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		<title>Orégano mata células de câncer de próstata</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luiz Terapeuta]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Apr 2012 15:23:57 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Pizza com ou sem orégano? A partir de hoje, aposto que muitos homens vão fazer questão de comer esse tempero. Orégano mata células de câncer de próstata. Pesquisadores da Universidade de Long Island, nos Estados Unidos, descobriram que essa erva amplamente empregada na cozinha do Mediterrâneo pode ser utilizada para ajudar a tratar o câncer [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Pizza com ou sem orégano? A partir de hoje, aposto que muitos homens vão fazer questão de comer esse tempero. Orégano mata células de câncer de próstata.</p>
<p style="text-align: justify;">Pesquisadores da Universidade de Long Island, nos Estados Unidos, descobriram que essa erva amplamente empregada na cozinha do Mediterrâneo pode ser utilizada para ajudar a tratar o câncer de próstata.</p>
<p style="text-align: justify;"><img fetchpriority="high" decoding="async" class=" wp-image-4777 alignleft" src="https://ahau.org/wp-content/uploads/2012/04/oregano-mata-celulas-de-cancer-de-prostata.jpg" alt="oregano-mata-celulas-de-cancer-de-prostata" width="502" height="251" srcset="https://ahau.org/wp-content/uploads/2012/04/oregano-mata-celulas-de-cancer-de-prostata.jpg 600w, https://ahau.org/wp-content/uploads/2012/04/oregano-mata-celulas-de-cancer-de-prostata-300x150.jpg 300w" sizes="(max-width: 502px) 100vw, 502px" />No Brasil, de acordo com o Instituto Nacional de Câncer (Inca), o câncer de próstata é o segundo mais comum entre homens – atrás apenas do câncer de pele não melanoma. Em valores absolutos, é o sexto tipo mais comum no mundo, o que representa cerca de 10% dos casos totais de cânceres. Só neste ano, estima-se que sejam diagnosticados mais de 60 mil novos casos de câncer de próstata. E vale ressaltar que sua taxa de incidência é seis vezes maior nos países desenvolvidos que nos países em desenvolvimento.</p>
<p style="text-align: justify;">Entre as opções de tratamento, merecem destaque as cirurgias, quimioterapias, terapias hormonais e terapias imunes. Mas, infelizmente, todos esses tratamentos estão associados a complicações ou a efeitos colaterais graves.</p>
<p style="text-align: justify;">Orégano mata células de câncer de próstata, coordenadora da pesquisa, a médica Supriya Bavadekar testou um dos componentes do orégano – a substância carvacrol – em células cancerosas de próstata. Resultado: o carvacrol induziu <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Apoptose">apoptose</a> (termo científico para morte celular programada, que é um tipo de autodestruição celular ordenada) <a href="https://ahau.org/alimentos-que-combatem-o-cancer-de-mama/">nas células doentes</a>.</p>
<p style="text-align: justify;">Agora, Bavadekar tentará entender como a substância faz isso. “Sabíamos que o orégano possuía propriedades antibacterianas e anti-inflamatórias, mas seus efeitos sobre células cancerosas eleva seu status”, conta a médica.</p>
<p>Orégano mata células de câncer de próstata.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: http://www.sciencedaily.com/releases/2012/04/120424162224.htm</p><p>The post <a href="https://ahau.org/oregano-mata-celulas-de-cancer-de-prostata/">Orégano mata células de câncer de próstata</a> first appeared on <a href="https://ahau.org">Instituto Ahau - Terapeutas Especializados</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Metais tóxicos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luiz Terapeuta]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Mar 2012 19:31:58 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Médicos e terapeutas que atuam na prática ortomolecular são sinônimo de: “Buscadores de metais tóxicos”. Talvez porque uma das nossas habilidades seja justamente essa: a de pesquisar metais tóxicos através do exame do cabelo (mineralograma capilar, para ler mais sobre o exame clique aqui). Mas afinal, o que são esses metais? Por que são tóxicos? [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Médicos e <a href="https://ahau.org/team/luiz-sequeira-0-html/">terapeutas</a> que atuam na prática ortomolecular são sinônimo de: “Buscadores de metais tóxicos”. Talvez porque uma das nossas habilidades seja justamente essa: a de pesquisar metais tóxicos através do exame do cabelo (mineralograma capilar, para ler mais sobre o exame clique aqui). Mas afinal, o que são esses metais? Por que são tóxicos? Quais os principais metais tóxicos e suas conseqüências para a saúde humana?</p>
<p style="text-align: justify;">Bem, talvez os metais sejam os agentes tóxicos mais estudados e conhecidos pelo homem. Acompanham o homem desde tempos remotos, não podem ser sintetizados (estão dispostos na natureza) e nem destruídos pelo homem. Com o advento da revolução industrial muitos deles começaram a ser mobilizados de suas fontes naturais e assim deslocados por todo globo. Ou seja, estão amplamente distribuídos na Terra (solo, água, ar, tintas, desodorantes, alimentos, fármacos, agrotóxicos).</p>
<p style="text-align: justify;">Sendo assim, a chance de contaminação é grande por metais tóxicos. Nos últimos 50 anos a exposição humana aos metais tóxicos cresceu vertiginosamente. A indústria petroquímica em especial trouxe vários benefícios (e também malefícios) para a humanidade. Um desses malefícios é o aumento da exposição dos metais tóxicos à saúde humana.</p>
<p style="text-align: justify;">Sabe-se que inúmeras são as vias metabólicas acometidas diante de uma contaminação, mas por terem uma característica de se acumularem, atrapalham principalmente as reações enzimáticas. Isso gera uma sintomatologia ampla e que muitas vezes passa despercebida pelos demais médicos.</p>
<p style="text-align: justify;">Os sistemas mais sensíveis à contaminação são: sistema nervoso (central e periférico), sistema gastrintestinal, cardiovascular, sistema renal e sistema hematopoiético.</p>
<p style="text-align: justify;">Antigamente acreditavam que apenas grandes doses dos metais tóxicos poderiam causar sintomatologia. Hoje a ciência mostra que doses mínimas de certos metais tóxicos já podem ter efeitos deletérios. Mas cada indivíduo responde de forma individual à contaminação. As conseqüências dependem do estado nutricional do paciente, do metabolismo e da capacidade de detoxificação. A retirada dependerá do metal em excesso, podendo ser utilizada a quelação Via oral (que age de forma lenta) ou endovenosa.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Os principais metais tóxicos encontrados nos mineralogramas são:</h4>
<p style="text-align: justify;">Arsênico, Chumbo, Cádmio, Mercúrio, Alumínio.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Alguns outros minerais são essenciais para a saúde humana porém podem agir como contaminantes ambientais:</h4>
<p style="text-align: justify;">Zinco, Ferro, Cobre, Cobalto, Manganês.</p>
<p style="text-align: justify;">Nos próximos parágrafos você saberá quais são alguns dos principais sintomas de intoxicação (aguda e/ou crônica) por metais tóxicos. Sempre que houver suspeita de intoxicação por metal tóxico, procure um médico que atue na prática ortomolecular. Provavelmente ele solicitará um mineralograma (exame que vê quase todos os minerais presentes no seu organismo, com base numa amostra de cabelo) e instituíra o tratamento correto.</p>
<h4 style="text-align: justify;">ARSÊNICO (As)</h4>
<h4 style="text-align: justify;">O que é e onde encontrar:</h4>
<p style="text-align: justify;">O arsênico é um metal de ocorrência natural, sólido, cristalino, de cor cinza-prateada. Exposto ao ar, perde o brilho e torna-se um sólido amorfo de cor preta.<br />
Esse metal é utilizado como agente de fusão para metais pesados, em processos de soldagens e na produção de cristais de silício e germânio;<br />
Produtos industriais: metais, tintas, corantes, cosméticos;<br />
Solo contaminado;<br />
Ar atmosférico com poluição industrial;<br />
Águas de fontes contaminadas;<br />
Vidros;<br />
Pinturas;<br />
Papel de parede;<br />
Produtos farmacêuticos;<br />
Peixes e crustáceos (na forma de arsenobetaína, que é uma forma atóxica);<br />
Algas marinhas e mariscos;<br />
Carnes de aves alimentadas por peixes,<br />
Cereais e arroz plantados em solo contaminado ou regados com água contaminada;<br />
Atividades vulcânicas;<br />
Cogumelos produzidos em solo contaminado;<br />
Fundição;<br />
Queima de carvão;<br />
Cigarro<br />
O arsênico é usado na fabricação de munição, ligas e placas de chumbo de baterias elétricas.<br />
Na forma de arsenito é usado como herbicida e como arsenato, é usado nos inseticidas.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Efeitos no organismo humano:</h4>
<p style="text-align: justify;">No homem produz efeitos nos sistemas respiratório, cardiovascular, nervoso e hematopoiético.<br />
No sistema respiratório ocorre irritação com danos nas mucosas nasais, laringe e brônquios. Exposições prolongadas podem provocar perfuração do septo nasal e rouquidão característica e, a longo prazo, insuficiência pulmonar, traqueobronquite e tosse crônica.<br />
No sistema cardiovascular são observadas lesões vasculares periféricas e alterações no eletrocardiograma.<br />
No sistema nervoso, as alterações observadas são sensoriais e polineuropatias, e no sistema hematopoiético observa-se leucopenia, efeitos cutâneos e hepáticos.<br />
Tem sido observada também a relação carcinogênica do arsênico com o câncer de pele e brônquios.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Quando suspeitar:</h4>
<p style="text-align: justify;">Astenias (fraquezas) inexplicáveis<br />
Nos distúrbios digestivos: diarreias, vômitos, náuseas, dor em queimação na boca e na garganta, dores abdominais;<br />
Nas dermatites;<br />
Hipotensão;<br />
Queda de cabelo ou quando o cabelo está seco, quebradiço e áspero;<br />
Anemias idiopática associada a déficit do sistema imunológico;<br />
Retardo do crescimento;<br />
Nas dores musculares;<br />
Neuropatia periférica;<br />
Insuficiência renal e/ou hepática sem causa detectável;<br />
Câncer de pele e/ou pulmão.</p>
<h4 style="text-align: justify;"><strong><img decoding="async" class=" wp-image-4791 alignleft" src="https://ahau.org/wp-content/uploads/2012/03/metais-toxicos.jpg" alt="metais-toxicos" width="495" height="393" srcset="https://ahau.org/wp-content/uploads/2012/03/metais-toxicos.jpg 600w, https://ahau.org/wp-content/uploads/2012/03/metais-toxicos-300x238.jpg 300w" sizes="(max-width: 495px) 100vw, 495px" /></strong>CHUMBO (Pb)</h4>
<h4 style="text-align: justify;">O que é e onde encontrar:</h4>
<p style="text-align: justify;"><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Chumbo">Há mais de 4.000 anos</a> o chumbo é utilizado sob várias formas, principalmente por ser uma fonte de prata. Antigamente, as minas de prata eram de galena (minério de chumbo), um metal dúctil, maleável, de cor prateada ou cinza-azulada, resistente à corrosão. Compostos de chumbo são absorvidos por via respiratória e cutânea. Os chumbos tetraetila e tetrametila também são absorvidos através da pele intacta, por serem lipossolúveis;<br />
Os principais usos estão relacionados às indústrias extrativa, petrolífera, de baterias, tintas e corantes, cerâmica, cabos, tubulações e munições;<br />
O chumbo pode ser incorporado ao cristal na fabricação de copos, jarras e outros utensílios, favorecendo o seu brilho e durabilidade;<br />
Também pode ser incorporado aos alimentos durante o processo de industrialização ou no preparo doméstico;<br />
Tintas com base de chumbo e tinturas de cabelo;<br />
Baterias;<br />
Cristais;<br />
Vidros;<br />
Tabaco;<br />
Agrotóxicos;<br />
Cremes dentais;<br />
Latas de alimentos seladas com solda de chumbo;<br />
Panelas elétricas;<br />
Poluição do ar atmosférico por chumbo industrial e por fumaça de automóveis;<br />
Inalação de gasolina;<br />
Produtos de vinil e porcelana;<br />
Água proveniente de canos de chumbo, de cobre ou com soldas de chumbo.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Efeitos no organismo humano:</h4>
<p style="text-align: justify;">O sistema nervoso, a medula óssea e os rins são considerados órgãos críticos para o chumbo, que interfere nos processos genéticos ou cromossômicos e produz alterações na estabilidade da cromatina em cobaias, inibindo reparo de DNA e agindo como promotor do câncer. Por isso está ligado ao câncer de pele e/ou pulmão.<br />
Seus efeitos no Sistema nervoso central (SNC) dependerá do tempo de exposição, da quantidade absorvida.</p>
<h4 style="text-align: justify;">As principais síndromes ligadas ao chumbo são:</h4>
<p style="text-align: justify;">Síndrome encéfalo-polineurítica (alterações sensoriais, perceptuais, e psicomotoras),<br />
Astênica Síndrome (fadiga, dor de cabeça, insônia, distúrbios durante o sono e dores musculares),<br />
Hematológica Síndrome  (anemia hipocrômica moderada e aumento de pontuações basófilas nos eritrócitos),<br />
Renal Síndrome (nefropatia não específica, proteinúria, aminoacidúria, uricacidúria, diminuição da depuração da uréia e do ácido úrico),<br />
Trato Gastrointestinal Síndrome (cólicas, anorexia, desconforto gástrico, constipação ou diarreia),<br />
Cardiovascular Síndrome (miocardite crônica, alterações no eletrocardiograma, hipotonia ou hipertonia, palidez facial ou retinal, arteriosclerose precoce com alterações Cerebrovasculares e hipertensão),<br />
Síndrome hepática (interferência de biotransformação).</p>
<h4 style="text-align: justify;">Quando suspeitar:</h4>
<p style="text-align: justify;">Adultos e crianças com déficit de aprendizagem: déficit de atenção;<br />
Crianças e adultos com desvio de comportamento: hiperatividade;<br />
Adultos e crianças com redução do QI;<br />
Crianças com retardado do desenvolvimento neuro-psico-motor;<br />
Alterações cerebrais em adultos como: as perturbações mentais e redução da capacidade de concentração;<br />
Cólicas gastrintestinais severas;<br />
Nas gengivas com coloração azulada e/ou com sangramentos;<br />
Fraqueza muscular idiopática e astenia intensa.<br />
Paralisia das extremidades;<br />
Redução da resposta do sistema imunológico; Osteoporose por preencher o espaço do cálcio no osso;<br />
Impotência sexual ou infertilidade;<br />
Presença de sabor metálico na boca;<br />
Na artrite;<br />
Alterações do sono tipo insônia</p>
<h4 style="text-align: justify;">CÁDMIO (Cd)</h4>
<h4 style="text-align: justify;">O que é e onde encontrar:</h4>
<p style="text-align: justify;">O cádmio é encontrado na natureza quase sempre junto com o zinco, em proporções que variam de 1:100 a 1:1000, na maioria dos minérios e solos;<br />
É um metal que pode ser dissolvido por soluções ácidas e pelo nitrato de amônio;<br />
Quando queimado ou aquecido, produz o óxido de cádmio, pó branco e amorfo ou na forma de cristais de cor vermelha ou marrom;<br />
É obtido como subproduto da refinação do zinco e de outros minérios, como chumbo-zinco e cobre-chumbo-zinco;<br />
O cádmio existente na atmosfera é precipitado e depositado no solo agrícola;<br />
Resíduos da fabricação de cimento, da queima de combustíveis fósseis e lixo urbano e de sedimentos de esgotos;<br />
Na agricultura, uma fonte direta de contaminação pelo cádmio é a utilização de fertilizantes fosfatados. Sabe-se que a captação de cádmio pelas plantas é maior quanto menor o pH do solo (solo do cerrado). Portanto as chuvas ácidas são um fator determinante no aumento da concentração do Cádmio nos produtos agrícolas;<br />
A água potável possui baixos teores de cádmio (cerca de 1 mg/L), o que é representativo para cada localidade;<br />
A galvanoplastia (processo eletrolítico que consiste em recobrir um metal com outro) é um dos processos industriais que mais utiliza o cádmio (entre 45 a 60% da quantidade produzida por ano);<br />
No cigarro e na fumaça do cigarro;<br />
Na indústria, o cádmio está presente no revestimento de metais, na fabricação de plásticos, nas tintas pra pintar plásticos;<br />
Esmaltes<br />
Tinturas têxteis;<br />
Baterias de Níquel-cádmio;<br />
Ar atmosférico com poluição industrial;<br />
Água armazenada em caixa galvanizada;<br />
Alimentos cultivados em solo contaminado e/ou irrigados com água contaminada.<br />
Varetas de reatores;<br />
Fabricação de tubos para TV.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Efeitos no organismo humano:</h4>
<p style="text-align: justify;">O cádmio é um elemento de vida biológica longa (10 a 30 anos) e de lenta excreção pelo organismo humano;<br />
O órgão alvo primário nas exposições ao cádmio a longo prazo é o rim;<br />
A principal forma de contaminação é por inalação;<br />
Os efeitos tóxicos provocados por ele compreendem principalmente distúrbios gastrointestinais, hepáticos (fígado), diminuição da absorção de cálcio, aumento da excreção do cálcio e depleção de zinco;<br />
A inalação de doses elevadas produz intoxicação aguda, caracterizada por pneumonite e edema pulmonar.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Quando suspeitar:</h4>
<p style="text-align: justify;">Dores articulares;<br />
Na alteração ou insuficiência renal com perda de proteínas (proteinúria);<br />
Alterações hepáticas;<br />
Na alteração da densitometria óssea, como a osteoporose e a osteomalácia por deficiência na absorção ou fixação do cálcio biodisponível nos alimentos;<br />
Nas alterações do trato gastrintestinal , como a diarreia e o vômito;<br />
