte de oxigênio na célula e de que se serve para ativar o metabolismo celular. Kalium sulphuricum é para o terceiro estádio de inflamatório com secreções viscosas amareladas, já que o Ferrum phosphoricum é para o primeiro estádio de inflamação (inflamação seca sem secreção) e Natrum muriaticum (Kalium chloratum) para o segundo estádio de inflamação (secreções viscosas).</p>
<h4 style="text-align: justify;">Indicações Terapêuticas:</h4>
<p style="text-align: justify;">Em inflamações crônicas de todo o tipo, afecções cutâneas descamativas, catarros de mucosa purulentos crónicos (nariz, ouvidos, faringe, brônquios, conjuntiva, etc.); também em catarros gastrointestinais, hepatite, nefrite, dor articular reumática e, em geral, para a estimulação de todos os processos de eliminação e desintoxicação. O paciente apresenta um estado anímico dominado pela melancolia e pela ansiedade; os sintomas acentuam até ao entardecer e habitações muito tempo fechadas; alivia e melhora em espaços abertos com ar puro e fresco.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Magnesia phosphorica D6</h4>
<p style="text-align: justify;">É o analgésico e antiespasmódico bioquímico por excelência. O magnésio ocupa o segundo lugar em importância depois do potássio entre os sais minerais do organismo humano. Aproximadamente a metade encontra-se no esqueleto, um terço no sistema muscular e o resto reparte-se entre nervos, cérebro, medula espinal, eritrócitos, fígado e glândulas tiroides. O magnésio intervém em múltiplos processos enzimáticos. Possui propriedades antitrombóticas e antialérgicas e influi sobre a excitabilidade neuromuscular e a função cardíaca (prevenção do enfarto do miocárdio, entre outros). O magnésio diminui o metabolismo basal e reduz os níveis de colesterolemia.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Indicações Terapêuticas:</h4>
<p style="text-align: justify;">Quadros espasmódicos de todo o tipo, cólicas e algias, neuralgias em todo o corpo, sensação de opressão na região cardíaca e tendência a enxaqueca. O seu efeito é destacável no tratamento de quadros clínicos do tipo cólica, flatulência, meteorismo, problemas da dentição e tosse convulsa em crianças e diarreias aquosas acompanhadas de dor abdominal.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Natrum muriaticum (Natrum chloratum) D6</h4>
<p style="text-align: justify;">Dos sais sódicos do organismo, o Natrum chloratum é o que tem a maior importância biológica. É absolutamente vital (essencial). Enquanto que o potássio está localizado na sua maior parte nas células, aproximadamente a metade do sódio se encontra no líquido extracelular e outro terço nos ossos e tecidos cartilaginosos. No estômago e no rim também existem concentrações intracelulares de sódio relativamente altas.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Indicações Terapêuticas:</h4>
<p style="text-align: justify;">Anemia, clorose, anorexia, perda de peso, catarro das mucosas com secreção serosa, catarro gastrointestinal acompanhado de diarreia aquosa, hipoacidez, hipo galactose no puerpério, obstipação por atonia intestinal, hemorroidas, sensação de formigamento e entumescimento das extremidades, erupções cutâneas e exsudativas, dor reumática, cefaleias, enxaquecas, lacrimação, ptialismo, neurastenia, histeria e falta de iniciativa. Piora os sintomas pela manhã, por esforço psíquico e clima úmido-frio. Muita sede, apetência por comidas salgadas; melhora com ar quente e seco ou também com ar puro mais fresco.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Natrum phosphoricum D6</h4>
<p style="text-align: justify;">Está muito estendido por todo o organismo: em células nervosas, nos músculos, nos eritrócitos e no tecido conjuntivo. Mantém o ácido úrico em solução para a eliminação através do rim. Natrum phosphoricum é importante para a eliminação dos produtos metabólicos. Também desempenha uma função essencial na troca de ácido carbônico (efeito tampão) e no metabolismo do ácido láctico que o organismo produz a partir do glucógeno com o trabalho muscular.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Indicações Terapêuticas:</h4>
<p style="text-align: justify;">Natrum phosphoricum é um agente neutralizador de eficácia provada nas hiperacidoses de todo o tipo. Tem aplicação no tratamento de doenças agudas e crônicas (sobretudo em crianças) por transtornos metabólicos, excesso de ácido clorídrico, pirose, vômitos ácidos, diarreias de fermentação, no reumatismo, ciática e gota. Também está indicado em adenites, inflamações oculares, amigdalites, faringites com eructos azedos, cistites, cálculos renais e biliares e erupções cutâneas com secreções amarelas de consistência cremosa.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Natrum sulfuricum D6</h4>
<p style="text-align: justify;">Não se encontra nas células como nos líquidos tecidulares. Tem por missão descongestionar o organismo, eliminar toxinas do metabolismo, desintoxicar o organismo e activar o fluxo biliar.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Indicações Terapêuticas:</h4>
<p style="text-align: justify;">Em todas as doenças dos órgãos de excreção (fígado, vesícula biliar, rim, bexiga); também em erupções cutâneas, feridas antigas, úlceras exsudativas das pernas, edemas, infecções gripais e moléstias reumáticas. Natrum sulphuricum está indicado em pacientes com sensação permanente de frio que não aquecem mesmo tapados. São irritáveis, indiferentes e depressivos. Os sintomas, que em muitos casos apresentam-se periodicamente, são mais acentuados pela manhã, em dias úmidos e em ambientes úmidos (em casa). As secreções são aquosas e de cor verde-amarela.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Silicea D12</h4>
<p style="text-align: justify;">É imprescindível ao organismo (essencial) como componente do tecido conjuntivo. Silicea é importante para a constituição da pele e mucosas e para o crescimento de unhas, cabelo e ossos. Aumenta a capacidade de resistência e a resistência mecânica dos tecidos (&#8220;cosmético bioquímico”). Os pulmões, os gânglios linfáticos e as glândulas suprarrenais contêm quantidades importantes de Silicea. O silício, como componente principal da Silicea, é depois do oxigênio o segundo elemento mais frequente na superfície terrestre. Silicea está relacionado de forma especial com o metabolismo do cálcio. O ácido silícico intervém junto a outras substâncias na assimilação do cálcio contido nos alimentos. Ativa a formação do colágeno e estimula a atividade dos fagócitos (&#8220;células devoradoras”), tão importantes para a defesa do organismo frente às infecções.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Indicações Terapêuticas:</h4>
<p style="text-align: justify;">Silicea, juntamente com Calcium sulphuricum, o meio principal contra as inflamações agudas e crônicas supurativas de todo o tipo. Também está indicada nos casos de paredes vasculares distendidas (varizes, hemorroidas, etc), doenças das unhas e cabelo, adenite e endurecimentos ganglionares, processos de cicatrização, fístulas ósseas, cáries, raquitismo, treçolhos e suores noturnos. Ativa a reabsorção de hematomas e derrames e reduz níveis sanguíneos de ácido úrico (ver também Natrum phosphoricum).</p>
<h4 style="text-align: justify;">Repertório &#8211; Sais de Schüssler</h4>
<h4 style="text-align: justify;">Acidez gástrica</h4>
<p style="text-align: justify;">Natrum phosphoricum D6: na hiperacidez – 1 comprimido depois de cada refeição.<br />
Natrum chloratum D6: no déficit de ácidos gástricos – 1 comprimido 6 vezes ao dia antes das refeições.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Acne juvenil</h4>
<p style="text-align: justify;">Natrum phosphoricum D6: 1 comprimido 6 vezes ao dia durante um período de tempo prolongado.<br />
Silicea D6: em pústulas purulentas – 1 comprimido 5 vezes ao dia.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Acúfenos</h4>
<p style="text-align: justify;">Calcium fluoratum D6 + Silicea D6: 1 comprimido 5 vezes ao dia a longo prazo.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Alterações cardíacas nervosas</h4>
<p style="text-align: justify;">Kalium phosphoricum D6: 1 comprimido 5 vezes ao dia a longo prazo.<br />
Magnesium phosphoricum D6: Como tranquilizante em afecções cardíacas mais intensas, palpitações, etc. 1 comprimido dissolvido em água quente cada 10 minutos.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Aftas (fungos, muguet, inflamação da mucosa bucal)</h4>
<p style="text-align: justify;">Ferrum phosphoricum D6: 1 comprimido 5 vezes por dia.<br />
Kalium chloratum D6: em mucosas com saburra de cor branca ou branco brilhante. 1 comprimido em cada hora.<br />
Kalium phosphoricum D6: em saburras com bordas de cor vermelha nas comissuras dos lábios, sem saburra lingual – 1 comprimido cada hora.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Alergias, prevenção de, respiratórias</h4>
<p style="text-align: justify;">Ferrum phosphoricum D6 – tomar na 1ª e 2ª semana.<br />
Magnesium phosphoricum D6 – tomar na 3ª e 4ª semana.<br />
Kalium sulfuricum D6 – tomar na 5ª e 6ª semana.<br />
2 comprimidos em jejum e antes de deitar.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Alopecia</h4>
<p style="text-align: justify;">Natrum clorathum D6 + Silicea D6 + Kalium phosphoricum: 1 comprimido 4 vezes ao dia, a longo prazo.<br />
Ferrum phosphoricum D6: 1 comprimido 3 vezes ao dia.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Ambliopia</h4>
<p style="text-align: justify;">Natrum chloratum D6: Na debilidade nervosa geral – 1 comprimido 3 vezes ao dia.<br />
Silicea D6: em ambliopias que aparecem ao mínimo esforço 1 a 2 comprimidos 3 vezes ao dia a longo prazo.<br />
Natrum chloratum D6: em lágrimas e dor ocular que aparece ao ler – 1 comprimido 6 vezes ao dia.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Amigdalite</h4>
<p style="text-align: justify;">Natrum phosphoricum D6 + Ferrum phosphoricum D6: Em casos agudos e crônicos – 1 comprimido cada 3 em 3 horas.<br />
Magnesium phosphoricum D6: Nas amigdalites crônicas – 1 comprimido diluído em água quente 4 vezes ao dia a longo prazo.<br />
Silicea D6: em amigdalites purulentas – 1 comprimido cada 2 horas.<br />
Calcium sulfuricum D6: 1 comprimido 3 vezes ao dia a longo prazo.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Anemia</h4>
<p style="text-align: justify;">Ferrum phosphoricum D6 + Calcium phosphoricum D6: 2 comprimidos 3 vezes ao dia.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Anorexia</h4>
<p style="text-align: justify;">Kalium phosphoricum D6: Em transtornos psíquicos nervosos – 1 comprimido cada 3 horas.<br />
Calcium phosphoricum D6 + Natrum chloratum D6: em casos de debilidade geral, anemia, produção deficiente de sucos gástricos, náusea, vômitos – 1 comprimido 3 vezes ao dia, respectivamente.<br />
Natrum phosphoricum D6: em hiperacidez, pirose, gastralgias depois de comer (pós-prandial).<br />
Kalium chloratum D6: em casos de afecção hepática, língua branca-escura, bulimia – 1 comprimido 3 vezes ao dia.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Arteriosclerose (calcificação das artérias)</h4>
<p style="text-align: justify;">Calcium fluoratum D6: o agente mais importante, se procede, tratamento a longo prazo – 1 comprimido 3 vezes ao dia.<br />
Silicea D12: Impede a progressão da arteriosclerose – 1 comprimido 3 vezes ao dia a longo prazo.<br />
Magnesium phosphoricum D6: no aparecimento de moléstias cardíacas espasmódicas – 1 comprimido 5 vezes por dia.<br />
Kalium phosphoricum D6: em estados de ansiedade, opressão cardíaca, fases depressivas – 1 comprimido por dia.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Asma (asma brônquica)</h4>
<p style="text-align: justify;">Kalium phosphoricum D6: no ataque, em pacientes com nervosismo como sinal dominante – 1 comprimido cada 5 minutos. Em continuação seguir 1 comprimido cada 2 horas.<br />
Magnesium phosphoricum D6: no ataque, frequentemente na relação com dor abdominal espasmódica – 1 comprimido cada 5 minutos.<br />
Kalium phosphoricum D6: no estado entre ataques – 1 comprimido cada 2 horas.<br />
Kalium chloratum D6: em casos com escarros brancos muito viscosos e sensação de opressão cardio-pulmonar, no ataque – 1 comprimido cada 15 minutos para depois passar a Kaium phosphoricum D6 + Magnesium phosphoricum D6 + Natrum suphuricum D6 em tempos úmidos – 1 comprimido cada hora.<br />
Calcium fluoratum D6: em casos de dispneia intensa e enfisema, expectoração difícil de pequenas agregações de muco amarelado. Também em combinação com Silicea D6 para o fortalecimento do tecido pulmonar atômico – 1 comprimido cada 3 horas.<br />
Kalium sulfuricum D6: em ataques vespertinos e noturnos assim como depois de comer – 1 comprimido cada 2 horas.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Atonia intestinal (ver obstipação)</h4>
<h4 style="text-align: justify;">Blefarite</h4>
<p style="text-align: justify;">Ferrum phosphoricum D6: em inflamações e eritemas extensos – 1 comprimido 5 vezes ao dia.<br />
Natrum phosphoricum D6: nas pálpebras coladas – 1 comprimido 5 vezes ao dia. Em caso necessário em alternância com o preparado precedente.<br />
Silicea D12 &#8211; Em crostas purulentas nas pálpebras – 1 comprimido três vezes ao dia.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Bócio</h4>
<p style="text-align: justify;">Magnesium phosphoricum D6: 1 comprimido dissolvido em água quente 5 vezes ao dia.<br />
Calcium fluoratum D6: em bócios nodulares duros – 1 comprimido 3 vezes ao dia a longo prazo.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Bronquite</h4>
<p style="text-align: justify;">Ferrum phosphoricum D6: anti-inflamatório principal – 1 comprimido cada meia hora.<br />
Kalium chloratum D6: depois do agente precedente se aparece suor – 1 comprimido de hora a hora.<br />
Magnesium phosphoricum D6: em tosse espasmódica intensa – 1 comprimido dissolvido em água quente cada 5 minutos.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Cãibras dos escrivães (veja-se em espasmos)<br />
Cãibras das panturrilhas (veja-se em espasmos)<br />
Cálculos biliares (veja-se também em colecistite)</h4>
<p style="text-align: justify;">Natrum sulphuricum D6: no estado entre ataques.<br />
Natrum phosphoricum D6: durante 3 a 4 dias com intervalos de três semanas &#8211; 1 comprimido 3 vezes ao dia.<br />
Magnesium phosphoricum D6: em cólicas biliares e espasmos – 1 comprimido dissolvido em água quente cada 5 a 10 minutos.<br />
Ferrum phosphoricum D6: depois do desaparecimento da dor, para prevenir o desenvolvimento de uma colecistite – 1 comprimido cada meia hora.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Calos</h4>
<p style="text-align: justify;">Calcium fluoratum D6 + Silicea D6: 1 comprimido cada 2 horas.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Cancro</h4>
<p style="text-align: justify;">Magnesium phosphoricum D6: 2 comprimidos em jejum.<br />
Calcium phosphoricum D6: 2 comprimidos antes de deitar. Ou tomar 2 sais antes de cada refeição, os dois em dias alternados.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Cataratas</h4>
<p style="text-align: justify;">Kalium phosphoricum D6: como complemento ao resto das medidas terapêuticas, em função sempre das características individuais de cada caso.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Catarro faríngeo (veja-se em “faringite”)<br />
Catarro gástrico (veja-se em “gastrite”)<br />
Catarro vesical (cistite)</h4>
<p style="text-align: justify;">Ferrum phosphoricum D6: no primeiro estado inflamatório, com dor, febre e micção imperiosa – 1 comprimido cada meia hora.<br />
Kalium chloratum D6 + Silicea D12: no segundo estado inflamatório, geralmente crônico; a urina é escura, turva e contém muco espesso de cor clara – 1 comprimido cada 2 horas.<br />
Magnesium phosphoricum D6: na retenção de urina e espasmos da musculatura vesical – 1 comprimido diluído em água quente cada meia hora.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Cefaleias</h4>
<p style="text-align: justify;">As cefaleias ou cefalalgias podem ser um sintoma das mais diversas enfermidades – tratar as enfermidades básicas ou adjacentes! -, Mas também podem aparecer de forma isolada. O termo migrana utiliza-se para definir uma cefaleia hemicraneal muito intensa que se apresenta em forma de crise, frequentemente acompanhada de vômitos, e que se acentua com os efeitos da luz e do ruído.<br />
Ferrum phosphoricum D6: em dores opressivas com congestão da cabeça, vertigo, frequentemente acompanhadas de vômitos e transtornos visuais – 1 comprimido cada meia hora.<br />
Kalium phosphoricum D6: em cefaleias de etiologia nervosa com irritabilidade, insônia ou que aparecem como consequência de uma situação de stress e aborrecimento &#8211; 1 comprimido cada meia hora.<br />
Natrum chloratum D6: depois de enfermidades consecutivas e transtornos do sono, cefaleias depois das manhãs até à noite, também em miúdas adolescentes &#8211; 1 comprimido cada meia hora.<br />
Magnesium phosphoricum D6: em cefaleias críticas, espasmódicas, terebrantes (dor que produz a sensação de uma broca a penetrar nos tecidos), sobretudo na região occipital, com um clarão diante dos olhos – “siete caliente” ou 1 comprimido cada meia hora.<br />
Silicea D12: especialmente indicado depois de um grande esforço intelectual ou na “cefaleia do estudante”, também em pessoas hipersensíveis e debilitadas &#8211; 1 comprimido cada meia hora.<br />
Natrum sulphuricum D6: sobretudo em cefaleias acompanhadas de transtornos digestivos e cefaleias que pioram com o movimento e a exposição à luz &#8211; 1 comprimido cada meia hora.<br />
Natrum phosphoricum D6: depois de um consumo excessivo de álcool com náuseas e eructos ácidos &#8211; 1 comprimido cada meia hora.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Ciática</h4>
<p style="text-align: justify;">Kalium phosphoricum D6: em casos agudos &#8211; 1 comprimido cada meia hora depois de acabar com a dor.<br />
Magnesium phosphoricum D6: em dores de tipo espasmódico que melhoram com o calor ou aquecimento, a cada meia hora.<br />
Calcium phosphoricum D6: em dores noturnas, parestésicas, sobretudo na região coxal &#8211; 1 comprimido 3 vezes ao dia.<br />
Siicea D12: em casos crônicos – 1 comprimido 3 vezes ao dia.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Colecistite</h4>
<p style="text-align: justify;">Natrum sulphuricum D6 + Ferrum phosphoricum D6: 1 comprimido cada meia hora.<br />
Kalium phosphoricum D6: em quadros com febre crescente – 1 comprimido cada hora.<br />
Kalium chloratum D6: depois da fase aguda – 1 comprimido cada hora.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Cólicas</h4>
<p style="text-align: justify;">Magnesium phosphoricum D6: para o tratamento sintomático em geral – &#8220;siete caliente&#8221; ou 1 comprimido dissolvido em água morna cada meia hora.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Cravos (espinha na pele) (veja em acne)</h4>
<h4 style="text-align: justify;">Conjuntivite</h4>
<p style="text-align: justify;">Ferrum phosphoricum D6: anti-infamatório principal na secreção purulenta de muco branco – 1 comprimido cada ¼ de hora.<br />
Kalium chloratum D6: em caso de lacrimação muito intenso e secreções de muco fluido, claro – 1 comprimido cada ¼ de hora.<br />
Natrum kloratum D6: 1 comprimido cada ¼ de hora.<br />
Natrum sulphuricum D6: em crianças escrofulosas com pus amarelo-esverdeado e vesículas na conjuntiva – 1 comprimido 3 vezes ao dia.<br />
Silicea D12: na supuração amarela viscosa persistente.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Comoção cerebral</h4>
<p style="text-align: justify;">Ferrum phosphoricum D6 + kalium phosphoricum D6: como tratamento de apoio de manutenção dos quadros febris, sobretudo em caso de perda de sensibilidade.<br />
Natrum sulphuricum D6: em perdas permanentes da capacidade cerebral – 1 comprimido cada hora.<br />
Magnesium phosphoricum D6: em transtornos visuais permanentes – 1 comprimido cada hora.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Contusões ((veja-se “traumatismos”)</h4>
<h4 style="text-align: justify;">Constipação comum – resfriado</h4>
<p style="text-align: justify;">Ferrum phosphoricum D6: antes dos primeiros sintomas de constipação – 1 comprimido cada ¼ hora.<br />
Natrum chloratum D6: em constipações com secreção nasal serosa irritativa – 1 comprimido cada ½ hora.<br />
Magnesium phosphoricum D6: em constipações com crises de espirros frequentes – “Siete caliente” ou 1 comprimido dissolvido em água morna cada ¼ de hora.<br />
