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	<title>depressão - Instituto Ahau - Terapeutas Especializados</title>
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		<title>Positividade tóxica</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luiz Terapeuta]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Mar 2023 03:55:11 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Positividade tóxica Em momentos desafiadores muitas vezes nos sentimos perdidos, sem saber como lidar com a situação de positividade tóxica. O caminho é sempre olhar para dentro, buscar compreender toda a dor e sofrimento que possam estar presentes e, ao invés de negá-los, permitir que eles transitem por nós até que se dissipem. Não lutar [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;">Positividade tóxica</p>
<p><iframe title="Positividade Tóxica x Positividade Saudável" width="1170" height="658" src="https://www.youtube.com/embed/Z6i1G9HnP4I?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Em momentos desafiadores muitas vezes nos sentimos perdidos, sem saber como lidar com a situação de positividade tóxica.</p>
<p>O caminho é sempre olhar para dentro, buscar compreender toda a dor e sofrimento que possam estar presentes e, ao invés de negá-los, permitir que eles transitem por nós até que se dissipem.</p>
<p>Não lutar contra a dor: olhar para a dor, buscar compreendê-la para superá-la. Tudo se ajustará em um ritmo saudável.</p>
<p>Olhar para a dor não significa ficar fixado nela, mas ao compreendê-la, podemos nos fortalecer e abrirmos espaço para um novo ciclo em nossas vidas.</p>
<p><img decoding="async" class="alignleft wp-image-6813" src="https://ahau.org/wp-content/uploads/2023/03/WhatsApp-Image-2023-02-22-at-11.10.19-278x300.jpeg" alt="positividade toxica" width="154" height="166" srcset="https://ahau.org/wp-content/uploads/2023/03/WhatsApp-Image-2023-02-22-at-11.10.19-278x300.jpeg 278w, https://ahau.org/wp-content/uploads/2023/03/WhatsApp-Image-2023-02-22-at-11.10.19.jpeg 732w" sizes="(max-width: 154px) 100vw, 154px" /></p>
<p><a href="https://ahau.org/team/simone-sequeira-0-html/">Simone</a><a href="https://ahau.org/team/simone-sequeira-0-html/"> Filkausk</a><a href="https://ahau.org/team/simone-sequeira-0-html/">as Sequeira</a></p>
<p><a href="https://ahau.org/team/simone-sequeira-0-html/">Terapeuta Integr</a><a href="https://ahau.org/team/simone-sequeira-0-html/">ativa</a></p>
<p><a href="https://ahau.org/team/simone-sequeira-0-html/">CRT 36336 – C</a><a href="https://ahau.org/team/simone-sequeira-0-html/">B</a><a href="https://ahau.org/team/simone-sequeira-0-html/">O 3221-25</a></p>
<p>Agende uma sessão.<br />
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		<title>Vitamina D e o Sol</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luiz Terapeuta]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 Mar 2013 22:50:41 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Vitamina D e o sol evita a depressão, osteoporose, câncer da próstata, câncer da mama e, até mesmo efeitos do diabetes e obesidade. A vitamina D é talvez o nutriente mais subestimado no mundo da nutrição, provavelmente porque, é “gratuita” e seu corpo a produz quando a luz solar atinge a sua pele. As empresas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Vitamina D e o sol evita a depressão, osteoporose, câncer da próstata, câncer da mama e, até mesmo efeitos do diabetes e obesidade. A vitamina D é talvez o nutriente mais subestimado no mundo da nutrição, provavelmente porque, é “gratuita” e seu corpo a produz quando a luz solar atinge a sua pele. As empresas farmacêuticas não podem lhe vender a luz solar, por isso não há promoção dos seus benefícios à saúde.</p>
<h4 style="text-align: justify;"><img fetchpriority="high" decoding="async" class=" wp-image-4738 alignleft" src="https://ahau.org/wp-content/uploads/2013/03/vitamina-d-e-o-sol.jpg" alt="vitamina-d-e-o-sol" width="499" height="281" srcset="https://ahau.org/wp-content/uploads/2013/03/vitamina-d-e-o-sol.jpg 768w, https://ahau.org/wp-content/uploads/2013/03/vitamina-d-e-o-sol-300x169.jpg 300w" sizes="(max-width: 499px) 100vw, 499px" />A maioria das pessoas não sabe destes fatos verdadeiros sobre a vitamina D:</h4>
<p style="text-align: justify;">1. A vitamina D e o sol é produzida pela pele em resposta à exposição e radiação ultravioleta da luz solar natural.</p>
<p style="text-align: justify;">2. Os saudáveis raios de luz solar natural que geram a vitamina D em sua pele não atravessam o vidro e, por isto, seu organismo não produz vitamina D quando você esta no carro, escritório ou em sua casa.</p>
<p style="text-align: justify;">3. É quase impossível conseguir quantidades adequadas de vitamina D a partir da dieta. A exposição à luz solar é a única maneira confiável para seu corpo dispor de vitamina D.</p>
<p style="text-align: justify;">4. Seria necessária a ingestão diária de dez copos grandes de leite enriquecido com vitamina D para obter os níveis mínimos necessários de vitamina D.</p>
<p style="text-align: justify;">5. Quanto maior a distância da linha do equador e o lugar onde você vive, maior será a exposição ao sol necessária para gerar vitamina D, pois depende do ângulo de incidência dos raios solares, sendo assim, Canadá, Reino Unido, a maior parte dos EUA estão longe do equador e maior parte do Brasil está perto do equador.</p>
<p style="text-align: justify;">6. Pessoas com a pigmentação escura da pele podem precisar de 20-30 vezes mais exposição à luz solar do que pessoas de pele clara para gerar a mesma quantidade de vitamina D. Por isto, também, o câncer de próstata é muito frequente entre homens negros &#8211; é a simples deficiência generalizada de luz solar.</p>
<h5 style="text-align: justify;">7. Níveis suficientes de vitamina D são essenciais para a absorção de cálcio nos intestinos. Sem vitamina D suficiente, seu corpo não pode absorver o cálcio, tornando os suplementos de cálcio inúteis.</h5>
<p style="text-align: justify;">8. A deficiência crônica de vitamina D não pode ser revertida do rapidamente. São necessários meses de suplementação de vitamina D e de exposição à luz solar para “reconstruir” os ossos e o sistema nervoso.</p>
<p style="text-align: justify;">9. Mesmo filtros solares fracos (FPS = 8) bloqueiam em 95% a capacidade do seu corpo de gerar vitamina D. É por isto que o uso constante de protetores solares provocam deficiência crítica de vitamina D.</p>
<p style="text-align: justify;">10. A exposição à luz solar não gera a produção excessiva de vitamina D em seu corpo, porque ele se auto-regula e produz apenas a quantidade que necessita.</p>
<p style="text-align: justify;">11. Se a pressão firme do seu osso esterno dói, você pode estar sofrendo de deficiência crônica de vitamina D.</p>
<p style="text-align: justify;">12. A vitamina D é “ativada” pelos rins e fígado, antes de ser usada pelo organismo e, por isto, doenças renais ou hepáticas podem prejudicar muito a ativação da vitamina D circulante.</p>
<p style="text-align: justify;">13. A indústria de protetores solares não quer que você saiba da necessidade de exposição ao sol, porque esta revelação significaria a queda nas vendas de seus produtos.</p>
<p style="text-align: justify;">14. A vitamina D é um poderoso “remédio” que o seu próprio corpo produz inteiramente de graça e sem necessidade de prescrição médica!</p>
<p style="text-align: justify;">15. Algumas substâncias denominadas “antioxidantes” aceleram muito a capacidade do organismo para lidar com luz <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Luz">solar</a>, sem que ela nos provoque danos, também permitem que você fique exposto ao sol duas vezes mais tempo sem danos. Um exemplo de tais antioxidantes é a astaxantina, poderoso “filtro solar interno”. Outras fontes de antioxidantes similares são algumas frutas (açaí, romã, mirtilo, etc.), algumas algas e alguns crustáceos do mar (camarão, “krill”, etc.)</p>
<h4 style="text-align: justify;">Doenças e condições causadas pela deficiência de vitamina D:</h4>
<p style="text-align: justify;">. A osteoporose é geralmente causada por falta de vitamina D que provoca deficiência na absorção de cálcio.</p>
<p style="text-align: justify;">. A deficiência de vitamina D na infância causa o raquitismo, falta de calcificação dos ossos.</p>
<p style="text-align: justify;">. A deficiência de vitamina D e o sol, pode agravar o diabetes tipo 2 e prejudicar a produção de insulina pelo pâncreas.</p>
<p style="text-align: justify;">. Bebês que recebem a suplementação de vitamina D (2.000 unidades por dia) têm um risco 80% menor de desenvolver diabetes tipo 1 durante os próximos vinte anos.</p>
<p style="text-align: justify;">. A obesidade prejudica a utilização da vitamina D no organismo e obesos precisam de duas vezes mais vitamina D, ainda sim;</p>
<p style="text-align: justify;">. A depressão, a esquizofrenia e os cânceres de próstata, de mama ovário e de cólon são frequentes em pessoas com deficiência de vitamina D, portanto, níveis normais de vitamina D previnem estas doenças, em contra partida,</p>
<h5 style="text-align: justify;">. O risco de desenvolver doenças graves como diabetes e câncer é reduzido de 50% a 80% através da exposição simples, à luz solar natural 2 a 3 vezes por semana.</h5>
<p style="text-align: justify;">. A depressão sazonal de inverno, muito comum nos países de clima temperado, é causada por um desequilíbrio da melatonina, devido à menor de exposição ao sol.</p>
<p style="text-align: justify;">. A vitamina D é utilizada no tratamento da psoríase, doença inflamatória crônica da pele.</p>
<p style="text-align: justify;">. Deficiência crônica de vitamina D é muitas vezes diagnosticada erradamente como fibromialgia, do mesmo modo, porque  seus sintomas são muito semelhantes como, fraqueza muscular e dores.</p>
<p style="text-align: justify;">Estatística chocante! São deficientes em vitamina D: 40% da população dos EUA, 32% dos médicos e estudantes de medicina, 42% das mulheres afro-americanas em idade fértil, 48% das meninas de 9 a 11 anos, até 60% dos pacientes de hospitais, até 80% dos pacientes do lar de idosos e 76% das mulheres grávidas e 81% das crianças delas nascidas, as quais terão, mais tarde na vida, maior predisposição ao diabete tipo 1, à artrite, à esclerose múltipla e à esquizofrenia.</p>
<h4 style="text-align: justify;">O que você pode fazer:</h4>
<p style="text-align: justify;"><a href="https://ahau.org/team/luiz-sequeira-0-html/">A exposição sensível à luz solar natural</a> é a estratégia mais simples, mais fácil e ainda uma das mais importantes para melhorar a saúde. Se mais pessoas lessem estas informações, poderíamos reduzir drasticamente as taxas de várias doenças crônicas. A exposição à luz solar é realmente uma das terapias mais poderosas. Não há nenhuma droga, nenhum procedimento cirúrgico ou de alta tecnologia que chegue sequer perto do surpreendente efeito saudável da luz natural. E o melhor: você pode obtê-lo gratuitamente!!!</p>
<p>(Compilado por Mike Adams, com base em uma entrevista com o Dr. Michael Holick, autor do livro “The UV Advantage)</p><p>The post <a href="https://ahau.org/vitamina-d-e-o-sol/">Vitamina D e o Sol</a> first appeared on <a href="https://ahau.org">Instituto Ahau - Terapeutas Especializados</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Metais tóxicos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luiz Terapeuta]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Mar 2012 19:31:58 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Médicos e terapeutas que atuam na prática ortomolecular são sinônimo de: “Buscadores de metais tóxicos”. Talvez porque uma das nossas habilidades seja justamente essa: a de pesquisar metais tóxicos através do exame do cabelo (mineralograma capilar, para ler mais sobre o exame clique aqui). Mas afinal, o que são esses metais? Por que são tóxicos? [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Médicos e <a href="https://ahau.org/team/luiz-sequeira-0-html/">terapeutas</a> que atuam na prática ortomolecular são sinônimo de: “Buscadores de metais tóxicos”. Talvez porque uma das nossas habilidades seja justamente essa: a de pesquisar metais tóxicos através do exame do cabelo (mineralograma capilar, para ler mais sobre o exame clique aqui). Mas afinal, o que são esses metais? Por que são tóxicos? Quais os principais metais tóxicos e suas conseqüências para a saúde humana?</p>
<p style="text-align: justify;">Bem, talvez os metais sejam os agentes tóxicos mais estudados e conhecidos pelo homem. Acompanham o homem desde tempos remotos, não podem ser sintetizados (estão dispostos na natureza) e nem destruídos pelo homem. Com o advento da revolução industrial muitos deles começaram a ser mobilizados de suas fontes naturais e assim deslocados por todo globo. Ou seja, estão amplamente distribuídos na Terra (solo, água, ar, tintas, desodorantes, alimentos, fármacos, agrotóxicos).</p>
<p style="text-align: justify;">Sendo assim, a chance de contaminação é grande por metais tóxicos. Nos últimos 50 anos a exposição humana aos metais tóxicos cresceu vertiginosamente. A indústria petroquímica em especial trouxe vários benefícios (e também malefícios) para a humanidade. Um desses malefícios é o aumento da exposição dos metais tóxicos à saúde humana.</p>
<p style="text-align: justify;">Sabe-se que inúmeras são as vias metabólicas acometidas diante de uma contaminação, mas por terem uma característica de se acumularem, atrapalham principalmente as reações enzimáticas. Isso gera uma sintomatologia ampla e que muitas vezes passa despercebida pelos demais médicos.</p>
<p style="text-align: justify;">Os sistemas mais sensíveis à contaminação são: sistema nervoso (central e periférico), sistema gastrintestinal, cardiovascular, sistema renal e sistema hematopoiético.</p>
<p style="text-align: justify;">Antigamente acreditavam que apenas grandes doses dos metais tóxicos poderiam causar sintomatologia. Hoje a ciência mostra que doses mínimas de certos metais tóxicos já podem ter efeitos deletérios. Mas cada indivíduo responde de forma individual à contaminação. As conseqüências dependem do estado nutricional do paciente, do metabolismo e da capacidade de detoxificação. A retirada dependerá do metal em excesso, podendo ser utilizada a quelação Via oral (que age de forma lenta) ou endovenosa.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Os principais metais tóxicos encontrados nos mineralogramas são:</h4>
<p style="text-align: justify;">Arsênico, Chumbo, Cádmio, Mercúrio, Alumínio.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Alguns outros minerais são essenciais para a saúde humana porém podem agir como contaminantes ambientais:</h4>
<p style="text-align: justify;">Zinco, Ferro, Cobre, Cobalto, Manganês.</p>
<p style="text-align: justify;">Nos próximos parágrafos você saberá quais são alguns dos principais sintomas de intoxicação (aguda e/ou crônica) por metais tóxicos. Sempre que houver suspeita de intoxicação por metal tóxico, procure um médico que atue na prática ortomolecular. Provavelmente ele solicitará um mineralograma (exame que vê quase todos os minerais presentes no seu organismo, com base numa amostra de cabelo) e instituíra o tratamento correto.</p>
<h4 style="text-align: justify;">ARSÊNICO (As)</h4>
<h4 style="text-align: justify;">O que é e onde encontrar:</h4>
<p style="text-align: justify;">O arsênico é um metal de ocorrência natural, sólido, cristalino, de cor cinza-prateada. Exposto ao ar, perde o brilho e torna-se um sólido amorfo de cor preta.<br />
Esse metal é utilizado como agente de fusão para metais pesados, em processos de soldagens e na produção de cristais de silício e germânio;<br />
Produtos industriais: metais, tintas, corantes, cosméticos;<br />
Solo contaminado;<br />
Ar atmosférico com poluição industrial;<br />
Águas de fontes contaminadas;<br />
Vidros;<br />
Pinturas;<br />
Papel de parede;<br />
Produtos farmacêuticos;<br />
Peixes e crustáceos (na forma de arsenobetaína, que é uma forma atóxica);<br />
Algas marinhas e mariscos;<br />
Carnes de aves alimentadas por peixes,<br />
Cereais e arroz plantados em solo contaminado ou regados com água contaminada;<br />
Atividades vulcânicas;<br />
Cogumelos produzidos em solo contaminado;<br />
Fundição;<br />
Queima de carvão;<br />
Cigarro<br />
O arsênico é usado na fabricação de munição, ligas e placas de chumbo de baterias elétricas.<br />
Na forma de arsenito é usado como herbicida e como arsenato, é usado nos inseticidas.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Efeitos no organismo humano:</h4>
<p style="text-align: justify;">No homem produz efeitos nos sistemas respiratório, cardiovascular, nervoso e hematopoiético.<br />
No sistema respiratório ocorre irritação com danos nas mucosas nasais, laringe e brônquios. Exposições prolongadas podem provocar perfuração do septo nasal e rouquidão característica e, a longo prazo, insuficiência pulmonar, traqueobronquite e tosse crônica.<br />
No sistema cardiovascular são observadas lesões vasculares periféricas e alterações no eletrocardiograma.<br />
No sistema nervoso, as alterações observadas são sensoriais e polineuropatias, e no sistema hematopoiético observa-se leucopenia, efeitos cutâneos e hepáticos.<br />
Tem sido observada também a relação carcinogênica do arsênico com o câncer de pele e brônquios.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Quando suspeitar:</h4>
<p style="text-align: justify;">Astenias (fraquezas) inexplicáveis<br />
Nos distúrbios digestivos: diarreias, vômitos, náuseas, dor em queimação na boca e na garganta, dores abdominais;<br />
Nas dermatites;<br />
Hipotensão;<br />
Queda de cabelo ou quando o cabelo está seco, quebradiço e áspero;<br />
Anemias idiopática associada a déficit do sistema imunológico;<br />
Retardo do crescimento;<br />
Nas dores musculares;<br />
Neuropatia periférica;<br />
Insuficiência renal e/ou hepática sem causa detectável;<br />
Câncer de pele e/ou pulmão.</p>
<h4 style="text-align: justify;"><strong><img decoding="async" class=" wp-image-4791 alignleft" src="https://ahau.org/wp-content/uploads/2012/03/metais-toxicos.jpg" alt="metais-toxicos" width="495" height="393" srcset="https://ahau.org/wp-content/uploads/2012/03/metais-toxicos.jpg 600w, https://ahau.org/wp-content/uploads/2012/03/metais-toxicos-300x238.jpg 300w" sizes="(max-width: 495px) 100vw, 495px" /></strong>CHUMBO (Pb)</h4>
<h4 style="text-align: justify;">O que é e onde encontrar:</h4>
<p style="text-align: justify;"><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Chumbo">Há mais de 4.000 anos</a> o chumbo é utilizado sob várias formas, principalmente por ser uma fonte de prata. Antigamente, as minas de prata eram de galena (minério de chumbo), um metal dúctil, maleável, de cor prateada ou cinza-azulada, resistente à corrosão. Compostos de chumbo são absorvidos por via respiratória e cutânea. Os chumbos tetraetila e tetrametila também são absorvidos através da pele intacta, por serem lipossolúveis;<br />
Os principais usos estão relacionados às indústrias extrativa, petrolífera, de baterias, tintas e corantes, cerâmica, cabos, tubulações e munições;<br />
O chumbo pode ser incorporado ao cristal na fabricação de copos, jarras e outros utensílios, favorecendo o seu brilho e durabilidade;<br />
Também pode ser incorporado aos alimentos durante o processo de industrialização ou no preparo doméstico;<br />
Tintas com base de chumbo e tinturas de cabelo;<br />
Baterias;<br />
Cristais;<br />
Vidros;<br />
Tabaco;<br />
Agrotóxicos;<br />
Cremes dentais;<br />
Latas de alimentos seladas com solda de chumbo;<br />
Panelas elétricas;<br />
Poluição do ar atmosférico por chumbo industrial e por fumaça de automóveis;<br />
Inalação de gasolina;<br />
Produtos de vinil e porcelana;<br />
Água proveniente de canos de chumbo, de cobre ou com soldas de chumbo.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Efeitos no organismo humano:</h4>
<p style="text-align: justify;">O sistema nervoso, a medula óssea e os rins são considerados órgãos críticos para o chumbo, que interfere nos processos genéticos ou cromossômicos e produz alterações na estabilidade da cromatina em cobaias, inibindo reparo de DNA e agindo como promotor do câncer. Por isso está ligado ao câncer de pele e/ou pulmão.<br />
Seus efeitos no Sistema nervoso central (SNC) dependerá do tempo de exposição, da quantidade absorvida.</p>
<h4 style="text-align: justify;">As principais síndromes ligadas ao chumbo são:</h4>
<p style="text-align: justify;">Síndrome encéfalo-polineurítica (alterações sensoriais, perceptuais, e psicomotoras),<br />
Astênica Síndrome (fadiga, dor de cabeça, insônia, distúrbios durante o sono e dores musculares),<br />
Hematológica Síndrome  (anemia hipocrômica moderada e aumento de pontuações basófilas nos eritrócitos),<br />
Renal Síndrome (nefropatia não específica, proteinúria, aminoacidúria, uricacidúria, diminuição da depuração da uréia e do ácido úrico),<br />
Trato Gastrointestinal Síndrome (cólicas, anorexia, desconforto gástrico, constipação ou diarreia),<br />
Cardiovascular Síndrome (miocardite crônica, alterações no eletrocardiograma, hipotonia ou hipertonia, palidez facial ou retinal, arteriosclerose precoce com alterações Cerebrovasculares e hipertensão),<br />
Síndrome hepática (interferência de biotransformação).</p>
<h4 style="text-align: justify;">Quando suspeitar:</h4>
<p style="text-align: justify;">Adultos e crianças com déficit de aprendizagem: déficit de atenção;<br />
Crianças e adultos com desvio de comportamento: hiperatividade;<br />
Adultos e crianças com redução do QI;<br />
Crianças com retardado do desenvolvimento neuro-psico-motor;<br />
Alterações cerebrais em adultos como: as perturbações mentais e redução da capacidade de concentração;<br />
Cólicas gastrintestinais severas;<br />
Nas gengivas com coloração azulada e/ou com sangramentos;<br />
Fraqueza muscular idiopática e astenia intensa.<br />
Paralisia das extremidades;<br />
Redução da resposta do sistema imunológico; Osteoporose por preencher o espaço do cálcio no osso;<br />
Impotência sexual ou infertilidade;<br />
Presença de sabor metálico na boca;<br />
Na artrite;<br />
Alterações do sono tipo insônia</p>
<h4 style="text-align: justify;">CÁDMIO (Cd)</h4>
<h4 style="text-align: justify;">O que é e onde encontrar:</h4>
<p style="text-align: justify;">O cádmio é encontrado na natureza quase sempre junto com o zinco, em proporções que variam de 1:100 a 1:1000, na maioria dos minérios e solos;<br />
É um metal que pode ser dissolvido por soluções ácidas e pelo nitrato de amônio;<br />
Quando queimado ou aquecido, produz o óxido de cádmio, pó branco e amorfo ou na forma de cristais de cor vermelha ou marrom;<br />
É obtido como subproduto da refinação do zinco e de outros minérios, como chumbo-zinco e cobre-chumbo-zinco;<br />
O cádmio existente na atmosfera é precipitado e depositado no solo agrícola;<br />
Resíduos da fabricação de cimento, da queima de combustíveis fósseis e lixo urbano e de sedimentos de esgotos;<br />
Na agricultura, uma fonte direta de contaminação pelo cádmio é a utilização de fertilizantes fosfatados. Sabe-se que a captação de cádmio pelas plantas é maior quanto menor o pH do solo (solo do cerrado). Portanto as chuvas ácidas são um fator determinante no aumento da concentração do Cádmio nos produtos agrícolas;<br />
A água potável possui baixos teores de cádmio (cerca de 1 mg/L), o que é representativo para cada localidade;<br />
A galvanoplastia (processo eletrolítico que consiste em recobrir um metal com outro) é um dos processos industriais que mais utiliza o cádmio (entre 45 a 60% da quantidade produzida por ano);<br />
No cigarro e na fumaça do cigarro;<br />
Na indústria, o cádmio está presente no revestimento de metais, na fabricação de plásticos, nas tintas pra pintar plásticos;<br />
Esmaltes<br />
Tinturas têxteis;<br />
Baterias de Níquel-cádmio;<br />