Hipertensão arterial;<br />
Queda de cabelos;<br />
Pele escamosa;<br />
Perda do apetite;<br />
Anemias ferroprivas (por deficiência de ferro) que não respondem à suplementação do Ferro (pois o Cádmio diminui a absorção do Ferro);<br />
Nos fumantes ativos e/ou passivos;<br />
No retardo do crescimento e na alteração da fertilidade;</p>
<h4 style="text-align: justify;">ALUMÍNIO (Al)</h4>
<h4 style="text-align: justify;">O que é e onde encontrar:</h4>
<p style="text-align: justify;">Embora na literatura não conste propriamente como um metal pesado, o Al vem sendo considerado um metal tóxico a partir de pesquisas que demonstraram sua importância na doença de Alzheimer;<br />
Consiste no metal mais abundante na litosfera, mas seus níveis são baixos nas águas, vegetais e animais.<br />
A carga de Al do organismo (cerca de 1g) não aumenta com a idade;<br />
O metal está presente nos tecidos do feto;<br />
Entra no organismo via trato gastrintestinal e pulmões (suspensões no ar). Sendo que sua absorção via trato digestivo é baixa, mas interfere na absorção de Ferro, fosfatos, cálcio, magnésio;<br />
Não se conhece benefícios ou função orgânica do Al;<br />
As principais fontes são:<br />
Água;<br />
Chuva ácida;<br />
Panelas e utensílios de cozinha;<br />
Cigarro;<br />
Medicação antiácida;<br />
Caixas de leite e sucos;<br />
“Quentinhas”;<br />
Desodorantes, Antiperspirantes;<br />
Próteses dentárias;<br />
Queijo parmesão e fundido;<br />
Farinha refinada;</p>
<h4 style="text-align: justify;">Efeitos no organismo humano:</h4>
<p style="text-align: justify;">As alterações de Al tem sido correlacionadas principalmente a alterações neurológicas. Pesquisas com crianças disléxicas mostram um aumento do índice de Al se comparado com o dos grupos controle;<br />
Como já citei acima, tem sido encontrado um alto índice de Al em portadores de Alzheimer.<br />
Provoca seborréia com queda de cabelos;<br />
Envelhecimento precoce;<br />
Irritabilidade;<br />
Desloca o Cálcio e Magnésio dos ossos, o que leva a osteoporose;</p>
<h4 style="text-align: justify;">Quando suspeitar:</h4>
<p style="text-align: justify;">Crianças com dislexias, nas hiperativas ou com déficit de atenção;<br />
Osteopenia e osteoporose;<br />
Na doença de Alzheimer ou neurodegeneração;<br />
Alterações gastrintestinais e cólicas abdominais;<br />
No raquitismo;<br />
Redução do metabolismo do cálcio;<br />
Na dor óssea;<br />
Irritabilidade acentuada;<br />
Crises convulsivas;<br />
Redução da capacidade mental;<br />
Redução das funções hepáticas e renais;<br />
Na anemia microcítica e hipocrômica mas sem deficiência de Ferro;<br />
Esquecimentos;<br />
Fraqueza muscular;<br />
Intenso estresse oxidativo;<br />
Hiperpermeabilidade intestinal e disbiose.</p>
<h4 style="text-align: justify;">MERCÚRIO (Hg)</h4>
<h4 style="text-align: justify;">O que é e onde encontrar:</h4>
<p style="text-align: justify;">Mercúrio é um metal líquido à temperatura ambiente, conhecido desde os tempos da Grécia Antiga;<br />
Seu nome homenageia o deus romano Mercúrio, que era o mensageiro dos deuses. Essa homenagem é devida à fluidez do metal;<br />
A progressiva utilização do mercúrio para fins industriais e o emprego de compostos mercuriais durante décadas na agricultura resultaram no aumento significativo da contaminação ambiental, especialmente da água (garimpo) e dos alimentos;<br />
Uma das razões que contribuem para o agravamento dessa contaminação é a característica singular do Ciclo do Mercúrio no meio ambiente. A biotransformação por bactérias do mercúrio inorgânico a metilmercúrio é o processo responsável pelos elevados níveis do metal no ambiente;<br />
O Hg é um líquido inodoro e de coloração prateada. Os compostos mercúricos apresentam uma ampla variedade de cores;<br />
Nos processos de extração, o Hg é liberado no ambiente principalmente a partir do sulfeto de mercúrio;<br />
O trato respiratório é a via mais importante de introdução do Hg;<br />
Demonstra afinidade por tecidos como células da pele, cabelo, glândulas sudoríparas, glândulas salivares, tireóide, trato gastrointestinal, fígado, pulmões, pâncreas, rins, testículos, próstata e cérebro;<br />
A exposição a elevadas concentrações desse metal pode provocar febre, calafrios, dispnéia e cefaléia, durante algumas horas. Sintomas adicionais envolvem diarréia, cãibras abdominais e diminuição da visão. Casos severos progridem para edema pulmonar, dispnéia e cianose. As complicações incluem enfisema, pneumomediastino e morte; raramente ocorre falência renal aguda;<br />
Pode ser destacado também o envolvimento da cavidade oral (gengivite, salivação e estomatite), tremor e alterações psicológicas. A síndrome é caracterizada pelo eretismo (insônia, perda de apetite, perda da memória, timidez excessiva, instabilidade emocional). Além desses sintomas, pode ocorrer disfunção renal.<br />
O mercúrio e seus compostos são encontrados:<br />
Produção de cloro e soda caústica (eletrólise);<br />
Equipamentos elétricos e eletrônicos (baterias, retificadores, relés, interruptores etc);<br />
Aparelhos de controle (termômetros, barômetros, esfingnomanômtros);<br />
Tintas (pigmentos);<br />
Amálgamas dentárias;<br />
Fungicidas (preservação de madeira, papel, plásticos etc);<br />
Lâmpadas de mercúrio;<br />
Laboratórios químicos, preparações farmacêuticas;<br />
Ar atmosférico poluído, resultante de atividade industriais e vulcânicas;<br />
Combustão de combustíveis fósseis;<br />
Peixes marinhos ou de água doce (de águas poluídas);<br />
Solventes;<br />
Plásticos;<br />
Óleos lubrificantes, catalisadores;<br />
Na extração de ouro;</p>
<h4 style="text-align: justify;">Efeitos no organismo humano:</h4>
<p style="text-align: justify;">Interfere na síntese de Proteínas;<br />
Sua forte afinidade pelos radicais sulfidrilas, amina, fosforil, carboxil provoca a inibição da síntese de proteínas, especialmente nos rins, a inativação de uma série de enzimas e lesão da membrana celular;<br />
Seus principais efeitos deletérios decorrentes da deposição estão relacionados a sua poderosa ação nociva ao Sistema Nervoso Central.;<br />
Provoca diminuição da síntese de proteínas no cérebro e aumento na liberação de diversos neurotransmissores, especialmente Dopamina, Ácido glutâmico e Gaba;<br />
Existem fortes indícios em relação ao seu papel na etiologia da Esclerose múltipla (Desmielinização);<br />
Além disso pode interferir nas funções no Selênio;<br />
Agir como imunossupressor;<br />
Formas inorgânicas podem provocar reações auto-imunes no rim;<br />
O quadro clínico varia conforme a forma intoxicante:<br />
Vapores de mercúrio elementar:<br />
Mercúrio inorgânico;<br />
Mercúrio Orgânico</p>
<h4 style="text-align: justify;">Quando suspeitar:</h4>
<p style="text-align: justify;">Alterações comportamentais;<br />
Alterações neurológicas;<br />
Tremores;<br />
Irritabilidade;<br />
Na depressão associada com salivação, estomatite e diarréias;<br />
Na perda da visão e na perda da audição;<br />
Incoordenação motora progressiva;<br />
Parestesias ao redor dos lábios, da boca e nas extremidades;<br />
Ataxia ou andar cambaleante;<br />
Nas dermatites;<br />
Perda de peso;<br />
Queda de cabelo;<br />
Inapetência;<br />
Alterações no trato gastrintestinal;<br />
Perda de memória;<br />
No déficit de atenção</p>
<h4 style="text-align: justify;">NÍQUEL (Ni)</h4>
<h4 style="text-align: justify;">O que é e onde encontrar:</h4>
<p style="text-align: justify;">Níquel é um elemento químico de símbolo Ni, considerado um metal de transição;<br />
Tem coloração branco-prateada, condutor de eletricidade e calor, dúctil e maleável porém não pode ser laminado, polido ou forjado facilmente, apresentando certo caráter ferromagnético;<br />
É encontrado em diversos minerais, em meteoritos (formando liga metálica com o ferro );<br />
O Ni presente no solo, passa para as plantas e para os animais e dessa forma pode ser consumido pelo homem;<br />
Pode ser adicionado aos alimentos por meios de seus processamentos.<br />
As principais fontes de contaminação são:<br />
Fumaça de cigarros;<br />
Combustão de moedas;<br />
O trabalho de niquelagem;<br />
Velas dos automóveis;<br />
As resistências e as baterias;<br />
Ligas de tubulação em equipamentos odontológicos;<br />
Jóias e bijouterias;<br />
Gorduras e óleos hidrogenados (margarinas);<br />
Liga do aço inox em panelas (portanto evite o cozimento de alimentos ácidos ou cítricos em panelas de inox);</p>
<h4 style="text-align: justify;">Efeitos no organismo humano:</h4>
<p style="text-align: justify;">Alguns estudos correlacionam altos níveis de Ní com índices aumentados das imunoglobulinas IgG, IgA e IgM, e índices baixos de IgE;<br />
As mulheres são mais predispostas à intoxicação;<br />
Alguns dos efeitos são as dermatoses, dermatites de contato;<br />
Alergias (eczemas, rinite, sinusite, conjuntivite);<br />
Alguns trabalhos correlacionam o Ni com alterações tireoideanas e adrenais;<br />
O gás Níquel carbamil está relacionado com o câncer dos seios paranasais e do pulmão, dermatites e epilepsia;<br />
Os casos de intoxicação aguda produzem sintomas como: náuseas, vômitos, palpitação, fraqueza, vertigens, dor de cabeça;</p>
<h4 style="text-align: justify;">Quando suspeitar:</h4>
<p style="text-align: justify;">Nas dermatites de contato e eritematosas;<br />
Na hemorragia pulmonar;<br />
No infarto agudo do miocárdio;<br />
Nos cânceres do trato respiratório;<br />
Na inalação de níquel carbonil;<br />
Em todas as alergias</p>
<h4 style="text-align: justify;">MANGANÊS (Mn)</h4>
<p style="text-align: justify;">O que é e onde encontrar:</p>
<p style="text-align: justify;">O manganês é um metal cinza semelhante ao ferro, porém mais duro e quebradiço.<br />
Os óxidos, carbonatos e silicatos de manganês são os mais abundantes na natureza e caracterizam-se por serem insolúveis na água.<br />
O composto ciclopentadienila-tricarbonila de manganês é bem solúvel na gasolina, óleo e álcool etílico, sendo geralmente utilizado como agente anti-detonante em substituição ao chumbo tetraetila.<br />
Utilizado em:<br />
Fabricação de fósforos de segurança,<br />
Pilhas secas,<br />
Ligas não-ferrosas (com cobre e níquel),<br />
Esmalte porcelanizado,<br />
Fertilizantes,<br />
Fungicidas,<br />
Rações,<br />
Eletrodos para solda,<br />
Magnetos,<br />
Catalisadores,<br />
Vidros,<br />
Tintas,<br />
Cerâmicas,<br />
Materiais elétricos e produtos farmacêuticos (cloreto, óxido e sulfato de manganês).<br />
As exposições mais significativas ocorrem através dos fumos e poeiras de manganês.<br />
O trato respiratório é a principal via de introdução e absorção desse metal nas exposições ocupacionais.<br />
50% do Mn corporal está nos ossos.<br />
No sangue, esse metal encontra-se nos eritrócitos, 20-25 vezes maior que no plasma, portanto não adianta dosar fora da hemácia, os melhores métodos para se avaliar a real concentração de manganês no organismo são: dosagem eritrocitária e mineralograma capilar.<br />
Quando aumentado no mineralograma não significa necessariamente concentrações tóxicas no organismo, pois, geralmente pode aumentar em decorrência da deficiência de zinco ou perante a destruição excessiva (devido o estresse oxidativo) de uma enzima chamada SOD mitocondrial.<br />
O solo do cerrado é muito rico em Manganês e portanto alguns ortomoleculares preferem evitar a sua prescrição nas fórmulas, por acreditarem que a dieta já consegue suprir as necessidades basais.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Efeitos no organismo humano:</h4>
<p style="text-align: justify;">Fisiologicamente falando, o Mn atua  principalmente como co-fator para uma série de reações enzimáticas, entra na composição de uma enzima chamada Superóxido dismutase (mitocondrial) que atua na proteção das membranas celulares, em especial a membrana das mitocôndrias.<br />
Facilita a formação de Dopamina, Gaba e Acetilcolina.<br />
Apresenta uma baixa toxicidade quando ingerido pela dieta ou na suplementação.<br />
Doses excessivas podem causar anemia ferropriva e deficiência de cobre, além de interferirem na utilização da Tiamina (vitamina B1) e aumentarem a necessidade de vitamina C.<br />
A inalação é uma das vias de intoxicação. No Chile, conhece-se um quadro denominado de “Loucura Mangânica”, caracterizado por: sinais e sintomas psiquiátricos: mania, agressividade, insônia, alucinações, quadro neurológico muito parecido com o do Parkinson.<br />
Os sintomas dos danos provocados pelo manganês no Sistema nervoso central (SNC) podem ser divididos em três estágios: 1º) subclínico (astenia (fraqueza), distúrbios do sono, dores musculares, excitabilidade mental e movimentos desajeitados); 2º) início da fase clínica (transtorno da marcha, dificuldade na fala, reflexos exagerados e tremor); 3º) clínico (psicose maníaco-depressiva e a clássica síndrome que lembra o Parkinsonismo).<br />
Além dos efeitos neurotóxicos, há maior incidência de bronquite aguda, asma brônquica e pneumonia</p>
<h4 style="text-align: justify;">Quando suspeitar:</h4>
<p style="text-align: justify;">Alterações comportamentais;<br />
Alterações neurológicas;<br />
Tremores;<br />
Irritabilidade;<br />
No déficit de atenção</p>
<h4 style="text-align: justify;">Bibliografia:</h4>
<p style="text-align: justify;">OLSZEWER, Efraim. Clínica ortomolecular. 2ª ed. São Paulo, Roca: 2008.<br />
FAVIERE, Maria Inês. Nutrição na Visão da Prática Ortomolecular. Rio de Janeiro, Ícone: 2009.<br />
CARVALHO, Paulo Roberto. Medicina Ortomolecular: Um guia completo dos nutrientes e suas propriedades terapêuticas. 4ªEd. Rio de Janeiro, Nova Era: 2006.<br />
PASCALICCHIO, Aurea. Contaminação por metais pesados: Saúde pública e medicina ortomolecular. São Paulo. Annablume. 2002<br />
http://www.ecolnews.com.br/toxicos_POPs_e_metais_pesados.htm</p>
<p>Metais tóxicos</p>
<p style="text-align: justify;">Por: Dr. Frederico Lobo<br />
Fonte: http://www.ecodebate.com.br</p><p>The post <a href="https://ahau.org/metais-toxicos/">Metais tóxicos</a> first appeared on <a href="https://ahau.org">Instituto Ahau - Terapeutas Especializados</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Dieta do Mediterrâneo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luiz Terapeuta]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 24 Mar 2012 02:59:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Dieta do Mediterrâneo é um padrão alimentar que tem origem nas populações da região do Mar Mediterrâneo. A descrição deste padrão alimentar, assim como a criação do termo &#8220;Dieta do Mediterrâneo&#8221;, foram do Doutor Ancel Keys na década de 50. As observações do Dr. Keys iniciaram no ano de 1945, quando ele desembarcou em [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A Dieta do Mediterrâneo é um padrão alimentar que tem origem nas populações da região do Mar Mediterrâneo. A descrição deste padrão alimentar, assim como a criação do termo &#8220;Dieta do Mediterrâneo&#8221;, foram do Doutor Ancel Keys na década de 50. As observações do Dr. Keys iniciaram no ano de 1945, quando ele desembarcou em Salerno, na Itália, com o exército americano. Ele constatou que os povos que viviam nas regiões mediterrâneas, embora consumissem uma alta quantidade de gordura, similar em calorias à dieta dos países ocidentais, apresentavam uma incidência muito baixa de doenças cardiovasculares.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Gordura x Caloria: Paradoxo?</h4>
<p style="text-align: justify;"><a href="https://ahau.org/team/luiz-sequeira-0-html/">Considerando</a> o ponto de vista nutricional ocidental convencional, esta associação entre alto consumo de gordura e baixos índices de doença cardíaca, constituíam um paradoxo.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma análise mais minuciosa demonstrou que a Dieta do Mediterrâneo era composta basicamente de alimentos de origem vegetal em grande quantidade &#8211; hortaliças, frutas, legumes, cereais, pães e sementes &#8211; laticínios, principalmente iogurte e queijo, eram ingeridos regularmente. Peixe e frango eram comidos de forma esporádica, carne vermelha somente em ocasiões especiais. Vinho tinto era bebido regularmente, acompanhando as refeições. As principais fontes de gordura, ingeridas em alta quantidade calórica (35 a 40% do total das calorias diárias), era as nozes e o azeite de oliva.</p>
<p style="text-align: justify;">Começava a desfazer-se o paradoxo. A gordura ingerida, apesar da alta quantidade, era a do tipo mono e poli-insaturada, de origem vegetal, ao contrário da gordura saturada de origem animal, típica das dietas ocidentais. Ou seja, a quantidade calórica de gordura ingerida é semelhante nos dois padrões alimentares, porém, o tipo de gordura é diferente. A partir daí começou-se a estudar, com mais profundidade, o efeito dos diferentes tipos de gordura sobre o organismo. Os termos gordura saturada e gordura insaturada saíram do círculo da química e se expandiram até chegarem a nossos lares.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Doença Cardíaca e Câncer</h4>