Kalium sulphuricum D6: em casos de obstrução nasal – 1 comprimido cada hora.<br />
Silicea D6: em constipações crônicas, também em corizas secas com nariz irritado – 1 comprimido 6 vezes ao dia.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Crianças, insônia, medo e ansiedade</h4>
<p style="text-align: justify;">Kalium phosphoricum D6 – 2 comprimidos em jejum.<br />
Calcium phosphoricum D6 – 2 comprimidos antes do almoço.<br />
Magnesium phosphoricum D6 – 2 comprimidos antes de deitar.<br />
Duração de tratamento: 4 a 6 semanas.<br />
Crianças, deficit de atenção<br />
Kalium phosphoricum D6 – 2 comprimidos em jejum.<br />
Calcium phosphoricum D6 – 2 comprimidos antes do almoço.<br />
Magnesium phosphoricum D6 – 2 comprimidos antes de deitar.<br />
Duração de tratamento: 4 a 6 semanas.<br />
Crosta láctea<br />
Natrum phosphoricum D6 – 1 comprimido 5 vezes ao dia.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Dentição infantil</h4>
<p style="text-align: justify;">Calcium phosphoricum D6 + Calcium fluoratum D6: para ativar a erupção dental &#8211; 1 comprimido 3 vezes ao dia.<br />
Ferrum phosphoricum D6: em moléstias febris da dentição – 1 comprimido 6 vezes ao dia.<br />
Magnesium phosphoricum D6: em inflamações dolorosas – 1 comprimido dissolvido em água quente cada hora.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Desmame medicamentoso</h4>
<p style="text-align: justify;">Natrum sulphuricum D6: 1 comprimido 6 vezes ao dia.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Diarreia</h4>
<p style="text-align: justify;">Ferrum phosphoricum D6 + Kalium chloratum D6: em fezes claras, muco-sanguinolentas e também pastosas – 1 comprimido cada ¼ de hora.<br />
Kalium phosphoricum D6: fisgadas sem disposição com dor tipo cólica, sensação de ardor intestinal, diarreia de odor fétido.<br />
Magnesium phosphoricum D6: em deposições líquidas com dor abdominal tipo cólica que melhora aplicando calor e adaptando uma postura de dobrado – 1 comprimido cada ¼ de hora.<br />
Natrum chloratum D6: em diarreia muco-serosa que não cessa e que provoca irritação na região anal, alternando eventualmente com obstipação.<br />
Natrum phosphoricum D6: em fezes de odor acre, sobretudo em crianças pequenas com saburra na língua amarelada – 1 comprimido cada ½ de hora.<br />
Natrum sulphuricum D6. em diarreia crônica que obriga a levantar-se de madrugada e que piora com tempo úmido &#8211; – 1 comprimido cada ½ de hora.<br />
Silicea D12: em formas purulentas – 1 comprimido 3 vezes ao dia.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Doenças cutâneas crônicas</h4>
<p style="text-align: justify;">Kalium sulfuricum D6 – 2 comprimidos em jejum.<br />
Calcium phosphoricum D6 – 2 comprimidos antes do almoço.<br />
Natrium phosphoricum D6 – 2 comprimidos antes de deitar.<br />
Em caso de prurido (urticária) juntar magnesium phosphoricum D6.<br />
Duração de tratamento: de 3 a 6 semanas.<br />
Eczemas (erupções cutâneas)<br />
Calcium phosphoricum D6 + Natrum chloratum D6: em erupções cutâneas secas – 1 comprimido cada 2 horas.<br />
Kalium chloratum D6. em erupções cutâneas exsudativas – 1 comprimido 3 vezes ao dia.<br />
Calcium fluoratum D6: em gretas, fissuras, formação de crostas, pele seca. 1 comprimido 3 vezes ao dia.<br />
Natrum chloratum D6 pomada: em eczemas seborreicos em zonas sebosas (face, peito, costas, região genital).</p>
<h4 style="text-align: justify;">Esfriamentos (recomenda-se efectuar um estudo diagnóstico em profundidade)</h4>
<h4 style="text-align: justify;">Enjoos dos viajantes (veja-se em “enjoos”)</h4>
<h4 style="text-align: justify;">Enjoos</h4>
<p style="text-align: justify;">Natrum chloratum D6: como medida de prevenção – 1 comprimido cada 2 horas. Durante a viagem – 1 comprimido cada ½ hora durante a viagem. Em casos agudos – 1 comprimido cada 5 minutos.<br />
Natrum phosphoricum D6: dada a variedade das reações individuais dos afetados, este pode ser também um preparado de seleção. Como medida de prevenção – 1 comprimido cada 2 horas. Durante a viagem – 1 comprimido durante a viagem. Em casos agudos – 1 comprimido cada 5 minutos.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Enurese</h4>
<p style="text-align: justify;">Natrum sulphuricum D6 + Kalium phosphoricum D6: em casos de debilidade nervosa ou paralisia da musculatura vesical – 1 comprimido 5 vezes ao dia.<br />
Calcium phosphoricum: em idosos (prostáticos) – 1 comprimido 3 vezes ao dia.<br />
Calcium fluoratum D6: em ambos os casos – 1 comprimido 3 vezes ao dia.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Epilepsia</h4>
<p style="text-align: justify;">Kalium chloratum D6: como tratamento de apoio da epilepsia – 1 comprimido 5 vezes ao dia.<br />
Magnesium phosphoricum D6: em quadros com tendência convulsiva muito acentuada.<br />
Ferrum phosphoricum D6: em casos de ataques iminentes – 1 comprimido cada 5 minutos.<br />
Calcium phosphoricum D6: como medida de apoio em casos de grande prostração – 1 comprimido 5 vezes ao dia.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Epistaxis</h4>
<p style="text-align: justify;">Kalium phosphoricum D6: em crianças, idosos e pessoas debilitadas.<br />
Kalium chloratum D6: em hemorragias de sangue espesso, viscoso e cor escura.<br />
Natrum chloratum D6: em caso de falta de coagulação (hipocoagulação).</p>
<h4 style="text-align: justify;">Eructos</h4>
<p style="text-align: justify;">Natrum phosphoricum D6: em eructos ácidos, sobretudo depois da ingestão de alimentos ricos em gorduras – 1 comprimido 4 vezes ao dia.<br />
Natrum sulphuricum D6: em eructos amargos.<br />
Magnesium phosphoricum D6: em eructos que não proporcionam alívio acompanhados de dor abdominal – 1 comprimido 4 vezes ao dia.<br />
Calcium phosphoricum D6: em eructos ácidos e sensação de ardor no esófago.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Erupção vesicular</h4>
<p style="text-align: justify;">Natrum chloratum D6: 1 comprimido 5 vezes ao dia.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Erupções cutâneas (veja-se “eczemas”)</h4>
<h4 style="text-align: justify;">Entorses, distorções (veja “traumatismos”)</h4>
<h4 style="text-align: justify;">Espasmos</h4>
<p style="text-align: justify;">Magnesium phosphoricum D6: em todas as manifestações espasmódicas – sob a língua ou 1 comprimido dissolvido em água quente cada 5 minutos.<br />
Silicea D12: em espasmos noturnos, depois de um susto ou em estados de grande excitação, sobretudo em cãibras das panturrilhas e plantas dos pés – 1 comprimido 5 vezes ao dia.<br />
Calcium phosphoricum D6: principalmente na dentição, mas também em pessoas anêmicas debilitadas com sensação de frio e entumecimiento; também alternando com Magnesium phosphoricum D6 – 1 comprimido 5 vezes ao dia.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Espasmos (tiques)</h4>
<p style="text-align: justify;">Natrum phosphoricum D6: 1 comprimido cada hora.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Estados de esgotamento</h4>
<p style="text-align: justify;">Kalium phosphoricum D6: 1 comprimido cada hora.<br />
Magnesium phosphoricum D6: em casos de inquietude interna, cansaço, depressões – 1 comprimido 6 vezes ao dia.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Estados de ansiedade</h4>
<p style="text-align: justify;">Kalium phosphoricum D6: 1 comprimido 6 vezes ao dia.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Estados depressivos</h4>
<p style="text-align: justify;">Kalium phosphoricum D6: em perda de memória, irresolução, abatimento, angústia, choro. Esgotamento psíquico geral – 1 comprimido cada hora.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Estomatite ulcerosa (veja-se em “aftas”)</h4>
<h4 style="text-align: justify;">Escoriações em crianças pequenas</h4>
<p style="text-align: justify;">Natrum chloratum D6 + Natrum phosphoricum D6: 1 comprimido cada 2 horas.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Faringite</h4>
<p style="text-align: justify;">Ferrum phosphoricum D6: antes dos primeiros sintomas – 1 comprimido cada 5 minutos.<br />
Calcium phosporicum D6: 1 comprimido cada hora.<br />
Kalium phosphoricum D6: em caso de afetação intensa das amígdalas &#8211; 1 comprimido cada 5 minutos.<br />
Kalium phosphoricum D6 + Calcium phosphoricum D6: 1 comprimido cada hora.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Febre (recomenda-se efectuar um estudo diagnóstico em profundidade)</h4>
<p style="text-align: justify;">Ferrum phosphoricum D6: em febre incipiente – 1 comprimido cada ¼ de hora adicionalmente.<br />
Kalium phosphoricum D6: 1 Comprimido 6 vezes ao dia.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Febre dos fenos</h4>
<p style="text-align: justify;">Natrum chloratum D6 + Ferrum phosphoricum D6: 1 comprimido cada ¼ de hora.<br />
Para a prevenção (profilaxia) ambos preparados simultaneamente – 1 comprimido 3 vezes ao dia.<br />
Magnesium phosphoricum D6: como tratamento intermédio em crises de espirros e estados asmáticos – 1 comprimido dissolvido em água quente cada ¼ de hora).</p>
<h4 style="text-align: justify;">Feridas (veja-se em “queimaduras” e “traumatismos”)</h4>
<h4 style="text-align: justify;">Fissuras anais (gretas, rasgos)</h4>
<p style="text-align: justify;">Calcium fluoratum D6 + Silicea D6: 1 comprimido 3 vezes ao dia.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Frieiras</h4>
<p style="text-align: justify;">Kalium phosphoricum D6 + Natrum muriaticum D6: 1 comprimido cada ½ hora.<br />
Silicea D6: para a prevenção de uma supuração – 1 comprimido cada 2 horas.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Flatulência</h4>
<p style="text-align: justify;">Natrum sulphuricum D6 + Calcium fluoratum D6: 1 comprimido 5 vezes ao dia.<br />
Magnesium phosphoricum D6: em cólicas com flatulência – “siete caliente” 1 porção cada 5 minutos.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Fungos, Muguet (veja-se em “aftas”)</h4>
<h4 style="text-align: justify;">Furúnculos</h4>
<p style="text-align: justify;">Ferrum phosphoricum D6: 1 comprimido cada ¼ de hora.<br />
Silicea D6: acelera a supuração, o estalido do furúnculo e a regeneração tecidular – 1 comprimido cada ¼ de hora.<br />
Calcium phosphoricum D6: em processos de cura lentos, também depois da abertura do foco de pus – 1 comprimido cada 3 vezes ao dia.<br />
Calcium fluoratum D6: quando o foco de inflamação não se abrange, em feridas com bordos duros – 1 comprimido 3 vezes ao dia.<br />
Kalium phosphoricum D6: em pus fétido e em múltiplos furúnculos (antrax) – 1 comprimido cada ¼ de hora.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Gastrite</h4>
<p style="text-align: justify;">Ferrum phosphporicum D6: no estado agudo com dor depois das refeições, sobretudo quando se acompanha de febre – 1 comprimido cada ¼ de hora.<br />
Magnesium phosphoricum D6: em dores espasmódicas que obrigam a adaptar uma postura de dobrar-se, em gastrites associadas a náuseas e a vômitos, também em diarreias – 1 comprimido dissolvido em água quente cada 5 minutos.<br />
Natrum phosphoricum D6: em casos de hiperacidez, eructos ácidos, vômitos e pirose, aversão às gorduras – 1 comprimido cada hora.<br />
Kalium suphuricum D6: em gastrites crônicas com dor e sensação de peso na região hepática – 1 comprimido 5 vezes ao dia.<br />
Calcium phosphoricum D6: como agente imediato, sobretudo nos quadros associados à dor depois de ingerir alimentos ou bebidas frias, inclusive em quantidades mínimas e em acumulação de gases no estômago – 1 comprimido 4 vezes ao dia.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Gota</h4>
<p style="text-align: justify;">Ferrum phosphoricum D6 + Kalium chloratum D6: durante o ataque de gota com febre – 1 comprimido cada ¼ de hora.<br />
Natrum phosphoricum D6: em ataques de gota sem febre – 1 comprimido cada ¼ de hora.<br />
Silicea D6: 1 comprimido 3 vezes ao dia.<br />
Calcium phosphoricum D6: em casos crônicos, também em patologia bioclimática – 1 comprimido 3 vezes ao dia.<br />
Silicea D6 + Calcium fluoratum D6: em tofos gotosos – 1 comprimido 3 vezes ao dia.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Gripe (veja-se em “infecções gripais”)</h4>
<h4 style="text-align: justify;">Hematomas</h4>
<p style="text-align: justify;">Ferrum phosphoricum D6: no estado inicial – 1 comprimido cada ½ hora e, se for necessário, ao fim de uns dias.<br />
Kalium chloratum D6: 1 comprimido cada 2 horas.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Hemorróidas</h4>
<p style="text-align: justify;">Calcium fluoratum D6 + Silicea D6: 1 comprimido 3 vezes ao dia.<br />
Ferrum phosphoricum D6: em nódulos hemorroidais inflamados – 1 comprimido cada ½ hora.<br />
Magnesium phosphoricum D6: em hemorroidas dolorosas não inflamadas, em espasmos do esfíncter anal – 1 comprimido dissolvido em água quente cada ¼ de hora.<br />
Kalium phosphoricum D6: em hemorroidas com prurido e ardor intensos – 1 comprimido 5 vezes ao dia.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Hipertensão (veja-se em “pressão arterial”)</h4>
<h4 style="text-align: justify;">Hipotensão</h4>
<p style="text-align: justify;">Magnesium phosphoricum D6: em forma de “siete caliente”</p>
<h4 style="text-align: justify;">Hipotensão (veja-se em “pressão arterial”)</h4>
<p style="text-align: justify;">Ictus apoplético (recomenda-se efetuar um estudo diagnóstico em profundidade)<br />
Ferrum phosphoricum D6; sempre que o paciente conserve a consciência – 1 comprimido cada ¼ de hora.<br />
Silicea D12: depois do episódio, também em combinação com Ferrum phosphoricum D6, recomendando-se manter o tratamento a longo prazo – 1 comprimido 3 vezes ao dia.<br />
Kalium phosphoricum D6: contra as paresias permanentes – 1 comprimido 5 vezes ao dia.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Incontinência espontânea, ao tossir, espirrar, por pressão, etc</h4>
<p style="text-align: justify;">Natrum chloratum D6: 1 comprimido cada hora.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Infecção gripal</h4>
<p style="text-align: justify;">Em geral, a infecção gripal caracteriza-se por um estado febril de curta duração que apresenta grande similitude com uma gripe propriamente dita – enfermidade infecciosa febril aguda (influenza) -. Os preparados recomendados no tratamento da infecção gripal devem ser considerados unicamente como medidas terapêuticas de apoio no tratamento da gripe genuína.<br />
Ferrum phosphoricum D6: o primeiro estado – 1 comprimido cada 10 minutos.<br />
Kalium phosphoricum D6: para o tratamento de manutenção – 1 comprimido cada ½ hora.<br />
Kalium chloratum D6: depois de ter superado o ponto culminante do processo infeccioso – 1 comprimido cada 2 horas.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Inflamação da mucosa bucal (recomenda-se efetuar um estudo diagnóstico em profundidade)</h4>
<p style="text-align: justify;">Ferrum phosphoricum D6: 1 comprimido cada ¼ de hora; adicionalmente gargarejos bucais cada ½ hora com uma solução de 3 comprimidos do preparado dissolvido em água tépida.<br />
Kalium phosphoricum D6: em casos de halitose bucal – 2 comprimidos cada ¼ de hora e gargarejos bucais cada ½ hora com uma solução de 3 comprimidos do preparado dissolvidos em água tépida.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Insônia</h4>
<p style="text-align: justify;">Kalium phosphoricum D6: na insônia de causa nervosa – 1 comprimido 6 vezes ao dia a longo prazo.<br />
Magnesium phosphoricum D6: em pacientes de grande excitabilidade, palpitações – “siete caliente” ou 1 comprimido dissolvido em água morna cada ¼ de hora.<br />
Silicea D6: quando uma corrente de pensamentos intensos impede de conciliar o sono – 1 comprimido 3 vezes ao dia.<br />
Ferrum phosphoricum D6: na congestão cranial, cefaleias, também no climatério – 1 comprimido cada hora.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Irritação do apêndice (recomenda-se efetuar um estudo diagnóstico profundidade)</h4>
<p style="text-align: justify;">Ferrum phosphoricum D6 + Kalium chloratum D6: agente terapêutico principal em casos de sensação de tensão interna, obstipação – 1 comprimido cada hora.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Laringite (veja-se em “rouquidão”)</h4>
<p style="text-align: justify;">Lesões do disco intervertebral<br />
Calcium fluoratum D6 + Silicea D6: em ambos os casos 1 comprimido 3 vezes ao dia a longo prazo.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Lumbago</h4>
<p style="text-align: justify;">Ferrum phosphoricum D6: como preparado de seleção perante os primeiros sintomas – 1 comprimido cada ¼ de hora.<br />
Magnesium phosphoricum D6: em lumbagos com dor intensa – “siete caliente” ou 1 comprimido dissolvido em água quente cada 5 minutos.<br />
Calcium phosphoricum D6: lumbagos em idosos – 1 comprimido cada ½ hora</p>
<h4 style="text-align: justify;">Lombalgias na mulher</h4>
<p style="text-align: justify;">Magnesium phosphoricum junto ao tratamento específico + Kalium phosphopricum D6 – 1 comprimido dissolvido em água quente cada ½ hora.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Manifestações parestésicas (recomenda-se efetuar um estudo diagnóstico em profundidade):</h4>
<p style="text-align: justify;">Kalium phosphoricum D6: a modo de prova – 1 comprimido 5 vezes ao dia.<br />
Magnesium phosphoricum D6: 1 comprimido dissolvido em água quente 5 vezes ao dia.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Mastites em mães lactantes</h4>
<p style="text-align: justify;">Ferrum phosphoricum D6 (nos primeiros sintomas de inflamação e tumefacção para a prevenção da supuração) + Natrum phosphoricum D6 1 comprimido cada ¼ de hora.<br />
Silicea D6: antes dos primeiros sinais de supuração – 1 comprimido 5 vezes ao dia.<br />
Kalium phosphoricum D6: em febre – 1 comprimido cada hora.<br />
Calcium fluoratum D6: para abrandar as bordas duras do foco de pus – 1 comprimido 5 vezes ao dia.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Migrana (veja-se em “cefaleia”)</h4>
<h4 style="text-align: justify;">Miogelose (veja-se em “miosclerose)</h4>
<h4 style="text-align: justify;">Miosclerose</h4>
<p style="text-align: justify;">Calcium fluoratum D6: 1 comprimido 3 vezes ao dia.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Moléstias das regras (veja-se em “transtornos menstruais”)</h4>
<p style="text-align: justify;">Nervosismo, esgotamento nervoso (se for persistente, recomenda-se efetuar um estudo diagnóstico sintomático)<br />
Kalium phosphoricum D6 para o tratamento sintomático + Calcium phosphoricum D6 1 comprimido 5 vezes ao dia.<br />
Magnesium phosphoricum D6: em neuralgias de natureza espasmódica – “siete caliente” ou 1 comprimido dissolvido em água morna cada ¼ hora.<br />
Silicea D6: em estados de grande debilidade geral, hipersensibilidade e estados de angústia- 1 comprimido 3 vezes ao dia.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Nevralgia facial</h4>
<p style="text-align: justify;">Magnesium phosphoricum D6<br />
Em forma de “siete caliente” cada 2 horas ou 1 comprimido dissolvido em água morna cada ¼ hora.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Obesidade</h4>
<p style="text-align: justify;">Antes do pequeno-almoço: Kalium phosphoricum D6, 3 comprimido.<br />
Antes do almoço: Natrum phosphoricum D6, 3 comprimidos.<br />
Antes do jantar: Natrum sulphuricum D6, 3 comprimidos.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Obstipação</h4>
<p style="text-align: justify;">Alumina D7 – 5 gotas depois das refeições.<br />
Calcium fluoratum D6: em casos de lassidão intestinal e em hemorroidas – 1 comprimido cada hora.<br />
Ferrum phosphoricum D6: em casos de função intestinal reduzida com sensação de calor no recto, em lombalgias e em congestão na cabeça – 1 comprimido cada hora.<br />
Calcium phosphoricum D6: na debilidade generalizada de idosos – 1 comprimido cada hora.<br />
Kalium sulphuricum D6: em sensação de plenitude intensa – 1 comprimido cada hora.<br />
Silicea D12: em puxões sem fezes – 1 comprimido cada hora.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Odontalgias</h4>
<p style="text-align: justify;">Ferrum phosphoricum D6: quando não existem indicações odontológicas, p.e., odontalgias depois de uma constipação – 1 comprimido cada ¼ hora.<br />
Olhos de galo<br />
Calcium fluoratum D6 + Silicea D6: 1 comprimido cada 2 horas.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Panarício (inflamação flegmonosa situada perto das unhas)</h4>
<p style="text-align: justify;">Ferrum phosphoricum D6: no estado inicial da inflamação – 1 comprimido cada ¼ de hora.<br />