Ar atmosférico com poluição industrial;<br />
Água armazenada em caixa galvanizada;<br />
Alimentos cultivados em solo contaminado e/ou irrigados com água contaminada.<br />
Varetas de reatores;<br />
Fabricação de tubos para TV.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Efeitos no organismo humano:</h4>
<p style="text-align: justify;">O cádmio é um elemento de vida biológica longa (10 a 30 anos) e de lenta excreção pelo organismo humano;<br />
O órgão alvo primário nas exposições ao cádmio a longo prazo é o rim;<br />
A principal forma de contaminação é por inalação;<br />
Os efeitos tóxicos provocados por ele compreendem principalmente distúrbios gastrointestinais, hepáticos (fígado), diminuição da absorção de cálcio, aumento da excreção do cálcio e depleção de zinco;<br />
A inalação de doses elevadas produz intoxicação aguda, caracterizada por pneumonite e edema pulmonar.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Quando suspeitar:</h4>
<p style="text-align: justify;">Dores articulares;<br />
Na alteração ou insuficiência renal com perda de proteínas (proteinúria);<br />
Alterações hepáticas;<br />
Na alteração da densitometria óssea, como a osteoporose e a osteomalácia por deficiência na absorção ou fixação do cálcio biodisponível nos alimentos;<br />
Nas alterações do trato gastrintestinal , como a diarreia e o vômito;<br />
Hipertensão arterial;<br />
Queda de cabelos;<br />
Pele escamosa;<br />
Perda do apetite;<br />
Anemias ferroprivas (por deficiência de ferro) que não respondem à suplementação do Ferro (pois o Cádmio diminui a absorção do Ferro);<br />
Nos fumantes ativos e/ou passivos;<br />
No retardo do crescimento e na alteração da fertilidade;</p>
<h4 style="text-align: justify;">ALUMÍNIO (Al)</h4>
<h4 style="text-align: justify;">O que é e onde encontrar:</h4>
<p style="text-align: justify;">Embora na literatura não conste propriamente como um metal pesado, o Al vem sendo considerado um metal tóxico a partir de pesquisas que demonstraram sua importância na doença de Alzheimer;<br />
Consiste no metal mais abundante na litosfera, mas seus níveis são baixos nas águas, vegetais e animais.<br />
A carga de Al do organismo (cerca de 1g) não aumenta com a idade;<br />
O metal está presente nos tecidos do feto;<br />
Entra no organismo via trato gastrintestinal e pulmões (suspensões no ar). Sendo que sua absorção via trato digestivo é baixa, mas interfere na absorção de Ferro, fosfatos, cálcio, magnésio;<br />
Não se conhece benefícios ou função orgânica do Al;<br />
As principais fontes são:<br />
Água;<br />
Chuva ácida;<br />
Panelas e utensílios de cozinha;<br />
Cigarro;<br />
Medicação antiácida;<br />
Caixas de leite e sucos;<br />
“Quentinhas”;<br />
Desodorantes, Antiperspirantes;<br />
Próteses dentárias;<br />
Queijo parmesão e fundido;<br />
Farinha refinada;</p>
<h4 style="text-align: justify;">Efeitos no organismo humano:</h4>
<p style="text-align: justify;">As alterações de Al tem sido correlacionadas principalmente a alterações neurológicas. Pesquisas com crianças disléxicas mostram um aumento do índice de Al se comparado com o dos grupos controle;<br />
Como já citei acima, tem sido encontrado um alto índice de Al em portadores de Alzheimer.<br />
Provoca seborréia com queda de cabelos;<br />
Envelhecimento precoce;<br />
Irritabilidade;<br />
Desloca o Cálcio e Magnésio dos ossos, o que leva a osteoporose;</p>
<h4 style="text-align: justify;">Quando suspeitar:</h4>
<p style="text-align: justify;">Crianças com dislexias, nas hiperativas ou com déficit de atenção;<br />
Osteopenia e osteoporose;<br />
Na doença de Alzheimer ou neurodegeneração;<br />
Alterações gastrintestinais e cólicas abdominais;<br />
No raquitismo;<br />
Redução do metabolismo do cálcio;<br />
Na dor óssea;<br />
Irritabilidade acentuada;<br />
Crises convulsivas;<br />
Redução da capacidade mental;<br />
Redução das funções hepáticas e renais;<br />
Na anemia microcítica e hipocrômica mas sem deficiência de Ferro;<br />
Esquecimentos;<br />
Fraqueza muscular;<br />
Intenso estresse oxidativo;<br />
Hiperpermeabilidade intestinal e disbiose.</p>
<h4 style="text-align: justify;">MERCÚRIO (Hg)</h4>
<h4 style="text-align: justify;">O que é e onde encontrar:</h4>
<p style="text-align: justify;">Mercúrio é um metal líquido à temperatura ambiente, conhecido desde os tempos da Grécia Antiga;<br />
Seu nome homenageia o deus romano Mercúrio, que era o mensageiro dos deuses. Essa homenagem é devida à fluidez do metal;<br />
A progressiva utilização do mercúrio para fins industriais e o emprego de compostos mercuriais durante décadas na agricultura resultaram no aumento significativo da contaminação ambiental, especialmente da água (garimpo) e dos alimentos;<br />
Uma das razões que contribuem para o agravamento dessa contaminação é a característica singular do Ciclo do Mercúrio no meio ambiente. A biotransformação por bactérias do mercúrio inorgânico a metilmercúrio é o processo responsável pelos elevados níveis do metal no ambiente;<br />
O Hg é um líquido inodoro e de coloração prateada. Os compostos mercúricos apresentam uma ampla variedade de cores;<br />
Nos processos de extração, o Hg é liberado no ambiente principalmente a partir do sulfeto de mercúrio;<br />
O trato respiratório é a via mais importante de introdução do Hg;<br />
Demonstra afinidade por tecidos como células da pele, cabelo, glândulas sudoríparas, glândulas salivares, tireóide, trato gastrointestinal, fígado, pulmões, pâncreas, rins, testículos, próstata e cérebro;<br />
A exposição a elevadas concentrações desse metal pode provocar febre, calafrios, dispnéia e cefaléia, durante algumas horas. Sintomas adicionais envolvem diarréia, cãibras abdominais e diminuição da visão. Casos severos progridem para edema pulmonar, dispnéia e cianose. As complicações incluem enfisema, pneumomediastino e morte; raramente ocorre falência renal aguda;<br />
Pode ser destacado também o envolvimento da cavidade oral (gengivite, salivação e estomatite), tremor e alterações psicológicas. A síndrome é caracterizada pelo eretismo (insônia, perda de apetite, perda da memória, timidez excessiva, instabilidade emocional). Além desses sintomas, pode ocorrer disfunção renal.<br />
O mercúrio e seus compostos são encontrados:<br />
Produção de cloro e soda caústica (eletrólise);<br />
Equipamentos elétricos e eletrônicos (baterias, retificadores, relés, interruptores etc);<br />
Aparelhos de controle (termômetros, barômetros, esfingnomanômtros);<br />
Tintas (pigmentos);<br />
Amálgamas dentárias;<br />
Fungicidas (preservação de madeira, papel, plásticos etc);<br />
Lâmpadas de mercúrio;<br />
Laboratórios químicos, preparações farmacêuticas;<br />
Ar atmosférico poluído, resultante de atividade industriais e vulcânicas;<br />
Combustão de combustíveis fósseis;<br />
Peixes marinhos ou de água doce (de águas poluídas);<br />
Solventes;<br />
Plásticos;<br />
Óleos lubrificantes, catalisadores;<br />
Na extração de ouro;</p>
<h4 style="text-align: justify;">Efeitos no organismo humano:</h4>
<p style="text-align: justify;">Interfere na síntese de Proteínas;<br />
Sua forte afinidade pelos radicais sulfidrilas, amina, fosforil, carboxil provoca a inibição da síntese de proteínas, especialmente nos rins, a inativação de uma série de enzimas e lesão da membrana celular;<br />
Seus principais efeitos deletérios decorrentes da deposição estão relacionados a sua poderosa ação nociva ao Sistema Nervoso Central.;<br />
Provoca diminuição da síntese de proteínas no cérebro e aumento na liberação de diversos neurotransmissores, especialmente Dopamina, Ácido glutâmico e Gaba;<br />
Existem fortes indícios em relação ao seu papel na etiologia da Esclerose múltipla (Desmielinização);<br />
Além disso pode interferir nas funções no Selênio;<br />
Agir como imunossupressor;<br />
Formas inorgânicas podem provocar reações auto-imunes no rim;<br />
O quadro clínico varia conforme a forma intoxicante:<br />
Vapores de mercúrio elementar:<br />
Mercúrio inorgânico;<br />
Mercúrio Orgânico</p>
<h4 style="text-align: justify;">Quando suspeitar:</h4>
<p style="text-align: justify;">Alterações comportamentais;<br />
Alterações neurológicas;<br />
Tremores;<br />
Irritabilidade;<br />
Na depressão associada com salivação, estomatite e diarréias;<br />
Na perda da visão e na perda da audição;<br />
Incoordenação motora progressiva;<br />
Parestesias ao redor dos lábios, da boca e nas extremidades;<br />
Ataxia ou andar cambaleante;<br />
Nas dermatites;<br />
Perda de peso;<br />
Queda de cabelo;<br />
Inapetência;<br />
Alterações no trato gastrintestinal;<br />
Perda de memória;<br />
No déficit de atenção</p>
<h4 style="text-align: justify;">NÍQUEL (Ni)</h4>
<h4 style="text-align: justify;">O que é e onde encontrar:</h4>
<p style="text-align: justify;">Níquel é um elemento químico de símbolo Ni, considerado um metal de transição;<br />
Tem coloração branco-prateada, condutor de eletricidade e calor, dúctil e maleável porém não pode ser laminado, polido ou forjado facilmente, apresentando certo caráter ferromagnético;<br />
É encontrado em diversos minerais, em meteoritos (formando liga metálica com o ferro );<br />
O Ni presente no solo, passa para as plantas e para os animais e dessa forma pode ser consumido pelo homem;<br />
Pode ser adicionado aos alimentos por meios de seus processamentos.<br />
As principais fontes de contaminação são:<br />
Fumaça de cigarros;<br />
Combustão de moedas;<br />
O trabalho de niquelagem;<br />
Velas dos automóveis;<br />
As resistências e as baterias;<br />
Ligas de tubulação em equipamentos odontológicos;<br />
Jóias e bijouterias;<br />
Gorduras e óleos hidrogenados (margarinas);<br />
Liga do aço inox em panelas (portanto evite o cozimento de alimentos ácidos ou cítricos em panelas de inox);</p>
<h4 style="text-align: justify;">Efeitos no organismo humano:</h4>
<p style="text-align: justify;">Alguns estudos correlacionam altos níveis de Ní com índices aumentados das imunoglobulinas IgG, IgA e IgM, e índices baixos de IgE;<br />
As mulheres são mais predispostas à intoxicação;<br />
Alguns dos efeitos são as dermatoses, dermatites de contato;<br />
Alergias (eczemas, rinite, sinusite, conjuntivite);<br />
Alguns trabalhos correlacionam o Ni com alterações tireoideanas e adrenais;<br />
O gás Níquel carbamil está relacionado com o câncer dos seios paranasais e do pulmão, dermatites e epilepsia;<br />
Os casos de intoxicação aguda produzem sintomas como: náuseas, vômitos, palpitação, fraqueza, vertigens, dor de cabeça;</p>
<h4 style="text-align: justify;">Quando suspeitar:</h4>
<p style="text-align: justify;">Nas dermatites de contato e eritematosas;<br />
Na hemorragia pulmonar;<br />
No infarto agudo do miocárdio;<br />
Nos cânceres do trato respiratório;<br />
Na inalação de níquel carbonil;<br />
Em todas as alergias</p>
<h4 style="text-align: justify;">MANGANÊS (Mn)</h4>
<p style="text-align: justify;">O que é e onde encontrar:</p>
<p style="text-align: justify;">O manganês é um metal cinza semelhante ao ferro, porém mais duro e quebradiço.<br />
Os óxidos, carbonatos e silicatos de manganês são os mais abundantes na natureza e caracterizam-se por serem insolúveis na água.<br />
O composto ciclopentadienila-tricarbonila de manganês é bem solúvel na gasolina, óleo e álcool etílico, sendo geralmente utilizado como agente anti-detonante em substituição ao chumbo tetraetila.<br />
Utilizado em:<br />
Fabricação de fósforos de segurança,<br />
Pilhas secas,<br />
Ligas não-ferrosas (com cobre e níquel),<br />
Esmalte porcelanizado,<br />
Fertilizantes,<br />
Fungicidas,<br />
Rações,<br />
Eletrodos para solda,<br />
Magnetos,<br />
Catalisadores,<br />
Vidros,<br />
Tintas,<br />
Cerâmicas,<br />
Materiais elétricos e produtos farmacêuticos (cloreto, óxido e sulfato de manganês).<br />
As exposições mais significativas ocorrem através dos fumos e poeiras de manganês.<br />
O trato respiratório é a principal via de introdução e absorção desse metal nas exposições ocupacionais.<br />
50% do Mn corporal está nos ossos.<br />
No sangue, esse metal encontra-se nos eritrócitos, 20-25 vezes maior que no plasma, portanto não adianta dosar fora da hemácia, os melhores métodos para se avaliar a real concentração de manganês no organismo são: dosagem eritrocitária e mineralograma capilar.<br />
Quando aumentado no mineralograma não significa necessariamente concentrações tóxicas no organismo, pois, geralmente pode aumentar em decorrência da deficiência de zinco ou perante a destruição excessiva (devido o estresse oxidativo) de uma enzima chamada SOD mitocondrial.<br />
O solo do cerrado é muito rico em Manganês e portanto alguns ortomoleculares preferem evitar a sua prescrição nas fórmulas, por acreditarem que a dieta já consegue suprir as necessidades basais.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Efeitos no organismo humano:</h4>
<p style="text-align: justify;">Fisiologicamente falando, o Mn atua  principalmente como co-fator para uma série de reações enzimáticas, entra na composição de uma enzima chamada Superóxido dismutase (mitocondrial) que atua na proteção das membranas celulares, em especial a membrana das mitocôndrias.<br />
Facilita a formação de Dopamina, Gaba e Acetilcolina.<br />
Apresenta uma baixa toxicidade quando ingerido pela dieta ou na suplementação.<br />
Doses excessivas podem causar anemia ferropriva e deficiência de cobre, além de interferirem na utilização da Tiamina (vitamina B1) e aumentarem a necessidade de vitamina C.<br />
A inalação é uma das vias de intoxicação. No Chile, conhece-se um quadro denominado de “Loucura Mangânica”, caracterizado por: sinais e sintomas psiquiátricos: mania, agressividade, insônia, alucinações, quadro neurológico muito parecido com o do Parkinson.<br />
Os sintomas dos danos provocados pelo manganês no Sistema nervoso central (SNC) podem ser divididos em três estágios: 1º) subclínico (astenia (fraqueza), distúrbios do sono, dores musculares, excitabilidade mental e movimentos desajeitados); 2º) início da fase clínica (transtorno da marcha, dificuldade na fala, reflexos exagerados e tremor); 3º) clínico (psicose maníaco-depressiva e a clássica síndrome que lembra o Parkinsonismo).<br />
Além dos efeitos neurotóxicos, há maior incidência de bronquite aguda, asma brônquica e pneumonia</p>
<h4 style="text-align: justify;">Quando suspeitar:</h4>
<p style="text-align: justify;">Alterações comportamentais;<br />
Alterações neurológicas;<br />
Tremores;<br />
Irritabilidade;<br />
No déficit de atenção</p>
<h4 style="text-align: justify;">Bibliografia:</h4>
<p style="text-align: justify;">OLSZEWER, Efraim. Clínica ortomolecular. 2ª ed. São Paulo, Roca: 2008.<br />
FAVIERE, Maria Inês. Nutrição na Visão da Prática Ortomolecular. Rio de Janeiro, Ícone: 2009.<br />
CARVALHO, Paulo Roberto. Medicina Ortomolecular: Um guia completo dos nutrientes e suas propriedades terapêuticas. 4ªEd. Rio de Janeiro, Nova Era: 2006.<br />
PASCALICCHIO, Aurea. Contaminação por metais pesados: Saúde pública e medicina ortomolecular. São Paulo. Annablume. 2002<br />
http://www.ecolnews.com.br/toxicos_POPs_e_metais_pesados.htm</p>
<p>Metais tóxicos</p>
<p style="text-align: justify;">Por: Dr. Frederico Lobo<br />
Fonte: http://www.ecodebate.com.br</p><p>The post <a href="https://ahau.org/metais-toxicos/">Metais tóxicos</a> first appeared on <a href="https://ahau.org">Instituto Ahau - Terapeutas Especializados</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Os 12 Sais de Schussler e suas propriedades</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luiz Terapeuta]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 24 Mar 2012 00:20:53 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Os 12 Sais de Schussler: Nº1 Calcarea fluorica (Calcium fluoratum) D6O Sal “da elasticidade” – pele, unhas e ossos Nº 2 Calcarea phosphorica (Calcium phosphoricum) D6 O sal “dos ossos e dentes” Nº 3 Ferrum phosphoricum D12 O sal “de primeira linha” Nº 4 Kalium muriaticum (Kalium chloratum) D6 O sal “das mucosas” Nº 5 [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://ahau.org/sais-de-schussler/">Os 12 Sais de Schussler e suas propriedades</a> first appeared on <a href="https://ahau.org">Instituto Ahau - Terapeutas Especializados</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong>Os 12 Sais de Schussler:<img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-4805 alignleft" src="https://ahau.org/wp-content/uploads/2012/03/sais-de-schussler-1.jpg" alt="sais-de-schussler" width="420" height="286" srcset="https://ahau.org/wp-content/uploads/2012/03/sais-de-schussler-1.jpg 420w, https://ahau.org/wp-content/uploads/2012/03/sais-de-schussler-1-300x204.jpg 300w" sizes="(max-width: 420px) 100vw, 420px" /></strong></p>
<p>Nº1 Calcarea fluorica (Calcium fluoratum) D6O Sal “da elasticidade” – pele, unhas e ossos</p>
<p>Nº 2 Calcarea phosphorica (Calcium phosphoricum) D6 O sal “dos ossos e dentes”</p>
<p>Nº 3 Ferrum phosphoricum D12 O sal “de primeira linha”</p>
<p>Nº 4 Kalium muriaticum (Kalium chloratum) D6 O sal “das mucosas”</p>
<p>Nº 5 Kalium phosphoricum D6 O sal “dos nervos e da mente”</p>
<p>Nº 6 Kalium sulphuricum D6 O sal “da inflamação crônica”</p>
<p>Nº 7 Magnesia phosphorica D6 O sal “da dor e da cólica”</p>
<p>Nº 8 Natrum muriaticum (Natrum chloratum) D6 O sal “do balanço hídrico”</p>
<p>Nº 9 Natrum phosphoricum D6 O sal “do equilíbrio ácido básico”</p>
<p>Nº 10 Natrum sulfuricum D6 O sal “da excreção”</p>
<p>Nº 11 Silicea D12 O sal “da beleza”</p>
<p>Nº 12 Calcarea sulphurica (Calcium sulfuricum) D6 O sal “purificante”</p>
<h4>As Indicações dos 12 Sais de Schussler</h4>
<h4 style="text-align: justify;">Calcarea fluorica (Calcium fluoratum) D6</h4>
<p style="text-align: justify;">Encontra-se no esmalte dos dentes, nos ossos e nas células da epiderme, sobretudo onde exista tecido elástico. O agente descarga o aparelho circulatório e fortalece os pequenos vasos sanguíneos. Além disso, estimula a reabsorção dos endurecimentos vasculares.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Indicações Terapêuticas:</h4>
<p style="text-align: justify;">Perda de elasticidade dos vasos sanguíneos (hemorroidas, varizes, arteriosclerose). Doenças ósseas e dentárias (propensão a cáries, etc), lesões discais, moléstias articulares, raquitismo infantil, endurecimento dos tecidos e glândulas, debilidade postural, envelhecimento prematuro da pele.</p>
<p style="text-align: justify;">Também se discute a conveniência de administrar Calcium fluoratum como agente de apoio em todas as doenças tumorais. Atua lentamente e deve-se tomar durante longos períodos de tempo.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Calcarea phosphorica (Calcium phosphoricum) D6</h4>
<p style="text-align: justify;">É o sal mais abundante no organismo humano. É o agente bioquímico responsável pela construção e o fortalecimento de todas as estruturas do organismo; fundamentalmente configura a massa óssea dura, ainda que está presente em todas as células. Calcium phosphoricum actua sobre as membranas celulares limitantes e intervém na síntese proteica.</p>
<p style="text-align: justify;">Como o Calcium fluoratum, recomenda-se administrar de preferência com o Calcium phosphoricum, está indicado em todas as doenças ósseas e dentárias, fracturas complicadas que demoram a soldar, anemia, processos pulmonares, alterações de tipo nervoso, astenia, transtornos do sono (especialmente em lactentes, durante a infância e em épocas de desenvolvimento e crescimento). Também se administra nos transtornos menstruais, durante a gravidez e na convalescença. Calcium phosphoricum é um agente bioquímico de efeito lento que se recomenda tomar durante longos períodos de tempo. O agente é ideal para pessoas anêmicas, pálidas, de aspecto adoentado; os seus sintomas acentuam-se pela noite e podem piorar em condições de repouso.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Calcarea sulphurica (Calcium sulfuricum) D6</h4>
<h4 style="text-align: justify;">Indicações <a href="https://ahau.org/team/luiz-sequeira-0-html/">Terapêuticas</a>:</h4>
<p style="text-align: justify;">Encontra-se no fígado e vesícula biliar. Assim como a Silicea, tem uma grande utilidade em todos os processos purulentos. Aumenta a coagulação sanguínea e estimula o metabolismo.</p>
<h4 style="text-align: justify;"><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Homeopatia">Indicações Terapêuticas:</a></h4>
<p style="text-align: justify;">Abcessos, furúnculos, antrax, inflamações do tecido conjuntivo, amigdalites purulentas, catarro brônquico purulento, cistite e nefrite, resfriado crônico que afeta os seios nasais com secreções purulentas, sanguinolentas e fétidas; fístulas anais, reumatismo crônico e, finalmente, também em pacientes com insônia, perda de memória e vertigo.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Ferrum phosphoricum D12</h4>
<p style="text-align: justify;">A importância do ferro (Ferrum) no organismo é essencial e não há dúvida do papel vital que desempenha no nosso organismo. O ferro não só é um componente imprescindível da hemoglobina como se encontra em todas as células, intervém em múltiplos processos enzimáticos e exerce funções importantes nos mecanismos de defesa frente às infecções. Na infância é necessário para um crescimento normal. Pela mesma razão é imprescindível também durante a menstruação, na gestação e no período de latência. A proporção de ferro no organismo é de 4 a 5 gramas, de que três quartas partes correspondem à hemoglobina.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Indicações Terapêuticas:</h4>
<p style="text-align: justify;">É o agente bioquímico para todas as doenças súbitas e para todos os processos inflamatórios e febris em estado inicial. Está indicado em doenças infantis, estados anêmicos, dores, feridas, hemorragias, contusões, distorções articulares, sobrecargas físicas, alterações da perfusão sanguínea com sintomas reumatoides, gastrite catarral aguda com dor e vômitos e diarreias estivais acompanhadas de febre.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Kalium muriaticum (Kalium chloratum) D6</h4>
<p style="text-align: justify;">O potássio faz parte de todas as células, sobretudo leucócitos e eritrócitos. Como o sódio, possui efeitos fisiológicos específicos sobre a excitabilidade nervosa e muscular. Além disso intervém na síntese proteica e na utilização dos hidratos de carbono (efeito ativador do metabolismo). Em conjunto pode-se afirmar que o potássio é um componente imprescindível do organismo. O deficit de potássio causa alterações patológicas em diversos tecidos (músculo cardíaco e músculos esqueléticos, entre outros).</p>
<h4 style="text-align: justify;">Indicações Terapêuticas:</h4>
<p style="text-align: justify;">Kalium chloratum está considerado em bioquímica como o agente principal no tratamento anticatarral de diversos órgãos e mucosas e nos catarros acompanhados de secreções fibrinosas-espessas (segundo estádio de inflamação) que formam uma massa branca, branca fina ou branca viscosa, tanto se se trata de placas brancas finas na pele ou membranas sólidas de cor branca localizadas nas mucosas. Prescreve-se principalmente Kalium chloratum para o tratamento de afecções otorrinolaringológicas (ORL) e oculares caracterizadas por inflamação fibrinosa, também em processos pulmonares e pleurite fibrinosa, bronquite, reumatismo, tendovaginite, verrugas, reações de vacinas, queimaduras, etc.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Kalium phosphoricum D6</h4>
<p style="text-align: justify;">É o sal orgânico mais significativo para a célula e é particularmente importante para o soro, os leucócitos, os distintos tecidos do organismo e as células cerebrais, nervosas e musculares. O deficit de potássio produz esgotamento destes órgãos, em ocasiões acompanhado de transtornos psíquicos, ânimo depressivo, ansiedade, abatimento e perda de memória.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Indicações Terapêuticas:</h4>