<p style="text-align: justify;">O Dr. Keys sistematizou suas observações realizadas em 16 populações de sete países mediterrâneos e as publicou, sendo hoje citado como o Estudo dos Sete Países, constituindo-se na primeira grande pesquisa associando dieta e doença cardíaca. De lá para cá, dezenas de estudos científicos foram realizados, muitos estão em andamento, e, os resultados disponíveis confirmam, de forma irrefutável, o que o Dr. Ancel Keys já havia demonstrado nos anos 50: a Dieta do Mediterrâneo protege o individuo de doença cardíaca.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas, não é só sobre o risco de doença cardíaca que a Dieta do Mediterrâneo traz benefícios. Povos da região mediterrânea vivem mais tempo e têm menor índice de vários tipos de cânceres. A explicação para estes efeitos não está somente na alta ingestão de gorduras insaturadas. Aqui entram os outros elementos da Dieta do Mediterrâneo, um coquetel contendo entre outras coisas: licopeno, bioflavonóides em geral, resveratrol, polifenóis, L-arginina, ácido fólico, beta caroteno, vitaminas C, E e do complexo B, na sua forma natural. Esses componentes estão presentes nos legumes, frutas, cereais, hortaliças, vinho tinto, óleo de oliva, etc., ingeridos em grande quantidade regularmente.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao praticarmos a Dieta do Mediterrâneo, além de evitar o consumo de elementos típicos da dieta industrializada ocidental moderna, nocivos à saúde (gorduras saturadas e gorduras trans, componentes ultra-refinados como farinhas, óleos e açúcares), estamos ingerindo substâncias que participam ativamente na proteção contra doenças crônico-degenerativas e retardam o envelhecimento.</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-4795" src="https://ahau.org/wp-content/uploads/2012/03/dieta-do-mediterraneo-1.jpg" alt="dieta-do-mediterraneo" width="700" height="150" srcset="https://ahau.org/wp-content/uploads/2012/03/dieta-do-mediterraneo-1.jpg 700w, https://ahau.org/wp-content/uploads/2012/03/dieta-do-mediterraneo-1-300x64.jpg 300w" sizes="(max-width: 700px) 100vw, 700px" /></p>
<h4 style="text-align: justify;">Obesidade</h4>
<p style="text-align: justify;">Outro aspecto orgânico na Dieta do Mediterrâneo, que é mais bem controlado pelos adeptos da Dieta do Mediterrâneo, diz respeito ao peso corporal. Um estudo epidemiológico recente, analisando uma população espanhola, demonstrou que a aderência à Dieta do Mediterrâneo é inversamente associada ao índice de massa corporal e obesidade. As pessoas que adotam a Dieta do Mediterrâneo, aparentemente, têm menos propensão a atingirem sobrepeso ou tornarem-se obesas.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Suplementos</h4>
<p style="text-align: justify;">Um aspecto impressionante, que surge a partir dos estudos sobre a Dieta do Mediterrâneo, é que os chamados suplementos não substituem os alimentos. Comprimidos, cápsulas, pílulas ou o que seja, de vitaminas, anti-oxidantes, flavonoides, fibras, fito-hormônios e outros tantos compostos, não têm nenhum efeito. Também sob este ponto de vista a natureza é magistral. Ao ingerirmos estas substâncias através das frutas, cereais, legumes, hortaliças, óleos, da maneira menos modificada possível em relação a como estão na natureza, elas atuam em conjunto protegendo as células. A exata proporção em que elas interagem e a complexidade destas interações está, provavelmente, ainda muito longe de ser imitada pela mão do homem.</p>
<h4 style="text-align: justify;">O Vinho Tinto</h4>
<p style="text-align: justify;">Interessante também na Dieta do Mediterrâneo, é a presença de um dos alimentos mais antigos conhecidos pelo homem, o vinho tinto, na Dieta do Mediterrâneo. Hoje está bem evidenciado cientificamente que o consumo moderado de álcool protege contra doenças cardíacas. Os primeiros estudos sugerindo esta associação, entre álcool e menor incidência de doença cardíaca, tiveram origem na observação de outro paradoxo, descrito há décadas &#8211; o chamado Paradoxo Francês. Este é o nome que foi dado para a constatação de que as pessoas na França têm menos doenças cardíacas, apesar da sua dieta ser rica em gordura, boa parte saturada (lembremo-nos dos queijos, manteiga, cremes). Foi sugerido que o alto consumo de vinho tinto por esta população seria o fator de proteção que anularia os efeitos danosos da gordura. Muitas vezes, o paradoxo Francês é confundido com a Dieta do Mediterrâneo. Na verdade, esta confusão tem procedência, pois os dois hábitos alimentares, consumo de vinho tinto e Dieta do Mediterrâneo, estão intimamente associados. O vinho tinto, sozinho, não é o responsável pela baixa incidência de doença cardíaca. O hábito alimentar de grande parte dos franceses, como um todo, assim como o seu estilo de vida, são muito semelhantes aos de outras regiões mediterrâneas.</p>
<p style="text-align: justify;">Vários estudos recentes demonstram que outras bebidas contendo álcool produzem o mesmo benefício cardiovascular, se ingeridas com moderação. Mas o vinho tinto apresenta uma singularidade sobre outras bebidas alcoólicas. Ao ser fermentado com a casca (o que não ocorre com o vinho branco, por exemplo), é incorporado à bebida um dos componentes da casca que serve de proteção natural à fruta. É o resveratrol. Esta substância é um polifenol que atua como antioxidante. Experimentos têm demonstrado que o resveratrol aumenta o tempo de vida de várias espécies animais. Este efeito se daria através da ativação de um gene que confere proteção ao DNA das células (gene SIRT 1), o que explicaria, pelo menos em parte, a extensão do tempo de vida que é produzida por esta substância. Outros tantos estudos estão em andamento, e alguns novos resultados dão indícios de que o resveratrol combateria alguns tipos de vírus, assim como inibiria o desenvolvimento de fibrose cardíaca.</p>
<p style="text-align: justify;">O vinho tinto apresenta benefícios adicionais aos do álcool. Portanto, na hora de escolher a bebida que vai acompanhar a sua Dieta do Mediterrâneo, não tenha dúvidas, fique preso às origens e eleja o vinho tinto. Mas lembre-se, deve ser bebido com moderação, pois, se ingerido em demasia, os efeitos prejudiciais do excesso de álcool irão superar os benefícios produzidos por doses moderadas de álcool e dos outros componentes do vinho, como o resveratrol.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Os Fatores de Proteção</h4>
<p style="text-align: justify;">Os mecanismos pelos quais a Dieta do Mediterrâneo protege o organismo são multifatoriais, alguns deles já conhecidos. Além da ação sobre genes que controlam funções celulares, as substâncias contidas na Dieta do Mediterrâneo têm seus efeitos de proteção de doenças cardíacas e crônico-degenerativas devido às suas ações sobre os vasos sanguíneos. A camada que reveste a parte interna dos vasos sanguíneos, chamada endotélio, é formada por um conjunto de células especializadas chamadas de células endoteliais. Estas células funcionam como se fossem um órgão ativo, independente, produzindo uma série de substâncias que regulam o funcionamento dos vasos sanguíneos como um todo. Existem substâncias que causam danos a estas células, o que altera o funcionamento normal dos vasos, e culmina com a formação de placas de ateroma e o enrijecimento da parede dos vasos sanguíneos. É a conhecida, e temida, aterosclerose, responsável pelas doenças cardíacas, derrames e outras doenças crônico-degenerativas. Entre os fatores que prejudicam o endotélio estão a hipertensão, diabete, fumo, aumento do colesterol (principalmente o LDL, o mau colesterol) e outras alterações das gorduras do sangue (dislipidemias). Entre os protetores do endotélio, está bem demonstrado que nutrientes como ômega-3 e ômega-6, anti-oxidantes, gorduras mono-insaturadas, L-arginina, ácido fólico, e tantos outros, presentes na Dieta do Mediterrâneo, atuam melhorando a função endotelial, direta ou indiretamente.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Atividade Física</h4>
<p style="text-align: justify;">Deve ser salientado que as populações mediterrâneas, originalmente, mantinham naturalmente inseridas no seu dia-a-dia atividades físicas, o que comprovadamente, por si só, contribui para a proteção contra doenças, melhoria da saúde e bem estar assim como aumento da expectativa de vida. Dieta do Mediterrâneo pode ser considerado um estilo de vida. Um conjunto de fatores que, orquestrados pela natureza, se complementam. Nenhum deles, isoladamente, alcança os efeitos do todo.</p>
<h4 style="text-align: justify;">A Dieta do Mediterrâneo Tem Despertado Grande Interesse Científico</h4>
<p style="text-align: justify;">Uma pesquisa bibliográfica no site de busca de assuntos médicos mais completo, o PUBMED, arrola centenas de artigos científicos que estudam algum aspecto da Dieta do Mediterrâneo. Certamente, em um futuro muito próximo, entenderemos muito mais profundamente os complexos mecanismos de interação entre os elementos da Dieta do Mediterrâneo e o organismo humano.</p>
<p style="text-align: justify;">PUBLICIDADE : Saiba mais sobre a Dieta do Mediterrâneo adquirindo o livro elaborado pela equipe do <a href="http://www.abcdasaude.com.br/dieta/index_Livro.php">ABC DA SAÙDE &#8211; clique aqui.</a></p>
<p style="text-align: justify;">Equipe Corpo Saudável</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: http://www.corposaudavel.com.br/dieta-do-mediterraneo/a-dieta-do-mediterraneo</p><p>The post <a href="https://ahau.org/dieta-do-mediterraneo/">Dieta do Mediterrâneo</a> first appeared on <a href="https://ahau.org">Instituto Ahau - Terapeutas Especializados</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Ômega 3, 6, 9</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luiz Terapeuta]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Mar 2012 21:41:44 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Ômega 3, 6, 9, esses são os números que identificam os membros da família dos ômegas, gorduras que protegem o coração, combatem inflamações, afastam doenças e fortalecem os ossos. Quem deu as primeiras pistas sobre as qualidades do mais famoso ômega, ou seja, o 3, foram os esquimós e sua invejável saúde cardiovascular. Isso lá [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Ômega 3, 6, 9, esses são os números que identificam os membros da família dos ômegas, gorduras que protegem o coração, combatem inflamações, afastam doenças e fortalecem os ossos.</p>
<p style="text-align: justify;">Quem deu as primeiras pistas sobre as qualidades do mais famoso ômega, ou seja, o 3, foram os esquimós e sua invejável saúde cardiovascular. Isso lá pelos idos de 1970, quando a equipe de um médico dinamarquês se aventurou pelas terras frias da Groenlândia para descobrir o porquê daquela população apresentar as artérias tinindo. E, para surpresa dos investigadores, todos os indícios apontaram para a mesa, ou melhor, para os peixes de águas gélidas, que são as melhores fontes da substância.</p>
<p style="text-align: justify;"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-4849 alignleft" src="https://ahau.org/wp-content/uploads/2012/03/omega-3-6-9.png" alt="omega-3-6-9" width="350" height="350" srcset="https://ahau.org/wp-content/uploads/2012/03/omega-3-6-9.png 350w, https://ahau.org/wp-content/uploads/2012/03/omega-3-6-9-300x300.png 300w, https://ahau.org/wp-content/uploads/2012/03/omega-3-6-9-150x150.png 150w" sizes="(max-width: 350px) 100vw, 350px" />De lá para cá, a tal gordura passou a ser aclamada e pipocaram trabalhos sobre sua atuação. Um dos mais recentes acaba de ser publicado no periódico científico European Journal of Clinical Nutrition e foi realizado por pesquisadores do Fred Hutchinson Cancer Research Center, nos Estados Unidos. Eles avaliaram um grupo de 330 pessoas que também vivem em regiões de baixíssimas temperaturas e observaram que, além de o consumo de peixes ser bastante elevado, as taxas de triglicérides e de proteína C-reativa estavam adequadas.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma ótima constatação, justamente porque quando os níveis dessa duplinha aparecem em excesso no organismo, há mais chances de lesões e inflamações nos vasos sanguíneos. “Existem muitos estudos que comprovam a ação anti-inflamatória do ômega 3, diz o nutrólogo Celso Cukier, do Hospital São Luiz, na capital paulista. Se não bastasse a função de proteger o peito, há provas de que ele é capaz de afastar a resistência à insulina, um distúrbio que serve de estopim para o aparecimento do diabetes do tipo 2. “Essa gordura age nos receptores das células, o que facilita a entrada da glicose”, explica o médico.</p>
<p style="text-align: justify;">E, se você pensa que as vantagens do lipídio – eis a alcunha adotada por alguns experts – param por aí, saiba que está enganado. Estudiosos afirmam que o ômega protege contra doenças degenerativas, como o Alzheimer, já que preserva estruturas cerebrais.</p>
<p style="text-align: justify;">Vale ressaltar ainda a atuação dessas boas gorduras contra a dolorosa artrite. Por tudo isso, já deu para ver que ele não pode ficar de fora do menu cotidiano, mas, e quanto aos outros membros da família? Seu primo menos famoso, o ômega 6, também precisa aparecer no prato. “Ele é importante para a formação de hormônios e age nas células de defesa”, exemplifica a nutricionista Karine Daud, da Equilibrium Consultoria em Nutrição e Bem-Estar, que fica em São Paulo.</p>
<p style="text-align: justify;">Entretanto, os especialistas sugerem uma pitada de cautela com a ingestão da substância. É que, ao contrário do parente festejado, essa gordura estimula a produção de substâncias inflamatórias. “A população, em geral, está consumindo pouco ômega 3 e muito ômega 6, e isso pode ser nocivo”, salienta a nutricionista Márcia Terra, da Nutri Insight Consultoria em Nutrição e membro da American Dietetic Association. O problema, como sempre, é o excesso de um lado e a escassez do outro.</p>
<p style="text-align: justify;">O médico Luiz Alberto Fagundes, de Porto Alegre, no Rio Grande do Sul e autor do livro Ômega 3 e 6: o equilíbrio dos ácidos gordurosos essenciais na prevenção de doenças (Editora Age), também chama atenção para a falta de harmonia entre as gorduras. “O que se vê são grandes desproporções a favor do ômega 6”, diz, sobre o membro da família presente, por exemplo, nas margarinas.</p>
<p style="text-align: justify;">Foi justamente por conta de desajustes em relação ao consumo dos ômegas 3 e 6, que cientistas, pesquisadores e estudiosos do Columbus Paradigm Institute se reuniram e criaram o Conceito Columbus. A recomendação defendida pelo time de experts é de 1 grama de ômega 3 para cada grama de ômega 6, que representa a razão de 1:1 desses ácidos graxos, ou ainda, que até 25% do total de lipídios séricos (do sangue) sejam ácidos graxos ômega 6.</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com <a href="https://ahau.org/team/luiz-sequeira-0-html/">informações</a> publicadas no último estatuto do Congresso Internacional da Sociedade de Nutrigenética e Nutrigenômica, essa meta evitaria males cada vez mais comuns, caso do câncer e da depressão. “Nas dietas, geralmente, a razão é de 1:6 do tipo 6 em relação ao outro”, comenta a nutricionista Maria Fernanda Cury, da Sociedade Brasileira Lipídios e Saúde e professora da Universidade Cruzeiro do Sul, em São Paulo. Para Maria Fernanda, se a quantidade de ômega 6 caísse para, no máximo, 5 já seria uma bela mudança. Já o professor Luiz Alberto Fagundes propõe de 2 a 4 do ômega 6 para 1 do 3. Para facilitar, vale seguir a dica prática de Celso Cukier: “Aumente o consumo de peixes de águas frias e diminua, pra valer, a ingestão de óleos vegetais, como o de soja”, ensina. Cukier sugere a presença dos pescados ao menos 3 vezes por semana.</p>
<p style="text-align: justify;">Outro segredo do nutrólogo é incluir o azeite de oliva extra-virgem no dia a dia. E, nesse caso, você vai aumentar a oferta de outro integrante do clã engordurado: o ômega 9. Um dos benefícios mais estudados em relação à tal substância é sua capacidade de reduzir os níveis de LDL, a fração ruim do colesterol. E, quanto menor o teor de LDL, menos chances de sobrarem moléculas da substância nefasta pela circulação. O coração vai bater mais feliz. Além disso, o ômega 9 aparece em pesquisas europeias como defensor contra a osteoporose.</p>
<p style="text-align: justify;">Ah, mas antes de buscar a fonte de ômega que mais lhe agrada, vale um lembrete: não importa se ele é do tipo 3, 6 ou 9, para cada grama da substância somam-se 9 calorias. Assim, exagerar pode fazer disparar os ponteiros da balança. Por isso, o negócio é buscar o equilíbrio no prato.</p>
<h4 style="text-align: justify;">SUTILEZAS DA AULA DE QUÍMICA</h4>
<p style="text-align: justify;">Na família dos lipídios, ou ácidos graxos, como preferem os especialistas, uma sutil alteração estrutural faz muita diferença e é capaz de interferir na atuação do nosso organismo. Para começar, os ômegas são parte de um grupo chamado de insaturado, que são gorduras mais fluidas. A professora Maria Fernanda Cury explica que os números 3, 6 e 9 correspondem às posições das ligações de carbono encontradas na molécula engordurada. Ou seja, é química pura! E, se você não se lembra mais das aulas do tempo do colégio, veja como esses lipídios podem aparecer no seu cardápio:</p>
<h4 style="text-align: justify;">ÔMEGA 3</h4>
<p style="text-align: justify;">Esse <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Ômega_3">ácido graxo</a>, que é do time poli-insaturado, aparece aos montes sob a alcunha de DHA ou EPA em peixes como o salmão e o atum. E você sabe por que eles acumulam essa gordura? Porque ela é líquida. Esses peixes não poderiam concentrar um tipo mais consistente, pois congelariam facilmente nas águas profundas e frias de seu habitat.<br />
A linhaça também oferece o ômega 3, mas em uma versão chamada de ALA que é uma precursora da festejada substância.</p>
<h4 style="text-align: justify;">ÔMEGA 6</h4>