Silicea D12: em caso de formação de pus – 1 comprimido 5 vezes ao dia.<br />
Calcium fluoratum D6: com fins curativos – 1 comprimido 3 vezes ao dia.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Perda de memória</h4>
<p style="text-align: justify;">Kalium phosphoricum D6: 1 comprimido cada hora.<br />
Calcium fluoratum D6: em falhas de memória de etiologia arteriosclerótica – 1 comprimido 3 vezes ao dia. Cabe a possibilidade de combinar ou alternar ambos preparados.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Pirose</h4>
<p style="text-align: justify;">Natrum phosphoricum D6: 2 comprimidos em caso necessário.<br />
Magnesium phosphoricum D6: em sintomas de tipo espasmódico – 1 comprimido dissolvido em água quente cada hora.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Pressão arterial</h4>
<p style="text-align: justify;">Calcium fluoratum D6: no aumento da pressão arterial (hipertensão) de base arteriosclerótica: 1 comprimido 6 vezes ao dia.<br />
Ferrum phosphoricum D6: na diminuição da pressão arterial – 2 comprimidos 6 vezes ao dia.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Prurido</h4>
<p style="text-align: justify;">Magnesium phosphoricum D6: sempre que este sintoma não se deva a outra enfermidade definida (icterícia, diabetes mellitus, etc.) – 1 comprimida cada hora.<br />
Calcium phosphoricum D6: em casos de prurido senil – 1 comprimido 3 vezes ao dia.<br />
Calcium fluoratum D6: em pele seca, áspera – 1 comprimido 3 vezes ao dia.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Prurido anal</h4>
<p style="text-align: justify;">Calcium fluoratum D6 + Ferrum phosphoricum D6: 1 comprimido cada 2 horas, respectivamente.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Queimaduras (recomenda-se efectuar um estudo diagnóstico em profundidade)</h4>
<p style="text-align: justify;">Ferrum phosphoricum D6: para uso interno em queimaduras em primeiro grau – 1 comprimido cada ¼ de hora.<br />
Natrum chloratum D6: em casos de formação de bolhas, em combinação com Ferrum phosphoricum D6 – 1 comprimido cada ½ hora.<br />
Silicea D12: em feridas por queimaduras supuradas – 1 comprimido cada 2 horas.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Regeneração do sangue</h4>
<p style="text-align: justify;">Calcium phosphoricum D6: 2 antes de cada refeição.<br />
Natrium chloratum D6: 2 antes de cada refeição.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Reumatismo</h4>
<h4 style="text-align: justify;">1. Reumatismo muscular:</h4>
<p style="text-align: justify;">Ferrum phosphoricum D6 + Kalium chloratum D6. Em dores musculares ao movimentar-se – 1 comprimido cada ½ hora.<br />
Magnesium phosphoricum D6: em dores musculares migratórias, terebrantes (diz-se da dor que produz a sensação de uma broca a penetrar nos tecidos) – “Siete caliente” ou 1 comprimido dissolvido em água quente cada ¼ hora.<br />
Calcium phosphoricum D6: em dor muscular associado a sensação de entumecimento, frio, um “formigueiro” que se acentua pela noite e em repouso – 1 comprimido 5 vezes ao dia.</p>
<h4 style="text-align: justify;">2. Reumatismo articular</h4>
<p style="text-align: justify;">Ferrum phosphoricum D6: nas fases iniciais, sobretudo nos casos febris – 1 comprimido cada ¼ de hora.<br />
Kalium sulphuricum D6: em dores migratórias que pioram pela noite – 1 comprimido cada ½ hora.<br />
Magnesium phosphoricum D6: como tratamento intermédio quando a dor é particularmente intenso – “Siete caliente” ou 1 comprimido dissolvido em água morna cada 10 minutos.<br />
Calcium phosphoricum D6: em reumatismo articular crônico e como tratamento de manutenção – 1 comprimido 5 vezes ao dia a longo prazo.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Rouquidão</h4>
<p style="text-align: justify;">Kalium chloratum D6 em rouquidões associadas a laringites + Kalium sulphuricum D6 1 comprimido cada ½ hora.<br />
Ferrum phosphoricum D6: em esforços das cordas vocais (conferencistas, cantores, etc.) e em dores de garganta – 1 comprimido cada hora.<br />
Kalium phosphoricum D6: em esgotamento nervoso e paralisia das cordas vocais – 1 comprimido cada hora.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Sensação de (bolo faríngeo)</h4>
<p style="text-align: justify;">Magnesium phosphoricum D6: 1 comprimido dissolvido em água quente cada ¼ de hora.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Sensação de nós na garganta (veja-se em “sensação de bolo faríngeo”)</h4>
<h4 style="text-align: justify;">Septicemia (imprescindível efetuar um estudo diagnóstico em profundidade)</h4>
<p style="text-align: justify;">Kalium phosphoricum D6: Como apoio ao resto de medidas que seja preciso adaptar 1 comprimido cada ¼ de hora.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Sufocos da menopausa</h4>
<p style="text-align: justify;">Ferrum phosphoricum D6: 1 comprimido 5 vezes ao dia a longo prazo.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Surdez</h4>
<p style="text-align: justify;">Silicea D6 + Calcium fluoratum D6: 1 comprimido 6 vezes ao dia.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Supurações</h4>
<p style="text-align: justify;">Silicea D6: em supurações de todo o tipo como apoio a outras medidas em casos agudos – 1 comprimido cada 5 minutos. Em casos crônicos – 1 comprimido 6 vezes ao dia.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Tosse</h4>
<p style="text-align: justify;">Ferrum phosphoricum D6: no estado inicial – 1 comprimido cada ¼ de hora.<br />
Magnesium phosphoricum D6: na crise de tosse espasmódica noturna sem expectoração – 1 comprimido dissolvido em água quente cada 10 minutos.<br />
Kalium chloratum D6: em escarros filamentosos de difícil expectoração com sensação de opressão na região cardio-pulmonar – 1 comprimido cada ½ hora.<br />
Natrum sulphuricum D6: em tosse com escarros verdosos e viscosos – 1 comprimido cada ½ hora.</p>
<h4>Tosse convulsa (recomenda-se efetuar um estudo diagnóstico em profundidade)</h4>
<p style="text-align: justify;">Ferrum phosphoricum D6: Como medida de apoio do tratamento habitual nestes casos ou perante o aparecimento dos primeiros sintomas, inclusive perante a simples suspeita. 1 comprimido cada ¼ de hora.<br />
Magnesium phosphoricum D6: “Siete caliente” ou 1 comprimido dissolvido em água morna perante cada ¼ de hora.<br />
Os seguintes preparados podem estar indicados de forma adicional em função da consistência da expectoração:<br />
Kalium chloratum D6: em escarros espessos de cor branca. 1 comprimido cada hora.<br />
Calcium phosphoricum D6: em escarros de aspecto similar a clara de ovo, sobretudo em crianças debilitadas – 1 comprimido cada hora.<br />
Kalium sulphuricum D6: em escarros viscosos amarelados – 1 comprimido cada hora.<br />
Kalium phosphoricum D6: em geral, em todos os casos de grande prostração e sintomas nervosos &#8211; 1 comprimido cada hora.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Transtornos climatéricos</h4>
<p style="text-align: justify;">Ferrum phosphoricum D6 + Magnesium phosphoricum D6: 1 comprimido 6 vezes ao dia (Magnesium phosphoricum D6, diluído em água quente).</p>
<h4 style="text-align: justify;">Transtornos menstruais</h4>
<p style="text-align: justify;">Magnesium phosphoricum D6: em dores durante o período menstrual, em lombalgias – “Siete caliente” ou 1 comprimido dissolvido em água morna cada 5 minutos.<br />
Magnesium phosphoricum D6: como medida preventiva, 6 dias antes das regras, 1 comprimido dissolvido em água quente cada hora.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Traumatismos (contusões, entorses, distensões, lesões contusas e incisas, hematomas)</h4>
<p style="text-align: justify;">Ferrum phosphoricum D6: para uso interno: em todos os traumatismos recentes, hematomas, etc &#8211; 1 comprimido cada ¼ de hora.<br />
Kalium chloratum D6: em tumefacções de partes moles 1 comprimido cada hora.<br />
Calcium phosphoricum D6: para estimular a formação de consolidação nas fracturas. 1 comprimido 3 vezes ao dia.<br />
Calcium fluoratum D6: 1 comprimido 3 vezes ao dia.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Treçolho</h4>
<p style="text-align: justify;">Silicea D6 + Calcium fluoratum D6: 1 comprimido cada 2 horas;<br />
Natrum phosphoricum D6: em crianças escrofulosas – 1 comprimido cada 2 horas.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Úlceras das pernas</h4>
<p style="text-align: justify;">Calcium fluoratum D6 + Natrum sulphuricum D6: 1 comprimido cada hora.<br />
Silicea D6: em úlceras supuradas das pernas, 1 comprimido 6 vezes ao dia.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Unhas frágeis e quebradiças</h4>
<p style="text-align: justify;">Silicea D6: 1 comprimido 3 vezes ao dia durante 2-3 meses aproximadamente.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Urticária</h4>
<p style="text-align: justify;">Kalium phosphoricum D6 + Natrum chloratum D6: uma primeira fase de tratamento 1 comprimido cada 10 minutos, posteriormente, 1 comprimido 3 vezes ao dia.<br />
Calcium fluoratum D6 + Silicea D6: 1 comprimido 3 vezes ao dia a longo prazo.<br />
Ferrum phosphoricum D6: em hemorragias varicosas e flebites. 1 comprimido cada 5 minutos.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Verrugas</h4>
<p style="text-align: justify;">Kalium chloratum D6 + Natrum chloratum D6: 1 comprimido 3 vezes ao dia.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Vertigo (recomenda-se efectuar um estudo diagnóstico em profundidade)</h4>
<p style="text-align: justify;">Ferrum phosphoricum D6: em vertigos com congestão cranial, 1 comprimido cada 2 horas.<br />
Calcium phosphoricum D6: em idosos com isquemia cerebral, 1 comprimido cada 2 horas.<br />
Kalium phosphoricum D6 em vertigos de causa nervosa e em estados de debilidade + Magnesium phosphoricum D6 – 1 comprimido dissolvido em água quente 4 vezes ao dia.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Vómitos (Recomenda-se efectuar um estudo diagnóstico em profundidade).</h4>
<p style="text-align: justify;">Ferrum phosphoricum D6: Em vômitos ácidos, também em mulheres gestantes, 1 comprimido cada ¼ de hora.<br />
Natrum sulphuricum D6: em vômitos biliosos – 1 comprimido cada ¼ de hora.<br />
Natrum chloratum D6: em vômitos mucoserosos – 1 comprimido cada ¼ de hora.<br />
Natrum phosphoricum D6: em vômitos de líquido ácido (também em crianças) em enjoos, 1 comprimido cada ¼ de hora.<br />
Magnesium phosphoricum D6: em vômitos espasmódicos, também em enjoos, 1 comprimido cada ¼ de hora.<br />
Calcium phosphoricum D6: em vômitos depois da ingestão de bebidas frias e gelados (crianças!); principalmente agente antiemético na gravidez, 1 comprimido cada ¼ de hora.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Vómitos da gravidez</h4>
<p style="text-align: justify;">Calcium phosphoricum D6: 1 comprimido 6 vezes ao dia.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Sal nº 7 &#8211; &#8220;Siete Caliente&#8221;</h4>
<h4 style="text-align: justify;">O Sal de Schussler (nº 7) &#8211; Magnesium phosphoricum</h4>
<p style="text-align: justify;">O modo conhecido como &#8220;siete caliente&#8221; ou seja, o &#8220;sete a quente&#8221; é uma forma de dissolver os comprimidos em água quente, especialmente eficaz no caso do magnésio. Ele é por si relaxante e analgésico, se tomado com água quente aumenta a irrigação sanguínea na mucosa oral e é rapidamente absorvida no sangue e nas células nervosas e musculares. É o modo mais rápido de aliviar uma dor intensa.</p>
<h4 style="text-align: justify;"><strong>Como o preparar?</strong></h4>
<p style="text-align: justify;">Junte 10 comprimidos (5 para crianças) num copo de água quente. Mexa até dissolver os comprimidos. Beba a solução em pequenos goles para facilitara absorção.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Duração do tratamento</h4>
<p style="text-align: justify;">Em geral, os sais devem ser tomados até que o desconforto pare. Podem ocorrer dores pontuais, mas diminuindo em intensidade. as dores crônicas podem durar vários meses. De qualquer modo, deve sempre consultar um especialista, se a queixa se prolongar no tempo.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Nota: O artigo requer orientação de um profissional qualificado, não tome nenhuma medicação sem a orientação de um profissional qualificado.</h4>
<p style="text-align: justify;"><strong>Por: Dr. João Novaes &#8211; Homeopata Especialista</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: http://materiamedicahomeopatica.blogspot.com.br</p><p>The post <a href="https://ahau.org/sais-de-schussler/">Os 12 Sais de Schussler e suas propriedades</a> first appeared on <a href="https://ahau.org">Instituto Ahau - Terapeutas Especializados</a>.</p>]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://ahau.org/sais-de-schussler/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>33</slash:comments>
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">2097</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Açúcar mascavo X refinado</title>
		<link>https://ahau.org/acucar/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=acucar</link>
					<comments>https://ahau.org/acucar/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luiz Terapeuta]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 18 Mar 2012 20:27:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Fique Atento]]></category>
		<category><![CDATA[Fique sabendo]]></category>
		<category><![CDATA[Vivendo Melhor]]></category>
		<category><![CDATA[açucar mascavo]]></category>
		<category><![CDATA[açucar refinado]]></category>
		<category><![CDATA[benefícios do açucar]]></category>
		<category><![CDATA[cancêr]]></category>
		<category><![CDATA[cáries]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[doce]]></category>
		<category><![CDATA[imunológico]]></category>
		<category><![CDATA[malefícios do açucar]]></category>
		<category><![CDATA[osteoporose]]></category>
		<category><![CDATA[perda de minerais]]></category>
		<category><![CDATA[perda de vitaminas]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.ahau.org/?p=1953</guid>

					<description><![CDATA[<p>O açúcar  branco é o resultado de um processamento químico que retira da garapa a sacarose branca e adiciona produtos químicos – desconhecidos em sua maioria –, sendo que aditivos como clarificantes, antiumectantes, precipitadores e conservantes pertencem a grupos químicos sintéticos muitas vezes cancerígenos e sempre danosos à saúde. Devemos considera-lo como um produto quimicamente [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://ahau.org/acucar/">Açúcar mascavo X refinado</a> first appeared on <a href="https://ahau.org">Instituto Ahau - Terapeutas Especializados</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O açúcar  branco é o resultado de um processamento químico que retira da garapa a sacarose branca e adiciona produtos químicos – desconhecidos em sua maioria –, sendo que aditivos como clarificantes, antiumectantes, precipitadores e conservantes pertencem a grupos químicos sintéticos muitas vezes cancerígenos e sempre danosos à saúde. Devemos considera-lo como um produto quimicamente ativo, pois, sendo o resultado de uma síntese química e um produto concentrado. Quando são retiradas da garapa e do mascavo suas fibras, proteínas, sais minerais, vitaminas etc, resta apenas o carboidrato, pobre, isolado, razão pela qual devemos considerar o açúcar como um produto químico e não um alimento.</p>
<p style="text-align: justify;"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-4859 alignleft" src="https://ahau.org/wp-content/uploads/2012/03/acucar.jpg" alt="acucar" width="378" height="176" srcset="https://ahau.org/wp-content/uploads/2012/03/acucar.jpg 329w, https://ahau.org/wp-content/uploads/2012/03/acucar-300x140.jpg 300w" sizes="(max-width: 378px) 100vw, 378px" />Em relação as calorias, o açúcar refinado tem maior teor calórico ( 99 cal ), enquanto o açúcar mascavo tem 90 cal / 100g do alimento.Só nos E.U.A, a média de consumo diário por pessoa é de 300 gramas, o que equivale a 9 quilos/mês ou 100 quilos/ano por pessoa.</p>
<p style="text-align: justify;">O açúcar mascavo contém proteínas, gordura, cálcio, fósforo, ferro, vitamina B1, B2, niacina, vitamina C, sódio, potássio, magnésio, cobre e zinco, enquanto o açúcar refinado contém 0 (zero) desses nutrientes, e ainda rouba o estoque de minerais do organismo para ser  digerido e absorvido.</p>
<h4></h4>
<h4 style="text-align: justify;">EFEITOS DECORRENTES DA INGESTÃO DIÁRIA DE AÇÚCAR BRANCO :</h4>
<p style="text-align: justify;">1   Perda lenta e constante de magnésio: infecções, câncer.</p>
<p style="text-align: justify;">2   Perda lenta e constante de cálcio: cáries, osteoporose.</p>
<p style="text-align: justify;">3   Precipitação e retenção de sais de cálcio: arteriosclerose.</p>
<p style="text-align: justify;">4   Perda lenta e constante de vitaminas do complexo B, zinco e cromo: baixa imunidade, câncer de próstata  e diabetes.</p>
<p style="text-align: justify;">5   Formação de placas bacterianas no sulco gengival: doença periodontal.</p>
<p style="text-align: justify;">6   Acidificação constante do sangue: o organismo rouba cálcio dos ossos para neutralizar essa acidificação; desequilíbrio imunológico.</p>
<p style="text-align: justify;">7   Perturbação do metabolismo glicídio: hiperglicemia, depressão e diabetes.</p>
<p style="text-align: justify;">8   Perturbação do metabolismo lipídico: obesidade e arteriosclerose.</p>
<p style="text-align: justify;">Podemos considerar também o açúcar como cancerizante, pois é imunodepressor, quer dizer, faz diminuir a capacidade do organismo quanto às suas defesas e principalmente por eliminar o importante íon magnésio, devido à forma excessiva como é consumido hoje.</p>
<p style="text-align: justify;">A incidência do <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Adoçante">câncer de mama</a> pode variar consideravelmente de um país para outro. Muito rara no Japão, por exemplo, a doença torna-se comum entre as japonesas que imigram para os Estados Unidos. Depois de estudar diversos fatores que explicassem o fenômeno, os cientistas Stephen Seely, da Universidade de Manchester, na Inglaterra, e D. F. Horrobin, do Instituto e Pesquisa Efamol, de Kentville, no Canadá, concentram suas atenções num deles, a alimentação – e, em  artigo publicado na última edição da revista inglesa New Scientist, levantaram a hipótese de que uma das causas do câncer de mama possa ser o açúcar.</p>
<p style="text-align: justify;">Seely e Horrobin compararam os índices de consumo per capita de açúcar e as taxas de mortalidade por câncer de mama em vinte dos países mais ricos do mundo. Revelou-se que as nações que mais comem açúcar são exatamente as que apresentam mais óbitos – por ordem decrescente, a Grã-Bretanha, a Holanda, a Irlanda, a Dinamarca e o Canadá.</p>
<p style="text-align: justify;">Os cientistas avançam uma explicação para as propriedades cancerígenas das sobremesas. Uma parte da glicose contida no açúcar – cerca de 30 por cento – vai direto para a corrente sanguínea. Para fazer face e esse súbito aumento da taxa de glicose no sangue, o pâncreas produz mais insulina, o hormônio encarregado de queimar açúcar. O tecido mamário depende desse hormônio para crescer. O mesmo acontece com as células do câncer de mama. Seely e Horrobin supõem que a inundação do seio pela insulina, em seguida à ingestão de açúcar, criaria assim as condições ideais para o surgimento do tumor.</p>
<p style="text-align: justify;">Como pode-se notar é mil vezes melhor ingerir açúcar mascavo que nos dá minerais e vitaminas do que açúcar refinado, que nos rouba as vitaminas e minerais estocados no organismo, <a href="https://ahau.org/saude-intestinal/">prejudicando o funcionamento</a> das nossas células, tecidos e conseqüentemente de todo o organismo, gerando doenças como:</p>
<p style="text-align: justify;">1   Arteriosclerose (endurecimento das artérias)</p>
<p style="text-align: justify;">2   Arteriosclerose (placas de gordura coladas nas artérias)</p>
<p style="text-align: justify;">3   Cálculos biliares</p>
<p style="text-align: justify;">4   Câncer / Obesidade</p>
<p style="text-align: justify;">5   Cáries dentárias / Osteoporose</p>
<p style="text-align: justify;">6   Deficiência imunológica / Depressão</p>
<p style="text-align: justify;">7   Diabetes mellitus / Hipoglicemia</p>
<h4 style="text-align: justify;">Como produzir açúcar mascavo</h4>
