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	<title>alimento - Instituto Ahau - Terapeutas Especializados</title>
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		<title>Chlorella, o super alimento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luiz Terapeuta]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Feb 2012 02:49:45 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Nos anos 1950, governantes dos países mais ricos criaram o projeto de desenvolvimento da produção de um alimento de alto valor nutritivo. Os laboratórios internacionais selecionaram entre 1000 plantas a Chlorella. É a sua composição excepcional, o seu alto conteúdo em clorofila, o seu fator de crescimento e a sua capacidade de fixarem numerosas substancias [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Nos anos 1950, governantes dos países mais ricos criaram o projeto de desenvolvimento da produção de um alimento de alto valor nutritivo. Os laboratórios internacionais selecionaram entre 1000 plantas a Chlorella.</p>
<p style="text-align: justify;">É a sua composição excepcional, o seu alto conteúdo em clorofila, o seu fator de crescimento e a sua capacidade de fixarem numerosas substancias tóxicas que a diferencia a Chlorella das outras plantas e lhe dá o título de GRANDE REGULADORA.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Soluções Para a Fome Mundial</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A revista Science Newsletter nas suas edições de 01/janeiro e 28/agosto de 1949, anunciou que a Chlorella poderia ser a solução em pouco tempo para a fome do mundo, devido sua alta taxa de proteínas e a sua capacidade de multiplicação muito rápida.</p>
<p style="text-align: justify;">Em 20 de agosto de 1949, a Science Newsletter publicou um importante artigo de Harold W. Milner de título: &#8220;Alga como Alimento&#8221;. Ele estimou que cada acre da Chlorella, favoravelmente cultivado, poderia produzir 40 toneladas (peso líquido) por ano, o que renderia 20 toneladas de proteínas e três toneladas de gordura acre/ano. Isto seria de enorme valor para os problemas de alimentação, em pouco tempo.</p>
<p style="text-align: justify;">A Coronet Magazine, de fevereiro de 1954, publicou um artigo &#8220;Chlorella &#8211; A Chave do Mundo da Fartura&#8221;, declarando que cientistas de vários países (Japão, Alemanha, Holanda, Venezuela, Israel e Inglaterra) estavam trabalhando com o uso da Chlorella como alimento. Alguns trabalhos experimentais foram feitos sob os auspícios do governo e de grandes empresas como a Ralston Puriha e General Mills.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Reportagem da Venezuela: Um teste sobre a Lepra (Hanseníase)</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O Instituto Carnegie, de Washington D.C., em 1953, publicou um folheto preparado pelos doutores Jorgem Jorgensen e Jacinto Convit, da Venezuela sobre o &#8220;Cultivo de Complexo de Alga com Outros &#8211; Organismos de Água Doce nos Trópicos&#8221;. Suas experiências mostraram que esta alga, conhecida dos nativos da região como &#8220;água espessa&#8221;, poderia produzir grande quantidade de caroteno a baixo custo.<br />
Em reconhecimento as propriedades medicinais da Chlorella, Jorgensen e Convit mudaram o rumo para o uso da alga como medicamento de proteção contra doenças e para a cura dos maiores males resistente a outros medicamentos. Em 1941, eles obtiveram licença para tentar o uso da Chlorella como nutriente aos pacientes em más condições de saúde do Leprosário de Cabo Blancó; sob o patrocínio do Ministério de Saúde e Bem Estar Social da Venezuela.</p>
<p style="text-align: justify;">O Dr. Jorgensen e o Dr. Convit usaram uma sopa de alga em pacientes muito debilitados e em estados avançados de lepra, com idades variadas, desde crianças até alguns com 70 anos de idade. Diariamente, a dosagem era de 400ml para crianças e 600ml para adultos. Este tratamento continuou por períodos variáveis, entre 1 a 3 anos. Não foi encontrado nenhum caso de reação adverso e em muitos casos a melhora foi notável.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Uso da Chlorella em Naves Espaciais</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A revista Reader&#8217;s Digest &#8220;Seleções&#8221;, de junho de 1954, em artigo escrito por Bill Davidson previu que a Chlorella será mais importante para a humanidade que a energia atômica. O Departamento de Medicina Espacial da Força Aérea dos USA pediu a cientistas da Universidade do Texas para pesquisar a possibilidade de produzir a Chlorella como fonte de alimento e oxigênio em naves espaciais.</p>