<p style="text-align: justify;">Ele também faz parte das gorduras poli-insaturadas e aparece nas margarinas e nos óleos de soja, girassol e milho. E, embora seja importante para a boa imunidade, já que atua nas células de defesa, o ômega 6 tem ação pró-inflamatória, por isso mesmo é importante que seja consumido com moderação e em equilíbrio com o 3, dentro de um contexto saudável.<br />
A recomendação dos nutricionistas é de até 10% do total de calorias diárias ou cerca de<br />
22,2 gramas de poli-insaturadas (ômega 3 + ômega 6) para uma dieta de 2000 calorias.</p>
<h4 style="text-align: justify;">ÔMEGA 9</h4>
<p style="text-align: justify;">Ômega 9 também chamado de ácido graxo monoinsaturado. Talvez o azeite seja o principal representante aqui, mas o gergelim, a amêndoa e a castanha do pará são boas fontes. Inúmeros estudos mostram que o consumo desse tipo de gordura pode ajudar a controlar os níveis de colesterol no sangue.<br />
A recomendação é de até 20% das calorias diárias ou cerca de 44,4 gramas de gorduras<br />
monoinsaturadas para uma dieta de 2000 calorias.</p>
<h4 style="text-align: justify;">CONCEITO COLUMBUS</h4>
<p style="text-align: justify;">Além de analisar diversas pesquisas científicas, os estudiosos que estipularam a dosagem do Columbus buscaram evidências em nossos antepassados. Há milhares e milhares de anos, a alimentação do homem era mais adequada, já que o cenário, obviamente, não contemplava a junk food. Sem contar que a turma daquele período era muito mais ativa e precisava correr atrás da comida. Assim, nossos genes se moldaram para o equilíbrio.<br />
Hoje o que se vê é uma soma de sedentarismo com erros na dieta. De acordo com os pesquisadores do Conceito Columbus, os desajustes em relação ao consumo de gorduras são um dos principais gatilhos para uma avalanche de doenças. Por isso, eles pregam a volta dos hábitos antigos e do equilíbrio na proporção de ômegas como forma de reduzir a incidência de problemas degenerativos.</p>
<p style="text-align: justify;">Texto: Regina Célia Pereira, de São Paulo |26 de setembro de 2011</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: http://www.revistaherbarium.com.br/3-6-9/</p><p>The post <a href="https://ahau.org/omega-3-6-9/">Ômega 3, 6, 9</a> first appeared on <a href="https://ahau.org">Instituto Ahau - Terapeutas Especializados</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Açúcar mascavo X refinado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luiz Terapeuta]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 18 Mar 2012 20:27:50 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O açúcar  branco é o resultado de um processamento químico que retira da garapa a sacarose branca e adiciona produtos químicos – desconhecidos em sua maioria –, sendo que aditivos como clarificantes, antiumectantes, precipitadores e conservantes pertencem a grupos químicos sintéticos muitas vezes cancerígenos e sempre danosos à saúde. Devemos considera-lo como um produto quimicamente ativo, pois, sendo o resultado de uma síntese química e um produto concentrado. Quando são retiradas da garapa e do mascavo suas fibras, proteínas, sais minerais, vitaminas etc, resta apenas o carboidrato, pobre, isolado, razão pela qual devemos considerar o açúcar como um produto químico e não um alimento.</p>
<p style="text-align: justify;"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-4859 alignleft" src="https://ahau.org/wp-content/uploads/2012/03/acucar.jpg" alt="acucar" width="378" height="176" srcset="https://ahau.org/wp-content/uploads/2012/03/acucar.jpg 329w, https://ahau.org/wp-content/uploads/2012/03/acucar-300x140.jpg 300w" sizes="(max-width: 378px) 100vw, 378px" />Em relação as calorias, o açúcar refinado tem maior teor calórico ( 99 cal ), enquanto o açúcar mascavo tem 90 cal / 100g do alimento.Só nos E.U.A, a média de consumo diário por pessoa é de 300 gramas, o que equivale a 9 quilos/mês ou 100 quilos/ano por pessoa.</p>
<p style="text-align: justify;">O açúcar mascavo contém proteínas, gordura, cálcio, fósforo, ferro, vitamina B1, B2, niacina, vitamina C, sódio, potássio, magnésio, cobre e zinco, enquanto o açúcar refinado contém 0 (zero) desses nutrientes, e ainda rouba o estoque de minerais do organismo para ser  digerido e absorvido.</p>
<h4></h4>
<h4 style="text-align: justify;">EFEITOS DECORRENTES DA INGESTÃO DIÁRIA DE AÇÚCAR BRANCO :</h4>
<p style="text-align: justify;">1   Perda lenta e constante de magnésio: infecções, câncer.</p>
<p style="text-align: justify;">2   Perda lenta e constante de cálcio: cáries, osteoporose.</p>
<p style="text-align: justify;">3   Precipitação e retenção de sais de cálcio: arteriosclerose.</p>
<p style="text-align: justify;">4   Perda lenta e constante de vitaminas do complexo B, zinco e cromo: baixa imunidade, câncer de próstata  e diabetes.</p>
<p style="text-align: justify;">5   Formação de placas bacterianas no sulco gengival: doença periodontal.</p>
<p style="text-align: justify;">6   Acidificação constante do sangue: o organismo rouba cálcio dos ossos para neutralizar essa acidificação; desequilíbrio imunológico.</p>
<p style="text-align: justify;">7   Perturbação do metabolismo glicídio: hiperglicemia, depressão e diabetes.</p>
<p style="text-align: justify;">8   Perturbação do metabolismo lipídico: obesidade e arteriosclerose.</p>
<p style="text-align: justify;">Podemos considerar também o açúcar como cancerizante, pois é imunodepressor, quer dizer, faz diminuir a capacidade do organismo quanto às suas defesas e principalmente por eliminar o importante íon magnésio, devido à forma excessiva como é consumido hoje.</p>
<p style="text-align: justify;">A incidência do <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Adoçante">câncer de mama</a> pode variar consideravelmente de um país para outro. Muito rara no Japão, por exemplo, a doença torna-se comum entre as japonesas que imigram para os Estados Unidos. Depois de estudar diversos fatores que explicassem o fenômeno, os cientistas Stephen Seely, da Universidade de Manchester, na Inglaterra, e D. F. Horrobin, do Instituto e Pesquisa Efamol, de Kentville, no Canadá, concentram suas atenções num deles, a alimentação – e, em  artigo publicado na última edição da revista inglesa New Scientist, levantaram a hipótese de que uma das causas do câncer de mama possa ser o açúcar.</p>
<p style="text-align: justify;">Seely e Horrobin compararam os índices de consumo per capita de açúcar e as taxas de mortalidade por câncer de mama em vinte dos países mais ricos do mundo. Revelou-se que as nações que mais comem açúcar são exatamente as que apresentam mais óbitos – por ordem decrescente, a Grã-Bretanha, a Holanda, a Irlanda, a Dinamarca e o Canadá.</p>
<p style="text-align: justify;">Os cientistas avançam uma explicação para as propriedades cancerígenas das sobremesas. Uma parte da glicose contida no açúcar – cerca de 30 por cento – vai direto para a corrente sanguínea. Para fazer face e esse súbito aumento da taxa de glicose no sangue, o pâncreas produz mais insulina, o hormônio encarregado de queimar açúcar. O tecido mamário depende desse hormônio para crescer. O mesmo acontece com as células do câncer de mama. Seely e Horrobin supõem que a inundação do seio pela insulina, em seguida à ingestão de açúcar, criaria assim as condições ideais para o surgimento do tumor.</p>
<p style="text-align: justify;">Como pode-se notar é mil vezes melhor ingerir açúcar mascavo que nos dá minerais e vitaminas do que açúcar refinado, que nos rouba as vitaminas e minerais estocados no organismo, <a href="https://ahau.org/saude-intestinal/">prejudicando o funcionamento</a> das nossas células, tecidos e conseqüentemente de todo o organismo, gerando doenças como:</p>
<p style="text-align: justify;">1   Arteriosclerose (endurecimento das artérias)</p>
<p style="text-align: justify;">2   Arteriosclerose (placas de gordura coladas nas artérias)</p>
<p style="text-align: justify;">3   Cálculos biliares</p>
<p style="text-align: justify;">4   Câncer / Obesidade</p>
<p style="text-align: justify;">5   Cáries dentárias / Osteoporose</p>
<p style="text-align: justify;">6   Deficiência imunológica / Depressão</p>
<p style="text-align: justify;">7   Diabetes mellitus / Hipoglicemia</p>
<h4 style="text-align: justify;">Como produzir açúcar mascavo</h4>
<p style="text-align: justify;">O processo de refino e descoloração do açúcar retira a maioria das proteínas, vitaminas e sais minerais do caldo de cana. Segundo o pesquisador Roberto Machado, do Instituto de Tecnologia de Alimentos (Ital), há uma receita caseira para a produção de açúcar mascavo. O primeiro passo é moer a cana, para obter o caldo. Ele deve ser coado por intermédio de um pano, posto numa panela de ferro ou tacho de cobre e levado ao fogo.</p>
<p style="text-align: justify;">É preciso mexer sempre, com uma colher de pau, para não grudar no fundo ou empedrar. A partir desta etapa, é preciso ter sensibilidade para sentir o momento em que o caldo começa a ficar consistente e a cristalizar. É hora de pôr em formas e deixar secar. No processo industrial, a secagem é feita a vácuo. No processo artesanal, pode ser feita em forno com fogo baixo ou mesmo ao sol, protegida em pequenas estufas de vidro. Em pouco tempo, fica como rapadura, mas quebradiça. Quebre, depois, com um martelo de madeira e peneire. Armazene em potes de vidro, plástico ou metal.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: Dr. Marcio Bontempo e Dra. Sandra Regina Nogueira</p><p>The post <a href="https://ahau.org/acucar/">Açúcar mascavo X refinado</a> first appeared on <a href="https://ahau.org">Instituto Ahau - Terapeutas Especializados</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Dieta do Tipo Sanguineo AB</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luiz Terapeuta]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Feb 2012 00:59:19 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Dieta do Tipo Sanguíneo AB &#8211; O Enigma Raro – Carismático &#8211; Misterioso •    Pontos fortes: Preparado para condições da vida moderna. Sistema imunológico altamente tolerante. Versátil. •    Pontos fracos: Trato digestivo sensível. Sujeito a invasões de micróbios. •    Riscos médicos: Doenças cardíacas e câncer. •    Perfil alimentar: Dieta mista, carne, peixe, laticínios, tofú, feijões, leguminosas, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><b>Dieta do Tipo Sanguíneo AB &#8211; </b><a style="font-weight: bold;" href="https://ahau.org/team/luiz-sequeira-0-html/">O Enigma</a></p>
<p style="text-align: justify;">Raro – Carismático &#8211; Misterioso</p>
<p style="text-align: justify;">•    <strong>Pontos fortes:</strong> Preparado para condições da vida moderna. Sistema imunológico altamente tolerante. Versátil.<br />
•    <strong>Pontos fracos:</strong> Trato digestivo sensível. Sujeito a invasões de micróbios.<br />
•    <strong>Riscos médicos:</strong> Doenças cardíacas e câncer.</p>
<p style="text-align: justify;">•    <strong>Perfil alimentar:</strong> Dieta mista, carne, peixe, laticínios, tofú, feijões, leguminosas, cereais, hortaliças e frutas.<br />
•    <strong>Segredos para o emagrecimento:</strong> Evitar: Frango, milho, feijão mulatinho e trigo sarraceno. Usar: Tofú, frutos do mar, folhas e fúcus (alga).<br />
•    <strong>Suplementos:</strong> Vitamina C, Pilriteiro, equinácea, valeriana, quercetina e cardo mariano.<br />
•    <strong>Exercícios físicos:</strong> Exercícios relaxantes como yoga, associados a exercícios moderados, como ciclismo e tênis.</p>
<p style="text-align: justify;"><b>A Dieta do Tipo Sanguíneo AB</b></p>
<h4 style="text-align: justify;"><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Antígeno"><strong>Carnes e</strong> Aves:</a></h4>
<p style="text-align: justify;"><strong>Altamente benéficos:</strong><br />
Carneiro, coelho, cordeiro e peru.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Neutros:</strong><br />
Avestruz, fígado e faisão.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Nocivos:</strong><br />
Bacon, boi, búfalo, cavalo, codorna, coração / vísceras, esquilo, galinha, galinha d’angola, ganso, pato, perdiz, pombo, porco, presunto, tartaruga, veado e vitela.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Frutos do Mar:</h4>
<p style="text-align: justify;"><strong>Altamente benéficos:</strong><br />
Atum, bacalhau, badejo, cavala, escargot, esturjão, garoupa, Lúcio, Lúcio novo, pargo, salmão, sardinha e vermelho.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Neutros:</strong><br />
Anchova, arenque fresco, bacalhau novo, bagre, cação, caranha, carpa, caviar, eperlano, espadarte, haliote, lula, mexilhão, pargo, peixe lua, perca de todos os tipos, pescada polaca, pescadinha, piraúna, savelha, tainha, tilápia, tubarão e Vieira.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Nocivos:</strong><br />
Arenque em conserva, barracuda, beluga, camarão, caranguejo, enguia, hadoque, halibute, lagosta, lagostim, linguado de todos os tipos, marisco, merluza, olhete, ostras, ova de salmão, polvo, rã, salmão defumado, siri e truta de todos os tipos.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Laticínios e Ovos:</h4>
<p style="text-align: justify;"><strong>Altamente benéficos na dieta do tipo sanguíneo AB:</strong><br />
Iogurte, leite de cabra, ovo de galinha, quefir, queijo cottage, queijo de leite de cabra, queijo feta, queijo mussarela e ricota.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Neutros:</strong><br />
Caseína, gema de ovo, leite de vaca integral e desnatado, manteiga de búfala, ovo de codorna, ovo de gansa, queijo cheddar, queijo colby, queijo edam, queijo emmenthal, queijo gouda, queijo gruyère, queijo muenster, queijo suíço, requeijão e soro de leite.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Nocivos:</strong><br />
American cheese, blue cheese, creme de leite, leite de vaca integral, leitelho, manteiga, ovo de pata, queijo brie, queijo camembert, queijo parmesão, queijo provolone, sorbet de frutas e sorvete.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Óleos e Gorduras:</h4>
<p style="text-align: justify;"><strong>Altamente benéficos:</strong><br />
Azeite de oliva extra virgem e óleo de nozes.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Neutros:</strong><br />
Óleo de amêndoa, óleo de amendoim, óleo de canola, óleo de fígado de bacalhau, óleo de germe de trigo, óleo de groselha, óleo de linhaça, óleo de prímula e óleo de soja.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Nocivos:</strong><br />
Óleo de açafrão, óleo de coco, óleo de gergelim, óleo de girassol, óleo de milho e óleo de semente de algodão.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Nozes e Sementes:</h4>
<p style="text-align: justify;"><strong>Altamente benéficos:</strong><br />
Amendoim, castanha e nozes.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Neutros:</strong><br />
Amêndoa, castanha de caju, castanha do pará, faia, leite de amêndoa, lichia, linhaça, macadâmia, pasta de amêndoa, pecã, pasta de pecã, pinhão, pistache, queijo de amêndoa e sementes de açafrão.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Nocivos:</strong><br />
Avelã, semente de abóbora, semente de girassol, sementes de papoula sementes de gergelim e pasta de gergelim (tahini).</p>
<h4 style="text-align: justify;">Feijões e Leguminosas:</h4>
<p style="text-align: justify;"><strong>Altamente benéficos na dieta do tipo sanguíneo AB:</strong><br />
Feijão de marinheiro branco, feijão de soja, feijão rajadinho, feijão vermelho, lentilha, missô, tempé e tofú.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Neutros:</strong><br />
Ervilha verde, feijão branco, feijão de corda, feijão jicama, flocos de soja, grânulos de soja, leite de soja, lentilha, queijo de soja e vagem.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Nocivos:</strong><br />
Brotos de feijão, fava, feijão azuki, feijão fradinho, feijão manteiga, feijão mulatinho, feijão preto e grão de bico.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Cereais, Pães e Massas:</h4>
<p style="text-align: justify;"><strong>Altamente benéficos:</strong><br />
Amaranto, arroz branco / integral / basmati / selvagem, bolo de arroz, espelta, farelo de arroz, farelo de aveia, farinha de aveia, farinha de centeio, farinha de espelta integral, mingau de aveia, painço, pão de arroz, pão de centeio 100%, pão de Ezequiel (trigo germinado 100%), pão de farinha de soja, pão de trigo germinado e pão dos essênios (trigo germinado).</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Neutros:</strong><br />
Bolinho de farelo de trigo, cevada, creme de arroz, cuscuz, farelo de trigo, farinha de cereais, farinha de glúten, germe de trigo, massa de espinafre, massa de semolina, pão de espelta, pão de sete cereais e trigo (produtos de farinha de glúten / de farinha de trigo / de farinha integral).</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Nocivos:</strong><br />
Flocos de milho, massa de alcachofra pura, milho, mingau de milho, pão de milho, pipoca, sêmola, sorgo, tapioca, teff (cereal africano), trigo refinado não clareado e trigo sarraceno / kasha.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Hortaliças:</h4>
<p style="text-align: justify;"><strong>Altamente benéficos:</strong><br />
Aipo / suco, alho, batata doce, berinjela, beterraba, brócolis, broto de alfafa, cenoura / suco, cogumelo maitake, couve, couve flor, dente de leão, folha de beterraba, inhame, mandioquinha, folha da mostarda, pepino, repolho / suco e salsa.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Neutros:</strong><br />