<p style="text-align: justify;">O processo de refino e descoloração do açúcar retira a maioria das proteínas, vitaminas e sais minerais do caldo de cana. Segundo o pesquisador Roberto Machado, do Instituto de Tecnologia de Alimentos (Ital), há uma receita caseira para a produção de açúcar mascavo. O primeiro passo é moer a cana, para obter o caldo. Ele deve ser coado por intermédio de um pano, posto numa panela de ferro ou tacho de cobre e levado ao fogo.</p>
<p style="text-align: justify;">É preciso mexer sempre, com uma colher de pau, para não grudar no fundo ou empedrar. A partir desta etapa, é preciso ter sensibilidade para sentir o momento em que o caldo começa a ficar consistente e a cristalizar. É hora de pôr em formas e deixar secar. No processo industrial, a secagem é feita a vácuo. No processo artesanal, pode ser feita em forno com fogo baixo ou mesmo ao sol, protegida em pequenas estufas de vidro. Em pouco tempo, fica como rapadura, mas quebradiça. Quebre, depois, com um martelo de madeira e peneire. Armazene em potes de vidro, plástico ou metal.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: Dr. Marcio Bontempo e Dra. Sandra Regina Nogueira</p><p>The post <a href="https://ahau.org/acucar/">Açúcar mascavo X refinado</a> first appeared on <a href="https://ahau.org">Instituto Ahau - Terapeutas Especializados</a>.</p>]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://ahau.org/acucar/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>40</slash:comments>
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">1953</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Dieta do Tipo Sanguineo AB</title>
		<link>https://ahau.org/dieta-do-tipo-sanguineo-ab/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=dieta-do-tipo-sanguineo-ab</link>
					<comments>https://ahau.org/dieta-do-tipo-sanguineo-ab/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luiz Terapeuta]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Feb 2012 00:59:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Fique sabendo]]></category>
		<category><![CDATA[Vivendo Melhor]]></category>
		<category><![CDATA[acne]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[alimentos]]></category>
		<category><![CDATA[anemia]]></category>
		<category><![CDATA[ansiedade]]></category>
		<category><![CDATA[bem-estar]]></category>
		<category><![CDATA[cancêr]]></category>
		<category><![CDATA[câncer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[colesterol]]></category>
		<category><![CDATA[depressão]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[diarréia]]></category>
		<category><![CDATA[dieta]]></category>
		<category><![CDATA[dieta do tipo de sangue]]></category>
		<category><![CDATA[dieta do tipo sanguineo AB]]></category>
		<category><![CDATA[dieta tipo AB]]></category>
		<category><![CDATA[doenças]]></category>
		<category><![CDATA[emagrecer]]></category>
		<category><![CDATA[emagrecimento]]></category>
		<category><![CDATA[estresse]]></category>
		<category><![CDATA[frutas]]></category>
		<category><![CDATA[minerais]]></category>
		<category><![CDATA[nutrição]]></category>
		<category><![CDATA[osteoporose]]></category>
		<category><![CDATA[perda de peso]]></category>
		<category><![CDATA[prisão de ventre]]></category>
		<category><![CDATA[qualidade de vida]]></category>
		<category><![CDATA[rejuvenescimento]]></category>
		<category><![CDATA[reumatismo]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[terapia ortomolecular]]></category>
		<category><![CDATA[vitaminas]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.ahau.org/?p=1571</guid>

					<description><![CDATA[<p>Dieta do Tipo Sanguíneo AB &#8211; O Enigma Raro – Carismático &#8211; Misterioso •    Pontos fortes: Preparado para condições da vida moderna. Sistema imunológico altamente tolerante. Versátil. •    Pontos fracos: Trato digestivo sensível. Sujeito a invasões de micróbios. •    Riscos médicos: Doenças cardíacas e câncer. •    Perfil alimentar: Dieta mista, carne, peixe, laticínios, tofú, feijões, leguminosas, [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://ahau.org/dieta-do-tipo-sanguineo-ab/">Dieta do Tipo Sanguineo AB</a> first appeared on <a href="https://ahau.org">Instituto Ahau - Terapeutas Especializados</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><b>Dieta do Tipo Sanguíneo AB &#8211; </b><a style="font-weight: bold;" href="https://ahau.org/team/luiz-sequeira-0-html/">O Enigma</a></p>
<p style="text-align: justify;">Raro – Carismático &#8211; Misterioso</p>
<p style="text-align: justify;">•    <strong>Pontos fortes:</strong> Preparado para condições da vida moderna. Sistema imunológico altamente tolerante. Versátil.<br />
•    <strong>Pontos fracos:</strong> Trato digestivo sensível. Sujeito a invasões de micróbios.<br />
•    <strong>Riscos médicos:</strong> Doenças cardíacas e câncer.</p>
<p style="text-align: justify;">•    <strong>Perfil alimentar:</strong> Dieta mista, carne, peixe, laticínios, tofú, feijões, leguminosas, cereais, hortaliças e frutas.<br />
•    <strong>Segredos para o emagrecimento:</strong> Evitar: Frango, milho, feijão mulatinho e trigo sarraceno. Usar: Tofú, frutos do mar, folhas e fúcus (alga).<br />
•    <strong>Suplementos:</strong> Vitamina C, Pilriteiro, equinácea, valeriana, quercetina e cardo mariano.<br />
•    <strong>Exercícios físicos:</strong> Exercícios relaxantes como yoga, associados a exercícios moderados, como ciclismo e tênis.</p>
<p style="text-align: justify;"><b>A Dieta do Tipo Sanguíneo AB</b></p>
<h4 style="text-align: justify;"><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Antígeno"><strong>Carnes e</strong> Aves:</a></h4>
<p style="text-align: justify;"><strong>Altamente benéficos:</strong><br />
Carneiro, coelho, cordeiro e peru.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Neutros:</strong><br />
Avestruz, fígado e faisão.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Nocivos:</strong><br />
Bacon, boi, búfalo, cavalo, codorna, coração / vísceras, esquilo, galinha, galinha d’angola, ganso, pato, perdiz, pombo, porco, presunto, tartaruga, veado e vitela.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Frutos do Mar:</h4>
<p style="text-align: justify;"><strong>Altamente benéficos:</strong><br />
Atum, bacalhau, badejo, cavala, escargot, esturjão, garoupa, Lúcio, Lúcio novo, pargo, salmão, sardinha e vermelho.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Neutros:</strong><br />
Anchova, arenque fresco, bacalhau novo, bagre, cação, caranha, carpa, caviar, eperlano, espadarte, haliote, lula, mexilhão, pargo, peixe lua, perca de todos os tipos, pescada polaca, pescadinha, piraúna, savelha, tainha, tilápia, tubarão e Vieira.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Nocivos:</strong><br />
Arenque em conserva, barracuda, beluga, camarão, caranguejo, enguia, hadoque, halibute, lagosta, lagostim, linguado de todos os tipos, marisco, merluza, olhete, ostras, ova de salmão, polvo, rã, salmão defumado, siri e truta de todos os tipos.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Laticínios e Ovos:</h4>
<p style="text-align: justify;"><strong>Altamente benéficos na dieta do tipo sanguíneo AB:</strong><br />
Iogurte, leite de cabra, ovo de galinha, quefir, queijo cottage, queijo de leite de cabra, queijo feta, queijo mussarela e ricota.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Neutros:</strong><br />
Caseína, gema de ovo, leite de vaca integral e desnatado, manteiga de búfala, ovo de codorna, ovo de gansa, queijo cheddar, queijo colby, queijo edam, queijo emmenthal, queijo gouda, queijo gruyère, queijo muenster, queijo suíço, requeijão e soro de leite.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Nocivos:</strong><br />
American cheese, blue cheese, creme de leite, leite de vaca integral, leitelho, manteiga, ovo de pata, queijo brie, queijo camembert, queijo parmesão, queijo provolone, sorbet de frutas e sorvete.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Óleos e Gorduras:</h4>
<p style="text-align: justify;"><strong>Altamente benéficos:</strong><br />
Azeite de oliva extra virgem e óleo de nozes.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Neutros:</strong><br />
Óleo de amêndoa, óleo de amendoim, óleo de canola, óleo de fígado de bacalhau, óleo de germe de trigo, óleo de groselha, óleo de linhaça, óleo de prímula e óleo de soja.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Nocivos:</strong><br />
Óleo de açafrão, óleo de coco, óleo de gergelim, óleo de girassol, óleo de milho e óleo de semente de algodão.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Nozes e Sementes:</h4>
<p style="text-align: justify;"><strong>Altamente benéficos:</strong><br />
Amendoim, castanha e nozes.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Neutros:</strong><br />
Amêndoa, castanha de caju, castanha do pará, faia, leite de amêndoa, lichia, linhaça, macadâmia, pasta de amêndoa, pecã, pasta de pecã, pinhão, pistache, queijo de amêndoa e sementes de açafrão.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Nocivos:</strong><br />
Avelã, semente de abóbora, semente de girassol, sementes de papoula sementes de gergelim e pasta de gergelim (tahini).</p>
<h4 style="text-align: justify;">Feijões e Leguminosas:</h4>
<p style="text-align: justify;"><strong>Altamente benéficos na dieta do tipo sanguíneo AB:</strong><br />
Feijão de marinheiro branco, feijão de soja, feijão rajadinho, feijão vermelho, lentilha, missô, tempé e tofú.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Neutros:</strong><br />
Ervilha verde, feijão branco, feijão de corda, feijão jicama, flocos de soja, grânulos de soja, leite de soja, lentilha, queijo de soja e vagem.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Nocivos:</strong><br />
Brotos de feijão, fava, feijão azuki, feijão fradinho, feijão manteiga, feijão mulatinho, feijão preto e grão de bico.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Cereais, Pães e Massas:</h4>
<p style="text-align: justify;"><strong>Altamente benéficos:</strong><br />
Amaranto, arroz branco / integral / basmati / selvagem, bolo de arroz, espelta, farelo de arroz, farelo de aveia, farinha de aveia, farinha de centeio, farinha de espelta integral, mingau de aveia, painço, pão de arroz, pão de centeio 100%, pão de Ezequiel (trigo germinado 100%), pão de farinha de soja, pão de trigo germinado e pão dos essênios (trigo germinado).</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Neutros:</strong><br />
Bolinho de farelo de trigo, cevada, creme de arroz, cuscuz, farelo de trigo, farinha de cereais, farinha de glúten, germe de trigo, massa de espinafre, massa de semolina, pão de espelta, pão de sete cereais e trigo (produtos de farinha de glúten / de farinha de trigo / de farinha integral).</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Nocivos:</strong><br />
Flocos de milho, massa de alcachofra pura, milho, mingau de milho, pão de milho, pipoca, sêmola, sorgo, tapioca, teff (cereal africano), trigo refinado não clareado e trigo sarraceno / kasha.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Hortaliças:</h4>
<p style="text-align: justify;"><strong>Altamente benéficos:</strong><br />
Aipo / suco, alho, batata doce, berinjela, beterraba, brócolis, broto de alfafa, cenoura / suco, cogumelo maitake, couve, couve flor, dente de leão, folha de beterraba, inhame, mandioquinha, folha da mostarda, pepino, repolho / suco e salsa.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Neutros:</strong><br />
Abóbora moranga, abóbora de todos os tipos, abobrinha, acelga, agrião, alface de todos os tipos, alga marinha, alho poró, aspargo, azeitona grega / verde / espanhola, batata inglesa, broto de bambu, cebola de todos os tipos, cebolinha verde, cenoura, chicória, chucrute, coentro, cogumelo enoki, couve de Bruxelas, couve nabo (rutabaga), couve rábano, echalote, endívia, erva doce, ervilha verde e de vagem, escarola, gengibre, nabo, pimenta da Jamaica, quiabo, raiz forte, repolho chinês (bok choy), rúcula, suco de pepino tomate / suco.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Nocivos:</strong><br />
Alcachofra, babosa / chá / suco / folha, brotos de feijão, brotos de rabanete, azeitona preta, cogumelo shiitake, rabanete, milho, picles de todos os tipos, pimenta e pimentão de todos os tipos.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Frutas:</h4>
<p style="text-align: justify;"><strong>Altamente benéficos na dieta do tipo sanguíneo AB:</strong><br />
Abacaxi, ameixa, cereja, figo fresco ou desidratado, framboesa, grapefruit, groselha, kiwi, suco de limão, melancia, suco de arando e uva de todos os tipos.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Neutros:</strong><br />
Ameixa seca / suco, amora, banana da terra, cidra de maça / suco, damasco / suco, fruta pão, groselha preta / vermelha, lima / suco, melão amarelo e verde (pele de sapo), melão cantalupo, mirtilo, morango, nectarina / suco, papaia, pêra asiática, pêra / suco, pêssego, sabugueiro, suco de abacaxi, suco de amora preta, suco de grapefruit, tâmara de todos os tipos, tangerina, suco e uva passa.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Nocivos:</strong><br />
Abacate, banana, caqui, carambola, coco, goiaba / suco, laranja, manga / sugo, marmelo e romã.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Temperos:</h4>
<p style="text-align: justify;"><strong>Altamente benéficos na dieta do tipo sanguíneo AB:</strong><br />
Alho, curry, missô, raiz forte e salsa.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Neutros:</strong><br />
Açafrão, açúcar branco ou mascavo, ágar, alcaparra, alecrim, alfarroba, alga, araruta, baunilha, bergamota, canela, cardamomo, cebolinha, cerefólio, chili em pó, chocolate, coentro, cominho, cravo, cremor de tártaro, cúrcuma, endro, estragão, fermento, gualtéria, hortelã, hortelã pimenta, junípero, louro, macis, manjericão, manjerona, mel, melado, molho de soja, molho de tamari, mostarda em pó, noz moscada, páprica, pectina de maça, raiz de alcaçuz, sal marinho, sálvia, segurelha, sena, tamarindo, tomilho, xarope de arroz e xarope de bordo.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Nocivos:</strong><br />
Aniz, aspartame, carragena, dextrose, extrato de amêndoas, frutose, gelatina comum, gomas guar, guaraná, maisena, malte de cevada, pimenta de todos os tipos, pimenta da Jamaica, tapioca, vinagre de todos os tipos e xarope de milho.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Condimentos:</h4>
<p style="text-align: justify;"><strong>Altamente benéficos:</strong><br />
Nenhum.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Neutros:</strong><br />
Geléia ou gelatina de frutas recomendadas, molho de salada com ingredientes recomendados.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Nocivos:</strong><br />
Ketchup, molho inglês, picles e picles em conserva.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Ervas e Chás:</h4>
<p style="text-align: justify;"><strong>Altamente benéficos:</strong><br />
Alfafa, bardana, camomila, equinácea, folha de morango, gengibre, ginseng, pilriteiro, raiz de alcaçuz e fruto da roseira.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Neutros:</strong><br />
Amora, bétula branca, caiena, casca de carvalho branco, dente de leão, dong quai, erva de são João, folha de framboesa, gatária, hidraste, hortelã, hortelã pimenta, marroio branco, milefólio, morrião branco, sabugueiro, salsa, salsaparrilha, sálvia, tomilho, valeriana e verbena.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Nocivos:</strong><br />
Babosa, barba de milho, bolsa de pastor, feno grego, genciana, lúpulo, ruibarbo, sena, tília, trevo dos prados, tussilagem e verbasco.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Bebidas:</h4>
<p style="text-align: justify;"><strong>Altamente benéficos:</strong><br />
Chá verde e vinho tinto.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Neutros:</strong><br />
Água mineral gasosa, cerveja e vinho branco.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Nocivos:</strong><br />
Bebidas destiladas, café, descafeinado, chá preto, descafeinado e  refrigerante de todos os tipos.</p>
<h4 style="text-align: justify;"><strong><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-4414 alignleft" src="https://ahau.org/wp-content/uploads/2012/02/tipo_ab.jpg" alt="dieta-do-tipo-sanguineo-ab" width="427" height="237" srcset="https://ahau.org/wp-content/uploads/2012/02/tipo_ab.jpg 900w, https://ahau.org/wp-content/uploads/2012/02/tipo_ab-300x167.jpg 300w, https://ahau.org/wp-content/uploads/2012/02/tipo_ab-768x427.jpg 768w" sizes="(max-width: 427px) 100vw, 427px" /></strong>Estratégias da dieta do tipo sanguíneo AB:</h4>
<p style="text-align: justify;"><strong>Artrite:</strong> Alfafa, banho de sal de Epsom (sulfato de magnésio), cálcio e macerado de chá de alecrim.<br />
<strong>Cólicas e gases:</strong> Chá de camomila, chá de funcho, chá de hortelã pimenta, gengibre e suplemento probiótico com fator bifidus.<br />
<strong>Cólicas menstruais:</strong> Corniso jamaicano.<br />
<strong>Congestão:</strong> Chá de alcaçuz, urtiga, verbasco e verbena.<br />
<strong>Constipação:</strong> Casca de lariço (arvore), fibras e psyllium.<br />
<strong>Diarréia:</strong> Folha de framboesa, L. acidophilus (cultura de iogurte), mirtilo e sabugueiro.<br />
<strong>Cabeça, dor:</strong> Camomila, casca de salgueiro, matricária e valeriana.<br />
<strong>Dor de dente:</strong> Massagem na gengiva com alho amassado e massagem na gengiva com óleo de cravo.<br />
<strong>Garganta, dor:</strong> Gargarejo de chá de raiz de hidraste com sálvia.<br />
<strong>Dor de ouvido:</strong> Gotas de alho-verbasco-azeite.<br />
<strong>Febre:</strong> Casca de salgueiro branco, gatária, matricária, e verbena.<br />
<strong>Gripe:</strong> Alho, arabinogalactan, chá de rosa, equinácea, hidraste e sabugueiro (prevenção).<br />
<strong>Indigestão e azia:</strong> Bromelina, gengibre, hidraste e hortelã pimenta.<br />
<strong>Náuseas:</strong> Chá de raiz de alcaçuz, gengibre e pimenta caiena.<br />
<strong>Sinusite:</strong> Tomilho.<br />
<strong>Tosse:</strong> Marroio branco, tília e unha de cavalo.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Bibliografias:</h4>
<p style="text-align: justify;"><strong>Torna-se indispensável à leitura dos seguintes livros:</strong></p>
<p style="text-align: justify;">1.    A Dieta do Tipo Sanguíneo.<br />
Autor: Peter J. D’Adamo.<br />
Editora: Campus.</p>
<p style="text-align: justify;">2.    A Dieta do seu Tipo Sanguíneo.<br />
Autores: Peter J. D’Adamo com Catherine Whitney.<br />
Editora: Campus.</p><p>The post <a href="https://ahau.org/dieta-do-tipo-sanguineo-ab/">Dieta do Tipo Sanguineo AB</a> first appeared on <a href="https://ahau.org">Instituto Ahau - Terapeutas Especializados</a>.</p>]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://ahau.org/dieta-do-tipo-sanguineo-ab/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>6</slash:comments>
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">1571</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Dieta do Tipo Sanguineo A</title>
		<link>https://ahau.org/dieta-do-tipo-sanguineo-a/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=dieta-do-tipo-sanguineo-a</link>
					<comments>https://ahau.org/dieta-do-tipo-sanguineo-a/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luiz Terapeuta]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Feb 2012 00:35:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Fique sabendo]]></category>
		<category><![CDATA[Vivendo Melhor]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[alimentos]]></category>
		<category><![CDATA[anemia]]></category>
		<category><![CDATA[bem-estar]]></category>
		<category><![CDATA[cancêr]]></category>
		<category><![CDATA[câncer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[colesterol]]></category>
		<category><![CDATA[depressão]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[diarréia]]></category>
		<category><![CDATA[dieta]]></category>
		<category><![CDATA[dieta do tipo A]]></category>
		<category><![CDATA[dieta do tipo sanguineo A]]></category>
		<category><![CDATA[doenças]]></category>
		<category><![CDATA[emagrecer]]></category>
		<category><![CDATA[emagrecimento]]></category>
		<category><![CDATA[estresse]]></category>
		<category><![CDATA[frutas]]></category>
		<category><![CDATA[hipertensão]]></category>
		<category><![CDATA[insônia]]></category>
		<category><![CDATA[irritabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[minerais]]></category>
		<category><![CDATA[nervosismo]]></category>