<p style="text-align: justify;">Kalium phosphoricum é o agente funcional bioquímico de mais utilidade no tratamento das doenças agudas e crônicas e estados de esgotamento. Está indicado em estados nervosos, depressões, esgotamento. Melancolia, histeria, insônia de origem nervosa, apatia intelectual, perda da memória, debilidade muscular, lombalgias, alterações cardíacas de tipo nervoso, sensação de ansiedade com palpitações (síndrome do pânico), etc. assim como medida de apoio no tratamento das cardiopatias orgânicas, em hemorragias, paresias, perda de força em processos infecciosos, estados infecciosos e inflamatórios com secreções fétidas (&#8220;antisséptico interno”).</p>
<h4 style="text-align: justify;">Kalium sulphuricum D6</h4>
<p style="text-align: justify;">Encontra-se nas células da epiderme e células epiteliais da pele e mucosas, normalmente junto ao ferro, que o apoia na sua função de transporte de oxigênio na célula e de que se serve para ativar o metabolismo celular. Kalium sulphuricum é para o terceiro estádio de inflamatório com secreções viscosas amareladas, já que o Ferrum phosphoricum é para o primeiro estádio de inflamação (inflamação seca sem secreção) e Natrum muriaticum (Kalium chloratum) para o segundo estádio de inflamação (secreções viscosas).</p>
<h4 style="text-align: justify;">Indicações Terapêuticas:</h4>
<p style="text-align: justify;">Em inflamações crônicas de todo o tipo, afecções cutâneas descamativas, catarros de mucosa purulentos crónicos (nariz, ouvidos, faringe, brônquios, conjuntiva, etc.); também em catarros gastrointestinais, hepatite, nefrite, dor articular reumática e, em geral, para a estimulação de todos os processos de eliminação e desintoxicação. O paciente apresenta um estado anímico dominado pela melancolia e pela ansiedade; os sintomas acentuam até ao entardecer e habitações muito tempo fechadas; alivia e melhora em espaços abertos com ar puro e fresco.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Magnesia phosphorica D6</h4>
<p style="text-align: justify;">É o analgésico e antiespasmódico bioquímico por excelência. O magnésio ocupa o segundo lugar em importância depois do potássio entre os sais minerais do organismo humano. Aproximadamente a metade encontra-se no esqueleto, um terço no sistema muscular e o resto reparte-se entre nervos, cérebro, medula espinal, eritrócitos, fígado e glândulas tiroides. O magnésio intervém em múltiplos processos enzimáticos. Possui propriedades antitrombóticas e antialérgicas e influi sobre a excitabilidade neuromuscular e a função cardíaca (prevenção do enfarto do miocárdio, entre outros). O magnésio diminui o metabolismo basal e reduz os níveis de colesterolemia.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Indicações Terapêuticas:</h4>
<p style="text-align: justify;">Quadros espasmódicos de todo o tipo, cólicas e algias, neuralgias em todo o corpo, sensação de opressão na região cardíaca e tendência a enxaqueca. O seu efeito é destacável no tratamento de quadros clínicos do tipo cólica, flatulência, meteorismo, problemas da dentição e tosse convulsa em crianças e diarreias aquosas acompanhadas de dor abdominal.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Natrum muriaticum (Natrum chloratum) D6</h4>
<p style="text-align: justify;">Dos sais sódicos do organismo, o Natrum chloratum é o que tem a maior importância biológica. É absolutamente vital (essencial). Enquanto que o potássio está localizado na sua maior parte nas células, aproximadamente a metade do sódio se encontra no líquido extracelular e outro terço nos ossos e tecidos cartilaginosos. No estômago e no rim também existem concentrações intracelulares de sódio relativamente altas.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Indicações Terapêuticas:</h4>
<p style="text-align: justify;">Anemia, clorose, anorexia, perda de peso, catarro das mucosas com secreção serosa, catarro gastrointestinal acompanhado de diarreia aquosa, hipoacidez, hipo galactose no puerpério, obstipação por atonia intestinal, hemorroidas, sensação de formigamento e entumescimento das extremidades, erupções cutâneas e exsudativas, dor reumática, cefaleias, enxaquecas, lacrimação, ptialismo, neurastenia, histeria e falta de iniciativa. Piora os sintomas pela manhã, por esforço psíquico e clima úmido-frio. Muita sede, apetência por comidas salgadas; melhora com ar quente e seco ou também com ar puro mais fresco.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Natrum phosphoricum D6</h4>
<p style="text-align: justify;">Está muito estendido por todo o organismo: em células nervosas, nos músculos, nos eritrócitos e no tecido conjuntivo. Mantém o ácido úrico em solução para a eliminação através do rim. Natrum phosphoricum é importante para a eliminação dos produtos metabólicos. Também desempenha uma função essencial na troca de ácido carbônico (efeito tampão) e no metabolismo do ácido láctico que o organismo produz a partir do glucógeno com o trabalho muscular.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Indicações Terapêuticas:</h4>
<p style="text-align: justify;">Natrum phosphoricum é um agente neutralizador de eficácia provada nas hiperacidoses de todo o tipo. Tem aplicação no tratamento de doenças agudas e crônicas (sobretudo em crianças) por transtornos metabólicos, excesso de ácido clorídrico, pirose, vômitos ácidos, diarreias de fermentação, no reumatismo, ciática e gota. Também está indicado em adenites, inflamações oculares, amigdalites, faringites com eructos azedos, cistites, cálculos renais e biliares e erupções cutâneas com secreções amarelas de consistência cremosa.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Natrum sulfuricum D6</h4>
<p style="text-align: justify;">Não se encontra nas células como nos líquidos tecidulares. Tem por missão descongestionar o organismo, eliminar toxinas do metabolismo, desintoxicar o organismo e activar o fluxo biliar.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Indicações Terapêuticas:</h4>
<p style="text-align: justify;">Em todas as doenças dos órgãos de excreção (fígado, vesícula biliar, rim, bexiga); também em erupções cutâneas, feridas antigas, úlceras exsudativas das pernas, edemas, infecções gripais e moléstias reumáticas. Natrum sulphuricum está indicado em pacientes com sensação permanente de frio que não aquecem mesmo tapados. São irritáveis, indiferentes e depressivos. Os sintomas, que em muitos casos apresentam-se periodicamente, são mais acentuados pela manhã, em dias úmidos e em ambientes úmidos (em casa). As secreções são aquosas e de cor verde-amarela.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Silicea D12</h4>
<p style="text-align: justify;">É imprescindível ao organismo (essencial) como componente do tecido conjuntivo. Silicea é importante para a constituição da pele e mucosas e para o crescimento de unhas, cabelo e ossos. Aumenta a capacidade de resistência e a resistência mecânica dos tecidos (&#8220;cosmético bioquímico”). Os pulmões, os gânglios linfáticos e as glândulas suprarrenais contêm quantidades importantes de Silicea. O silício, como componente principal da Silicea, é depois do oxigênio o segundo elemento mais frequente na superfície terrestre. Silicea está relacionado de forma especial com o metabolismo do cálcio. O ácido silícico intervém junto a outras substâncias na assimilação do cálcio contido nos alimentos. Ativa a formação do colágeno e estimula a atividade dos fagócitos (&#8220;células devoradoras”), tão importantes para a defesa do organismo frente às infecções.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Indicações Terapêuticas:</h4>
<p style="text-align: justify;">Silicea, juntamente com Calcium sulphuricum, o meio principal contra as inflamações agudas e crônicas supurativas de todo o tipo. Também está indicada nos casos de paredes vasculares distendidas (varizes, hemorroidas, etc), doenças das unhas e cabelo, adenite e endurecimentos ganglionares, processos de cicatrização, fístulas ósseas, cáries, raquitismo, treçolhos e suores noturnos. Ativa a reabsorção de hematomas e derrames e reduz níveis sanguíneos de ácido úrico (ver também Natrum phosphoricum).</p>
<h4 style="text-align: justify;">Repertório &#8211; Sais de Schüssler</h4>
<h4 style="text-align: justify;">Acidez gástrica</h4>
<p style="text-align: justify;">Natrum phosphoricum D6: na hiperacidez – 1 comprimido depois de cada refeição.<br />
Natrum chloratum D6: no déficit de ácidos gástricos – 1 comprimido 6 vezes ao dia antes das refeições.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Acne juvenil</h4>
<p style="text-align: justify;">Natrum phosphoricum D6: 1 comprimido 6 vezes ao dia durante um período de tempo prolongado.<br />
Silicea D6: em pústulas purulentas – 1 comprimido 5 vezes ao dia.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Acúfenos</h4>
<p style="text-align: justify;">Calcium fluoratum D6 + Silicea D6: 1 comprimido 5 vezes ao dia a longo prazo.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Alterações cardíacas nervosas</h4>
<p style="text-align: justify;">Kalium phosphoricum D6: 1 comprimido 5 vezes ao dia a longo prazo.<br />
Magnesium phosphoricum D6: Como tranquilizante em afecções cardíacas mais intensas, palpitações, etc. 1 comprimido dissolvido em água quente cada 10 minutos.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Aftas (fungos, muguet, inflamação da mucosa bucal)</h4>
<p style="text-align: justify;">Ferrum phosphoricum D6: 1 comprimido 5 vezes por dia.<br />
Kalium chloratum D6: em mucosas com saburra de cor branca ou branco brilhante. 1 comprimido em cada hora.<br />
Kalium phosphoricum D6: em saburras com bordas de cor vermelha nas comissuras dos lábios, sem saburra lingual – 1 comprimido cada hora.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Alergias, prevenção de, respiratórias</h4>
<p style="text-align: justify;">Ferrum phosphoricum D6 – tomar na 1ª e 2ª semana.<br />
Magnesium phosphoricum D6 – tomar na 3ª e 4ª semana.<br />
Kalium sulfuricum D6 – tomar na 5ª e 6ª semana.<br />
2 comprimidos em jejum e antes de deitar.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Alopecia</h4>
<p style="text-align: justify;">Natrum clorathum D6 + Silicea D6 + Kalium phosphoricum: 1 comprimido 4 vezes ao dia, a longo prazo.<br />
Ferrum phosphoricum D6: 1 comprimido 3 vezes ao dia.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Ambliopia</h4>
<p style="text-align: justify;">Natrum chloratum D6: Na debilidade nervosa geral – 1 comprimido 3 vezes ao dia.<br />
Silicea D6: em ambliopias que aparecem ao mínimo esforço 1 a 2 comprimidos 3 vezes ao dia a longo prazo.<br />
Natrum chloratum D6: em lágrimas e dor ocular que aparece ao ler – 1 comprimido 6 vezes ao dia.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Amigdalite</h4>
<p style="text-align: justify;">Natrum phosphoricum D6 + Ferrum phosphoricum D6: Em casos agudos e crônicos – 1 comprimido cada 3 em 3 horas.<br />
Magnesium phosphoricum D6: Nas amigdalites crônicas – 1 comprimido diluído em água quente 4 vezes ao dia a longo prazo.<br />
Silicea D6: em amigdalites purulentas – 1 comprimido cada 2 horas.<br />
Calcium sulfuricum D6: 1 comprimido 3 vezes ao dia a longo prazo.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Anemia</h4>
<p style="text-align: justify;">Ferrum phosphoricum D6 + Calcium phosphoricum D6: 2 comprimidos 3 vezes ao dia.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Anorexia</h4>
<p style="text-align: justify;">Kalium phosphoricum D6: Em transtornos psíquicos nervosos – 1 comprimido cada 3 horas.<br />
Calcium phosphoricum D6 + Natrum chloratum D6: em casos de debilidade geral, anemia, produção deficiente de sucos gástricos, náusea, vômitos – 1 comprimido 3 vezes ao dia, respectivamente.<br />
Natrum phosphoricum D6: em hiperacidez, pirose, gastralgias depois de comer (pós-prandial).<br />
Kalium chloratum D6: em casos de afecção hepática, língua branca-escura, bulimia – 1 comprimido 3 vezes ao dia.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Arteriosclerose (calcificação das artérias)</h4>
<p style="text-align: justify;">Calcium fluoratum D6: o agente mais importante, se procede, tratamento a longo prazo – 1 comprimido 3 vezes ao dia.<br />
Silicea D12: Impede a progressão da arteriosclerose – 1 comprimido 3 vezes ao dia a longo prazo.<br />
Magnesium phosphoricum D6: no aparecimento de moléstias cardíacas espasmódicas – 1 comprimido 5 vezes por dia.<br />
Kalium phosphoricum D6: em estados de ansiedade, opressão cardíaca, fases depressivas – 1 comprimido por dia.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Asma (asma brônquica)</h4>
<p style="text-align: justify;">Kalium phosphoricum D6: no ataque, em pacientes com nervosismo como sinal dominante – 1 comprimido cada 5 minutos. Em continuação seguir 1 comprimido cada 2 horas.<br />
Magnesium phosphoricum D6: no ataque, frequentemente na relação com dor abdominal espasmódica – 1 comprimido cada 5 minutos.<br />
Kalium phosphoricum D6: no estado entre ataques – 1 comprimido cada 2 horas.<br />
Kalium chloratum D6: em casos com escarros brancos muito viscosos e sensação de opressão cardio-pulmonar, no ataque – 1 comprimido cada 15 minutos para depois passar a Kaium phosphoricum D6 + Magnesium phosphoricum D6 + Natrum suphuricum D6 em tempos úmidos – 1 comprimido cada hora.<br />
Calcium fluoratum D6: em casos de dispneia intensa e enfisema, expectoração difícil de pequenas agregações de muco amarelado. Também em combinação com Silicea D6 para o fortalecimento do tecido pulmonar atômico – 1 comprimido cada 3 horas.<br />
Kalium sulfuricum D6: em ataques vespertinos e noturnos assim como depois de comer – 1 comprimido cada 2 horas.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Atonia intestinal (ver obstipação)</h4>
<h4 style="text-align: justify;">Blefarite</h4>
<p style="text-align: justify;">Ferrum phosphoricum D6: em inflamações e eritemas extensos – 1 comprimido 5 vezes ao dia.<br />
Natrum phosphoricum D6: nas pálpebras coladas – 1 comprimido 5 vezes ao dia. Em caso necessário em alternância com o preparado precedente.<br />
Silicea D12 &#8211; Em crostas purulentas nas pálpebras – 1 comprimido três vezes ao dia.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Bócio</h4>
<p style="text-align: justify;">Magnesium phosphoricum D6: 1 comprimido dissolvido em água quente 5 vezes ao dia.<br />
Calcium fluoratum D6: em bócios nodulares duros – 1 comprimido 3 vezes ao dia a longo prazo.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Bronquite</h4>
<p style="text-align: justify;">Ferrum phosphoricum D6: anti-inflamatório principal – 1 comprimido cada meia hora.<br />
Kalium chloratum D6: depois do agente precedente se aparece suor – 1 comprimido de hora a hora.<br />
Magnesium phosphoricum D6: em tosse espasmódica intensa – 1 comprimido dissolvido em água quente cada 5 minutos.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Cãibras dos escrivães (veja-se em espasmos)<br />
Cãibras das panturrilhas (veja-se em espasmos)<br />
Cálculos biliares (veja-se também em colecistite)</h4>
<p style="text-align: justify;">Natrum sulphuricum D6: no estado entre ataques.<br />
Natrum phosphoricum D6: durante 3 a 4 dias com intervalos de três semanas &#8211; 1 comprimido 3 vezes ao dia.<br />
Magnesium phosphoricum D6: em cólicas biliares e espasmos – 1 comprimido dissolvido em água quente cada 5 a 10 minutos.<br />
Ferrum phosphoricum D6: depois do desaparecimento da dor, para prevenir o desenvolvimento de uma colecistite – 1 comprimido cada meia hora.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Calos</h4>
<p style="text-align: justify;">Calcium fluoratum D6 + Silicea D6: 1 comprimido cada 2 horas.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Cancro</h4>
<p style="text-align: justify;">Magnesium phosphoricum D6: 2 comprimidos em jejum.<br />
Calcium phosphoricum D6: 2 comprimidos antes de deitar. Ou tomar 2 sais antes de cada refeição, os dois em dias alternados.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Cataratas</h4>
<p style="text-align: justify;">Kalium phosphoricum D6: como complemento ao resto das medidas terapêuticas, em função sempre das características individuais de cada caso.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Catarro faríngeo (veja-se em “faringite”)<br />
Catarro gástrico (veja-se em “gastrite”)<br />
Catarro vesical (cistite)</h4>
<p style="text-align: justify;">Ferrum phosphoricum D6: no primeiro estado inflamatório, com dor, febre e micção imperiosa – 1 comprimido cada meia hora.<br />
Kalium chloratum D6 + Silicea D12: no segundo estado inflamatório, geralmente crônico; a urina é escura, turva e contém muco espesso de cor clara – 1 comprimido cada 2 horas.<br />
Magnesium phosphoricum D6: na retenção de urina e espasmos da musculatura vesical – 1 comprimido diluído em água quente cada meia hora.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Cefaleias</h4>
<p style="text-align: justify;">As cefaleias ou cefalalgias podem ser um sintoma das mais diversas enfermidades – tratar as enfermidades básicas ou adjacentes! -, Mas também podem aparecer de forma isolada. O termo migrana utiliza-se para definir uma cefaleia hemicraneal muito intensa que se apresenta em forma de crise, frequentemente acompanhada de vômitos, e que se acentua com os efeitos da luz e do ruído.<br />
Ferrum phosphoricum D6: em dores opressivas com congestão da cabeça, vertigo, frequentemente acompanhadas de vômitos e transtornos visuais – 1 comprimido cada meia hora.<br />
Kalium phosphoricum D6: em cefaleias de etiologia nervosa com irritabilidade, insônia ou que aparecem como consequência de uma situação de stress e aborrecimento &#8211; 1 comprimido cada meia hora.<br />
Natrum chloratum D6: depois de enfermidades consecutivas e transtornos do sono, cefaleias depois das manhãs até à noite, também em miúdas adolescentes &#8211; 1 comprimido cada meia hora.<br />
Magnesium phosphoricum D6: em cefaleias críticas, espasmódicas, terebrantes (dor que produz a sensação de uma broca a penetrar nos tecidos), sobretudo na região occipital, com um clarão diante dos olhos – “siete caliente” ou 1 comprimido cada meia hora.<br />
Silicea D12: especialmente indicado depois de um grande esforço intelectual ou na “cefaleia do estudante”, também em pessoas hipersensíveis e debilitadas &#8211; 1 comprimido cada meia hora.<br />
Natrum sulphuricum D6: sobretudo em cefaleias acompanhadas de transtornos digestivos e cefaleias que pioram com o movimento e a exposição à luz &#8211; 1 comprimido cada meia hora.<br />
Natrum phosphoricum D6: depois de um consumo excessivo de álcool com náuseas e eructos ácidos &#8211; 1 comprimido cada meia hora.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Ciática</h4>
<p style="text-align: justify;">Kalium phosphoricum D6: em casos agudos &#8211; 1 comprimido cada meia hora depois de acabar com a dor.<br />
Magnesium phosphoricum D6: em dores de tipo espasmódico que melhoram com o calor ou aquecimento, a cada meia hora.<br />
Calcium phosphoricum D6: em dores noturnas, parestésicas, sobretudo na região coxal &#8211; 1 comprimido 3 vezes ao dia.<br />
Siicea D12: em casos crônicos – 1 comprimido 3 vezes ao dia.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Colecistite</h4>
<p style="text-align: justify;">Natrum sulphuricum D6 + Ferrum phosphoricum D6: 1 comprimido cada meia hora.<br />
Kalium phosphoricum D6: em quadros com febre crescente – 1 comprimido cada hora.<br />
Kalium chloratum D6: depois da fase aguda – 1 comprimido cada hora.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Cólicas</h4>
<p style="text-align: justify;">Magnesium phosphoricum D6: para o tratamento sintomático em geral – &#8220;siete caliente&#8221; ou 1 comprimido dissolvido em água morna cada meia hora.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Cravos (espinha na pele) (veja em acne)</h4>
<h4 style="text-align: justify;">Conjuntivite</h4>
<p style="text-align: justify;">Ferrum phosphoricum D6: anti-infamatório principal na secreção purulenta de muco branco – 1 comprimido cada ¼ de hora.<br />
Kalium chloratum D6: em caso de lacrimação muito intenso e secreções de muco fluido, claro – 1 comprimido cada ¼ de hora.<br />
Natrum kloratum D6: 1 comprimido cada ¼ de hora.<br />
Natrum sulphuricum D6: em crianças escrofulosas com pus amarelo-esverdeado e vesículas na conjuntiva – 1 comprimido 3 vezes ao dia.<br />
Silicea D12: na supuração amarela viscosa persistente.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Comoção cerebral</h4>
<p style="text-align: justify;">Ferrum phosphoricum D6 + kalium phosphoricum D6: como tratamento de apoio de manutenção dos quadros febris, sobretudo em caso de perda de sensibilidade.<br />
Natrum sulphuricum D6: em perdas permanentes da capacidade cerebral – 1 comprimido cada hora.<br />
Magnesium phosphoricum D6: em transtornos visuais permanentes – 1 comprimido cada hora.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Contusões ((veja-se “traumatismos”)</h4>
<h4 style="text-align: justify;">Constipação comum – resfriado</h4>
<p style="text-align: justify;">Ferrum phosphoricum D6: antes dos primeiros sintomas de constipação – 1 comprimido cada ¼ hora.<br />
Natrum chloratum D6: em constipações com secreção nasal serosa irritativa – 1 comprimido cada ½ hora.<br />
Magnesium phosphoricum D6: em constipações com crises de espirros frequentes – “Siete caliente” ou 1 comprimido dissolvido em água morna cada ¼ de hora.<br />
Kalium sulphuricum D6: em casos de obstrução nasal – 1 comprimido cada hora.<br />
Silicea D6: em constipações crônicas, também em corizas secas com nariz irritado – 1 comprimido 6 vezes ao dia.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Crianças, insônia, medo e ansiedade</h4>
<p style="text-align: justify;">Kalium phosphoricum D6 – 2 comprimidos em jejum.<br />
Calcium phosphoricum D6 – 2 comprimidos antes do almoço.<br />
Magnesium phosphoricum D6 – 2 comprimidos antes de deitar.<br />
Duração de tratamento: 4 a 6 semanas.<br />
Crianças, deficit de atenção<br />
Kalium phosphoricum D6 – 2 comprimidos em jejum.<br />
Calcium phosphoricum D6 – 2 comprimidos antes do almoço.<br />
Magnesium phosphoricum D6 – 2 comprimidos antes de deitar.<br />
Duração de tratamento: 4 a 6 semanas.<br />
Crosta láctea<br />
Natrum phosphoricum D6 – 1 comprimido 5 vezes ao dia.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Dentição infantil</h4>
<p style="text-align: justify;">Calcium phosphoricum D6 + Calcium fluoratum D6: para ativar a erupção dental &#8211; 1 comprimido 3 vezes ao dia.<br />
Ferrum phosphoricum D6: em moléstias febris da dentição – 1 comprimido 6 vezes ao dia.<br />
Magnesium phosphoricum D6: em inflamações dolorosas – 1 comprimido dissolvido em água quente cada hora.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Desmame medicamentoso</h4>
<p style="text-align: justify;">Natrum sulphuricum D6: 1 comprimido 6 vezes ao dia.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Diarreia</h4>
<p style="text-align: justify;">Ferrum phosphoricum D6 + Kalium chloratum D6: em fezes claras, muco-sanguinolentas e também pastosas – 1 comprimido cada ¼ de hora.<br />
Kalium phosphoricum D6: fisgadas sem disposição com dor tipo cólica, sensação de ardor intestinal, diarreia de odor fétido.<br />
Magnesium phosphoricum D6: em deposições líquidas com dor abdominal tipo cólica que melhora aplicando calor e adaptando uma postura de dobrado – 1 comprimido cada ¼ de hora.<br />
Natrum chloratum D6: em diarreia muco-serosa que não cessa e que provoca irritação na região anal, alternando eventualmente com obstipação.<br />
Natrum phosphoricum D6: em fezes de odor acre, sobretudo em crianças pequenas com saburra na língua amarelada – 1 comprimido cada ½ de hora.<br />