Abóbora moranga, abóbora de todos os tipos, abobrinha, acelga, agrião, alface de todos os tipos, alga marinha, alho poró, aspargo, azeitona grega / verde / espanhola, batata inglesa, broto de bambu, cebola de todos os tipos, cebolinha verde, cenoura, chicória, chucrute, coentro, cogumelo enoki, couve de Bruxelas, couve nabo (rutabaga), couve rábano, echalote, endívia, erva doce, ervilha verde e de vagem, escarola, gengibre, nabo, pimenta da Jamaica, quiabo, raiz forte, repolho chinês (bok choy), rúcula, suco de pepino tomate / suco.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Nocivos:</strong><br />
Alcachofra, babosa / chá / suco / folha, brotos de feijão, brotos de rabanete, azeitona preta, cogumelo shiitake, rabanete, milho, picles de todos os tipos, pimenta e pimentão de todos os tipos.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Frutas:</h4>
<p style="text-align: justify;"><strong>Altamente benéficos na dieta do tipo sanguíneo AB:</strong><br />
Abacaxi, ameixa, cereja, figo fresco ou desidratado, framboesa, grapefruit, groselha, kiwi, suco de limão, melancia, suco de arando e uva de todos os tipos.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Neutros:</strong><br />
Ameixa seca / suco, amora, banana da terra, cidra de maça / suco, damasco / suco, fruta pão, groselha preta / vermelha, lima / suco, melão amarelo e verde (pele de sapo), melão cantalupo, mirtilo, morango, nectarina / suco, papaia, pêra asiática, pêra / suco, pêssego, sabugueiro, suco de abacaxi, suco de amora preta, suco de grapefruit, tâmara de todos os tipos, tangerina, suco e uva passa.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Nocivos:</strong><br />
Abacate, banana, caqui, carambola, coco, goiaba / suco, laranja, manga / sugo, marmelo e romã.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Temperos:</h4>
<p style="text-align: justify;"><strong>Altamente benéficos na dieta do tipo sanguíneo AB:</strong><br />
Alho, curry, missô, raiz forte e salsa.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Neutros:</strong><br />
Açafrão, açúcar branco ou mascavo, ágar, alcaparra, alecrim, alfarroba, alga, araruta, baunilha, bergamota, canela, cardamomo, cebolinha, cerefólio, chili em pó, chocolate, coentro, cominho, cravo, cremor de tártaro, cúrcuma, endro, estragão, fermento, gualtéria, hortelã, hortelã pimenta, junípero, louro, macis, manjericão, manjerona, mel, melado, molho de soja, molho de tamari, mostarda em pó, noz moscada, páprica, pectina de maça, raiz de alcaçuz, sal marinho, sálvia, segurelha, sena, tamarindo, tomilho, xarope de arroz e xarope de bordo.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Nocivos:</strong><br />
Aniz, aspartame, carragena, dextrose, extrato de amêndoas, frutose, gelatina comum, gomas guar, guaraná, maisena, malte de cevada, pimenta de todos os tipos, pimenta da Jamaica, tapioca, vinagre de todos os tipos e xarope de milho.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Condimentos:</h4>
<p style="text-align: justify;"><strong>Altamente benéficos:</strong><br />
Nenhum.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Neutros:</strong><br />
Geléia ou gelatina de frutas recomendadas, molho de salada com ingredientes recomendados.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Nocivos:</strong><br />
Ketchup, molho inglês, picles e picles em conserva.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Ervas e Chás:</h4>
<p style="text-align: justify;"><strong>Altamente benéficos:</strong><br />
Alfafa, bardana, camomila, equinácea, folha de morango, gengibre, ginseng, pilriteiro, raiz de alcaçuz e fruto da roseira.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Neutros:</strong><br />
Amora, bétula branca, caiena, casca de carvalho branco, dente de leão, dong quai, erva de são João, folha de framboesa, gatária, hidraste, hortelã, hortelã pimenta, marroio branco, milefólio, morrião branco, sabugueiro, salsa, salsaparrilha, sálvia, tomilho, valeriana e verbena.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Nocivos:</strong><br />
Babosa, barba de milho, bolsa de pastor, feno grego, genciana, lúpulo, ruibarbo, sena, tília, trevo dos prados, tussilagem e verbasco.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Bebidas:</h4>
<p style="text-align: justify;"><strong>Altamente benéficos:</strong><br />
Chá verde e vinho tinto.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Neutros:</strong><br />
Água mineral gasosa, cerveja e vinho branco.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Nocivos:</strong><br />
Bebidas destiladas, café, descafeinado, chá preto, descafeinado e  refrigerante de todos os tipos.</p>
<h4 style="text-align: justify;"><strong><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-4414 alignleft" src="https://ahau.org/wp-content/uploads/2012/02/tipo_ab.jpg" alt="dieta-do-tipo-sanguineo-ab" width="427" height="237" srcset="https://ahau.org/wp-content/uploads/2012/02/tipo_ab.jpg 900w, https://ahau.org/wp-content/uploads/2012/02/tipo_ab-300x167.jpg 300w, https://ahau.org/wp-content/uploads/2012/02/tipo_ab-768x427.jpg 768w" sizes="(max-width: 427px) 100vw, 427px" /></strong>Estratégias da dieta do tipo sanguíneo AB:</h4>
<p style="text-align: justify;"><strong>Artrite:</strong> Alfafa, banho de sal de Epsom (sulfato de magnésio), cálcio e macerado de chá de alecrim.<br />
<strong>Cólicas e gases:</strong> Chá de camomila, chá de funcho, chá de hortelã pimenta, gengibre e suplemento probiótico com fator bifidus.<br />
<strong>Cólicas menstruais:</strong> Corniso jamaicano.<br />
<strong>Congestão:</strong> Chá de alcaçuz, urtiga, verbasco e verbena.<br />
<strong>Constipação:</strong> Casca de lariço (arvore), fibras e psyllium.<br />
<strong>Diarréia:</strong> Folha de framboesa, L. acidophilus (cultura de iogurte), mirtilo e sabugueiro.<br />
<strong>Cabeça, dor:</strong> Camomila, casca de salgueiro, matricária e valeriana.<br />
<strong>Dor de dente:</strong> Massagem na gengiva com alho amassado e massagem na gengiva com óleo de cravo.<br />
<strong>Garganta, dor:</strong> Gargarejo de chá de raiz de hidraste com sálvia.<br />
<strong>Dor de ouvido:</strong> Gotas de alho-verbasco-azeite.<br />
<strong>Febre:</strong> Casca de salgueiro branco, gatária, matricária, e verbena.<br />
<strong>Gripe:</strong> Alho, arabinogalactan, chá de rosa, equinácea, hidraste e sabugueiro (prevenção).<br />
<strong>Indigestão e azia:</strong> Bromelina, gengibre, hidraste e hortelã pimenta.<br />
<strong>Náuseas:</strong> Chá de raiz de alcaçuz, gengibre e pimenta caiena.<br />
<strong>Sinusite:</strong> Tomilho.<br />
<strong>Tosse:</strong> Marroio branco, tília e unha de cavalo.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Bibliografias:</h4>
<p style="text-align: justify;"><strong>Torna-se indispensável à leitura dos seguintes livros:</strong></p>
<p style="text-align: justify;">1.    A Dieta do Tipo Sanguíneo.<br />
Autor: Peter J. D’Adamo.<br />
Editora: Campus.</p>
<p style="text-align: justify;">2.    A Dieta do seu Tipo Sanguíneo.<br />
Autores: Peter J. D’Adamo com Catherine Whitney.<br />
Editora: Campus.</p><p>The post <a href="https://ahau.org/dieta-do-tipo-sanguineo-ab/">Dieta do Tipo Sanguineo AB</a> first appeared on <a href="https://ahau.org">Instituto Ahau - Terapeutas Especializados</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Dieta do Tipo Sanguineo B</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luiz Terapeuta]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Feb 2012 00:46:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Fique sabendo]]></category>
		<category><![CDATA[Vivendo Melhor]]></category>
		<category><![CDATA[acne]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Dieta do Tipo Sanguíneo B &#8211; O Nômade Equilibrado – Flexível – Criativo •    Pontos fortes: Sistema imunológico forte. Adaptação versátil às mudanças no ambiente e na alimentação. Sistema nervoso equilibrado. •    Pontos Fracos: Nenhum ponto fraco natural.  Desequilíbrio causa tendência a doenças auto-imunes e raras, vírus de lento crescimento. •    Riscos médicos: Diabetes [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><b>Dieta do Tipo Sanguíneo B &#8211; O Nômade</b></p>
<p style="text-align: justify;">Equilibrado – Flexível – Criativo</p>
<p style="text-align: justify;">•    <strong>Pontos fortes:</strong> Sistema imunológico forte. Adaptação versátil às mudanças no ambiente e na alimentação. Sistema nervoso equilibrado.<br />
•    <strong>Pontos Fracos:</strong> Nenhum ponto fraco natural.  Desequilíbrio causa tendência a doenças auto-imunes e raras, vírus de lento crescimento.<br />
•    <strong>Riscos médicos:</strong> Diabetes do tipo I. Síndrome da fadiga crônica. Doenças auto-imunes, doença de Lou Gehrig, lúpus e esclerose múltipla.<br />
•    <strong>Perfil alimentar:</strong> Equilibrado, onívoro, carne, laticínios, hortaliças e frutas.<br />
•   <strong>Segredo para o emagrecimento: Evitar:</strong> Frango, milho, lentilha, amendoim, semente de gergelim, trigo sarraceno, trigo. Usar: Folhas, ovos, fígado e alcaçuz (chá).<br />
•  <strong>  Suplementos:</strong> Magnésio, alcaçuz, ginkgo biloba e lectina.<br />
•    <strong>Programa de exercícios:</strong> Exercícios físicos moderados, com um componente mental, como caminhada, ciclismo, tênis e natação.</p>
<h4 style="text-align: justify;">A Dieta do Tipo Sanguíneo B</h4>
<h4 style="text-align: justify;">Carnes e Aves</h4>
<p style="text-align: justify;"><strong>Altamente benéficos:</strong><br />
Bode, carneiro, coelho e cordeiro.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Neutros:</strong><br />
Avestruz, boi, búfalo, faisão, fígado, peru, vitela.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Nocivos:</strong><br />
Bacon, cavalo, codorna, coração, frango, galinha d’ angola, galo selvagem, ganso, pato, perdiz, pombo, porco, presunto e tartaruga.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Frutos do Mar:</h4>
<p style="text-align: justify;"><strong>Altamente benéficos:</strong><br />
Bacalhau, badejo, cavala, caviar, corvina, esturjão, garoupa, hadoque, halibute, linguado, linguado gigante, Lúcio, Lúcio novo, merluza, pargo, perca (oceano), salmão e sardinha.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Neutros:</strong><br />
Anchova, arenque (em conserva),  arenque fresco, atum, bacalhau novo,  bagre, cação, carpa, espadarte, haliote, linguado cinzento, lula, pampo, perca prateada, pescada merlonga, pescadinha, piraúna, savelha, tainha, tilápia, tubarão, vermelho e Vieira.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Nocivos:</strong><br />
Barracuda, beluga, búzio, camarão, caranguejo, enguia, escargot, lagosta, lagostim, manjuba, marisco, mexilhão, olhete, ostra, pescada polaca, polvo, rã, salmão defumado, siri, tartaruga e trutas de todos os tipos.</p>
<h4 style="text-align: justify;"><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Antígeno">Laticínios</a> e Ovos:</h4>
<p style="text-align: justify;"><strong>Altamente benéficos na dieta do tipo sanguíneo B:</strong><br />
Iogurte, leite de cabra, leite de vaca, quefir, queijo cottage, queijo de leite de cabra, queijo feta, queijo minas, queijo mussarela e ricota.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Neutros:</strong><br />
Caseína, creme de leite, leitelho, manteiga, manteiga cremosa de búfala, ovo de galinha, queijo brie, queijo camembert, queijo cheddar, queijo colby, queijo edam, queijo emmenthal, queijo gouda, queijo gruyère, queijo muenster, queijo parmesão, queijo provolone, queijo suíço, requeijão, sorbet de frutas e soro de leite.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Nocivos:</strong><br />
American cheese, blue cheese, ovos de pato, ganso e codorna, queijo de cavalo e sorvete.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Óleos e Gorduras:</h4>
<p style="text-align: justify;"><strong>Altamente benéficos:</strong><br />
Azeite de oliva extra virgem.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Neutros:</strong><br />
Óleo de amêndoa, óleo de fígado de bacalhau, óleo de germe de trigo, óleo de groselha negra, óleo de linhaça, óleo de nozes e óleo de prímula.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Nocivos:</strong><br />
Óleo de açafrão, óleo de amendoim, óleo de canola, óleo de caroço de algodão, óleo de coco, óleo de gergelim, óleo de girassol, óleo de milho, óleo de rícino e óleo de soja.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Nozes e Sementes:</h4>
<p style="text-align: justify;"><strong>Altamente benéficos na dieta do tipo sanguíneo B:</strong><br />
Noz preta.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Neutros:</strong><br />
Amêndoa, castanha, castanha do pará, faia, lichia, macadâmia, nozes, noz manteiga, pasta de amêndoa, pecã e semente de linhaça.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Nocivos:</strong><br />
Amendoim, avelã, castanha de caju, manteiga de semente de girassol, pasta de amendoim, pasta de gergelim (tahini), pinhão, pistache, semente de abóbora, semente de gergelim, semente de girassol e semente de papoula.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Feijões e Leguminosas:</h4>
<p style="text-align: justify;"><strong>Altamente benéficos:</strong><br />
Feijão de marinheiro branco, feijão mulatinho e feijão manteiga.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Neutros:</strong><br />
Ervilha, favas, feijão branco, feijão de corda, feijão jicama, feijão vermelho e vagem.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Nocivos:</strong><br />
Brotos de feijão, feijão azuki, feijão de soja, feijão fradinho, feijão preto, feijão rajadinho, feijão roxinho, flocos de soja, grânulos de soja, grão de bico, leite de soja, lentilha, missô, soja de todas as formas, tempé e tofú.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Cereais, Pães e Massas:</h4>
<p style="text-align: justify;"><strong>Altamente benéficos na dieta do tipo sanguíneo B:</strong><br />
Bolo de arroz, espelta integral, farelo de arroz, farelo de aveia, leite de arroz, mingau de aveia, painço e pão de trigo germinado (pão dos essênios).</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Neutros:</strong><br />
Arroz branco / integral / basmati, cevada, creme de arroz, farinha de arroz, granola, massa de espinafre, pão de arroz, pão de farinha de soja, pão de trigo germinado 100%, pão sem glúten, produtos a base de espelta, quinoa, trigo (produtos de semolina), trigo (produtos de trigo branco) e trigo refinado.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Nocivos:</strong><br />
Amaranto, arroz selvagem, centeio, cevada, farelo e trigo, farinha de centeio, farinha de glúten, flocos de milho, fubá, germe de trigo, kamut, massa de alcachofra pura, milho, pão de centeio 100%, pão de sete grãos, sêmola, sorgo, tapioca, teff (cereal africano), trigo (produtos de farinha de glúten), trigo (produtos de trigo integral) e trigo sarraceno /kasha / soba.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Hortaliças:</h4>
<p style="text-align: justify;"><strong>Altamente benéficos:</strong><br />
Batata doce, berinjela, beterraba, brócolis, cenoura, cogumelo (shiitake), couve, couve de Bruxelas, couve flor, folhas de beterraba, gengibre, inhame, mandioquinha, folha da mostarda, pimentão todos os tipos, repolho de todos os tipos e salsa.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Neutros:</strong><br />
Abóbora de todos os tipos exceto moranga, acelga, agrião, aipo, alface todos os tipos, alga marinha, alho, alho poró, aspargo, batata, broto da batata, broto de bambu, cebola todos os tipos, cebolinha, cerefólio, chicória, chucrute, coentro, cogumelo (enoki, maitake e portobello), cominho, couve nabo (rutabago), dente de leão, echalote, endro, endívia, ervilha, escarola, espinafre, funcho, nabo, pepino, picles de todos os tipos, pimenta chili, pimenta da Jamaica, quiabo, raiz forte, repolho chinês (bok choy), rúcula, suco de cenoura e vagem.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Nocivos:</strong><br />
Abóbora moranga, alcachofra, azeitona de todos os tipos, milho, rabanete, ruibarbo e tomate.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Frutas:</h4>
<p style="text-align: justify;"><strong>Altamente benéficos:</strong><br />
Abacaxi, ameixa de todos os tipos, arando, banana, melancia, papaia e uva de todos os tipos.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Neutros:</strong><br />
Ameixa seca, amora, amora preta, banana da terra, cereja de todos os tipos, damasco, figo fresco ou desidratado, framboesa, fruta pão, goiaba, grapefruit, groselha, kiwi, limão, laranja, lima, maça cidra, manga, marmelo, melão, mirtilo, morango, nectarina, passa de Corinto, pêra, pêra asiática, pêssego, sagu, tâmara, tangerina e uva passa.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Nocivos:</strong><br />
Abacate, caqui, carambola, coco, leite de coco e romã.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Temperos:</h4>
<p style="text-align: justify;"><strong>Altamente benéficos na dieta do tipo sanguíneo B:</strong><br />
Curry, gengibre, melado, pimenta caiena, raiz forte e salsa.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Neutros:</strong><br />
Açafrão, açúcar branco ou mascavo, ágar, alcaparra, alecrim, alfarroba, alho, anis, araruta, baunilha, bergamota (tangerina), cardamomo, cebolinha, cerefólio, chili pó, chocolate, coentro, cominho, cravo, cremor de tártaro, cúrcuma, endro, fermento, frutose, gomas (goma arábica), hortelã, levedo, louro, macis, maltodextrina, manjericão, mel, mostarda, noz moscada, orégano, páprica, pectina de maça, pimenta da Jamaica, sal marinho, sálvia, segurelha, tamarindo, tomilho, vinagre de todos os tipos, xarope de arroz e xarope de bordo.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Nocivos:</strong><br />