		<category><![CDATA[nutrição]]></category>
		<category><![CDATA[obesidade]]></category>
		<category><![CDATA[osteoporose]]></category>
		<category><![CDATA[prisão de ventre]]></category>
		<category><![CDATA[qualidade de vida]]></category>
		<category><![CDATA[rejuvenescimento]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[terapia ortomolecular]]></category>
		<category><![CDATA[vitaminas]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.ahau.org/?p=1554</guid>

					<description><![CDATA[<p>Dieta do Tipo Sanguíneo A &#8211; O Cultivador &#8211; Vegetariano Sedentário &#8211; Cooperador – Metódico •    Pontos Fortes: Adapta-se bem à variedade alimentar e ambiental. O sistema preserva e metaboliza os nutrientes com eficiência. •    Pontos fracos: Não consegue digerir e metabolizar facilmente a proteína da carne. Sistema imunológico vulnerável, aberto a invasão de [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://ahau.org/dieta-do-tipo-sanguineo-a/">Dieta do Tipo Sanguineo A</a> first appeared on <a href="https://ahau.org">Instituto Ahau - Terapeutas Especializados</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><b>Dieta do Tipo Sanguíneo A &#8211; O Cultivador &#8211; Vegetariano</b></p>
<p style="text-align: justify;">Sedentário &#8211; Cooperador – Metódico</p>
<p style="text-align: justify;">•  <strong>  Pontos Fortes:</strong> Adapta-se bem à variedade alimentar e ambiental. O sistema preserva e metaboliza os nutrientes com eficiência.<br />
•    <strong>Pontos fracos:</strong> Não consegue digerir e metabolizar facilmente a proteína da carne. Sistema imunológico vulnerável, aberto a invasão de micróbios.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>     Riscos médicos:</strong> Doenças cardíacas, diabetes do tipo I e II, câncer, problemas de fígado e vesícula biliar.<br />
•    <strong>Perfil alimentar:</strong> Vegetariano, hortaliças, tofú (queijo de soja), frutos do mar, cereais, feijões, leguminosas e frutas.<br />
•    <strong>Segredos para o emagrecimento:</strong> Evitar: Carne, laticínios, feijão, feijão manteiga, trigo. Usar: Azeite extra virgem, alimentos a base de soja, frutos do mar, hortaliças e abacaxi.<br />
•    <strong>Suplementos:</strong> Vitamina B 12, ácido fólico, vitamina C, vitamina E, pilriterio, equinácea, quercetina e cardo mariano.<br />
•    <strong>Programa de exercícios:</strong> Exercícios relaxantes como yoga e tai chi chuan.</p>
<h4 style="text-align: justify;">A Dieta do Tipo Sanguíneo A</h4>
<h4 style="text-align: justify;">Carnes e Aves:</h4>
<p style="text-align: justify;"><strong>Altamente benéficos:</strong><br />
Nenhuma</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Neutros:</strong><br />
Avestruz, frango, galinha-d’angola, peru e pombo.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Nocivos:</strong><br />
Bacon, presunto, porco, bode, boi, búfalo, carneiro, cavalo, codorna, coelho, coração / vísceras, cordeiro, esquilo, faisão, fígado de boi, ganso, pato, perdiz, tartaruga, veado e vitela.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Frutos do Mar:</h4>
<p style="text-align: justify;"><strong>Altamente benéficos:</strong><br />
Bacalhau, carpa, cavala, escargot, Lúcio novo, perca (prateada, amarela), pescada merlonga, pescada polaca, salmão, sardinha, savelha, truta (rio e mar) e vermelho.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Neutros:</strong><br />
Atum, bacalhau fresco, cação, caranha, espardarte, esturjão, haliote, Lúcio, Lúcio gigante, olhete, ova de salmão, pampo, pargo, perca (oceano, branca), perca-do-mar, pescadinha, piraúna, tainha, tilápia, truta (riacho) e tubarão.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Nocivos na Dieta do Tipo Sanguíneo A:</strong><br />
Anchova, arenque, arenque em conserva, bagre, barracuda, beluga, búzio, camarão, caranguejo, caviar, enguia, esturjão-branco, garoupa, hadoque, halibute, lagosta, lagostim, linguado, linguado gigante, lula, marisco, merlúcio, mexilhões, moluscos, ostra, polvo, rã, siri e Vieira.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Laticínios e Ovos:</h4>
<p style="text-align: justify;"><strong>Altamente benéficos:</strong><br />
Nenhum</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Neutros:</strong><br />
Iogurte, leite de cabra, manteiga de leite de búfala, ovo de codorna, ovo de galinha, ovo de gansa, ovo de pata, quefir, queijo de leite de cabra, queijo feta, queijo mussarela e ricota.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Nocivos:</strong><br />
American cheese, blue cheese, caseína, leite de vaca, leite integral, leitelho, manteiga, queijo brie, queijo camembert, queijo cheddar, queijo colby, queijo cottage, queijo edam, queijo emmenthal, queijo gouda, queijo gruyère, queijo muenster, queijo parmesão, queijo provolone, queijo suíço, requeijão, sourbet de frutas, soro de leite e sorvete.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Óleos e Gorduras:</h4>
<p style="text-align: justify;"><strong>Altamente benéficos:</strong><br />
Azeite de oliva, óleo de groselha negra, óleo de linhaça, óleo de nozes.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Neutros:</strong><br />
Germe de trigo, óleo de açafrão, óleo de amêndoa, óleo de borragem, óleo de canola, óleo de fígado de bacalhau, óleo de gergelim, óleo de girassol, óleo de prímula e óleo de soja.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Nocivos:</strong><br />
Óleo de amendoim, óleo de caroço de algodão, óleo de coco, óleo de milho e óleo de rícino.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Nozes e Sementes:</h4>
<p style="text-align: justify;"><strong>Altamente benéficos:</strong><br />
Amendoim, noz preta, pasta de amendoim, semente de abóbora e semente de linhaça.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Neutros:</strong><br />
Açafrão, amêndoa, avelã, castanha, faia, leite de amêndoa, lichia, macadâmia, manteiga de nozes, noz comum, pasta de amêndoa, pasta de gergelim (tahini), pasta de girassol, pecã, pinhão, queijo de amêndoa, semente de gergelim, semente de girassol e sementes de papoula.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Nocivos:</strong><br />
Castanha de caju, castanha do pará e pistache.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Feijões e Leguminosas na Dieta do Tipo Sanguíneo A:</h4>
<p style="text-align: justify;"><strong>Altamente benéficos:</strong><br />
Feijão azuki, feijão fradinho, feijão preto, feijão de soja, guando, leite de soja, lentilha, missô, soja e derivados, tempé, tofú e vagem.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Neutros:</strong><br />
Broto de feijão, ervilha, fava, feijão branco, e feijão de corda.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Nocivos:</strong><br />
Feijão de marinheiro (branco), feijão manteiga, feijão mulatinho, grão de bico e tamarindo.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Cereais, pães e massas:</h4>
<p style="text-align: justify;"><strong>Altamente benéficos:</strong><br />
Amaranto, bolo de arroz, farelo de arroz, farinha de arroz, farinha de aveia, farinha de centeio, massa de alcachofra pura, pão de aveia 100%, pão de Ezequiel (trigo germinado 100%) e trigo sarraceno.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Neutros:</strong><br />
Arroz branco / integral / basmati / selvagem, aveia, bolo de milho, cevada, creme de arroz, espelta / produtos de espelta, farelo de arroz, farinha de glúten, farinha de trigo integral, farinha de trigo refinada não clareada, flocos de milho, fubá, kamut, leite de arroz, milho, painço, pão de arroz, pão de centeio 100%, pão de trigo industrializado, pipoca, quinoa, sorgo, tapioca, trigo (produtos de farinha de glúten) e trigo (produtos de farinha de semolina).</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Nocivos:</strong><br />
Bolo inglês, creme de trigo, farelo de trigo, germe de trigo e Matzo (pão judaico).</p>
<h4 style="text-align: justify;">Hortaliças na Dieta do Tipo Sanguíneo A:</h4>
<p style="text-align: justify;"><strong>Altamente benéficos:</strong><br />
Abóbora moranga, acelga, aipo / suco de aipo, alcachofra, alface romana, alho, alho poró, babosa (planta, suco), brócolis, broto de alfafa, cebola (verde, roxa, branca), cenoura (suco de cenoura),  chicória, cogumelo maitake, couve, couve rábano, dente de leão, escarola, espinafre (suco), folhas de beterraba, funcho, gengibre, mandioquinha, nabo, quiabo, raiz forte e salsa.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Neutros:</strong><br />
Abacate, abóbora (exceto abóbora jerimu), abobrinha, agrião, alface, alga marinha, aspargo, azeitona verde, beterraba (suco), broto de bambu, castanha d’água, cebolinha, cogumelo em geral (exceto maitalce), couve de Bruxelas, couve flor, couve nabo (rutabaga), endívia, ervilha, fúcus (algas), milho, mostarda (folha), pepino (suco), picles (em salmoura), pimentão, rabanete, repolho chinês (bok choy), rúcula, sena e suco de repolho.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Nocivos:</strong><br />
Azeitona (preta / grega / espanhola), batata doce, batata todos os tipos, berinjela, chucrute, cogumelo shiitake, inhame, iuca, junípero (zimbro), picles no vinagre, pimenta todos os tipos, repolho não o suco, ruibarbo e tomate /suco.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Frutas:</h4>
<p style="text-align: justify;"><strong>Altamente benéficos:</strong><br />
Abacaxi, ameixa seca, ameixa (todos os tipos), amora preta, cereja de todos os tipos, damasco, figo fresco ou desidratado, grapefruit, lima, limão, mirtilo e suco de cereja preta.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Neutros:</strong><br />
Abacate, arando, baga, caqui, carambola, framboesa, fruta pão, goiaba, groselha preta ou vermelha, kiwi, maça / cidra de maça e marmelo, melancia, pêra asiática, pêssego, romã, tâmara, uva de todos os tipos e uva passa.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Nocivos:</strong><br />
Banana, banana terra, coco, leite de coco, laranja, manga, tangerina e papaia.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Temperos:</h4>
<p style="text-align: justify;"><strong>Altamente benéficos:</strong><br />
Alho, cúrcuma, gengibre, malte de cevada, melado, missô, molho de soja, raiz forte, salsa e tamari.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Neutros:</strong><br />
Açafrão, açúcar branco ou mascavo, agar, alecrim, alfarroba, araruta, baunilha, bergamota, bordo, canela, cardamomo, cebolinha, cerefólio, chocolate, coentro, cominho, cravo da índia cremor de tártaro, curry, dextrose, endro, estévia, estragão, extrato de amêndoas, fermento, funcho, glicose, guaraná, hortelã, junípero (zimbo), louro, macis, maisena, manjericão, manjerona, mel, mostarda em pó, noz moscada, orégano, páprica, pectina de maça, pimenta, pimenta da Jamaica, raiz de alcaçuz, sal marinho, sálvia, segurelha, tamarindo, tapioca, tomilho, xarope de arroz, xarope de arroz integral e xarope de milho.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Nocivos:</strong><br />
Alcaparra, aspartame, carragena, chili em pó, gelatina comum, glutamato monossódico, gomas guar (goma arábica), gualtéria, pimenta branca, pimenta do reino e todos os tipos de vinagre.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Condimentos na Dieta do Tipo Sanguíneo A:</h4>
<p style="text-align: justify;"><strong>Altamente benéficos:</strong><br />
Mostarda (sem trigo nem vinagre).</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Neutros:</strong><br />
Geléia, ou gelatina (das frutas recomendadas), mostarda (preparada com vinagre) e molho para salada (light, com ingredientes recomendados).</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Nocivos:</strong><br />
Hortaliças e frutas conservadas no vinagre, molho inglês, picles, ketchup, maionese e picles em salmoura.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Ervas e chás:</h4>
<p style="text-align: justify;">Altamente benéficos:<br />
Alfafa, babosa, bardana, camomila, cardo mariano, dente de leão, equinácea, erva de são João, feno grego, fruto da roseira, genciana, ginko biloba, ginseng, lariço, manjericão, pilriterio e valeriana.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Neutros:</strong><br />
Amora, bétula, bolsa do pastor, casca de carvalho branco, dong quai, folha da framboesa, folha do morango, hidraste (gargarejo ou uso tópico), hortelã pimenta, lúpulo, marroio branco, milefólio, morrião branco, pimenta, raiz de alcaçuz, sabugueiro, salsaparrilha, sálvia, sena, tília, tomilho, verbasco e verbena.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Evitar:</strong><br />
Cabelo de milho, caiena, confrei, gataria, ruibarbo, sassafrás e trevo vermelho.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Bebidas:</h4>
<p style="text-align: justify;"><strong>Altamente benéficas:</strong><br />
Café comum ou descafeinado, vinho tinto e chá verde.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Neutros:</strong><br />
Vinho branco.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Antígeno">Nocivos</a>:</strong><br />
Água mineral com gás, bebidas destiladas, cerveja, chá preto comum ou descafeinado e refrigerante de todos os tipos.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-4417 alignleft" src="https://ahau.org/wp-content/uploads/2012/02/tipo_a.jpg" alt="dieta-do-tipo-sanguineo-a" width="445" height="247" srcset="https://ahau.org/wp-content/uploads/2012/02/tipo_a.jpg 900w, https://ahau.org/wp-content/uploads/2012/02/tipo_a-300x167.jpg 300w, https://ahau.org/wp-content/uploads/2012/02/tipo_a-768x427.jpg 768w" sizes="(max-width: 445px) 100vw, 445px" /><a href="https://ahau.org/team/luiz-sequeira-0-html/">Estratégias na Dieta do Tipo sanguíneo A </a>:</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Artrite:</strong> Alfafa banho e sal de Epsom (sulfato de magnésio), cálcio e macerado de chá de alecrim.<br />
<strong>Cólicas e gases:</strong> chá de camomila, chá de funcho, chá de hortelã pimenta, gengibre e suplemento probiótico com fator bifidus.<br />
<strong>Cólicas menstruais:</strong> Alteia preta e corniso jamaicano.<br />
<strong>Congestão:</strong> Chá de alcaçuz, urtiga, verbasco e verbena.<br />
<strong>Constipação:</strong> Casca de lariço (árvore), fibras, psyllium e suco de babosa.<br />
<b>Diarreia:</b> Folha de framboesa, L. acidophilus (cultura de iogurte), mirtilo s sabugueiro.<br />
<strong>Cabeça, dor:</strong> Camomila, casca de salgueiro branco, damiana, matricária e valeriana.<br />
<strong>Dor de dente:</strong> Massagem na gengiva com alho amassado e massagem na gengiva com óleo de cravo.<br />
<strong>Garganta, dor:</strong> Gargarejo com chá de feno grego e gargarejo com chá de hidrate com sálvia.<br />
<strong>Dor de ouvido:</strong> Gotas de alho-verbasco-azeite.<br />
<strong>Febre:</strong> Casca do salgueiro branco, matricária e verbena.<br />
<strong>Gripe:</strong> Alho, arabinogalactan, chá do fruto da roseira, equinácea, hidraste e sabugueiro (prevenção).<br />
<strong>Indigestão, azia:</strong> Bromelina, genciana, gengibre, hidraste e hortelã pimenta.<br />
<strong>Náusea:</strong> Chá de raiz de alcaçuz e gengibre.<br />
<strong>Sintomas de menopausa:</strong> Fitoestrogênios derivados de inhame selvagem, alfafa e soja (evite fazer reposição de estrogênio convencional devido ao risco de câncer).<br />
<strong>Sinusite:</strong> Feno grego e tomilho.<br />
<strong>Tosse:</strong> Marroio branco, tília e tussilagem.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Bibliografias:</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Torna-se indispensável à leitura dos seguintes livros:</strong></p>
<p style="text-align: justify;">1.    A Dieta do Tipo Sanguíneo.<br />
Autor: Peter J. D’Adamo.<br />
Editora: Campus.</p>
<p style="text-align: justify;">2.    A Dieta do seu Tipo Sanguíneo.<br />
Autores: Peter J. D’Adamo com Catherine Whitney.<br />
Editora: Campus.</p><p>The post <a href="https://ahau.org/dieta-do-tipo-sanguineo-a/">Dieta do Tipo Sanguineo A</a> first appeared on <a href="https://ahau.org">Instituto Ahau - Terapeutas Especializados</a>.</p>]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://ahau.org/dieta-do-tipo-sanguineo-a/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>6</slash:comments>
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">1554</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Ghee – Manteiga Clarificada</title>
		<link>https://ahau.org/ghee-manteiga-clarificada/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=ghee-manteiga-clarificada</link>
					<comments>https://ahau.org/ghee-manteiga-clarificada/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luiz Terapeuta]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Feb 2012 23:38:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Fique sabendo]]></category>
		<category><![CDATA[Vivendo Melhor]]></category>
		<category><![CDATA[acido graxo]]></category>
		<category><![CDATA[acne]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[alimentos]]></category>
		<category><![CDATA[bem-estar]]></category>
		<category><![CDATA[colesterol]]></category>
		<category><![CDATA[depressão]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[diarréia]]></category>
		<category><![CDATA[dieta]]></category>
		<category><![CDATA[emagrecer]]></category>
		<category><![CDATA[emagrecimento]]></category>
		<category><![CDATA[gordura boa]]></category>
		<category><![CDATA[hipertensão]]></category>
		<category><![CDATA[manteiga ghee]]></category>
		<category><![CDATA[nutrição]]></category>
		<category><![CDATA[os benefícios da manteiga ghee]]></category>
		<category><![CDATA[propriedades da manteiga ghee]]></category>
		<category><![CDATA[rejuvenescimento]]></category>
		<category><![CDATA[terapia ortomolecular]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.ahau.org/?p=1338</guid>

					<description><![CDATA[<p>Ghee – Manteiga Clarificada é o óleo purificado da manteiga, onde toda a água e os elementos sólidos e toxinas da gordura do leite e lactose são completamente removidos.  Embora seja inteiramente preparado a partir da manteiga, suas propriedades, de acordo com a ayurveda, diferem muito da manteiga em si.   Quando o ghee é preparado [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://ahau.org/ghee-manteiga-clarificada/">Ghee – Manteiga Clarificada</a> first appeared on <a href="https://ahau.org">Instituto Ahau - Terapeutas Especializados</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Ghee – Manteiga Clarificada é o óleo purificado da manteiga, onde toda a água e os elementos sólidos e toxinas da gordura do leite e lactose são completamente removidos.  Embora seja inteiramente preparado a partir da manteiga, suas propriedades, de acordo com a ayurveda, diferem muito da manteiga em si.   Quando o ghee é preparado através do método tradicional de aquecimento e coação, toda a água é evaporada e os elementos sólidos da gordura do leite são completamente removidos.</p>
<p style="text-align: justify;">O resultado é um óleo dourado e brilhantemente transparente que não fica rançoso. Este é o<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Ghi"> ouro líquido</a> que aparece nas antigas escrituras indianas. E este é o ghee que encontrará um lugar em todos os alimentos que você preparar.</p>
<h4>Qualidades da Ghee</h4>
<p style="text-align: justify;">O ghee preparado adequadamente apresenta as seguintes qualidades: não contém sal, não contém lactose, não produz fumaça em temperaturas altas, não necessita de refrigeração.  É utilizado por naturopatas em diversas culturas, que extraem seus poderes curativos e rejuvenescedores. E para aqueles com alergias graves a laticínios, é uma parte integral da dieta com alto grau de restrição.</p>
<p style="text-align: justify;">Durante este processo, a manteiga sem sal é derretida, devagar, e as gorduras saturadas vêm para a superfície em blocos, formando uma camada de espuma densa. Esta espuma é retirada várias vezes, até que se eliminem todos os resíduos da manteiga, até que toda a água evapore e reste apenas o óleo, que é então coado em um tecido fino. O processo de clarificação da manteiga dura em torno de 1 a 2 horas, dependendo da quantidade usada.</p>
<p style="text-align: justify;">Embora isso não esteja mostrado nesta imagem, é melhor que seja preparado em panela de vidro ou inox, em banho Maria.  Coloque água numa panela, com um pano no fundo, e o recipiente com a manteiga dentro.  Desta forma, a manteiga não queimará.</p>
