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		<title>Desintoxicação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luiz Terapeuta]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Jan 2013 19:00:22 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Hidrovitalis Drenagem Linfática Eletromagnética, sistema de desintoxicação por micro-correntes e frequências. Técnica utilizada pelo terapeuta: Luiz Carlos Costa Sequeira O Hidrovitalis é um revolucionário equipamento emissor de frequências e de hidroterapia, que combina as propriedades terapêuticas da água com a força da bioeletrônica, restabelecendo e ampliando a capacidade do corpo de auto-cura, gerando saúde. Auxilia [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong>Hidrovitalis</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Drenagem Linfática Eletromagnética, s</strong><strong>istema de desintoxicação por micro-correntes e frequências.</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Técnica utilizada pelo terapeuta:</strong></p>
<p style="text-align: center;"><a href="https://ahau.org/team/luiz-sequeira-0-html/">Luiz Carlos Costa Sequeira</a></p>
<p style="text-align: justify;">O Hidrovitalis é um revolucionário equipamento emissor de frequências e de hidroterapia, que combina as propriedades terapêuticas da água com a força da bioeletrônica, restabelecendo e ampliando a capacidade do corpo de auto-cura, gerando saúde.</p>
<p style="text-align: justify;">Auxilia no detox, estimulação e normalização das funções do organismo.</p>
<p style="text-align: justify;">Não é invasivo, não é doloroso e é uma experiência energizante.</p>
<p style="text-align: justify;">Faça um re-balanceamento energético e tenha uma experiência totalmente relaxante.</p>
<h4 style="text-align: justify;"><strong><a href="http://www.ahau.org/terapias/terapia-por-frequencia/hidrovitalis/" rel="attachment wp-att-3105"><img fetchpriority="high" decoding="async" class=" wp-image-3105 alignleft" src="http://www.ahau.org/wp-content/uploads/hidrovitalis.jpg" alt="desintoxicação" width="335" height="274" /></a></strong>Operação Simples e Segura</h4>
<p style="text-align: justify;">Um tratamento consiste em colocar os pés dentro de uma banheira com água pura e pequena quantidade de sal. Um sistema emissor, controlado por computador, envia por meio do Hidrovitalis, sinais de frequências específicas, que criam uma corrente de elétrons pulsada e um campo bioenergético que proporciona uma ótima sensação de relaxamento e alta eficácia em desintoxicação. Os pés possuem pelo menos 2000 poros, o que o torna a melhor opção para o tratamento, o que também é um tanto conveniente.</p>
<p style="text-align: justify;">Os sinais bioenergéticos efetuam harmonização e desintoxicação, carregando íons e moléculas tóxicas ionizáveis e estimulam glândulas linfáticas para o processo de detox.</p>
<p style="text-align: justify;">O estilo de vida moderno acaba muitas vezes perturbando a harmonia das funções orgânicas. Isto fica mais claro e particularmente aparente quando examinamos a biodinâmica celular do corpo.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando as células estão com suas funções corretas, elas permitem que nutrientes importantes sejam absorvidos e que sejam eliminadas toxinas não desejáveis. Este mecanismo pode ser desbalanceado por diversos motivos.</p>
<h4 style="text-align: justify;">O campo energético e as funções celulares do corpo podem estar desbalanceados por:</h4>
<p style="text-align: justify;">· Dieta pobre com insuficiência de nutrientes, comidas processadas com muitos aditivos químicos, vida sedentária, com pouco ou nenhum exercício físico, remédios, drogas e anestésicos, doenças, estresse, ansiedade, poluição, tabagismo, alcoolismo e outros.</p>
<p style="text-align: justify;">Qualquer uma destas pode causar baixa absorção nutricional e intoxicação, o que de fato, pode levar a funções celulares comprometidas e aumento do grau de intoxicação.</p>
<h4 style="text-align: justify;">O excesso de toxinas pode causar diversos efeitos adversos no corpo, que incluem:</h4>
<p style="text-align: justify;">· Problemas de pele, celulite, acúmulo de gordura, gripes, resfriados, inflamações do trato respiratório, letargia, cansaço, dores de cabeça, enxaquecas, suores localizados e mau cheiro.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma seqüência de sessões, pode ajudar a re-balancear as energias, promover desintoxicação, promovendo capacidade de desintoxicação ao corpo e gerando saúde e bem estar.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Os benefícios da desintoxicação</h4>
<p style="text-align: justify;">O Hidrovitalis inicia o processo comum re-balanceamento energético do corpo.</p>
<p style="text-align: justify;">Com o re-balanceamento, equilibrando ions positivos e negativos, inicia-se o processo de desintoxicação.</p>
<p style="text-align: justify;">Com a re-hidratação das células re-balanceadas, temos como resultado uma ótima eficiência nas funções de extrair nutrientes e eliminar material tóxico.</p>
<p style="text-align: justify;">O resultado será: Um aumento dos níveis energéticos, tanto físico quanto mental, com uma sensação de profundo bem-estar.<a href="http://www.ahau.org/terapias/terapia-por-frequencia/infra/" rel="attachment wp-att-3106"><img decoding="async" class="size-full wp-image-3106 aligncenter" src="http://www.ahau.org/wp-content/uploads/Infra.jpg" alt="hidrovitalis" height="242" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">As imagens de infra-vermelho mostram ou aumento e melhora da circulação sanguínea com apenas 15 minutos de tratamento de desintoxicação (antes e depois, compare as imagens).</p>
<p><a href="http://www.ahau.org/terapias/terapia-por-frequencia/vdg1/" rel="attachment wp-att-3107"><img decoding="async" class="wp-image-3107 alignleft" src="http://www.ahau.org/wp-content/uploads/VDG1.jpg" alt="VDG1" width="553" height="337" /></a>As imagens ao lado foram tiradas usando técnica de VDG (Visualização por Descarga de Gás), a qual propicia a visualização dos campos bioenergéticos do corpo.</p>
<p style="text-align: justify;">Veja a primeira imagem, que mostra ruptura energética e grande desbalanceamento. Já na segunda foto, o mesmo paciente recebeu uma sessão de desintoxicação pelo Hidrovitalis.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Atenção: O Hidrovitalis não substitui qualquer tratamento médico. A técnica Hidrovitalis não é de uso médico e não se destina a tratar, diagnosticar ou curar qualquer doença.</strong></p>
<h4 style="text-align: justify;">Por que o Hidrovitalis é mais eficiente?</h4>
<p style="text-align: justify;">O sistema Hidrovitalis, trabalha pelo princípio de cataforese* seletiva, dada esta por faixas de frequências específicas dos materiais tóxicos, metais pesados e toxinas, promovendo a eliminação destes pelos poros dos pés.</p>
<p style="text-align: justify;">Nossos pés possuem em torno de 2.000 poros, o que os tornam o ponto ideal para a expulsão das toxinas acumuladas no sistema linfático.</p>
<p style="text-align: justify;">Além disso, o Hidrovitalis possui um vasto banco de dados com programas de sessões para eliminação de parasitas, desintoxicação de pesticidas, agrotóxicos, metais tóxicos, entre outros.</p>
<p style="text-align: justify;">Possibilita também a estimulação e normalização de funções orgânicas, minerais importantes, vitaminas, etc. Tudo isso via software, com uma interface simples e intuitiva.</p>
<p style="text-align: justify;">(*Modo de introdução de íons no organismo, através da pele, por meio de uma corrente contínua de eletricidade.)</p>
<h4 style="text-align: justify;"><a href="https://ahau.org/team/luiz-sequeira-0-html/">Perguntas Frequentes</a></h4>
<h4 style="text-align: justify;">Quanto tempo de duração tem uma sessão?</h4>
<p style="text-align: justify;">30 minutos em média, variando de acordo com o programa escolhido.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Sente-se algo durante o tratamento?</h4>
<p style="text-align: justify;">Depende. Algumas pessoas, que normalmente sofrem de má circulação, sentem um leve formigamento nos pés e pernas, pois a terapia ativa a circulação.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Existe algum efeito colateral com o Hidrovitalis?</h4>
<p style="text-align: justify;">Geralmente não. Beber muita água durante o tratamento e a sessão é aconselhável.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Deve-se fazer algo especial durante uma sessão?</h4>
<p style="text-align: justify;">Não, somente sentar e relaxar.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Há alguma restrição de uso?</h4>
<p style="text-align: justify;">Sim, pessoas portadores de marca-passo, transplantados, gestantes e pessoas com epilepsia não devem utilizar essa terapia. Também é importante aguardar um período de 2 horas após as refeições para iniciar uma sessão.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Pode-se usar qualquer sal?</h4>
<p style="text-align: justify;">Sim, mas o ideal é utilizar o Sal Marinho ou Cloreto de Sódio P.A.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Por que a água muda de cor?</h4>
<p style="text-align: justify;">Há uma reação entre os sais presentes na água com o material que começa a sair do corpo, dando uma coloração levemente amarelada ou alaranjada.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Por que aparecem depósitos no fundo e partículas em suspensão sobre a água?</h4>
<p style="text-align: justify;">Novamente, é resultado da reação entre os materiais e compostos que são drenados pelos poros.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Por que o Hidrovitalis é mais eficiente?</h4>
<p style="text-align: justify;">O sistema Hidrovitalis, trabalha pelo princípio de cataforese* seletiva, dada esta por faixas de frequências específicas dos materiais tóxicos, metais pesados e toxinas, além disso, possui um vasto banco de dados com programas de sessões para eliminação de parasitas, desintoxicação de pesticidas, agrotóxicos, metais tóxicos, entre outros. Possibilita a estimulação e normalização de funções orgânicas, minerais importantes, vitaminas, etc. Tudo isso via software, com uma interface simples e intuitiva.</p><p>The post <a href="https://ahau.org/desintoxicacao/">Desintoxicação</a> first appeared on <a href="https://ahau.org">Instituto Ahau - Terapeutas Especializados</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Os 12 Sais de Schussler e suas propriedades</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luiz Terapeuta]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 24 Mar 2012 00:20:53 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Os 12 Sais de Schussler: Nº1 Calcarea fluorica (Calcium fluoratum) D6O Sal “da elasticidade” – pele, unhas e ossos Nº 2 Calcarea phosphorica (Calcium phosphoricum) D6 O sal “dos ossos e dentes” Nº 3 Ferrum phosphoricum D12 O sal “de primeira linha” Nº 4 Kalium muriaticum (Kalium chloratum) D6 O sal “das mucosas” Nº 5 [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong>Os 12 Sais de Schussler:<img decoding="async" class="size-full wp-image-4805 alignleft" src="https://ahau.org/wp-content/uploads/2012/03/sais-de-schussler-1.jpg" alt="sais-de-schussler" width="420" height="286" srcset="https://ahau.org/wp-content/uploads/2012/03/sais-de-schussler-1.jpg 420w, https://ahau.org/wp-content/uploads/2012/03/sais-de-schussler-1-300x204.jpg 300w" sizes="(max-width: 420px) 100vw, 420px" /></strong></p>
<p>Nº1 Calcarea fluorica (Calcium fluoratum) D6O Sal “da elasticidade” – pele, unhas e ossos</p>
<p>Nº 2 Calcarea phosphorica (Calcium phosphoricum) D6 O sal “dos ossos e dentes”</p>
<p>Nº 3 Ferrum phosphoricum D12 O sal “de primeira linha”</p>
<p>Nº 4 Kalium muriaticum (Kalium chloratum) D6 O sal “das mucosas”</p>
<p>Nº 5 Kalium phosphoricum D6 O sal “dos nervos e da mente”</p>
<p>Nº 6 Kalium sulphuricum D6 O sal “da inflamação crônica”</p>
<p>Nº 7 Magnesia phosphorica D6 O sal “da dor e da cólica”</p>
<p>Nº 8 Natrum muriaticum (Natrum chloratum) D6 O sal “do balanço hídrico”</p>
<p>Nº 9 Natrum phosphoricum D6 O sal “do equilíbrio ácido básico”</p>
<p>Nº 10 Natrum sulfuricum D6 O sal “da excreção”</p>
<p>Nº 11 Silicea D12 O sal “da beleza”</p>
<p>Nº 12 Calcarea sulphurica (Calcium sulfuricum) D6 O sal “purificante”</p>
<h4>As Indicações dos 12 Sais de Schussler</h4>
<h4 style="text-align: justify;">Calcarea fluorica (Calcium fluoratum) D6</h4>
<p style="text-align: justify;">Encontra-se no esmalte dos dentes, nos ossos e nas células da epiderme, sobretudo onde exista tecido elástico. O agente descarga o aparelho circulatório e fortalece os pequenos vasos sanguíneos. Além disso, estimula a reabsorção dos endurecimentos vasculares.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Indicações Terapêuticas:</h4>
<p style="text-align: justify;">Perda de elasticidade dos vasos sanguíneos (hemorroidas, varizes, arteriosclerose). Doenças ósseas e dentárias (propensão a cáries, etc), lesões discais, moléstias articulares, raquitismo infantil, endurecimento dos tecidos e glândulas, debilidade postural, envelhecimento prematuro da pele.</p>
<p style="text-align: justify;">Também se discute a conveniência de administrar Calcium fluoratum como agente de apoio em todas as doenças tumorais. Atua lentamente e deve-se tomar durante longos períodos de tempo.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Calcarea phosphorica (Calcium phosphoricum) D6</h4>
<p style="text-align: justify;">É o sal mais abundante no organismo humano. É o agente bioquímico responsável pela construção e o fortalecimento de todas as estruturas do organismo; fundamentalmente configura a massa óssea dura, ainda que está presente em todas as células. Calcium phosphoricum actua sobre as membranas celulares limitantes e intervém na síntese proteica.</p>
<p style="text-align: justify;">Como o Calcium fluoratum, recomenda-se administrar de preferência com o Calcium phosphoricum, está indicado em todas as doenças ósseas e dentárias, fracturas complicadas que demoram a soldar, anemia, processos pulmonares, alterações de tipo nervoso, astenia, transtornos do sono (especialmente em lactentes, durante a infância e em épocas de desenvolvimento e crescimento). Também se administra nos transtornos menstruais, durante a gravidez e na convalescença. Calcium phosphoricum é um agente bioquímico de efeito lento que se recomenda tomar durante longos períodos de tempo. O agente é ideal para pessoas anêmicas, pálidas, de aspecto adoentado; os seus sintomas acentuam-se pela noite e podem piorar em condições de repouso.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Calcarea sulphurica (Calcium sulfuricum) D6</h4>
<h4 style="text-align: justify;">Indicações <a href="https://ahau.org/team/luiz-sequeira-0-html/">Terapêuticas</a>:</h4>
<p style="text-align: justify;">Encontra-se no fígado e vesícula biliar. Assim como a Silicea, tem uma grande utilidade em todos os processos purulentos. Aumenta a coagulação sanguínea e estimula o metabolismo.</p>
<h4 style="text-align: justify;"><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Homeopatia">Indicações Terapêuticas:</a></h4>
<p style="text-align: justify;">Abcessos, furúnculos, antrax, inflamações do tecido conjuntivo, amigdalites purulentas, catarro brônquico purulento, cistite e nefrite, resfriado crônico que afeta os seios nasais com secreções purulentas, sanguinolentas e fétidas; fístulas anais, reumatismo crônico e, finalmente, também em pacientes com insônia, perda de memória e vertigo.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Ferrum phosphoricum D12</h4>
<p style="text-align: justify;">A importância do ferro (Ferrum) no organismo é essencial e não há dúvida do papel vital que desempenha no nosso organismo. O ferro não só é um componente imprescindível da hemoglobina como se encontra em todas as células, intervém em múltiplos processos enzimáticos e exerce funções importantes nos mecanismos de defesa frente às infecções. Na infância é necessário para um crescimento normal. Pela mesma razão é imprescindível também durante a menstruação, na gestação e no período de latência. A proporção de ferro no organismo é de 4 a 5 gramas, de que três quartas partes correspondem à hemoglobina.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Indicações Terapêuticas:</h4>
<p style="text-align: justify;">É o agente bioquímico para todas as doenças súbitas e para todos os processos inflamatórios e febris em estado inicial. Está indicado em doenças infantis, estados anêmicos, dores, feridas, hemorragias, contusões, distorções articulares, sobrecargas físicas, alterações da perfusão sanguínea com sintomas reumatoides, gastrite catarral aguda com dor e vômitos e diarreias estivais acompanhadas de febre.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Kalium muriaticum (Kalium chloratum) D6</h4>
<p style="text-align: justify;">O potássio faz parte de todas as células, sobretudo leucócitos e eritrócitos. Como o sódio, possui efeitos fisiológicos específicos sobre a excitabilidade nervosa e muscular. Além disso intervém na síntese proteica e na utilização dos hidratos de carbono (efeito ativador do metabolismo). Em conjunto pode-se afirmar que o potássio é um componente imprescindível do organismo. O deficit de potássio causa alterações patológicas em diversos tecidos (músculo cardíaco e músculos esqueléticos, entre outros).</p>
<h4 style="text-align: justify;">Indicações Terapêuticas:</h4>
<p style="text-align: justify;">Kalium chloratum está considerado em bioquímica como o agente principal no tratamento anticatarral de diversos órgãos e mucosas e nos catarros acompanhados de secreções fibrinosas-espessas (segundo estádio de inflamação) que formam uma massa branca, branca fina ou branca viscosa, tanto se se trata de placas brancas finas na pele ou membranas sólidas de cor branca localizadas nas mucosas. Prescreve-se principalmente Kalium chloratum para o tratamento de afecções otorrinolaringológicas (ORL) e oculares caracterizadas por inflamação fibrinosa, também em processos pulmonares e pleurite fibrinosa, bronquite, reumatismo, tendovaginite, verrugas, reações de vacinas, queimaduras, etc.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Kalium phosphoricum D6</h4>
<p style="text-align: justify;">É o sal orgânico mais significativo para a célula e é particularmente importante para o soro, os leucócitos, os distintos tecidos do organismo e as células cerebrais, nervosas e musculares. O deficit de potássio produz esgotamento destes órgãos, em ocasiões acompanhado de transtornos psíquicos, ânimo depressivo, ansiedade, abatimento e perda de memória.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Indicações Terapêuticas:</h4>
<p style="text-align: justify;">Kalium phosphoricum é o agente funcional bioquímico de mais utilidade no tratamento das doenças agudas e crônicas e estados de esgotamento. Está indicado em estados nervosos, depressões, esgotamento. Melancolia, histeria, insônia de origem nervosa, apatia intelectual, perda da memória, debilidade muscular, lombalgias, alterações cardíacas de tipo nervoso, sensação de ansiedade com palpitações (síndrome do pânico), etc. assim como medida de apoio no tratamento das cardiopatias orgânicas, em hemorragias, paresias, perda de força em processos infecciosos, estados infecciosos e inflamatórios com secreções fétidas (&#8220;antisséptico interno”).</p>
<h4 style="text-align: justify;">Kalium sulphuricum D6</h4>
<p style="text-align: justify;">Encontra-se nas células da epiderme e células epiteliais da pele e mucosas, normalmente junto ao ferro, que o apoia na sua função de transporte de oxigênio na célula e de que se serve para ativar o metabolismo celular. Kalium sulphuricum é para o terceiro estádio de inflamatório com secreções viscosas amareladas, já que o Ferrum phosphoricum é para o primeiro estádio de inflamação (inflamação seca sem secreção) e Natrum muriaticum (Kalium chloratum) para o segundo estádio de inflamação (secreções viscosas).</p>
<h4 style="text-align: justify;">Indicações Terapêuticas:</h4>
<p style="text-align: justify;">Em inflamações crônicas de todo o tipo, afecções cutâneas descamativas, catarros de mucosa purulentos crónicos (nariz, ouvidos, faringe, brônquios, conjuntiva, etc.); também em catarros gastrointestinais, hepatite, nefrite, dor articular reumática e, em geral, para a estimulação de todos os processos de eliminação e desintoxicação. O paciente apresenta um estado anímico dominado pela melancolia e pela ansiedade; os sintomas acentuam até ao entardecer e habitações muito tempo fechadas; alivia e melhora em espaços abertos com ar puro e fresco.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Magnesia phosphorica D6</h4>
<p style="text-align: justify;">É o analgésico e antiespasmódico bioquímico por excelência. O magnésio ocupa o segundo lugar em importância depois do potássio entre os sais minerais do organismo humano. Aproximadamente a metade encontra-se no esqueleto, um terço no sistema muscular e o resto reparte-se entre nervos, cérebro, medula espinal, eritrócitos, fígado e glândulas tiroides. O magnésio intervém em múltiplos processos enzimáticos. Possui propriedades antitrombóticas e antialérgicas e influi sobre a excitabilidade neuromuscular e a função cardíaca (prevenção do enfarto do miocárdio, entre outros). O magnésio diminui o metabolismo basal e reduz os níveis de colesterolemia.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Indicações Terapêuticas:</h4>
<p style="text-align: justify;">Quadros espasmódicos de todo o tipo, cólicas e algias, neuralgias em todo o corpo, sensação de opressão na região cardíaca e tendência a enxaqueca. O seu efeito é destacável no tratamento de quadros clínicos do tipo cólica, flatulência, meteorismo, problemas da dentição e tosse convulsa em crianças e diarreias aquosas acompanhadas de dor abdominal.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Natrum muriaticum (Natrum chloratum) D6</h4>
<p style="text-align: justify;">Dos sais sódicos do organismo, o Natrum chloratum é o que tem a maior importância biológica. É absolutamente vital (essencial). Enquanto que o potássio está localizado na sua maior parte nas células, aproximadamente a metade do sódio se encontra no líquido extracelular e outro terço nos ossos e tecidos cartilaginosos. No estômago e no rim também existem concentrações intracelulares de sódio relativamente altas.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Indicações Terapêuticas:</h4>
<p style="text-align: justify;">Anemia, clorose, anorexia, perda de peso, catarro das mucosas com secreção serosa, catarro gastrointestinal acompanhado de diarreia aquosa, hipoacidez, hipo galactose no puerpério, obstipação por atonia intestinal, hemorroidas, sensação de formigamento e entumescimento das extremidades, erupções cutâneas e exsudativas, dor reumática, cefaleias, enxaquecas, lacrimação, ptialismo, neurastenia, histeria e falta de iniciativa. Piora os sintomas pela manhã, por esforço psíquico e clima úmido-frio. Muita sede, apetência por comidas salgadas; melhora com ar quente e seco ou também com ar puro mais fresco.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Natrum phosphoricum D6</h4>
<p style="text-align: justify;">Está muito estendido por todo o organismo: em células nervosas, nos músculos, nos eritrócitos e no tecido conjuntivo. Mantém o ácido úrico em solução para a eliminação através do rim. Natrum phosphoricum é importante para a eliminação dos produtos metabólicos. Também desempenha uma função essencial na troca de ácido carbônico (efeito tampão) e no metabolismo do ácido láctico que o organismo produz a partir do glucógeno com o trabalho muscular.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Indicações Terapêuticas:</h4>
<p style="text-align: justify;">Natrum phosphoricum é um agente neutralizador de eficácia provada nas hiperacidoses de todo o tipo. Tem aplicação no tratamento de doenças agudas e crônicas (sobretudo em crianças) por transtornos metabólicos, excesso de ácido clorídrico, pirose, vômitos ácidos, diarreias de fermentação, no reumatismo, ciática e gota. Também está indicado em adenites, inflamações oculares, amigdalites, faringites com eructos azedos, cistites, cálculos renais e biliares e erupções cutâneas com secreções amarelas de consistência cremosa.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Natrum sulfuricum D6</h4>
<p style="text-align: justify;">Não se encontra nas células como nos líquidos tecidulares. Tem por missão descongestionar o organismo, eliminar toxinas do metabolismo, desintoxicar o organismo e activar o fluxo biliar.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Indicações Terapêuticas:</h4>
<p style="text-align: justify;">Em todas as doenças dos órgãos de excreção (fígado, vesícula biliar, rim, bexiga); também em erupções cutâneas, feridas antigas, úlceras exsudativas das pernas, edemas, infecções gripais e moléstias reumáticas. Natrum sulphuricum está indicado em pacientes com sensação permanente de frio que não aquecem mesmo tapados. São irritáveis, indiferentes e depressivos. Os sintomas, que em muitos casos apresentam-se periodicamente, são mais acentuados pela manhã, em dias úmidos e em ambientes úmidos (em casa). As secreções são aquosas e de cor verde-amarela.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Silicea D12</h4>
<p style="text-align: justify;">É imprescindível ao organismo (essencial) como componente do tecido conjuntivo. Silicea é importante para a constituição da pele e mucosas e para o crescimento de unhas, cabelo e ossos. Aumenta a capacidade de resistência e a resistência mecânica dos tecidos (&#8220;cosmético bioquímico”). Os pulmões, os gânglios linfáticos e as glândulas suprarrenais contêm quantidades importantes de Silicea. O silício, como componente principal da Silicea, é depois do oxigênio o segundo elemento mais frequente na superfície terrestre. Silicea está relacionado de forma especial com o metabolismo do cálcio. O ácido silícico intervém junto a outras substâncias na assimilação do cálcio contido nos alimentos. Ativa a formação do colágeno e estimula a atividade dos fagócitos (&#8220;células devoradoras”), tão importantes para a defesa do organismo frente às infecções.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Indicações Terapêuticas:</h4>