<p style="text-align: justify;">Foi também anunciado que a marinha do USA contratou a Universidade da Califórnia (UCLA) para pesquisar se a alga poderia ser usada para fornecer oxigênio e remover o dióxido de carbono de ambientes fechados, como os submarinos atômicos. A marinha também ajudou a desenvolver a alga como alimento para evitar a necessidade de enviar comboios carregados de alimentos para outros países em tempo de guerra.</p>
<p style="text-align: justify;">A revista Scientific Monthly, de outubro de 1956 publicou um considerável artigo denominado &#8220;Estudos para a Cultura de Grande Escala de Alga em Israel&#8221;, pelos Or. A. M. Mayer, Or. A. Ersenberg e A. Evenari, da Universidade Hebraica de Jerusalém. Seu artigo foi apresentado na Conferência de Energia Solar, em Tucson, Arizona, em outubro/novembro de 1955.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Chlorella para Alimentação Natural</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Foi publicado na revista Popular Mechanics Magazinel de novembro de 1956, que engenheiros e cientistas da Universidade da Califórnia estavam investigando a possibilidade do emprego da Chlorella para alimentar animais domésticos e galinhas.</p>
<p style="text-align: justify;">A revista Science Magazine, de setembro de 19561 publicou uma reportagem com o resultado de várias pesquisas sobre o uso possível da alga como fonte de lisina e trenanina, para complemento do trigo e pães dietéticos. Observou-se que a Chlorella usada como complemento alimentar aumenta o crescimento e tornar mais saudáveis pintinhos e camundongos, enquanto outro tipo de alga não possui efeito semelhante.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Efeitos anticolesterol da Chlorella</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Uma reportagem intitulada &#8220;Efeitos da Chlorella sobre o Nível do Colesterol no Sangue e no Fígado&#8221;, foi editada por um grupo de pesquisadores do Hospital Wakahisa, de Fukuoka, Japão, onde foram administrados 20 comprimidos diários a 16 pacientes durante três meses, sem nenhuma droga anticolesterol. A conclusão foi que o nível de colesterol baixou significativamente. (Or. M. Okuda, Or. T. Hasegawa, Or. M. Sonoda, Or. T. Okabe e Or. Y. Tamaka, do Jornal Japonês de Nutrição, número 33 de 03/08/1975.).</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Efeito antitumor da Chlorella</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Um trabalho conjunto de pesquisadores da Universidade de Kamazawa, Japão e de Taipei, em Taiwan, foi apresentado no Congresso Internacional de Reims, na França, em 1985. Ele falava sobre os efeitos antitumorais da Chlorella e excepcional aumento no sistema imunológico. Em vários estudos em cobaias, os tumores têm sido vencidos com a inoculação de derivados da célula da Chlorella. O notável aumento da força do sistema imunológico foi devido a administração da Chlorella. (&#8220;Imunomodulação por Alga Unicelular­ Chlorella Pyrenoidosa &#8211; e Atividades Anti- Tumor em Cobaias Inoculadas&#8221;, pelo Dr. N. Yamaguchi e equipe do Departamento de Hematologia e Microbiologia da Universidade de Kamazawa, Japão e Departamento de Bioquímica da Universidade de Taipei, Taiwan, na República da China).O ácido polissacarídeo Chlon A, obtido no extrato da Chlorella Pyrenoidosa mostra um excelente efeito carcinostático contra vários tumores em cobaias. Este efeito pode ser caracterizado pela ausência de alguma relação proporcional entre a quantidade de Chlon A e o efeito carcinostático. Em outras palavras: Chlon A exerce seu efeito em qualquer concentração. Mais ainda, Chlon A tem o efeito de intensificar o potencial de imunização, que é o aumento das células participantes da imunização. (&#8220;O Ácido Polissacarídeo, Chlon A, Chlorella Pyrenoidosa&#8221;, I. Umezawa e equipe, Quimioterapia, volume 34, número 4, 1986).</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O Efeito da Chlorella na necrose do fígado</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Baseado no relatório: &#8220;Sobre a Qualidade da Proteína e Necrose do Fígado, Fator Preventivo de Alga Unicelular&#8221;. Dr. Hermann Fink,Universidade de Cologne e Bonn, na Alemanha.</p>