Extrato de amêndoa, aspartame, canela, carragena, estévia, gelatina, glutamato Monossódico, gomas, guaraná, junípero, maisena, malte de cevada, maltodextrina, missô, molho de soja, pimenta branca, pimenta do reino, tapioca e xarope de milho.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Condimentos:</h4>
<p style="text-align: justify;"><strong>Altamente benéficos:</strong><br />
Nenhum.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Neutros:</strong><br />
Geleia e gelatina das frutas recomendadas, maionese, molho para salada, mostarda e picles de todos os tipos.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Nocivos:</strong><br />
Ketchup e molho inglês.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Ervas e chás:</h4>
<p style="text-align: justify;"><strong>Altamente benéficos:</strong><br />
Alcaçuz, framboesa, fruto da roseira, gengibre, ginseng, hortelã pimenta, salsa e sálvia.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Neutros:</strong><br />
Alfafa, amora, bardana, bétula, caiena, camomila, casca de carvalho branco, dente de leão, dong quai, equinácea, erva de são joão, folha de morango, gatária, hidraste, hortelã, milefólio, pilriteiro, raiz de alcaçuz, sabugueiro, salsaparrilha, tomilho, valeriana e verbena.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Nocivos:</strong><br />
Babosa, bolsa de pastor, cabelo de milho, escutelária, feno grego, genciana, lúpulo, ruibarbo, sena tília, trevo vermelho, tussilagem e verbasco.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Bebidas:</h4>
<p style="text-align: justify;"><strong>Altamente benéficos:</strong><br />
Chá verde.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Neutros:</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Café comum, descafeinado, chá preto, descafeinado, cerveja e vinho tinto ou branco.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Nocivos:</strong><br />
Água mineral gasosa, bebidas destiladas e refrigerante de todos os tipos.</p>
<h4 style="text-align: justify;"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-4416 alignleft" src="https://ahau.org/wp-content/uploads/2012/02/tipo_B.jpg" alt="dieta-do-tipo-sanguíneo-b" width="439" height="244" srcset="https://ahau.org/wp-content/uploads/2012/02/tipo_B.jpg 900w, https://ahau.org/wp-content/uploads/2012/02/tipo_B-300x167.jpg 300w, https://ahau.org/wp-content/uploads/2012/02/tipo_B-768x427.jpg 768w" sizes="(max-width: 439px) 100vw, 439px" /><a href="https://ahau.org/team/luiz-sequeira-0-html/">Estratégias</a> na dieta do tipo sanguíneo B:</h4>
<p style="text-align: justify;"><strong>Artrite:</strong> Alfafa, banho de sal de Epsom (sulfato de magnésio), boswella, cálcio e macerado de chá de alecrim.<br />
<strong>Cólicas e gases:</strong> Chá de camomila, chá de erva doce, chá de hortelã, gengibre e suplemento probiótico com fator bifidus.<br />
<strong>Cólicas menstruais:</strong> Corniso jamaicano.<br />
<strong>Congestão:</strong> Chá de alcaçuz, urtiga e verbena.<br />
<strong>Constipação:</strong> Casca de lariço (árvore), fibras e psyllium.<br />
<strong>Diarréia:</strong> Folha de framboesa, L. acidophilus (cultura de iogurte), mirtilo e sabugueiro.<br />
<strong>Dor de cabeça:</strong> Camomila, casca de sabugueiro branco, damiana, matricária e valeriana.<br />
<strong>Dor de dente:</strong> Massagem na gengiva com alho amassado e massagem na gengiva com óleo de cravo.<br />
<strong>Ouvido, dor:</strong> Gotas de alho-verbasco-azeite.<br />
<strong>Febre:</strong> Casca de salgueiro branco, gatária, matricária e verbena.<br />
<strong>Gripe:</strong> Alho, arabinogalactan e chá do fruto da roseira.<br />
<strong>Indigestão e azia:</strong> Bromelaína, gengibre, genciana e hortelã pimenta.<br />
<strong>Náusea:</strong> Caiena, chá de raiz de alcaçuz e gengibre.<br />
<strong>Sinusite:</strong> Tomilho.<br />
<strong>Tosse:</strong> Marroio branco.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Bibliografias:</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Torna-se indispensável à leitura dos seguintes livros:</strong></p>
<p style="text-align: justify;">1.    A Dieta do Tipo Sanguíneo.<br />
Autor: Peter J. D’Adamo.<br />
Editora: Campus.</p>
<p style="text-align: justify;">2.    A Dieta do seu Tipo Sanguíneo.<br />
Autores: Peter J. D’Adamo com Catherine Whitney.<br />
Editora: Campus.</p><p>The post <a href="https://ahau.org/dieta-do-tipo-sanguineo-b/">Dieta do Tipo Sanguineo B</a> first appeared on <a href="https://ahau.org">Instituto Ahau - Terapeutas Especializados</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Dieta do Tipo Sanguineo A</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luiz Terapeuta]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Feb 2012 00:35:51 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Dieta do Tipo Sanguíneo A &#8211; O Cultivador &#8211; Vegetariano Sedentário &#8211; Cooperador – Metódico •    Pontos Fortes: Adapta-se bem à variedade alimentar e ambiental. O sistema preserva e metaboliza os nutrientes com eficiência. •    Pontos fracos: Não consegue digerir e metabolizar facilmente a proteína da carne. Sistema imunológico vulnerável, aberto a invasão de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><b>Dieta do Tipo Sanguíneo A &#8211; O Cultivador &#8211; Vegetariano</b></p>
<p style="text-align: justify;">Sedentário &#8211; Cooperador – Metódico</p>
<p style="text-align: justify;">•  <strong>  Pontos Fortes:</strong> Adapta-se bem à variedade alimentar e ambiental. O sistema preserva e metaboliza os nutrientes com eficiência.<br />
•    <strong>Pontos fracos:</strong> Não consegue digerir e metabolizar facilmente a proteína da carne. Sistema imunológico vulnerável, aberto a invasão de micróbios.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>     Riscos médicos:</strong> Doenças cardíacas, diabetes do tipo I e II, câncer, problemas de fígado e vesícula biliar.<br />
•    <strong>Perfil alimentar:</strong> Vegetariano, hortaliças, tofú (queijo de soja), frutos do mar, cereais, feijões, leguminosas e frutas.<br />
•    <strong>Segredos para o emagrecimento:</strong> Evitar: Carne, laticínios, feijão, feijão manteiga, trigo. Usar: Azeite extra virgem, alimentos a base de soja, frutos do mar, hortaliças e abacaxi.<br />
•    <strong>Suplementos:</strong> Vitamina B 12, ácido fólico, vitamina C, vitamina E, pilriterio, equinácea, quercetina e cardo mariano.<br />
•    <strong>Programa de exercícios:</strong> Exercícios relaxantes como yoga e tai chi chuan.</p>
<h4 style="text-align: justify;">A Dieta do Tipo Sanguíneo A</h4>
<h4 style="text-align: justify;">Carnes e Aves:</h4>
<p style="text-align: justify;"><strong>Altamente benéficos:</strong><br />
Nenhuma</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Neutros:</strong><br />
Avestruz, frango, galinha-d’angola, peru e pombo.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Nocivos:</strong><br />
Bacon, presunto, porco, bode, boi, búfalo, carneiro, cavalo, codorna, coelho, coração / vísceras, cordeiro, esquilo, faisão, fígado de boi, ganso, pato, perdiz, tartaruga, veado e vitela.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Frutos do Mar:</h4>
<p style="text-align: justify;"><strong>Altamente benéficos:</strong><br />
Bacalhau, carpa, cavala, escargot, Lúcio novo, perca (prateada, amarela), pescada merlonga, pescada polaca, salmão, sardinha, savelha, truta (rio e mar) e vermelho.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Neutros:</strong><br />
Atum, bacalhau fresco, cação, caranha, espardarte, esturjão, haliote, Lúcio, Lúcio gigante, olhete, ova de salmão, pampo, pargo, perca (oceano, branca), perca-do-mar, pescadinha, piraúna, tainha, tilápia, truta (riacho) e tubarão.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Nocivos na Dieta do Tipo Sanguíneo A:</strong><br />
Anchova, arenque, arenque em conserva, bagre, barracuda, beluga, búzio, camarão, caranguejo, caviar, enguia, esturjão-branco, garoupa, hadoque, halibute, lagosta, lagostim, linguado, linguado gigante, lula, marisco, merlúcio, mexilhões, moluscos, ostra, polvo, rã, siri e Vieira.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Laticínios e Ovos:</h4>
<p style="text-align: justify;"><strong>Altamente benéficos:</strong><br />
Nenhum</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Neutros:</strong><br />
Iogurte, leite de cabra, manteiga de leite de búfala, ovo de codorna, ovo de galinha, ovo de gansa, ovo de pata, quefir, queijo de leite de cabra, queijo feta, queijo mussarela e ricota.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Nocivos:</strong><br />
American cheese, blue cheese, caseína, leite de vaca, leite integral, leitelho, manteiga, queijo brie, queijo camembert, queijo cheddar, queijo colby, queijo cottage, queijo edam, queijo emmenthal, queijo gouda, queijo gruyère, queijo muenster, queijo parmesão, queijo provolone, queijo suíço, requeijão, sourbet de frutas, soro de leite e sorvete.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Óleos e Gorduras:</h4>
<p style="text-align: justify;"><strong>Altamente benéficos:</strong><br />
Azeite de oliva, óleo de groselha negra, óleo de linhaça, óleo de nozes.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Neutros:</strong><br />
Germe de trigo, óleo de açafrão, óleo de amêndoa, óleo de borragem, óleo de canola, óleo de fígado de bacalhau, óleo de gergelim, óleo de girassol, óleo de prímula e óleo de soja.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Nocivos:</strong><br />
Óleo de amendoim, óleo de caroço de algodão, óleo de coco, óleo de milho e óleo de rícino.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Nozes e Sementes:</h4>
<p style="text-align: justify;"><strong>Altamente benéficos:</strong><br />
Amendoim, noz preta, pasta de amendoim, semente de abóbora e semente de linhaça.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Neutros:</strong><br />
Açafrão, amêndoa, avelã, castanha, faia, leite de amêndoa, lichia, macadâmia, manteiga de nozes, noz comum, pasta de amêndoa, pasta de gergelim (tahini), pasta de girassol, pecã, pinhão, queijo de amêndoa, semente de gergelim, semente de girassol e sementes de papoula.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Nocivos:</strong><br />
Castanha de caju, castanha do pará e pistache.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Feijões e Leguminosas na Dieta do Tipo Sanguíneo A:</h4>
<p style="text-align: justify;"><strong>Altamente benéficos:</strong><br />
Feijão azuki, feijão fradinho, feijão preto, feijão de soja, guando, leite de soja, lentilha, missô, soja e derivados, tempé, tofú e vagem.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Neutros:</strong><br />
Broto de feijão, ervilha, fava, feijão branco, e feijão de corda.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Nocivos:</strong><br />
Feijão de marinheiro (branco), feijão manteiga, feijão mulatinho, grão de bico e tamarindo.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Cereais, pães e massas:</h4>
<p style="text-align: justify;"><strong>Altamente benéficos:</strong><br />
Amaranto, bolo de arroz, farelo de arroz, farinha de arroz, farinha de aveia, farinha de centeio, massa de alcachofra pura, pão de aveia 100%, pão de Ezequiel (trigo germinado 100%) e trigo sarraceno.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Neutros:</strong><br />
Arroz branco / integral / basmati / selvagem, aveia, bolo de milho, cevada, creme de arroz, espelta / produtos de espelta, farelo de arroz, farinha de glúten, farinha de trigo integral, farinha de trigo refinada não clareada, flocos de milho, fubá, kamut, leite de arroz, milho, painço, pão de arroz, pão de centeio 100%, pão de trigo industrializado, pipoca, quinoa, sorgo, tapioca, trigo (produtos de farinha de glúten) e trigo (produtos de farinha de semolina).</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Nocivos:</strong><br />
Bolo inglês, creme de trigo, farelo de trigo, germe de trigo e Matzo (pão judaico).</p>
<h4 style="text-align: justify;">Hortaliças na Dieta do Tipo Sanguíneo A:</h4>
<p style="text-align: justify;"><strong>Altamente benéficos:</strong><br />
Abóbora moranga, acelga, aipo / suco de aipo, alcachofra, alface romana, alho, alho poró, babosa (planta, suco), brócolis, broto de alfafa, cebola (verde, roxa, branca), cenoura (suco de cenoura),  chicória, cogumelo maitake, couve, couve rábano, dente de leão, escarola, espinafre (suco), folhas de beterraba, funcho, gengibre, mandioquinha, nabo, quiabo, raiz forte e salsa.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Neutros:</strong><br />
Abacate, abóbora (exceto abóbora jerimu), abobrinha, agrião, alface, alga marinha, aspargo, azeitona verde, beterraba (suco), broto de bambu, castanha d’água, cebolinha, cogumelo em geral (exceto maitalce), couve de Bruxelas, couve flor, couve nabo (rutabaga), endívia, ervilha, fúcus (algas), milho, mostarda (folha), pepino (suco), picles (em salmoura), pimentão, rabanete, repolho chinês (bok choy), rúcula, sena e suco de repolho.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Nocivos:</strong><br />
Azeitona (preta / grega / espanhola), batata doce, batata todos os tipos, berinjela, chucrute, cogumelo shiitake, inhame, iuca, junípero (zimbro), picles no vinagre, pimenta todos os tipos, repolho não o suco, ruibarbo e tomate /suco.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Frutas:</h4>
<p style="text-align: justify;"><strong>Altamente benéficos:</strong><br />
Abacaxi, ameixa seca, ameixa (todos os tipos), amora preta, cereja de todos os tipos, damasco, figo fresco ou desidratado, grapefruit, lima, limão, mirtilo e suco de cereja preta.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Neutros:</strong><br />
Abacate, arando, baga, caqui, carambola, framboesa, fruta pão, goiaba, groselha preta ou vermelha, kiwi, maça / cidra de maça e marmelo, melancia, pêra asiática, pêssego, romã, tâmara, uva de todos os tipos e uva passa.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Nocivos:</strong><br />
Banana, banana terra, coco, leite de coco, laranja, manga, tangerina e papaia.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Temperos:</h4>
<p style="text-align: justify;"><strong>Altamente benéficos:</strong><br />
Alho, cúrcuma, gengibre, malte de cevada, melado, missô, molho de soja, raiz forte, salsa e tamari.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Neutros:</strong><br />
Açafrão, açúcar branco ou mascavo, agar, alecrim, alfarroba, araruta, baunilha, bergamota, bordo, canela, cardamomo, cebolinha, cerefólio, chocolate, coentro, cominho, cravo da índia cremor de tártaro, curry, dextrose, endro, estévia, estragão, extrato de amêndoas, fermento, funcho, glicose, guaraná, hortelã, junípero (zimbo), louro, macis, maisena, manjericão, manjerona, mel, mostarda em pó, noz moscada, orégano, páprica, pectina de maça, pimenta, pimenta da Jamaica, raiz de alcaçuz, sal marinho, sálvia, segurelha, tamarindo, tapioca, tomilho, xarope de arroz, xarope de arroz integral e xarope de milho.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Nocivos:</strong><br />
Alcaparra, aspartame, carragena, chili em pó, gelatina comum, glutamato monossódico, gomas guar (goma arábica), gualtéria, pimenta branca, pimenta do reino e todos os tipos de vinagre.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Condimentos na Dieta do Tipo Sanguíneo A:</h4>
<p style="text-align: justify;"><strong>Altamente benéficos:</strong><br />
Mostarda (sem trigo nem vinagre).</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Neutros:</strong><br />
Geléia, ou gelatina (das frutas recomendadas), mostarda (preparada com vinagre) e molho para salada (light, com ingredientes recomendados).</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Nocivos:</strong><br />
Hortaliças e frutas conservadas no vinagre, molho inglês, picles, ketchup, maionese e picles em salmoura.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Ervas e chás:</h4>
<p style="text-align: justify;">Altamente benéficos:<br />
Alfafa, babosa, bardana, camomila, cardo mariano, dente de leão, equinácea, erva de são João, feno grego, fruto da roseira, genciana, ginko biloba, ginseng, lariço, manjericão, pilriterio e valeriana.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Neutros:</strong><br />
Amora, bétula, bolsa do pastor, casca de carvalho branco, dong quai, folha da framboesa, folha do morango, hidraste (gargarejo ou uso tópico), hortelã pimenta, lúpulo, marroio branco, milefólio, morrião branco, pimenta, raiz de alcaçuz, sabugueiro, salsaparrilha, sálvia, sena, tília, tomilho, verbasco e verbena.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Evitar:</strong><br />
Cabelo de milho, caiena, confrei, gataria, ruibarbo, sassafrás e trevo vermelho.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Bebidas:</h4>
<p style="text-align: justify;"><strong>Altamente benéficas:</strong><br />
Café comum ou descafeinado, vinho tinto e chá verde.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Neutros:</strong><br />
Vinho branco.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Antígeno">Nocivos</a>:</strong><br />