<p style="text-align: justify;">Silicea, juntamente com Calcium sulphuricum, o meio principal contra as inflamações agudas e crônicas supurativas de todo o tipo. Também está indicada nos casos de paredes vasculares distendidas (varizes, hemorroidas, etc), doenças das unhas e cabelo, adenite e endurecimentos ganglionares, processos de cicatrização, fístulas ósseas, cáries, raquitismo, treçolhos e suores noturnos. Ativa a reabsorção de hematomas e derrames e reduz níveis sanguíneos de ácido úrico (ver também Natrum phosphoricum).</p>
<h4 style="text-align: justify;">Repertório &#8211; Sais de Schüssler</h4>
<h4 style="text-align: justify;">Acidez gástrica</h4>
<p style="text-align: justify;">Natrum phosphoricum D6: na hiperacidez – 1 comprimido depois de cada refeição.<br />
Natrum chloratum D6: no déficit de ácidos gástricos – 1 comprimido 6 vezes ao dia antes das refeições.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Acne juvenil</h4>
<p style="text-align: justify;">Natrum phosphoricum D6: 1 comprimido 6 vezes ao dia durante um período de tempo prolongado.<br />
Silicea D6: em pústulas purulentas – 1 comprimido 5 vezes ao dia.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Acúfenos</h4>
<p style="text-align: justify;">Calcium fluoratum D6 + Silicea D6: 1 comprimido 5 vezes ao dia a longo prazo.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Alterações cardíacas nervosas</h4>
<p style="text-align: justify;">Kalium phosphoricum D6: 1 comprimido 5 vezes ao dia a longo prazo.<br />
Magnesium phosphoricum D6: Como tranquilizante em afecções cardíacas mais intensas, palpitações, etc. 1 comprimido dissolvido em água quente cada 10 minutos.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Aftas (fungos, muguet, inflamação da mucosa bucal)</h4>
<p style="text-align: justify;">Ferrum phosphoricum D6: 1 comprimido 5 vezes por dia.<br />
Kalium chloratum D6: em mucosas com saburra de cor branca ou branco brilhante. 1 comprimido em cada hora.<br />
Kalium phosphoricum D6: em saburras com bordas de cor vermelha nas comissuras dos lábios, sem saburra lingual – 1 comprimido cada hora.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Alergias, prevenção de, respiratórias</h4>
<p style="text-align: justify;">Ferrum phosphoricum D6 – tomar na 1ª e 2ª semana.<br />
Magnesium phosphoricum D6 – tomar na 3ª e 4ª semana.<br />
Kalium sulfuricum D6 – tomar na 5ª e 6ª semana.<br />
2 comprimidos em jejum e antes de deitar.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Alopecia</h4>
<p style="text-align: justify;">Natrum clorathum D6 + Silicea D6 + Kalium phosphoricum: 1 comprimido 4 vezes ao dia, a longo prazo.<br />
Ferrum phosphoricum D6: 1 comprimido 3 vezes ao dia.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Ambliopia</h4>
<p style="text-align: justify;">Natrum chloratum D6: Na debilidade nervosa geral – 1 comprimido 3 vezes ao dia.<br />
Silicea D6: em ambliopias que aparecem ao mínimo esforço 1 a 2 comprimidos 3 vezes ao dia a longo prazo.<br />
Natrum chloratum D6: em lágrimas e dor ocular que aparece ao ler – 1 comprimido 6 vezes ao dia.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Amigdalite</h4>
<p style="text-align: justify;">Natrum phosphoricum D6 + Ferrum phosphoricum D6: Em casos agudos e crônicos – 1 comprimido cada 3 em 3 horas.<br />
Magnesium phosphoricum D6: Nas amigdalites crônicas – 1 comprimido diluído em água quente 4 vezes ao dia a longo prazo.<br />
Silicea D6: em amigdalites purulentas – 1 comprimido cada 2 horas.<br />
Calcium sulfuricum D6: 1 comprimido 3 vezes ao dia a longo prazo.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Anemia</h4>
<p style="text-align: justify;">Ferrum phosphoricum D6 + Calcium phosphoricum D6: 2 comprimidos 3 vezes ao dia.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Anorexia</h4>
<p style="text-align: justify;">Kalium phosphoricum D6: Em transtornos psíquicos nervosos – 1 comprimido cada 3 horas.<br />
Calcium phosphoricum D6 + Natrum chloratum D6: em casos de debilidade geral, anemia, produção deficiente de sucos gástricos, náusea, vômitos – 1 comprimido 3 vezes ao dia, respectivamente.<br />
Natrum phosphoricum D6: em hiperacidez, pirose, gastralgias depois de comer (pós-prandial).<br />
Kalium chloratum D6: em casos de afecção hepática, língua branca-escura, bulimia – 1 comprimido 3 vezes ao dia.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Arteriosclerose (calcificação das artérias)</h4>
<p style="text-align: justify;">Calcium fluoratum D6: o agente mais importante, se procede, tratamento a longo prazo – 1 comprimido 3 vezes ao dia.<br />
Silicea D12: Impede a progressão da arteriosclerose – 1 comprimido 3 vezes ao dia a longo prazo.<br />
Magnesium phosphoricum D6: no aparecimento de moléstias cardíacas espasmódicas – 1 comprimido 5 vezes por dia.<br />
Kalium phosphoricum D6: em estados de ansiedade, opressão cardíaca, fases depressivas – 1 comprimido por dia.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Asma (asma brônquica)</h4>
<p style="text-align: justify;">Kalium phosphoricum D6: no ataque, em pacientes com nervosismo como sinal dominante – 1 comprimido cada 5 minutos. Em continuação seguir 1 comprimido cada 2 horas.<br />
Magnesium phosphoricum D6: no ataque, frequentemente na relação com dor abdominal espasmódica – 1 comprimido cada 5 minutos.<br />
Kalium phosphoricum D6: no estado entre ataques – 1 comprimido cada 2 horas.<br />
Kalium chloratum D6: em casos com escarros brancos muito viscosos e sensação de opressão cardio-pulmonar, no ataque – 1 comprimido cada 15 minutos para depois passar a Kaium phosphoricum D6 + Magnesium phosphoricum D6 + Natrum suphuricum D6 em tempos úmidos – 1 comprimido cada hora.<br />
Calcium fluoratum D6: em casos de dispneia intensa e enfisema, expectoração difícil de pequenas agregações de muco amarelado. Também em combinação com Silicea D6 para o fortalecimento do tecido pulmonar atômico – 1 comprimido cada 3 horas.<br />
Kalium sulfuricum D6: em ataques vespertinos e noturnos assim como depois de comer – 1 comprimido cada 2 horas.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Atonia intestinal (ver obstipação)</h4>
<h4 style="text-align: justify;">Blefarite</h4>
<p style="text-align: justify;">Ferrum phosphoricum D6: em inflamações e eritemas extensos – 1 comprimido 5 vezes ao dia.<br />
Natrum phosphoricum D6: nas pálpebras coladas – 1 comprimido 5 vezes ao dia. Em caso necessário em alternância com o preparado precedente.<br />
Silicea D12 &#8211; Em crostas purulentas nas pálpebras – 1 comprimido três vezes ao dia.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Bócio</h4>
<p style="text-align: justify;">Magnesium phosphoricum D6: 1 comprimido dissolvido em água quente 5 vezes ao dia.<br />
Calcium fluoratum D6: em bócios nodulares duros – 1 comprimido 3 vezes ao dia a longo prazo.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Bronquite</h4>
<p style="text-align: justify;">Ferrum phosphoricum D6: anti-inflamatório principal – 1 comprimido cada meia hora.<br />
Kalium chloratum D6: depois do agente precedente se aparece suor – 1 comprimido de hora a hora.<br />
Magnesium phosphoricum D6: em tosse espasmódica intensa – 1 comprimido dissolvido em água quente cada 5 minutos.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Cãibras dos escrivães (veja-se em espasmos)<br />
Cãibras das panturrilhas (veja-se em espasmos)<br />
Cálculos biliares (veja-se também em colecistite)</h4>
<p style="text-align: justify;">Natrum sulphuricum D6: no estado entre ataques.<br />
Natrum phosphoricum D6: durante 3 a 4 dias com intervalos de três semanas &#8211; 1 comprimido 3 vezes ao dia.<br />
Magnesium phosphoricum D6: em cólicas biliares e espasmos – 1 comprimido dissolvido em água quente cada 5 a 10 minutos.<br />
Ferrum phosphoricum D6: depois do desaparecimento da dor, para prevenir o desenvolvimento de uma colecistite – 1 comprimido cada meia hora.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Calos</h4>
<p style="text-align: justify;">Calcium fluoratum D6 + Silicea D6: 1 comprimido cada 2 horas.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Cancro</h4>
<p style="text-align: justify;">Magnesium phosphoricum D6: 2 comprimidos em jejum.<br />
Calcium phosphoricum D6: 2 comprimidos antes de deitar. Ou tomar 2 sais antes de cada refeição, os dois em dias alternados.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Cataratas</h4>
<p style="text-align: justify;">Kalium phosphoricum D6: como complemento ao resto das medidas terapêuticas, em função sempre das características individuais de cada caso.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Catarro faríngeo (veja-se em “faringite”)<br />
Catarro gástrico (veja-se em “gastrite”)<br />
Catarro vesical (cistite)</h4>
<p style="text-align: justify;">Ferrum phosphoricum D6: no primeiro estado inflamatório, com dor, febre e micção imperiosa – 1 comprimido cada meia hora.<br />
Kalium chloratum D6 + Silicea D12: no segundo estado inflamatório, geralmente crônico; a urina é escura, turva e contém muco espesso de cor clara – 1 comprimido cada 2 horas.<br />
Magnesium phosphoricum D6: na retenção de urina e espasmos da musculatura vesical – 1 comprimido diluído em água quente cada meia hora.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Cefaleias</h4>
<p style="text-align: justify;">As cefaleias ou cefalalgias podem ser um sintoma das mais diversas enfermidades – tratar as enfermidades básicas ou adjacentes! -, Mas também podem aparecer de forma isolada. O termo migrana utiliza-se para definir uma cefaleia hemicraneal muito intensa que se apresenta em forma de crise, frequentemente acompanhada de vômitos, e que se acentua com os efeitos da luz e do ruído.<br />
Ferrum phosphoricum D6: em dores opressivas com congestão da cabeça, vertigo, frequentemente acompanhadas de vômitos e transtornos visuais – 1 comprimido cada meia hora.<br />
Kalium phosphoricum D6: em cefaleias de etiologia nervosa com irritabilidade, insônia ou que aparecem como consequência de uma situação de stress e aborrecimento &#8211; 1 comprimido cada meia hora.<br />
Natrum chloratum D6: depois de enfermidades consecutivas e transtornos do sono, cefaleias depois das manhãs até à noite, também em miúdas adolescentes &#8211; 1 comprimido cada meia hora.<br />
Magnesium phosphoricum D6: em cefaleias críticas, espasmódicas, terebrantes (dor que produz a sensação de uma broca a penetrar nos tecidos), sobretudo na região occipital, com um clarão diante dos olhos – “siete caliente” ou 1 comprimido cada meia hora.<br />
Silicea D12: especialmente indicado depois de um grande esforço intelectual ou na “cefaleia do estudante”, também em pessoas hipersensíveis e debilitadas &#8211; 1 comprimido cada meia hora.<br />
Natrum sulphuricum D6: sobretudo em cefaleias acompanhadas de transtornos digestivos e cefaleias que pioram com o movimento e a exposição à luz &#8211; 1 comprimido cada meia hora.<br />
Natrum phosphoricum D6: depois de um consumo excessivo de álcool com náuseas e eructos ácidos &#8211; 1 comprimido cada meia hora.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Ciática</h4>
<p style="text-align: justify;">Kalium phosphoricum D6: em casos agudos &#8211; 1 comprimido cada meia hora depois de acabar com a dor.<br />
Magnesium phosphoricum D6: em dores de tipo espasmódico que melhoram com o calor ou aquecimento, a cada meia hora.<br />
Calcium phosphoricum D6: em dores noturnas, parestésicas, sobretudo na região coxal &#8211; 1 comprimido 3 vezes ao dia.<br />
Siicea D12: em casos crônicos – 1 comprimido 3 vezes ao dia.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Colecistite</h4>
<p style="text-align: justify;">Natrum sulphuricum D6 + Ferrum phosphoricum D6: 1 comprimido cada meia hora.<br />
Kalium phosphoricum D6: em quadros com febre crescente – 1 comprimido cada hora.<br />
Kalium chloratum D6: depois da fase aguda – 1 comprimido cada hora.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Cólicas</h4>
<p style="text-align: justify;">Magnesium phosphoricum D6: para o tratamento sintomático em geral – &#8220;siete caliente&#8221; ou 1 comprimido dissolvido em água morna cada meia hora.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Cravos (espinha na pele) (veja em acne)</h4>
<h4 style="text-align: justify;">Conjuntivite</h4>
<p style="text-align: justify;">Ferrum phosphoricum D6: anti-infamatório principal na secreção purulenta de muco branco – 1 comprimido cada ¼ de hora.<br />
Kalium chloratum D6: em caso de lacrimação muito intenso e secreções de muco fluido, claro – 1 comprimido cada ¼ de hora.<br />
Natrum kloratum D6: 1 comprimido cada ¼ de hora.<br />
Natrum sulphuricum D6: em crianças escrofulosas com pus amarelo-esverdeado e vesículas na conjuntiva – 1 comprimido 3 vezes ao dia.<br />
Silicea D12: na supuração amarela viscosa persistente.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Comoção cerebral</h4>
<p style="text-align: justify;">Ferrum phosphoricum D6 + kalium phosphoricum D6: como tratamento de apoio de manutenção dos quadros febris, sobretudo em caso de perda de sensibilidade.<br />
Natrum sulphuricum D6: em perdas permanentes da capacidade cerebral – 1 comprimido cada hora.<br />
Magnesium phosphoricum D6: em transtornos visuais permanentes – 1 comprimido cada hora.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Contusões ((veja-se “traumatismos”)</h4>
<h4 style="text-align: justify;">Constipação comum – resfriado</h4>
<p style="text-align: justify;">Ferrum phosphoricum D6: antes dos primeiros sintomas de constipação – 1 comprimido cada ¼ hora.<br />
Natrum chloratum D6: em constipações com secreção nasal serosa irritativa – 1 comprimido cada ½ hora.<br />
Magnesium phosphoricum D6: em constipações com crises de espirros frequentes – “Siete caliente” ou 1 comprimido dissolvido em água morna cada ¼ de hora.<br />
Kalium sulphuricum D6: em casos de obstrução nasal – 1 comprimido cada hora.<br />
Silicea D6: em constipações crônicas, também em corizas secas com nariz irritado – 1 comprimido 6 vezes ao dia.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Crianças, insônia, medo e ansiedade</h4>
<p style="text-align: justify;">Kalium phosphoricum D6 – 2 comprimidos em jejum.<br />
Calcium phosphoricum D6 – 2 comprimidos antes do almoço.<br />
Magnesium phosphoricum D6 – 2 comprimidos antes de deitar.<br />
Duração de tratamento: 4 a 6 semanas.<br />
Crianças, deficit de atenção<br />
Kalium phosphoricum D6 – 2 comprimidos em jejum.<br />
Calcium phosphoricum D6 – 2 comprimidos antes do almoço.<br />
Magnesium phosphoricum D6 – 2 comprimidos antes de deitar.<br />
Duração de tratamento: 4 a 6 semanas.<br />
Crosta láctea<br />
Natrum phosphoricum D6 – 1 comprimido 5 vezes ao dia.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Dentição infantil</h4>
<p style="text-align: justify;">Calcium phosphoricum D6 + Calcium fluoratum D6: para ativar a erupção dental &#8211; 1 comprimido 3 vezes ao dia.<br />
Ferrum phosphoricum D6: em moléstias febris da dentição – 1 comprimido 6 vezes ao dia.<br />
Magnesium phosphoricum D6: em inflamações dolorosas – 1 comprimido dissolvido em água quente cada hora.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Desmame medicamentoso</h4>
<p style="text-align: justify;">Natrum sulphuricum D6: 1 comprimido 6 vezes ao dia.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Diarreia</h4>
<p style="text-align: justify;">Ferrum phosphoricum D6 + Kalium chloratum D6: em fezes claras, muco-sanguinolentas e também pastosas – 1 comprimido cada ¼ de hora.<br />
Kalium phosphoricum D6: fisgadas sem disposição com dor tipo cólica, sensação de ardor intestinal, diarreia de odor fétido.<br />
Magnesium phosphoricum D6: em deposições líquidas com dor abdominal tipo cólica que melhora aplicando calor e adaptando uma postura de dobrado – 1 comprimido cada ¼ de hora.<br />
Natrum chloratum D6: em diarreia muco-serosa que não cessa e que provoca irritação na região anal, alternando eventualmente com obstipação.<br />
Natrum phosphoricum D6: em fezes de odor acre, sobretudo em crianças pequenas com saburra na língua amarelada – 1 comprimido cada ½ de hora.<br />
Natrum sulphuricum D6. em diarreia crônica que obriga a levantar-se de madrugada e que piora com tempo úmido &#8211; – 1 comprimido cada ½ de hora.<br />
Silicea D12: em formas purulentas – 1 comprimido 3 vezes ao dia.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Doenças cutâneas crônicas</h4>
<p style="text-align: justify;">Kalium sulfuricum D6 – 2 comprimidos em jejum.<br />
Calcium phosphoricum D6 – 2 comprimidos antes do almoço.<br />
Natrium phosphoricum D6 – 2 comprimidos antes de deitar.<br />
Em caso de prurido (urticária) juntar magnesium phosphoricum D6.<br />
Duração de tratamento: de 3 a 6 semanas.<br />
Eczemas (erupções cutâneas)<br />
Calcium phosphoricum D6 + Natrum chloratum D6: em erupções cutâneas secas – 1 comprimido cada 2 horas.<br />
Kalium chloratum D6. em erupções cutâneas exsudativas – 1 comprimido 3 vezes ao dia.<br />
Calcium fluoratum D6: em gretas, fissuras, formação de crostas, pele seca. 1 comprimido 3 vezes ao dia.<br />
Natrum chloratum D6 pomada: em eczemas seborreicos em zonas sebosas (face, peito, costas, região genital).</p>
<h4 style="text-align: justify;">Esfriamentos (recomenda-se efectuar um estudo diagnóstico em profundidade)</h4>
<h4 style="text-align: justify;">Enjoos dos viajantes (veja-se em “enjoos”)</h4>
<h4 style="text-align: justify;">Enjoos</h4>
<p style="text-align: justify;">Natrum chloratum D6: como medida de prevenção – 1 comprimido cada 2 horas. Durante a viagem – 1 comprimido cada ½ hora durante a viagem. Em casos agudos – 1 comprimido cada 5 minutos.<br />
Natrum phosphoricum D6: dada a variedade das reações individuais dos afetados, este pode ser também um preparado de seleção. Como medida de prevenção – 1 comprimido cada 2 horas. Durante a viagem – 1 comprimido durante a viagem. Em casos agudos – 1 comprimido cada 5 minutos.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Enurese</h4>
<p style="text-align: justify;">Natrum sulphuricum D6 + Kalium phosphoricum D6: em casos de debilidade nervosa ou paralisia da musculatura vesical – 1 comprimido 5 vezes ao dia.<br />
Calcium phosphoricum: em idosos (prostáticos) – 1 comprimido 3 vezes ao dia.<br />
Calcium fluoratum D6: em ambos os casos – 1 comprimido 3 vezes ao dia.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Epilepsia</h4>
<p style="text-align: justify;">Kalium chloratum D6: como tratamento de apoio da epilepsia – 1 comprimido 5 vezes ao dia.<br />
Magnesium phosphoricum D6: em quadros com tendência convulsiva muito acentuada.<br />
Ferrum phosphoricum D6: em casos de ataques iminentes – 1 comprimido cada 5 minutos.<br />
Calcium phosphoricum D6: como medida de apoio em casos de grande prostração – 1 comprimido 5 vezes ao dia.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Epistaxis</h4>
<p style="text-align: justify;">Kalium phosphoricum D6: em crianças, idosos e pessoas debilitadas.<br />
Kalium chloratum D6: em hemorragias de sangue espesso, viscoso e cor escura.<br />
Natrum chloratum D6: em caso de falta de coagulação (hipocoagulação).</p>
<h4 style="text-align: justify;">Eructos</h4>
<p style="text-align: justify;">Natrum phosphoricum D6: em eructos ácidos, sobretudo depois da ingestão de alimentos ricos em gorduras – 1 comprimido 4 vezes ao dia.<br />
Natrum sulphuricum D6: em eructos amargos.<br />
Magnesium phosphoricum D6: em eructos que não proporcionam alívio acompanhados de dor abdominal – 1 comprimido 4 vezes ao dia.<br />
Calcium phosphoricum D6: em eructos ácidos e sensação de ardor no esófago.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Erupção vesicular</h4>
<p style="text-align: justify;">Natrum chloratum D6: 1 comprimido 5 vezes ao dia.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Erupções cutâneas (veja-se “eczemas”)</h4>
<h4 style="text-align: justify;">Entorses, distorções (veja “traumatismos”)</h4>
<h4 style="text-align: justify;">Espasmos</h4>
<p style="text-align: justify;">Magnesium phosphoricum D6: em todas as manifestações espasmódicas – sob a língua ou 1 comprimido dissolvido em água quente cada 5 minutos.<br />
Silicea D12: em espasmos noturnos, depois de um susto ou em estados de grande excitação, sobretudo em cãibras das panturrilhas e plantas dos pés – 1 comprimido 5 vezes ao dia.<br />
Calcium phosphoricum D6: principalmente na dentição, mas também em pessoas anêmicas debilitadas com sensação de frio e entumecimiento; também alternando com Magnesium phosphoricum D6 – 1 comprimido 5 vezes ao dia.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Espasmos (tiques)</h4>
<p style="text-align: justify;">Natrum phosphoricum D6: 1 comprimido cada hora.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Estados de esgotamento</h4>
<p style="text-align: justify;">Kalium phosphoricum D6: 1 comprimido cada hora.<br />
Magnesium phosphoricum D6: em casos de inquietude interna, cansaço, depressões – 1 comprimido 6 vezes ao dia.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Estados de ansiedade</h4>
<p style="text-align: justify;">Kalium phosphoricum D6: 1 comprimido 6 vezes ao dia.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Estados depressivos</h4>
<p style="text-align: justify;">Kalium phosphoricum D6: em perda de memória, irresolução, abatimento, angústia, choro. Esgotamento psíquico geral – 1 comprimido cada hora.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Estomatite ulcerosa (veja-se em “aftas”)</h4>
<h4 style="text-align: justify;">Escoriações em crianças pequenas</h4>
<p style="text-align: justify;">Natrum chloratum D6 + Natrum phosphoricum D6: 1 comprimido cada 2 horas.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Faringite</h4>
<p style="text-align: justify;">Ferrum phosphoricum D6: antes dos primeiros sintomas – 1 comprimido cada 5 minutos.<br />
Calcium phosporicum D6: 1 comprimido cada hora.<br />
Kalium phosphoricum D6: em caso de afetação intensa das amígdalas &#8211; 1 comprimido cada 5 minutos.<br />
Kalium phosphoricum D6 + Calcium phosphoricum D6: 1 comprimido cada hora.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Febre (recomenda-se efectuar um estudo diagnóstico em profundidade)</h4>
<p style="text-align: justify;">Ferrum phosphoricum D6: em febre incipiente – 1 comprimido cada ¼ de hora adicionalmente.<br />
Kalium phosphoricum D6: 1 Comprimido 6 vezes ao dia.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Febre dos fenos</h4>
<p style="text-align: justify;">Natrum chloratum D6 + Ferrum phosphoricum D6: 1 comprimido cada ¼ de hora.<br />
Para a prevenção (profilaxia) ambos preparados simultaneamente – 1 comprimido 3 vezes ao dia.<br />
Magnesium phosphoricum D6: como tratamento intermédio em crises de espirros e estados asmáticos – 1 comprimido dissolvido em água quente cada ¼ de hora).</p>
<h4 style="text-align: justify;">Feridas (veja-se em “queimaduras” e “traumatismos”)</h4>
<h4 style="text-align: justify;">Fissuras anais (gretas, rasgos)</h4>
<p style="text-align: justify;">Calcium fluoratum D6 + Silicea D6: 1 comprimido 3 vezes ao dia.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Frieiras</h4>
<p style="text-align: justify;">Kalium phosphoricum D6 + Natrum muriaticum D6: 1 comprimido cada ½ hora.<br />
Silicea D6: para a prevenção de uma supuração – 1 comprimido cada 2 horas.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Flatulência</h4>
<p style="text-align: justify;">Natrum sulphuricum D6 + Calcium fluoratum D6: 1 comprimido 5 vezes ao dia.<br />
Magnesium phosphoricum D6: em cólicas com flatulência – “siete caliente” 1 porção cada 5 minutos.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Fungos, Muguet (veja-se em “aftas”)</h4>
<h4 style="text-align: justify;">Furúnculos</h4>
<p style="text-align: justify;">Ferrum phosphoricum D6: 1 comprimido cada ¼ de hora.<br />
Silicea D6: acelera a supuração, o estalido do furúnculo e a regeneração tecidular – 1 comprimido cada ¼ de hora.<br />
Calcium phosphoricum D6: em processos de cura lentos, também depois da abertura do foco de pus – 1 comprimido cada 3 vezes ao dia.<br />
Calcium fluoratum D6: quando o foco de inflamação não se abrange, em feridas com bordos duros – 1 comprimido 3 vezes ao dia.<br />
Kalium phosphoricum D6: em pus fétido e em múltiplos furúnculos (antrax) – 1 comprimido cada ¼ de hora.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Gastrite</h4>
<p style="text-align: justify;">Ferrum phosphporicum D6: no estado agudo com dor depois das refeições, sobretudo quando se acompanha de febre – 1 comprimido cada ¼ de hora.<br />
Magnesium phosphoricum D6: em dores espasmódicas que obrigam a adaptar uma postura de dobrar-se, em gastrites associadas a náuseas e a vômitos, também em diarreias – 1 comprimido dissolvido em água quente cada 5 minutos.<br />
Natrum phosphoricum D6: em casos de hiperacidez, eructos ácidos, vômitos e pirose, aversão às gorduras – 1 comprimido cada hora.<br />
Kalium suphuricum D6: em gastrites crônicas com dor e sensação de peso na região hepática – 1 comprimido 5 vezes ao dia.<br />
Calcium phosphoricum D6: como agente imediato, sobretudo nos quadros associados à dor depois de ingerir alimentos ou bebidas frias, inclusive em quantidades mínimas e em acumulação de gases no estômago – 1 comprimido 4 vezes ao dia.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Gota</h4>