<p style="text-align: justify;">Estes Estudos se prolongam por mais de 20 anos. As pesquisas mostraram que a proteína da alga é &#8220;surpreendentemente de alta qualidade&#8221;, superior mesmo da clara de ovo e dos produtos do leite, e muito superior a proteína derivadas de plantas como espinafre e alfafa. Dr. Fink concluiu que a Chlorella pode prevenir a gangrena do fígado e sugeriu dar Chlorella às pessoas que sofrem de &#8220;Kwashiorkor&#8221; ao invés das proteínas do leite.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Efeitos desintoxicante da Chlorella</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Desintoxicar e remover as substâncias tóxicas do nosso organismo. Estás substâncias são venenos que entram na pessoa vinda do exterior como pesticidas ou podem derivar do próprio organismo, isto é, quando o cólon (intestino) contém bactérias que produzem substâncias tóxicas ou, ainda, como resultado de metabolismo ineficiente. A Chlorella mostrou ser valiosa como agente desintoxicante. Sua capacidade desintoxicante é devido a sua única parede celular e Sporollenin.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Revertendo envenenamento por cádmio</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A Chlorella une-se fortemente ao cádmio e o faz sair do organismo, diz o Dr. T. Nagano e seu grupo da Universidade de Farmácia de Shizuoka, Japão. Ele realizou estudos nos quais foram dados Chlorella e cádmio, para determinar se o cádmio seria absorvido pela Chlorella do organismo das cobaias. Para outras cobaias foi dado somente cádmio, sem Chlorella, por 10 dias e notou-se a diminuição do crescimento, enquanto que não houve problemas com as cobaias alimentadas com Chlorella e cádmio. O nível de cádmio no sangue foi determinado e demonstrado que o cádmio que se encontrava na Chlorella não foi absorvido pelo organismo das cobaias.O estudo do uso clínico da Chlorella para desintoxicação por cádmio foi relatado no Jornal Japonês de Higiene publicado em 1978. Ele demonstrou o aumento de excreção de cádmio de pacientes sofrendo de envenenamento por cádmio.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Efeitos da Chlorella nos diabetes</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Foram distribuídos dois grupos de cobaias, sendo um normal e outra diabete congênita.</p>
<p style="text-align: justify;">Foi dado Chlorella a um grupo de cada. As cobaias diabéticas que não receberam a Chlorella começaram a morrer depois de sete meses de nascimento, e todas as outras morreram após dezenove meses. A média de prolongamento de vida foi de quinze meses. A extensão da vida das outras cobaias diabéticas que receberam a Chlorella foi de 22,6 meses. Nas cobaias normais, foi observado um significante prolongamento da vida. (Dr. Y. Yamaguchi, Departamento de Sorologia da Kamazawa Medicinal College, Japão, 1987).</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Chlorella melhora a desintoxicação por mercúrio em estudo animal.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A Chlorella acelera a excreção de mercúrio em ratos, relatam cientistas da Sociedade Japonesa de Biociência, Biotecnologia e Agro química na Conferência realizada na cidade de Nagoya, Japão.<br />
Pesquisadores separaram, por oito semanas, grupos de ratos fêmeas e deram, via oral, 5mg/kg de metilmercúrio ou 5mg/kg de metilmercúrio mais 100mg de pó de Chlorella. Um terceiro grupo de animais serviu como controle.</p>
<p style="text-align: justify;">Os autores do estudo mediram a taxa de excreção dos animais. Inicialmente, não houve nenhuma diferença significativa na excreção de mercúrio entre os grupos. Entretanto, após 24 horas, os animais que consumiram chlorella excretaram significativamente mais mercúrio comparado ao outro grupo de animais que receberam a mesma dose de mercúrio sem Chlorella. (Study presented at the Japan Society for Bioscience, Biotechnology and Agrochemistry conference held in Nagoya City, Japan, March 29-30, 2008.)</p>
<p style="text-align: justify;">A Chrolella (Chlorella Vulgaris: Foto) é uma alga unicelular, microscópica, de água doce, muito rica em minerais, aminoácidos e compostos químicos orgânicos desintoxicantes.<br />
O seu uso medicinal vem sendo intensificado a cada ano graças às transformações que a medicina mundial vem se submetendo. Sabe-se atualmente que a principal causa das doenças degenerativas que assolam a humanidade, tais como o câncer, a arteriosclerose, o reumatismo, a osteoporose, as doenças cardiovasculares, além do envelhecimento precoce e dos estresse, estão localizadas na alimentação rica em compostos sintéticos, nos excessos em geral (álcool, fumo, drogas, remédios, trabalho, ginástica etc), na poluição ambiental, na redução global da qualidade de vida, na tensão econômica e social, na preocupação excessiva e em outras de menor importância.</p>
<p style="text-align: justify;">A Chrolella constitui uma rica fonte de elementos compostos primários, sendo por isso capaz de repor as perdas orgânicas de micro-minerais e de cristais determinadas pelas causas acimas citadas.</p>