Natrum sulphuricum D6. em diarreia crônica que obriga a levantar-se de madrugada e que piora com tempo úmido &#8211; – 1 comprimido cada ½ de hora.<br />
Silicea D12: em formas purulentas – 1 comprimido 3 vezes ao dia.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Doenças cutâneas crônicas</h4>
<p style="text-align: justify;">Kalium sulfuricum D6 – 2 comprimidos em jejum.<br />
Calcium phosphoricum D6 – 2 comprimidos antes do almoço.<br />
Natrium phosphoricum D6 – 2 comprimidos antes de deitar.<br />
Em caso de prurido (urticária) juntar magnesium phosphoricum D6.<br />
Duração de tratamento: de 3 a 6 semanas.<br />
Eczemas (erupções cutâneas)<br />
Calcium phosphoricum D6 + Natrum chloratum D6: em erupções cutâneas secas – 1 comprimido cada 2 horas.<br />
Kalium chloratum D6. em erupções cutâneas exsudativas – 1 comprimido 3 vezes ao dia.<br />
Calcium fluoratum D6: em gretas, fissuras, formação de crostas, pele seca. 1 comprimido 3 vezes ao dia.<br />
Natrum chloratum D6 pomada: em eczemas seborreicos em zonas sebosas (face, peito, costas, região genital).</p>
<h4 style="text-align: justify;">Esfriamentos (recomenda-se efectuar um estudo diagnóstico em profundidade)</h4>
<h4 style="text-align: justify;">Enjoos dos viajantes (veja-se em “enjoos”)</h4>
<h4 style="text-align: justify;">Enjoos</h4>
<p style="text-align: justify;">Natrum chloratum D6: como medida de prevenção – 1 comprimido cada 2 horas. Durante a viagem – 1 comprimido cada ½ hora durante a viagem. Em casos agudos – 1 comprimido cada 5 minutos.<br />
Natrum phosphoricum D6: dada a variedade das reações individuais dos afetados, este pode ser também um preparado de seleção. Como medida de prevenção – 1 comprimido cada 2 horas. Durante a viagem – 1 comprimido durante a viagem. Em casos agudos – 1 comprimido cada 5 minutos.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Enurese</h4>
<p style="text-align: justify;">Natrum sulphuricum D6 + Kalium phosphoricum D6: em casos de debilidade nervosa ou paralisia da musculatura vesical – 1 comprimido 5 vezes ao dia.<br />
Calcium phosphoricum: em idosos (prostáticos) – 1 comprimido 3 vezes ao dia.<br />
Calcium fluoratum D6: em ambos os casos – 1 comprimido 3 vezes ao dia.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Epilepsia</h4>
<p style="text-align: justify;">Kalium chloratum D6: como tratamento de apoio da epilepsia – 1 comprimido 5 vezes ao dia.<br />
Magnesium phosphoricum D6: em quadros com tendência convulsiva muito acentuada.<br />
Ferrum phosphoricum D6: em casos de ataques iminentes – 1 comprimido cada 5 minutos.<br />
Calcium phosphoricum D6: como medida de apoio em casos de grande prostração – 1 comprimido 5 vezes ao dia.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Epistaxis</h4>
<p style="text-align: justify;">Kalium phosphoricum D6: em crianças, idosos e pessoas debilitadas.<br />
Kalium chloratum D6: em hemorragias de sangue espesso, viscoso e cor escura.<br />
Natrum chloratum D6: em caso de falta de coagulação (hipocoagulação).</p>
<h4 style="text-align: justify;">Eructos</h4>
<p style="text-align: justify;">Natrum phosphoricum D6: em eructos ácidos, sobretudo depois da ingestão de alimentos ricos em gorduras – 1 comprimido 4 vezes ao dia.<br />
Natrum sulphuricum D6: em eructos amargos.<br />
Magnesium phosphoricum D6: em eructos que não proporcionam alívio acompanhados de dor abdominal – 1 comprimido 4 vezes ao dia.<br />
Calcium phosphoricum D6: em eructos ácidos e sensação de ardor no esófago.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Erupção vesicular</h4>
<p style="text-align: justify;">Natrum chloratum D6: 1 comprimido 5 vezes ao dia.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Erupções cutâneas (veja-se “eczemas”)</h4>
<h4 style="text-align: justify;">Entorses, distorções (veja “traumatismos”)</h4>
<h4 style="text-align: justify;">Espasmos</h4>
<p style="text-align: justify;">Magnesium phosphoricum D6: em todas as manifestações espasmódicas – sob a língua ou 1 comprimido dissolvido em água quente cada 5 minutos.<br />
Silicea D12: em espasmos noturnos, depois de um susto ou em estados de grande excitação, sobretudo em cãibras das panturrilhas e plantas dos pés – 1 comprimido 5 vezes ao dia.<br />
Calcium phosphoricum D6: principalmente na dentição, mas também em pessoas anêmicas debilitadas com sensação de frio e entumecimiento; também alternando com Magnesium phosphoricum D6 – 1 comprimido 5 vezes ao dia.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Espasmos (tiques)</h4>
<p style="text-align: justify;">Natrum phosphoricum D6: 1 comprimido cada hora.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Estados de esgotamento</h4>
<p style="text-align: justify;">Kalium phosphoricum D6: 1 comprimido cada hora.<br />
Magnesium phosphoricum D6: em casos de inquietude interna, cansaço, depressões – 1 comprimido 6 vezes ao dia.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Estados de ansiedade</h4>
<p style="text-align: justify;">Kalium phosphoricum D6: 1 comprimido 6 vezes ao dia.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Estados depressivos</h4>
<p style="text-align: justify;">Kalium phosphoricum D6: em perda de memória, irresolução, abatimento, angústia, choro. Esgotamento psíquico geral – 1 comprimido cada hora.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Estomatite ulcerosa (veja-se em “aftas”)</h4>
<h4 style="text-align: justify;">Escoriações em crianças pequenas</h4>
<p style="text-align: justify;">Natrum chloratum D6 + Natrum phosphoricum D6: 1 comprimido cada 2 horas.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Faringite</h4>
<p style="text-align: justify;">Ferrum phosphoricum D6: antes dos primeiros sintomas – 1 comprimido cada 5 minutos.<br />
Calcium phosporicum D6: 1 comprimido cada hora.<br />
Kalium phosphoricum D6: em caso de afetação intensa das amígdalas &#8211; 1 comprimido cada 5 minutos.<br />
Kalium phosphoricum D6 + Calcium phosphoricum D6: 1 comprimido cada hora.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Febre (recomenda-se efectuar um estudo diagnóstico em profundidade)</h4>
<p style="text-align: justify;">Ferrum phosphoricum D6: em febre incipiente – 1 comprimido cada ¼ de hora adicionalmente.<br />
Kalium phosphoricum D6: 1 Comprimido 6 vezes ao dia.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Febre dos fenos</h4>
<p style="text-align: justify;">Natrum chloratum D6 + Ferrum phosphoricum D6: 1 comprimido cada ¼ de hora.<br />
Para a prevenção (profilaxia) ambos preparados simultaneamente – 1 comprimido 3 vezes ao dia.<br />
Magnesium phosphoricum D6: como tratamento intermédio em crises de espirros e estados asmáticos – 1 comprimido dissolvido em água quente cada ¼ de hora).</p>
<h4 style="text-align: justify;">Feridas (veja-se em “queimaduras” e “traumatismos”)</h4>
<h4 style="text-align: justify;">Fissuras anais (gretas, rasgos)</h4>
<p style="text-align: justify;">Calcium fluoratum D6 + Silicea D6: 1 comprimido 3 vezes ao dia.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Frieiras</h4>
<p style="text-align: justify;">Kalium phosphoricum D6 + Natrum muriaticum D6: 1 comprimido cada ½ hora.<br />
Silicea D6: para a prevenção de uma supuração – 1 comprimido cada 2 horas.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Flatulência</h4>
<p style="text-align: justify;">Natrum sulphuricum D6 + Calcium fluoratum D6: 1 comprimido 5 vezes ao dia.<br />
Magnesium phosphoricum D6: em cólicas com flatulência – “siete caliente” 1 porção cada 5 minutos.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Fungos, Muguet (veja-se em “aftas”)</h4>
<h4 style="text-align: justify;">Furúnculos</h4>
<p style="text-align: justify;">Ferrum phosphoricum D6: 1 comprimido cada ¼ de hora.<br />
Silicea D6: acelera a supuração, o estalido do furúnculo e a regeneração tecidular – 1 comprimido cada ¼ de hora.<br />
Calcium phosphoricum D6: em processos de cura lentos, também depois da abertura do foco de pus – 1 comprimido cada 3 vezes ao dia.<br />
Calcium fluoratum D6: quando o foco de inflamação não se abrange, em feridas com bordos duros – 1 comprimido 3 vezes ao dia.<br />
Kalium phosphoricum D6: em pus fétido e em múltiplos furúnculos (antrax) – 1 comprimido cada ¼ de hora.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Gastrite</h4>
<p style="text-align: justify;">Ferrum phosphporicum D6: no estado agudo com dor depois das refeições, sobretudo quando se acompanha de febre – 1 comprimido cada ¼ de hora.<br />
Magnesium phosphoricum D6: em dores espasmódicas que obrigam a adaptar uma postura de dobrar-se, em gastrites associadas a náuseas e a vômitos, também em diarreias – 1 comprimido dissolvido em água quente cada 5 minutos.<br />
Natrum phosphoricum D6: em casos de hiperacidez, eructos ácidos, vômitos e pirose, aversão às gorduras – 1 comprimido cada hora.<br />
Kalium suphuricum D6: em gastrites crônicas com dor e sensação de peso na região hepática – 1 comprimido 5 vezes ao dia.<br />
Calcium phosphoricum D6: como agente imediato, sobretudo nos quadros associados à dor depois de ingerir alimentos ou bebidas frias, inclusive em quantidades mínimas e em acumulação de gases no estômago – 1 comprimido 4 vezes ao dia.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Gota</h4>
<p style="text-align: justify;">Ferrum phosphoricum D6 + Kalium chloratum D6: durante o ataque de gota com febre – 1 comprimido cada ¼ de hora.<br />
Natrum phosphoricum D6: em ataques de gota sem febre – 1 comprimido cada ¼ de hora.<br />
Silicea D6: 1 comprimido 3 vezes ao dia.<br />
Calcium phosphoricum D6: em casos crônicos, também em patologia bioclimática – 1 comprimido 3 vezes ao dia.<br />
Silicea D6 + Calcium fluoratum D6: em tofos gotosos – 1 comprimido 3 vezes ao dia.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Gripe (veja-se em “infecções gripais”)</h4>
<h4 style="text-align: justify;">Hematomas</h4>
<p style="text-align: justify;">Ferrum phosphoricum D6: no estado inicial – 1 comprimido cada ½ hora e, se for necessário, ao fim de uns dias.<br />
Kalium chloratum D6: 1 comprimido cada 2 horas.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Hemorróidas</h4>
<p style="text-align: justify;">Calcium fluoratum D6 + Silicea D6: 1 comprimido 3 vezes ao dia.<br />
Ferrum phosphoricum D6: em nódulos hemorroidais inflamados – 1 comprimido cada ½ hora.<br />
Magnesium phosphoricum D6: em hemorroidas dolorosas não inflamadas, em espasmos do esfíncter anal – 1 comprimido dissolvido em água quente cada ¼ de hora.<br />
Kalium phosphoricum D6: em hemorroidas com prurido e ardor intensos – 1 comprimido 5 vezes ao dia.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Hipertensão (veja-se em “pressão arterial”)</h4>
<h4 style="text-align: justify;">Hipotensão</h4>
<p style="text-align: justify;">Magnesium phosphoricum D6: em forma de “siete caliente”</p>
<h4 style="text-align: justify;">Hipotensão (veja-se em “pressão arterial”)</h4>
<p style="text-align: justify;">Ictus apoplético (recomenda-se efetuar um estudo diagnóstico em profundidade)<br />
Ferrum phosphoricum D6; sempre que o paciente conserve a consciência – 1 comprimido cada ¼ de hora.<br />
Silicea D12: depois do episódio, também em combinação com Ferrum phosphoricum D6, recomendando-se manter o tratamento a longo prazo – 1 comprimido 3 vezes ao dia.<br />
Kalium phosphoricum D6: contra as paresias permanentes – 1 comprimido 5 vezes ao dia.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Incontinência espontânea, ao tossir, espirrar, por pressão, etc</h4>
<p style="text-align: justify;">Natrum chloratum D6: 1 comprimido cada hora.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Infecção gripal</h4>
<p style="text-align: justify;">Em geral, a infecção gripal caracteriza-se por um estado febril de curta duração que apresenta grande similitude com uma gripe propriamente dita – enfermidade infecciosa febril aguda (influenza) -. Os preparados recomendados no tratamento da infecção gripal devem ser considerados unicamente como medidas terapêuticas de apoio no tratamento da gripe genuína.<br />
Ferrum phosphoricum D6: o primeiro estado – 1 comprimido cada 10 minutos.<br />
Kalium phosphoricum D6: para o tratamento de manutenção – 1 comprimido cada ½ hora.<br />
Kalium chloratum D6: depois de ter superado o ponto culminante do processo infeccioso – 1 comprimido cada 2 horas.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Inflamação da mucosa bucal (recomenda-se efetuar um estudo diagnóstico em profundidade)</h4>
<p style="text-align: justify;">Ferrum phosphoricum D6: 1 comprimido cada ¼ de hora; adicionalmente gargarejos bucais cada ½ hora com uma solução de 3 comprimidos do preparado dissolvido em água tépida.<br />
Kalium phosphoricum D6: em casos de halitose bucal – 2 comprimidos cada ¼ de hora e gargarejos bucais cada ½ hora com uma solução de 3 comprimidos do preparado dissolvidos em água tépida.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Insônia</h4>
<p style="text-align: justify;">Kalium phosphoricum D6: na insônia de causa nervosa – 1 comprimido 6 vezes ao dia a longo prazo.<br />
Magnesium phosphoricum D6: em pacientes de grande excitabilidade, palpitações – “siete caliente” ou 1 comprimido dissolvido em água morna cada ¼ de hora.<br />
Silicea D6: quando uma corrente de pensamentos intensos impede de conciliar o sono – 1 comprimido 3 vezes ao dia.<br />
Ferrum phosphoricum D6: na congestão cranial, cefaleias, também no climatério – 1 comprimido cada hora.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Irritação do apêndice (recomenda-se efetuar um estudo diagnóstico profundidade)</h4>
<p style="text-align: justify;">Ferrum phosphoricum D6 + Kalium chloratum D6: agente terapêutico principal em casos de sensação de tensão interna, obstipação – 1 comprimido cada hora.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Laringite (veja-se em “rouquidão”)</h4>
<p style="text-align: justify;">Lesões do disco intervertebral<br />
Calcium fluoratum D6 + Silicea D6: em ambos os casos 1 comprimido 3 vezes ao dia a longo prazo.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Lumbago</h4>
<p style="text-align: justify;">Ferrum phosphoricum D6: como preparado de seleção perante os primeiros sintomas – 1 comprimido cada ¼ de hora.<br />
Magnesium phosphoricum D6: em lumbagos com dor intensa – “siete caliente” ou 1 comprimido dissolvido em água quente cada 5 minutos.<br />
Calcium phosphoricum D6: lumbagos em idosos – 1 comprimido cada ½ hora</p>
<h4 style="text-align: justify;">Lombalgias na mulher</h4>
<p style="text-align: justify;">Magnesium phosphoricum junto ao tratamento específico + Kalium phosphopricum D6 – 1 comprimido dissolvido em água quente cada ½ hora.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Manifestações parestésicas (recomenda-se efetuar um estudo diagnóstico em profundidade):</h4>
<p style="text-align: justify;">Kalium phosphoricum D6: a modo de prova – 1 comprimido 5 vezes ao dia.<br />
Magnesium phosphoricum D6: 1 comprimido dissolvido em água quente 5 vezes ao dia.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Mastites em mães lactantes</h4>
<p style="text-align: justify;">Ferrum phosphoricum D6 (nos primeiros sintomas de inflamação e tumefacção para a prevenção da supuração) + Natrum phosphoricum D6 1 comprimido cada ¼ de hora.<br />
Silicea D6: antes dos primeiros sinais de supuração – 1 comprimido 5 vezes ao dia.<br />
Kalium phosphoricum D6: em febre – 1 comprimido cada hora.<br />
Calcium fluoratum D6: para abrandar as bordas duras do foco de pus – 1 comprimido 5 vezes ao dia.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Migrana (veja-se em “cefaleia”)</h4>
<h4 style="text-align: justify;">Miogelose (veja-se em “miosclerose)</h4>
<h4 style="text-align: justify;">Miosclerose</h4>
<p style="text-align: justify;">Calcium fluoratum D6: 1 comprimido 3 vezes ao dia.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Moléstias das regras (veja-se em “transtornos menstruais”)</h4>
<p style="text-align: justify;">Nervosismo, esgotamento nervoso (se for persistente, recomenda-se efetuar um estudo diagnóstico sintomático)<br />
Kalium phosphoricum D6 para o tratamento sintomático + Calcium phosphoricum D6 1 comprimido 5 vezes ao dia.<br />
Magnesium phosphoricum D6: em neuralgias de natureza espasmódica – “siete caliente” ou 1 comprimido dissolvido em água morna cada ¼ hora.<br />
Silicea D6: em estados de grande debilidade geral, hipersensibilidade e estados de angústia- 1 comprimido 3 vezes ao dia.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Nevralgia facial</h4>
<p style="text-align: justify;">Magnesium phosphoricum D6<br />
Em forma de “siete caliente” cada 2 horas ou 1 comprimido dissolvido em água morna cada ¼ hora.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Obesidade</h4>
<p style="text-align: justify;">Antes do pequeno-almoço: Kalium phosphoricum D6, 3 comprimido.<br />
Antes do almoço: Natrum phosphoricum D6, 3 comprimidos.<br />
Antes do jantar: Natrum sulphuricum D6, 3 comprimidos.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Obstipação</h4>
<p style="text-align: justify;">Alumina D7 – 5 gotas depois das refeições.<br />
Calcium fluoratum D6: em casos de lassidão intestinal e em hemorroidas – 1 comprimido cada hora.<br />
Ferrum phosphoricum D6: em casos de função intestinal reduzida com sensação de calor no recto, em lombalgias e em congestão na cabeça – 1 comprimido cada hora.<br />
Calcium phosphoricum D6: na debilidade generalizada de idosos – 1 comprimido cada hora.<br />
Kalium sulphuricum D6: em sensação de plenitude intensa – 1 comprimido cada hora.<br />
Silicea D12: em puxões sem fezes – 1 comprimido cada hora.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Odontalgias</h4>
<p style="text-align: justify;">Ferrum phosphoricum D6: quando não existem indicações odontológicas, p.e., odontalgias depois de uma constipação – 1 comprimido cada ¼ hora.<br />
Olhos de galo<br />
Calcium fluoratum D6 + Silicea D6: 1 comprimido cada 2 horas.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Panarício (inflamação flegmonosa situada perto das unhas)</h4>
<p style="text-align: justify;">Ferrum phosphoricum D6: no estado inicial da inflamação – 1 comprimido cada ¼ de hora.<br />
Silicea D12: em caso de formação de pus – 1 comprimido 5 vezes ao dia.<br />
Calcium fluoratum D6: com fins curativos – 1 comprimido 3 vezes ao dia.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Perda de memória</h4>
<p style="text-align: justify;">Kalium phosphoricum D6: 1 comprimido cada hora.<br />
Calcium fluoratum D6: em falhas de memória de etiologia arteriosclerótica – 1 comprimido 3 vezes ao dia. Cabe a possibilidade de combinar ou alternar ambos preparados.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Pirose</h4>
<p style="text-align: justify;">Natrum phosphoricum D6: 2 comprimidos em caso necessário.<br />
Magnesium phosphoricum D6: em sintomas de tipo espasmódico – 1 comprimido dissolvido em água quente cada hora.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Pressão arterial</h4>
<p style="text-align: justify;">Calcium fluoratum D6: no aumento da pressão arterial (hipertensão) de base arteriosclerótica: 1 comprimido 6 vezes ao dia.<br />
Ferrum phosphoricum D6: na diminuição da pressão arterial – 2 comprimidos 6 vezes ao dia.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Prurido</h4>
<p style="text-align: justify;">Magnesium phosphoricum D6: sempre que este sintoma não se deva a outra enfermidade definida (icterícia, diabetes mellitus, etc.) – 1 comprimida cada hora.<br />
Calcium phosphoricum D6: em casos de prurido senil – 1 comprimido 3 vezes ao dia.<br />
Calcium fluoratum D6: em pele seca, áspera – 1 comprimido 3 vezes ao dia.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Prurido anal</h4>
<p style="text-align: justify;">Calcium fluoratum D6 + Ferrum phosphoricum D6: 1 comprimido cada 2 horas, respectivamente.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Queimaduras (recomenda-se efectuar um estudo diagnóstico em profundidade)</h4>
<p style="text-align: justify;">Ferrum phosphoricum D6: para uso interno em queimaduras em primeiro grau – 1 comprimido cada ¼ de hora.<br />
Natrum chloratum D6: em casos de formação de bolhas, em combinação com Ferrum phosphoricum D6 – 1 comprimido cada ½ hora.<br />
Silicea D12: em feridas por queimaduras supuradas – 1 comprimido cada 2 horas.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Regeneração do sangue</h4>
<p style="text-align: justify;">Calcium phosphoricum D6: 2 antes de cada refeição.<br />
Natrium chloratum D6: 2 antes de cada refeição.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Reumatismo</h4>
<h4 style="text-align: justify;">1. Reumatismo muscular:</h4>
<p style="text-align: justify;">Ferrum phosphoricum D6 + Kalium chloratum D6. Em dores musculares ao movimentar-se – 1 comprimido cada ½ hora.<br />
Magnesium phosphoricum D6: em dores musculares migratórias, terebrantes (diz-se da dor que produz a sensação de uma broca a penetrar nos tecidos) – “Siete caliente” ou 1 comprimido dissolvido em água quente cada ¼ hora.<br />
Calcium phosphoricum D6: em dor muscular associado a sensação de entumecimento, frio, um “formigueiro” que se acentua pela noite e em repouso – 1 comprimido 5 vezes ao dia.</p>
<h4 style="text-align: justify;">2. Reumatismo articular</h4>
<p style="text-align: justify;">Ferrum phosphoricum D6: nas fases iniciais, sobretudo nos casos febris – 1 comprimido cada ¼ de hora.<br />
Kalium sulphuricum D6: em dores migratórias que pioram pela noite – 1 comprimido cada ½ hora.<br />
Magnesium phosphoricum D6: como tratamento intermédio quando a dor é particularmente intenso – “Siete caliente” ou 1 comprimido dissolvido em água morna cada 10 minutos.<br />
Calcium phosphoricum D6: em reumatismo articular crônico e como tratamento de manutenção – 1 comprimido 5 vezes ao dia a longo prazo.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Rouquidão</h4>
<p style="text-align: justify;">Kalium chloratum D6 em rouquidões associadas a laringites + Kalium sulphuricum D6 1 comprimido cada ½ hora.<br />
Ferrum phosphoricum D6: em esforços das cordas vocais (conferencistas, cantores, etc.) e em dores de garganta – 1 comprimido cada hora.<br />
Kalium phosphoricum D6: em esgotamento nervoso e paralisia das cordas vocais – 1 comprimido cada hora.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Sensação de (bolo faríngeo)</h4>
<p style="text-align: justify;">Magnesium phosphoricum D6: 1 comprimido dissolvido em água quente cada ¼ de hora.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Sensação de nós na garganta (veja-se em “sensação de bolo faríngeo”)</h4>
<h4 style="text-align: justify;">Septicemia (imprescindível efetuar um estudo diagnóstico em profundidade)</h4>
<p style="text-align: justify;">Kalium phosphoricum D6: Como apoio ao resto de medidas que seja preciso adaptar 1 comprimido cada ¼ de hora.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Sufocos da menopausa</h4>
<p style="text-align: justify;">Ferrum phosphoricum D6: 1 comprimido 5 vezes ao dia a longo prazo.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Surdez</h4>
<p style="text-align: justify;">Silicea D6 + Calcium fluoratum D6: 1 comprimido 6 vezes ao dia.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Supurações</h4>
<p style="text-align: justify;">Silicea D6: em supurações de todo o tipo como apoio a outras medidas em casos agudos – 1 comprimido cada 5 minutos. Em casos crônicos – 1 comprimido 6 vezes ao dia.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Tosse</h4>
<p style="text-align: justify;">Ferrum phosphoricum D6: no estado inicial – 1 comprimido cada ¼ de hora.<br />
Magnesium phosphoricum D6: na crise de tosse espasmódica noturna sem expectoração – 1 comprimido dissolvido em água quente cada 10 minutos.<br />
Kalium chloratum D6: em escarros filamentosos de difícil expectoração com sensação de opressão na região cardio-pulmonar – 1 comprimido cada ½ hora.<br />