<p style="text-align: justify;">Ferrum phosphoricum D6 + Kalium chloratum D6: durante o ataque de gota com febre – 1 comprimido cada ¼ de hora.<br />
Natrum phosphoricum D6: em ataques de gota sem febre – 1 comprimido cada ¼ de hora.<br />
Silicea D6: 1 comprimido 3 vezes ao dia.<br />
Calcium phosphoricum D6: em casos crônicos, também em patologia bioclimática – 1 comprimido 3 vezes ao dia.<br />
Silicea D6 + Calcium fluoratum D6: em tofos gotosos – 1 comprimido 3 vezes ao dia.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Gripe (veja-se em “infecções gripais”)</h4>
<h4 style="text-align: justify;">Hematomas</h4>
<p style="text-align: justify;">Ferrum phosphoricum D6: no estado inicial – 1 comprimido cada ½ hora e, se for necessário, ao fim de uns dias.<br />
Kalium chloratum D6: 1 comprimido cada 2 horas.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Hemorróidas</h4>
<p style="text-align: justify;">Calcium fluoratum D6 + Silicea D6: 1 comprimido 3 vezes ao dia.<br />
Ferrum phosphoricum D6: em nódulos hemorroidais inflamados – 1 comprimido cada ½ hora.<br />
Magnesium phosphoricum D6: em hemorroidas dolorosas não inflamadas, em espasmos do esfíncter anal – 1 comprimido dissolvido em água quente cada ¼ de hora.<br />
Kalium phosphoricum D6: em hemorroidas com prurido e ardor intensos – 1 comprimido 5 vezes ao dia.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Hipertensão (veja-se em “pressão arterial”)</h4>
<h4 style="text-align: justify;">Hipotensão</h4>
<p style="text-align: justify;">Magnesium phosphoricum D6: em forma de “siete caliente”</p>
<h4 style="text-align: justify;">Hipotensão (veja-se em “pressão arterial”)</h4>
<p style="text-align: justify;">Ictus apoplético (recomenda-se efetuar um estudo diagnóstico em profundidade)<br />
Ferrum phosphoricum D6; sempre que o paciente conserve a consciência – 1 comprimido cada ¼ de hora.<br />
Silicea D12: depois do episódio, também em combinação com Ferrum phosphoricum D6, recomendando-se manter o tratamento a longo prazo – 1 comprimido 3 vezes ao dia.<br />
Kalium phosphoricum D6: contra as paresias permanentes – 1 comprimido 5 vezes ao dia.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Incontinência espontânea, ao tossir, espirrar, por pressão, etc</h4>
<p style="text-align: justify;">Natrum chloratum D6: 1 comprimido cada hora.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Infecção gripal</h4>
<p style="text-align: justify;">Em geral, a infecção gripal caracteriza-se por um estado febril de curta duração que apresenta grande similitude com uma gripe propriamente dita – enfermidade infecciosa febril aguda (influenza) -. Os preparados recomendados no tratamento da infecção gripal devem ser considerados unicamente como medidas terapêuticas de apoio no tratamento da gripe genuína.<br />
Ferrum phosphoricum D6: o primeiro estado – 1 comprimido cada 10 minutos.<br />
Kalium phosphoricum D6: para o tratamento de manutenção – 1 comprimido cada ½ hora.<br />
Kalium chloratum D6: depois de ter superado o ponto culminante do processo infeccioso – 1 comprimido cada 2 horas.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Inflamação da mucosa bucal (recomenda-se efetuar um estudo diagnóstico em profundidade)</h4>
<p style="text-align: justify;">Ferrum phosphoricum D6: 1 comprimido cada ¼ de hora; adicionalmente gargarejos bucais cada ½ hora com uma solução de 3 comprimidos do preparado dissolvido em água tépida.<br />
Kalium phosphoricum D6: em casos de halitose bucal – 2 comprimidos cada ¼ de hora e gargarejos bucais cada ½ hora com uma solução de 3 comprimidos do preparado dissolvidos em água tépida.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Insônia</h4>
<p style="text-align: justify;">Kalium phosphoricum D6: na insônia de causa nervosa – 1 comprimido 6 vezes ao dia a longo prazo.<br />
Magnesium phosphoricum D6: em pacientes de grande excitabilidade, palpitações – “siete caliente” ou 1 comprimido dissolvido em água morna cada ¼ de hora.<br />
Silicea D6: quando uma corrente de pensamentos intensos impede de conciliar o sono – 1 comprimido 3 vezes ao dia.<br />
Ferrum phosphoricum D6: na congestão cranial, cefaleias, também no climatério – 1 comprimido cada hora.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Irritação do apêndice (recomenda-se efetuar um estudo diagnóstico profundidade)</h4>
<p style="text-align: justify;">Ferrum phosphoricum D6 + Kalium chloratum D6: agente terapêutico principal em casos de sensação de tensão interna, obstipação – 1 comprimido cada hora.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Laringite (veja-se em “rouquidão”)</h4>
<p style="text-align: justify;">Lesões do disco intervertebral<br />
Calcium fluoratum D6 + Silicea D6: em ambos os casos 1 comprimido 3 vezes ao dia a longo prazo.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Lumbago</h4>
<p style="text-align: justify;">Ferrum phosphoricum D6: como preparado de seleção perante os primeiros sintomas – 1 comprimido cada ¼ de hora.<br />
Magnesium phosphoricum D6: em lumbagos com dor intensa – “siete caliente” ou 1 comprimido dissolvido em água quente cada 5 minutos.<br />
Calcium phosphoricum D6: lumbagos em idosos – 1 comprimido cada ½ hora</p>
<h4 style="text-align: justify;">Lombalgias na mulher</h4>
<p style="text-align: justify;">Magnesium phosphoricum junto ao tratamento específico + Kalium phosphopricum D6 – 1 comprimido dissolvido em água quente cada ½ hora.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Manifestações parestésicas (recomenda-se efetuar um estudo diagnóstico em profundidade):</h4>
<p style="text-align: justify;">Kalium phosphoricum D6: a modo de prova – 1 comprimido 5 vezes ao dia.<br />
Magnesium phosphoricum D6: 1 comprimido dissolvido em água quente 5 vezes ao dia.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Mastites em mães lactantes</h4>
<p style="text-align: justify;">Ferrum phosphoricum D6 (nos primeiros sintomas de inflamação e tumefacção para a prevenção da supuração) + Natrum phosphoricum D6 1 comprimido cada ¼ de hora.<br />
Silicea D6: antes dos primeiros sinais de supuração – 1 comprimido 5 vezes ao dia.<br />
Kalium phosphoricum D6: em febre – 1 comprimido cada hora.<br />
Calcium fluoratum D6: para abrandar as bordas duras do foco de pus – 1 comprimido 5 vezes ao dia.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Migrana (veja-se em “cefaleia”)</h4>
<h4 style="text-align: justify;">Miogelose (veja-se em “miosclerose)</h4>
<h4 style="text-align: justify;">Miosclerose</h4>
<p style="text-align: justify;">Calcium fluoratum D6: 1 comprimido 3 vezes ao dia.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Moléstias das regras (veja-se em “transtornos menstruais”)</h4>
<p style="text-align: justify;">Nervosismo, esgotamento nervoso (se for persistente, recomenda-se efetuar um estudo diagnóstico sintomático)<br />
Kalium phosphoricum D6 para o tratamento sintomático + Calcium phosphoricum D6 1 comprimido 5 vezes ao dia.<br />
Magnesium phosphoricum D6: em neuralgias de natureza espasmódica – “siete caliente” ou 1 comprimido dissolvido em água morna cada ¼ hora.<br />
Silicea D6: em estados de grande debilidade geral, hipersensibilidade e estados de angústia- 1 comprimido 3 vezes ao dia.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Nevralgia facial</h4>
<p style="text-align: justify;">Magnesium phosphoricum D6<br />
Em forma de “siete caliente” cada 2 horas ou 1 comprimido dissolvido em água morna cada ¼ hora.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Obesidade</h4>
<p style="text-align: justify;">Antes do pequeno-almoço: Kalium phosphoricum D6, 3 comprimido.<br />
Antes do almoço: Natrum phosphoricum D6, 3 comprimidos.<br />
Antes do jantar: Natrum sulphuricum D6, 3 comprimidos.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Obstipação</h4>
<p style="text-align: justify;">Alumina D7 – 5 gotas depois das refeições.<br />
Calcium fluoratum D6: em casos de lassidão intestinal e em hemorroidas – 1 comprimido cada hora.<br />
Ferrum phosphoricum D6: em casos de função intestinal reduzida com sensação de calor no recto, em lombalgias e em congestão na cabeça – 1 comprimido cada hora.<br />
Calcium phosphoricum D6: na debilidade generalizada de idosos – 1 comprimido cada hora.<br />
Kalium sulphuricum D6: em sensação de plenitude intensa – 1 comprimido cada hora.<br />
Silicea D12: em puxões sem fezes – 1 comprimido cada hora.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Odontalgias</h4>
<p style="text-align: justify;">Ferrum phosphoricum D6: quando não existem indicações odontológicas, p.e., odontalgias depois de uma constipação – 1 comprimido cada ¼ hora.<br />
Olhos de galo<br />
Calcium fluoratum D6 + Silicea D6: 1 comprimido cada 2 horas.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Panarício (inflamação flegmonosa situada perto das unhas)</h4>
<p style="text-align: justify;">Ferrum phosphoricum D6: no estado inicial da inflamação – 1 comprimido cada ¼ de hora.<br />
Silicea D12: em caso de formação de pus – 1 comprimido 5 vezes ao dia.<br />
Calcium fluoratum D6: com fins curativos – 1 comprimido 3 vezes ao dia.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Perda de memória</h4>
<p style="text-align: justify;">Kalium phosphoricum D6: 1 comprimido cada hora.<br />
Calcium fluoratum D6: em falhas de memória de etiologia arteriosclerótica – 1 comprimido 3 vezes ao dia. Cabe a possibilidade de combinar ou alternar ambos preparados.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Pirose</h4>
<p style="text-align: justify;">Natrum phosphoricum D6: 2 comprimidos em caso necessário.<br />
Magnesium phosphoricum D6: em sintomas de tipo espasmódico – 1 comprimido dissolvido em água quente cada hora.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Pressão arterial</h4>
<p style="text-align: justify;">Calcium fluoratum D6: no aumento da pressão arterial (hipertensão) de base arteriosclerótica: 1 comprimido 6 vezes ao dia.<br />
Ferrum phosphoricum D6: na diminuição da pressão arterial – 2 comprimidos 6 vezes ao dia.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Prurido</h4>
<p style="text-align: justify;">Magnesium phosphoricum D6: sempre que este sintoma não se deva a outra enfermidade definida (icterícia, diabetes mellitus, etc.) – 1 comprimida cada hora.<br />
Calcium phosphoricum D6: em casos de prurido senil – 1 comprimido 3 vezes ao dia.<br />
Calcium fluoratum D6: em pele seca, áspera – 1 comprimido 3 vezes ao dia.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Prurido anal</h4>
<p style="text-align: justify;">Calcium fluoratum D6 + Ferrum phosphoricum D6: 1 comprimido cada 2 horas, respectivamente.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Queimaduras (recomenda-se efectuar um estudo diagnóstico em profundidade)</h4>
<p style="text-align: justify;">Ferrum phosphoricum D6: para uso interno em queimaduras em primeiro grau – 1 comprimido cada ¼ de hora.<br />
Natrum chloratum D6: em casos de formação de bolhas, em combinação com Ferrum phosphoricum D6 – 1 comprimido cada ½ hora.<br />
Silicea D12: em feridas por queimaduras supuradas – 1 comprimido cada 2 horas.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Regeneração do sangue</h4>
<p style="text-align: justify;">Calcium phosphoricum D6: 2 antes de cada refeição.<br />
Natrium chloratum D6: 2 antes de cada refeição.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Reumatismo</h4>
<h4 style="text-align: justify;">1. Reumatismo muscular:</h4>
<p style="text-align: justify;">Ferrum phosphoricum D6 + Kalium chloratum D6. Em dores musculares ao movimentar-se – 1 comprimido cada ½ hora.<br />
Magnesium phosphoricum D6: em dores musculares migratórias, terebrantes (diz-se da dor que produz a sensação de uma broca a penetrar nos tecidos) – “Siete caliente” ou 1 comprimido dissolvido em água quente cada ¼ hora.<br />
Calcium phosphoricum D6: em dor muscular associado a sensação de entumecimento, frio, um “formigueiro” que se acentua pela noite e em repouso – 1 comprimido 5 vezes ao dia.</p>
<h4 style="text-align: justify;">2. Reumatismo articular</h4>
<p style="text-align: justify;">Ferrum phosphoricum D6: nas fases iniciais, sobretudo nos casos febris – 1 comprimido cada ¼ de hora.<br />
Kalium sulphuricum D6: em dores migratórias que pioram pela noite – 1 comprimido cada ½ hora.<br />
Magnesium phosphoricum D6: como tratamento intermédio quando a dor é particularmente intenso – “Siete caliente” ou 1 comprimido dissolvido em água morna cada 10 minutos.<br />
Calcium phosphoricum D6: em reumatismo articular crônico e como tratamento de manutenção – 1 comprimido 5 vezes ao dia a longo prazo.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Rouquidão</h4>
<p style="text-align: justify;">Kalium chloratum D6 em rouquidões associadas a laringites + Kalium sulphuricum D6 1 comprimido cada ½ hora.<br />
Ferrum phosphoricum D6: em esforços das cordas vocais (conferencistas, cantores, etc.) e em dores de garganta – 1 comprimido cada hora.<br />
Kalium phosphoricum D6: em esgotamento nervoso e paralisia das cordas vocais – 1 comprimido cada hora.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Sensação de (bolo faríngeo)</h4>
<p style="text-align: justify;">Magnesium phosphoricum D6: 1 comprimido dissolvido em água quente cada ¼ de hora.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Sensação de nós na garganta (veja-se em “sensação de bolo faríngeo”)</h4>
<h4 style="text-align: justify;">Septicemia (imprescindível efetuar um estudo diagnóstico em profundidade)</h4>
<p style="text-align: justify;">Kalium phosphoricum D6: Como apoio ao resto de medidas que seja preciso adaptar 1 comprimido cada ¼ de hora.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Sufocos da menopausa</h4>
<p style="text-align: justify;">Ferrum phosphoricum D6: 1 comprimido 5 vezes ao dia a longo prazo.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Surdez</h4>
<p style="text-align: justify;">Silicea D6 + Calcium fluoratum D6: 1 comprimido 6 vezes ao dia.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Supurações</h4>
<p style="text-align: justify;">Silicea D6: em supurações de todo o tipo como apoio a outras medidas em casos agudos – 1 comprimido cada 5 minutos. Em casos crônicos – 1 comprimido 6 vezes ao dia.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Tosse</h4>
<p style="text-align: justify;">Ferrum phosphoricum D6: no estado inicial – 1 comprimido cada ¼ de hora.<br />
Magnesium phosphoricum D6: na crise de tosse espasmódica noturna sem expectoração – 1 comprimido dissolvido em água quente cada 10 minutos.<br />
Kalium chloratum D6: em escarros filamentosos de difícil expectoração com sensação de opressão na região cardio-pulmonar – 1 comprimido cada ½ hora.<br />
Natrum sulphuricum D6: em tosse com escarros verdosos e viscosos – 1 comprimido cada ½ hora.</p>
<h4>Tosse convulsa (recomenda-se efetuar um estudo diagnóstico em profundidade)</h4>
<p style="text-align: justify;">Ferrum phosphoricum D6: Como medida de apoio do tratamento habitual nestes casos ou perante o aparecimento dos primeiros sintomas, inclusive perante a simples suspeita. 1 comprimido cada ¼ de hora.<br />
Magnesium phosphoricum D6: “Siete caliente” ou 1 comprimido dissolvido em água morna perante cada ¼ de hora.<br />
Os seguintes preparados podem estar indicados de forma adicional em função da consistência da expectoração:<br />
Kalium chloratum D6: em escarros espessos de cor branca. 1 comprimido cada hora.<br />
Calcium phosphoricum D6: em escarros de aspecto similar a clara de ovo, sobretudo em crianças debilitadas – 1 comprimido cada hora.<br />
Kalium sulphuricum D6: em escarros viscosos amarelados – 1 comprimido cada hora.<br />
Kalium phosphoricum D6: em geral, em todos os casos de grande prostração e sintomas nervosos &#8211; 1 comprimido cada hora.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Transtornos climatéricos</h4>
<p style="text-align: justify;">Ferrum phosphoricum D6 + Magnesium phosphoricum D6: 1 comprimido 6 vezes ao dia (Magnesium phosphoricum D6, diluído em água quente).</p>
<h4 style="text-align: justify;">Transtornos menstruais</h4>
<p style="text-align: justify;">Magnesium phosphoricum D6: em dores durante o período menstrual, em lombalgias – “Siete caliente” ou 1 comprimido dissolvido em água morna cada 5 minutos.<br />
Magnesium phosphoricum D6: como medida preventiva, 6 dias antes das regras, 1 comprimido dissolvido em água quente cada hora.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Traumatismos (contusões, entorses, distensões, lesões contusas e incisas, hematomas)</h4>
<p style="text-align: justify;">Ferrum phosphoricum D6: para uso interno: em todos os traumatismos recentes, hematomas, etc &#8211; 1 comprimido cada ¼ de hora.<br />
Kalium chloratum D6: em tumefacções de partes moles 1 comprimido cada hora.<br />
Calcium phosphoricum D6: para estimular a formação de consolidação nas fracturas. 1 comprimido 3 vezes ao dia.<br />
Calcium fluoratum D6: 1 comprimido 3 vezes ao dia.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Treçolho</h4>
<p style="text-align: justify;">Silicea D6 + Calcium fluoratum D6: 1 comprimido cada 2 horas;<br />
Natrum phosphoricum D6: em crianças escrofulosas – 1 comprimido cada 2 horas.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Úlceras das pernas</h4>
<p style="text-align: justify;">Calcium fluoratum D6 + Natrum sulphuricum D6: 1 comprimido cada hora.<br />
Silicea D6: em úlceras supuradas das pernas, 1 comprimido 6 vezes ao dia.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Unhas frágeis e quebradiças</h4>
<p style="text-align: justify;">Silicea D6: 1 comprimido 3 vezes ao dia durante 2-3 meses aproximadamente.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Urticária</h4>
<p style="text-align: justify;">Kalium phosphoricum D6 + Natrum chloratum D6: uma primeira fase de tratamento 1 comprimido cada 10 minutos, posteriormente, 1 comprimido 3 vezes ao dia.<br />
Calcium fluoratum D6 + Silicea D6: 1 comprimido 3 vezes ao dia a longo prazo.<br />
Ferrum phosphoricum D6: em hemorragias varicosas e flebites. 1 comprimido cada 5 minutos.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Verrugas</h4>
<p style="text-align: justify;">Kalium chloratum D6 + Natrum chloratum D6: 1 comprimido 3 vezes ao dia.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Vertigo (recomenda-se efectuar um estudo diagnóstico em profundidade)</h4>
<p style="text-align: justify;">Ferrum phosphoricum D6: em vertigos com congestão cranial, 1 comprimido cada 2 horas.<br />
Calcium phosphoricum D6: em idosos com isquemia cerebral, 1 comprimido cada 2 horas.<br />
Kalium phosphoricum D6 em vertigos de causa nervosa e em estados de debilidade + Magnesium phosphoricum D6 – 1 comprimido dissolvido em água quente 4 vezes ao dia.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Vómitos (Recomenda-se efectuar um estudo diagnóstico em profundidade).</h4>
<p style="text-align: justify;">Ferrum phosphoricum D6: Em vômitos ácidos, também em mulheres gestantes, 1 comprimido cada ¼ de hora.<br />
Natrum sulphuricum D6: em vômitos biliosos – 1 comprimido cada ¼ de hora.<br />
Natrum chloratum D6: em vômitos mucoserosos – 1 comprimido cada ¼ de hora.<br />
Natrum phosphoricum D6: em vômitos de líquido ácido (também em crianças) em enjoos, 1 comprimido cada ¼ de hora.<br />
Magnesium phosphoricum D6: em vômitos espasmódicos, também em enjoos, 1 comprimido cada ¼ de hora.<br />
Calcium phosphoricum D6: em vômitos depois da ingestão de bebidas frias e gelados (crianças!); principalmente agente antiemético na gravidez, 1 comprimido cada ¼ de hora.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Vómitos da gravidez</h4>
<p style="text-align: justify;">Calcium phosphoricum D6: 1 comprimido 6 vezes ao dia.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Sal nº 7 &#8211; &#8220;Siete Caliente&#8221;</h4>
<h4 style="text-align: justify;">O Sal de Schussler (nº 7) &#8211; Magnesium phosphoricum</h4>
<p style="text-align: justify;">O modo conhecido como &#8220;siete caliente&#8221; ou seja, o &#8220;sete a quente&#8221; é uma forma de dissolver os comprimidos em água quente, especialmente eficaz no caso do magnésio. Ele é por si relaxante e analgésico, se tomado com água quente aumenta a irrigação sanguínea na mucosa oral e é rapidamente absorvida no sangue e nas células nervosas e musculares. É o modo mais rápido de aliviar uma dor intensa.</p>
<h4 style="text-align: justify;"><strong>Como o preparar?</strong></h4>
<p style="text-align: justify;">Junte 10 comprimidos (5 para crianças) num copo de água quente. Mexa até dissolver os comprimidos. Beba a solução em pequenos goles para facilitara absorção.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Duração do tratamento</h4>
<p style="text-align: justify;">Em geral, os sais devem ser tomados até que o desconforto pare. Podem ocorrer dores pontuais, mas diminuindo em intensidade. as dores crônicas podem durar vários meses. De qualquer modo, deve sempre consultar um especialista, se a queixa se prolongar no tempo.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Nota: O artigo requer orientação de um profissional qualificado, não tome nenhuma medicação sem a orientação de um profissional qualificado.</h4>
<p style="text-align: justify;"><strong>Por: Dr. João Novaes &#8211; Homeopata Especialista</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: http://materiamedicahomeopatica.blogspot.com.br</p><p>The post <a href="https://ahau.org/sais-de-schussler/">Os 12 Sais de Schussler e suas propriedades</a> first appeared on <a href="https://ahau.org">Instituto Ahau - Terapeutas Especializados</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>A água da vida</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luiz Terapeuta]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Mar 2012 21:26:06 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A água da vida A Água da Vida é um agente terapêutico, inteiramente natural, e oligoelemento de prática terapêutica mais biológica que até hoje se concebeu, seu uso poderá impedir o atrofiamento e a extinção do ser humano na terra. Foi desenvolvido uma técnica para retirar o sal da água do mar sem prejudicar a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;">A água da vida</p>
<p style="text-align: left;">A Água da Vida é um agente terapêutico, inteiramente natural, e oligoelemento de prática terapêutica mais biológica que até hoje se concebeu, seu uso poderá impedir o atrofiamento e a extinção do ser humano na terra. Foi desenvolvido uma técnica para retirar o sal da água do mar sem prejudicar a composição físico &#8211; química original da água que pode, para surpresa geral, destes alguns, não existem em qualquer tipo de alimentação feita por seres humanos, até então.</p>
<p style="text-align: left;">Para as pessoas de idade, o efeito é extraordinário e renovador, e para os jovens combate o cansaço pelo esforço físico, fortalecendo todo o seu processo biológico.<br />
Com raras exceções, as doenças são disfunções celulares, traduzindo, desestabilização, entre elas, por alimentos. Em um copo de Água da Vida contém 61 minerais que são a alimentação básica das células, deixando de haver razão para a maioria das doenças.</p>
<p style="text-align: left;">&#8220;Células sadias, corpo sadio &#8211; células doentes, corpo doente.&#8221; Em síntese, somos o retrato de nossas células.<br />
Assim como o Sr. Britivaldo de Souza Santana, pesquisador indormido sobre a água do mar, o fisiologista e biólogo francês René Quinton, é lembrado sempre que falamos sobre os benefícios da água do mar. René (1866 &#8211; 1925) descobriu que a água do mar possui compatibilidade surpreendente com organismos vivos. Diversos pacientes terminais recuperaram o seu vigor com aplicação de sua terapia da água. Em 1904, liberou os resultados de seu trabalho no hospital em um livro intitulado: L’Eau de Mer, Milieu Organique (Água do Mar, Meio Orgânico). O livro de René Quinton foi reeditado em 1995, enquanto os relatórios dos benefícios notáveis que usam suas técnicas começaram a se tornar sabidos mais extensamente. Em 1921, o Dr. Jamcot tinha publicado o Dispensary Marinho, os resultados de suas experiências terapêuticas no tratamento de doenças da infância usando fórmulas de René Quinton.</p>
<h4 style="text-align: left;">A ÁGUA DO MAR</h4>
<p style="text-align: left;">A DESCOBERTA MAIS INCRÍVEL FOI A SIMILARIDADE SURPREENDENTE ENTRE AS CARACTERÍSTICAS FÍSICAS E QUÍMICAS DA ÁGUA DO MAR E O PLASMA DO SANGUE HUMANO.<br />
DESCOBRIU-SE QUE O PLASMA DO SANGUE É QUASE IDÊNTICO À ÁGUA DO MAR EM SUA COMPOSIÇÃO E CONCENTRAÇÃO DE SAIS MINERAIS, DE PROTEÍNAS E DE VÁRIOS OUTROS ELEMENTOS.</p>
<p style="text-align: left;">A água do mar tem sido usada, por muito tempo, auxiliando no tratamento de problemas dos sistemas circulatórios, digestivos, e é também um agente altamente eficaz para a melhora de artrites e reumatismo. As propriedades antibióticas importantes da água do mar foram usadas, também , particularmente, no tratamento de desordem dermatológicas, variando do acne subcutâneo ao psoríase.<br />
O PRÓPRIO MAR CONTÉM TODAS AS SUBSTÂNCIAS NECESSÁRIAS PARA A SOBREVIVÊNCIA DA RAÇA HUMANA: MINERAIS, PROTEÍNAS ESSENCIAIS, ÁCIDOS, E UMA CONCENTRAÇÃO ELEVADA DO GLUCOSE COM AS PROPRIEDADES DAS PLANTAS E DOS ANIMAIS.</p>
<h4 style="text-align: left;">A POLIVALÊNCIA</h4>
<p style="text-align: left;">A água do mar &#8220;A água da vida&#8221;, isotônica não trata apenas de crianças, embora se tenha dado prioridade a essas aplicações. Ela produziu resultados notáveis em casos de anemia, doença de pele, tifo, desidratação, distúrbios do sistema nervoso, doenças hereditárias, abortos, problemas intestinais, raquitismo, anorexia, toxemia e, também, como diluente para antibióticos.<br />