<p style="text-align: justify;">As fontes chamas secundárias (de origem animal) e terciárias (sintéticas) de vitaminas, proteínas e micro-elementos, não tem se mostrado capazes de contribuir para o tratamento ideal da preservação dos males modernos. Isto se deve ao fato de que a maior parte das doenças surgem como resultado de alterações do ambiente intracelular e não extra-celular: desse modo, as perdas minerais do interior das céluas, não são facilmente compensadas em virtude do enorme tamanho dos compostos provenientes das fontes secundárias e terciárias e que não passam com facilidades pelos poros da membrana celular.</p>
<p style="text-align: justify;">Somente o pequeno tamanho dos compostos e elementos originários das fontes primárias (geralmente de origem vegetal) conseguem penetrar o espaço intracelular e nutrir as células. A medicina moderna tem mostrado que o sangue e os demais humores do homem moderno apresentam-se carregados de radicais livres, de compostos ácidos, de toxinas, de resíduos oriundos de um metabolismo nitrogenado exagerado ( consumo excessivo de proteínas animais), mostrando-se muito viscoso, denso e ácido. Com isso tanto a nutrição das células, como a recepção de oxigênio e de gás carbônico (trocas gasosas) fica prejudicada. Também a capacidade das células de descarregar o seu material metabólico (desintoxicação), reduz-se substancialmente.</p>
<p style="text-align: justify;">O uso de Chlorella, bem como experiências científicas, tem demonstrado a capacidade da Chlorella em modificar este quadro. No tratamento do stress, a Chlorella é eficiente graças a reposição mineral intracelular de que ela é capaz.</p>
<p style="text-align: justify;">Experiencias em hospitais japoneses provaram que a Chlorella é muito eficaz no tratamento das úlceras gástricas e duodenais, no aumento das células de defesa do organismo, além de sua ação levemente laxante. Notou-se também a capacidade da Chlorella como anti-cancerígena e anti-reumática.<br />
Mais recentemente a Chlorella tem sido empregada contra a obesidade, muito embora não possua nenhum componente capaz de fazer emagrecer diretamente, sabe-se que ela realmente favorece a perda de peso se ingerida antes das refeições: supre o sangue dos principais nutrientes necessários, produzindo assim inibição parcial da fome. Trata-se portanto, de um tipo de emagrecimento &#8216;fisiológico&#8217; ideal, incapaz de produzir danos, curiosamente, depois de atingir o peso ideal, após o periodo de perda bem lenta, a pessoa não mais emagrece.</p>
<p style="text-align: justify;">A capacidade de desintoxicação e de depuração da Chlorella é de extrema valia nos dias atuais e torna-se o principal fator responsável pela sua ação terapêutica e preventiva para a maior parte das doenças que a alopatia não tem quase nenhum alcance.</p>
<p style="text-align: justify;">Dr. Michiori Kimura, do Japão, encontrou níveis de 10% de RNA e 3% de DNA na Chlorella, o que fez dela o maior alimento conhecido em ácidos nucleicos. Usada regularmente a Chlorella ajuda a reparar o material genético danificado nas células humanas, protegendo a saúde e diminuindo o processo de envelhecimento.</p>
<p style="text-align: justify;">A Chlorella, por não possuir efeitos negativos ou colaterais, pode ser indicada para pessoas de qualquer idade, sendo inclusive utilizada com sucesso como nutriente para bebês recém-nascidos que não podem ingerir leite materno. Para gestantes constitiu um recurso excelente para o bom desenvolvimento da criança, para um bom parto e para um bom aleitamento de alta qualidade.<br />
Por isso, a Chlorella deve ser considerada como um produto biológico de ação restauradora, reequilibrante e preventiva, muito apropriada para os dias atuais.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O ALIMENTO NUTRITIVO DO SÉCULO</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Particularmente indico este &#8220;super-food&#8221; por tratar-se de excepcional nutracêutico indispensável a nossa era de poluição e estresse oxidativo. Alimentos como a Chlorella são vitais para o homem do ocidente e ferramenta generosa para promoção da saúde e prevenção de doenças (Alexandre Pimentel, escritor especializado em saúde e consultor na área de alimentação saudável).</p>
<p style="text-align: justify;">Proteína, 20 vezes mais que o leite &#8211; Vitamina E, 14 vezes mais que o ferro &#8211; Vitamina B1, 4,6 vezes mais que o arroz &#8211; Vitamina B2, 11 vezes mais que o ovo &#8211; Cálcio, 2,1 vezes mais que o leite &#8211; Potássio, 5,8 vezes mais que o leite &#8211; Ferro, 46 vezes mais que o fígado.</p>
<p style="text-align: justify;">A Chlorella contém 65% de proteína de fina qualidade e também alta concentração de vitaminas e aminoácidos essenciais (Prof.Mitsuda/ Kyoto University).</p>
<p style="text-align: justify;">A prisão de ventre foi resolvida pela aceleração da energia ativa no intestino com uso da Chlorella como preventivo da leucopenia que normalmente surge como efeito colateral no tratamento do câncer, sendo assim é ideal para clínica deste último (Dr.Saito/Japão).<br />