Natrum sulphuricum D6: em tosse com escarros verdosos e viscosos – 1 comprimido cada ½ hora.</p>
<h4>Tosse convulsa (recomenda-se efetuar um estudo diagnóstico em profundidade)</h4>
<p style="text-align: justify;">Ferrum phosphoricum D6: Como medida de apoio do tratamento habitual nestes casos ou perante o aparecimento dos primeiros sintomas, inclusive perante a simples suspeita. 1 comprimido cada ¼ de hora.<br />
Magnesium phosphoricum D6: “Siete caliente” ou 1 comprimido dissolvido em água morna perante cada ¼ de hora.<br />
Os seguintes preparados podem estar indicados de forma adicional em função da consistência da expectoração:<br />
Kalium chloratum D6: em escarros espessos de cor branca. 1 comprimido cada hora.<br />
Calcium phosphoricum D6: em escarros de aspecto similar a clara de ovo, sobretudo em crianças debilitadas – 1 comprimido cada hora.<br />
Kalium sulphuricum D6: em escarros viscosos amarelados – 1 comprimido cada hora.<br />
Kalium phosphoricum D6: em geral, em todos os casos de grande prostração e sintomas nervosos &#8211; 1 comprimido cada hora.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Transtornos climatéricos</h4>
<p style="text-align: justify;">Ferrum phosphoricum D6 + Magnesium phosphoricum D6: 1 comprimido 6 vezes ao dia (Magnesium phosphoricum D6, diluído em água quente).</p>
<h4 style="text-align: justify;">Transtornos menstruais</h4>
<p style="text-align: justify;">Magnesium phosphoricum D6: em dores durante o período menstrual, em lombalgias – “Siete caliente” ou 1 comprimido dissolvido em água morna cada 5 minutos.<br />
Magnesium phosphoricum D6: como medida preventiva, 6 dias antes das regras, 1 comprimido dissolvido em água quente cada hora.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Traumatismos (contusões, entorses, distensões, lesões contusas e incisas, hematomas)</h4>
<p style="text-align: justify;">Ferrum phosphoricum D6: para uso interno: em todos os traumatismos recentes, hematomas, etc &#8211; 1 comprimido cada ¼ de hora.<br />
Kalium chloratum D6: em tumefacções de partes moles 1 comprimido cada hora.<br />
Calcium phosphoricum D6: para estimular a formação de consolidação nas fracturas. 1 comprimido 3 vezes ao dia.<br />
Calcium fluoratum D6: 1 comprimido 3 vezes ao dia.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Treçolho</h4>
<p style="text-align: justify;">Silicea D6 + Calcium fluoratum D6: 1 comprimido cada 2 horas;<br />
Natrum phosphoricum D6: em crianças escrofulosas – 1 comprimido cada 2 horas.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Úlceras das pernas</h4>
<p style="text-align: justify;">Calcium fluoratum D6 + Natrum sulphuricum D6: 1 comprimido cada hora.<br />
Silicea D6: em úlceras supuradas das pernas, 1 comprimido 6 vezes ao dia.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Unhas frágeis e quebradiças</h4>
<p style="text-align: justify;">Silicea D6: 1 comprimido 3 vezes ao dia durante 2-3 meses aproximadamente.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Urticária</h4>
<p style="text-align: justify;">Kalium phosphoricum D6 + Natrum chloratum D6: uma primeira fase de tratamento 1 comprimido cada 10 minutos, posteriormente, 1 comprimido 3 vezes ao dia.<br />
Calcium fluoratum D6 + Silicea D6: 1 comprimido 3 vezes ao dia a longo prazo.<br />
Ferrum phosphoricum D6: em hemorragias varicosas e flebites. 1 comprimido cada 5 minutos.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Verrugas</h4>
<p style="text-align: justify;">Kalium chloratum D6 + Natrum chloratum D6: 1 comprimido 3 vezes ao dia.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Vertigo (recomenda-se efectuar um estudo diagnóstico em profundidade)</h4>
<p style="text-align: justify;">Ferrum phosphoricum D6: em vertigos com congestão cranial, 1 comprimido cada 2 horas.<br />
Calcium phosphoricum D6: em idosos com isquemia cerebral, 1 comprimido cada 2 horas.<br />
Kalium phosphoricum D6 em vertigos de causa nervosa e em estados de debilidade + Magnesium phosphoricum D6 – 1 comprimido dissolvido em água quente 4 vezes ao dia.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Vómitos (Recomenda-se efectuar um estudo diagnóstico em profundidade).</h4>
<p style="text-align: justify;">Ferrum phosphoricum D6: Em vômitos ácidos, também em mulheres gestantes, 1 comprimido cada ¼ de hora.<br />
Natrum sulphuricum D6: em vômitos biliosos – 1 comprimido cada ¼ de hora.<br />
Natrum chloratum D6: em vômitos mucoserosos – 1 comprimido cada ¼ de hora.<br />
Natrum phosphoricum D6: em vômitos de líquido ácido (também em crianças) em enjoos, 1 comprimido cada ¼ de hora.<br />
Magnesium phosphoricum D6: em vômitos espasmódicos, também em enjoos, 1 comprimido cada ¼ de hora.<br />
Calcium phosphoricum D6: em vômitos depois da ingestão de bebidas frias e gelados (crianças!); principalmente agente antiemético na gravidez, 1 comprimido cada ¼ de hora.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Vómitos da gravidez</h4>
<p style="text-align: justify;">Calcium phosphoricum D6: 1 comprimido 6 vezes ao dia.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Sal nº 7 &#8211; &#8220;Siete Caliente&#8221;</h4>
<h4 style="text-align: justify;">O Sal de Schussler (nº 7) &#8211; Magnesium phosphoricum</h4>
<p style="text-align: justify;">O modo conhecido como &#8220;siete caliente&#8221; ou seja, o &#8220;sete a quente&#8221; é uma forma de dissolver os comprimidos em água quente, especialmente eficaz no caso do magnésio. Ele é por si relaxante e analgésico, se tomado com água quente aumenta a irrigação sanguínea na mucosa oral e é rapidamente absorvida no sangue e nas células nervosas e musculares. É o modo mais rápido de aliviar uma dor intensa.</p>
<h4 style="text-align: justify;"><strong>Como o preparar?</strong></h4>
<p style="text-align: justify;">Junte 10 comprimidos (5 para crianças) num copo de água quente. Mexa até dissolver os comprimidos. Beba a solução em pequenos goles para facilitara absorção.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Duração do tratamento</h4>
<p style="text-align: justify;">Em geral, os sais devem ser tomados até que o desconforto pare. Podem ocorrer dores pontuais, mas diminuindo em intensidade. as dores crônicas podem durar vários meses. De qualquer modo, deve sempre consultar um especialista, se a queixa se prolongar no tempo.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Nota: O artigo requer orientação de um profissional qualificado, não tome nenhuma medicação sem a orientação de um profissional qualificado.</h4>
<p style="text-align: justify;"><strong>Por: Dr. João Novaes &#8211; Homeopata Especialista</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: http://materiamedicahomeopatica.blogspot.com.br</p><p>The post <a href="https://ahau.org/sais-de-schussler/">Os 12 Sais de Schussler e suas propriedades</a> first appeared on <a href="https://ahau.org">Instituto Ahau - Terapeutas Especializados</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Órgãos e Dentes &#8211; Dilema entre dentistas e médicos?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luiz Terapeuta]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Mar 2012 22:43:22 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Acupuntura, com o seu paradigma de saúde como perfeito equilíbrio energético entre os meridianos que interligam todos os órgãos e vísceras, permite-nos saber que os dentes estão “ligados”, pelos meridianos, a órgãos e estruturas tecidulares à distância. Se um dente tem um processo inflamatório crônico, uma restauração desencadeadora de reatividade, uma doença periodontal ou [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Acupuntura, com o seu paradigma de saúde como perfeito equilíbrio energético entre os meridianos que interligam todos os órgãos e vísceras, permite-nos saber que os dentes estão “ligados”, pelos meridianos, a órgãos e estruturas tecidulares à distância.</p>
<p>Se um <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Boca">dente</a> tem um processo inflamatório crônico, uma restauração desencadeadora de reatividade, uma doença periodontal ou um granuloma que a pessoa considera inofensivo, esse dente pode ser a causa escondida de uma dor ou disfunção crônica num órgão à distância com o qual está conectado através dos meridianos da <a href="https://ahau.org/team/luiz-sequeira-0-html/">acupuntura</a>.</p>
<p>Na medicina em geral se tem sabido desde há muito tempo que os dentes de siso purulentos podem causar problemas cardíacos e até mesmo ataques cardíacos. Os dentes caninos são também chamados de “dentes do fígado”, não é surpresa que o meridiano do interior do fígado – vesícula biliar passe por lá.</p>
<p>Uma Medicina Integrada será a solução? Deixamos a(s) resposta(s) para os competentes profissionais das duas áreas da saúde.</p>
<p>Da nossa parte, a partir desta edição, vamos falar sobre a relação dos dentes com os meridianos da acupuntura e, órgãos, emoções, glândulas, etc…órgãos-e-dentes</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-4820" src="https://ahau.org/wp-content/uploads/2012/03/dentes-e-orgaos.jpg" alt="orgaos-e-dentes" width="678" height="381" srcset="https://ahau.org/wp-content/uploads/2012/03/dentes-e-orgaos.jpg 678w, https://ahau.org/wp-content/uploads/2012/03/dentes-e-orgaos-300x169.jpg 300w" sizes="(max-width: 678px) 100vw, 678px" /></p>
<h4>Dente 1 – Terceiro Molar (Dente da Sabedoria)</h4>
<p>Órgão do sentido – ouvido interno / seio do maxilar.<br />
Musculatura – tronco / extremidades superiores e inferiores.<br />
Juntas – ombro / cotovelo / ulna da mão / planta do pé / dedos dos pés / junta sacro-ilíaca.<br />
Segmentos da espinha dorsal – C8 / T1,5,6,7 / S1,2,3.<br />
Vértebra – C7 / T1,5,6 / S1,2.<br />
Glândulas endócrinas – pituitária lobo anterior.<br />
Órgão (Yin) – coração.<br />
Órgão (Yang) – duodeno.<br />
Elemento – fogo.<br />
Meridiano – intestino delgado.<br />
Emoções (positivas) – alegria / amor / compaixão.<br />
Emoções (negativas) – rejeição / ressentimento / problemas familiares.<br />
Outros relacionamentos – Sistema nervoso central, neurites, sensibilidade ao tempo, epilepsia, desordens sensoriais e motoras, tumor cerebral/espinhal, ciática, dor de cabeça, problemas de pele, etc…</p>
<h4>Dente 2 – Segundo Molar</h4>
<p>Órgão do Sentido – Seio do maxilar.<br />
Musculatura – tronco.<br />
Juntas – joelho (ant.) / mandíbula / ombro.<br />
Segmentos da espinha dorsal – T11, 12 / L1.<br />
Vértebras – T11, 12 / L1.<br />
Glândulas endócrinas – paratiroide / adrenal / pineal.<br />
Órgãos (Yin) – pâncreas.<br />
Órgãos (Yang) – estômago / bexiga.<br />
Elemento – terra.<br />
Meridiano – estômago.<br />
Emoções (positivas) – autoestima / ordem / segurança.<br />
Emoções (negativas) – baixa autoestima / depressão / culpa / julgamento.<br />
Outras relações – Glândula mamária, periartrite umeroescapular, indisposição do sistema urinário, etc…</p>
<h4>Dente 3 – Primeiro Molar</h4>
<p>Órgão do sentido – seio do maxilar.<br />
Musculatura – tronco.<br />
Juntas – junta mandibular / joelho (ant.).<br />
Segmentos da espinha dorsal – T11, 12 / L1<br />
Vértebra – T11, 12 / L1 .<br />
Glândula Endócrinas – Pituitária / Tireoide.<br />
Órgãos (Yin) – fígado / rins / pâncreas.<br />
Órgãos (Yang) – estômago.<br />
Elemento – terra.<br />
Meridiano – estômago.<br />
Emoções (positivas) – determinação / resolução / atenção / humor.<br />
Emoções (negativas) – raiva / inflexibilidade / orgulho / desrespeito.<br />
Outras relações – Glândulas mamárias, rins e pedras nos rins, reumatismo, cordas vocais, hipotálamo, etc…</p>
<h4>Dente 4 – Segundo Pré-molar</h4>
<p>Órgão do Sentido – células etimóides / seio do maxilar.<br />
Musculatura – tronco / extremidades.<br />
Juntas – radial (mão) / pé / dedão do pé / ombro / cotovelo.<br />
Segmentos da espinha dorsal – C5,6,7 / T3,4 / L4,5.<br />
Vértebra – C5,6,7 / T3,4 / L4,5.<br />
Glândulas endócrinas – Tireoide / Timo.<br />
Órgãos (Yin) – pulmão (D) / fígado.<br />
Órgãos (Yang) – intestino delgado / intestino grosso/ vesícula biliar / duodeno.<br />
Elemento – metal.<br />
Meridiano – Intestino grosso.<br />
Emoções (positivas) – paixão / determinação / equilíbrio / ego.<br />
Emoções (negativas) – monotonia / possessividade / vingança / crítica.<br />
Outras relações – Varizes, dilatação de veia, cólon, constrição arterial de todos os órgãos, etc.</p>
<h4>Dente 5 – Primeiro Pré-Molar</h4>
<p>Órgão do sentido – células etimóides / olho / seio do maxilar.<br />
Musculatura – tronco / extremidades.<br />
Juntas – radial (mão) / pé / dedão do pé / ombro / cotovelo.<br />
Segmentos da espinha dorsal – C5,6,7 / T2,3,4 / L4,5.<br />
Vértebra – C5,6,7 / T3,4 / L4,5.<br />
Glândulas endócrinas – pituitária lobo posterior / tireoide.<br />
Órgão (Yin) – pulmão (D) / fígado / pâncreas.<br />
Órgãos (Yang) – intestino grosso (D) / estômago.<br />
Elemento – Metal.<br />
Meridiano – intestino grosso.<br />
Emoções (positivas) – Excitação / propósito / autoestima / afeição.<br />
Emoções (negativas) – Aflição / condenação / não aceitação / amor / dor.<br />
Outros relacionamentos – Doença dos olhos, aspectos de esquizofrenia, distonia vegetativa, etc.</p>
<h4>Dente 6 – Canino</h4>
<p>Órgão do sentido – olho.<br />
Musculatura – tronco.<br />
Juntas – pé / quadril / joelho (posterior).<br />
Segmentos da espinha dorsal – T8,9,10.<br />
Vértebra – T9,10.<br />
Glândulas endócrinas – pituitária lobo posterior.<br />
Órgãos (Yin) – fígado (D) / coração.<br />
Órgão (Yang) – vesícula biliar.<br />
Elemento – madeira.<br />
Meridiano – vesícula biliar/fígado.<br />
Emoções (positivas) – resolução / compaixão / alegria / orgulho.<br />
Emoções (negativas) – raiva / remorso / problemas familiares / rejeição.<br />
Outros relacionamentos – doenças do olho, angina peitoral, cardialgia, estagnação, depressão, tristeza, etc.</p>
<h4>Dente 7 – Segundo incisivo</h4>
<p>Órgão do sentido – seio frontal.<br />
Musculatura – extremidades baixas.<br />
Juntas – pé / sacro e cóxis / joelho (posterior).<br />
Segmentos da espinha dorsal – L2,3 / S4,5 / cóxis.<br />
Vértebra – L2,3 / S3,4,5 / cóxis.<br />
Glândulas endócrinas – pineal.<br />
Órgãos (Yin) – rins.<br />
Órgãos (Yang) – bexiga / urogenital.<br />
Elemento – água.<br />
Meridiano – bexiga.<br />
Emoções (positivas) – atenção / intimidade / ordem.<br />
Emoções (negativas) – inflexibilidade / problemas do ego / desorganização / indiferença.<br />
Outros relacionamentos – hemofilia, “reguladores do sangue”, etc.</p>
<h4>Dente 8 – Primeiro Incisivo</h4>
<p>Órgão do sentido – seio frontal.<br />
Musculatura – extremidades inferiores.<br />
Juntas – pé / sacro e cóxis / joelho (posterior).<br />
Segmentos da espinha dorsal – L2,3 / S4,5 / cóxis.<br />
Vértebra – L2,3 / S3,4,5 / cóxis.<br />
Glândulas endócrinas – pineal / epididymis.<br />
Órgãos (Yin) – rim (D).<br />
Órgãos (Yang) – bexiga / urogenital.<br />
Elemento – água.<br />
Meridiano – bexiga / rim.<br />
Emoções (positivas) – claridade / aceitação / sobrevivência.<br />
Emoções (negativas) – desrespeito / explosões emocionais / teimosia.<br />
Outros relacionamentos – vitalidade, capacidade hormonal, distúrbios emocionais, etc.</p>
<h4>Dente 9 – Primeiro Incisivo</h4>
<p>Órgão do sentido – seio frontal.<br />
Musculatura – extremidades inferiores.<br />
Juntas – pé / sacro e cóxis / joelho (posterior).<br />
Segmentos da espinha dorsal – L2,3 / S4,5 / cóxis<br />
Vértebra – L2,3 / S3,4,5 / cóxis.<br />
Glândulas endócrinas – pineal / epididymis.<br />
Órgãos (Yin) – rim (E).<br />
Órgãos (Yang) – bexiga / urogenital.<br />
Elemento – água.<br />
Meridiano – bexiga / rim.<br />
Emoções (positivas) – aceitação / intimidade / ordem.<br />
Emoções (negativas) – inflexibilidade / problemas de ego / medo de sobrevivência.<br />
Outros relacionamentos – Conexões conceituais, dinâmica mental, vitalidade, capacidade hormonal, distúrbios emocionais, impotência, esterilidade, equilíbrio hormonal, o comportamento mental, mundo genético criativo, medo, tristeza, instabilidade, funções renais, mau humor, depressão, raiva.</p>
<h4>Dente 10 – Segundo Incisivo</h4>
<p>Órgão do sentido – seio frontal.<br />
Musculatura – extremidades inferiores.<br />
Juntas – pé / sacro e cóxis / joelho (posterior).<br />
Segmentos da espinha dorsal – L2,3 / S4,5 / cóxis.<br />
Vértebra – L2,3 / S3,4,5 / cóxis.<br />
Glândulas endócrinas – pineal.<br />
Órgãos (Yin) – rim (E).<br />
Órgãos (Yang) – bexiga / urogenital.<br />
Elemento – água.<br />
Meridiano – bexiga.<br />
Emoções (positivas) – consolo / sobrevivência / proximidade.<br />
Emoções (negativas) – orgulho / teimosia / repressão / esquiva de intimidade.<br />
Outros relacionamentos – Linfático “regulador de sangue”, hemofilia, ducto torácico, conexão: a circulação intestinal, tônus vascular, vias linfáticas, órgãos sexuais, linfáticos e contagem de glóbulos brancos, e os mecanismos de defesa.</p>
<h4>Dente 11 – Canino</h4>
<p>Órgão do Sentido – olho<br />
Musculatura – tronco<br />
Juntas – pé / quadril / joelho (posterior)<br />
Segmentos da espinha dorsal – T8,9,10<br />
Vértebra – T9,10<br />
Glândulas endócrinas – lobo posterior da hipófise<br />
Órgãos (Yin) – fígado (E) / coração<br />
Órgãos (Yang) – dutos biliares (E)<br />
Elemento – madeira<br />
Meridiano – vesícula biliar / fígado<br />
Emoções (positivas) – resolução / propósito / amor / aprovação<br />
Emoções (negativas) – raiva / pesar / tristeza / ressentimento / crítico<br />
Outros relacionamentos – doenças dos olhos, protrombina, falta de concentração, estagnação, trombose e infarto, raiva, depressão, medo, tristeza, instabilidade, problemas nos rins.</p>
<h4>Dente 12 – Primeiro Pré-molar</h4>
<p>Órgão do Sentido – células etmoidais / olho / seio maxilar<br />
Musculatura – tronco / extremidades inferiores e superiores / juntas / lado radial / pé / dedão do pé / ombro / cotovelo<br />
Segmentos da espinha dorsal – C5,6,7 / T2,3,4 / L4,5<br />
Vértebra – C5,6,7 / T3,4 / L4,5<br />
Glândulas endócrinas – lobo posterior da hipófise / tiroide<br />
Órgãos (Yin) – pulmão (E) / fígado / pâncreas<br />
Órgãos (Yang) – intestino grosso (E) / estômago<br />
Elemento – metal<br />
Meridiano – intestino grosso<br />
Emoções (positivas) – excitação, determinação, julgamento, felicidade<br />
Emoções (negativas) – dor, controlador, monotonia, depressão, despeito<br />
Outros relacionamentos – doenças dos olhos, agrypnia, distonia vegetativa, aspectos esquizofrênicos, respiração celular, fermentação, enzimáticos, fígado-estômago pâncreas, dispepsia e disbiose, seio maxilar.</p>
<h4>Dente 13 – Segundo Pré-molar</h4>
<p>Órgão do Sentido – células etmoidais / seio maxilar<br />
Musculatura – tronco / extremidades inferiores e superiores<br />
Juntas – lado radial / pé / dedão do pé / ombro / cotovelo<br />
Segmentos da espinha dorsal – C5,6,7 / T2,3,4 / L4,5<br />
Vértebra – C5,6,7 / T2,3 / L4,5<br />
Glândulas endócrinas – tiroide / timo<br />
Órgãos (Yin) – pulmão (E) / fígado<br />
Órgãos (Yang) – intestino grosso (E) / intestino delgado / vesícula biliar / duodeno<br />
Elemento – metal<br />
Meridiano – intestino grosso<br />
Emoções (positivas) – entusiasmo, determinação, equilíbrio, assimilação<br />
Emoções (negativas) – não-aceitação, negatividade, medo, mal-estar, anti-social<br />
Outros relacionamentos – Fígado, varizes, enxaqueca, estenose pilórica e duodenal, dilatação das veias, constrição arterial dos órgãos, dinâmica, motilidade e peristaltismo no intestino delgado e grosso</p>
<h4>Dente 14 – Primeiro Molar</h4>
<p>Órgão do Sentido – seio maxilar<br />
Musculatura – tronco<br />
Juntas – mandibular / joelho (anterior)<br />
Segmentos da espinha dorsal – T11,12 / L1<br />
Vértebra – T11,12 / L1<br />
Glândulas endócrinas – pituitária / tiroide<br />
Órgãos (Yin) – fígado / rim / baço<br />
Órgãos (Yang) – estômago<br />
Elemento – terra<br />
Meridiano – estômago<br />
Emoções (positivas) – propósito, reconfortante, paz, afeto<br />
Emoções (negativas) – autocondenação, pesar, rejeição, agitação<br />
Outros relacionamentos – pedras nos rins, irritação cerebelar, cefaleia, fosfatos, oxalatos e citratos, reumatismo, hipotálamo, glândula mamária.</p>
<h4>Dente 15 – Segundo Molar</h4>
<p>Órgão do Sentido – seio maxilar<br />
Musculatura – tronco<br />
Juntas – mandibular / joelho (anterior)<br />
Segmentos da espinha dorsal – T11,12<br />
Vértebra – T11,12 / L1<br />
Glândulas endócrinas – paratireoide / adrenal / pineal<br />
Órgãos (Yin) – baço<br />
Órgãos (Yang) – estômago / bexiga<br />
Elemento – terra<br />
Meridiano – estômago<br />
Emoções (positivas) – amor próprio, calma, segurança, proximidade<br />
Emoções (negativas) – antagonismo, conflito emocional, falta de amor próprio<br />
Outros relacionamentos – Glândula mamária, bexiga, afecções reumáticas, diálise, pineal.</p>
<h4>Dente 16 – Terceiro Molar (Dente da Sabedoria)</h4>
<p>Órgão do Sentido – ouvido interno / seio maxilar<br />
Musculatura – tronco / extremidades inferiores e superiores<br />
Juntas – ombro / cotovelo / lado ulnar / planta pé / dedos / junta sacro-ilíaca<br />
Segmentos da espinha dorsal – C8 / T1,5,6,7 / S1,2,3<br />
Vértebra – C7 / T1,5,6 / S1,2<br />
Glândulas endócrinas – pituitária lobo anterior<br />
Órgãos (Yin) – coração<br />
Órgãos (Yang) – jejuno / íleo (E)<br />
Elemento – fogo<br />
Meridiano – intestino delgado<br />
Emoções (positivas) – compaixão, alegria, amor<br />
Emoções (negativas) – evitar, ressentimento, rejeição<br />
Outros relacionamentos – Sistema nervoso central, mente, sensibilidade ao clima, colapsos nervosos, distonia vegetativa, espasmo cerebral, epilepsia, desordens sensoriais e motoras, ciática, enxaqueca, dor de cabeça, zumbido.</p>
<h4>Dente 17 – Terceiro Molar (Dente da Sabedoria)</h4>
<p>Órgão do Sentido – olho / ouvido<br />
Musculatura – tronco / extremidades inferiores e superiores<br />
Juntas – ombro / cotovelo / lado ulnar / planta pé / dedos / junta sacro-ilíaca<br />
Segmentos da espinha dorsal – C3 / T1,5,6,7 / S1,2,3<br />
Vértebra – C3 / T1,5,6 / S1,2<br />
Glândulas endócrinas – N/A<br />
Órgãos (Yin) – coração / fígado<br />
Órgãos (Yang) – jejuno / íleo (L)<br />
Elemento – fogo<br />
Meridiano – intestino delgado<br />
Emoções (positivas) – alegria, amor, resolução, propósito<br />
Emoções (negativas) – depressão, problemas familiares, culpa, pesar<br />
Outros relacionamentos<br />
Energia do metabolismo, nervos periféricos, nevralgia das extremidades superiores e inferiores, dor de cabeça, enxaqueca, epilepsia, síndrome da espinha cervical, distonia vegetativa, ciática, doenças do fígado doenças, urticaria.</p>
<h4>Dente 18 – Segundo Molar</h4>
<p>Órgão do Sentido – células etmoidais<br />
Musculatura – tronco / extremidades inferiores e superiores<br />
Juntas – ombro / cotovelo / dedão do pé / lado radial / pé / joelho interno / articulação sacro ilíaca / coccigodinia<br />
Segmentos da espinha dorsal – C5,6,7 / T2,3,4 / L4,5<br />
Vértebra – C5,6,7 / T3,4 / L4,5<br />
Glândulas endócrinas – pineal / apêndices<br />
Órgãos (Yin) – pulmão (E)<br />
Órgãos (Yang) – intestino grosso (E)<br />
Elemento – terra<br />
Meridiano – intestino grosso<br />
Emoções (positivas) – paixão, excitação, assimilação<br />
Emoções (negativas) – raiva, dor, manipulação, egocêntrico<br />
Outros relacionamentos – ouvido, lumbago, bexiga, pélvis e virilha, joelho interno, síndrome sacro ilíaca, diálise.</p>
<h4>Dente 19 – Primeiro Molar</h4>
<p>Órgão do Sentido – células etmoidais<br />
Musculatura – tronco / extremidades inferiores e superiores<br />
Juntas – ombro / cotovelo / dedão do pé / lado radial / pé / joelho interno / articulação sacro ilíaca / coccigodinia<br />
Segmentos da espinha dorsal – C5,6,7 / T3,4 / L4,5<br />
Vértebra – C5,6,7 / T3,4 / L4,5<br />
Glândulas endócrinas – pituitária<br />
Órgãos (Yin) – pulmão (E)<br />
Órgãos (Yang) – intestino grosso<br />
Elemento – terra<br />
Meridiano – intestino grosso<br />