Essa polivalência da água do mar dessalinizada se deve ao efeito regenerador, não importando qual doença ou vírus em questão. Não se trata de um medicamento, uma especificação ou uma enfermidade, para cada moléstia a indústria farmacêutica produz centenas de medicamentos. O efeito de lum produto que, embora não seja uma panaceia, é útil como &#8220;policurativo&#8221; e custa quase nada.<br />
DIVERSOS MÉDICOS CONSIDERAM HOJE QUE AS DOENÇAS CHAMADAS DA &#8220;CIVILIZAÇÃO&#8221; SÃO DOENÇAS DE CARÊNCIA, RESULTANTES DE UM MEIO VITAL ENFRAQUECIDO, DESEQUILIBRADO, INCAPAZ DE SUPRIR AS NECESSIDADES VITAIS DAS CÉLULAS QUE DEVE ALIMENTAR.</p>
<h4 style="text-align: left;">SUPERIORIDADE DA ÁGUA DO MAR</h4>
<p style="text-align: left;">A ÁGUA DO MAR, POR SUA PRÓPRIA NATUREZA, CONCENTRA MINERAIS EM PROPORÇÕES EQUILIBRADAS PRODUZIDAS PELA NATUREZA, POSSIBILITANDO AO ORGANISMO A REPOSIÇÃO DE MUITOS MINERAIS QUE NÃO SÃO MAIS PROPORCIONADOS NA ALIMENTAÇÃO CONVENCIONAL, OS OLIGOELEMENTOS NA MAIORIA ACENA EM PROPORÇÕES CHAMADAS DE TRAÇOS, SÃO COADJUVANTES NA SINTETIZAÇÃO DE VITAMINAS E ENZIMAS NECESSÁRIAS AO BOM FUNCIONAMENTO DO ORGANISMO.<br />
A ÁGUA DO MAR TORNA-SE SUPERIOR PELO EQUILÍBRIO MINERAL NELA CONTIDA, MESMO COM O CLORETO DE SÓDIO ELA É BENÉFICA PARA USO EXTERNO EM TRATAMENTOS DE VÁRIAS ENFERMIDADES, DEPOIS DE EXTRAÍDO O SAL, SEU GOSTO É DE ÁGUA NATURAL PURA, PROPORCIONANDO O PROCESSO DE OSMOSE MAIS EFICIENTE, CONSEQUENTEMENTE A NUTRIÇÃO CELULAR E 0 REEQUILÍBRIO MINERAL DAS CÉLULAS POSSIBILITARÃO AO ORGANISMO UMA REAÇÃO MAIS EFICAZ FRENTE AS ENFERMIDADES.<br />
Se ao organismo faltam vitaminas, ele pode utilizar mais ou menos bem os minerais que colocamos a sua disposição, porém qualquer carência mineral faz com que as vitaminas não sejam assimiladas. A ÁGUA DO MAR, ALÉM DE ATUAR COMO O APORTE PONDERAL CONCENTRAÇÕES MENSURÁVEIS), TEM UMA AÇÃO FARMACOLÓGICA INFINITESIMAL COMO A DAS ENZIMAS. A AÇÃO SOBRE OS DISTINTOS COMPARTIMENTOS DO ORGANISMO É UM FENÔMENO COMPLEXO. Trata-se de uma regulagem da homeostasis, obtida pela passagem dos componentes da água do mar, análogos a composição da MEC (Matrix Extracelular) do meio interior, com enorme vantagem que pode substituí-la nos diferentes compartimentos orgânicos.</p>
<h4 style="text-align: left;">ÁGUA DO MAR DESSALINIZADA &#8211; ÁGUA DA VIDA</h4>
<p style="text-align: left;"><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Oceano">Fonte natural de minerais</a>, oligoelementos conservados pela natureza.<br />
A Água da Vida (água do mar especial sem sal, mas com os demais minerais) é um elemento biológico, fornecido pela natureza, agente terapêutico, oligoelemento indispensável ao ser humano e aos seres vivos em geral.<br />
A composição da água do mar é semelhante à do líquido amniótico do nosso sangue. Ou seja, é rica em oligoelementos (potássio, ferro, cálcio, magnésio, zinco, brometo, iodo e cloreto de sódio) que quando penetram nas camadas profundas dos tecidos capilares, se difundem por todo o nosso corpo, repondo minerais ativos, eliminando toxinas e melhorando nosso sistema de defesa. Esses elementos facilitam a oxigenação, aceleram a respiração e estimulam o sistema nervoso.</p>
<h4 style="text-align: left;">OS ELEMENTOS QUÍMICOS</h4>
<p style="text-align: left;"><a href="https://ahau.org/team/luiz-sequeira-0-html/">D</a>os 103 elementos químicos conhecidos na natureza, a maioria deles foi descoberta na água do mar, e é provável que o resto seja detectado ali um dia. Durante milhares de anos as chuvas caíram sobre a terra firme e os rios desaguaram no mar carregando milhares de compostos em solução. Também durante todo este tempo os próprios mares trabalharam exaustivamente escavando rochas e dissolvendo os minerais de seus leitos. Pode-se dizer que cerca de 3,5% da água do mar (26,6 milhões de toneladas de sais por km cúbico de oceano) é composta de minerais dissolvidos. Há uma frase escrita pelo oceanógrafo Robert Miller que expressa a importância desta riqueza &#8220;se encontrássemos a água do mar somente em um lago pequeno e distante, químicos e biólogos sem dúvida a estudariam intensamente como o mais precioso dos líquidos&#8221;. Pois, é nesse rico e importante ambiente que se desenvolve a biologia. Os minerais da água do mar são benéficos para a saúde de todos os seres vivos, (Humanos, Animais e Vegetais), trazendo vigor às células, possibilitando a reação das mesmas frente a degeneração que sofremos através dos tempos.</p>
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		<title>Dieta do Tipo Sanguineo AB</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luiz Terapeuta]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Feb 2012 00:59:19 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Dieta do Tipo Sanguíneo AB &#8211; O Enigma Raro – Carismático &#8211; Misterioso •    Pontos fortes: Preparado para condições da vida moderna. Sistema imunológico altamente tolerante. Versátil. •    Pontos fracos: Trato digestivo sensível. Sujeito a invasões de micróbios. •    Riscos médicos: Doenças cardíacas e câncer. •    Perfil alimentar: Dieta mista, carne, peixe, laticínios, tofú, feijões, leguminosas, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><b>Dieta do Tipo Sanguíneo AB &#8211; </b><a style="font-weight: bold;" href="https://ahau.org/team/luiz-sequeira-0-html/">O Enigma</a></p>
<p style="text-align: justify;">Raro – Carismático &#8211; Misterioso</p>
<p style="text-align: justify;">•    <strong>Pontos fortes:</strong> Preparado para condições da vida moderna. Sistema imunológico altamente tolerante. Versátil.<br />
•    <strong>Pontos fracos:</strong> Trato digestivo sensível. Sujeito a invasões de micróbios.<br />
•    <strong>Riscos médicos:</strong> Doenças cardíacas e câncer.</p>
<p style="text-align: justify;">•    <strong>Perfil alimentar:</strong> Dieta mista, carne, peixe, laticínios, tofú, feijões, leguminosas, cereais, hortaliças e frutas.<br />
•    <strong>Segredos para o emagrecimento:</strong> Evitar: Frango, milho, feijão mulatinho e trigo sarraceno. Usar: Tofú, frutos do mar, folhas e fúcus (alga).<br />
•    <strong>Suplementos:</strong> Vitamina C, Pilriteiro, equinácea, valeriana, quercetina e cardo mariano.<br />
•    <strong>Exercícios físicos:</strong> Exercícios relaxantes como yoga, associados a exercícios moderados, como ciclismo e tênis.</p>
<p style="text-align: justify;"><b>A Dieta do Tipo Sanguíneo AB</b></p>
<h4 style="text-align: justify;"><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Antígeno"><strong>Carnes e</strong> Aves:</a></h4>
<p style="text-align: justify;"><strong>Altamente benéficos:</strong><br />
Carneiro, coelho, cordeiro e peru.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Neutros:</strong><br />
Avestruz, fígado e faisão.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Nocivos:</strong><br />
Bacon, boi, búfalo, cavalo, codorna, coração / vísceras, esquilo, galinha, galinha d’angola, ganso, pato, perdiz, pombo, porco, presunto, tartaruga, veado e vitela.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Frutos do Mar:</h4>
<p style="text-align: justify;"><strong>Altamente benéficos:</strong><br />
Atum, bacalhau, badejo, cavala, escargot, esturjão, garoupa, Lúcio, Lúcio novo, pargo, salmão, sardinha e vermelho.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Neutros:</strong><br />
Anchova, arenque fresco, bacalhau novo, bagre, cação, caranha, carpa, caviar, eperlano, espadarte, haliote, lula, mexilhão, pargo, peixe lua, perca de todos os tipos, pescada polaca, pescadinha, piraúna, savelha, tainha, tilápia, tubarão e Vieira.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Nocivos:</strong><br />
Arenque em conserva, barracuda, beluga, camarão, caranguejo, enguia, hadoque, halibute, lagosta, lagostim, linguado de todos os tipos, marisco, merluza, olhete, ostras, ova de salmão, polvo, rã, salmão defumado, siri e truta de todos os tipos.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Laticínios e Ovos:</h4>
<p style="text-align: justify;"><strong>Altamente benéficos na dieta do tipo sanguíneo AB:</strong><br />
Iogurte, leite de cabra, ovo de galinha, quefir, queijo cottage, queijo de leite de cabra, queijo feta, queijo mussarela e ricota.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Neutros:</strong><br />
Caseína, gema de ovo, leite de vaca integral e desnatado, manteiga de búfala, ovo de codorna, ovo de gansa, queijo cheddar, queijo colby, queijo edam, queijo emmenthal, queijo gouda, queijo gruyère, queijo muenster, queijo suíço, requeijão e soro de leite.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Nocivos:</strong><br />
American cheese, blue cheese, creme de leite, leite de vaca integral, leitelho, manteiga, ovo de pata, queijo brie, queijo camembert, queijo parmesão, queijo provolone, sorbet de frutas e sorvete.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Óleos e Gorduras:</h4>
<p style="text-align: justify;"><strong>Altamente benéficos:</strong><br />
Azeite de oliva extra virgem e óleo de nozes.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Neutros:</strong><br />
Óleo de amêndoa, óleo de amendoim, óleo de canola, óleo de fígado de bacalhau, óleo de germe de trigo, óleo de groselha, óleo de linhaça, óleo de prímula e óleo de soja.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Nocivos:</strong><br />
Óleo de açafrão, óleo de coco, óleo de gergelim, óleo de girassol, óleo de milho e óleo de semente de algodão.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Nozes e Sementes:</h4>
<p style="text-align: justify;"><strong>Altamente benéficos:</strong><br />
Amendoim, castanha e nozes.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Neutros:</strong><br />
Amêndoa, castanha de caju, castanha do pará, faia, leite de amêndoa, lichia, linhaça, macadâmia, pasta de amêndoa, pecã, pasta de pecã, pinhão, pistache, queijo de amêndoa e sementes de açafrão.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Nocivos:</strong><br />
Avelã, semente de abóbora, semente de girassol, sementes de papoula sementes de gergelim e pasta de gergelim (tahini).</p>
<h4 style="text-align: justify;">Feijões e Leguminosas:</h4>
<p style="text-align: justify;"><strong>Altamente benéficos na dieta do tipo sanguíneo AB:</strong><br />
Feijão de marinheiro branco, feijão de soja, feijão rajadinho, feijão vermelho, lentilha, missô, tempé e tofú.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Neutros:</strong><br />
Ervilha verde, feijão branco, feijão de corda, feijão jicama, flocos de soja, grânulos de soja, leite de soja, lentilha, queijo de soja e vagem.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Nocivos:</strong><br />
Brotos de feijão, fava, feijão azuki, feijão fradinho, feijão manteiga, feijão mulatinho, feijão preto e grão de bico.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Cereais, Pães e Massas:</h4>
<p style="text-align: justify;"><strong>Altamente benéficos:</strong><br />
Amaranto, arroz branco / integral / basmati / selvagem, bolo de arroz, espelta, farelo de arroz, farelo de aveia, farinha de aveia, farinha de centeio, farinha de espelta integral, mingau de aveia, painço, pão de arroz, pão de centeio 100%, pão de Ezequiel (trigo germinado 100%), pão de farinha de soja, pão de trigo germinado e pão dos essênios (trigo germinado).</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Neutros:</strong><br />
Bolinho de farelo de trigo, cevada, creme de arroz, cuscuz, farelo de trigo, farinha de cereais, farinha de glúten, germe de trigo, massa de espinafre, massa de semolina, pão de espelta, pão de sete cereais e trigo (produtos de farinha de glúten / de farinha de trigo / de farinha integral).</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Nocivos:</strong><br />
Flocos de milho, massa de alcachofra pura, milho, mingau de milho, pão de milho, pipoca, sêmola, sorgo, tapioca, teff (cereal africano), trigo refinado não clareado e trigo sarraceno / kasha.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Hortaliças:</h4>
<p style="text-align: justify;"><strong>Altamente benéficos:</strong><br />
Aipo / suco, alho, batata doce, berinjela, beterraba, brócolis, broto de alfafa, cenoura / suco, cogumelo maitake, couve, couve flor, dente de leão, folha de beterraba, inhame, mandioquinha, folha da mostarda, pepino, repolho / suco e salsa.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Neutros:</strong><br />
Abóbora moranga, abóbora de todos os tipos, abobrinha, acelga, agrião, alface de todos os tipos, alga marinha, alho poró, aspargo, azeitona grega / verde / espanhola, batata inglesa, broto de bambu, cebola de todos os tipos, cebolinha verde, cenoura, chicória, chucrute, coentro, cogumelo enoki, couve de Bruxelas, couve nabo (rutabaga), couve rábano, echalote, endívia, erva doce, ervilha verde e de vagem, escarola, gengibre, nabo, pimenta da Jamaica, quiabo, raiz forte, repolho chinês (bok choy), rúcula, suco de pepino tomate / suco.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Nocivos:</strong><br />
Alcachofra, babosa / chá / suco / folha, brotos de feijão, brotos de rabanete, azeitona preta, cogumelo shiitake, rabanete, milho, picles de todos os tipos, pimenta e pimentão de todos os tipos.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Frutas:</h4>
<p style="text-align: justify;"><strong>Altamente benéficos na dieta do tipo sanguíneo AB:</strong><br />
Abacaxi, ameixa, cereja, figo fresco ou desidratado, framboesa, grapefruit, groselha, kiwi, suco de limão, melancia, suco de arando e uva de todos os tipos.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Neutros:</strong><br />
Ameixa seca / suco, amora, banana da terra, cidra de maça / suco, damasco / suco, fruta pão, groselha preta / vermelha, lima / suco, melão amarelo e verde (pele de sapo), melão cantalupo, mirtilo, morango, nectarina / suco, papaia, pêra asiática, pêra / suco, pêssego, sabugueiro, suco de abacaxi, suco de amora preta, suco de grapefruit, tâmara de todos os tipos, tangerina, suco e uva passa.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Nocivos:</strong><br />
Abacate, banana, caqui, carambola, coco, goiaba / suco, laranja, manga / sugo, marmelo e romã.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Temperos:</h4>
<p style="text-align: justify;"><strong>Altamente benéficos na dieta do tipo sanguíneo AB:</strong><br />
Alho, curry, missô, raiz forte e salsa.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Neutros:</strong><br />
Açafrão, açúcar branco ou mascavo, ágar, alcaparra, alecrim, alfarroba, alga, araruta, baunilha, bergamota, canela, cardamomo, cebolinha, cerefólio, chili em pó, chocolate, coentro, cominho, cravo, cremor de tártaro, cúrcuma, endro, estragão, fermento, gualtéria, hortelã, hortelã pimenta, junípero, louro, macis, manjericão, manjerona, mel, melado, molho de soja, molho de tamari, mostarda em pó, noz moscada, páprica, pectina de maça, raiz de alcaçuz, sal marinho, sálvia, segurelha, sena, tamarindo, tomilho, xarope de arroz e xarope de bordo.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Nocivos:</strong><br />
Aniz, aspartame, carragena, dextrose, extrato de amêndoas, frutose, gelatina comum, gomas guar, guaraná, maisena, malte de cevada, pimenta de todos os tipos, pimenta da Jamaica, tapioca, vinagre de todos os tipos e xarope de milho.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Condimentos:</h4>
<p style="text-align: justify;"><strong>Altamente benéficos:</strong><br />
Nenhum.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Neutros:</strong><br />
Geléia ou gelatina de frutas recomendadas, molho de salada com ingredientes recomendados.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Nocivos:</strong><br />
Ketchup, molho inglês, picles e picles em conserva.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Ervas e Chás:</h4>
<p style="text-align: justify;"><strong>Altamente benéficos:</strong><br />
Alfafa, bardana, camomila, equinácea, folha de morango, gengibre, ginseng, pilriteiro, raiz de alcaçuz e fruto da roseira.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Neutros:</strong><br />
Amora, bétula branca, caiena, casca de carvalho branco, dente de leão, dong quai, erva de são João, folha de framboesa, gatária, hidraste, hortelã, hortelã pimenta, marroio branco, milefólio, morrião branco, sabugueiro, salsa, salsaparrilha, sálvia, tomilho, valeriana e verbena.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Nocivos:</strong><br />
Babosa, barba de milho, bolsa de pastor, feno grego, genciana, lúpulo, ruibarbo, sena, tília, trevo dos prados, tussilagem e verbasco.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Bebidas:</h4>
<p style="text-align: justify;"><strong>Altamente benéficos:</strong><br />
Chá verde e vinho tinto.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Neutros:</strong><br />
Água mineral gasosa, cerveja e vinho branco.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Nocivos:</strong><br />
Bebidas destiladas, café, descafeinado, chá preto, descafeinado e  refrigerante de todos os tipos.</p>
<h4 style="text-align: justify;"><strong><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-4414 alignleft" src="https://ahau.org/wp-content/uploads/2012/02/tipo_ab.jpg" alt="dieta-do-tipo-sanguineo-ab" width="427" height="237" srcset="https://ahau.org/wp-content/uploads/2012/02/tipo_ab.jpg 900w, https://ahau.org/wp-content/uploads/2012/02/tipo_ab-300x167.jpg 300w, https://ahau.org/wp-content/uploads/2012/02/tipo_ab-768x427.jpg 768w" sizes="(max-width: 427px) 100vw, 427px" /></strong>Estratégias da dieta do tipo sanguíneo AB:</h4>
<p style="text-align: justify;"><strong>Artrite:</strong> Alfafa, banho de sal de Epsom (sulfato de magnésio), cálcio e macerado de chá de alecrim.<br />
<strong>Cólicas e gases:</strong> Chá de camomila, chá de funcho, chá de hortelã pimenta, gengibre e suplemento probiótico com fator bifidus.<br />
<strong>Cólicas menstruais:</strong> Corniso jamaicano.<br />
<strong>Congestão:</strong> Chá de alcaçuz, urtiga, verbasco e verbena.<br />
<strong>Constipação:</strong> Casca de lariço (arvore), fibras e psyllium.<br />
<strong>Diarréia:</strong> Folha de framboesa, L. acidophilus (cultura de iogurte), mirtilo e sabugueiro.<br />
<strong>Cabeça, dor:</strong> Camomila, casca de salgueiro, matricária e valeriana.<br />
<strong>Dor de dente:</strong> Massagem na gengiva com alho amassado e massagem na gengiva com óleo de cravo.<br />
<strong>Garganta, dor:</strong> Gargarejo de chá de raiz de hidraste com sálvia.<br />
<strong>Dor de ouvido:</strong> Gotas de alho-verbasco-azeite.<br />
<strong>Febre:</strong> Casca de salgueiro branco, gatária, matricária, e verbena.<br />
<strong>Gripe:</strong> Alho, arabinogalactan, chá de rosa, equinácea, hidraste e sabugueiro (prevenção).<br />
<strong>Indigestão e azia:</strong> Bromelina, gengibre, hidraste e hortelã pimenta.<br />
<strong>Náuseas:</strong> Chá de raiz de alcaçuz, gengibre e pimenta caiena.<br />
<strong>Sinusite:</strong> Tomilho.<br />
<strong>Tosse:</strong> Marroio branco, tília e unha de cavalo.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Bibliografias:</h4>
<p style="text-align: justify;"><strong>Torna-se indispensável à leitura dos seguintes livros:</strong></p>
<p style="text-align: justify;">1.    A Dieta do Tipo Sanguíneo.<br />
Autor: Peter J. D’Adamo.<br />
Editora: Campus.</p>
<p style="text-align: justify;">2.    A Dieta do seu Tipo Sanguíneo.<br />
Autores: Peter J. D’Adamo com Catherine Whitney.<br />
Editora: Campus.</p><p>The post <a href="https://ahau.org/dieta-do-tipo-sanguineo-ab/">Dieta do Tipo Sanguineo AB</a> first appeared on <a href="https://ahau.org">Instituto Ahau - Terapeutas Especializados</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Dieta do Tipo Sanguineo A</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luiz Terapeuta]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Feb 2012 00:35:51 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Dieta do Tipo Sanguíneo A &#8211; O Cultivador &#8211; Vegetariano Sedentário &#8211; Cooperador – Metódico •    Pontos Fortes: Adapta-se bem à variedade alimentar e ambiental. O sistema preserva e metaboliza os nutrientes com eficiência. •    Pontos fracos: Não consegue digerir e metabolizar facilmente a proteína da carne. Sistema imunológico vulnerável, aberto a invasão de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><b>Dieta do Tipo Sanguíneo A &#8211; O Cultivador &#8211; Vegetariano</b></p>
<p style="text-align: justify;">Sedentário &#8211; Cooperador – Metódico</p>
<p style="text-align: justify;">•  <strong>  Pontos Fortes:</strong> Adapta-se bem à variedade alimentar e ambiental. O sistema preserva e metaboliza os nutrientes com eficiência.<br />
•    <strong>Pontos fracos:</strong> Não consegue digerir e metabolizar facilmente a proteína da carne. Sistema imunológico vulnerável, aberto a invasão de micróbios.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>     Riscos médicos:</strong> Doenças cardíacas, diabetes do tipo I e II, câncer, problemas de fígado e vesícula biliar.<br />
•    <strong>Perfil alimentar:</strong> Vegetariano, hortaliças, tofú (queijo de soja), frutos do mar, cereais, feijões, leguminosas e frutas.<br />
•    <strong>Segredos para o emagrecimento:</strong> Evitar: Carne, laticínios, feijão, feijão manteiga, trigo. Usar: Azeite extra virgem, alimentos a base de soja, frutos do mar, hortaliças e abacaxi.<br />
•    <strong>Suplementos:</strong> Vitamina B 12, ácido fólico, vitamina C, vitamina E, pilriterio, equinácea, quercetina e cardo mariano.<br />
•    <strong>Programa de exercícios:</strong> Exercícios relaxantes como yoga e tai chi chuan.</p>
<h4 style="text-align: justify;">A Dieta do Tipo Sanguíneo A</h4>
<h4 style="text-align: justify;">Carnes e Aves:</h4>
<p style="text-align: justify;"><strong>Altamente benéficos:</strong><br />
Nenhuma</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Neutros:</strong><br />
Avestruz, frango, galinha-d’angola, peru e pombo.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Nocivos:</strong><br />
Bacon, presunto, porco, bode, boi, búfalo, carneiro, cavalo, codorna, coelho, coração / vísceras, cordeiro, esquilo, faisão, fígado de boi, ganso, pato, perdiz, tartaruga, veado e vitela.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Frutos do Mar:</h4>
<p style="text-align: justify;"><strong>Altamente benéficos:</strong><br />
Bacalhau, carpa, cavala, escargot, Lúcio novo, perca (prateada, amarela), pescada merlonga, pescada polaca, salmão, sardinha, savelha, truta (rio e mar) e vermelho.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Neutros:</strong><br />
Atum, bacalhau fresco, cação, caranha, espardarte, esturjão, haliote, Lúcio, Lúcio gigante, olhete, ova de salmão, pampo, pargo, perca (oceano, branca), perca-do-mar, pescadinha, piraúna, tainha, tilápia, truta (riacho) e tubarão.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Nocivos na Dieta do Tipo Sanguíneo A:</strong><br />
Anchova, arenque, arenque em conserva, bagre, barracuda, beluga, búzio, camarão, caranguejo, caviar, enguia, esturjão-branco, garoupa, hadoque, halibute, lagosta, lagostim, linguado, linguado gigante, lula, marisco, merlúcio, mexilhões, moluscos, ostra, polvo, rã, siri e Vieira.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Laticínios e Ovos:</h4>
<p style="text-align: justify;"><strong>Altamente benéficos:</strong><br />
Nenhum</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Neutros:</strong><br />
Iogurte, leite de cabra, manteiga de leite de búfala, ovo de codorna, ovo de galinha, ovo de gansa, ovo de pata, quefir, queijo de leite de cabra, queijo feta, queijo mussarela e ricota.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Nocivos:</strong><br />
American cheese, blue cheese, caseína, leite de vaca, leite integral, leitelho, manteiga, queijo brie, queijo camembert, queijo cheddar, queijo colby, queijo cottage, queijo edam, queijo emmenthal, queijo gouda, queijo gruyère, queijo muenster, queijo parmesão, queijo provolone, queijo suíço, requeijão, sourbet de frutas, soro de leite e sorvete.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Óleos e Gorduras:</h4>
<p style="text-align: justify;"><strong>Altamente benéficos:</strong><br />
Azeite de oliva, óleo de groselha negra, óleo de linhaça, óleo de nozes.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Neutros:</strong><br />
Germe de trigo, óleo de açafrão, óleo de amêndoa, óleo de borragem, óleo de canola, óleo de fígado de bacalhau, óleo de gergelim, óleo de girassol, óleo de prímula e óleo de soja.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Nocivos:</strong><br />
Óleo de amendoim, óleo de caroço de algodão, óleo de coco, óleo de milho e óleo de rícino.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Nozes e Sementes:</h4>
<p style="text-align: justify;"><strong>Altamente benéficos:</strong><br />
Amendoim, noz preta, pasta de amendoim, semente de abóbora e semente de linhaça.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Neutros:</strong><br />
Açafrão, amêndoa, avelã, castanha, faia, leite de amêndoa, lichia, macadâmia, manteiga de nozes, noz comum, pasta de amêndoa, pasta de gergelim (tahini), pasta de girassol, pecã, pinhão, queijo de amêndoa, semente de gergelim, semente de girassol e sementes de papoula.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Nocivos:</strong><br />
Castanha de caju, castanha do pará e pistache.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Feijões e Leguminosas na Dieta do Tipo Sanguíneo A:</h4>
<p style="text-align: justify;"><strong>Altamente benéficos:</strong><br />
Feijão azuki, feijão fradinho, feijão preto, feijão de soja, guando, leite de soja, lentilha, missô, soja e derivados, tempé, tofú e vagem.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Neutros:</strong><br />
Broto de feijão, ervilha, fava, feijão branco, e feijão de corda.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Nocivos:</strong><br />