<h4 style="text-align: justify;"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-4922 alignleft" src="https://ahau.org/wp-content/uploads/2012/02/ghee-manteiga-clarificada.jpg" alt="ghee-manteiga-clarificada" width="370" height="370" srcset="https://ahau.org/wp-content/uploads/2012/02/ghee-manteiga-clarificada.jpg 500w, https://ahau.org/wp-content/uploads/2012/02/ghee-manteiga-clarificada-300x300.jpg 300w, https://ahau.org/wp-content/uploads/2012/02/ghee-manteiga-clarificada-150x150.jpg 150w" sizes="(max-width: 370px) 100vw, 370px" />Na Ayurveda, o Ghee</h4>
<p style="text-align: justify;">É considerado Rasayana, ou seja, um alimento rejuvenescedor e regenerador, um tonificante que aumenta a força e a expectativa de vida, de propriedades emolientes, que serve de base para diversas preparações medicinais – é considerado um ótimo “portador” para todas as ervas que são tomadas com ele. Além disso é utilizado em técnicas de massagens, pois nutre tecidos profundos, sendo muito bom para peles secas e para prevenir rugas. Ele é bom para todo o tipo de pessoas.</p>
<p style="text-align: justify;">Também é extremamente <a href="https://ahau.org/limao-e-o-seu-poder-de-cura/">benéfico para o fígado</a>, útil para inflamações gastrointestinais e no combate a úlceras, ajuda a equilibrar o fogo digestivo no organismo, fortalece o sistema imunológico, ajuda no tratamento dos pulmões, a melhorar a memória e é utilizado em algumas técnicas para refrescar e nutrir os olhos. É um ótimo purificador dos canais e condutos do organismo, não apenas os físicos, mas também os energéticos e sutis. É um tônico que fortalece e regenera os fluidos, e é lubrificante, aumentando a flexibilidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Tem um sabor maravilhoso e é um ótimo óleo para cozinhar. Além de seu aroma refinado e sabor delicado, tem alto nível de resistência ao calor, e não queima facilmente.   Legumes, verduras, tortas e outros alimentos preparados com Ghee são muito saborosos e nutritivos.</p>
<h4 style="text-align: justify;">OBSERVAÇÕES:</h4>
<p style="text-align: justify;">1- Quando dourar temperos no ghee, tenha-os à mão, pois, uma vez aquecido, ele atinge rapidamente temperaturas bem altas.<br />
2- Evite deixar cair água no ghee quente, pois esta combinação pode respingar gordura quente de forma perigosa.<br />
3- A temperatura do ghee para frituras deve ser médio-baixo e estará no ponto quando dourar o alimento em 1 minuto.  Não coloque muitas porções de uma só vez, pois isto fará com que ele se esfrie e o resultado pode não sair satisfatório.4- Pode-se utilizar o ghee para frituras várias vezes, sem saturar. Basta filtrá-lo após o uso.</p>
<p style="text-align: justify;">5- Depois de pronto o ghee pode ser temperado, misturado a ervas, aromatizado a gosto ou simplesmente puro. É delicioso para passar no pão, adicionar a pratos frios, para o preparo de massas, refogados e frituras.</p>
<p style="text-align: justify;">Por: Cláudio Azevedo<br />
Fonte: http://blog.opovo.com.br/yoga/ghee-manteiga-clarificada/</p><p>The post <a href="https://ahau.org/ghee-manteiga-clarificada/">Ghee – Manteiga Clarificada</a> first appeared on <a href="https://ahau.org">Instituto Ahau - Terapeutas Especializados</a>.</p>]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://ahau.org/ghee-manteiga-clarificada/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>83</slash:comments>
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">1338</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Gordura TRANS</title>
		<link>https://ahau.org/gordura-trans/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=gordura-trans</link>
					<comments>https://ahau.org/gordura-trans/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luiz Terapeuta]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Feb 2012 14:18:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Fique Atento]]></category>
		<category><![CDATA[Fique sabendo]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[alimentos]]></category>
		<category><![CDATA[anemia]]></category>
		<category><![CDATA[bem-estar]]></category>
		<category><![CDATA[cancêr]]></category>
		<category><![CDATA[câncer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[cansaço]]></category>
		<category><![CDATA[colesterol]]></category>
		<category><![CDATA[depressão]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[diarréia]]></category>
		<category><![CDATA[dieta]]></category>
		<category><![CDATA[doenças]]></category>
		<category><![CDATA[em quais alimentos tem gordura trans]]></category>
		<category><![CDATA[emagrecer]]></category>
		<category><![CDATA[emagrecimento]]></category>
		<category><![CDATA[frituras]]></category>
		<category><![CDATA[gordura hidrogenada]]></category>
		<category><![CDATA[gorduras trans]]></category>
		<category><![CDATA[hipertensão]]></category>
		<category><![CDATA[insônia]]></category>
		<category><![CDATA[irritabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[nutrição]]></category>
		<category><![CDATA[qualidade de vida]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.ahau.org/?p=1235</guid>

					<description><![CDATA[<p>Gordura Transversa &#8211; Entenda, de A a Z, por que  é a pior de todas O nome é esquisito e seus efeitos no organismo ainda estão sendo estudados. Mas já se sabe que há, em vários alimentos, mais um tipo de &#8220;gordura do mal&#8221;, o ácido graxo transverso, mais comumente chamado de gordura trans. Essa [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://ahau.org/gordura-trans/">Gordura TRANS</a> first appeared on <a href="https://ahau.org">Instituto Ahau - Terapeutas Especializados</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h4 style="text-align: center;">Gordura Transversa &#8211; Entenda, de A a Z, por que  é a pior de todas</h4>
<p style="text-align: justify;">O nome é esquisito e seus efeitos no organismo ainda estão sendo estudados. Mas já se sabe que há, em vários alimentos, mais um tipo de &#8220;gordura do mal&#8221;, o ácido graxo transverso, mais comumente chamado de gordura trans.</p>
<p style="text-align: justify;">Essa gordura entra na composição de diversos alimentos, do bolo da padaria ao biscoito &#8220;água e sal&#8221;. Seu uso deixa esses produtos mais crocantes, sequinhos, duráveis e apetitosos. Mas, além de aumentar os níveis do colesterol, a gordura trans também diminui a quantidade do colesterol &#8220;bom&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">A solução seria banir a trans da alimentação, como sugerem os nomes de organizações não-governamentais como a Ban Trans Fat e a Trans Free America? Na vida real, as coisas não funcionam assim. A questão não é abolir, mas tentar reduzir ao máximo o consumo de gordura trans. A dificuldade é saber quais alimentos a contêm e em qual quantidade. Para tentar resolver esse problema, a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) determinou que, a partir de 1º de agosto de 2006, as empresas devem especificar nos rótulos o teor de gordura trans de seus produtos.</p>
<h4 style="text-align: justify;">A: Ácidos graxos</h4>
<p style="text-align: justify;">São os principais componentes das gorduras (lipídeos). Quando digeridas, as gorduras fornecem ao organismo energia e ácidos graxos. Estes podem ser do tipo monoinsaturados, poliinsaturados, saturados e trans (gerados, basicamente, no processo industrial de hidrogenação de óleos vegetais mas existentes, em pequena quantidade, em carnes, leite e derivados).</p>
<h4 style="text-align: justify;">B: Biscoitos</h4>
<p style="text-align: justify;">Biscoitos doces e salgados são ricos em gordura hidrogenada e, conseqüentemente, em ácidos graxos trans. Até os populares &amp;quot;água e sal&amp;quot; e &amp;quot;cream cracker&amp;quot;, muitos consumidos por quem quer fazer dieta ou ter uma alimentação saudável, são ricos nesse tipo de gordura -mais ainda do que os biscoitos recheados.</p>
<h4 style="text-align: justify;">C: Câncer</h4>
<p style="text-align: justify;">Segundo Glaucia Maria Pastore, professora de bioquímica dos alimentos da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas), há evidências na literatura científica de que o consumo excessivo de ácidos graxos trans pode estar relacionado a uma maior incidência de câncer de mama.</p>
<p style="text-align: justify;">O endocrinologista Antonio Carlos Lerário, diretor da Sociedade Brasileira de Diabetes, explica que, embora ainda não existam estudos conclusivos, suspeita-se que o ácido graxo trans altere o funcionamento da parede celular, principalmente das artérias (nas quais o colesterol produzido pelas gorduras se deposita), o que pode gerar alterações anormais nas células.</p>
<h4 style="text-align: justify;">D: Diets e lights</h4>
<p style="text-align: justify;">Uma das preocupações dos médicos em relação à gordura trans é que ela está oculta em grande parte dos alimentos industrializados e é consumida inadvertidamente. O chocolate diet, por exemplo, é indicado para diabéticos por não conter açúcar, mas pode ter uma quantidade igual ou maior de gordura do que o chocolate convencional. &#8220;Ao retirar o açúcar, o chocolate fica com sabor e consistência menos agradáveis. A gordura hidrogenada [que gera ácido graxo trans] melhora esses dois aspectos, por isso pode ser utilizada em vários desses produtos&#8221;, diz o endocrinologista Antonio Carlos Lerário. Pela legislação da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), os produtos light são os alimentos com redução mínima de 25% de determinado nutriente ou caloria. Se a redução é na quantidade de gorduras em geral, conseqüentemente conterão menos ácidos graxos trans.</p>
<h4 style="text-align: justify;">E: Estudos</h4>
<p style="text-align: justify;">No Brasil e no mundo, ainda são poucos os trabalhos que especificam a quantidade de ácidos graxos trans presentes nos alimentos. Segundo a nutricionista Vera Lúcia Chiara, professora do Instituto de Nutrição da Uerj (Universidade do Estado do Rio de Janeiro), as tabelas nacionais de composição de alimentos não trazem o teor de gorduras trans que eles possuem. &#8220;Há tabelas com esses valores nos Estados Unidos, mas elas são antigas. Além disso, a quantidade de trans nos produtos muda de uma região para outra.&#8221; Chiara analisou o teor de trans em alguns alimentos produzidos no Brasil, como sorvetes, biscoitos e batatas frita.</p>
<h4 style="text-align: justify;">F: Fast food</h4>
<p style="text-align: justify;">A gordura trans é utilizada para preparação de alimentos nas redes de fast food porque, além de ser mais durável, tem uma estrutura que conserva melhor o alimento e o deixa mais atraente. É por isso que a batata frita fica mais dourada e parece mais crocante do que a feita em casa&#8221;, diz Artur Cotrim Guimarães, chefe do departamento de prevenção do Hospital Pró Cardíaco. Nos EUA, a organização não-governamental Ban TransFats.com processou a rede McDonald&#8217;s pelo descumprimento de uma promessa, feita em 2002, de cortar drasticamente a utilização de gordura trans.</p>
<h4 style="text-align: justify;">G: Grávidas e crianças</h4>
<p style="text-align: justify;">De acordo com a nutricionista Vera Lúcia Chiara, uma questão que está sendo muito debatida é se gestantes e crianças devem consumir gordura trans. &#8220;Os ácidos graxos trans competem com um tipo de gordura insaturada, o ácido linoleico, que nosso organismo não produz. Isso atrapalha a produção de outras gorduras que são essenciais ao desenvolvimento neurológico do feto e da criança&#8221;, explica a nutricionista.</p>
<h4 style="text-align: justify;">H: Hidrogenada</h4>
<p style="text-align: justify;">A gordura hidrogenada é produzida, por meio de um processo industrial, a partir de óleos vegetais ricos em ácidos graxos poliinsaturados. &#8220;A hidrogenação parcial [reação do óleo com hidrogênio] torna o óleo mais consistente, que passa de líquido a pastoso ou sólido. Esse processo gera ácidos graxos trans&#8221;, diz o engenheiro químico Homero Souza, gerente de pesquisas e desenvolvimento do grupo Agropalma. A gordura hidrogenada tem larga utilização industrial: entra na composição de bolos, pães, congelados, entre outros produtos.</p>
<h4 style="text-align: justify;">I: Insaturada e saturada</h4>
<p style="text-align: justify;">Os ácidos graxos insaturados são as gorduras mais saudáveis que existem. Eles podem ser divididos em monoinsaturados (cujas maiores fontes são o azeite de oliva, o óleo de canola e o abacate) e poliinsaturados -o ômega 3, presente principalmente nos peixes de água frias, e o ômega 6, encontrado nos óleos vegetais, com exceção dos de coco, cacau e palma (dendê).</p>
<p style="text-align: justify;">Já os ácidos graxos saturados são considerados, ao lado da gordura trans, os mais prejudiciais à saúde. As maiores fontes desse nutriente são os alimentos com gordura animal (como carne, leite e manteiga). Os únicos vegetais que possuem esse nutriente são os óleos de palmeira e de coco.</p>
<p style="text-align: justify;">O consumo elevado de gorduras saturadas aumenta o colesterol total e o LDL (colesterol ruim). De acordo com a nutricionista Liliana Bricarello, as novas diretrizes do National Cholesterol Education Program e da American Heart Association aconselham que a ingestão desse tipo de gordura não ultrapasse 7% do valor calórico diário total.</p>
<h4 style="text-align: justify;">L: LDL/HDL</h4>
<p style="text-align: justify;">Artur Cotrim Guimarães, do Hospital Pró-Cardíaco, do Rio de Janeiro, explica que, no processo de digestão, a gordura se transforma em pequenas partículas e se liga a proteínas, formando lipoproteínas, que podem ser de baixa densidade (LDL, do inglês Low Density Lipoprotein) ou alta densidade (HDL, High Density Lipoprotein). As de baixa densidade aderem às paredes das artérias, gerando mecanismos inflamatórios que aumentam os coágulos e, cumulativamente, formam placas que obstruem as artérias. Ou seja, estão diretamente relacionadas aos problemas cardiovasculares, por isso o LDL é chamado de mau colesterol. O HDL é considerado bom porque as lipoproteínas de alta densidade &amp;quot;ocupam&#8221; o espaço das LDL, diminuindo sua quantidade no organismo. Os ácidos graxos trans, além de aumentar a quantidade de LDL, diminuem a de HDL.</p>
<h4 style="text-align: justify;">M: Margarina</h4>
<p style="text-align: justify;">Por ser produzida a partir de óleos vegetais, ricos em ácidos graxos insaturados, já foram consideradas uma melhor opção às gorduras de origem animal (como a manteiga), fontes de ácidos graxos saturados, que produzem o mau colesterol. &#8220;Mas hoje, sabemos que o óleo vegetal, ao ser hidrogenado para criar a consistência da margarina, transforma a gordura vegetal em gordura ruim, a trans&#8221;, diz o endocrinologista Antonio Carlos Lerário. O processo de hidrogenação é a forma mais barata de produzir cremes vegetais (pastosos) a partir dos óleos (líquidos), por isso é o mais utilizado pela indústria.</p>
<h4 style="text-align: justify;">N: Natural</h4>
<p style="text-align: justify;">A maior parte dos ácidos graxos trans é produzida no processo industrial de hidrogenação. Mas esses também existem &#8220;na natureza&#8221;, em alimentos como carne de animais ruminantes, leite e derivados, conta o engenheiro químico Homero Souza. Porém, a quantidade de ácidos trans nesses alimentos é mínima. Nesses casos, a preocupação é com as gorduras saturadas, diz o endocrinologista Antonio Carlos Lerário.</p>
<h4 style="text-align: justify;"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-4926 alignleft" src="https://ahau.org/wp-content/uploads/2012/02/gordura-trans-1.jpg" alt="gordura-trans" width="343" height="237" srcset="https://ahau.org/wp-content/uploads/2012/02/gordura-trans-1.jpg 580w, https://ahau.org/wp-content/uploads/2012/02/gordura-trans-1-300x207.jpg 300w" sizes="(max-width: 343px) 100vw, 343px" />O: Óleos vegetais</h4>
<p style="text-align: justify;">As gorduras de origem vegetal são insaturadas. São a base para a fabricação das gorduras hidrogenadas, mas, em estado líquido, não contêm ácidos graxos trans. Ou seja, o óleo vegetal de uso caseiro (&#8220;óleo de cozinha&#8221;) não contém gordura trans.</p>
<h4 style="text-align: justify;">P: Preparação caseira</h4>
<p style="text-align: justify;">Quando um produto que contém ácidos graxos trans (certas margarinas, por exemplo) é utilizado para a preparação de alimentos em casa, nem a quantidade dessa substância nem a sua ação no organismo são alteradas, diz Glaucia Maria Pastore, da Unicamp.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Q: Quantidade máxima recomendada</h4>
<p style="text-align: justify;">Por não ser <a href="https://ahau.org/dieta-do-mediterraneo/">necessária ao organismo</a>, não há um valor recomendado de gordura trans a ser ingerida -o ideal é consumir o mínimo possível. &#8220;Não é como as fibras ou os carboidratos, para os quais há um valor diário recomendado&#8221;, diz Antonia Aquino, gerente de produtos especiais da Anvisa.</p>
<p style="text-align: justify;">A Organização Mundial da Saúde recomenda que a ingestão de gordura trans não ultrapasse 1% do valor calórico da dieta. Como cada grama de gordura equivale a nove calorias, um adulto que consome 2.000 calorias diárias não deveria ultrapassar 2 g de gordura trans (o equivalente a menos de 100 g de biscoitos recheados).</p>
<h4 style="text-align: justify;">R: Rótulo</h4>
<p style="text-align: justify;">Atualmente, não adianta procurar no rótulo dos alimentos a <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Gordura">quantidade</a> de gordura trans que eles possuem. Somente a partir de 1º de agosto de 2006 as empresas serão obrigadas a especificar, além do teor total de lipídeos e de gorduras saturadas, a quantidade de ácidos graxos trans presentes nos alimentos que fabricam. A determinação foi regulamentada pela RDC (Resolução de Diretoria Colegiada) número 360, da Anvisa, que entrou em vigor em dezembro de 2003.</p>
<p style="text-align: justify;">Por enquanto, o que é possível fazer é verificar no item &#8220;ingredientes&#8221; do rótulo se há a indicação &#8220;gordura hidrogenada&#8221; ou &#8220;parcialmente hidrogenada&#8221; ou &#8220;óleo vegetal hidrogenado&#8221; ou &#8220;parcialmente hidrogenado&#8221;. Se houver, é gordura trans na certa.</p>
<h4 style="text-align: justify;">S: Substitutos</h4>
<p style="text-align: justify;">Algumas embalagens de alimentos já trazem, no campo &#8220;ingredientes&#8221;, os dizeres &#8220;gordura interesterificada&#8221;. Isso significa que os ácidos graxos presentes no produto passaram por um processo chamado interesterificação, que solidifica os óleos vegetais sem que esses tenham de ser hidrogenados. &#8220;É um processo mais novo do que a hidrogenação. A tendência é que ele comece a ser utilizado com mais freqüência pela necessidade de encontrar uma alternativa à trans&#8221;, diz Glaucia Pastore, da Unicamp. Segundo ela, a outra saída é usar, durante o processo de hidrogenação, o óleo de palma, que não forma ácidos graxos trans.</p>
<h4 style="text-align: justify;">T: Transversos</h4>
<p style="text-align: justify;">A designação &#8220;trans&#8221; vem de &#8220;transversos&#8221;. O nome diz respeito à ordem da cadeia de átomos do ácido graxo. Segundo o engenheiro químico Homero Souza, é uma ordem pouco freqüente na natureza e praticamente inexistente em óleos e gorduras vegetais não refinados.</p>
<h4 style="text-align: justify;">U: Utilidade</h4>
<p style="text-align: justify;">A gordura trans faz mal à saúde, mas traz uma série de vantagens para a indústria alimentícia. Por ser sólida, ela é mais fácil de ser utilizada do que o óleo vegetal líquido. Além disso, valoriza o aspecto dos alimentos. Pães e massas folhadas, por exemplo, ganham uma aparência mais dourada. &#8220;É um tipo de gordura mais fácil de trabalhar e de estocar, tem menor probabilidade de oxidação e não é tão perecível. Por isso os fabricantes gostam dela&#8221;, diz a nutricionista Mariana del Bosco Rodrigues, co-responsável pelo departamento de nutrição da Abeso (Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade).</p>
<h4 style="text-align: justify;">Z: Zero Trans</h4>
<p style="text-align: justify;">Nos Estados Unidos, organizações como a Ban Trans Fats e a Trans Free America se mobilizam para que a indústria alimentícia reduza a quantidade de trans nos produtos que fabrica.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: Folha de São Paulo<br />