Emoções (positivas) – entusiasmo, equilíbrio, gosto<br />
Emoções (negativas) – dor de amor, controlador, vingança, super crítico<br />
Outros relacionamentos – ouvido, estômago, articulação sacro ilíaca, lumbago, coccigodinia, síndrome sacro ilíaca, fosfatos, oxalatos e citratos, formação de pedras, reumatismo, hipotálamo.</p>
<h4>Dente 20 – Segundo Pré-molar</h4>
<p>Órgão do Sentido – seio maxilar<br />
Musculatura – tronco<br />
Juntas – joelho (anterior) / mandibular / quadris / joelho / pé<br />
Segmentos da espinha dorsal – T11,12 / L1<br />
Vértebra – T11,12 / L1<br />
Glândulas endócrinas – tiroide<br />
Órgãos (Yin) – baço<br />
Órgãos (Yang) – estômago<br />
Elemento – metal<br />
Meridiano – estômago<br />
Emoções (positivas) – paz, felicidade, calma<br />
Emoções (negativas) – condenação, não descansa, agitação, conflitos emocionais<br />
Outros relacionamentos – quadril, joelho, hérnias, pé, dinâmica, motilidade e peristaltismo no intestino delgado e grosso, glândula mamárias.</p>
<h4>Dente 21 – Primeiro Pré-molar</h4>
<p>Órgão do Sentido – seio maxilar<br />
Musculatura – tronco / seio maxilar<br />
Juntas – joelho (anterior) / mandibular<br />
Segmentos da espinha dorsal – T11,12 / L1<br />
Vértebra – T11,12 / L1<br />
Glândulas endócrinas – gônadas<br />
Órgãos (Yin) – baço / fígado / pâncreas<br />
Órgãos (Yang) – estômago<br />
Elemento – metal<br />
Meridiano – estômago<br />
Emoções (positivas) – amor próprio, entusiasmo, humor, segurança<br />
Emoções (negativas) – raiva, falta de amor próprio, ressentimento, pesar<br />
Outros relacionamentos – Baço, (pâncreas), respiração celular, fermentação, enzimáticos, fígado-estômago-pâncreas, dispepsia e disbiose, glândula mamárias.</p>
<h4>Dente 22 – Canino</h4>
<p>Órgão do Sentido – olho<br />
Musculatura – N/A<br />
Juntas – pé / quadris / joelho (posterior)<br />
Segmentos da espinha dorsal – T8,9,10<br />
Vértebra – T9,10<br />
Glândulas endócrinas – gônadas<br />
Órgãos (Yin) – fígado / pulmões / pâncreas<br />
Órgãos (Yang) – ductos biliares (E)<br />
Elemento – madeira<br />
Meridiano – vesícula biliar/fígado<br />
Emoções (positivas) – resolução, excitação, julgamento<br />
Emoções (negativas) – ressentimento, desorganizado e falta de aceitação<br />
Outros relacionamentos – pulmões, varicose, pâncreas, estagnação, trombose e infarto.</p>
<h4>Dente 23 – Segundo Incisivo</h4>
<p>Órgão do Sentido – seio frontal<br />
Musculatura – extremidades inferiores<br />
Juntas – pé / sacro e cóccix / joelho (posterior)<br />
Segmentos da espinha dorsal – L2,3 / S4,5 / cóccix<br />
Vértebra – L2,3 / S3,4,5 / cóccix<br />
Glândulas endócrinas / suprarrenais<br />
Órgãos (Yin) – rim (E)<br />
Órgãos (Yang) – bexiga / urogenital<br />
Elemento – água<br />
Meridiano – bexiga<br />
Emoções (positivas) – reconfortante, proximidade, cuidar, ordem<br />
Emoções (negativas) – repressão, orgulho, sentimentos sexuais infelizes<br />
Outros relacionamentos – apêndices, linfáticos e contagem de células brancas, mecanismos de defesa.</p>
<h4>Dente 24 – Primeiro Incisivo</h4>
<p>Órgão do Sentido – seio frontal<br />
Musculatura – extremidades inferiores<br />
Juntas – pé / sacro e cóccix / joelho (posterior)<br />
Segmentos da espinha dorsal – L2,3 / S4,5 / cóccix<br />
Vértebra – C2,3 / S3,4,5 / cóccix<br />
Glândulas endócrinas – suprarrenais / epidídimo<br />
Órgãos (Yin) – rim (E)<br />
Órgãos (Yang) – bexiga / urogenital<br />
Elemento – água<br />
Meridiano – bexiga<br />
Emoções (positivas) – aceitação, intimidade, ordem<br />
Emoções (negativas) – inflexibilidade, raiva, explosões emocionais<br />
Outros relacionamentos – Urogenital, erosões, adenoma de próstata, prostatite (bexiga, útero e próstata).</p>
<h4>Dente 25 – Primeiro Incisivo</h4>
<p>Órgão do Sentido – seio frontal<br />
Musculatura – extremidades inferiores<br />
Juntas – pé / sacro e cóccix / joelho (posterior)<br />
Segmentos da espinha dorsal – L2,3 / S4,5 / cóccix<br />
Vértebra – L2,3 / S3,4,5 / cóccix<br />
Glândulas endócrinas – suprarrenais / epidídimo<br />
Órgãos (Yin) – rim (D)<br />
Órgãos (Yang) – bexiga / urogenital<br />
Elemento – água<br />
Meridiano – bexiga/rim<br />
Emoções (positivas) – clareza, aceitação, sobrevivência<br />
Emoções (negativas) – desrespeito, teimosia, problemas sexuais<br />
Outros relacionamentos – Urogenital, erosões, adenoma de próstata, prostatite (bexiga, útero e próstata).</p>
<h4>Dente 26 – Segundo Incisivo</h4>
<p>Órgão do Sentido – seio frontal<br />
Musculatura – extremidades inferiores<br />
Juntas – pé / sacro e cóccix / joelho (posterior)<br />
Segmentos da espinha dorsal – L2,3 / S4,5 / cóccix<br />
Vértebra – L2,3 / S3,4,5 / cóccix<br />
Glândulas endócrinas – suprarrenais<br />
Órgãos (Yin) – rim (D)<br />
Órgãos (Yang) – bexiga / urogenital<br />
Elemento – água<br />
Meridiano – bexiga<br />
Emoções (positivas) – cuidar, intimidade, ordem<br />
Emoções (negativas) – desorganizado, inflexibilidade, desarmonia<br />
Outros relacionamentos – abdominal, apêndices, testes epidídimo, linfáticos e contagem de células brancas.</p>
<h4>Dente 27- Canino</h4>
<p>Órgão do Sentido – olho<br />
Musculatura – N/A<br />
Juntas – pé / quadris / joelho (posterior)<br />
Segmentos da espinha dorsal – T3,9,10<br />
Vértebra – T9,10<br />
Glândulas endócrinas – gônadas<br />
Órgãos (Yin) – fígado / pulmões / pâncreas<br />
Órgãos (Yang) – vesícula biliar<br />
Elemento – madeira<br />
Meridiano – vesícula biliar/fígado<br />
Emoções (positivas) – julgamento, determinação, compaixão, alegria, orgulho<br />
Emoções (negativas) – raiva, pesar, dor, condenação, problemas familiares<br />
Outros relacionamentos – Tromboses (pernas, pulmões), pâncreas, pulmões, estagnação, trombose e infarto.</p>
<h4>Dente 28 – Primeiro Pré-molar</h4>
<p>Órgão do Sentido – seio maxilar<br />
Musculatura – tronco<br />
Juntas – joelho (anterior) / mandibular<br />
Segmentos da espinha dorsal – T11,12 / L1<br />
Vértebra – T11,12 / L1<br />
Glândulas endócrinas – gônadas<br />
Órgãos (Yin) – pâncreas / fígado<br />
Órgãos (Yang) – estômago (D) / piloro<br />
Elemento – metal<br />
Meridiano – estômago<br />
Emoções (positivas) – propósito, autoestima, afeto<br />
Emoções (negativas) – julgamento, baixa autoestima, agressivo, pesar, insegurança<br />
Outros relacionamentos – Baço, (pâncreas), respiração celular, fermentação, enzimáticos, fígado-estômago-pâncreas, dispepsia e disbiose, glândula mamárias.</p>
<h4>Dente 29 – Segundo Pré-molar</h4>
<p>Órgão do Sentido – seio maxilar<br />
Musculatura – tronco<br />
Juntas – joelho (anterior) / mandibular / quadris / joelho / pé<br />
Segmentos da espinha dorsal – T11,12 / L1<br />
Vértebra – T11,12 / L1<br />
Glândulas endócrinas – tiroide<br />
Órgãos (Yin) – pâncreas<br />
Órgãos (Yang) – estômago (D) / piloro<br />
Elemento – metal<br />
Meridiano – estômago<br />
Emoções (positivas) – paixão, determinação, equilíbrio, ego<br />
Emoções (negativas) – controlador, vingança, não esquece, manipulação, inflexível<br />
Outros relacionamentos – quadril, hérnias, joelho, pé, dinâmica, motilidade e peristaltismo no intestino delgado e grosso, glândula mamárias.</p>
<h4>Dente 30 – Primeiro Molar</h4>
<p>Órgão do Sentido – células etmoidais<br />
Musculatura – tronco / extremidades inferiores e superiores<br />
Juntas – ombro / cotovelo / dedão do pé / lado radial / pé / joelho interno / articulação sacro ilíaca / coccigodinia<br />
Segmentos da espinha dorsal – C5,6,7 / T2,3,4 / L4,5<br />
Vértebra – C5,6,7 / T3,4 / L4,5<br />
Glândulas endócrinas – pituitária<br />
Órgãos (Yin) – pulmão (D)<br />
Órgãos (Yang) – intestino grosso (D) / região ileocecal<br />
Elemento – terra<br />
Meridiano – intestino grosso<br />
Emoções (positivas) – paixão, equilíbrio, gosto<br />
Emoções (negativas) – antissocial, pessimista, dor, medo do futuro<br />
Outros relacionamentos – ouvido, estômago, articulação sacro ilíaca, lumbago, fosfatos, oxalatos e citratos, formação de pedras, reumatismo, hipotálamo, pituitária.</p>
<h4>Dente 31 – Segundo Molar</h4>
<p>Órgão do Sentido – células etmoidais<br />
Musculatura – tronco / extremidades inferiores e superiores<br />
Juntas – ombro / cotovelo / dedão do pé / lado radial / pé / joelho interno / articulação sacro ilíaca / coccigodinia<br />
Segmentos da espinha dorsal – C5,6,7 / T2,3,4 / L4,5<br />
Vértebra – C5,6,7 / T3,4 / L4,5<br />
Glândulas endócrinas – pineal / apêndices<br />
Órgãos (Yin) – pulmão (D)<br />
Órgãos (Yang) – intestino grosso (D) / região ileocecal<br />
Elemento – terra<br />
Meridiano – intestino grosso<br />
Emoções (positivas) – excitação, equilíbrio, paixão<br />
Emoções (negativas) – depressão, culpa, falta de aceitação, negatividade<br />
Outros relacionamentos – ouvido, lumbago, apêndices, bexiga, pélvis e virilha, joelho interno, síndrome sacro ilíaca, diálise.</p>
<h4>Dente 32 – Terceiro Molar (Dente da Sabedoria)</h4>
<p>Órgão do Sentido – olho / ouvido<br />
Musculatura – tronco / extremidades inferiores e superiores<br />
Juntas – ombro / cotovelo / lado ulnar / planta pé / dedos / junta sacro-ilíaca<br />
Segmentos da espinha dorsal – C8 / T1,5,6,7 / S1,2,3<br />
Vértebra – C7 / T1,5,6 / S1,2<br />
Glândulas endócrinas – N/A<br />
Órgãos (Yin) – coração<br />
Órgãos (Yang) – íleo (D) / região ileocecal<br />
Elemento – fogo<br />
Meridiano – intestino delgado<br />
Emoções (positivas) – alegria, amor, compaixão, aprovação<br />
Emoções (negativas) – evitar, ressentimento, problemas familiares<br />
Outros relacionamentos – Energia do metabolismo, nervos periféricos, nevralgia das extremidades superiores e inferiores, ombro, dor de cabeça, enxaqueca, epilepsia, desordens sensoriais e motoras, cervical, distonia vegetativa, urticaria.</p>
<p>Fontes: http://www.secretofthieves.com/<br />
http://www.alumiar.com/saude/48-medica/1262-orgaosxdentesdilemadedentistasedemedicos.html</p><p>The post <a href="https://ahau.org/orgaos-e-dentes/">Órgãos e Dentes – Dilema entre dentistas e médicos?</a> first appeared on <a href="https://ahau.org">Instituto Ahau - Terapeutas Especializados</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Jin Shin Jyutsu</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luiz Terapeuta]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Mar 2012 00:57:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Jin Shin Jyutsu técnica que demonstra que cada dedo é uma chave simples para destravar e harmonizar as atitudes. Dedo polegar Trabalha as emoções: PREOCUPAÇÃO – depressão, ódio, obsessão, ansiedade, autoproteção Desequilíbrio no nosso padrão de energia “individualizada” do estômago e baço. Melhora a digestão de alimentos, idéias, pensamentos e emoções; ajuda a dormir melhor [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong>Jin Shin Jyutsu técnica que demonstra que cada dedo é uma chave simples para destravar e <a href="https://ahau.org/teoria-zang-fu/">harmonizar</a> as atitudes.</strong></p>
<h4 style="text-align: justify;"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-4840 alignleft" src="https://ahau.org/wp-content/uploads/2012/03/jin-shin-jyutsu-1-883x1024.jpg" alt="jin-shin-jyutsu" width="404" height="469" />Dedo polegar</h4>
<p style="text-align: justify;">Trabalha as emoções: PREOCUPAÇÃO – depressão, ódio, obsessão, ansiedade, autoproteção Desequilíbrio no nosso padrão de energia “individualizada” do estômago e baço.</p>
<p style="text-align: justify;">Melhora a digestão de alimentos, idéias, pensamentos e emoções; ajuda a dormir melhor e nos torna receptivos ao toque e carinho. Preocupações e ‘ruminações mentais’ desaparecem. Ajuda estômago, baço e pâncreas. Bloqueia uma dor de cabeça que está começando.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Dedo indicador</h4>
<p style="text-align: justify;">Trabalha as emoções: MEDO &#8211; timidez, confusão mental, depressão, perfeccionismo, crítica, frustração, desejo de vida Desequilíbrio no nosso padrão de energia “individualizada” da bexiga e rim.</p>
<p style="text-align: justify;">Traz coragem, fortalece o desejo de viver, harmoniza a circulação dos fluidos corporais e o sistema muscular. Dissolve o medo e as inseguranças. Ajuda rim e bexiga. Evita uma dor nas costas que está iniciando.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Dedo médio</h4>
<p style="text-align: justify;">Trabalha as emoções: RAIVA – covardia, irritabilidade, indecisão, instabilidade, não alerta, emotividade Desequilíbrio no nosso padrão de energia “individualizada” da vesícula e fígado.</p>
<p style="text-align: justify;">Expande o sentimento de compaixão, a lucidez mental, a criatividade; regula a harmonia interior do corpo. Elimina a raiva, frustrações e irritabilidade. Ajuda fígado e vesícula biliar. Melhora a visão e revitaliza a fadiga geral.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Dedo anular</h4>
<p style="text-align: justify;">Trabalha as emoções: TRISTEZA (Pesar) &#8211; negatividade, formação de muco, bom senso Desequilíbrio no nosso padrão de energia “individualizada” do pulmão e intestino grosso.</p>
<p style="text-align: justify;">Promove a alegria, a esperança, o soltar do passado e o se abrir ao novo; dá vitalidade e energia ao corpo. Afasta a tristeza, negatividade e o pesar. Ajuda os pulmões e o intestino grosso. Harmoniza a respiração e desconforto no ouvido.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Dedo mínimo</h4>
<p style="text-align: justify;">Trabalha as emoções: PRETENSÃO (Cobrir, esconder) &#8211; “chorar por dentro e rir por fora”, insegurança, nervosismo, confusão, mortalidade Desequilíbrio no nosso padrão de energia “individualizada” do coração e intestino delgado.</p>
<p style="text-align: justify;">Conecta com a intuição, aumenta a auto-estima, harmoniza o sistema esquelético. Termina com pretensão, julgamentos, comparações e esforço. Ajuda coração e intestino delgado. Evita uma dor de garganta que está iniciando.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Centro da palma da mão</h4>
<p style="text-align: justify;">Traz sensação de paz profunda e de unidade com o universo. Dissolve o desânimo. Ajuda diafragma e fluxo do umbigo. Harmoniza corpo, mente e espírito mutuamente e com o universo.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Referências:</strong> <a href="https://jsjbrasil.com.br/o-que-e">Jin Shin Jyutsu</a> Brasil :: FisioFilosofia :: A Arte de Viver em Harm&#8230; A Arte de Curar onde a harmonia e a saúde estão na ponta de seus dedos 3º Milênio – Um Canal para a Expressão do Ser Arte do Cuidar: JIN SHIN JYUTSU Alguns Exercícios para Autoajuda com Jin Shin Jyutsu</p><p>The post <a href="https://ahau.org/jin-shin-jyutsu/">Jin Shin Jyutsu</a> first appeared on <a href="https://ahau.org">Instituto Ahau - Terapeutas Especializados</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Ômega 3, 6, 9</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luiz Terapeuta]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Mar 2012 21:41:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ômega 3, 6, 9, esses são os números que identificam os membros da família dos ômegas, gorduras que protegem o coração, combatem inflamações, afastam doenças e fortalecem os ossos. Quem deu as primeiras pistas sobre as qualidades do mais famoso ômega, ou seja, o 3, foram os esquimós e sua invejável saúde cardiovascular. Isso lá [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://ahau.org/omega-3-6-9/">Ômega 3, 6, 9</a> first appeared on <a href="https://ahau.org">Instituto Ahau - Terapeutas Especializados</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Ômega 3, 6, 9, esses são os números que identificam os membros da família dos ômegas, gorduras que protegem o coração, combatem inflamações, afastam doenças e fortalecem os ossos.</p>
<p style="text-align: justify;">Quem deu as primeiras pistas sobre as qualidades do mais famoso ômega, ou seja, o 3, foram os esquimós e sua invejável saúde cardiovascular. Isso lá pelos idos de 1970, quando a equipe de um médico dinamarquês se aventurou pelas terras frias da Groenlândia para descobrir o porquê daquela população apresentar as artérias tinindo. E, para surpresa dos investigadores, todos os indícios apontaram para a mesa, ou melhor, para os peixes de águas gélidas, que são as melhores fontes da substância.</p>
<p style="text-align: justify;"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-4849 alignleft" src="https://ahau.org/wp-content/uploads/2012/03/omega-3-6-9.png" alt="omega-3-6-9" width="350" height="350" srcset="https://ahau.org/wp-content/uploads/2012/03/omega-3-6-9.png 350w, https://ahau.org/wp-content/uploads/2012/03/omega-3-6-9-300x300.png 300w, https://ahau.org/wp-content/uploads/2012/03/omega-3-6-9-150x150.png 150w" sizes="(max-width: 350px) 100vw, 350px" />De lá para cá, a tal gordura passou a ser aclamada e pipocaram trabalhos sobre sua atuação. Um dos mais recentes acaba de ser publicado no periódico científico European Journal of Clinical Nutrition e foi realizado por pesquisadores do Fred Hutchinson Cancer Research Center, nos Estados Unidos. Eles avaliaram um grupo de 330 pessoas que também vivem em regiões de baixíssimas temperaturas e observaram que, além de o consumo de peixes ser bastante elevado, as taxas de triglicérides e de proteína C-reativa estavam adequadas.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma ótima constatação, justamente porque quando os níveis dessa duplinha aparecem em excesso no organismo, há mais chances de lesões e inflamações nos vasos sanguíneos. “Existem muitos estudos que comprovam a ação anti-inflamatória do ômega 3, diz o nutrólogo Celso Cukier, do Hospital São Luiz, na capital paulista. Se não bastasse a função de proteger o peito, há provas de que ele é capaz de afastar a resistência à insulina, um distúrbio que serve de estopim para o aparecimento do diabetes do tipo 2. “Essa gordura age nos receptores das células, o que facilita a entrada da glicose”, explica o médico.</p>
<p style="text-align: justify;">E, se você pensa que as vantagens do lipídio – eis a alcunha adotada por alguns experts – param por aí, saiba que está enganado. Estudiosos afirmam que o ômega protege contra doenças degenerativas, como o Alzheimer, já que preserva estruturas cerebrais.</p>
<p style="text-align: justify;">Vale ressaltar ainda a atuação dessas boas gorduras contra a dolorosa artrite. Por tudo isso, já deu para ver que ele não pode ficar de fora do menu cotidiano, mas, e quanto aos outros membros da família? Seu primo menos famoso, o ômega 6, também precisa aparecer no prato. “Ele é importante para a formação de hormônios e age nas células de defesa”, exemplifica a nutricionista Karine Daud, da Equilibrium Consultoria em Nutrição e Bem-Estar, que fica em São Paulo.</p>
<p style="text-align: justify;">Entretanto, os especialistas sugerem uma pitada de cautela com a ingestão da substância. É que, ao contrário do parente festejado, essa gordura estimula a produção de substâncias inflamatórias. “A população, em geral, está consumindo pouco ômega 3 e muito ômega 6, e isso pode ser nocivo”, salienta a nutricionista Márcia Terra, da Nutri Insight Consultoria em Nutrição e membro da American Dietetic Association. O problema, como sempre, é o excesso de um lado e a escassez do outro.</p>
<p style="text-align: justify;">O médico Luiz Alberto Fagundes, de Porto Alegre, no Rio Grande do Sul e autor do livro Ômega 3 e 6: o equilíbrio dos ácidos gordurosos essenciais na prevenção de doenças (Editora Age), também chama atenção para a falta de harmonia entre as gorduras. “O que se vê são grandes desproporções a favor do ômega 6”, diz, sobre o membro da família presente, por exemplo, nas margarinas.</p>
<p style="text-align: justify;">Foi justamente por conta de desajustes em relação ao consumo dos ômegas 3 e 6, que cientistas, pesquisadores e estudiosos do Columbus Paradigm Institute se reuniram e criaram o Conceito Columbus. A recomendação defendida pelo time de experts é de 1 grama de ômega 3 para cada grama de ômega 6, que representa a razão de 1:1 desses ácidos graxos, ou ainda, que até 25% do total de lipídios séricos (do sangue) sejam ácidos graxos ômega 6.</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com <a href="https://ahau.org/team/luiz-sequeira-0-html/">informações</a> publicadas no último estatuto do Congresso Internacional da Sociedade de Nutrigenética e Nutrigenômica, essa meta evitaria males cada vez mais comuns, caso do câncer e da depressão. “Nas dietas, geralmente, a razão é de 1:6 do tipo 6 em relação ao outro”, comenta a nutricionista Maria Fernanda Cury, da Sociedade Brasileira Lipídios e Saúde e professora da Universidade Cruzeiro do Sul, em São Paulo. Para Maria Fernanda, se a quantidade de ômega 6 caísse para, no máximo, 5 já seria uma bela mudança. Já o professor Luiz Alberto Fagundes propõe de 2 a 4 do ômega 6 para 1 do 3. Para facilitar, vale seguir a dica prática de Celso Cukier: “Aumente o consumo de peixes de águas frias e diminua, pra valer, a ingestão de óleos vegetais, como o de soja”, ensina. Cukier sugere a presença dos pescados ao menos 3 vezes por semana.</p>
<p style="text-align: justify;">Outro segredo do nutrólogo é incluir o azeite de oliva extra-virgem no dia a dia. E, nesse caso, você vai aumentar a oferta de outro integrante do clã engordurado: o ômega 9. Um dos benefícios mais estudados em relação à tal substância é sua capacidade de reduzir os níveis de LDL, a fração ruim do colesterol. E, quanto menor o teor de LDL, menos chances de sobrarem moléculas da substância nefasta pela circulação. O coração vai bater mais feliz. Além disso, o ômega 9 aparece em pesquisas europeias como defensor contra a osteoporose.</p>
<p style="text-align: justify;">Ah, mas antes de buscar a fonte de ômega que mais lhe agrada, vale um lembrete: não importa se ele é do tipo 3, 6 ou 9, para cada grama da substância somam-se 9 calorias. Assim, exagerar pode fazer disparar os ponteiros da balança. Por isso, o negócio é buscar o equilíbrio no prato.</p>
<h4 style="text-align: justify;">SUTILEZAS DA AULA DE QUÍMICA</h4>
<p style="text-align: justify;">Na família dos lipídios, ou ácidos graxos, como preferem os especialistas, uma sutil alteração estrutural faz muita diferença e é capaz de interferir na atuação do nosso organismo. Para começar, os ômegas são parte de um grupo chamado de insaturado, que são gorduras mais fluidas. A professora Maria Fernanda Cury explica que os números 3, 6 e 9 correspondem às posições das ligações de carbono encontradas na molécula engordurada. Ou seja, é química pura! E, se você não se lembra mais das aulas do tempo do colégio, veja como esses lipídios podem aparecer no seu cardápio:</p>
<h4 style="text-align: justify;">ÔMEGA 3</h4>
<p style="text-align: justify;">Esse <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Ômega_3">ácido graxo</a>, que é do time poli-insaturado, aparece aos montes sob a alcunha de DHA ou EPA em peixes como o salmão e o atum. E você sabe por que eles acumulam essa gordura? Porque ela é líquida. Esses peixes não poderiam concentrar um tipo mais consistente, pois congelariam facilmente nas águas profundas e frias de seu habitat.<br />
A linhaça também oferece o ômega 3, mas em uma versão chamada de ALA que é uma precursora da festejada substância.</p>
<h4 style="text-align: justify;">ÔMEGA 6</h4>
<p style="text-align: justify;">Ele também faz parte das gorduras poli-insaturadas e aparece nas margarinas e nos óleos de soja, girassol e milho. E, embora seja importante para a boa imunidade, já que atua nas células de defesa, o ômega 6 tem ação pró-inflamatória, por isso mesmo é importante que seja consumido com moderação e em equilíbrio com o 3, dentro de um contexto saudável.<br />
A recomendação dos nutricionistas é de até 10% do total de calorias diárias ou cerca de<br />
22,2 gramas de poli-insaturadas (ômega 3 + ômega 6) para uma dieta de 2000 calorias.</p>
<h4 style="text-align: justify;">ÔMEGA 9</h4>