Água mineral com gás, bebidas destiladas, cerveja, chá preto comum ou descafeinado e refrigerante de todos os tipos.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-4417 alignleft" src="https://ahau.org/wp-content/uploads/2012/02/tipo_a.jpg" alt="dieta-do-tipo-sanguineo-a" width="445" height="247" srcset="https://ahau.org/wp-content/uploads/2012/02/tipo_a.jpg 900w, https://ahau.org/wp-content/uploads/2012/02/tipo_a-300x167.jpg 300w, https://ahau.org/wp-content/uploads/2012/02/tipo_a-768x427.jpg 768w" sizes="(max-width: 445px) 100vw, 445px" /><a href="https://ahau.org/team/luiz-sequeira-0-html/">Estratégias na Dieta do Tipo sanguíneo A </a>:</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Artrite:</strong> Alfafa banho e sal de Epsom (sulfato de magnésio), cálcio e macerado de chá de alecrim.<br />
<strong>Cólicas e gases:</strong> chá de camomila, chá de funcho, chá de hortelã pimenta, gengibre e suplemento probiótico com fator bifidus.<br />
<strong>Cólicas menstruais:</strong> Alteia preta e corniso jamaicano.<br />
<strong>Congestão:</strong> Chá de alcaçuz, urtiga, verbasco e verbena.<br />
<strong>Constipação:</strong> Casca de lariço (árvore), fibras, psyllium e suco de babosa.<br />
<b>Diarreia:</b> Folha de framboesa, L. acidophilus (cultura de iogurte), mirtilo s sabugueiro.<br />
<strong>Cabeça, dor:</strong> Camomila, casca de salgueiro branco, damiana, matricária e valeriana.<br />
<strong>Dor de dente:</strong> Massagem na gengiva com alho amassado e massagem na gengiva com óleo de cravo.<br />
<strong>Garganta, dor:</strong> Gargarejo com chá de feno grego e gargarejo com chá de hidrate com sálvia.<br />
<strong>Dor de ouvido:</strong> Gotas de alho-verbasco-azeite.<br />
<strong>Febre:</strong> Casca do salgueiro branco, matricária e verbena.<br />
<strong>Gripe:</strong> Alho, arabinogalactan, chá do fruto da roseira, equinácea, hidraste e sabugueiro (prevenção).<br />
<strong>Indigestão, azia:</strong> Bromelina, genciana, gengibre, hidraste e hortelã pimenta.<br />
<strong>Náusea:</strong> Chá de raiz de alcaçuz e gengibre.<br />
<strong>Sintomas de menopausa:</strong> Fitoestrogênios derivados de inhame selvagem, alfafa e soja (evite fazer reposição de estrogênio convencional devido ao risco de câncer).<br />
<strong>Sinusite:</strong> Feno grego e tomilho.<br />
<strong>Tosse:</strong> Marroio branco, tília e tussilagem.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Bibliografias:</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Torna-se indispensável à leitura dos seguintes livros:</strong></p>
<p style="text-align: justify;">1.    A Dieta do Tipo Sanguíneo.<br />
Autor: Peter J. D’Adamo.<br />
Editora: Campus.</p>
<p style="text-align: justify;">2.    A Dieta do seu Tipo Sanguíneo.<br />
Autores: Peter J. D’Adamo com Catherine Whitney.<br />
Editora: Campus.</p><p>The post <a href="https://ahau.org/dieta-do-tipo-sanguineo-a/">Dieta do Tipo Sanguineo A</a> first appeared on <a href="https://ahau.org">Instituto Ahau - Terapeutas Especializados</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Gordura TRANS</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luiz Terapeuta]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Feb 2012 14:18:32 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Gordura Transversa &#8211; Entenda, de A a Z, por que  é a pior de todas O nome é esquisito e seus efeitos no organismo ainda estão sendo estudados. Mas já se sabe que há, em vários alimentos, mais um tipo de &#8220;gordura do mal&#8221;, o ácido graxo transverso, mais comumente chamado de gordura trans. Essa [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h4 style="text-align: center;">Gordura Transversa &#8211; Entenda, de A a Z, por que  é a pior de todas</h4>
<p style="text-align: justify;">O nome é esquisito e seus efeitos no organismo ainda estão sendo estudados. Mas já se sabe que há, em vários alimentos, mais um tipo de &#8220;gordura do mal&#8221;, o ácido graxo transverso, mais comumente chamado de gordura trans.</p>
<p style="text-align: justify;">Essa gordura entra na composição de diversos alimentos, do bolo da padaria ao biscoito &#8220;água e sal&#8221;. Seu uso deixa esses produtos mais crocantes, sequinhos, duráveis e apetitosos. Mas, além de aumentar os níveis do colesterol, a gordura trans também diminui a quantidade do colesterol &#8220;bom&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">A solução seria banir a trans da alimentação, como sugerem os nomes de organizações não-governamentais como a Ban Trans Fat e a Trans Free America? Na vida real, as coisas não funcionam assim. A questão não é abolir, mas tentar reduzir ao máximo o consumo de gordura trans. A dificuldade é saber quais alimentos a contêm e em qual quantidade. Para tentar resolver esse problema, a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) determinou que, a partir de 1º de agosto de 2006, as empresas devem especificar nos rótulos o teor de gordura trans de seus produtos.</p>
<h4 style="text-align: justify;">A: Ácidos graxos</h4>
<p style="text-align: justify;">São os principais componentes das gorduras (lipídeos). Quando digeridas, as gorduras fornecem ao organismo energia e ácidos graxos. Estes podem ser do tipo monoinsaturados, poliinsaturados, saturados e trans (gerados, basicamente, no processo industrial de hidrogenação de óleos vegetais mas existentes, em pequena quantidade, em carnes, leite e derivados).</p>
<h4 style="text-align: justify;">B: Biscoitos</h4>
<p style="text-align: justify;">Biscoitos doces e salgados são ricos em gordura hidrogenada e, conseqüentemente, em ácidos graxos trans. Até os populares &amp;quot;água e sal&amp;quot; e &amp;quot;cream cracker&amp;quot;, muitos consumidos por quem quer fazer dieta ou ter uma alimentação saudável, são ricos nesse tipo de gordura -mais ainda do que os biscoitos recheados.</p>
<h4 style="text-align: justify;">C: Câncer</h4>
<p style="text-align: justify;">Segundo Glaucia Maria Pastore, professora de bioquímica dos alimentos da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas), há evidências na literatura científica de que o consumo excessivo de ácidos graxos trans pode estar relacionado a uma maior incidência de câncer de mama.</p>
<p style="text-align: justify;">O endocrinologista Antonio Carlos Lerário, diretor da Sociedade Brasileira de Diabetes, explica que, embora ainda não existam estudos conclusivos, suspeita-se que o ácido graxo trans altere o funcionamento da parede celular, principalmente das artérias (nas quais o colesterol produzido pelas gorduras se deposita), o que pode gerar alterações anormais nas células.</p>
<h4 style="text-align: justify;">D: Diets e lights</h4>
<p style="text-align: justify;">Uma das preocupações dos médicos em relação à gordura trans é que ela está oculta em grande parte dos alimentos industrializados e é consumida inadvertidamente. O chocolate diet, por exemplo, é indicado para diabéticos por não conter açúcar, mas pode ter uma quantidade igual ou maior de gordura do que o chocolate convencional. &#8220;Ao retirar o açúcar, o chocolate fica com sabor e consistência menos agradáveis. A gordura hidrogenada [que gera ácido graxo trans] melhora esses dois aspectos, por isso pode ser utilizada em vários desses produtos&#8221;, diz o endocrinologista Antonio Carlos Lerário. Pela legislação da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), os produtos light são os alimentos com redução mínima de 25% de determinado nutriente ou caloria. Se a redução é na quantidade de gorduras em geral, conseqüentemente conterão menos ácidos graxos trans.</p>
<h4 style="text-align: justify;">E: Estudos</h4>
<p style="text-align: justify;">No Brasil e no mundo, ainda são poucos os trabalhos que especificam a quantidade de ácidos graxos trans presentes nos alimentos. Segundo a nutricionista Vera Lúcia Chiara, professora do Instituto de Nutrição da Uerj (Universidade do Estado do Rio de Janeiro), as tabelas nacionais de composição de alimentos não trazem o teor de gorduras trans que eles possuem. &#8220;Há tabelas com esses valores nos Estados Unidos, mas elas são antigas. Além disso, a quantidade de trans nos produtos muda de uma região para outra.&#8221; Chiara analisou o teor de trans em alguns alimentos produzidos no Brasil, como sorvetes, biscoitos e batatas frita.</p>
<h4 style="text-align: justify;">F: Fast food</h4>
<p style="text-align: justify;">A gordura trans é utilizada para preparação de alimentos nas redes de fast food porque, além de ser mais durável, tem uma estrutura que conserva melhor o alimento e o deixa mais atraente. É por isso que a batata frita fica mais dourada e parece mais crocante do que a feita em casa&#8221;, diz Artur Cotrim Guimarães, chefe do departamento de prevenção do Hospital Pró Cardíaco. Nos EUA, a organização não-governamental Ban TransFats.com processou a rede McDonald&#8217;s pelo descumprimento de uma promessa, feita em 2002, de cortar drasticamente a utilização de gordura trans.</p>
<h4 style="text-align: justify;">G: Grávidas e crianças</h4>
<p style="text-align: justify;">De acordo com a nutricionista Vera Lúcia Chiara, uma questão que está sendo muito debatida é se gestantes e crianças devem consumir gordura trans. &#8220;Os ácidos graxos trans competem com um tipo de gordura insaturada, o ácido linoleico, que nosso organismo não produz. Isso atrapalha a produção de outras gorduras que são essenciais ao desenvolvimento neurológico do feto e da criança&#8221;, explica a nutricionista.</p>
<h4 style="text-align: justify;">H: Hidrogenada</h4>
<p style="text-align: justify;">A gordura hidrogenada é produzida, por meio de um processo industrial, a partir de óleos vegetais ricos em ácidos graxos poliinsaturados. &#8220;A hidrogenação parcial [reação do óleo com hidrogênio] torna o óleo mais consistente, que passa de líquido a pastoso ou sólido. Esse processo gera ácidos graxos trans&#8221;, diz o engenheiro químico Homero Souza, gerente de pesquisas e desenvolvimento do grupo Agropalma. A gordura hidrogenada tem larga utilização industrial: entra na composição de bolos, pães, congelados, entre outros produtos.</p>
<h4 style="text-align: justify;">I: Insaturada e saturada</h4>
<p style="text-align: justify;">Os ácidos graxos insaturados são as gorduras mais saudáveis que existem. Eles podem ser divididos em monoinsaturados (cujas maiores fontes são o azeite de oliva, o óleo de canola e o abacate) e poliinsaturados -o ômega 3, presente principalmente nos peixes de água frias, e o ômega 6, encontrado nos óleos vegetais, com exceção dos de coco, cacau e palma (dendê).</p>
<p style="text-align: justify;">Já os ácidos graxos saturados são considerados, ao lado da gordura trans, os mais prejudiciais à saúde. As maiores fontes desse nutriente são os alimentos com gordura animal (como carne, leite e manteiga). Os únicos vegetais que possuem esse nutriente são os óleos de palmeira e de coco.</p>
<p style="text-align: justify;">O consumo elevado de gorduras saturadas aumenta o colesterol total e o LDL (colesterol ruim). De acordo com a nutricionista Liliana Bricarello, as novas diretrizes do National Cholesterol Education Program e da American Heart Association aconselham que a ingestão desse tipo de gordura não ultrapasse 7% do valor calórico diário total.</p>
<h4 style="text-align: justify;">L: LDL/HDL</h4>
<p style="text-align: justify;">Artur Cotrim Guimarães, do Hospital Pró-Cardíaco, do Rio de Janeiro, explica que, no processo de digestão, a gordura se transforma em pequenas partículas e se liga a proteínas, formando lipoproteínas, que podem ser de baixa densidade (LDL, do inglês Low Density Lipoprotein) ou alta densidade (HDL, High Density Lipoprotein). As de baixa densidade aderem às paredes das artérias, gerando mecanismos inflamatórios que aumentam os coágulos e, cumulativamente, formam placas que obstruem as artérias. Ou seja, estão diretamente relacionadas aos problemas cardiovasculares, por isso o LDL é chamado de mau colesterol. O HDL é considerado bom porque as lipoproteínas de alta densidade &amp;quot;ocupam&#8221; o espaço das LDL, diminuindo sua quantidade no organismo. Os ácidos graxos trans, além de aumentar a quantidade de LDL, diminuem a de HDL.</p>
<h4 style="text-align: justify;">M: Margarina</h4>
<p style="text-align: justify;">Por ser produzida a partir de óleos vegetais, ricos em ácidos graxos insaturados, já foram consideradas uma melhor opção às gorduras de origem animal (como a manteiga), fontes de ácidos graxos saturados, que produzem o mau colesterol. &#8220;Mas hoje, sabemos que o óleo vegetal, ao ser hidrogenado para criar a consistência da margarina, transforma a gordura vegetal em gordura ruim, a trans&#8221;, diz o endocrinologista Antonio Carlos Lerário. O processo de hidrogenação é a forma mais barata de produzir cremes vegetais (pastosos) a partir dos óleos (líquidos), por isso é o mais utilizado pela indústria.</p>
<h4 style="text-align: justify;">N: Natural</h4>
<p style="text-align: justify;">A maior parte dos ácidos graxos trans é produzida no processo industrial de hidrogenação. Mas esses também existem &#8220;na natureza&#8221;, em alimentos como carne de animais ruminantes, leite e derivados, conta o engenheiro químico Homero Souza. Porém, a quantidade de ácidos trans nesses alimentos é mínima. Nesses casos, a preocupação é com as gorduras saturadas, diz o endocrinologista Antonio Carlos Lerário.</p>
<h4 style="text-align: justify;"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-4926 alignleft" src="https://ahau.org/wp-content/uploads/2012/02/gordura-trans-1.jpg" alt="gordura-trans" width="343" height="237" srcset="https://ahau.org/wp-content/uploads/2012/02/gordura-trans-1.jpg 580w, https://ahau.org/wp-content/uploads/2012/02/gordura-trans-1-300x207.jpg 300w" sizes="(max-width: 343px) 100vw, 343px" />O: Óleos vegetais</h4>
<p style="text-align: justify;">As gorduras de origem vegetal são insaturadas. São a base para a fabricação das gorduras hidrogenadas, mas, em estado líquido, não contêm ácidos graxos trans. Ou seja, o óleo vegetal de uso caseiro (&#8220;óleo de cozinha&#8221;) não contém gordura trans.</p>
<h4 style="text-align: justify;">P: Preparação caseira</h4>
<p style="text-align: justify;">Quando um produto que contém ácidos graxos trans (certas margarinas, por exemplo) é utilizado para a preparação de alimentos em casa, nem a quantidade dessa substância nem a sua ação no organismo são alteradas, diz Glaucia Maria Pastore, da Unicamp.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Q: Quantidade máxima recomendada</h4>
<p style="text-align: justify;">Por não ser <a href="https://ahau.org/dieta-do-mediterraneo/">necessária ao organismo</a>, não há um valor recomendado de gordura trans a ser ingerida -o ideal é consumir o mínimo possível. &#8220;Não é como as fibras ou os carboidratos, para os quais há um valor diário recomendado&#8221;, diz Antonia Aquino, gerente de produtos especiais da Anvisa.</p>
<p style="text-align: justify;">A Organização Mundial da Saúde recomenda que a ingestão de gordura trans não ultrapasse 1% do valor calórico da dieta. Como cada grama de gordura equivale a nove calorias, um adulto que consome 2.000 calorias diárias não deveria ultrapassar 2 g de gordura trans (o equivalente a menos de 100 g de biscoitos recheados).</p>
<h4 style="text-align: justify;">R: Rótulo</h4>
<p style="text-align: justify;">Atualmente, não adianta procurar no rótulo dos alimentos a <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Gordura">quantidade</a> de gordura trans que eles possuem. Somente a partir de 1º de agosto de 2006 as empresas serão obrigadas a especificar, além do teor total de lipídeos e de gorduras saturadas, a quantidade de ácidos graxos trans presentes nos alimentos que fabricam. A determinação foi regulamentada pela RDC (Resolução de Diretoria Colegiada) número 360, da Anvisa, que entrou em vigor em dezembro de 2003.</p>
<p style="text-align: justify;">Por enquanto, o que é possível fazer é verificar no item &#8220;ingredientes&#8221; do rótulo se há a indicação &#8220;gordura hidrogenada&#8221; ou &#8220;parcialmente hidrogenada&#8221; ou &#8220;óleo vegetal hidrogenado&#8221; ou &#8220;parcialmente hidrogenado&#8221;. Se houver, é gordura trans na certa.</p>
<h4 style="text-align: justify;">S: Substitutos</h4>
<p style="text-align: justify;">Algumas embalagens de alimentos já trazem, no campo &#8220;ingredientes&#8221;, os dizeres &#8220;gordura interesterificada&#8221;. Isso significa que os ácidos graxos presentes no produto passaram por um processo chamado interesterificação, que solidifica os óleos vegetais sem que esses tenham de ser hidrogenados. &#8220;É um processo mais novo do que a hidrogenação. A tendência é que ele comece a ser utilizado com mais freqüência pela necessidade de encontrar uma alternativa à trans&#8221;, diz Glaucia Pastore, da Unicamp. Segundo ela, a outra saída é usar, durante o processo de hidrogenação, o óleo de palma, que não forma ácidos graxos trans.</p>
<h4 style="text-align: justify;">T: Transversos</h4>
<p style="text-align: justify;">A designação &#8220;trans&#8221; vem de &#8220;transversos&#8221;. O nome diz respeito à ordem da cadeia de átomos do ácido graxo. Segundo o engenheiro químico Homero Souza, é uma ordem pouco freqüente na natureza e praticamente inexistente em óleos e gorduras vegetais não refinados.</p>
<h4 style="text-align: justify;">U: Utilidade</h4>