O uso constante da Chlorella como fortificante já foi constatado. Funciona como preventivo da necrose hepática e supre a falta de hidrocarbomato no organismo (Dr. Fink/Alemanha).</p>
<p style="text-align: justify;">A principal razão de meu entusiasmo pela Chlorella é seu benefício de construir a saúde e a eliminação de toxinas do organismo sem efeitos colaterais indesejáveis (Dra. Susan Jones/PhD U.C.L.A.,EUA).</p>
<p style="text-align: justify;">Eu enfatizo firmemente o uso da Chlorella na alimentação daqueles que estão interessados numa saúde melhor. Chlorella é um excelente purificador orgânico e contém muitos nutrientes valiosos (Dr. David Steenblock/M. S.,EUA).</p>
<p style="text-align: justify;">A Chlorella pyrenoidosa é uma micro-alga unicelular de água doce que pode ajudar no controle de obesidade e assim eliminar o uso de moderadores de apetite (Dra. Leonor Angela Barros/Médica endocrinologista, RJ)</p>
<p style="text-align: justify;">Um dos maiores benefícios da Chlorella é a capacidade de balancear a bioquímica do sangue (Dr. Bernard Jensen/ D.C. PhD, EUA).</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: <a href="http://www.purachlorella.com.br/trabcientificos.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer">http://www.purachlorella.com.<wbr />br/trabcientificos.html</a></p><p>The post <a href="https://ahau.org/chlorella-o-super-alimento/">Chlorella, o super alimento</a> first appeared on <a href="https://ahau.org">Instituto Ahau - Terapeutas Especializados</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Simplicidade e diversidade de alimentos.</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luiz Terapeuta]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Feb 2012 00:36:50 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Integrais Simplicidade e diversidade de alimentos. O valor nutritivo dos alimentos integrais é sempre superior ao dos alimentos fracionados, concentrados ou refinados. Fragmentos refinados de alimentos integrais podem até conter doses elevadas de determinados nutrientes, mas perderam o seu equilíbrio nutricional. O organismo absorve os nutrientes melhor em pequenas doses. Em doses elevadas a absorção [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h4 style="text-align: justify;">Integrais</h4>
<p style="text-align: justify;">Simplicidade e diversidade de alimentos. O <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Grão-de-bico">valor nutritivo</a> dos alimentos integrais é sempre superior ao dos alimentos fracionados, concentrados ou refinados. Fragmentos refinados de alimentos integrais podem até conter doses elevadas de determinados nutrientes, mas perderam o seu equilíbrio nutricional. O organismo absorve os nutrientes melhor em pequenas doses. Em doses elevadas a absorção é muito pequena.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Frescos</h4>
<p style="text-align: justify;">Frutas e hortaliças frescas agradam todos os nossos sentidos. Alimentos em sacos, caixas, latas, garrafas e outros tipos de embalagens são menos nutritivos. Lembre-se que qualquer tipo de processamento resulta em perda de nutrientes.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Crus</h4>
<p style="text-align: justify;">O cozimento destrói grande parte do valor nutritivo dos alimentos. Inúmeras provas relacionam o hábito de comer alimentos cozidos a mais de 90% de todas as doenças. “Voltar à Natureza” inclui uma alimentação predominantemente crua.</p>
<h4 style="text-align: justify;"><img fetchpriority="high" decoding="async" class=" wp-image-4976 alignleft" src="https://ahau.org/wp-content/uploads/2012/02/simplicidade-e-diversidade-de-alimentos-e1574338782933.jpg" alt="simplicidade-e-diversidade-de-alimentos" width="451" height="310" />Vegetais</h4>
<p style="text-align: justify;">O ser humano tem constituição semelhante a outros animais herbívoros. As plantas nos fornecem todos os nutrientes e apresentam um equilíbrio maior de nutrientes do que os alimentos de origem animal. A alimentação baseada em vegetais requer menor utilização da superfície por pessoa e menos água, além de não prejudicar o meio ambiente.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Orgânicos</h4>
<p style="text-align: justify;">A batalha dos pesticidas é uma causa perdida. Tentamos, sem sucesso, matar as pragas e acabamos matando a nós mesmos. Tudo que vive sofre quando espalhamos venenos químicos. Precisamos investir na saúde do solo, nutrindo-o e reabastecendo-o. Ficou provado que a agricultura orgânica é mais saudável, mais barata e renovável.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Maduros</h4>