Feijão de marinheiro (branco), feijão manteiga, feijão mulatinho, grão de bico e tamarindo.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Cereais, pães e massas:</h4>
<p style="text-align: justify;"><strong>Altamente benéficos:</strong><br />
Amaranto, bolo de arroz, farelo de arroz, farinha de arroz, farinha de aveia, farinha de centeio, massa de alcachofra pura, pão de aveia 100%, pão de Ezequiel (trigo germinado 100%) e trigo sarraceno.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Neutros:</strong><br />
Arroz branco / integral / basmati / selvagem, aveia, bolo de milho, cevada, creme de arroz, espelta / produtos de espelta, farelo de arroz, farinha de glúten, farinha de trigo integral, farinha de trigo refinada não clareada, flocos de milho, fubá, kamut, leite de arroz, milho, painço, pão de arroz, pão de centeio 100%, pão de trigo industrializado, pipoca, quinoa, sorgo, tapioca, trigo (produtos de farinha de glúten) e trigo (produtos de farinha de semolina).</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Nocivos:</strong><br />
Bolo inglês, creme de trigo, farelo de trigo, germe de trigo e Matzo (pão judaico).</p>
<h4 style="text-align: justify;">Hortaliças na Dieta do Tipo Sanguíneo A:</h4>
<p style="text-align: justify;"><strong>Altamente benéficos:</strong><br />
Abóbora moranga, acelga, aipo / suco de aipo, alcachofra, alface romana, alho, alho poró, babosa (planta, suco), brócolis, broto de alfafa, cebola (verde, roxa, branca), cenoura (suco de cenoura),  chicória, cogumelo maitake, couve, couve rábano, dente de leão, escarola, espinafre (suco), folhas de beterraba, funcho, gengibre, mandioquinha, nabo, quiabo, raiz forte e salsa.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Neutros:</strong><br />
Abacate, abóbora (exceto abóbora jerimu), abobrinha, agrião, alface, alga marinha, aspargo, azeitona verde, beterraba (suco), broto de bambu, castanha d’água, cebolinha, cogumelo em geral (exceto maitalce), couve de Bruxelas, couve flor, couve nabo (rutabaga), endívia, ervilha, fúcus (algas), milho, mostarda (folha), pepino (suco), picles (em salmoura), pimentão, rabanete, repolho chinês (bok choy), rúcula, sena e suco de repolho.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Nocivos:</strong><br />
Azeitona (preta / grega / espanhola), batata doce, batata todos os tipos, berinjela, chucrute, cogumelo shiitake, inhame, iuca, junípero (zimbro), picles no vinagre, pimenta todos os tipos, repolho não o suco, ruibarbo e tomate /suco.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Frutas:</h4>
<p style="text-align: justify;"><strong>Altamente benéficos:</strong><br />
Abacaxi, ameixa seca, ameixa (todos os tipos), amora preta, cereja de todos os tipos, damasco, figo fresco ou desidratado, grapefruit, lima, limão, mirtilo e suco de cereja preta.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Neutros:</strong><br />
Abacate, arando, baga, caqui, carambola, framboesa, fruta pão, goiaba, groselha preta ou vermelha, kiwi, maça / cidra de maça e marmelo, melancia, pêra asiática, pêssego, romã, tâmara, uva de todos os tipos e uva passa.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Nocivos:</strong><br />
Banana, banana terra, coco, leite de coco, laranja, manga, tangerina e papaia.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Temperos:</h4>
<p style="text-align: justify;"><strong>Altamente benéficos:</strong><br />
Alho, cúrcuma, gengibre, malte de cevada, melado, missô, molho de soja, raiz forte, salsa e tamari.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Neutros:</strong><br />
Açafrão, açúcar branco ou mascavo, agar, alecrim, alfarroba, araruta, baunilha, bergamota, bordo, canela, cardamomo, cebolinha, cerefólio, chocolate, coentro, cominho, cravo da índia cremor de tártaro, curry, dextrose, endro, estévia, estragão, extrato de amêndoas, fermento, funcho, glicose, guaraná, hortelã, junípero (zimbo), louro, macis, maisena, manjericão, manjerona, mel, mostarda em pó, noz moscada, orégano, páprica, pectina de maça, pimenta, pimenta da Jamaica, raiz de alcaçuz, sal marinho, sálvia, segurelha, tamarindo, tapioca, tomilho, xarope de arroz, xarope de arroz integral e xarope de milho.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Nocivos:</strong><br />
Alcaparra, aspartame, carragena, chili em pó, gelatina comum, glutamato monossódico, gomas guar (goma arábica), gualtéria, pimenta branca, pimenta do reino e todos os tipos de vinagre.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Condimentos na Dieta do Tipo Sanguíneo A:</h4>
<p style="text-align: justify;"><strong>Altamente benéficos:</strong><br />
Mostarda (sem trigo nem vinagre).</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Neutros:</strong><br />
Geléia, ou gelatina (das frutas recomendadas), mostarda (preparada com vinagre) e molho para salada (light, com ingredientes recomendados).</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Nocivos:</strong><br />
Hortaliças e frutas conservadas no vinagre, molho inglês, picles, ketchup, maionese e picles em salmoura.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Ervas e chás:</h4>
<p style="text-align: justify;">Altamente benéficos:<br />
Alfafa, babosa, bardana, camomila, cardo mariano, dente de leão, equinácea, erva de são João, feno grego, fruto da roseira, genciana, ginko biloba, ginseng, lariço, manjericão, pilriterio e valeriana.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Neutros:</strong><br />
Amora, bétula, bolsa do pastor, casca de carvalho branco, dong quai, folha da framboesa, folha do morango, hidraste (gargarejo ou uso tópico), hortelã pimenta, lúpulo, marroio branco, milefólio, morrião branco, pimenta, raiz de alcaçuz, sabugueiro, salsaparrilha, sálvia, sena, tília, tomilho, verbasco e verbena.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Evitar:</strong><br />
Cabelo de milho, caiena, confrei, gataria, ruibarbo, sassafrás e trevo vermelho.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Bebidas:</h4>
<p style="text-align: justify;"><strong>Altamente benéficas:</strong><br />
Café comum ou descafeinado, vinho tinto e chá verde.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Neutros:</strong><br />
Vinho branco.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Antígeno">Nocivos</a>:</strong><br />
Água mineral com gás, bebidas destiladas, cerveja, chá preto comum ou descafeinado e refrigerante de todos os tipos.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-4417 alignleft" src="https://ahau.org/wp-content/uploads/2012/02/tipo_a.jpg" alt="dieta-do-tipo-sanguineo-a" width="445" height="247" srcset="https://ahau.org/wp-content/uploads/2012/02/tipo_a.jpg 900w, https://ahau.org/wp-content/uploads/2012/02/tipo_a-300x167.jpg 300w, https://ahau.org/wp-content/uploads/2012/02/tipo_a-768x427.jpg 768w" sizes="(max-width: 445px) 100vw, 445px" /><a href="https://ahau.org/team/luiz-sequeira-0-html/">Estratégias na Dieta do Tipo sanguíneo A </a>:</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Artrite:</strong> Alfafa banho e sal de Epsom (sulfato de magnésio), cálcio e macerado de chá de alecrim.<br />
<strong>Cólicas e gases:</strong> chá de camomila, chá de funcho, chá de hortelã pimenta, gengibre e suplemento probiótico com fator bifidus.<br />
<strong>Cólicas menstruais:</strong> Alteia preta e corniso jamaicano.<br />
<strong>Congestão:</strong> Chá de alcaçuz, urtiga, verbasco e verbena.<br />
<strong>Constipação:</strong> Casca de lariço (árvore), fibras, psyllium e suco de babosa.<br />
<b>Diarreia:</b> Folha de framboesa, L. acidophilus (cultura de iogurte), mirtilo s sabugueiro.<br />
<strong>Cabeça, dor:</strong> Camomila, casca de salgueiro branco, damiana, matricária e valeriana.<br />
<strong>Dor de dente:</strong> Massagem na gengiva com alho amassado e massagem na gengiva com óleo de cravo.<br />
<strong>Garganta, dor:</strong> Gargarejo com chá de feno grego e gargarejo com chá de hidrate com sálvia.<br />
<strong>Dor de ouvido:</strong> Gotas de alho-verbasco-azeite.<br />
<strong>Febre:</strong> Casca do salgueiro branco, matricária e verbena.<br />
<strong>Gripe:</strong> Alho, arabinogalactan, chá do fruto da roseira, equinácea, hidraste e sabugueiro (prevenção).<br />
<strong>Indigestão, azia:</strong> Bromelina, genciana, gengibre, hidraste e hortelã pimenta.<br />
<strong>Náusea:</strong> Chá de raiz de alcaçuz e gengibre.<br />
<strong>Sintomas de menopausa:</strong> Fitoestrogênios derivados de inhame selvagem, alfafa e soja (evite fazer reposição de estrogênio convencional devido ao risco de câncer).<br />
<strong>Sinusite:</strong> Feno grego e tomilho.<br />
<strong>Tosse:</strong> Marroio branco, tília e tussilagem.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Bibliografias:</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Torna-se indispensável à leitura dos seguintes livros:</strong></p>
<p style="text-align: justify;">1.    A Dieta do Tipo Sanguíneo.<br />
Autor: Peter J. D’Adamo.<br />
Editora: Campus.</p>
<p style="text-align: justify;">2.    A Dieta do seu Tipo Sanguíneo.<br />
Autores: Peter J. D’Adamo com Catherine Whitney.<br />
Editora: Campus.</p><p>The post <a href="https://ahau.org/dieta-do-tipo-sanguineo-a/">Dieta do Tipo Sanguineo A</a> first appeared on <a href="https://ahau.org">Instituto Ahau - Terapeutas Especializados</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Levedo de cerveja</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luiz Terapeuta]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Feb 2012 00:11:28 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O que é Levedo de Cerveja O levedo de cerveja  é um fermento inativo resultante do processo de fermentação da cevada durante a produção de cerveja. O levedo de cerveja é uma das maiores fontes naturais de vitaminas do complexo B e de proteínas, com a vantagem de não possuir colesterol e gordura, característicos das [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong>O que é Levedo de Cerveja</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O levedo de cerveja  é um fermento inativo resultante do processo de fermentação da cevada durante a produção de cerveja. O levedo de cerveja é uma das maiores fontes naturais de vitaminas do complexo B e de proteínas, com a vantagem de não possuir colesterol e gordura, característicos das proteínas de origem animal. O levedo de cerveja contém alto teor de proteínas, fibras e vitaminas.</p>
<p style="text-align: justify;">A levedura de cerveja é um alimento precioso e um remédio milenar. Já assim a considerava Hipócrates, o “Pai da Medicina”, bem como os monges das confrarias medievais, que a empregavam nas curas de muitos males, principalmente nas chagas e furunculoses.</p>
<p style="text-align: justify;">As leveduras são fungos ascomicetos, cogumelos microscópicos, que se multiplicam ordinariamente por gemação, conformando, assim, longas fiadas de células (cada uma é um ovóide com a dimensão de 8 a 10 milésimos de milímetro), como as contas de um rosário. O género Saccharomyces compreende várias espécies, de que uma das principais é a levedura de cerveja (saccharomyces cerevisae). É, de longe, a mais apreciada e a mais rica em termos alimentares. Provindo do malte, assegura as proteínas necessárias e completas em todos os aminoácidos, sendo, por isso, ideal para os que não se alimentam de carne.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Qual a função do Levedo de Cerveja</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O Levedo de Cerveja tem muitas funções no organismo, mediadas por seus componentes, que são muitas vitaminas e aminoácidos essenciais para o corpo humano.</p>
<p style="text-align: justify;">A levedura de cerveja é rica em proteínas (45 a 50%) muito digeríveis, possuindo todos os aminoácidos indispensáveis à vida (histidina, arginina, lisina, triptofano, alanina, leucina, isoleucina, cistina, cistaína, glicina, ácido aspártico, ácido glutâmico, fenilalanina, treonina, metionina, tirosina, valina, prolina, serina, etc), glúcidos, auxonas (complexo T), vitaminas (sobretudo do grupo B) e minerais (principalmente fósforo, ferro 3, potássio, cálcio, magnésio, silício, cobre, zinco, selénio, crómio, alumínio). Possui, igualmente, em quantidades consideráveis, lípidos (5 a 20%: estearina, palmitina, ácido aracínico), lecitinas, numerosos esteróis (os principais: ergosterol 4 e zimosterol), enzimas ou diástases (zimases, invertina, maltase, fosfatases, etc).</p>
<p style="text-align: justify;">No que concerne ao teor vitamínico, é considerada a maior e melhor fonte conhecida. Como já dissemos, é riquíssima em complexo B, fator essencial da respiração e nutrição celulares e, assim, da manutenção do equilíbrio orgânico. Vale a pena, pois, determo-nos no seu quadro de vitaminas e factores vitamínicos:</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>B1 (aneurina ou tiamina)</strong> – protectora e equilibrante do sistema nervoso e de enorme importância no metabolismo dos glúcidos (registam-se 8 a 15mg por 100gr de levedura).</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>B2 (riboflavina ou lactoflavina)</strong> – factor de crescimento, favorece a respiração celular e regenera a flora intestinal (3,5 a 8mg).</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>B5 (ácido pantoténico)</strong> – de grande valia para o fígado, os epitélios, as mucosas respiratórias e digestivas (útil nas alergias). A carência produz dificuldades na atenção e na concentração mental, dores de cabeça, transtornos do sono, cãibras musculares e baixo rendimento energético geral. Ajuda a promover o crescimento e a pigmentação dos cabelos, e a cicatrização das feridas, sobretudo no campo da cirurgia (12 a 25mg, 8 vezes mais do que igual conteúdo de cereais).</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>B6 (adermina ou piridoxina)</strong> – factor de crescimento, estimulante muscular, favorece a formação de glóbulos vermelhos, protege a pele. Intervém na função adreno-cortical e no metabolismo do enxofre e das purinas. É antagónica à histamina, sendo, por isso, útil nas doenças alérgicas (3 a 10mg, 10 vezes mais do que em igual conteúdo de carne).</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>B9 (ácido fólico)</strong> – factor de crescimento e anti-anémica; nutriente do sistema nervoso. É muito necessária na gravidez (0,005 a 0,13mg, 20 vezes mais do que igual conteúdo de farelo de trigo).</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>B12</strong> – intervém activamente na hematopoese (formação dos glóbulos sanguíneos) (não dispomos de valores tabelares).</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>B15</strong> – facilita o aporte de oxigénio a todos os tecidos. Ajuda na síntese das proteínas. Estimula o sistema imunitário. É um protector hepático e combate o colesterol (não dispomos de valores).</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>BX</strong> (ácido paraminobenzóico) – é importante na boa utilização das proteínas. Mantém, e em alguns casos recupera, a pigmentação capilar, bem como a elasticidade da pele. Promove a expectoração e é balsâmica nas inflamações do tracto urinário. O seu défice pode causar eczema (0,03 a 0,55mg).</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>PP (nicotinamida)</strong> – anti-pelagra, importante para a assimilação dos amidos e gorduras, intervém na formação do sangue e na função dos nervos (30 a 80mg, 10 a 20 vezes mais do que igual conteúdo de carne).</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Biotina</strong> – protectora da pele, anti-seborreica, importante no equilíbrio do crescimento e do sistema nervoso (2 a 7,5mg).</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Colina</strong> – tem acção fisiológica sobre a pressão sanguínea, como antagonista da adrenalina, e na regulação dos movimentos peristálticos do intestino. Opõe-se à sedimentação de gordura a nível hepático, sendo útil nas cirroses (0,1 a 1,2mg).</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Inositol</strong> – tem papel determinante e regulador na reprodução celular, sendo anti-cancerígeno. Combate a alopecia (queda dos cabelos). Contribui para um crescimento equilibrado. Intervém na actividade lipotrópica e na motilidade intestinal (80 a 160mg).</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Ergosterol (provitamina D)</strong> – está intimamente ligado com a vitamina D, auxiliando na boa fixação do cálcio e do fósforo de origem alimentar. É importantíssimo na formação dos ossos e dentes e para a manutenção das suas estruturas. Tem papel na conservação do tónus muscular e na contracção dos músculos (não dispomos de valores).</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>E</strong> – é fundamental na manutenção da integridade dos tecidos da reprodução (ovários, testículos), bem como da musculatura e vasculares. É anti-esterilidade e anti-abortiva (conteúdo elevado, embora não disponhamos de valores).</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Complexo T</strong> – promotor do crescimento, útil na anorexia infantil, doença celíaca, osteoporose e raquitismo (não dispomos de valores).</p>
<p style="text-align: justify;">Uma vez que a levedura de cerveja é invulgarmente rica em aminoácidos fundamentais, julgamos útil reproduzir aqui as características básicas que lhes são referentes 5:</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Arginina</strong> – tem papel preponderante na libertação das hormonas de crescimento, intervindo no desenvolvimento muscular e na redução de gordura no organismo. Tem, paralelamente, uma importante acção como retentora do nitrogénio, essencial para o crescimento dos músculos.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Lisina</strong> – é igualmente útil na libertação das hormonas de crescimento e utilizada para favorecer o crescimento proporcional em crianças extremamente pequenas. Actua na produção da carnitina, a qual tem a propriedade de “queimar” as gorduras em excesso no organismo. Mostrou-se, ainda, útil na prevenção dos vírus de Herpes Zoster.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Tirosina</strong> – é um derivado do aminoácido fenilalanina. É um precursor da hormona adrenocortical, assim como da dopamina. Actua na actividade mental.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fenilalanina</strong> – estimulante da memória e da capacidade cognitiva, bem como da funcionalidade sexual. Revelou-se útil nos tratamentos anti-depressivos. Tem efeitos analgésicos.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Histidina</strong> – tem vindo a ser utilizada no tratamento da artrite reumatóide. Igualmente, revelou resultados positivos no combate às situações alérgicas. Conjuntamente com a niacina e a piridoxina, sugere ter efeito estimulador a nível da actividade sexual.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Ácido aspártico</strong> – intervém na síntese das glicoproteínas, além de desempenhar um papel na formação de glicose (conversão de hidratos de carbono, glucose, etc). Parece, ainda, incrementar a capacidade de resistência dos atletas.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Treonina</strong> – intervém nos processos digestivos, designadamente na função intestinal e no metabolismo dos lípidos ao nível hepático.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Cisteína</strong> – é um poderoso anti-oxidante que ajuda a proteger o organismo contra as bactérias, vírus, químicos e radiações nocivos. Promove a saúde capilar e a das unhas, acelerando o seu crescimento.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Valina</strong> – intervém determinantemente na actividade mental, na coordenação dos músculos e no equilíbrio emocional.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Metionina</strong> – é fundamental para a síntese da carnitina e tem um importante papel no sistema glandular. É anti-tóxica.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Serina</strong> – é essencial no funcionamento do cérebro.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Ácido glutâmico</strong> – é o único aminoácido capaz de transpor a barreira entre o sangue e o cérebro. É geralmente utilizado nos tratamentos anti-depressivos, diminuição da memória, senilidade, esquizofrenia, alcoolismo e muitas outras desordens cerebrais (é comum referir que o ácido glutâmico é o combustível do cérebro).</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Isoleucina</strong> – é interveniente no funcionamento cerebral.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Glicina</strong> – experiências revelaram existir grande concentração de glicina na pele e tecido conjuntivo. Crê-se que seja beneficamente interveniente na regeneração destes tecidos, bem como no crescimento dos músculos.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Alanina</strong> – tem uma acção directa na redução do colesterol, particularmente quando associada com a arginina e a glicina. Contribui para a regulação dos níveis de açúcar no sangue.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Prolina</strong> – é um dos principais componentes do tecido conjuntivo que liga e suporta todos os outros tecidos (colagénio). Ajuda a combater a flacidez associada ao envelhecimento. Intervém beneficamente nos processos de cicatrização.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Benefícios do Levedo de Cerveja</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Está particularmente indicada nos casos de diabetes (devido ao alto teor em glutatião – um péptido sulfurado (composto de ácido glutâmico, cisteina e glicocola), que exerce ação preponderante em todos os fenômenos biológicos e, em particular, nas reações de oxido-redução, nos processos de desintoxicação e de resistência às infecções), furunculose, acne e demais problemas de pele, gravidez, anemias, atrasos de crescimento e desenvolvimento, afecções do sistema linfático (intoxicações e infecções), arteriosclerose, doenças artríticas e alcoolismo.<br />
O levedo de cerveja é um excelente reconstituinte e protetor do sistema nervoso. Possui ação reguladora das glândulas endócrinas, como a tiróide, o pâncreas, as supra-renais, as gônadas. É um tônico geral cardíaco e circulatório. Favorece a assimilação dos alimentos, equilibra e regenera a flora intestinal e é um notável protetor hepático (indicada nos estados pré-cirróticos e nas degenerescências adiposas do fígado). É muito adequada aos desportistas, aumentando-lhes a resistência, favorecendo o trabalho muscular e promovendo a eliminação de toxinas residuais.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fontes de Levedo de Cerveja</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Como alimento, usa-se misturada nas saladas, nas sopas, nas hortaliças estufadas, fritas ou cozidas (cerca de uma colher de sobremesa, para crianças; uma ou duas das de sopa, para adultos). Emulsionada em azeite pode barrar fatias de pão, substituindo, com vantagem, o queijo ou a manteiga. Também encontrada no farelo de cereais, na gema de ovo, no melaço de cana, e nas leguminosas secas.<br />
Existe, à venda, levedura isenta de sódio, para as dietas sem sal. Para manter a sua integridade, não deve ser cozinhada, mas, sim, misturada nos outros alimentos, “em cru”, ou pode polvilhar-se, como se faz com o queijo ralado.<br />
Existe uma opção comercializada em comprimidos ou cápsulas, que também tem grande aceitação na prescrição de várias enfermidades.</p>
<p style="text-align: justify;">Para obter o máximo de benefícios associados a este produto é recomendada a prática de atividades físicas regulares e a adoção de uma alimentação balanceada.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Contra-indicações do uso de Levedo de Cerveja</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Não foi encontrado nada na literatura que contra-indicasse o uso de levedo de cerveja. Porém, são necessários mais estudos sobre o assunto.<br />
É necessário ciclar ou alternar o uso de Levedo de Cerveja</p>
<p style="text-align: justify;">Não há indicações na literatura sobre a necessidade de ciclar o uso de levedo de cerveja, porém dependendo do motivo de sua utilização, existe uma posologia diferente para cada situação.</p>
<p style="text-align: justify;">De qualquer modo, eu não recomendo tomar nenhum tipo de medicamento sem orientação médica. Procure um nutricionista, ele poderá te ajudar melhor.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>É verdade que levedo de cerveja engorda?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Não é verdade, pois tem poucas calorias. Se ingerida antes das refeições, pode até ajudar pessoas que querem emagrecer.<br />
DICAS: Se quiser utilizar a levedura para regular o intestino, o ideal é tomá-la no café da manhã com bastante água.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Levedura de cerveja e o diabetes</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Pelo seu alto teor de cromo, o levedo de cerveja pode ser consumido por quem possui diabetes, pois ajuda a regular a produção de insulina, graças ao cromo e a vitamina B.</p>
<p style="text-align: justify;">O levedo de cerveja pode ser encontrado em casas de produtos naturais sendo vendido o pó a granel, e pode ser consumido misturada a saladas, sopas, sucos, vitaminas ou então na ração humana. Não é recomendado cozinhar o levedo, já que assim perde grande partes de suas substâncias benéficas.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Referencias Bibliográficas</strong></p>
<p style="text-align: justify;">BACURAU, Reury F. Nutrição e Suplementação Esportiva. São Paulo: Phorte, 2001.<br />
BIESEK, Simone et al. Estratégias de Nutrição e Suplementação no Esporte. São Paulo: Manole, 2005.</p>