<p style="text-align: justify;">A gordura trans faz mal à saúde, mas traz uma série de vantagens para a indústria alimentícia. Por ser sólida, ela é mais fácil de ser utilizada do que o óleo vegetal líquido. Além disso, valoriza o aspecto dos alimentos. Pães e massas folhadas, por exemplo, ganham uma aparência mais dourada. &#8220;É um tipo de gordura mais fácil de trabalhar e de estocar, tem menor probabilidade de oxidação e não é tão perecível. Por isso os fabricantes gostam dela&#8221;, diz a nutricionista Mariana del Bosco Rodrigues, co-responsável pelo departamento de nutrição da Abeso (Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade).</p>
<h4 style="text-align: justify;">Z: Zero Trans</h4>
<p style="text-align: justify;">Nos Estados Unidos, organizações como a Ban Trans Fats e a Trans Free America se mobilizam para que a indústria alimentícia reduza a quantidade de trans nos produtos que fabrica.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: Folha de São Paulo<br />
(Flávia Mantovani e Iara Biderman)</p><p>The post <a href="https://ahau.org/gordura-trans/">Gordura TRANS</a> first appeared on <a href="https://ahau.org">Instituto Ahau - Terapeutas Especializados</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Levedo de cerveja</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luiz Terapeuta]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Feb 2012 00:11:28 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong>O que é Levedo de Cerveja</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O levedo de cerveja  é um fermento inativo resultante do processo de fermentação da cevada durante a produção de cerveja. O levedo de cerveja é uma das maiores fontes naturais de vitaminas do complexo B e de proteínas, com a vantagem de não possuir colesterol e gordura, característicos das proteínas de origem animal. O levedo de cerveja contém alto teor de proteínas, fibras e vitaminas.</p>
<p style="text-align: justify;">A levedura de cerveja é um alimento precioso e um remédio milenar. Já assim a considerava Hipócrates, o “Pai da Medicina”, bem como os monges das confrarias medievais, que a empregavam nas curas de muitos males, principalmente nas chagas e furunculoses.</p>
<p style="text-align: justify;">As leveduras são fungos ascomicetos, cogumelos microscópicos, que se multiplicam ordinariamente por gemação, conformando, assim, longas fiadas de células (cada uma é um ovóide com a dimensão de 8 a 10 milésimos de milímetro), como as contas de um rosário. O género Saccharomyces compreende várias espécies, de que uma das principais é a levedura de cerveja (saccharomyces cerevisae). É, de longe, a mais apreciada e a mais rica em termos alimentares. Provindo do malte, assegura as proteínas necessárias e completas em todos os aminoácidos, sendo, por isso, ideal para os que não se alimentam de carne.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Qual a função do Levedo de Cerveja</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O Levedo de Cerveja tem muitas funções no organismo, mediadas por seus componentes, que são muitas vitaminas e aminoácidos essenciais para o corpo humano.</p>
<p style="text-align: justify;">A levedura de cerveja é rica em proteínas (45 a 50%) muito digeríveis, possuindo todos os aminoácidos indispensáveis à vida (histidina, arginina, lisina, triptofano, alanina, leucina, isoleucina, cistina, cistaína, glicina, ácido aspártico, ácido glutâmico, fenilalanina, treonina, metionina, tirosina, valina, prolina, serina, etc), glúcidos, auxonas (complexo T), vitaminas (sobretudo do grupo B) e minerais (principalmente fósforo, ferro 3, potássio, cálcio, magnésio, silício, cobre, zinco, selénio, crómio, alumínio). Possui, igualmente, em quantidades consideráveis, lípidos (5 a 20%: estearina, palmitina, ácido aracínico), lecitinas, numerosos esteróis (os principais: ergosterol 4 e zimosterol), enzimas ou diástases (zimases, invertina, maltase, fosfatases, etc).</p>
<p style="text-align: justify;">No que concerne ao teor vitamínico, é considerada a maior e melhor fonte conhecida. Como já dissemos, é riquíssima em complexo B, fator essencial da respiração e nutrição celulares e, assim, da manutenção do equilíbrio orgânico. Vale a pena, pois, determo-nos no seu quadro de vitaminas e factores vitamínicos:</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>B1 (aneurina ou tiamina)</strong> – protectora e equilibrante do sistema nervoso e de enorme importância no metabolismo dos glúcidos (registam-se 8 a 15mg por 100gr de levedura).</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>B2 (riboflavina ou lactoflavina)</strong> – factor de crescimento, favorece a respiração celular e regenera a flora intestinal (3,5 a 8mg).</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>B5 (ácido pantoténico)</strong> – de grande valia para o fígado, os epitélios, as mucosas respiratórias e digestivas (útil nas alergias). A carência produz dificuldades na atenção e na concentração mental, dores de cabeça, transtornos do sono, cãibras musculares e baixo rendimento energético geral. Ajuda a promover o crescimento e a pigmentação dos cabelos, e a cicatrização das feridas, sobretudo no campo da cirurgia (12 a 25mg, 8 vezes mais do que igual conteúdo de cereais).</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>B6 (adermina ou piridoxina)</strong> – factor de crescimento, estimulante muscular, favorece a formação de glóbulos vermelhos, protege a pele. Intervém na função adreno-cortical e no metabolismo do enxofre e das purinas. É antagónica à histamina, sendo, por isso, útil nas doenças alérgicas (3 a 10mg, 10 vezes mais do que em igual conteúdo de carne).</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>B9 (ácido fólico)</strong> – factor de crescimento e anti-anémica; nutriente do sistema nervoso. É muito necessária na gravidez (0,005 a 0,13mg, 20 vezes mais do que igual conteúdo de farelo de trigo).</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>B12</strong> – intervém activamente na hematopoese (formação dos glóbulos sanguíneos) (não dispomos de valores tabelares).</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>B15</strong> – facilita o aporte de oxigénio a todos os tecidos. Ajuda na síntese das proteínas. Estimula o sistema imunitário. É um protector hepático e combate o colesterol (não dispomos de valores).</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>BX</strong> (ácido paraminobenzóico) – é importante na boa utilização das proteínas. Mantém, e em alguns casos recupera, a pigmentação capilar, bem como a elasticidade da pele. Promove a expectoração e é balsâmica nas inflamações do tracto urinário. O seu défice pode causar eczema (0,03 a 0,55mg).</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>PP (nicotinamida)</strong> – anti-pelagra, importante para a assimilação dos amidos e gorduras, intervém na formação do sangue e na função dos nervos (30 a 80mg, 10 a 20 vezes mais do que igual conteúdo de carne).</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Biotina</strong> – protectora da pele, anti-seborreica, importante no equilíbrio do crescimento e do sistema nervoso (2 a 7,5mg).</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Colina</strong> – tem acção fisiológica sobre a pressão sanguínea, como antagonista da adrenalina, e na regulação dos movimentos peristálticos do intestino. Opõe-se à sedimentação de gordura a nível hepático, sendo útil nas cirroses (0,1 a 1,2mg).</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Inositol</strong> – tem papel determinante e regulador na reprodução celular, sendo anti-cancerígeno. Combate a alopecia (queda dos cabelos). Contribui para um crescimento equilibrado. Intervém na actividade lipotrópica e na motilidade intestinal (80 a 160mg).</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Ergosterol (provitamina D)</strong> – está intimamente ligado com a vitamina D, auxiliando na boa fixação do cálcio e do fósforo de origem alimentar. É importantíssimo na formação dos ossos e dentes e para a manutenção das suas estruturas. Tem papel na conservação do tónus muscular e na contracção dos músculos (não dispomos de valores).</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>E</strong> – é fundamental na manutenção da integridade dos tecidos da reprodução (ovários, testículos), bem como da musculatura e vasculares. É anti-esterilidade e anti-abortiva (conteúdo elevado, embora não disponhamos de valores).</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Complexo T</strong> – promotor do crescimento, útil na anorexia infantil, doença celíaca, osteoporose e raquitismo (não dispomos de valores).</p>
<p style="text-align: justify;">Uma vez que a levedura de cerveja é invulgarmente rica em aminoácidos fundamentais, julgamos útil reproduzir aqui as características básicas que lhes são referentes 5:</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Arginina</strong> – tem papel preponderante na libertação das hormonas de crescimento, intervindo no desenvolvimento muscular e na redução de gordura no organismo. Tem, paralelamente, uma importante acção como retentora do nitrogénio, essencial para o crescimento dos músculos.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Lisina</strong> – é igualmente útil na libertação das hormonas de crescimento e utilizada para favorecer o crescimento proporcional em crianças extremamente pequenas. Actua na produção da carnitina, a qual tem a propriedade de “queimar” as gorduras em excesso no organismo. Mostrou-se, ainda, útil na prevenção dos vírus de Herpes Zoster.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Tirosina</strong> – é um derivado do aminoácido fenilalanina. É um precursor da hormona adrenocortical, assim como da dopamina. Actua na actividade mental.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fenilalanina</strong> – estimulante da memória e da capacidade cognitiva, bem como da funcionalidade sexual. Revelou-se útil nos tratamentos anti-depressivos. Tem efeitos analgésicos.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Histidina</strong> – tem vindo a ser utilizada no tratamento da artrite reumatóide. Igualmente, revelou resultados positivos no combate às situações alérgicas. Conjuntamente com a niacina e a piridoxina, sugere ter efeito estimulador a nível da actividade sexual.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Ácido aspártico</strong> – intervém na síntese das glicoproteínas, além de desempenhar um papel na formação de glicose (conversão de hidratos de carbono, glucose, etc). Parece, ainda, incrementar a capacidade de resistência dos atletas.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Treonina</strong> – intervém nos processos digestivos, designadamente na função intestinal e no metabolismo dos lípidos ao nível hepático.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Cisteína</strong> – é um poderoso anti-oxidante que ajuda a proteger o organismo contra as bactérias, vírus, químicos e radiações nocivos. Promove a saúde capilar e a das unhas, acelerando o seu crescimento.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Valina</strong> – intervém determinantemente na actividade mental, na coordenação dos músculos e no equilíbrio emocional.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Metionina</strong> – é fundamental para a síntese da carnitina e tem um importante papel no sistema glandular. É anti-tóxica.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Serina</strong> – é essencial no funcionamento do cérebro.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Ácido glutâmico</strong> – é o único aminoácido capaz de transpor a barreira entre o sangue e o cérebro. É geralmente utilizado nos tratamentos anti-depressivos, diminuição da memória, senilidade, esquizofrenia, alcoolismo e muitas outras desordens cerebrais (é comum referir que o ácido glutâmico é o combustível do cérebro).</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Isoleucina</strong> – é interveniente no funcionamento cerebral.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Glicina</strong> – experiências revelaram existir grande concentração de glicina na pele e tecido conjuntivo. Crê-se que seja beneficamente interveniente na regeneração destes tecidos, bem como no crescimento dos músculos.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Alanina</strong> – tem uma acção directa na redução do colesterol, particularmente quando associada com a arginina e a glicina. Contribui para a regulação dos níveis de açúcar no sangue.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Prolina</strong> – é um dos principais componentes do tecido conjuntivo que liga e suporta todos os outros tecidos (colagénio). Ajuda a combater a flacidez associada ao envelhecimento. Intervém beneficamente nos processos de cicatrização.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Benefícios do Levedo de Cerveja</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Está particularmente indicada nos casos de diabetes (devido ao alto teor em glutatião – um péptido sulfurado (composto de ácido glutâmico, cisteina e glicocola), que exerce ação preponderante em todos os fenômenos biológicos e, em particular, nas reações de oxido-redução, nos processos de desintoxicação e de resistência às infecções), furunculose, acne e demais problemas de pele, gravidez, anemias, atrasos de crescimento e desenvolvimento, afecções do sistema linfático (intoxicações e infecções), arteriosclerose, doenças artríticas e alcoolismo.<br />
O levedo de cerveja é um excelente reconstituinte e protetor do sistema nervoso. Possui ação reguladora das glândulas endócrinas, como a tiróide, o pâncreas, as supra-renais, as gônadas. É um tônico geral cardíaco e circulatório. Favorece a assimilação dos alimentos, equilibra e regenera a flora intestinal e é um notável protetor hepático (indicada nos estados pré-cirróticos e nas degenerescências adiposas do fígado). É muito adequada aos desportistas, aumentando-lhes a resistência, favorecendo o trabalho muscular e promovendo a eliminação de toxinas residuais.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fontes de Levedo de Cerveja</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Como alimento, usa-se misturada nas saladas, nas sopas, nas hortaliças estufadas, fritas ou cozidas (cerca de uma colher de sobremesa, para crianças; uma ou duas das de sopa, para adultos). Emulsionada em azeite pode barrar fatias de pão, substituindo, com vantagem, o queijo ou a manteiga. Também encontrada no farelo de cereais, na gema de ovo, no melaço de cana, e nas leguminosas secas.<br />
Existe, à venda, levedura isenta de sódio, para as dietas sem sal. Para manter a sua integridade, não deve ser cozinhada, mas, sim, misturada nos outros alimentos, “em cru”, ou pode polvilhar-se, como se faz com o queijo ralado.<br />
Existe uma opção comercializada em comprimidos ou cápsulas, que também tem grande aceitação na prescrição de várias enfermidades.</p>
<p style="text-align: justify;">Para obter o máximo de benefícios associados a este produto é recomendada a prática de atividades físicas regulares e a adoção de uma alimentação balanceada.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Contra-indicações do uso de Levedo de Cerveja</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Não foi encontrado nada na literatura que contra-indicasse o uso de levedo de cerveja. Porém, são necessários mais estudos sobre o assunto.<br />
É necessário ciclar ou alternar o uso de Levedo de Cerveja</p>
<p style="text-align: justify;">Não há indicações na literatura sobre a necessidade de ciclar o uso de levedo de cerveja, porém dependendo do motivo de sua utilização, existe uma posologia diferente para cada situação.</p>
<p style="text-align: justify;">De qualquer modo, eu não recomendo tomar nenhum tipo de medicamento sem orientação médica. Procure um nutricionista, ele poderá te ajudar melhor.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>É verdade que levedo de cerveja engorda?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Não é verdade, pois tem poucas calorias. Se ingerida antes das refeições, pode até ajudar pessoas que querem emagrecer.<br />
DICAS: Se quiser utilizar a levedura para regular o intestino, o ideal é tomá-la no café da manhã com bastante água.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Levedura de cerveja e o diabetes</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Pelo seu alto teor de cromo, o levedo de cerveja pode ser consumido por quem possui diabetes, pois ajuda a regular a produção de insulina, graças ao cromo e a vitamina B.</p>
<p style="text-align: justify;">O levedo de cerveja pode ser encontrado em casas de produtos naturais sendo vendido o pó a granel, e pode ser consumido misturada a saladas, sopas, sucos, vitaminas ou então na ração humana. Não é recomendado cozinhar o levedo, já que assim perde grande partes de suas substâncias benéficas.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Referencias Bibliográficas</strong></p>
<p style="text-align: justify;">BACURAU, Reury F. Nutrição e Suplementação Esportiva. São Paulo: Phorte, 2001.<br />
BIESEK, Simone et al. Estratégias de Nutrição e Suplementação no Esporte. São Paulo: Manole, 2005.</p>
<p style="text-align: justify;">BIESEK, Simone. Nutrição: um caminho para vitória. Rio de Janeiro: , 1997.FETT, Carlos. Ciência da Suplementação Alimentar. Rio de Janeiro: Artmed , 2002.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte:saudenarede.com.br</p><p>The post <a href="https://ahau.org/levedo-de-cerveja/">Levedo de cerveja</a> first appeared on <a href="https://ahau.org">Instituto Ahau - Terapeutas Especializados</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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