(Flávia Mantovani e Iara Biderman)</p><p>The post <a href="https://ahau.org/gordura-trans/">Gordura TRANS</a> first appeared on <a href="https://ahau.org">Instituto Ahau - Terapeutas Especializados</a>.</p>]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://ahau.org/gordura-trans/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>1</slash:comments>
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">1235</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Chlorella, o super alimento</title>
		<link>https://ahau.org/chlorella-o-super-alimento/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=chlorella-o-super-alimento</link>
					<comments>https://ahau.org/chlorella-o-super-alimento/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luiz Terapeuta]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Feb 2012 02:49:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Fique sabendo]]></category>
		<category><![CDATA[Vivendo Melhor]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[alimento]]></category>
		<category><![CDATA[alimento completo]]></category>
		<category><![CDATA[alimento natural]]></category>
		<category><![CDATA[alimento rico]]></category>
		<category><![CDATA[antitumoral]]></category>
		<category><![CDATA[cádmio]]></category>
		<category><![CDATA[clorela]]></category>
		<category><![CDATA[colesterol]]></category>
		<category><![CDATA[desintoxicante]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[dieta]]></category>
		<category><![CDATA[hanseníase]]></category>
		<category><![CDATA[intoxicação por mercúrio]]></category>
		<category><![CDATA[minerais e vitaminas]]></category>
		<category><![CDATA[necrose de fígado]]></category>
		<category><![CDATA[nutrição]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.ahau.org/?p=638</guid>

					<description><![CDATA[<p>Nos anos 1950, governantes dos países mais ricos criaram o projeto de desenvolvimento da produção de um alimento de alto valor nutritivo. Os laboratórios internacionais selecionaram entre 1000 plantas a Chlorella. É a sua composição excepcional, o seu alto conteúdo em clorofila, o seu fator de crescimento e a sua capacidade de fixarem numerosas substancias [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://ahau.org/chlorella-o-super-alimento/">Chlorella, o super alimento</a> first appeared on <a href="https://ahau.org">Instituto Ahau - Terapeutas Especializados</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Nos anos 1950, governantes dos países mais ricos criaram o projeto de desenvolvimento da produção de um alimento de alto valor nutritivo. Os laboratórios internacionais selecionaram entre 1000 plantas a Chlorella.</p>
<p style="text-align: justify;">É a sua composição excepcional, o seu alto conteúdo em clorofila, o seu fator de crescimento e a sua capacidade de fixarem numerosas substancias tóxicas que a diferencia a Chlorella das outras plantas e lhe dá o título de GRANDE REGULADORA.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Soluções Para a Fome Mundial</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A revista Science Newsletter nas suas edições de 01/janeiro e 28/agosto de 1949, anunciou que a Chlorella poderia ser a solução em pouco tempo para a fome do mundo, devido sua alta taxa de proteínas e a sua capacidade de multiplicação muito rápida.</p>
<p style="text-align: justify;">Em 20 de agosto de 1949, a Science Newsletter publicou um importante artigo de Harold W. Milner de título: &#8220;Alga como Alimento&#8221;. Ele estimou que cada acre da Chlorella, favoravelmente cultivado, poderia produzir 40 toneladas (peso líquido) por ano, o que renderia 20 toneladas de proteínas e três toneladas de gordura acre/ano. Isto seria de enorme valor para os problemas de alimentação, em pouco tempo.</p>
<p style="text-align: justify;">A Coronet Magazine, de fevereiro de 1954, publicou um artigo &#8220;Chlorella &#8211; A Chave do Mundo da Fartura&#8221;, declarando que cientistas de vários países (Japão, Alemanha, Holanda, Venezuela, Israel e Inglaterra) estavam trabalhando com o uso da Chlorella como alimento. Alguns trabalhos experimentais foram feitos sob os auspícios do governo e de grandes empresas como a Ralston Puriha e General Mills.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Reportagem da Venezuela: Um teste sobre a Lepra (Hanseníase)</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O Instituto Carnegie, de Washington D.C., em 1953, publicou um folheto preparado pelos doutores Jorgem Jorgensen e Jacinto Convit, da Venezuela sobre o &#8220;Cultivo de Complexo de Alga com Outros &#8211; Organismos de Água Doce nos Trópicos&#8221;. Suas experiências mostraram que esta alga, conhecida dos nativos da região como &#8220;água espessa&#8221;, poderia produzir grande quantidade de caroteno a baixo custo.<br />
Em reconhecimento as propriedades medicinais da Chlorella, Jorgensen e Convit mudaram o rumo para o uso da alga como medicamento de proteção contra doenças e para a cura dos maiores males resistente a outros medicamentos. Em 1941, eles obtiveram licença para tentar o uso da Chlorella como nutriente aos pacientes em más condições de saúde do Leprosário de Cabo Blancó; sob o patrocínio do Ministério de Saúde e Bem Estar Social da Venezuela.</p>
<p style="text-align: justify;">O Dr. Jorgensen e o Dr. Convit usaram uma sopa de alga em pacientes muito debilitados e em estados avançados de lepra, com idades variadas, desde crianças até alguns com 70 anos de idade. Diariamente, a dosagem era de 400ml para crianças e 600ml para adultos. Este tratamento continuou por períodos variáveis, entre 1 a 3 anos. Não foi encontrado nenhum caso de reação adverso e em muitos casos a melhora foi notável.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Uso da Chlorella em Naves Espaciais</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A revista Reader&#8217;s Digest &#8220;Seleções&#8221;, de junho de 1954, em artigo escrito por Bill Davidson previu que a Chlorella será mais importante para a humanidade que a energia atômica. O Departamento de Medicina Espacial da Força Aérea dos USA pediu a cientistas da Universidade do Texas para pesquisar a possibilidade de produzir a Chlorella como fonte de alimento e oxigênio em naves espaciais.</p>
<p style="text-align: justify;">Foi também anunciado que a marinha do USA contratou a Universidade da Califórnia (UCLA) para pesquisar se a alga poderia ser usada para fornecer oxigênio e remover o dióxido de carbono de ambientes fechados, como os submarinos atômicos. A marinha também ajudou a desenvolver a alga como alimento para evitar a necessidade de enviar comboios carregados de alimentos para outros países em tempo de guerra.</p>
<p style="text-align: justify;">A revista Scientific Monthly, de outubro de 1956 publicou um considerável artigo denominado &#8220;Estudos para a Cultura de Grande Escala de Alga em Israel&#8221;, pelos Or. A. M. Mayer, Or. A. Ersenberg e A. Evenari, da Universidade Hebraica de Jerusalém. Seu artigo foi apresentado na Conferência de Energia Solar, em Tucson, Arizona, em outubro/novembro de 1955.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Chlorella para Alimentação Natural</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Foi publicado na revista Popular Mechanics Magazinel de novembro de 1956, que engenheiros e cientistas da Universidade da Califórnia estavam investigando a possibilidade do emprego da Chlorella para alimentar animais domésticos e galinhas.</p>
<p style="text-align: justify;">A revista Science Magazine, de setembro de 19561 publicou uma reportagem com o resultado de várias pesquisas sobre o uso possível da alga como fonte de lisina e trenanina, para complemento do trigo e pães dietéticos. Observou-se que a Chlorella usada como complemento alimentar aumenta o crescimento e tornar mais saudáveis pintinhos e camundongos, enquanto outro tipo de alga não possui efeito semelhante.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Efeitos anticolesterol da Chlorella</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Uma reportagem intitulada &#8220;Efeitos da Chlorella sobre o Nível do Colesterol no Sangue e no Fígado&#8221;, foi editada por um grupo de pesquisadores do Hospital Wakahisa, de Fukuoka, Japão, onde foram administrados 20 comprimidos diários a 16 pacientes durante três meses, sem nenhuma droga anticolesterol. A conclusão foi que o nível de colesterol baixou significativamente. (Or. M. Okuda, Or. T. Hasegawa, Or. M. Sonoda, Or. T. Okabe e Or. Y. Tamaka, do Jornal Japonês de Nutrição, número 33 de 03/08/1975.).</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Efeito antitumor da Chlorella</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Um trabalho conjunto de pesquisadores da Universidade de Kamazawa, Japão e de Taipei, em Taiwan, foi apresentado no Congresso Internacional de Reims, na França, em 1985. Ele falava sobre os efeitos antitumorais da Chlorella e excepcional aumento no sistema imunológico. Em vários estudos em cobaias, os tumores têm sido vencidos com a inoculação de derivados da célula da Chlorella. O notável aumento da força do sistema imunológico foi devido a administração da Chlorella. (&#8220;Imunomodulação por Alga Unicelular­ Chlorella Pyrenoidosa &#8211; e Atividades Anti- Tumor em Cobaias Inoculadas&#8221;, pelo Dr. N. Yamaguchi e equipe do Departamento de Hematologia e Microbiologia da Universidade de Kamazawa, Japão e Departamento de Bioquímica da Universidade de Taipei, Taiwan, na República da China).O ácido polissacarídeo Chlon A, obtido no extrato da Chlorella Pyrenoidosa mostra um excelente efeito carcinostático contra vários tumores em cobaias. Este efeito pode ser caracterizado pela ausência de alguma relação proporcional entre a quantidade de Chlon A e o efeito carcinostático. Em outras palavras: Chlon A exerce seu efeito em qualquer concentração. Mais ainda, Chlon A tem o efeito de intensificar o potencial de imunização, que é o aumento das células participantes da imunização. (&#8220;O Ácido Polissacarídeo, Chlon A, Chlorella Pyrenoidosa&#8221;, I. Umezawa e equipe, Quimioterapia, volume 34, número 4, 1986).</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O Efeito da Chlorella na necrose do fígado</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Baseado no relatório: &#8220;Sobre a Qualidade da Proteína e Necrose do Fígado, Fator Preventivo de Alga Unicelular&#8221;. Dr. Hermann Fink,Universidade de Cologne e Bonn, na Alemanha.</p>
<p style="text-align: justify;">Estes Estudos se prolongam por mais de 20 anos. As pesquisas mostraram que a proteína da alga é &#8220;surpreendentemente de alta qualidade&#8221;, superior mesmo da clara de ovo e dos produtos do leite, e muito superior a proteína derivadas de plantas como espinafre e alfafa. Dr. Fink concluiu que a Chlorella pode prevenir a gangrena do fígado e sugeriu dar Chlorella às pessoas que sofrem de &#8220;Kwashiorkor&#8221; ao invés das proteínas do leite.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Efeitos desintoxicante da Chlorella</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Desintoxicar e remover as substâncias tóxicas do nosso organismo. Estás substâncias são venenos que entram na pessoa vinda do exterior como pesticidas ou podem derivar do próprio organismo, isto é, quando o cólon (intestino) contém bactérias que produzem substâncias tóxicas ou, ainda, como resultado de metabolismo ineficiente. A Chlorella mostrou ser valiosa como agente desintoxicante. Sua capacidade desintoxicante é devido a sua única parede celular e Sporollenin.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Revertendo envenenamento por cádmio</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A Chlorella une-se fortemente ao cádmio e o faz sair do organismo, diz o Dr. T. Nagano e seu grupo da Universidade de Farmácia de Shizuoka, Japão. Ele realizou estudos nos quais foram dados Chlorella e cádmio, para determinar se o cádmio seria absorvido pela Chlorella do organismo das cobaias. Para outras cobaias foi dado somente cádmio, sem Chlorella, por 10 dias e notou-se a diminuição do crescimento, enquanto que não houve problemas com as cobaias alimentadas com Chlorella e cádmio. O nível de cádmio no sangue foi determinado e demonstrado que o cádmio que se encontrava na Chlorella não foi absorvido pelo organismo das cobaias.O estudo do uso clínico da Chlorella para desintoxicação por cádmio foi relatado no Jornal Japonês de Higiene publicado em 1978. Ele demonstrou o aumento de excreção de cádmio de pacientes sofrendo de envenenamento por cádmio.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Efeitos da Chlorella nos diabetes</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Foram distribuídos dois grupos de cobaias, sendo um normal e outra diabete congênita.</p>
<p style="text-align: justify;">Foi dado Chlorella a um grupo de cada. As cobaias diabéticas que não receberam a Chlorella começaram a morrer depois de sete meses de nascimento, e todas as outras morreram após dezenove meses. A média de prolongamento de vida foi de quinze meses. A extensão da vida das outras cobaias diabéticas que receberam a Chlorella foi de 22,6 meses. Nas cobaias normais, foi observado um significante prolongamento da vida. (Dr. Y. Yamaguchi, Departamento de Sorologia da Kamazawa Medicinal College, Japão, 1987).</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Chlorella melhora a desintoxicação por mercúrio em estudo animal.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A Chlorella acelera a excreção de mercúrio em ratos, relatam cientistas da Sociedade Japonesa de Biociência, Biotecnologia e Agro química na Conferência realizada na cidade de Nagoya, Japão.<br />
Pesquisadores separaram, por oito semanas, grupos de ratos fêmeas e deram, via oral, 5mg/kg de metilmercúrio ou 5mg/kg de metilmercúrio mais 100mg de pó de Chlorella. Um terceiro grupo de animais serviu como controle.</p>
<p style="text-align: justify;">Os autores do estudo mediram a taxa de excreção dos animais. Inicialmente, não houve nenhuma diferença significativa na excreção de mercúrio entre os grupos. Entretanto, após 24 horas, os animais que consumiram chlorella excretaram significativamente mais mercúrio comparado ao outro grupo de animais que receberam a mesma dose de mercúrio sem Chlorella. (Study presented at the Japan Society for Bioscience, Biotechnology and Agrochemistry conference held in Nagoya City, Japan, March 29-30, 2008.)</p>
<p style="text-align: justify;">A Chrolella (Chlorella Vulgaris: Foto) é uma alga unicelular, microscópica, de água doce, muito rica em minerais, aminoácidos e compostos químicos orgânicos desintoxicantes.<br />
O seu uso medicinal vem sendo intensificado a cada ano graças às transformações que a medicina mundial vem se submetendo. Sabe-se atualmente que a principal causa das doenças degenerativas que assolam a humanidade, tais como o câncer, a arteriosclerose, o reumatismo, a osteoporose, as doenças cardiovasculares, além do envelhecimento precoce e dos estresse, estão localizadas na alimentação rica em compostos sintéticos, nos excessos em geral (álcool, fumo, drogas, remédios, trabalho, ginástica etc), na poluição ambiental, na redução global da qualidade de vida, na tensão econômica e social, na preocupação excessiva e em outras de menor importância.</p>
<p style="text-align: justify;">A Chrolella constitui uma rica fonte de elementos compostos primários, sendo por isso capaz de repor as perdas orgânicas de micro-minerais e de cristais determinadas pelas causas acimas citadas.</p>
<p style="text-align: justify;">As fontes chamas secundárias (de origem animal) e terciárias (sintéticas) de vitaminas, proteínas e micro-elementos, não tem se mostrado capazes de contribuir para o tratamento ideal da preservação dos males modernos. Isto se deve ao fato de que a maior parte das doenças surgem como resultado de alterações do ambiente intracelular e não extra-celular: desse modo, as perdas minerais do interior das céluas, não são facilmente compensadas em virtude do enorme tamanho dos compostos provenientes das fontes secundárias e terciárias e que não passam com facilidades pelos poros da membrana celular.</p>
<p style="text-align: justify;">Somente o pequeno tamanho dos compostos e elementos originários das fontes primárias (geralmente de origem vegetal) conseguem penetrar o espaço intracelular e nutrir as células. A medicina moderna tem mostrado que o sangue e os demais humores do homem moderno apresentam-se carregados de radicais livres, de compostos ácidos, de toxinas, de resíduos oriundos de um metabolismo nitrogenado exagerado ( consumo excessivo de proteínas animais), mostrando-se muito viscoso, denso e ácido. Com isso tanto a nutrição das células, como a recepção de oxigênio e de gás carbônico (trocas gasosas) fica prejudicada. Também a capacidade das células de descarregar o seu material metabólico (desintoxicação), reduz-se substancialmente.</p>
<p style="text-align: justify;">O uso de Chlorella, bem como experiências científicas, tem demonstrado a capacidade da Chlorella em modificar este quadro. No tratamento do stress, a Chlorella é eficiente graças a reposição mineral intracelular de que ela é capaz.</p>
<p style="text-align: justify;">Experiencias em hospitais japoneses provaram que a Chlorella é muito eficaz no tratamento das úlceras gástricas e duodenais, no aumento das células de defesa do organismo, além de sua ação levemente laxante. Notou-se também a capacidade da Chlorella como anti-cancerígena e anti-reumática.<br />
Mais recentemente a Chlorella tem sido empregada contra a obesidade, muito embora não possua nenhum componente capaz de fazer emagrecer diretamente, sabe-se que ela realmente favorece a perda de peso se ingerida antes das refeições: supre o sangue dos principais nutrientes necessários, produzindo assim inibição parcial da fome. Trata-se portanto, de um tipo de emagrecimento &#8216;fisiológico&#8217; ideal, incapaz de produzir danos, curiosamente, depois de atingir o peso ideal, após o periodo de perda bem lenta, a pessoa não mais emagrece.</p>
<p style="text-align: justify;">A capacidade de desintoxicação e de depuração da Chlorella é de extrema valia nos dias atuais e torna-se o principal fator responsável pela sua ação terapêutica e preventiva para a maior parte das doenças que a alopatia não tem quase nenhum alcance.</p>
<p style="text-align: justify;">Dr. Michiori Kimura, do Japão, encontrou níveis de 10% de RNA e 3% de DNA na Chlorella, o que fez dela o maior alimento conhecido em ácidos nucleicos. Usada regularmente a Chlorella ajuda a reparar o material genético danificado nas células humanas, protegendo a saúde e diminuindo o processo de envelhecimento.</p>
<p style="text-align: justify;">A Chlorella, por não possuir efeitos negativos ou colaterais, pode ser indicada para pessoas de qualquer idade, sendo inclusive utilizada com sucesso como nutriente para bebês recém-nascidos que não podem ingerir leite materno. Para gestantes constitiu um recurso excelente para o bom desenvolvimento da criança, para um bom parto e para um bom aleitamento de alta qualidade.<br />
Por isso, a Chlorella deve ser considerada como um produto biológico de ação restauradora, reequilibrante e preventiva, muito apropriada para os dias atuais.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O ALIMENTO NUTRITIVO DO SÉCULO</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Particularmente indico este &#8220;super-food&#8221; por tratar-se de excepcional nutracêutico indispensável a nossa era de poluição e estresse oxidativo. Alimentos como a Chlorella são vitais para o homem do ocidente e ferramenta generosa para promoção da saúde e prevenção de doenças (Alexandre Pimentel, escritor especializado em saúde e consultor na área de alimentação saudável).</p>
<p style="text-align: justify;">Proteína, 20 vezes mais que o leite &#8211; Vitamina E, 14 vezes mais que o ferro &#8211; Vitamina B1, 4,6 vezes mais que o arroz &#8211; Vitamina B2, 11 vezes mais que o ovo &#8211; Cálcio, 2,1 vezes mais que o leite &#8211; Potássio, 5,8 vezes mais que o leite &#8211; Ferro, 46 vezes mais que o fígado.</p>
<p style="text-align: justify;">A Chlorella contém 65% de proteína de fina qualidade e também alta concentração de vitaminas e aminoácidos essenciais (Prof.Mitsuda/ Kyoto University).</p>
<p style="text-align: justify;">A prisão de ventre foi resolvida pela aceleração da energia ativa no intestino com uso da Chlorella como preventivo da leucopenia que normalmente surge como efeito colateral no tratamento do câncer, sendo assim é ideal para clínica deste último (Dr.Saito/Japão).<br />