<p style="text-align: justify;">BIESEK, Simone. Nutrição: um caminho para vitória. Rio de Janeiro: , 1997.FETT, Carlos. Ciência da Suplementação Alimentar. Rio de Janeiro: Artmed , 2002.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte:saudenarede.com.br</p><p>The post <a href="https://ahau.org/levedo-de-cerveja/">Levedo de cerveja</a> first appeared on <a href="https://ahau.org">Instituto Ahau - Terapeutas Especializados</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Terapia Ortomolecular (oligoterapia)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luiz Terapeuta]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Feb 2012 21:55:16 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Técnica utilizada pelo Terapeuta Luiz Carlos Costa Sequeira Terapeuta &#8211; CRT 24244 Terapia Ortomolecular, Ortobiomolecular, Terapia Biofísica, Terapia por Frequência, Acupuntura, Thought Field Therapy, Florais de Bach, Balanceamento Muscular® (Kinesiology), Reset®, Applied Kinesiology®, Psych-K® &#8211; Instrutor de Balanceamento Muscular® Terapia Ortomolecular ou Oligoterapia  tem como objetivo principal equilibrar ou acordar as funções do sistema com [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="https://ahau.org/team/luiz-sequeira-0-html/" rel="attachment wp-att-99"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-99" title="luiz" src="http://www.ahau.org/wp-content/uploads/luiz-300x160.jpg" alt="" width="300" height="160" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><a href="https://ahau.org/team/luiz-sequeira-0-html/">Técnica utilizada pelo Terapeuta Luiz Carlos Costa Sequeira</a></p>
<p style="text-align: center;"><a href="https://ahau.org/team/luiz-sequeira-0-html/">Terapeuta &#8211; CRT 24244</a></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Terapia Ortomolecular, Ortobiomolecular, Terapia Biofísica, Terapia por Frequência, Acupuntura, Thought Field Therapy, Florais de Bach, Balanceamento Muscular® (Kinesiology), Reset®, Applied Kinesiology®, Psych-K® &#8211; Instrutor de Balanceamento Muscular®</em></p>
<p style="text-align: justify;">Terapia Ortomolecular ou Oligoterapia  tem como objetivo principal equilibrar ou acordar as funções do sistema com os minerais e vitaminas.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="https://ahau.org/team/luiz-sequeira-0-html/">O terapeuta, através de uma pesquisa minuciosa com o cliente</a>, detecta quais são suas carências minerais e por meio de técnicas de ionização, bandagens e procedimentos específicos da Ortomolecular, repõe os mesmos nutrindo assim as deficiências do cliente para que o mesmo obtenha uma vida saudável com bem estar.</p>
<p style="text-align: justify;">Na ausência de minerais, fica aberta a porta para ansiedade, nervosismo, stress, depressão entre outras disfunções podendo levar à graves estados patológicos. Esta ausência proporciona também sintomas desconfortáveis ao organismo, os quais não são detectáveis em exames convencionais da medicina ortodoxa, mas o indivíduo sente que há algo que está em desarmonia.</p>
<h4 style="text-align: justify;">ALÉRGICO DIÁTESE I ou artrítico alérgica:</h4>
<p style="text-align: justify;">Há aceleração nas trocas orgânicas, com respostas muito rápidas, excessivas. Os pacientes geralmente são crianças ou adultos jovens, com um quadro alérgico presente (rinite, asma, eczema, alergia alimentar etc.) e/ou sinais inflamatórios articulares, com poucas ou nenhuma alteração laboratorial, são hiperativos, principalmente a noite, com dificuldade de conciliar o sono, e geralmente pela manhã, tem dificuldade de despertar. Irritáveis, dinâmicos, otimistas, hiperreativos e hiperemotivos, com um cansaço de base mascarado por uma constante movimentação e busca de atividades. O tratamento desta diátese requer a recomendação do oligoelemento Manganês (Mn);</p>
<h4 style="text-align: justify;">HIPOSTÊNICO DIÁTESE II ou artro infecciosa:</h4>
<p style="text-align: justify;">Há diminuição nas trocas celulares. As respostas são lentas e de intensidade insuficiente, sintomatologia hiporreativa, tendência a infecções e fatigabilidade anormais, progressiva com o decorrer do dia. Se crianças, apresentam déficit pondero-estatural, dificuldade de atenção e concentração, há a tendência a infecções repetitivas (gripes, ORL, cutâneas por exemplo). O tratamento desta diátese requer a recomendação do complexo oligoterápico manganês-cobre (Mn-Cu);</p>
<h4 style="text-align: justify;">DISTÔNICO DIÁTESE III:</h4>
<p style="text-align: justify;">Há uma desadaptação da resposta celular. É a Diátese da segunda metade da vida, da maturidade. Os pacientes sofrem de sintomas distônicos, tipo neurovegetativos, evoluindo frequentemente para quadro de Ansiedade crônica. As patologias iniciam sua passagem do funcional para o lesional. Temos como exemplo: alterações endócrinas e sinais e sintomas da menopausa, artrose, transtornos circulatórios periféricos e centrais, dislipidemias, manifestações distônicas epigástricas, estados espasmofílicos, perdas de memória, alergias crônicas etc.. O tratamento desta diátese requer a recomendação do complexo oligoterápico manganês-cobalto (mn-Co);</p>
<h4 style="text-align: justify;">ANÉRGICO DIÁTESE IV:</h4>
<p style="text-align: justify;">As trocas celulares estão muito diminuídas, quase nulas, há a insuficiência global de reações autodefensivas, e <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Sais_minerais">impotência terapêutica</a> a qualquer tratamento. Os sintomas variam desde anergias transitórias (pós virais, choques morais, pós cirúrgicas ou pós traumáticas) até quadros degenerativos, lesionais e morte. Os sintomas principais são: fadiga global, que não melhora por repouso, fenômenos depressivos, diminuição das faculdades intelectuais, infecções de evolução rápida, severas e recidivantes, com falta de resposta à antibioticoterapia, senescência global, rapidamente evolutiva, câncer e todas degenerações celulares. O tratamento desta diátese requer a recomendação de um complexo oligoterápico (cobre-ouro-prata). As Diáteses primárias (I e II) e secundárias (III e IV) podem apresentar-se imbricadas ou isoladas.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Forma de utilização:</h4>
<h4 style="text-align: justify;">Ionizáveis de forma transdérmica.</h4>
<h4 style="text-align: center;">Conheça a ação dos Oligoelementos</h4>
<h4></h4>
<h4 style="text-align: justify;"><span style="text-decoration: underline;">1 &#8211; Alumínio ( Al )</span></h4>
<h4 style="text-align: justify;">Ação:</h4>
<p style="text-align: justify;">• Cérebro e Sistema Nervoso Central.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Propriedade:</h4>
<p style="text-align: justify;">Biocatalítico nos atrasos de desenvolvimento intelectual; Aumenta a vitalidade cerebral; Facilita a capacidade de compreensão e ativa a succinato desidrogenase.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Indicação:</h4>
<p style="text-align: justify;">Atraso no desenvolvimento intelectual; Perturbações da memória; Atrasos escolares; Mongolismo ( como coadjuvante na terapia ) e arteriosclerose.</p>
<h4 style="text-align: justify;"><span style="text-decoration: underline;">2 &#8211; Antimônio ( Sb )</span></h4>
<h4 style="text-align: justify;">Ação:</h4>
<p style="text-align: justify;">Sistema articular.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Propriedade:</h4>
<p style="text-align: justify;">Biocatalítico “lubrificante” nas articulações.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Indicação:</h4>
<p style="text-align: justify;">Artroses; e Reumatismos agudos.</p>
<h4 style="text-align: justify;"><span style="text-decoration: underline;">3 &#8211; Bismuto ( Bi )</span></h4>
<h4 style="text-align: justify;">Ação:</h4>
<p style="text-align: justify;">Otorrinolaringológica.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Propriedade:</h4>
<p style="text-align: justify;">Biocatalítico nas afecções da garganta; Permite evitar ou diminuir as doses de antibióticos.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Indicação:</h4>
<p style="text-align: justify;">Amigdalites; Laringites; Faringites; Adenoidites; Sinusites.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>OBS: </strong>Os riscos da bismutoterapia estão eliminados não só pelas micro doses ministradas, como pela sua presença em forma iônica.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>NT:</strong> No terreno infeccioso, o bismuto é normalmente prescrito como complemento do Cobre, o que reforça a autodefesa anti-infecciosa.</p>
<h4 style="text-align: justify;"><span style="text-decoration: underline;">4 – Boro ( B )</span></h4>
<h4 style="text-align: justify;">Ação:</h4>
<p style="text-align: justify;">Na infiltração intersticial do tecido celular subcutâneo.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Propriedade:</h4>
<p style="text-align: justify;">Diurético.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Indicação:</h4>
<p style="text-align: justify;">Obesidade; Celulite.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>NT:</strong> Coadjuvante no tratamento estético, na massagem e drenagem linfática.</p>
<h4 style="text-align: justify;"><span style="text-decoration: underline;"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-4968 alignleft" src="https://ahau.org/wp-content/uploads/2012/02/terapia-ortomolecular-oligoterapia-e1574305495713.jpg" alt="terapia-ortomolecular-oligoterapia" width="432" height="228" />5 – Cálcio ( Ca )</span></h4>
<h4 style="text-align: justify;">Ação:</h4>
<p style="text-align: justify;">Aparelho músculo esquelético.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Propriedade:</h4>
<p style="text-align: justify;">Essencial no crescimento, gravidez e lactação.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Indicação:</h4>
<p style="text-align: justify;">Raquitismo ( Associado às vitaminas A e D ); Osteomalacia; Osteopenia; Osteoporose; Dentição; Consolidação de fraturas; Cárie dentária junto com o Flúor; Descalcificação; Desmineralização; Fraturas; Espasmofilia; Reumatismo; Estados nervosos; Anomalias do metabolismo Ósseo; Hipertensão.</p>
<h4 style="text-align: justify;"><span style="text-decoration: underline;">6 – Cobalto ( Co )</span></h4>
<h4 style="text-align: justify;">Ação:</h4>
<p style="text-align: justify;">Sistema Simpático e Parassimpático ( geral e Circulatório); Sobre o miocárdio; Na coagulação sanguínea.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Propriedade:</h4>
<p style="text-align: justify;">Regularizador no Sistema Neuro-Vegetativo; Regularizador na Vasodilatação e Hipotensão; Antagonista da Adrenalina; Hipoglicemia; Melhora a microcirculação.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Indicação:</h4>
<p style="text-align: justify;">Distúrbios Neurovegetativos; Hipertensão e hipotensão arterial; Insuficiência circulatória periférica; Acrocianose; Espasmos arteriais e dos pequenos vasos; Taquicardias; Cardialgias; Doença de Raynaud; Arterite dos membros inferiores; Enxaquecas ( uma dose de hora em hora ); Angustias; Distúrbios psíquicos do tipo ansioso e, particularmente, antes e durante exames, concursos etc&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>NT: </strong>Coadjuvante na formação da hemoglobina.</p>
<h4 style="text-align: justify;"><span style="text-decoration: underline;">7 – Cobre ( Cu )</span></h4>
<h4 style="text-align: justify;">Ação:</h4>
<p style="text-align: justify;">• Sistema Retículo-Endotelial.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Propriedade:</h4>
<p style="text-align: justify;">Estimula os processos de defesa orgânicos; Antiinfeccioso; Antiinflamatório; Aumenta a resistência às infecções virais ou microbianas; Potencializa a ação dos antibióticos; Estimula as supra-renais; Completa a atividade da vitamina C; Tomado logo aos primeiros sinais de gripe, debela-a em 48 horas sem deixar astenia conseqüente.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Indicação:</h4>
<p style="text-align: justify;">Todos os estados infecciosos agudos ou evolutivos; Todos os processos inflamatórios; Vitiligo ( algumas formas ).</p>
<h4 style="text-align: justify;">Contra-indicação:</h4>
<p style="text-align: justify;">Doença de Wilson – Acúmulo de cobre no organismo.</p>
<h4 style="text-align: justify;"><span style="text-decoration: underline;">8 – Cromo ( Cr )</span></h4>
<h4 style="text-align: justify;">Ação:</h4>
<p style="text-align: justify;">Metabolismo Nutricional.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Propriedade:</h4>
<p style="text-align: justify;">Essencial ao metabolismo dos lipídeos e glicídios.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Indicação na Terapia Ortomolecular:</h4>
<p style="text-align: justify;">Diabetes; Doenças de nutrição; Arteriosclerose; Colesterol.</p>
<h4 style="text-align: justify;"><span style="text-decoration: underline;">9 – Enxofre ( S )</span></h4>
<h4 style="text-align: justify;">Ação:</h4>
<p style="text-align: justify;">Aparelho Hepato-Biliar; Insuficiência Digestiva; Doenças de Pele; Asma; Rinite; Síndrome Neuro-Artrítico; Enxaquecas; Doenças Alérgicas.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>NT: </strong>Por ser dessensibilizante universal, deve-se associar aos tratamentos de pele tais como: acne, eczema e urticária.</p>
<h4 style="text-align: justify;"><span style="text-decoration: underline;">10 Estanho (Sn )</span></h4>
<h4 style="text-align: justify;">Ação:</h4>
<p style="text-align: justify;">Sobre todas as Estafilocoxias.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Propriedade:</h4>
<p style="text-align: justify;">Antiinfeccioso.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Indicação:</h4>
<p style="text-align: justify;">Abscessos; Furúnculos; Antraz; Acne infectada.</p>
<h4 style="text-align: justify;"><span style="text-decoration: underline;">11 – Ferro  ( Fe )</span></h4>
<h4 style="text-align: justify;">Ação:</h4>
<p style="text-align: justify;">Hematopoética; Acelerador enzimático.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Propriedade:</h4>
<p style="text-align: justify;">Indispensável aos órgãos produtores de sangue; Oxigenação celular; Elaboração enzimática; Indispensável ao transporte de elétrons.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Indicação:</h4>
<p style="text-align: justify;">Anemias Ferropênicas; Convalescença; Hemorragias.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>NT:</strong>O metabolismo do Ferro depende da presença de outros oligoelementos como o Manganês-Cobre-Cobalto aos quais deve ser associado.</p>
<h4 style="text-align: justify;"><span style="text-decoration: underline;">12 &#8211;  Flúor ( F )</span></h4>
<h4 style="text-align: justify;">Ação:</h4>
<p style="text-align: justify;">Aparelho músculo-esquelético.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Propriedade:</h4>
<p style="text-align: justify;">Essencial à regularização do metabolismo de fixação do Cálcio, em particular ao nível da ossificação e das trocas iônicas articulares.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Indicação:</h4>
<p style="text-align: justify;">Distúrbios na calcificação; Escoliose; Cifose; Raquitismo; Atraso no crescimento; Osteoporose; Osteomalacia; Osteopenia; Hiperlaxidez ligamentar; Entorses repetitivas; Distrofias ósseas; Prevenção de cárie dentária; Rompimento de ligamentos; Aleitamento; Gravidez; Funcionamento auditivo (zumbido); Desmineralização; Descalcificação; Retardo de consolidações de fraturas; Entorses recidivantes; Dorsalgias posturais; Osteocondrite da tíbia; Epifisite vertebral dolorosa da adolescência (Mal de Scheuermann); Osteocondrite primitiva do quadril.</p>
<h4 style="text-align: justify;"><span style="text-decoration: underline;">13 – Fósforo ( P )</span></h4>
<h4 style="text-align: justify;">Ação:</h4>
<p style="text-align: justify;">No metabolismo fosfocálcico e psiquismo; Sobre Paratireóide; Sobre o Sistema Nervoso Central.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Propriedade:</h4>
<p style="text-align: justify;">Essencial ao metabolismo do Cálcio a todos os níveis; Ósseo; Parassimpático; Central; Paratireoide; Antiespasmódico.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Indicação:</h4>
<p style="text-align: justify;">Astenia física e psíquica; Depressões nervosas; Estados de esgotamento cerebral; Estados espasmódicos; Respiratório; Circulatório; Muscular; Distrofias ósseas.</p>
<p style="text-align: justify;">Associado a Cobre-Ouro-Prata é indicado no início da doença de Dupuytren.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>NT:</strong> As regularizações do metabolismo de fixação do Cálcio, estão dependentes da presença catalítica do Flúor e do Fósforo.</p>
<h4 style="text-align: justify;"><span style="text-decoration: underline;">14 – Germânio ( Ge )</span></h4>
<h4 style="text-align: justify;">Ação:</h4>
<p style="text-align: justify;">Na regeneração celular.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Propriedade:</h4>
<p style="text-align: justify;">Regularizador, revitalizante celular.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Indicação na Terapia Ortomolecular:</h4>
<p style="text-align: justify;">Estados pré-cancerosos.</p>
<h4 style="text-align: justify;"><span style="text-decoration: underline;">15 – Iodo ( I )</span></h4>
<h4 style="text-align: justify;">Ação:</h4>
<p style="text-align: justify;">Sobre a tiroide e outras glândulas endócrinas; Sistema circulatório; Sistema Neuromuscular; Pele e fâneros.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Propriedade:</h4>
<p style="text-align: justify;">Regularizador da tiróide e glândulas endócrinas; Preside ao metabolismo nutricional.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Indicação:</h4>
<p style="text-align: justify;">Bócio; Obesidade tipo tireoidiano; Hipotiroidismo; Hipertiroidismo; Profilático das escleroses orgânicas; Hipertensão arterial, associado ao Manganês-Cobalto; Dismenorréias ( hiper e hipo ).</p>
<h4 style="text-align: justify;"><span style="text-decoration: underline;">16 – Lítio (Li )</span></h4>
<h4 style="text-align: justify;">Ação:</h4>
<p style="text-align: justify;">Sistema Nervoso Central; Funções renais de eliminação urinária.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Propriedade:</h4>
<p style="text-align: justify;">Regulador de humor; Propriedades psicotrópicas sobre os Neuromoduladores Cerebrais; Favorável nos problemas psíquicos da terceira idade; Regulador do sistema hidroeletrolítico; Favorece a eliminação de uréia e do acido úrico.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Indicação:</h4>
<p style="text-align: justify;">Depressões; Insônias; Ansiedade; Angústia; Fobias; Perturbações de comportamento; Emotividade; Abulia; Instabilidade emocional; Inibição; Psico-dermatoses; Nervosismo; Agressividade; Estados de esgotamento cerebral; Uremia; Uricemia; Gota; Psicopruridos.</p>
<h4 style="text-align: justify;"><span style="text-decoration: underline;">17 – Magnésio (Mg )</span></h4>
<h4 style="text-align: justify;">Ação:</h4>
<p style="text-align: justify;">Intestinos; Participa no metabolismo dos glucídios, lipídeos e protídeos; regularização do metabolismo do Cálcio; Na membrana celular, regularizando a troca eletrolítica extra e intracelular.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Propriedade:</h4>
<p style="text-align: justify;">Anti-stress; Antiespasmódico; Antiinfeccioso; Cárdio-protetor; Regulador térmico.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Indicação na Terapia Ortomolecular:</h4>
<p style="text-align: justify;">Espasmofilia; Senescência; Melhora a função cardíaca; Melhora função muscular e nervosa; Alivia bronco espasmos; Protege audição por excesso de ruído; Melhora a função da paratireóide; Ajuda na qualidade do sono; Melhora a bio-disponibilidade de vitamina B6; Fortalece o esmalte dental; Elimina alumínio; Desmineralização; Perturbações do crescimento; Raquitismo; Gravidez e aleitamento; Verrugas; Cãibras; Profilaxia do aborto; Debilidade emocional; Ansiedade; Angústia; Cefaléias; Vertigens; Arritmias; Tremores; Neuroses; Psicopatias; Dermatoses; Insônias constituídas por auto-intoxicação; Obstipação crônica; Colites; Insuficiência hepática funcionais.</p>
<h4 style="text-align: justify;"><span style="text-decoration: underline;">18 – Manganês ( Mn </span>)</h4>
<h4 style="text-align: justify;">Ação:</h4>
<p style="text-align: justify;">Corretor diatésico do terreno da diátese 1; No ciclo de Krebs; Sobre o sistema imunológico; Intervém em numerosas funções enzimáticas ou metabólicas; Participa na síntese da hemoglobina; Coenzima das Amino-Peptidases.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Propriedade:</h4>
<p style="text-align: justify;">Antialérgico; Dessensibilizante; Biocatalizador das oxidações celulares; Favorece o desenvolvimento das glândulas endócrinas.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Indicação:</h4>
<p style="text-align: justify;">Asma alérgica; Alergias alimentares; Sinusites; Rinites alérgicas; Coriza espasmódica; Urticária; Eczema alérgico; Prurido; Astenia matinal; Poliartralgias; Hipermenorréia; Indicações específicas da Diátese 1; Falta de memória nos jovens; Insônias dos “alérgicos” que dormem pouco; Enxaquecas.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>NT: </strong>Os estados carências de Manganês são freqüentes nas civilizações de indivíduos cujo sedentarismo provoca fenômenos de autointoxicação.</p>
<h4 style="text-align: justify;"><span style="text-decoration: underline;">19 – Molibdênio ( Mo )</span></h4>
<h4 style="text-align: justify;">Ação:</h4>
<p style="text-align: justify;">Especial incidência sobre o fígado.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Propriedade:</h4>
<p style="text-align: justify;">Coenzimas das: Xantino-Oxidase; Aldeído-Oxidase; Hidrogenase.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Indicação na Terapia Ortomolecular:</h4>
<p style="text-align: justify;">Anemias hipocrômicas; Anorexias tóxicas e mentais.</p>
<h4 style="text-align: justify;"><span style="text-decoration: underline;">20 – Níquel ( Ni )</span></h4>
<h4 style="text-align: justify;">Ação:</h4>
<p style="text-align: justify;">Pâncreas ( endócrino e exócrino ).</p>
<h4 style="text-align: justify;">Propriedade:</h4>
<p style="text-align: justify;">Biocatalizador óxido-redutor com fator enzimático múltiplo ( fosfatasses ).</p>
<h4 style="text-align: justify;">Indicação:</h4>
<p style="text-align: justify;">Obesidade; Celulite; Disfunções Hepato-Bilio-Pancreáticas; Diabetes; Estimulante das glândulas salivares.</p>
<h4 style="text-align: justify;"><span style="text-decoration: underline;">21 – Platina ( Pt )</span></h4>
<h4 style="text-align: justify;">Ação:</h4>
<p style="text-align: justify;">Celular.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Propriedade:</h4>
<p style="text-align: justify;">Forte biocatalizador das reações bioquímicas; Antidegenerativo.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Indicação:</h4>
<p style="text-align: justify;">Estados pré-cancerosos; Senilidade precoce.</p>
<h4 style="text-align: justify;"><span style="text-decoration: underline;">22 – Potássio ( K )</span></h4>
<h4 style="text-align: justify;">Ação:</h4>
<p style="text-align: justify;">Sobre o metabolismo da água.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Propriedade:</h4>
<p style="text-align: justify;">Antiálgico; Regulador da função suprarrenal.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Indicação:</h4>
<p style="text-align: justify;">Obesidade por retenção hídrica; Reumatismos degenerativos; Edemas ( renais e cardíacos ); Fadiga muscular.</p>
<h4 style="text-align: justify;"><span style="text-decoration: underline;">23 – Selênio ( Se )</span></h4>
<h4 style="text-align: justify;">Ação:</h4>
<p style="text-align: justify;">Reidrata a pele e as mucosas; Regulariza a atividade endócrina.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Indicação:</h4>
<p style="text-align: justify;">Queda de cabelo; Unhas quebradiças; Osteopenia; Cicatrizante; Osteoporose; Artrose; Hiperlaxidez ligamentar; Deficiência intelectual; Verrugas; Unhas com pontos brancos; Regenera tecidos lesados.</p>
<h4 style="text-align: justify;"><span style="text-decoration: underline;">25 – Titânio ( Ti )</span></h4>
<h4 style="text-align: justify;">Ação:</h4>
<p style="text-align: justify;">Preponderante nas síndromes do terreno Artro-Tubérculos.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Propriedade:</h4>
<p style="text-align: justify;">Estabilizador geral.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Indicação:</h4>
<p style="text-align: justify;">Fragilidade traqueobrônquica; Bronquite; Laringite; Sinusite.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>NT:</strong> Deve ser alternado com Silício.</p>
<h4 style="text-align: justify;"><span style="text-decoration: underline;">26 – Vanádio ( V )</span></h4>
<h4 style="text-align: justify;">Ação:</h4>
<p style="text-align: justify;">Sistema Cardiovascular.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Propriedade:</h4>
<p style="text-align: justify;">Oxi-redutor.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Indicação Na Terapia Ortomolecular:</h4>
<p style="text-align: justify;">Hipostenia; Neoplasias; Colesterol; Doenças cardiovasculares.</p>
<h4 style="text-align: justify;"><span style="text-decoration: underline;">27 – Zinco ( Zn )</span></h4>
<h4 style="text-align: justify;">Ação:</h4>
<p style="text-align: justify;">Sobre as glândulas endócrinas; Hipófise; Pâncreas; Gônadas.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Propriedades;</h4>
<p style="text-align: justify;">Constituinte da Anidrase-Carbônica; Influencia o metabolismo da respiração celular.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Indicação na terapia:</h4>