<p style="text-align: justify;">Ômega 9 também chamado de ácido graxo monoinsaturado. Talvez o azeite seja o principal representante aqui, mas o gergelim, a amêndoa e a castanha do pará são boas fontes. Inúmeros estudos mostram que o consumo desse tipo de gordura pode ajudar a controlar os níveis de colesterol no sangue.<br />
A recomendação é de até 20% das calorias diárias ou cerca de 44,4 gramas de gorduras<br />
monoinsaturadas para uma dieta de 2000 calorias.</p>
<h4 style="text-align: justify;">CONCEITO COLUMBUS</h4>
<p style="text-align: justify;">Além de analisar diversas pesquisas científicas, os estudiosos que estipularam a dosagem do Columbus buscaram evidências em nossos antepassados. Há milhares e milhares de anos, a alimentação do homem era mais adequada, já que o cenário, obviamente, não contemplava a junk food. Sem contar que a turma daquele período era muito mais ativa e precisava correr atrás da comida. Assim, nossos genes se moldaram para o equilíbrio.<br />
Hoje o que se vê é uma soma de sedentarismo com erros na dieta. De acordo com os pesquisadores do Conceito Columbus, os desajustes em relação ao consumo de gorduras são um dos principais gatilhos para uma avalanche de doenças. Por isso, eles pregam a volta dos hábitos antigos e do equilíbrio na proporção de ômegas como forma de reduzir a incidência de problemas degenerativos.</p>
<p style="text-align: justify;">Texto: Regina Célia Pereira, de São Paulo |26 de setembro de 2011</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: http://www.revistaherbarium.com.br/3-6-9/</p><p>The post <a href="https://ahau.org/omega-3-6-9/">Ômega 3, 6, 9</a> first appeared on <a href="https://ahau.org">Instituto Ahau - Terapeutas Especializados</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Dieta do Tipo Sanguineo AB</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luiz Terapeuta]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Feb 2012 00:59:19 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Dieta do Tipo Sanguíneo AB &#8211; O Enigma Raro – Carismático &#8211; Misterioso •    Pontos fortes: Preparado para condições da vida moderna. Sistema imunológico altamente tolerante. Versátil. •    Pontos fracos: Trato digestivo sensível. Sujeito a invasões de micróbios. •    Riscos médicos: Doenças cardíacas e câncer. •    Perfil alimentar: Dieta mista, carne, peixe, laticínios, tofú, feijões, leguminosas, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><b>Dieta do Tipo Sanguíneo AB &#8211; </b><a style="font-weight: bold;" href="https://ahau.org/team/luiz-sequeira-0-html/">O Enigma</a></p>
<p style="text-align: justify;">Raro – Carismático &#8211; Misterioso</p>
<p style="text-align: justify;">•    <strong>Pontos fortes:</strong> Preparado para condições da vida moderna. Sistema imunológico altamente tolerante. Versátil.<br />
•    <strong>Pontos fracos:</strong> Trato digestivo sensível. Sujeito a invasões de micróbios.<br />
•    <strong>Riscos médicos:</strong> Doenças cardíacas e câncer.</p>
<p style="text-align: justify;">•    <strong>Perfil alimentar:</strong> Dieta mista, carne, peixe, laticínios, tofú, feijões, leguminosas, cereais, hortaliças e frutas.<br />
•    <strong>Segredos para o emagrecimento:</strong> Evitar: Frango, milho, feijão mulatinho e trigo sarraceno. Usar: Tofú, frutos do mar, folhas e fúcus (alga).<br />
•    <strong>Suplementos:</strong> Vitamina C, Pilriteiro, equinácea, valeriana, quercetina e cardo mariano.<br />
•    <strong>Exercícios físicos:</strong> Exercícios relaxantes como yoga, associados a exercícios moderados, como ciclismo e tênis.</p>
<p style="text-align: justify;"><b>A Dieta do Tipo Sanguíneo AB</b></p>
<h4 style="text-align: justify;"><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Antígeno"><strong>Carnes e</strong> Aves:</a></h4>
<p style="text-align: justify;"><strong>Altamente benéficos:</strong><br />
Carneiro, coelho, cordeiro e peru.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Neutros:</strong><br />
Avestruz, fígado e faisão.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Nocivos:</strong><br />
Bacon, boi, búfalo, cavalo, codorna, coração / vísceras, esquilo, galinha, galinha d’angola, ganso, pato, perdiz, pombo, porco, presunto, tartaruga, veado e vitela.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Frutos do Mar:</h4>
<p style="text-align: justify;"><strong>Altamente benéficos:</strong><br />
Atum, bacalhau, badejo, cavala, escargot, esturjão, garoupa, Lúcio, Lúcio novo, pargo, salmão, sardinha e vermelho.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Neutros:</strong><br />
Anchova, arenque fresco, bacalhau novo, bagre, cação, caranha, carpa, caviar, eperlano, espadarte, haliote, lula, mexilhão, pargo, peixe lua, perca de todos os tipos, pescada polaca, pescadinha, piraúna, savelha, tainha, tilápia, tubarão e Vieira.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Nocivos:</strong><br />
Arenque em conserva, barracuda, beluga, camarão, caranguejo, enguia, hadoque, halibute, lagosta, lagostim, linguado de todos os tipos, marisco, merluza, olhete, ostras, ova de salmão, polvo, rã, salmão defumado, siri e truta de todos os tipos.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Laticínios e Ovos:</h4>
<p style="text-align: justify;"><strong>Altamente benéficos na dieta do tipo sanguíneo AB:</strong><br />
Iogurte, leite de cabra, ovo de galinha, quefir, queijo cottage, queijo de leite de cabra, queijo feta, queijo mussarela e ricota.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Neutros:</strong><br />
Caseína, gema de ovo, leite de vaca integral e desnatado, manteiga de búfala, ovo de codorna, ovo de gansa, queijo cheddar, queijo colby, queijo edam, queijo emmenthal, queijo gouda, queijo gruyère, queijo muenster, queijo suíço, requeijão e soro de leite.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Nocivos:</strong><br />
American cheese, blue cheese, creme de leite, leite de vaca integral, leitelho, manteiga, ovo de pata, queijo brie, queijo camembert, queijo parmesão, queijo provolone, sorbet de frutas e sorvete.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Óleos e Gorduras:</h4>
<p style="text-align: justify;"><strong>Altamente benéficos:</strong><br />
Azeite de oliva extra virgem e óleo de nozes.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Neutros:</strong><br />
Óleo de amêndoa, óleo de amendoim, óleo de canola, óleo de fígado de bacalhau, óleo de germe de trigo, óleo de groselha, óleo de linhaça, óleo de prímula e óleo de soja.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Nocivos:</strong><br />
Óleo de açafrão, óleo de coco, óleo de gergelim, óleo de girassol, óleo de milho e óleo de semente de algodão.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Nozes e Sementes:</h4>
<p style="text-align: justify;"><strong>Altamente benéficos:</strong><br />
Amendoim, castanha e nozes.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Neutros:</strong><br />
Amêndoa, castanha de caju, castanha do pará, faia, leite de amêndoa, lichia, linhaça, macadâmia, pasta de amêndoa, pecã, pasta de pecã, pinhão, pistache, queijo de amêndoa e sementes de açafrão.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Nocivos:</strong><br />
Avelã, semente de abóbora, semente de girassol, sementes de papoula sementes de gergelim e pasta de gergelim (tahini).</p>
<h4 style="text-align: justify;">Feijões e Leguminosas:</h4>
<p style="text-align: justify;"><strong>Altamente benéficos na dieta do tipo sanguíneo AB:</strong><br />
Feijão de marinheiro branco, feijão de soja, feijão rajadinho, feijão vermelho, lentilha, missô, tempé e tofú.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Neutros:</strong><br />
Ervilha verde, feijão branco, feijão de corda, feijão jicama, flocos de soja, grânulos de soja, leite de soja, lentilha, queijo de soja e vagem.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Nocivos:</strong><br />
Brotos de feijão, fava, feijão azuki, feijão fradinho, feijão manteiga, feijão mulatinho, feijão preto e grão de bico.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Cereais, Pães e Massas:</h4>
<p style="text-align: justify;"><strong>Altamente benéficos:</strong><br />
Amaranto, arroz branco / integral / basmati / selvagem, bolo de arroz, espelta, farelo de arroz, farelo de aveia, farinha de aveia, farinha de centeio, farinha de espelta integral, mingau de aveia, painço, pão de arroz, pão de centeio 100%, pão de Ezequiel (trigo germinado 100%), pão de farinha de soja, pão de trigo germinado e pão dos essênios (trigo germinado).</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Neutros:</strong><br />
Bolinho de farelo de trigo, cevada, creme de arroz, cuscuz, farelo de trigo, farinha de cereais, farinha de glúten, germe de trigo, massa de espinafre, massa de semolina, pão de espelta, pão de sete cereais e trigo (produtos de farinha de glúten / de farinha de trigo / de farinha integral).</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Nocivos:</strong><br />
Flocos de milho, massa de alcachofra pura, milho, mingau de milho, pão de milho, pipoca, sêmola, sorgo, tapioca, teff (cereal africano), trigo refinado não clareado e trigo sarraceno / kasha.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Hortaliças:</h4>
<p style="text-align: justify;"><strong>Altamente benéficos:</strong><br />
Aipo / suco, alho, batata doce, berinjela, beterraba, brócolis, broto de alfafa, cenoura / suco, cogumelo maitake, couve, couve flor, dente de leão, folha de beterraba, inhame, mandioquinha, folha da mostarda, pepino, repolho / suco e salsa.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Neutros:</strong><br />
Abóbora moranga, abóbora de todos os tipos, abobrinha, acelga, agrião, alface de todos os tipos, alga marinha, alho poró, aspargo, azeitona grega / verde / espanhola, batata inglesa, broto de bambu, cebola de todos os tipos, cebolinha verde, cenoura, chicória, chucrute, coentro, cogumelo enoki, couve de Bruxelas, couve nabo (rutabaga), couve rábano, echalote, endívia, erva doce, ervilha verde e de vagem, escarola, gengibre, nabo, pimenta da Jamaica, quiabo, raiz forte, repolho chinês (bok choy), rúcula, suco de pepino tomate / suco.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Nocivos:</strong><br />
Alcachofra, babosa / chá / suco / folha, brotos de feijão, brotos de rabanete, azeitona preta, cogumelo shiitake, rabanete, milho, picles de todos os tipos, pimenta e pimentão de todos os tipos.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Frutas:</h4>
<p style="text-align: justify;"><strong>Altamente benéficos na dieta do tipo sanguíneo AB:</strong><br />
Abacaxi, ameixa, cereja, figo fresco ou desidratado, framboesa, grapefruit, groselha, kiwi, suco de limão, melancia, suco de arando e uva de todos os tipos.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Neutros:</strong><br />
Ameixa seca / suco, amora, banana da terra, cidra de maça / suco, damasco / suco, fruta pão, groselha preta / vermelha, lima / suco, melão amarelo e verde (pele de sapo), melão cantalupo, mirtilo, morango, nectarina / suco, papaia, pêra asiática, pêra / suco, pêssego, sabugueiro, suco de abacaxi, suco de amora preta, suco de grapefruit, tâmara de todos os tipos, tangerina, suco e uva passa.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Nocivos:</strong><br />
Abacate, banana, caqui, carambola, coco, goiaba / suco, laranja, manga / sugo, marmelo e romã.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Temperos:</h4>
<p style="text-align: justify;"><strong>Altamente benéficos na dieta do tipo sanguíneo AB:</strong><br />
Alho, curry, missô, raiz forte e salsa.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Neutros:</strong><br />
Açafrão, açúcar branco ou mascavo, ágar, alcaparra, alecrim, alfarroba, alga, araruta, baunilha, bergamota, canela, cardamomo, cebolinha, cerefólio, chili em pó, chocolate, coentro, cominho, cravo, cremor de tártaro, cúrcuma, endro, estragão, fermento, gualtéria, hortelã, hortelã pimenta, junípero, louro, macis, manjericão, manjerona, mel, melado, molho de soja, molho de tamari, mostarda em pó, noz moscada, páprica, pectina de maça, raiz de alcaçuz, sal marinho, sálvia, segurelha, sena, tamarindo, tomilho, xarope de arroz e xarope de bordo.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Nocivos:</strong><br />
Aniz, aspartame, carragena, dextrose, extrato de amêndoas, frutose, gelatina comum, gomas guar, guaraná, maisena, malte de cevada, pimenta de todos os tipos, pimenta da Jamaica, tapioca, vinagre de todos os tipos e xarope de milho.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Condimentos:</h4>
<p style="text-align: justify;"><strong>Altamente benéficos:</strong><br />
Nenhum.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Neutros:</strong><br />
Geléia ou gelatina de frutas recomendadas, molho de salada com ingredientes recomendados.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Nocivos:</strong><br />
Ketchup, molho inglês, picles e picles em conserva.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Ervas e Chás:</h4>
<p style="text-align: justify;"><strong>Altamente benéficos:</strong><br />
Alfafa, bardana, camomila, equinácea, folha de morango, gengibre, ginseng, pilriteiro, raiz de alcaçuz e fruto da roseira.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Neutros:</strong><br />
Amora, bétula branca, caiena, casca de carvalho branco, dente de leão, dong quai, erva de são João, folha de framboesa, gatária, hidraste, hortelã, hortelã pimenta, marroio branco, milefólio, morrião branco, sabugueiro, salsa, salsaparrilha, sálvia, tomilho, valeriana e verbena.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Nocivos:</strong><br />
Babosa, barba de milho, bolsa de pastor, feno grego, genciana, lúpulo, ruibarbo, sena, tília, trevo dos prados, tussilagem e verbasco.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Bebidas:</h4>
<p style="text-align: justify;"><strong>Altamente benéficos:</strong><br />
Chá verde e vinho tinto.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Neutros:</strong><br />
Água mineral gasosa, cerveja e vinho branco.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Nocivos:</strong><br />
Bebidas destiladas, café, descafeinado, chá preto, descafeinado e  refrigerante de todos os tipos.</p>
<h4 style="text-align: justify;"><strong><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-4414 alignleft" src="https://ahau.org/wp-content/uploads/2012/02/tipo_ab.jpg" alt="dieta-do-tipo-sanguineo-ab" width="427" height="237" srcset="https://ahau.org/wp-content/uploads/2012/02/tipo_ab.jpg 900w, https://ahau.org/wp-content/uploads/2012/02/tipo_ab-300x167.jpg 300w, https://ahau.org/wp-content/uploads/2012/02/tipo_ab-768x427.jpg 768w" sizes="(max-width: 427px) 100vw, 427px" /></strong>Estratégias da dieta do tipo sanguíneo AB:</h4>
<p style="text-align: justify;"><strong>Artrite:</strong> Alfafa, banho de sal de Epsom (sulfato de magnésio), cálcio e macerado de chá de alecrim.<br />
<strong>Cólicas e gases:</strong> Chá de camomila, chá de funcho, chá de hortelã pimenta, gengibre e suplemento probiótico com fator bifidus.<br />
<strong>Cólicas menstruais:</strong> Corniso jamaicano.<br />
<strong>Congestão:</strong> Chá de alcaçuz, urtiga, verbasco e verbena.<br />
<strong>Constipação:</strong> Casca de lariço (arvore), fibras e psyllium.<br />
<strong>Diarréia:</strong> Folha de framboesa, L. acidophilus (cultura de iogurte), mirtilo e sabugueiro.<br />
<strong>Cabeça, dor:</strong> Camomila, casca de salgueiro, matricária e valeriana.<br />
<strong>Dor de dente:</strong> Massagem na gengiva com alho amassado e massagem na gengiva com óleo de cravo.<br />
<strong>Garganta, dor:</strong> Gargarejo de chá de raiz de hidraste com sálvia.<br />
<strong>Dor de ouvido:</strong> Gotas de alho-verbasco-azeite.<br />
<strong>Febre:</strong> Casca de salgueiro branco, gatária, matricária, e verbena.<br />
<strong>Gripe:</strong> Alho, arabinogalactan, chá de rosa, equinácea, hidraste e sabugueiro (prevenção).<br />
<strong>Indigestão e azia:</strong> Bromelina, gengibre, hidraste e hortelã pimenta.<br />
<strong>Náuseas:</strong> Chá de raiz de alcaçuz, gengibre e pimenta caiena.<br />
<strong>Sinusite:</strong> Tomilho.<br />
<strong>Tosse:</strong> Marroio branco, tília e unha de cavalo.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Bibliografias:</h4>
<p style="text-align: justify;"><strong>Torna-se indispensável à leitura dos seguintes livros:</strong></p>
<p style="text-align: justify;">1.    A Dieta do Tipo Sanguíneo.<br />
Autor: Peter J. D’Adamo.<br />
Editora: Campus.</p>
<p style="text-align: justify;">2.    A Dieta do seu Tipo Sanguíneo.<br />
Autores: Peter J. D’Adamo com Catherine Whitney.<br />
Editora: Campus.</p><p>The post <a href="https://ahau.org/dieta-do-tipo-sanguineo-ab/">Dieta do Tipo Sanguineo AB</a> first appeared on <a href="https://ahau.org">Instituto Ahau - Terapeutas Especializados</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Dieta do Tipo Sanguineo B</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luiz Terapeuta]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Feb 2012 00:46:43 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Dieta do Tipo Sanguíneo B &#8211; O Nômade Equilibrado – Flexível – Criativo •    Pontos fortes: Sistema imunológico forte. Adaptação versátil às mudanças no ambiente e na alimentação. Sistema nervoso equilibrado. •    Pontos Fracos: Nenhum ponto fraco natural.  Desequilíbrio causa tendência a doenças auto-imunes e raras, vírus de lento crescimento. •    Riscos médicos: Diabetes [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><b>Dieta do Tipo Sanguíneo B &#8211; O Nômade</b></p>
<p style="text-align: justify;">Equilibrado – Flexível – Criativo</p>
<p style="text-align: justify;">•    <strong>Pontos fortes:</strong> Sistema imunológico forte. Adaptação versátil às mudanças no ambiente e na alimentação. Sistema nervoso equilibrado.<br />
•    <strong>Pontos Fracos:</strong> Nenhum ponto fraco natural.  Desequilíbrio causa tendência a doenças auto-imunes e raras, vírus de lento crescimento.<br />
•    <strong>Riscos médicos:</strong> Diabetes do tipo I. Síndrome da fadiga crônica. Doenças auto-imunes, doença de Lou Gehrig, lúpus e esclerose múltipla.<br />
•    <strong>Perfil alimentar:</strong> Equilibrado, onívoro, carne, laticínios, hortaliças e frutas.<br />
•   <strong>Segredo para o emagrecimento: Evitar:</strong> Frango, milho, lentilha, amendoim, semente de gergelim, trigo sarraceno, trigo. Usar: Folhas, ovos, fígado e alcaçuz (chá).<br />
•  <strong>  Suplementos:</strong> Magnésio, alcaçuz, ginkgo biloba e lectina.<br />
•    <strong>Programa de exercícios:</strong> Exercícios físicos moderados, com um componente mental, como caminhada, ciclismo, tênis e natação.</p>
<h4 style="text-align: justify;">A Dieta do Tipo Sanguíneo B</h4>
<h4 style="text-align: justify;">Carnes e Aves</h4>
<p style="text-align: justify;"><strong>Altamente benéficos:</strong><br />
Bode, carneiro, coelho e cordeiro.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Neutros:</strong><br />
Avestruz, boi, búfalo, faisão, fígado, peru, vitela.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Nocivos:</strong><br />
Bacon, cavalo, codorna, coração, frango, galinha d’ angola, galo selvagem, ganso, pato, perdiz, pombo, porco, presunto e tartaruga.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Frutos do Mar:</h4>
<p style="text-align: justify;"><strong>Altamente benéficos:</strong><br />
Bacalhau, badejo, cavala, caviar, corvina, esturjão, garoupa, hadoque, halibute, linguado, linguado gigante, Lúcio, Lúcio novo, merluza, pargo, perca (oceano), salmão e sardinha.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Neutros:</strong><br />
Anchova, arenque (em conserva),  arenque fresco, atum, bacalhau novo,  bagre, cação, carpa, espadarte, haliote, linguado cinzento, lula, pampo, perca prateada, pescada merlonga, pescadinha, piraúna, savelha, tainha, tilápia, tubarão, vermelho e Vieira.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Nocivos:</strong><br />
Barracuda, beluga, búzio, camarão, caranguejo, enguia, escargot, lagosta, lagostim, manjuba, marisco, mexilhão, olhete, ostra, pescada polaca, polvo, rã, salmão defumado, siri, tartaruga e trutas de todos os tipos.</p>
<h4 style="text-align: justify;"><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Antígeno">Laticínios</a> e Ovos:</h4>
<p style="text-align: justify;"><strong>Altamente benéficos na dieta do tipo sanguíneo B:</strong><br />
Iogurte, leite de cabra, leite de vaca, quefir, queijo cottage, queijo de leite de cabra, queijo feta, queijo minas, queijo mussarela e ricota.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Neutros:</strong><br />
Caseína, creme de leite, leitelho, manteiga, manteiga cremosa de búfala, ovo de galinha, queijo brie, queijo camembert, queijo cheddar, queijo colby, queijo edam, queijo emmenthal, queijo gouda, queijo gruyère, queijo muenster, queijo parmesão, queijo provolone, queijo suíço, requeijão, sorbet de frutas e soro de leite.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Nocivos:</strong><br />
American cheese, blue cheese, ovos de pato, ganso e codorna, queijo de cavalo e sorvete.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Óleos e Gorduras:</h4>
<p style="text-align: justify;"><strong>Altamente benéficos:</strong><br />
Azeite de oliva extra virgem.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Neutros:</strong><br />
Óleo de amêndoa, óleo de fígado de bacalhau, óleo de germe de trigo, óleo de groselha negra, óleo de linhaça, óleo de nozes e óleo de prímula.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Nocivos:</strong><br />
Óleo de açafrão, óleo de amendoim, óleo de canola, óleo de caroço de algodão, óleo de coco, óleo de gergelim, óleo de girassol, óleo de milho, óleo de rícino e óleo de soja.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Nozes e Sementes:</h4>
<p style="text-align: justify;"><strong>Altamente benéficos na dieta do tipo sanguíneo B:</strong><br />
Noz preta.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Neutros:</strong><br />
Amêndoa, castanha, castanha do pará, faia, lichia, macadâmia, nozes, noz manteiga, pasta de amêndoa, pecã e semente de linhaça.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Nocivos:</strong><br />
Amendoim, avelã, castanha de caju, manteiga de semente de girassol, pasta de amendoim, pasta de gergelim (tahini), pinhão, pistache, semente de abóbora, semente de gergelim, semente de girassol e semente de papoula.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Feijões e Leguminosas:</h4>
<p style="text-align: justify;"><strong>Altamente benéficos:</strong><br />
Feijão de marinheiro branco, feijão mulatinho e feijão manteiga.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Neutros:</strong><br />
Ervilha, favas, feijão branco, feijão de corda, feijão jicama, feijão vermelho e vagem.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Nocivos:</strong><br />
Brotos de feijão, feijão azuki, feijão de soja, feijão fradinho, feijão preto, feijão rajadinho, feijão roxinho, flocos de soja, grânulos de soja, grão de bico, leite de soja, lentilha, missô, soja de todas as formas, tempé e tofú.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Cereais, Pães e Massas:</h4>
<p style="text-align: justify;"><strong>Altamente benéficos na dieta do tipo sanguíneo B:</strong><br />
Bolo de arroz, espelta integral, farelo de arroz, farelo de aveia, leite de arroz, mingau de aveia, painço e pão de trigo germinado (pão dos essênios).</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Neutros:</strong><br />
Arroz branco / integral / basmati, cevada, creme de arroz, farinha de arroz, granola, massa de espinafre, pão de arroz, pão de farinha de soja, pão de trigo germinado 100%, pão sem glúten, produtos a base de espelta, quinoa, trigo (produtos de semolina), trigo (produtos de trigo branco) e trigo refinado.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Nocivos:</strong><br />