<p style="text-align: justify;">As plantas tornam-se mais digestas quando amadurecidas. Os carboidratos complexos contidos nas frutas se transformam em açúcares simples durante o processo de amadurecimento — atingindo o ponto máximo de doçura. Os nutrientes se tornam mais acessíveis na planta madura. As frutas e hortaliças maduras são muito atraentes — têm sabor, cor, aroma e textura que atraem nossa atenção.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Deliciosos</h4>
<p style="text-align: justify;">A digestão melhora quando gostamos daquilo que comemos. Quando vemos as frutas, a boca se enche de saliva, dando início ao processo digestivo. Aprendemos a associar o aroma das frutas maduras à satisfação. Quando a comida tem um sabor delicioso, nosso prazer aumenta.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Bem combinados</h4>
<p style="text-align: justify;">Cada alimento deve ser consumido separadamente. Alimentos similares, como pêssegos e nectarinas, são bem digeridos em conjunto. Combinações simples de itens compatíveis, como alface e frutas, geralmente são bem digeridas. Quando as refeições se tornam complexas, ou os alimentos não combinam, a digestão fica comprometida.</p>
<h4 style="text-align: justify;"><a href="https://ahau.org/team/luiz-sequeira-0-html/">ALIMENTOS SAUDÁVEIS</a></h4>
<h4 style="text-align: justify;">Este alimento pode substituir uma refeição?</h4>
<p style="text-align: justify;">Deve ser possível consumir o alimento como uma refeição completa — isso comprova o seu valor para a saúde. Enquanto é possível alimentar-se até a saciedade com qualquer fruta e com a maioria das hortaliças, as pimentas fortes não dariam uma refeição completa. Logo, apenas pouco desses alimentos deve ser consumido.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Podemos comê-lo cru e em sua forma integral?</h4>
<p style="text-align: justify;">Quando cozidos, perdem nutrientes e ganham substâncias que causam doenças, sendo assim, não é pré-requisito para uma alimentação saudável. Alimentos crus são necessários para a saúde. Entretanto, certas pessoas, cuja saúde está comprometida e cuja digestão não funciona bem, sentem-se melhor adicionando alimentos cozidos à sua alimentação. Os alimentos que precisam ser cozidos para serem digeríveis ou &#8220;seguros&#8221;, devem ser consumidos o mínimo possível.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Você o daria para um bebê?</h4>
<p style="text-align: justify;">Quando somos bebês, recebemos os melhores cuidados, mas quando crescemos nossa tendência é abusar. Merecemos os melhores cuidados também quando nos tornamos adultos.  Seria uma crueldade dar a uma criança substâncias picantes, muito ácidas ou irritantes, e lhe oferecer alimentos estimulantes. O paladar de um adulto pode se tornar tão seletivo quanto o de uma criança, especialmente se você estimula o seu desenvolvimento através de uma alimentação saudável.</p>
<div style="text-align: center;" align="center">A simplicidade das refeições facilita a digestão e</div>
<div style="text-align: center;" align="center">a diversidade na alimentação assegura a boa nutrição</div>
<div style="text-align: center;" align="center"><strong>QUALIDADES IMPORTANTES DOS ALIMENTOS</strong></div>
<p style="text-align: justify;">Fonte: Dr. Douglas N. Graham, Marathon, Florida, EUA</p><p>The post <a href="https://ahau.org/simplicidade-e-diversidade-de-alimentos/">Simplicidade e diversidade de alimentos.</a> first appeared on <a href="https://ahau.org">Instituto Ahau - Terapeutas Especializados</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Kefir, o elixir da vida.</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luiz Terapeuta]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Feb 2012 23:40:09 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Vegetarianismo &#8211; KEFIR, o elixir da vida &#8220;Enquanto os homens massacrarem os animais, vão-se matar uns aos outros. Na verdade, aquele que espalha a semente de morte e de dor não pode colher amor e alegria.&#8221; Pitágoras &#160; Fermentado de origem caucasiana é a moda atual entre os consumidores de alimentos funcionais. Aquele seu amigo [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p align="center"><strong>Vegetarianismo &#8211; KEFIR, o elixir da vida</strong></p>
<p align="center"><strong>&#8220;Enquanto os homens massacrarem os animais, vão-se matar uns aos outros. Na verdade, aquele que espalha a semente de morte e de dor não pode colher amor e alegria.&#8221;</strong></p>
<p align="center">Pitágoras</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Fermentado de origem caucasiana é a moda atual entre os consumidores de alimentos funcionais.</p>