<p style="text-align: justify;">Perturbação no eixo Hipofiso-Genital-Suprarrenais; Atrasos no crescimento; Menopausa; Disfunções sexuais ( impotência e frigidez ); Prostatismo; Hipermenorréias; Dismenorréias; Protege contra a doença de Alzheimer;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>NT:</strong> As carências de Zinco e seus períodos:</p>
<p style="text-align: justify;">Pré-Natal: Má formações; Atraso no crescimento intra-uterino.</p>
<p style="text-align: justify;">Perinatal: Diminuição do crescimento cerebral.</p>
<p style="text-align: justify;">Pós-Natal: Anorexia.</p>
<h4 style="text-align: justify;"><span style="text-decoration: underline;">28 – Alumínio-Cobalto (Al-Co )</span></h4>
<h4 style="text-align: justify;">Ação:</h4>
<p style="text-align: justify;">Aparelho cerebral.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Propriedade:</h4>
<p style="text-align: justify;">Regularizador.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Indicação na Terapia Ortomolecular:</h4>
<p style="text-align: justify;">Perturbações da memória; Perturbações do sono.</p>
<h4 style="text-align: justify;"><span style="text-decoration: underline;">29 – Cálcio-Cobre-Zinco (Ca-Cu-Zn )</span></h4>
<h4 style="text-align: justify;">Ação:</h4>
<p style="text-align: justify;">Sobre o eixo Hipotálamo-Hipófiso-Pancreático.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Propriedade:</h4>
<p style="text-align: justify;">Estimula a imunidade celular; Aumenta as defesas orgânicas.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Indicação:</h4>
<p style="text-align: justify;">Involução tímica; Alergias.</p>
<h4 style="text-align: justify;"><span style="text-decoration: underline;">30 – Cobre-Ouro-Prata (Cu-Au- Ag )</span></h4>
<h4 style="text-align: justify;">Ação:</h4>
<p style="text-align: justify;">Catalítico da Diátese 4 ( Anérgico ); Sistema Retículo-Endotelial.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Propriedade:</h4>
<p style="text-align: justify;">Antiinfeccioso; Antiinflamatório; Cortilo-Estimulante.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Indicação na terapia:</h4>
<p style="text-align: justify;">Reumatismos crônicos e evolutivos; Infecções de repetição; Astenia psicofísica; Obsessões; Úlceras varicosas; Varizes; Falta de memória dos “ anérgicos”; Falha global das capacidades intelectuais; Melhora a capacidade de raciocínio; Neurastenia; Obsessões mórbidas; Tendências suicidas; Síndromes depressivas existenciais.</p>
<h4 style="text-align: justify;"><span style="text-decoration: underline;">31 – Ferro-Cobre-Cobalto (Fe-Cu-Co )</span></h4>
<h4 style="text-align: justify;">Ação:</h4>
<p style="text-align: justify;">Hematológica.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Propriedade:</h4>
<p style="text-align: justify;">Produtora de hemoglobina.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Indicação:</h4>
<p style="text-align: justify;">Anemia ferropênica; Fadiga.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>NT:</strong> Nos casos de hipotensão, administrar também o Iodo.</p>
<h4 style="text-align: justify;"><span style="text-decoration: underline;">32 – Manganês- Cobalto (Mn-Co)</span></h4>
<h4 style="text-align: justify;">Ação:</h4>
<p style="text-align: justify;">Sistema Neurovegetativo.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Propriedade:</h4>
<p style="text-align: justify;">Regularizador Neurovegetativo.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Indicação na Terapia Ortomolecular:</h4>
<h4 style="text-align: justify;">No sistema circulatório:</h4>
<p style="text-align: justify;">Insuficiência circulatória; Insuficiência circulatória periférica; Hipertensão; Tendência para arteriosclerose; Cefaléias de origem circulatória; Pernas pesadas; Varizes; Cãibras; Síndrome de Raynaud; Arterites; Coronarites.</p>
<h4 style="text-align: justify;">No aparelho digestivo:</h4>
<p style="text-align: justify;">Espasmos gastrointestinais; Aerofagia e aerocolia; Disquenésia biliar; Litíases, ( cálculos ); Úlceras do estômago e duodenais; Colites.</p>
<h4 style="text-align: justify;">No aparelho urinário:</h4>
<p style="text-align: justify;">Uremia; Litíase renal, úrica e oxálica.</p>
<h4 style="text-align: justify;">No aparelho Neuropsíquico:</h4>
<p style="text-align: justify;">Angústia e ansiedade; Insônias no Neuroartrítico que dorme pouco por constituição ou intoxicação digestiva; Perda de memória no adulto; Irregularidades no caráter; Alternância de humor;  Coadjuvante com Cu-Au-Ag no tratamento dos neurastênicos e na capacidade de raciocínio dos Neuro-artríticos.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Na pele:</h4>
<p style="text-align: justify;">Alguns eczemas crônicos.</p>
<h4 style="text-align: justify;">No aparelho respiratório:</h4>
<p style="text-align: justify;">Transição da Asma simples ao enfisema.</p>
<h4 style="text-align: justify;">No aparelho Osteoarticular:</h4>
<p style="text-align: justify;">Gota; Doença de Paget.</p>
<h4 style="text-align: justify;"><span style="text-decoration: underline;">33 – Manganês-Cobre ( Mn-Cu )</span></h4>
<h4 style="text-align: justify;">Ação:</h4>
<p style="text-align: justify;">Sobre os indivíduos da Diátese 2; Fragilidade tráqueo-brônquica; Astenia psicofísica progressiva.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Propriedade:</h4>
<p style="text-align: justify;">Corretor diatésico.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Indicação na Terapia Ortomolecular:</h4>
<h4 style="text-align: justify;">No aparelho respiratório:</h4>
<p style="text-align: justify;">Afecções microbianas em geral; Asma brônquica; Bronquite; Traqueite; Sinusite;</p>
<h4 style="text-align: justify;">No aparelho Neuropsíquico:</h4>
<p style="text-align: justify;">Falta de memória; Dificuldade de concentração; Astenia Psicofísica progressiva.</p>
<h4 style="text-align: justify;">No aparelho Digestivo:</h4>
<p style="text-align: justify;">Enterocolites; Alternância de diarreia e obstipação.</p>
<h4 style="text-align: justify;">No sistema endócrino e genital:</h4>
<p style="text-align: justify;">Hipotiroidismo; Hipomenorreias; Cistite reincidente.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Na pele:</h4>
<p style="text-align: justify;">Prurido; Acne; Eczema.</p>
<h4 style="text-align: justify;"><span style="text-decoration: underline;">34 – Manganês-Cobre-Cobalto (Mn-Cu-Co)</span></h4>
<h4 style="text-align: justify;">Ação:</h4>
<p style="text-align: justify;">Sistema Neurovegetativo.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Propriedade:</h4>
<p style="text-align: justify;">Regularizador; Preside ao metabolismo do Ferro.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Indicação:</h4>
<p style="text-align: justify;">Espasmos Gastrointestinais; Úlcera duodenal; Anemias.</p>
<h4 style="text-align: justify;"><span style="text-decoration: underline;">35 – Maglise ou Selimag</span></h4>
<h4 style="text-align: justify;">Propriedades:</h4>
<p style="text-align: justify;">Anti-stress; Despolarizante celular; Astenia Neurocerebral; Antioxidante; Regulador térmico.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Indicação:</h4>
<p style="text-align: justify;">Espasmos musculares; Cãibras; Tremores; Astenias; Neuroses; Terrenos cancerígenos.</p>
<h4 style="text-align: justify;"><span style="text-decoration: underline;">36 – Níquel-Cobalto ( Ni-Co )</span></h4>
<h4 style="text-align: justify;">Ação:</h4>
<p style="text-align: justify;">Metabolismo Pancreático ( exócrino ).</p>
<h4 style="text-align: justify;">Propriedade:</h4>
<p style="text-align: justify;">Regularizador.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Indicação<strong>:</strong></h4>
<p style="text-align: justify;">Aerocolia; Esteatorréia; Diabetes; Obstipação: Digestões lentas; Fermentações intestinais; Sonolência digestiva;  Diabetes.</p>
<h4 style="text-align: justify;"><span style="text-decoration: underline;">37 – Zinco-Cobre (Zn-Cu)</span></h4>
<h4 style="text-align: justify;">Ação:</h4>
<p style="text-align: justify;">Glândulas endócrinas, esfera hipófiso-genital.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Propriedade:</h4>
<p style="text-align: justify;">Regularizador do sistema endócrino.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Indicação:</h4>
<p style="text-align: justify;">Disfunções endócrinas; Menopausa; Disfunções ovarianas; Dismenorreia; Menorragias; Metrorragias; Frigidez e impotência sexual; Acne; Queda de cabelos; Distúrbios da puberdade.</p>
<h4 style="text-align: justify;"><span style="text-decoration: underline;">38 – Zinco-Niquel-Cobalto ( Zn-Ni-Co )</span></h4>
<h4 style="text-align: justify;">Ação:</h4>
<p style="text-align: justify;">Sobre o eixo Hipófiso-Pancreático (endócrina).</p>
<h4 style="text-align: justify;">Propriedade:</h4>
<p style="text-align: justify;">Regularizador do sistema endócrino e protetor Pancreático; Preventivo dos estados pré-diabéticos.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Indicação na Terapia Ortomolecular:</h4>
<p style="text-align: justify;">Astenia; Obesidade; Angústia; Diabetes; Má digestão; Perturbações de assimilação; Aerocolia.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>NT:</strong> Protetor e reequilibrante na diabetes constituída, originando freqüentemente uma diminuição nas doses de insulina ministradas aos insulino-dependentes.<a name="2323"></a></p>
<p>Terapia Ortomolecular &#8211; Oligoelementos</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Importante: Este tratamento não substitui orientação médica ou nutricional.</strong></p><p>The post <a href="https://ahau.org/terapia-ortomolecular-oligoterapia/">Terapia Ortomolecular (oligoterapia)</a> first appeared on <a href="https://ahau.org">Instituto Ahau - Terapeutas Especializados</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Romã, maravilhosa.</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luiz Terapeuta]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Feb 2012 00:58:54 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>É rica em ácidos fenólicos e também em flavonóides, compostos antioxidantes que lhe dão a cor avermelhada. As suas propriedades antioxidantes fazem deste fruto um poderoso protetor contra o cancro e outras doenças. Sua riqueza É rica em vitaminas A e E, potássio, ácido fólico e polifenóis, de entre os quais se destacam: punicalaginas, principais [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">É rica em ácidos fenólicos e também em flavonóides, compostos antioxidantes que lhe dão a cor avermelhada. As suas propriedades antioxidantes fazem deste fruto um poderoso protetor contra o cancro e outras doenças.</p>
<h4>Sua riqueza</h4>
<p style="text-align: justify;">É rica em vitaminas A e E, potássio, ácido fólico e polifenóis, de entre os quais se destacam: punicalaginas, principais responsáveis pelas propriedades antioxidantes do sumo, intervenientes na redução de processos inflamatórios (responsáveis pelo envelhecimento celular, aparecimento de doença coronária e de alguns tipos de cancro). Também é rica em água, a romã é muito pobre em proteínas e gorduras.</p>
<p style="text-align: justify;">Contém ainda fibras alimentares, vitaminas C e alguns minerais como o ferro, importante no transporte do oxigênio para as células e na defesa do sistema imunitário; tem antioxidantes mai poderosos do que o tomate e o vinho tinto para a prevenção de doenças cardíacas.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Principais Substância:</h4>
<p style="text-align: justify;">Flavonóides específicos, taninos, licosilados, antocianinas, glicosídeos e ácidos graxos. a romã contém açúcares, tanino, ácidos orgânicos e vitamina C. É rica em vitaminas do complexo B (B1, B2, B3, B5, B6), que auxiliam a circulação, aumentam a resistência às infecções, facilitam a eliminação de líquidos, previnem o estresse. Contém também pequenas frações de ferro e cálcio. É um antibiótico natural, e adstringente. A romã é um fruto extremamente rico, porém com reduzido valor calórico.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Tem gosto levemente acido. A romanzeira é conhecida por aumentar a longevidade. Ajuda a tratar de:</h4>
<p style="text-align: justify;">Disenteria<br />
Eliminação de toxinas<br />
Faringites<br />
Gengivites<br />
Infecções vaginais por fungos<br />
Inflamações da garganta<br />
Laringites<br />
Pele cansada e sem brilho<br />
Sangramento de gengiva<br />
Sapinhos<br />
Verminoses<br />
Acaba com rouquidão<br />
Afecções da boca, garganta e gengivas.<br />
Auxilia na prevenção de aftas.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Utilidades Medicinais</h4>
<p style="text-align: justify;">Angina da garganta &#8211; Xarope do suco de romã. Extrair o suco de romã misturar com mel meio a meio e deixar cozer por uma hora. Tomar uma colher de sopa de três em três horas.</p>
<p style="text-align: justify;">Carbúnculo &#8211; Cataplasmas com as folhas frescas trituradas. Renovar frequentemente.</p>
<p style="text-align: justify;">Doenças da garganta &#8211; Proceder como indicado em angina da garganta. Gargarejo com o decocto das flores secas e pulverizadas. Gargarejo com o suco da romã.</p>
<p style="text-align: justify;">Teníase &#8211; Tomar um copo pequeno de decocto da casca antes de dormir.<br />
O chá feito com as folhas de romã é usado na medicina contra irritação nos olhos, e o chá produzido com as cascas dos frutos, para tratamento, na forma de gargarejo, de infecções de garganta. Esse mesmo chá é utilizado no combate às helmintoses. Em diarréias e desinterias crônicas, o chá das cascas da raiz da romãzeira é freqüentemente usado em combinação com tintura de ópio2.</p>
<p style="text-align: justify;">As cascas das raízes da romãzeira contém cerca de 0,6 a 0,7 % de alcalóides. Os mais importantes são a peletierina (1) e a pseudo-peletierina (2).<br />
Esses alcalóides são os responsáveis pelas propriedades tenífugas da romã.<br />
A peletierina é o componente responsável pela atividade das cascas das raízes da romazeira contra platelmintos3 .</p>
<p style="text-align: justify;">O pericarpo da fruta, do qual isolou-se taninos elágicos, é dotado de atividade antimicrobiana contra Staphylococcus aureus, Clostridium perfinges e contra o vírus Herpes simplex II, responsável pela manifestação do herpes genital.<br />
A comprovação destas atividades fornece validade ao uso popular do chá de romã no tratamento das infecções da boca e garganta.</p>
<p style="text-align: justify;">As cascas do fruto são ricas em taninos elágicos e derivados de ácido gálico, flavonóides glicosilados, antocianinas, dentre outros compostos. Das sementes do fruto da romã foi isolado o ácido punícico (9-Z,11-Z,13-E- octadecatrienóico).</p>
<h4 style="text-align: justify;">Romã vermelha e amarela</h4>
<p style="text-align: justify;">Podemos encontrar dois tipos de romã, a vermelha e a amarela; ambas são originárias do Vale do São Francisco, a primeira é uma variedade canadense, enquanto que a segunda é nacional. Analisando-se visualmente a fruta, percebe-se na vermelha menor quantidade de sementes, casca mais fina e o mesocarpo (parte carnosa entre a casca e as sementes) maior. Já a amarela tem maior quantidade de sementes, apresenta casca mais grossa e mesocarpo mais fino. O formato dos lóculos (“bolsas”, onde estão armazenadas as sementes) também são diferentes, como podemos observar nas fotos. No sabor, parece não haver diferença.</p>
<p style="text-align: justify;">Protege o coração, abaixa o nível de colesterol; A casca da raiz é usada nas verminoses, por exemplo solitária. Para o fruto é usado no caso de bolhas, cólica intestinal, corrimento (leucorréia), diarréia, difteria, digestão difícil, disenteria, furúnculo, enfermidades na garganta, dores de garganta, gastrite, gengivite, gonorréia, hemorragia uterina, pus, menstruações difíceis, rouquidão, sapinho.</p>
<p style="text-align: justify;">O fruto é consumido fresco e o suco feito com as sementes é utilizado na fabricação do xarope granadina, usado em condimentos e licores. Como a casca contém 30% de tanino, pode ser usada para curtir couro. Tem propriedades terapêuticas e é usada na medicina popular.</p>
<p style="text-align: justify;"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-4984 alignleft" src="https://ahau.org/wp-content/uploads/2012/02/roma.jpg" alt="romã" width="380" height="190" srcset="https://ahau.org/wp-content/uploads/2012/02/roma.jpg 318w, https://ahau.org/wp-content/uploads/2012/02/roma-300x150.jpg 300w" sizes="(max-width: 380px) 100vw, 380px" />A romã é uma fruta oxidante, mineralizante e refrescante.<br />
O consumo de suco de romã ajuda a combater o câncer de próstata e a reduzir as células da doença, segundo um estudo publicado na revista Clinical Cancer Research. (Segundo o professor do Departamento de Urologia da Universidade da Califórnia e autor do estudo, Allan Pantuck &#8211; juin 2006). Remédio milenar, o uso da romã é consagrado cientificamente. Já está comprovada a eficácia da romã como antibiótico natural.</p>
<p style="text-align: justify;">Tem como princípios ativos: manita, ácido gálico, pelieterina, isopelieterina, grenadina, puricina e tanino.</p>
<h4 style="text-align: justify;">A romã é rica em vitamina A, ajudando a manter a pele bonita e saudável e ajuda a visão.</h4>
<p style="text-align: justify;">Segundo especialistas, a ingestão frequente de sumo de romã reduz até 30% os riscos de ocorrência de enfarte. Mas há mais benefícios para espremer. Possui propriedades úteis no combate a doenças cardíacas e envelhecimento. Sua casca fervida em água, o líquido apurado serve para gargarejo em casos de infecções na garganta. (Texto: Pedro Lôbo do Vale &#8211; médico).</p>
<p style="text-align: justify;">A romã foi utilizada como “antibiótico natural” no tratamento de amigdalites, faringites e outras afecções da cavidade orofaríngea. As infusões obtidas a partir da casca eram empregues para tratamento de diarreias; as das raízes e troncos como vermífugas (eliminação de vermes intestinais, como a tênia) e as das sementes no tratamento de afecções oculares como a conjuntivite. Das suas sementes é também obtido um óleo com propriedades antibióticas e antiinflamatórias, considerado como tônico para o sistema neuromuscular.</p>
<p style="text-align: justify;">Vários estudos clínicos permitiram concluir que o consumo de sumo e extratos obtidos da polpa e casca de romã permitem reduzir o risco de desenvolvimento de doença coronária, uma vez que a ação dos seus constituintes impede a oxidação das moléculas de LDL e previne o desenvolvimento de aterosclerose. As últimas pesquisas sugerem ainda a sua eficácia no combate à hiperplasia benigna e ao cancro da próstata e na redução do risco de desenvolvimento de osteoartrite. As sementes de romã, contidas no interior dos pequenos bagos vermelhos, apresentam propriedades fitoestrogénicas úteis na regulação de algumas alterações hormonais e no alívio dos sintomas associados à menopausa.</p>
<p style="text-align: justify;">Devido às propriedades anti-microbianas do suco, o seu extrato está sendo utilizado por alguns ginecologistas no tratamento de casos de leucorréia e até mesmo no combate ao vírus do herpes genital.</p>
<h4>Elevado teor de vitamina C</h4>
<p style="text-align: justify;">É de destacar o seu elevado conteúdo em vitamina C, sendo que cada romã fornece aproximadamente 40% da dose diária recomendada deste nutriente tão essencial quanto benéfico. Também o seu elevado teor em ácido fólico é importante para a saúde cardiovascular, já que este nutriente é essencial para a manutenção de níveis reduzidos de homocisteína, aminoácido que se julga associado ao desenvolvimento precoce de doença coronária.</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com o herbário chinês, o suco de romã aumenta a longevidade. No Brasil, atualmente, um chá à base de casca de romã está sendo utilizado pelos seguidores da medicina alternativa como antibiótico natural.</p>
<p style="text-align: justify;">As propriedades medicinais da romã, até há pouco tempo, eram conhecidas apenas pelos interessados em mitologia ou em medicina chinesa antiga. De acordo com o herbário chinês, o suco de romã aumenta a longevidade. No Brasil, atualmente, um chá à base de casca de romã está sendo utilizado pelos seguidores da medicina alternativa como antibiótico natural.</p>
<p style="text-align: justify;">A romã, cujas sementes e gosto meio ácido sempre foram apreciados como <a href="https://ahau.org/dieta-do-tipo-sanguineo-ab/">fruta</a>, vem sendo, agora, considerada também uma moderna fonte medicinal. Cultivada na região do Mediterrâneo, Israel é um de seus grandes produtores, respondendo pela produção anual de três mil toneladas. Atualmente, dois estudiosos israelenses realizam pesquisas sobre tratamentos e produtos derivados da fruta.</p>
<h4>O pesquisador e médico Dr. Michael Aviram</h4>
<p style="text-align: justify;">O dr. Michael Aviram está desenvolvendo sua pesquisa no Lipid Research Laboratory, do Ramban Medical Center, em Haifa, utilizando o suco de romã para combater o colesterol e os problemas cardíacos. Já Efraim Lansky realiza suas pesquisas na Rimonest, companhia fundada pelo Instituto Tecnológico de Israel – Technion, partindo da premissa de que o suco, a polpa e a casca da romã contêm propriedades que além de reduzir o colesterol, retardam o envelhecimento e talvez até levem à cura do câncer e da Aids.</p>
<p style="text-align: justify;">Aviram, é bioquímico no Technion. Ele dedicou os últimos vinte anos pesquisando formas de evitar ou eliminar os depósitos de colesterol nas artérias, o que causa arteriosclerose, distúrbios cardíacos e enfarte do miocárdio. Buscando antioxidantes naturais, o dr. Aviram testou vinte produtos diferentes antes da romã. Descobriu que o suco da fruta contém um poderoso antioxidante, um tipo de flavonóide mais eficiente na prevenção de problemas cardíacos do que o existente no tomate e no vinho tinto.<br />
Ele tem administrado o suco a seus pacientes com estenose nas artérias carótidas, isto é, um estreitamento nas artérias que levam o sangue ao cérebro, e os resultados foram rápidos e impressionantes. “Tenho visto melhoras desde o primeiro mês de tratamento”, afirmou Aviram.</p>
<p style="text-align: justify;">O médico relata, em detalhes, a sua pesquisa, com a segurança adquirida ao longo de anos de experiência em um hospital de renomada reputação, doze diplomas e vários certificados. Conta que muitos pacientes de alto risco, sérios candidatos a implantes de ponte safena, conseguiram evitar a cirurgia apenas com o suco da romã. A única queixa que ouviu de alguns foi sobre a acidez da fruta. Atualmente Aviram está envolvido no projeto para isolar os flavonóides e transformá-los em pílulas.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Efraim Lansky</h4>
<p style="text-align: justify;">É o principal acionista e chefe da Divisão de Pesquisas da Rimonest, formado pela Universidade da Pensilvânia, com doutorado em psicologia e biologia, além de especialização em acupuntura e homeopatia. Afirma não estar interessado apenas no suco da romã, mas na fruta como um todo. Está fabricando o que denominou de “cardiogranado”, um suco concentrado que, segundo ele, ajuda a baixar o nível de colesterol. E, em breve, lançará também uma nova linha de cosméticos &#8211; cremes anti-envelhecimento, óleos para massagem e máscaras &#8211; usando estrógeno extraído da semente e da casca da romã. Em sua clínica homeopática, tem receitado o suco de romã em casos de febre e, em mulheres pós-menopáusicas, na prevenção de problemas cardíacos e osteoporose.</p>
<h4 style="text-align: justify;">O Dr. Lansky</h4>
<p style="text-align: justify;">Acredita que esse seja um grande projeto farmacêutico, com inúmeras possibilidades, entre as quais, a cura do câncer de próstata, da leucemia, do herpes e até da Aids. Segundo o estudioso, a aplicação de vinho e óleo da semente nas células de certos tipos de câncer interrompe a reprodução das mesmas, evitando que a doença se espalhe. Lansky pretende iniciar, proximamente, mais uma fase da pesquisa, usando camundongos. Ao falar sobre os atuais rumos da indústria farmacêutica, de modo geral, o estudioso adverte que as pressões econômicas podem levar grande parte das empresas a interromper suas pesquisas. “Quem assistiu o filme ‘O homem do terno branco’, uma comédia inglesa estrelada por Alec Guinness, deve lembrar-se da história do homem que inventa um terno branco que não mancha e nem rasga e, por isso, a indústria têxtil quer matá-lo”, comenta, com ironia.</p>
<p style="text-align: justify;">Enquanto Lansky refere-se à sua <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Romã">fruta predileta</a> como uma espécie de “remédio milagroso”, Aviram é mais cauteloso ao afirmar que: “&#8230;não acredito que uma fruta faça tudo isso. Não há frutas milagrosas”. Referindo-se à pesquisa de Lansky, Aviram diz que a hora da verdade será quando o teste for feito em seres humanos. “É muito difícil dizer que este ou aquele trabalho será eficiente contra o câncer se seus resultados foram apenas analisados em provetas ou células”;</p>
<p style="text-align: justify;">No entanto, Lansky está confiante e, para ilustrar, lembra a “Doutrina das Assinaturas”, “uma antiga referência de que o Criador teria deixado uma assinatura sobre as plantas, esclarecendo suas finalidades terapêuticas”. Diz isto, segurando uma romã em uma mão e abrindo, com a outra, um livro de medicina.</p>
<p style="text-align: justify;">Bibliografia:Baseado em artigo de Avigail Schwartz, no Jerusalem Report,</p>
<p style="text-align: justify;"><p>The post <a href="https://ahau.org/roma/">Romã, maravilhosa.</a> first appeared on <a href="https://ahau.org">Instituto Ahau - Terapeutas Especializados</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Propolis brasileira é a melhor e a mais rica do mundo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luiz Terapeuta]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Feb 2012 00:44:35 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong>Por que as abelhas não adoecem?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A palavra própolis vem da junção dos termos &#8220;pró&#8221;, que significa antes, e &#8220;pólis&#8221;, que quer dizer cidade. A terminologia grega, &#8220;antes da cidade&#8221;, remete ao principal papel desempenhado pela própolis: proteger a colmeia.</p>