Amaranto, arroz selvagem, centeio, cevada, farelo e trigo, farinha de centeio, farinha de glúten, flocos de milho, fubá, germe de trigo, kamut, massa de alcachofra pura, milho, pão de centeio 100%, pão de sete grãos, sêmola, sorgo, tapioca, teff (cereal africano), trigo (produtos de farinha de glúten), trigo (produtos de trigo integral) e trigo sarraceno /kasha / soba.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Hortaliças:</h4>
<p style="text-align: justify;"><strong>Altamente benéficos:</strong><br />
Batata doce, berinjela, beterraba, brócolis, cenoura, cogumelo (shiitake), couve, couve de Bruxelas, couve flor, folhas de beterraba, gengibre, inhame, mandioquinha, folha da mostarda, pimentão todos os tipos, repolho de todos os tipos e salsa.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Neutros:</strong><br />
Abóbora de todos os tipos exceto moranga, acelga, agrião, aipo, alface todos os tipos, alga marinha, alho, alho poró, aspargo, batata, broto da batata, broto de bambu, cebola todos os tipos, cebolinha, cerefólio, chicória, chucrute, coentro, cogumelo (enoki, maitake e portobello), cominho, couve nabo (rutabago), dente de leão, echalote, endro, endívia, ervilha, escarola, espinafre, funcho, nabo, pepino, picles de todos os tipos, pimenta chili, pimenta da Jamaica, quiabo, raiz forte, repolho chinês (bok choy), rúcula, suco de cenoura e vagem.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Nocivos:</strong><br />
Abóbora moranga, alcachofra, azeitona de todos os tipos, milho, rabanete, ruibarbo e tomate.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Frutas:</h4>
<p style="text-align: justify;"><strong>Altamente benéficos:</strong><br />
Abacaxi, ameixa de todos os tipos, arando, banana, melancia, papaia e uva de todos os tipos.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Neutros:</strong><br />
Ameixa seca, amora, amora preta, banana da terra, cereja de todos os tipos, damasco, figo fresco ou desidratado, framboesa, fruta pão, goiaba, grapefruit, groselha, kiwi, limão, laranja, lima, maça cidra, manga, marmelo, melão, mirtilo, morango, nectarina, passa de Corinto, pêra, pêra asiática, pêssego, sagu, tâmara, tangerina e uva passa.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Nocivos:</strong><br />
Abacate, caqui, carambola, coco, leite de coco e romã.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Temperos:</h4>
<p style="text-align: justify;"><strong>Altamente benéficos na dieta do tipo sanguíneo B:</strong><br />
Curry, gengibre, melado, pimenta caiena, raiz forte e salsa.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Neutros:</strong><br />
Açafrão, açúcar branco ou mascavo, ágar, alcaparra, alecrim, alfarroba, alho, anis, araruta, baunilha, bergamota (tangerina), cardamomo, cebolinha, cerefólio, chili pó, chocolate, coentro, cominho, cravo, cremor de tártaro, cúrcuma, endro, fermento, frutose, gomas (goma arábica), hortelã, levedo, louro, macis, maltodextrina, manjericão, mel, mostarda, noz moscada, orégano, páprica, pectina de maça, pimenta da Jamaica, sal marinho, sálvia, segurelha, tamarindo, tomilho, vinagre de todos os tipos, xarope de arroz e xarope de bordo.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Nocivos:</strong><br />
Extrato de amêndoa, aspartame, canela, carragena, estévia, gelatina, glutamato Monossódico, gomas, guaraná, junípero, maisena, malte de cevada, maltodextrina, missô, molho de soja, pimenta branca, pimenta do reino, tapioca e xarope de milho.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Condimentos:</h4>
<p style="text-align: justify;"><strong>Altamente benéficos:</strong><br />
Nenhum.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Neutros:</strong><br />
Geleia e gelatina das frutas recomendadas, maionese, molho para salada, mostarda e picles de todos os tipos.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Nocivos:</strong><br />
Ketchup e molho inglês.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Ervas e chás:</h4>
<p style="text-align: justify;"><strong>Altamente benéficos:</strong><br />
Alcaçuz, framboesa, fruto da roseira, gengibre, ginseng, hortelã pimenta, salsa e sálvia.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Neutros:</strong><br />
Alfafa, amora, bardana, bétula, caiena, camomila, casca de carvalho branco, dente de leão, dong quai, equinácea, erva de são joão, folha de morango, gatária, hidraste, hortelã, milefólio, pilriteiro, raiz de alcaçuz, sabugueiro, salsaparrilha, tomilho, valeriana e verbena.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Nocivos:</strong><br />
Babosa, bolsa de pastor, cabelo de milho, escutelária, feno grego, genciana, lúpulo, ruibarbo, sena tília, trevo vermelho, tussilagem e verbasco.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Bebidas:</h4>
<p style="text-align: justify;"><strong>Altamente benéficos:</strong><br />
Chá verde.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Neutros:</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Café comum, descafeinado, chá preto, descafeinado, cerveja e vinho tinto ou branco.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Nocivos:</strong><br />
Água mineral gasosa, bebidas destiladas e refrigerante de todos os tipos.</p>
<h4 style="text-align: justify;"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-4416 alignleft" src="https://ahau.org/wp-content/uploads/2012/02/tipo_B.jpg" alt="dieta-do-tipo-sanguíneo-b" width="439" height="244" srcset="https://ahau.org/wp-content/uploads/2012/02/tipo_B.jpg 900w, https://ahau.org/wp-content/uploads/2012/02/tipo_B-300x167.jpg 300w, https://ahau.org/wp-content/uploads/2012/02/tipo_B-768x427.jpg 768w" sizes="(max-width: 439px) 100vw, 439px" /><a href="https://ahau.org/team/luiz-sequeira-0-html/">Estratégias</a> na dieta do tipo sanguíneo B:</h4>
<p style="text-align: justify;"><strong>Artrite:</strong> Alfafa, banho de sal de Epsom (sulfato de magnésio), boswella, cálcio e macerado de chá de alecrim.<br />
<strong>Cólicas e gases:</strong> Chá de camomila, chá de erva doce, chá de hortelã, gengibre e suplemento probiótico com fator bifidus.<br />
<strong>Cólicas menstruais:</strong> Corniso jamaicano.<br />
<strong>Congestão:</strong> Chá de alcaçuz, urtiga e verbena.<br />
<strong>Constipação:</strong> Casca de lariço (árvore), fibras e psyllium.<br />
<strong>Diarréia:</strong> Folha de framboesa, L. acidophilus (cultura de iogurte), mirtilo e sabugueiro.<br />
<strong>Dor de cabeça:</strong> Camomila, casca de sabugueiro branco, damiana, matricária e valeriana.<br />
<strong>Dor de dente:</strong> Massagem na gengiva com alho amassado e massagem na gengiva com óleo de cravo.<br />
<strong>Ouvido, dor:</strong> Gotas de alho-verbasco-azeite.<br />
<strong>Febre:</strong> Casca de salgueiro branco, gatária, matricária e verbena.<br />
<strong>Gripe:</strong> Alho, arabinogalactan e chá do fruto da roseira.<br />
<strong>Indigestão e azia:</strong> Bromelaína, gengibre, genciana e hortelã pimenta.<br />
<strong>Náusea:</strong> Caiena, chá de raiz de alcaçuz e gengibre.<br />
<strong>Sinusite:</strong> Tomilho.<br />
<strong>Tosse:</strong> Marroio branco.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Bibliografias:</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Torna-se indispensável à leitura dos seguintes livros:</strong></p>
<p style="text-align: justify;">1.    A Dieta do Tipo Sanguíneo.<br />
Autor: Peter J. D’Adamo.<br />
Editora: Campus.</p>
<p style="text-align: justify;">2.    A Dieta do seu Tipo Sanguíneo.<br />
Autores: Peter J. D’Adamo com Catherine Whitney.<br />
Editora: Campus.</p><p>The post <a href="https://ahau.org/dieta-do-tipo-sanguineo-b/">Dieta do Tipo Sanguineo B</a> first appeared on <a href="https://ahau.org">Instituto Ahau - Terapeutas Especializados</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Dieta do Tipo Sanguineo A</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luiz Terapeuta]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Feb 2012 00:35:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Fique sabendo]]></category>
		<category><![CDATA[Vivendo Melhor]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
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		<category><![CDATA[anemia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Dieta do Tipo Sanguíneo A &#8211; O Cultivador &#8211; Vegetariano Sedentário &#8211; Cooperador – Metódico •    Pontos Fortes: Adapta-se bem à variedade alimentar e ambiental. O sistema preserva e metaboliza os nutrientes com eficiência. •    Pontos fracos: Não consegue digerir e metabolizar facilmente a proteína da carne. Sistema imunológico vulnerável, aberto a invasão de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><b>Dieta do Tipo Sanguíneo A &#8211; O Cultivador &#8211; Vegetariano</b></p>
<p style="text-align: justify;">Sedentário &#8211; Cooperador – Metódico</p>
<p style="text-align: justify;">•  <strong>  Pontos Fortes:</strong> Adapta-se bem à variedade alimentar e ambiental. O sistema preserva e metaboliza os nutrientes com eficiência.<br />
•    <strong>Pontos fracos:</strong> Não consegue digerir e metabolizar facilmente a proteína da carne. Sistema imunológico vulnerável, aberto a invasão de micróbios.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>     Riscos médicos:</strong> Doenças cardíacas, diabetes do tipo I e II, câncer, problemas de fígado e vesícula biliar.<br />
•    <strong>Perfil alimentar:</strong> Vegetariano, hortaliças, tofú (queijo de soja), frutos do mar, cereais, feijões, leguminosas e frutas.<br />
•    <strong>Segredos para o emagrecimento:</strong> Evitar: Carne, laticínios, feijão, feijão manteiga, trigo. Usar: Azeite extra virgem, alimentos a base de soja, frutos do mar, hortaliças e abacaxi.<br />
•    <strong>Suplementos:</strong> Vitamina B 12, ácido fólico, vitamina C, vitamina E, pilriterio, equinácea, quercetina e cardo mariano.<br />
•    <strong>Programa de exercícios:</strong> Exercícios relaxantes como yoga e tai chi chuan.</p>
<h4 style="text-align: justify;">A Dieta do Tipo Sanguíneo A</h4>
<h4 style="text-align: justify;">Carnes e Aves:</h4>
<p style="text-align: justify;"><strong>Altamente benéficos:</strong><br />
Nenhuma</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Neutros:</strong><br />
Avestruz, frango, galinha-d’angola, peru e pombo.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Nocivos:</strong><br />
Bacon, presunto, porco, bode, boi, búfalo, carneiro, cavalo, codorna, coelho, coração / vísceras, cordeiro, esquilo, faisão, fígado de boi, ganso, pato, perdiz, tartaruga, veado e vitela.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Frutos do Mar:</h4>
<p style="text-align: justify;"><strong>Altamente benéficos:</strong><br />
Bacalhau, carpa, cavala, escargot, Lúcio novo, perca (prateada, amarela), pescada merlonga, pescada polaca, salmão, sardinha, savelha, truta (rio e mar) e vermelho.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Neutros:</strong><br />
Atum, bacalhau fresco, cação, caranha, espardarte, esturjão, haliote, Lúcio, Lúcio gigante, olhete, ova de salmão, pampo, pargo, perca (oceano, branca), perca-do-mar, pescadinha, piraúna, tainha, tilápia, truta (riacho) e tubarão.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Nocivos na Dieta do Tipo Sanguíneo A:</strong><br />
Anchova, arenque, arenque em conserva, bagre, barracuda, beluga, búzio, camarão, caranguejo, caviar, enguia, esturjão-branco, garoupa, hadoque, halibute, lagosta, lagostim, linguado, linguado gigante, lula, marisco, merlúcio, mexilhões, moluscos, ostra, polvo, rã, siri e Vieira.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Laticínios e Ovos:</h4>
<p style="text-align: justify;"><strong>Altamente benéficos:</strong><br />
Nenhum</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Neutros:</strong><br />
Iogurte, leite de cabra, manteiga de leite de búfala, ovo de codorna, ovo de galinha, ovo de gansa, ovo de pata, quefir, queijo de leite de cabra, queijo feta, queijo mussarela e ricota.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Nocivos:</strong><br />
American cheese, blue cheese, caseína, leite de vaca, leite integral, leitelho, manteiga, queijo brie, queijo camembert, queijo cheddar, queijo colby, queijo cottage, queijo edam, queijo emmenthal, queijo gouda, queijo gruyère, queijo muenster, queijo parmesão, queijo provolone, queijo suíço, requeijão, sourbet de frutas, soro de leite e sorvete.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Óleos e Gorduras:</h4>
<p style="text-align: justify;"><strong>Altamente benéficos:</strong><br />
Azeite de oliva, óleo de groselha negra, óleo de linhaça, óleo de nozes.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Neutros:</strong><br />
Germe de trigo, óleo de açafrão, óleo de amêndoa, óleo de borragem, óleo de canola, óleo de fígado de bacalhau, óleo de gergelim, óleo de girassol, óleo de prímula e óleo de soja.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Nocivos:</strong><br />
Óleo de amendoim, óleo de caroço de algodão, óleo de coco, óleo de milho e óleo de rícino.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Nozes e Sementes:</h4>
<p style="text-align: justify;"><strong>Altamente benéficos:</strong><br />
Amendoim, noz preta, pasta de amendoim, semente de abóbora e semente de linhaça.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Neutros:</strong><br />
Açafrão, amêndoa, avelã, castanha, faia, leite de amêndoa, lichia, macadâmia, manteiga de nozes, noz comum, pasta de amêndoa, pasta de gergelim (tahini), pasta de girassol, pecã, pinhão, queijo de amêndoa, semente de gergelim, semente de girassol e sementes de papoula.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Nocivos:</strong><br />
Castanha de caju, castanha do pará e pistache.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Feijões e Leguminosas na Dieta do Tipo Sanguíneo A:</h4>
<p style="text-align: justify;"><strong>Altamente benéficos:</strong><br />
Feijão azuki, feijão fradinho, feijão preto, feijão de soja, guando, leite de soja, lentilha, missô, soja e derivados, tempé, tofú e vagem.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Neutros:</strong><br />
Broto de feijão, ervilha, fava, feijão branco, e feijão de corda.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Nocivos:</strong><br />
Feijão de marinheiro (branco), feijão manteiga, feijão mulatinho, grão de bico e tamarindo.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Cereais, pães e massas:</h4>
<p style="text-align: justify;"><strong>Altamente benéficos:</strong><br />
Amaranto, bolo de arroz, farelo de arroz, farinha de arroz, farinha de aveia, farinha de centeio, massa de alcachofra pura, pão de aveia 100%, pão de Ezequiel (trigo germinado 100%) e trigo sarraceno.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Neutros:</strong><br />
Arroz branco / integral / basmati / selvagem, aveia, bolo de milho, cevada, creme de arroz, espelta / produtos de espelta, farelo de arroz, farinha de glúten, farinha de trigo integral, farinha de trigo refinada não clareada, flocos de milho, fubá, kamut, leite de arroz, milho, painço, pão de arroz, pão de centeio 100%, pão de trigo industrializado, pipoca, quinoa, sorgo, tapioca, trigo (produtos de farinha de glúten) e trigo (produtos de farinha de semolina).</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Nocivos:</strong><br />
Bolo inglês, creme de trigo, farelo de trigo, germe de trigo e Matzo (pão judaico).</p>
<h4 style="text-align: justify;">Hortaliças na Dieta do Tipo Sanguíneo A:</h4>
<p style="text-align: justify;"><strong>Altamente benéficos:</strong><br />
Abóbora moranga, acelga, aipo / suco de aipo, alcachofra, alface romana, alho, alho poró, babosa (planta, suco), brócolis, broto de alfafa, cebola (verde, roxa, branca), cenoura (suco de cenoura),  chicória, cogumelo maitake, couve, couve rábano, dente de leão, escarola, espinafre (suco), folhas de beterraba, funcho, gengibre, mandioquinha, nabo, quiabo, raiz forte e salsa.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Neutros:</strong><br />
Abacate, abóbora (exceto abóbora jerimu), abobrinha, agrião, alface, alga marinha, aspargo, azeitona verde, beterraba (suco), broto de bambu, castanha d’água, cebolinha, cogumelo em geral (exceto maitalce), couve de Bruxelas, couve flor, couve nabo (rutabaga), endívia, ervilha, fúcus (algas), milho, mostarda (folha), pepino (suco), picles (em salmoura), pimentão, rabanete, repolho chinês (bok choy), rúcula, sena e suco de repolho.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Nocivos:</strong><br />
Azeitona (preta / grega / espanhola), batata doce, batata todos os tipos, berinjela, chucrute, cogumelo shiitake, inhame, iuca, junípero (zimbro), picles no vinagre, pimenta todos os tipos, repolho não o suco, ruibarbo e tomate /suco.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Frutas:</h4>
<p style="text-align: justify;"><strong>Altamente benéficos:</strong><br />
Abacaxi, ameixa seca, ameixa (todos os tipos), amora preta, cereja de todos os tipos, damasco, figo fresco ou desidratado, grapefruit, lima, limão, mirtilo e suco de cereja preta.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Neutros:</strong><br />
Abacate, arando, baga, caqui, carambola, framboesa, fruta pão, goiaba, groselha preta ou vermelha, kiwi, maça / cidra de maça e marmelo, melancia, pêra asiática, pêssego, romã, tâmara, uva de todos os tipos e uva passa.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Nocivos:</strong><br />
Banana, banana terra, coco, leite de coco, laranja, manga, tangerina e papaia.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Temperos:</h4>
<p style="text-align: justify;"><strong>Altamente benéficos:</strong><br />
Alho, cúrcuma, gengibre, malte de cevada, melado, missô, molho de soja, raiz forte, salsa e tamari.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Neutros:</strong><br />
Açafrão, açúcar branco ou mascavo, agar, alecrim, alfarroba, araruta, baunilha, bergamota, bordo, canela, cardamomo, cebolinha, cerefólio, chocolate, coentro, cominho, cravo da índia cremor de tártaro, curry, dextrose, endro, estévia, estragão, extrato de amêndoas, fermento, funcho, glicose, guaraná, hortelã, junípero (zimbo), louro, macis, maisena, manjericão, manjerona, mel, mostarda em pó, noz moscada, orégano, páprica, pectina de maça, pimenta, pimenta da Jamaica, raiz de alcaçuz, sal marinho, sálvia, segurelha, tamarindo, tapioca, tomilho, xarope de arroz, xarope de arroz integral e xarope de milho.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Nocivos:</strong><br />
Alcaparra, aspartame, carragena, chili em pó, gelatina comum, glutamato monossódico, gomas guar (goma arábica), gualtéria, pimenta branca, pimenta do reino e todos os tipos de vinagre.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Condimentos na Dieta do Tipo Sanguíneo A:</h4>
<p style="text-align: justify;"><strong>Altamente benéficos:</strong><br />
Mostarda (sem trigo nem vinagre).</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Neutros:</strong><br />
Geléia, ou gelatina (das frutas recomendadas), mostarda (preparada com vinagre) e molho para salada (light, com ingredientes recomendados).</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Nocivos:</strong><br />
Hortaliças e frutas conservadas no vinagre, molho inglês, picles, ketchup, maionese e picles em salmoura.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Ervas e chás:</h4>
<p style="text-align: justify;">Altamente benéficos:<br />
Alfafa, babosa, bardana, camomila, cardo mariano, dente de leão, equinácea, erva de são João, feno grego, fruto da roseira, genciana, ginko biloba, ginseng, lariço, manjericão, pilriterio e valeriana.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Neutros:</strong><br />
Amora, bétula, bolsa do pastor, casca de carvalho branco, dong quai, folha da framboesa, folha do morango, hidraste (gargarejo ou uso tópico), hortelã pimenta, lúpulo, marroio branco, milefólio, morrião branco, pimenta, raiz de alcaçuz, sabugueiro, salsaparrilha, sálvia, sena, tília, tomilho, verbasco e verbena.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Evitar:</strong><br />
Cabelo de milho, caiena, confrei, gataria, ruibarbo, sassafrás e trevo vermelho.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Bebidas:</h4>
<p style="text-align: justify;"><strong>Altamente benéficas:</strong><br />
Café comum ou descafeinado, vinho tinto e chá verde.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Neutros:</strong><br />
Vinho branco.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Antígeno">Nocivos</a>:</strong><br />
Água mineral com gás, bebidas destiladas, cerveja, chá preto comum ou descafeinado e refrigerante de todos os tipos.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-4417 alignleft" src="https://ahau.org/wp-content/uploads/2012/02/tipo_a.jpg" alt="dieta-do-tipo-sanguineo-a" width="445" height="247" srcset="https://ahau.org/wp-content/uploads/2012/02/tipo_a.jpg 900w, https://ahau.org/wp-content/uploads/2012/02/tipo_a-300x167.jpg 300w, https://ahau.org/wp-content/uploads/2012/02/tipo_a-768x427.jpg 768w" sizes="(max-width: 445px) 100vw, 445px" /><a href="https://ahau.org/team/luiz-sequeira-0-html/">Estratégias na Dieta do Tipo sanguíneo A </a>:</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Artrite:</strong> Alfafa banho e sal de Epsom (sulfato de magnésio), cálcio e macerado de chá de alecrim.<br />
<strong>Cólicas e gases:</strong> chá de camomila, chá de funcho, chá de hortelã pimenta, gengibre e suplemento probiótico com fator bifidus.<br />
<strong>Cólicas menstruais:</strong> Alteia preta e corniso jamaicano.<br />
<strong>Congestão:</strong> Chá de alcaçuz, urtiga, verbasco e verbena.<br />
<strong>Constipação:</strong> Casca de lariço (árvore), fibras, psyllium e suco de babosa.<br />
<b>Diarreia:</b> Folha de framboesa, L. acidophilus (cultura de iogurte), mirtilo s sabugueiro.<br />
<strong>Cabeça, dor:</strong> Camomila, casca de salgueiro branco, damiana, matricária e valeriana.<br />
<strong>Dor de dente:</strong> Massagem na gengiva com alho amassado e massagem na gengiva com óleo de cravo.<br />
<strong>Garganta, dor:</strong> Gargarejo com chá de feno grego e gargarejo com chá de hidrate com sálvia.<br />
<strong>Dor de ouvido:</strong> Gotas de alho-verbasco-azeite.<br />
<strong>Febre:</strong> Casca do salgueiro branco, matricária e verbena.<br />
<strong>Gripe:</strong> Alho, arabinogalactan, chá do fruto da roseira, equinácea, hidraste e sabugueiro (prevenção).<br />
<strong>Indigestão, azia:</strong> Bromelina, genciana, gengibre, hidraste e hortelã pimenta.<br />
<strong>Náusea:</strong> Chá de raiz de alcaçuz e gengibre.<br />
<strong>Sintomas de menopausa:</strong> Fitoestrogênios derivados de inhame selvagem, alfafa e soja (evite fazer reposição de estrogênio convencional devido ao risco de câncer).<br />
<strong>Sinusite:</strong> Feno grego e tomilho.<br />
<strong>Tosse:</strong> Marroio branco, tília e tussilagem.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Bibliografias:</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Torna-se indispensável à leitura dos seguintes livros:</strong></p>
<p style="text-align: justify;">1.    A Dieta do Tipo Sanguíneo.<br />
Autor: Peter J. D’Adamo.<br />
Editora: Campus.</p>
<p style="text-align: justify;">2.    A Dieta do seu Tipo Sanguíneo.<br />
Autores: Peter J. D’Adamo com Catherine Whitney.<br />
Editora: Campus.</p><p>The post <a href="https://ahau.org/dieta-do-tipo-sanguineo-a/">Dieta do Tipo Sanguineo A</a> first appeared on <a href="https://ahau.org">Instituto Ahau - Terapeutas Especializados</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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