<p style="text-align: justify;">Aquele seu amigo meio hippie provavelmente já lhe falou maravilhas sobre uma bebida feita com bacilos e leveduras, aos quais se atribuem propriedades medicinais. O quefir ou kefir é a moda entre os naturalistas. Num informativo que distribuem junto aos grãos, consta que os habitantes do Cáucaso, no Himalaia, na Rússia Oriental, &#8220;o bebem como água e alcançam, em média, 110 anos de idade&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo os disseminadores, o quefir atua como normalizador do intestino, prevenindo problemas nos nervos, asma, enfarto, úlcera, anemias, tumores, esclerose, doenças do fígado, erupções cutâneas, icterícia, diarreia. Todos esses males, dizem os defensores, estariam relacionados à retenção de fazes no organismo. Dependendo do tempo de fermentação, o quefir promoveria diferentes reações no intestino. Com 12 horas, agiria como laxante, fermentado por 36 horas normalizaria o intestino e com mais de 48 horas de fermentação curaria diarreias.</p>
<p style="text-align: justify;">O kefir pode ser feito a partir de qualquer tipo de leite (vaca, cabra ou ovelha, soja, coco ou arroz). Os benefícios de incluir regularmente kefir na dieta são inúmeros. É um alimento facilmente digerido que elimina dos intestinos as bactérias e leveduras prejudiciais, e aumenta a população bacteriana benéfica e protetora. Dado o seu equilíbrio e valor nutritivo, o kefir contribui para um sistema imunitário saudável e já foi usado, com sucesso, para ajudar pessoas que sofrem de sida, síndroma de fadiga crônica, cancro e herpes. O seu efeito tranquilizador do sistema nervoso beneficia muitas pessoas que sofrem de depressão, distúrbios do sono, entre outras.</p>
<p style="text-align: justify;">Apesar de tantos possíveis predicados, o kefir foi pouco pesquisado no país até hoje e com os estudos concentrados no quefir fermentado no leite. Ele também pode ser produzido em água com açúcar, mas para essa formulação não há pesquisas que comprovam suas ações. &#8220;Como não há indústria interessada em comercializar o quefir, as análises não se sustentam, são isoladas&#8221;, explica Célia Lúcia de Luces Fontes Ferreira, professora do Departamento de Tecnologia de Alimentos da Universidade Federal de Viçosa (UFV), uma das poucas a desenvolver estudos com o bacilo.</p>
<p style="text-align: justify;">Especialista em fermentados e probióticos, Célia Ferreira classifica o quefir como alimento funcional. Funcional é qualquer alimento ou parte dele que proporcione benefícios à saúde, incluindo a prevenção e tratamento de doenças, além de satisfazer os requisitos nutricionais tradicionais. De acordo com a pesquisadora, o quefir é rico em vitaminas do complexo B. Essas vitaminas participam da composição de enzimas transformando os alimentos em hidratos de carbono, gorduras e proteínas. &#8220;Ele não é um probiótico, os alimentos desse tipo produzem bactérias com ação na flora intestinal humana, como os lactobacilos do Yakult, o kefir produz vitaminas que auxiliam no processo digestivo&#8221;, acrescenta Célia Ferreira.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo Accacia Júlia Guimarães Pereira, do Departamento de Alimentos, da Faculdade de Farmácia, da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), o valor terapêutico do quefir estaria relacionado à aceleração da digestão dos alimentos, diminuindo o nível de colesterol sérico e beneficiando ainda os sistemas vascular e respiratório. Célia Ferreira também destaca a ação do quefir na estruturação epitelial. &#8220;A bactéria do quefir do leite acelera a cicatrização e a reconstituição de pele. Na Rússia, o quefir fermentado em leite é utilizado há anos no tratamento de queimados&#8221;, informa a professora.</p>
<p style="text-align: justify;">A bebida é preparada com a colocação dos grãos de quefir no leite. Após a fermentação, os grãos são retirados podendo ser reaproveitados para a produção de mais fermentados. &#8220;O leite fermentado tem sabor ácido suave, é espumoso e de baixo teor alcoólico&#8221;, define Accacia.</p>
<p style="text-align: justify;">Quem já provou, diz que o sabor é parecido ao da coalhada. Quando conservado corretamente, em geladeira, não estraga facilmente.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Entretanto, quanto mais fermentado, mais desagradável ao paladar humano&#8221;, acrescenta Célia Ferreira.</p>
<p style="text-align: justify;">A abundância em cálcio, fósforo e magnésio é outra das características do kefir, como de todos os produtos derivados do leite.</p>
<p style="text-align: justify;">O kefir é rico em vitaminas do complexo B, de onde se destacam a vitamina B12, B1 e biotina, e em vitamina K.</p>
<p style="text-align: justify;">Para quem gosta do sabor um tanto ácido, embora levemente adocicado, o kefir pode ser bebido simples, ao natural. Quem não aprecia a acidez pode juntar um pouco de mel. É também muito saboroso misturado com sumos de fruta ou em batidos de frutas.</p>