O uso constante da Chlorella como fortificante já foi constatado. Funciona como preventivo da necrose hepática e supre a falta de hidrocarbomato no organismo (Dr. Fink/Alemanha).</p>
<p style="text-align: justify;">A principal razão de meu entusiasmo pela Chlorella é seu benefício de construir a saúde e a eliminação de toxinas do organismo sem efeitos colaterais indesejáveis (Dra. Susan Jones/PhD U.C.L.A.,EUA).</p>
<p style="text-align: justify;">Eu enfatizo firmemente o uso da Chlorella na alimentação daqueles que estão interessados numa saúde melhor. Chlorella é um excelente purificador orgânico e contém muitos nutrientes valiosos (Dr. David Steenblock/M. S.,EUA).</p>
<p style="text-align: justify;">A Chlorella pyrenoidosa é uma micro-alga unicelular de água doce que pode ajudar no controle de obesidade e assim eliminar o uso de moderadores de apetite (Dra. Leonor Angela Barros/Médica endocrinologista, RJ)</p>
<p style="text-align: justify;">Um dos maiores benefícios da Chlorella é a capacidade de balancear a bioquímica do sangue (Dr. Bernard Jensen/ D.C. PhD, EUA).</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: <a href="http://www.purachlorella.com.br/trabcientificos.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer">http://www.purachlorella.com.<wbr />br/trabcientificos.html</a></p><p>The post <a href="https://ahau.org/chlorella-o-super-alimento/">Chlorella, o super alimento</a> first appeared on <a href="https://ahau.org">Instituto Ahau - Terapeutas Especializados</a>.</p>]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://ahau.org/chlorella-o-super-alimento/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>40</slash:comments>
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">638</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Prata Coloidal</title>
		<link>https://ahau.org/prata-coloidal/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=prata-coloidal</link>
					<comments>https://ahau.org/prata-coloidal/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luiz Terapeuta]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 19 Feb 2012 20:00:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Fique Atento]]></category>
		<category><![CDATA[Fique sabendo]]></category>
		<category><![CDATA[Vivendo Melhor]]></category>
		<category><![CDATA[acne]]></category>
		<category><![CDATA[Antrax]]></category>
		<category><![CDATA[Apendicite]]></category>
		<category><![CDATA[artrite]]></category>
		<category><![CDATA[câncer de pele]]></category>
		<category><![CDATA[Cândida albicans]]></category>
		<category><![CDATA[catarro]]></category>
		<category><![CDATA[chagas]]></category>
		<category><![CDATA[cistites]]></category>
		<category><![CDATA[cobreiro]]></category>
		<category><![CDATA[coceira anal]]></category>
		<category><![CDATA[colite]]></category>
		<category><![CDATA[coloidal prata]]></category>
		<category><![CDATA[conjuntivite]]></category>
		<category><![CDATA[coqueluche]]></category>
		<category><![CDATA[dermatites]]></category>
		<category><![CDATA[desordens da próstata]]></category>
		<category><![CDATA[desordens intestinais]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[diarréia]]></category>
		<category><![CDATA[difteria]]></category>
		<category><![CDATA[disenteria]]></category>
		<category><![CDATA[doença de Menière]]></category>
		<category><![CDATA[doença dos Legionários]]></category>
		<category><![CDATA[eczema]]></category>
		<category><![CDATA[Envenenamento do Sangue]]></category>
		<category><![CDATA[escarlatina]]></category>
		<category><![CDATA[febre paratiróidea]]></category>
		<category><![CDATA[fendas nos pés]]></category>
		<category><![CDATA[fibrosamentos]]></category>
		<category><![CDATA[gastrites]]></category>
		<category><![CDATA[gonorréia]]></category>
		<category><![CDATA[gripe]]></category>
		<category><![CDATA[hemorróidas]]></category>
		<category><![CDATA[herpes]]></category>
		<category><![CDATA[impetigo]]></category>
		<category><![CDATA[infecção do Tubo de Eustáquio]]></category>
		<category><![CDATA[infecção por Cryptosporidium]]></category>
		<category><![CDATA[infecção por Salmonella]]></category>
		<category><![CDATA[Infecções Bacterianas]]></category>
		<category><![CDATA[Infecções da Bexiga]]></category>
		<category><![CDATA[infecções nas orelhas]]></category>
		<category><![CDATA[infecções por Stafilococcus]]></category>
		<category><![CDATA[infecções por Streptococcus]]></category>
		<category><![CDATA[keratite]]></category>
		<category><![CDATA[lepra]]></category>
		<category><![CDATA[lesões]]></category>
		<category><![CDATA[lupus]]></category>
		<category><![CDATA[malária]]></category>
		<category><![CDATA[meningites]]></category>
		<category><![CDATA[neurastenia. Oftalmia]]></category>
		<category><![CDATA[Pé de Atleta]]></category>
		<category><![CDATA[Piorréia]]></category>
		<category><![CDATA[pleurisia]]></category>
		<category><![CDATA[pneumonia]]></category>
		<category><![CDATA[prata]]></category>
		<category><![CDATA[prata coloidal]]></category>
		<category><![CDATA[psoriase]]></category>
		<category><![CDATA[queimaduras solares]]></category>
		<category><![CDATA[Queimaduras. Câncer]]></category>
		<category><![CDATA[reumatismo]]></category>
		<category><![CDATA[rinites]]></category>
		<category><![CDATA[seborréia]]></category>
		<category><![CDATA[septicemia]]></category>
		<category><![CDATA[sífilis]]></category>
		<category><![CDATA[síndrome da fadiga crônica]]></category>
		<category><![CDATA[tétano]]></category>
		<category><![CDATA[tifo]]></category>
		<category><![CDATA[tinha rosácea]]></category>
		<category><![CDATA[tonsilites]]></category>
		<category><![CDATA[tuberculose]]></category>
		<category><![CDATA[úlcera péptica]]></category>
		<category><![CDATA[úlceras]]></category>
		<category><![CDATA[verrugas]]></category>
		<category><![CDATA[vírus da Pólio]]></category>
		<category><![CDATA[vírus Epstein Barr]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.ahau.org/?p=499</guid>

					<description><![CDATA[<p>HISTÓRICO E PESQUISAS SOBRE PRATA COLOIDAL   Em 1910, o Dr. Henry Crooks, pioneiro da Química descrevia : “Certos metais, quando no estado coloidal, têm uma ação altamente germicida, mas são inócuos ao homem &#8230; podem ser aplicados em forma mais concentrada e com resultados melhores &#8230; tuberculose bronquial, Stafilococcus pyogenes, vários Streptococcus e outros [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://ahau.org/prata-coloidal/">Prata Coloidal</a> first appeared on <a href="https://ahau.org">Instituto Ahau - Terapeutas Especializados</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong>HISTÓRICO E PESQUISAS SOBRE PRATA COLOIDAL  </strong></p>
<p style="text-align: justify;">Em 1910, o Dr. Henry Crooks, pioneiro da Química descrevia : “Certos metais, quando no estado coloidal, têm uma ação altamente germicida, mas são inócuos ao homem &#8230; podem ser aplicados em forma mais concentrada e com resultados melhores &#8230; tuberculose bronquial, Stafilococcus pyogenes, vários Streptococcus e outros organismos patogênicos são destruídos em três ou quatro minutos ; de fato, não existe micróbio que não tenha sido morto pelos colóides em experiências de laboratório, em seis minutos e a concentração do colóide não supera vinte e cinco partes por milhão &#8230;”.</p>
<p style="text-align: justify;">Em 1919, Alfred Searle, o fundador do conglomerado farmacêutico de mesmo nome, escreveu em seu livro : “O USO DOS COLÓIDES NA SAÚDE E NA DOENÇA”, que : “A aplicação de Prata coloidal em seres humanos, em grande número de casos, tem apresentado resultados positivos surpreendentes. Para uso interno, oral ou hipodérmico, tem a vantagem de ser rapidamente fatal aos parasitas sem qualquer ação tóxica na pessoa. Ela é quase estável”.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>REAPARECIMENTO DA PRATA COLOIDAL  </strong></p>
<p style="text-align: justify;">Muito mais tarde, em 1970, a Prata coloidal voltou a ser valiosa. Pesquisas biomédicas, na Washington University in St. Louis, Missouri, E.U.A., mostraram que nenhum organismo causador de doenças &#8211; micróbio, vírus ou fungo &#8211; pode viver mais que alguns minutos em presença, mesmo de traços, de Prata metálica. Um antibiótico mata, talvez, meia dúzia de organismos patogênicos diferentes, mas a Prata coloidal mata seiscentos e cinqüenta e, o que é mais importante, não se desenvolvem linhagens resistentes à Prata, como acontece com os antibióticos.</p>
<p style="text-align: justify;">No final destas instruções, existe uma bibliografia que poderá ser consultada por qualquer interessado.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>QUE SÃO COLÓIDES?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O termo “colóide” refere-se a substâncias em estado de partículas ultrafinas que não se dissolvem, mas permanecem em suspensão dispersa num meio contínuo. Essas partículas ultrafinas são formadas por alguns átomos ou moléculas do material original, mas são tão pequenas que resultam invisíveis a olho nu.</p>
<p style="text-align: justify;">A solução coloidal de Prata corretamente produzida consta de três a cinco partes por milhão de partículas sub-microscópicas de Prata, mantidas em suspensão em água pura por uma pequeníssima carga elétrica que cada partícula possui.</p>
<p style="text-align: justify;">Na verdadeira Prata coloidal, o tamanho das partículas varia de 0,005 a 0,015 mícrons em diâmetro. Você poderia colocar um bilhão dessas partículas num cubo de 0,025 mm de lado.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>PRODUÇÃO DA PRATA COLOIDAL  </strong></p>
<p style="text-align: justify;">A maneira mais simples de preparar Prata coloidal em casa é pelo método da “Eletrólise de Baixa Voltagem”. Nesse caso, utiliza-se a máquina que poderá ser adquirida.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas é absolutamente necessário observar algumas instruções :</p>
<p style="text-align: justify;">1. Sempre use água destilada. A água de torneira e a água mineral possuem alta quantidade de sais e são impróprias, bem como a água deionizada que não conduz a corrente. Outra variável é a temperatura da água. Em água morna, a reação é mais rápida e as partículas são menores.</p>
<p style="text-align: justify;">2. Nunca adicione sais na água para aumentar sua condutividade, porque os sais possuem cloretos que reagem com a Prata, formando Cloreto de Prata, insolúvel. O sal acelera a reação, mas forma partículas na faixa de 0,05 a 0,15 mícrons, MUITO GRANDES para formar os colóides, que sedimentam no fundo do recipiente em pouco tempo. E, por causa da dimensão muito grande, é contra-indicado para consumo interno.</p>
<p style="text-align: justify;">3. A melhor voltagem é de 27 volts, que pode ser produzida por 3 baterias de 9 volts cada, ligadas em série.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>TRATAMENTO PELA PRATA COLOIDAL </strong></p>
<p style="text-align: justify;">A lista seguinte é, apenas, parcial e mostra algumas doenças nas quais o tratamento pela Prata coloidal foi altamente bem sucedido :</p>
<p style="text-align: justify;">Acne, Antrax, Apendicite, Artrite, Pé de Atleta, Infecções Bacterianas, Infecções da Bexiga, Envenenamento do Sangue, Queimaduras. Câncer, Cândida albicans, catarro, síndrome da fadiga crônica, colite, conjuntivite, infecção por Cryptosporidium, cistites, dermatites, diabetes, diarréia, difteria, disenteria, infecções nas orelhas, eczema, vírus Epstein Barr, infecção do Tubo de Eustáquio, fibrosamentos, gastrites, gonorréia, hemorróidas, herpes, impetigo, gripe, desordens intestinais, keratite, doença dos Legionários, lepra, lesões, lupus, malária, doença de Menière, meningites, neurastenia. Oftalmia, febre paratiróidea, pleurisia, pneumonia, vírus da Pólio, desordens da próstata, coceira anal, Psoríase, Piorréia, reumatismo, rinites, tinha rosácea, infecção por Salmonella, escarlatina, seborréia, septicemia, úlcera péptica, cobreiro, câncer de pele, chagas, infecções por Stafilococcus, infecções por Streptococcus, queimaduras solares, sífilis, tétano, tonsilites, fendas nos pés, tuberculose, tifo, úlceras, verrugas, coqueluche e infecções por fermentos.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>QUEM USA A PRATA COLOIDAL </strong></p>
<p style="text-align: justify;">No Canadá, Suíça e E.U.A., os médicos usam vários tipos de soluções de Prata para tratar uma multidão de infecções.</p>
<p style="text-align: justify;">Nos E.U.A., a Prata é usada em cirurgias ósseas e em 70% dos centros de tratamento de queimaduras.</p>
<p style="text-align: justify;">Naturopatas e quimiopráticos usam a Prata coloidal contra o Cryptosporidium. Praticantes da Homeopatia, de Medicina Chinesa e Ayurvédica, utilizam, regularmente, a Prata em seus tratamentos.</p>
<p style="text-align: justify;">Bioquímicos suíços estão estudando a capacidade da Prata para interromper a divisão celular do HIV em vários estágios.</p>
<p style="text-align: justify;">Filtros de água a base de Prata coloidal foram aprovados pela US Environmental Protection Agency e pelo Governo Suíço para uso em residências e escritórios.</p>
<p style="text-align: justify;">A NASA utiliza um sistema de purificação de água para seus “shuttles” espaciais ; os russos fazem o mesmo.</p>
<p style="text-align: justify;">As companhias aéreas AIR FRANCE, ALITÁLIA, BRITISH AIRWAYS, CANADIAN PACIFIC, JAPAN AIR LINES, KLM, LUFTHANSA, OLYMPIC, SAS, AMERICAN AIRLINES e SWISSAIR utilizam filtros de Prata para água, para evitar doenças geradas pela água.</p>
<p style="text-align: justify;">A Prata está substituindo o Cloro nas piscinas, porque não irrita os olhos.</p>
<p style="text-align: justify;">ompanhias japonesas estão usando a Prata para remover Cianetos e Óxidos Nítricos do ar.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>ALGUMAS MANEIRAS DE USAR A PRATA COLOIDAL  </strong></p>
<p style="text-align: justify;">Para preparar a solução-mãe de Prata coloidal pode-se usar a água de torneira para usos externos ou industriais e a água destilada para aplicações internas ou injeções.</p>
<p style="text-align: justify;">A solução-mãe pode ser adicionada à bebida quando se está viajando ou acampando. O colóide usado em pequenas feridas cicatriza-as rapidamente, sem deixar marcas. Esteriliza, com segurança, desde escovas de dentes, até instrumentos cirúrgicos. Pode-se fazer uso tópico em cortes, feridas, abrasões, rachas, queimaduras solares, cortes de barbear, bandagens. Pulverize sobre o lixo para prevenir odores de putrefação. Umedeça esponjas de cozinha, toalhas e bordas cortantes para eliminar E.coli 0157 ; H7 e Salmonella, que poderiam envenenar alimentos, originar inflamações gastro-intestinais e infecções genito-urinárias.</p>
<p style="text-align: justify;">Adicione quando estiver engarrafando, enlatando ou preservando. O leite demorará a se estragar, a fermentar, deteriorando-se ; levará mais tempo para coalhar ou talhar. Borrife em sapatos, nas meias, entre as pernas para eliminar coceiras na pele, pés de atleta, fungos ou coceiras nas virilhas. Diminui a caspa, a psoríase, rachaduras da pele, etc.</p>
<p style="text-align: justify;">Adicione-a à água do banho, gargareje, faça irrigações do cólon, pulverizações nasais e soluções para qualquer água de limpeza de dentes. Corta, dramaticamente, a duração dos resfriados, coriza, pneumonia, infecções de Stafilococcus e Streptococcus, infecções respiratórias e viroses da sinusite, além de coceiras na pele, infecções nos olhos e dos ouvidos. Algumas verrugas ou papilas desaparecem, quando se borrifa a Prata coloidal sobre o corpo, após o banho. Use contra fungos nas unhas das mãos, dos pés e das orelhas.</p>
<p style="text-align: justify;">Neutralize a deterioração dos dentes e do mau hálito. O colóide destrói a halitose, eliminando as bactérias no fundo da garganta e na parte de trás da língua. Ao contrário dos antibióticos farmacêuticos, a Prata coloidal nunca permite que se formem castas de germes patogênicos resistentes.</p>
<p style="text-align: justify;">Coloque algumas gotas em band-aids ou bandagens para reduzir o tempo de cura.</p>
<p style="text-align: justify;">Os médicos podem levar em consideração injeções endovenosas ou intramusculares. Foram relatadas reduções de tumores e pólipos quando se injetou diretamente o colóide (feito adicionando a Prata coloidal a uma solução salina estéril, ou Solução de Ringer, que contém, aproximadamente, 9000 ppm de Cloreto de Sódio). As dores de dentes, feridas na boca e irritações bacteriológicas diminuem. Esfregue as dentaduras. Borrife a geladeira, o freezer e os recipientes onde se guarda comida. Elimine a putrefação da madeira. Molhe os selos postais, os envelopes e as fitas, os pentes e os potes de creme para prevenir o crescimento microbiano, eliminar odores e evitar que a comida se estrague ou se torne rançosa. Adicione às maquiagens a base de água, à cola do papel de parede, à máquina de lavar pratos, às soluções para limpeza e borrife nas peles dos animais domésticos, deixando-os secar.</p>
<p style="text-align: justify;">Borrife sobre o topo de potes de geléias abertos, de condimentos e dentro das tampas antes de fechá-las. Misture um pouco na água do cachorro, do passarinho e nos vasos de flores.</p>
<p style="text-align: justify;">Sempre adicione em água de resfriamento. Borrife os filtros de ar condicionado, após limpá-los. Limpe os dutos de ar de ventilação com esfregão, para prevenir a formação depontos decrescimento de germes. Use, rotineiramente, na água de lavagem final da roupa e sempre antes de guardar roupas sazonais. Toalhas de rosto e de banho não terão cheiros, nem estragarão. Elimine microorganismos indesejáveis em terras de plantação e sistemas hidropônicos. Borrife a folhagem das plantas para eliminar fungos, estragos e muitas doenças das plantas.</p>
<p style="text-align: justify;">Trate piscinas, fontes, umidificadores, Jacuzzi, tubulações quentes, banhos, lavadores de pratos, águas de resfriamento recirculadas, pistas de passeio em ginásios e esteiras no banho ou no chuveiro.</p>
<p style="text-align: justify;">Borrife dentro dos sapatos, molhe periodicamente as meias e debaixo das unhas.</p>
<p style="text-align: justify;">Trate os chuveiros dos estábulos, banheiros, fontes, corredores onde se locomovem animais e duchas para evitar germes. Umedeça frutas e vegetais, antes de guardá-los ou usá-los. Coloque a Prata coloidal na água para cozinhar. Os xampus para homens ou animais tornam-se desinfetantes. Preserve da ruína os tapetes, cortinas e papéis de parede. Molhe os telefones, microfones, auriculares, aparelhos de surdez, armações de óculos, escovas para cabelos, furúnculos e erupções da pele. Use em bancos de toaletes e urinais ; mate os odores persistentes. Molhe os travesseiros dos doentes, as toalhas e os lençóis de cama.</p>
<p style="text-align: justify;">Literalmente, existem milhares de outros usos essenciais para esse produto inodoro, incolor, sem gosto, totalmente benéfico, poderoso, desinfetante, não tóxico e agente de preservação da saúde.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>DE SALVO, Salvatore</strong></p>
<p style="text-align: justify;">FONTE: <a href="http://www.medicinacomplementar.com.br/tema100105.asp">www.medicinacomplementar.com.br/tema100105.asp</a></p>
<p style="text-align: justify;">REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS</p>
<p style="text-align: justify;">KEHOE, R.A. et al .:J Nutrients, 19 : 579, 1940.</p>
<p style="text-align: justify;">KENT ,J.T .: Lectures on Homeopatic Materia Medica, Join Publishing Co., New Dehli , India , …. reprint, 1982.</p>
<p style="text-align: justify;">MICHAELIS L.: The Effects of Ions in Colloidal Systems, Williams &amp; Williams Co., …..Baltimore, M.D., 1925.</p>
<p style="text-align: justify;">OSTWALD W.: Practical Colloid Chemistry, Metuen &amp; Co. Ltd., London , UK , 1926.</p>
<p style="text-align: justify;">SIMONETTI N. et al.:Eletrochemical Ag + for Preservation Use Applied and Environmental …..Microbiology , American Society for Microbiology, Washington , 1992, Vol. 58, nº 12 , pp. …..3834-3836.</p><p>The post <a href="https://ahau.org/prata-coloidal/">Prata Coloidal</a> first appeared on <a href="https://ahau.org">Instituto Ahau - Terapeutas Especializados</a>.</p>]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://ahau.org/prata-coloidal/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>62</slash:comments>
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">499</post-id>	</item>
	</channel>
</rss>