<p style="text-align: justify;">São poucas as indústrias que dominam tecnologias para comercialização do quefir. Uma delas é canadense e desenvolveu uma embalagem que expande. No rótulo do produto é informado que o quefir deve ser consumido após a embalagem estar abaulada.</p>
<p style="text-align: justify;">A origem do quefir é desconhecida. Quando perguntados sobre a origem dos grãos, os caucasianos respondem que foram presente de Alah (Deus).</p>
<p style="text-align: justify;">Essa é ainda a única resposta possível, pois nenhum pesquisador conseguiu reproduzir esses grãos em condições de laboratório. Entre os cientistas, a teoria mais aceita é a de que a forma de armazenamento praticada na antiguidade pelos caucasianos, em tonéis mal higienizados ou em estômago de animais, possibilitou o surgimento dessas bactérias.</p>
<p style="text-align: justify;">Além da ingestão como bebida energética, o quefir pode ser apreciado na culinária nas mais diversas formas. O professor Wiest sugere a substituição da maionese, rica em colesterol, pelo quefir. &#8220;No preparo das saladas, pelo menos, a maionese poderiam ser substituídos pelo filtrado de quefir&#8221;, sugere.</p>
<p style="text-align: justify;">Wiest também estuda a possibilidade do emprego do quefir na medicina veterinária, sua área de formação. Uma das pesquisas em andamento busca a substituição dos antibióticos pelo quefir no tratamento terapêutico das infecções de ubres. &#8220;Algumas vacas sensíveis a bactérias biogênicas não respondem mais aos antibióticos modernos. O objetivo do experimento é verificar se o filtrado de quefir é eficiente no combate a essas bactérias&#8221;, explica Wiest. A UFRGS firmou convênio com o Incra e com o Movimento dos Sem Terra (MST), fornecedor dos animais para uso na pesquisa. &#8220;Caso os resultados sejam satisfatórios teremos um leite sem antibióticos, um leite verde&#8221;, conclui o pesquisador. (Hebert França)</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Avaliação da atividade antibacteriana de filtrados de kefir artesanal*</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>RAQUEL TERESINHA CZAMANSKI José Maria Wiest (Orientador &#8211; UFRGS)</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Kefir é uma bebida láctea originada do Cáucaso, produzida a partir da fermentação alcoólica e ácido-lática dos grãos de quefir, que são microrganismos que vivem em perfeita simbiose. Assemelhando-se ao iogurte natural quanto ao sabor, aroma, consistência, o quefir é um alimento muito rico e por isso indicado para crianças e idosos. Possui inúmeras indicações terapêuticas, mas ainda é pouco conhecido no país.</p>
<p style="text-align: justify;">Kefir foi durante muito tempo conhecido apenas pelos povos montanheses da região Caucásica, onde é preparado com leite de ovelha ou de cabra e recebe também o nome de &#8220;milho do profeta&#8221;, em alusão a Maomé, no referencial islâmico.</p>
<p style="text-align: justify;">Com base nos resultados apresentados em diversos trabalhos, comprovando a ação antimicrobiana dos grãos de kefir, prosseguiram-se os estudos pesquisando a ação antibacteriana do filtrado esterilizado de kefir artesanal, frente a diversas situações problemas. Estudou-se a possibilidade de utilizar o filtrado de kefir tradicional (artesanal ou não industrializado), previamente esterilizado, como antisséptico/desinfetante em agroindústria familiar ou produção animal; forma alternativa aos desinfetantes químicos convencionais, considerando sua eficácia (benefício esperado/ benefício obtido), através da determinação de sua atividade antibacteriana. Foi determinada as concentrações inibitórias mínimas (CIMs) e concentrações bactericidas mínimas (CBMs) do filtrado de quefir tradicional frente a duas bactérias Gram-positivas (Staphylococcus aureus ATCC 25923, e Enterococcus faecalis ATCC 19433) e duas bactérias Gram-negativas (Escherichia coli ATCC 11229 e Salmonella enteritidis ATCC 11076 ), levando em consideração três técnicas diferentes de esterilização do filtrado, no sentido de avaliar a ação antibacteriana quanto ao tempo de exposição (cinco, quinze, trinta e sessenta minutos), presença ou ausência de suporte (aço inoxidável e pano de algodão), presença ou ausência de matéria orgânica (albumina sérica bovina, simulando sujidades de uma agroindústria).</p><p>The post <a href="https://ahau.org/kefir0-0-html/">Kefir, o elixir da vida.</a> first appeared on <a href="https://ahau.org">Instituto Ahau - Terapeutas Especializados</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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