<p style="text-align: justify;">Graças a ela, as abelhas não adoecem e suas &#8220;casas&#8221; permanecem sempre à temperatura ideal e livres de micro-organismos e insetos invasores. Qualquer pequeno animal que tentar invadir a colmeia é embalsamado.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Propriedades da própolis</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Isso se deve às muitas propriedades da própolis. Produzida pelas abelhas a partir de material extraído de plantas e flores, ela é uma resina constituída de cera e mais de 400 componentes químicos. São, entre outros, álcoois, vitaminas, minerais e principalmente flavonoides e flavonas, que inibem o crescimento de micro-organismos.</p>
<p style="text-align: justify;">Com tantos elementos, a própolis pode ser considerada um verdadeiro coquetel de benefícios. Entre outras propriedades, tem ações anti-inflamatória, antifúngica, antibacteriana, cicatrizante e anestésica.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Própolis para doenças bucais</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Atentos às aplicações da resina na natureza, pesquisadores se interessaram em investigar seu uso em favor do homem. Um grupo da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) estuda o assunto desde 1996 e hoje é referência mundial no uso da própolis em tratamentos de doenças bucais. São professores e estudantes das áreas de odontologia, biologia e química, coordenados pelo pesquisador e presidente da Sociedade Brasileira de Apiterapia (SBA), Vagner Rodrigues Santos.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Contra micoses e sapinho</strong></p>
<p style="text-align: justify;">As pesquisas começaram com o incentivo do professor Arnaldo Garrocho, na época professor da Faculdade de Odontologia da UFMG. Ele chamou a atenção para a eficácia do extrato de propolis no tratamento de micoses nos dedos dos pés. Foi então que uma aluna de odontologia resolveu testar o produto contra micro-organismos que vivem na boca, principalmente o fungo conhecido como Candida albicans, responsável pela candidose, o popular &#8220;sapinho&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">É uma doença conhecida principalmente por ser comum em recém-nascidos, idosos e pacientes com comprometimento da defesa imunológica, como portadores do vírus da AIDS e transplantados de medula óssea. Foram testadas, em laboratório, 14 amostras de própolis encontradas no mercado de Belo Horizonte e sua eficácia contra micro-organismos presentes na boca. Os resultados foram positivos e os estudiosos partiram para pesquisas com pacientes.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Própolis verde</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A própolis verde, produzida a partir do alecrim do campo, é a mais comum no Brasil Com a parceria da farmácia de manipulação Pharmanéctar, que fornece a própolis bruta e participa de algumas pesquisas, o grupo desenvolveu um gel à base da resina para prevenção e tratamento da mucosite (inflamação da mucosa). O gel lubrifica a cavidade bucal levando mais conforto aos pacientes.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo explica Vagner Santos, para ter boa eficácia, a própolis precisa ser diluída em álcool, o que, no entanto, pode gerar alterações na mucosa do paciente, além de provocar ardor na aplicação. &#8220;Pensamos em algo que traga mais conforto e desenvolvemos o gel. Ele tem água e uma substância emoliente que, misturados à própolis, não alteram suas propriedades&#8221;, esclarece.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Tratamento da candidose</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O novo produto passou a ser testado em pacientes da Clínica da Faculdade de Odontologia da UFMG. Para a pesquisa, de 2002 a 2006, foram tratados e acompanhados cerca de 30 pacientes portadores de candidose associada ao uso de dentadura. Santos explica que a candidose associada à prótese, também conhecida como estomatite protética, é uma infecção, na maioria das vezes, sem sintomas evidentes e, se não tratada, pode levar a infecções. É caracterizada por lesões vermelhas, brilhantes e indolores. Quando o paciente faz uso de dentadura, normalmente surge entre os limites da prótese e da boca.</p>
<p style="text-align: justify;">Os pacientes foram divididos em dois grupos. Um deles recebeu tratamento com nistatina, antifúngico de uso habitual, e o outro com gel de própolis aplicado três vezes ao dia, durante dez dias. &#8220;No final desse período, observamos que os pacientes que utilizaram própolis apresentaram resultado melhor ou igual ao dos que usaram nistatina&#8221;, diz Santos.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Própolis contra cáries</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O pesquisador Vagner Santos estuda os diversos tipos de propólis há mais de 10 anos Outra pesquisa avaliou a atuação da própolis contra micro-organismos causadores da cárie. A principal vilã, nesse caso, é a bactéria Streptococcos mutans que, em pessoas com alta suscetibilidade à doença, pode chegar à concentração de 1 bilhão/ml de saliva.</p>
<p style="text-align: justify;">Os testes foram feitos com 60 pacientes, acompanhados de 2003 a 2005. Após escovação com o gel durante 15 ou 20 dias, os resultados apontaram uma diminuição drástica dos micro-organismos na boca. Em alguns casos, a redução foi de 1 bilhão para 100 mil bactérias por ml de saliva.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Contra a boca seca</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Hoje, o gel é testado em pacientes portadores de câncer que recebem irradiação na área da cabeça e do pescoço, encaminhados do Hospital das Clínicas para a Clínica de Odontologia da UFMG. Segundo explica Santos, a irradiação provoca xerostomia (boca seca), devido a alterações nas glândulas salivares, que diminuem a produção de saliva, levando à mucosite e à candidose. &#8220;É uma lesão incômoda e pode formar úlceras, dificultando a ingestão de alimentos, provocando incômodo, dor e mal estar&#8221;, descreve o pesquisador.</p>
<p style="text-align: justify;">Com a aplicação do gel desde os dias que antecedem até os que sucedem o tratamento com irradiação, o paciente não desenvolve a candidose e conta com uma proteção extra. Atualmente, não há produto específico para esse tipo de tratamento e aqueles que podem ser utilizados não têm o mesmo efeito. &#8220;O gel é antimicótico, antibacteriano, anti-inflamatório, analgésico, traz conforto e lubrifica a boca seca&#8221;, diz.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Outras aplicações da própolis</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Mas não só contra a candidose serve a própolis. Na área odontológica são muitas as doenças que podem ser tratadas com esse medicamento natural. Ela combate, principalmente, lesões de origem bacteriana e fúngica. Algumas delas são a gengivite, a periodontite, a cárie e as bolsas periodontais, sendo essas duas últimas as maiores causas de perda dentária no mundo. A bolsa periodontal se desenvolve a partir do acúmulo de micro-organismos (placa dental) que agridem a gengiva, provocando a gengivite. Se não for tratada, a doença evolui para a periodontite, com a destruição do osso e a formação de uma bolsa. Conforme destaca Santos, com o gel de própolis, em um mês, a bolsa já foi destruída e a gengiva volta ao normal.</p>
<p style="text-align: justify;">A própolis é ainda uma boa arma contra herpes labial, acelerando o processo de cicatrização. &#8220;Se o normal seria de sete a dez dias, a própolis faz a lesão desaparecer com cinco&#8221;, diz o pesquisador. A resina também traz bons resultados quando aplicada em aftas. &#8220;Ela provoca contração das terminações nervosas e vasos sanguíneos. Dói bastante, mas depois dá alívio imediato e a cura é rápida&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">A própolis vermelha, descoberta em 2005 na Paraíba, é foco de pesquisas sobre o cancêr</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Novos produtos de própolis</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Com o bom desempenho do gel, a equipe da UFMG pretende desenvolver novos produtos à base da própolis. &#8220;Pesquisadores de outras áreas estão nos procurando para tentarmos desenvolver produtos em parceria&#8221;, conta Santos. Segundo ele, a ideia é criar um medicamento que associe um ou dois tipos de própolis à outra planta medicinal, a fim de que um potencialize o outro.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Se encontrarmos duas substâncias com princípios ativos que interagem será ainda melhor&#8221;, diz. O pesquisador adianta que, em breve, terá início um projeto que inclui a fabricação de enxaguantes bucais, cremes e géis que possam ser utilizados em lesões de mucosas e vernizes cavitários (usados para proteger a cavidade dentária antes da remoção da cárie) e substâncias para o tratamento de canais.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Enxaguante bucal com própolis</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Já está em andamento uma pesquisa que vai desenvolver e testar um enxaguante bucal à base de própolis, seguindo todas as normas da American Dental Association (ADA). Serão seis meses de experimentos com pacientes que usarão diariamente o enxaguante de própolis, comparado ao grupo que usará um enxaguante conhecido no mercado.</p>
<p style="text-align: justify;">Conforme observa o professor, a maior dificuldade da pesquisa clínica é que muitas pessoas interrompem ou não seguem o tratamento corretamente, o que pode gerar falsos positivos ou falsos negativos. Uma das razões da indisciplina dos pacientes é o sabor desagradável da própolis. Para amenizar o problema, os pesquisadores já procuram fazer produtos associados a aromas como menta e hortelã.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Biovidro</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Além dos novos produtos, duas outras pesquisas pretendem avaliar diferentes aplicações da própolis na odontologia. Uma delas vai associar a resina natural ao biovidro, formado por pequenas partículas que podem ser colocadas no tecido humano, principalmente em casos de enxerto ósseo. Esse estudo está sendo feito em parceria com o professor Walison Artuso, da Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri (UFVJM).</p>
<p style="text-align: justify;">Quando o paciente precisa de um implante dentário, mas teve perda óssea, há necessidade de enxerto na região. Algumas vezes, é necessário retirar material de outra parte do corpo, como do osso ilíaco, na região pélvica, o que é um procedimento doloroso. O biovidro colocado no corte cirúrgico poderá estimular a formação do osso e, associado à própolis, pode oferecer recuperação mais rápida e confortável. De acordo com o pesquisador, em breve, o projeto será submetido à FAPEMIG.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Resina de dentaduras</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Outra pesquisa pretende associar a própolis à resina de dentaduras. Segundo explica Santos, é comum que, por razões estéticas, pessoas que precisam extrair todos os dentes queiram colocar a prótese no mesmo dia. Chamada de prótese imediata, ela é adaptada ao paciente imediatamente após a remoção dos dentes. Nesse caso, há grande risco de inflamação, pois a dentadura é colocada sobre uma ferida cirúrgica.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Fizemos o teste que apontou que a própolis associada à resina mantém suas propriedades. Assim, ela pode evitar o crescimento de micro-organismos e uma inflamação. Em breve, começaremos a trabalhar com camundongos para verificar se haverá uma resposta biocompatível com o tecido&#8221;, diz.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Medicamento natural e barato</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Para Vagner Santos, uma das grandes vantagens da própolis é o baixo custo. Segundo ele, mesmo se o medicamento for feito em cápsulas, o custo sai abaixo dos tratamentos convencionais. &#8220;Por exemplo, se um paciente tem mucosite ou candidose, ele precisa tomar cerca de 40 comprimidos de cetoconazol, o que fica em torno de R$ 400. As propriedades da própolis aliadas à preço são uma grande vantagem&#8221;, comenta. Comparada a outros antibióticos, a própolis também sai na frente.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Como ela é formada por muitos componentes químicos que podem fazer efeito antibiótico sinergicamente, é muito mais difícil um micro-organismo ficar resistente a ela. Fizemos um trabalho que indicou que, quando separamos esses componentes, os resultados não são tão bons como quando estão todos reunidos&#8221;, destaca Santos.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Antibiótico e antifúngico</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Diante de todos os benefícios, o professor chama atenção para os cuidados no uso da própolis. &#8220;É um medicamento natural, mas não pode ser usado de qualquer jeito. É um antibiótico e um antifúngico potente e, por isso, não deve ser aplicado de maneira indiscriminada. É importante que saibamos utilizá-lo com rigor dentro das normas que qualquer medicamento exige. Hoje, a grande maioria dos produtos farmacêuticos veio de produtos naturais que foram aperfeiçoados e tiveram seus princípios ativos isolados e desenvolvidos para terem maior eficácia&#8221;, alerta.</p>
<p style="text-align: justify;">O pesquisador também atenta para a escolha da própolis. Ele diz que é importante comprar o produto em estabelecimentos que façam o controle de qualidade e que garantam a boa origem. &#8220;Se a abelha retira material de uma planta que recebeu inseticida ou está em ambiente poluído, ela vai levar isso para a própolis e, se ela vem com sujeira, poluentes ou grão de pólen, pode causar alergia.&#8221;, destaca Santos.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Tipos de própolis</strong></p>
<p style="text-align: justify;">As propriedades e a qualidade da própolis variam de acordo com a planta de onde as abelhas retiram o material para sua fabricação. Na Europa, ela é extraída principalmente de pinheiros e savanas. A própolis brasileira é hoje a melhor e a mais rica do mundo. O país também é o maior produtor mundial da resina. Um estudo desenvolvido na Universidade de Campinas classificou a própolis brasileira em 13 tipos, que variam conforme a cor, a composição e a consistência.</p>
<p style="text-align: justify;">A mais comum é a própolis verde, originada do alecrim do campo (Baccharis dracunculifolia), que tem diversas propriedades terapêuticas, entre as quais se destacam a anti-inflamatória e a antimicrobiana. A própolis de Copaíba (Copaifera landesdorffi) tem aspecto marrom escuro, quase negro. Em meados de 2005, foi descoberta, no litoral da Paraíba, a própolis vermelha, originada do marmeleiro da praia (Dalbergia ecastophyllum), que tem causado entusiasmo nos pesquisadores. Ao que tudo indica ela é bem mais forte que as demais e tem excelente atuação sobre células cancerosas.</p>
<p style="text-align: justify;">Pesquisadores do mundo inteiro, especialmente japoneses, têm se debruçado em torno de pesquisas sobre a propolis brasileira e seus benefícios à saúde do homem.</p>
<p style="text-align: justify;">Por: Ariadne Lima &#8211; Fapemig</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: http://www.diariodasaude.com.br/news.php?article=propolis-brasileira-melhor-mais-rica-mundo&amp;id=4231</p><p>The post <a href="https://ahau.org/propolis-brasileira-e-a-melhor-e-a-mais-rica-do-mundo/">Propolis brasileira é a melhor e a mais rica do mundo</a> first appeared on <a href="https://ahau.org">Instituto Ahau - Terapeutas Especializados</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Vitaminas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luiz Terapeuta]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Feb 2012 00:59:59 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">As Vitaminas são compostos orgânicos necessários, em pequenas quantidades, para favorecer o crescimento, manter a vida e a capacidade de reprodução do ser humano. Estas substâncias orgânicas são imprescindíveis nos processos metabólicos que têm lugar na nutrição dos seres vivos. Não fornecem energia, posto que não se utilizam como combustível, mas sem elas o organismo não é capaz de aproveitar os elementos construtivos e energéticos que lhe são fornecidos pela alimentação. Normalmente utilizam-se no interior das células como precursoras das coenzimas, a partir das quais se elaboram os milhares de enzimas que regulam as reações químicas, das quais as células vivem.</p>
<p style="text-align: justify;">Enquanto as plantas podem sintetizar todas as vitaminas de que necessitam, o homem precisa extrair a sua grande maioria do regime alimentar, posto que o corpo humano não pode sintetizá-las.. A maior parte dos alimentos, tal como os oferece a natureza, constituem fontes mais ou menos ricas de vitaminas. Por isso, num regime alimentar variado, obtêm-se, dos distintos alimentos, os teores de vitaminas necessários.</p>
<h4>Onde encontrar</h4>
<p style="text-align: justify;">Existem duas maneiras naturais de se obterem as vitaminas de que necessitamos: a 1ª. e a mais desejável de todas consiste em consumir os vegetais que as sintetizam diretamente, a partir dos elementos simples (CO2, água, sais minerais); a 2ª. – plena de inconvenientes – é comendo carne ou fígado de animais alimentados com vegetais.</p>
<p style="text-align: justify;">As folhas verdes das plantas são os laboratórios onde se elaboram e concentram a maioria das vitaminas. As sementes, como as leguminosas, nozes, avelãs ou cereais são igualmente bastante ricas em vitaminas; as raízes e as frutas são-no um pouco menos, ainda que existam notáveis excepções (os citrinos). As vitaminas, não só se distribuem de forma desigual nas frutas e nas verduras, como, além disso, o seu teor pode variar segundo a natureza do solo em que se desenvolveram, o grau de amadurecimento no momento da colheita, e as condições de armazenamento, de transporte, e de cocção (no caso das verduras).</p>
<p style="text-align: justify;">Existem 13 vitaminas essenciais para o crescimento normal, desenvolvimento e manutenção do organismo humano. Com excepção da vitamina D, que se pode sintetizar na pele (mediante a exposição ao sol de 10 a 30 minutos por dia), a biotina, o ácido pantoténico, o ácido fólico, K, B1, B12 (que podem fabricar-se em pequenas quantidades pelas bactérias – flora intestinal – que colonizam o nosso intestino), todas as outras vitaminas devem ingerir-se na dieta.</p>
<h4>Dieta equilibrada</h4>
<p style="text-align: justify;">Só com uma dieta equilibrada e abundante em produtos frescos e naturais, podemos dispor de todas as vitaminas necessárias, não havendo vantagem em recorrer aos desnecessários (e muitas vezes inconvenientes) &#8220;reforços&#8221; adicionais na forma de «suplementos», tantas vezes mais &#8220;pseudo–naturais&#8221;, do que naturais (até porque &#8220;natural&#8221; é aquilo que a natureza fornece diretamente). Devemos também ter sempre em conta que as vitaminas sintéticas não podem substituir as orgânicas, quer dizer, as contidas nos alimentos ou extraídas de produtos naturais (leveduras, gérmen de trigo, etc.). Ainda que as moléculas das vitaminas de síntese tenham os mesmos elementos estruturais que as orgânicas, não têm a mesma configuração espacial (dimensional), pelo que estão alteradas as suas propriedades.</p>
<p style="text-align: justify;">Um aumento das necessidades biológicas requer um incremento destas substâncias, como sucede em determinadas etapas da vida – a infância, a gravidez, a lactação e durante a terceira idade. O consumo de tabaco, álcool ou drogas em geral provoca um maior gasto de algumas vitaminas, pelo que nestes casos pode ser necessário um fornecimento maior.</p>
<p style="text-align: justify;">As vitaminas podem-se classificar em dois grupos, segundo a maneira como o corpo as absorve. As vitaminas A, D, E, e K são lipo–solúveis. Absorvem-se com a ajuda dos óleos e das gorduras, e armazenam-se no tecido adiposo ou gordura corporal. As 8 vitaminas do grupo B e a C são hidro–solúveis, não necessitando de gordura para a sua absorção, porque se dissolvem na água, e diversas quantidades podem armazenar-se no organismo durante um determinado período de tempo (semanas e inclusive meses), mas com menor regularidade. Pela incerteza, é necessário consumir constantemente alimentos que as forneçam.</p>
<p style="text-align: justify;">Estudaremos as características gerais de cada grupo e os principais riscos que pode acarretar a carência das vitaminas mais importantes. Neste estudo incluir-se-ão quadros com os alimentos mais ricos em cada vitamina e a quantidade diária aconselhável, segundo as RDA – NRC – USA (Rações Dietéticas Recomendadas pelo Conselho Nacional de Investigação dos Estados Unidos). Também será incluída uma tabela com as exigências diárias mínimas das mais importantes vitaminas nas diferentes etapas e situações da vida, segundo as mesmas recomendações.</p>
<h4 style="text-align: justify;" align="center">Vitaminas Hidro–Solúveis</h4>
<p style="text-align: justify;">Pertencem à classificação de &#8220;hidro-solúveis&#8221; as Vitamina B1 (tiamina), B2 (riboflavina), B3 Vitamina B5 (ácido pantoténico), B6 (piridoxina), H (biotina), B9 (ácido fólico), B12 (piridoxina) e C (ácido ascórbico).</p>
<p style="text-align: justify;">As vitaminas hidro–solúveis, ainda que tenham propriedades diferenciadas, estão intimamente ligadas entre si pelas reações celulares onde estão implicadas. Estas vitaminas caracterizam-se por se dissolverem na água, pelo que podem passar para a água da lavagem ou da cocção dos alimentos. Muitos alimentos ricos neste tipo de vitaminas não nos fornecem, depois de preparados, a mesma quantidade que continham inicialmente. Para aproveitar e recuperar parte destas vitaminas (algumas destroem-se com o calor) pode-se preparar caldos ou sopas com a água da cocção das verduras.</p>
<p style="text-align: justify;">Contrariamente às vitaminas lipo–solúveis, é mais raro ou nulo o seu armazenamento no organismo. Isto obriga a que se forneçam regularmente, e só se pode prescindir delas durante alguns dias.</p>
<p style="text-align: justify;">O excesso de vitaminas hidro–solúveis excreta-se pela urina, pelo que não têm efeito tóxico, por muito elevado que seja o seu consumo.</p>
<h4 style="text-align: justify;" align="center">Vitaminas Lipo–Solúveis</h4>
<p style="text-align: justify;">Estão classificadas como vitaminas lipo–solúveis as Vitaminas A (retinol), D (calciferol), E (tocoferol), K (anti–hemorrágica) e F (ácidos gordos essenciais).</p>
<p style="text-align: justify;">As vitaminas lipo–solúveis são as que se diluem em dissolventes orgânicos, gorduras e óleos. Armazenam-se no fígado e tecidos adiposos, pelo que é possível, após um aprovisionamento suficiente, subsistir durante algum tempo sem o seu fornecimento.</p>
<p style="text-align: justify;">Se as quantidades recomendadas se excedem (se são ultrapassadas em mais de 10 vezes) podem tornar-se tóxicas. Isto pode ocorrer sobretudo aos desportistas que, mesmo mantendo uma dieta equilibrada, têm a tendência de recorrer a suplementos vitamínicos em doses elevadas, com a ideia de que assim podem aumentar o seu rendimento físico. Isto é totalmente falso, tal como o é a crença de que as crianças crescem mais quanto mais vitaminas os façamos tomar.</p>
<p style="text-align: justify;">O grupo das vitaminas lipo–solúveis encontra-se geralmente associado aos alimentos gordos: manteiga, nata, óleos vegetais, gorduras, e também em folhas de hortaliças verdes.</p>
<p style="text-align: justify;">As vitaminas lipo–solúveis têm algumas propriedades comuns:</p>
<p style="text-align: justify;">São mais estáveis ao calor do que as vitaminas hidro–solúveis e resistem melhor à ação e aos tratamentos industriais;</p>
<p style="text-align: justify;">Ao absorverem-se ao mesmo tempo que os lípidos, tudo o que interfira na absorção das gorduras terá como resultado uma pior utilização destas vitaminas;</p>
<p style="text-align: justify;">Como não são solúveis na água, estas vitaminas não serão excretadas pela urina. Manter-se-ão em reserva no organismo, principalmente no fígado, pelo que os sintomas de carência tardarão muito a manifestar-se. Devido ao facto de se manterem reserva no organismo, ingeridas em excesso podem ser tóxicas, especialmente as vitamina A e D.</p>
<p style="text-align: justify;">Actuam sobre o crescimento, a visão, os tecidos epiteliais, o desenvolvimento ósseo, como antioxidantes e na coagulação sanguínea.</p>
<h4 style="text-align: justify;" align="center">Falsas Vitaminas ou Vitaminóides</h4>
<p style="text-align: justify;">Designam-se por falsas vitaminas ou vitaminóides às substâncias que exercem uma ação similar à das vitaminas, mas com a diferença de que o organismo as sintetiza por si mesmo. Entre elas temos o inositol, a colina e o ácido fólico.</p>
<h4 style="text-align: justify;" align="center">Inositol</h4>
<p style="text-align: justify;">Pertence ao complexo B e está intimamente unida à colina e à biotina. Forma parte dos tecidos de todos os seres vivos: nos animais faz parte dos fosfolípidos, e nas plantas como ácido fítico, unido ao ferro e ao cálcio num complexo insolúvel de difícil absorção.</p>
<p style="text-align: justify;">O inositol intervém na formação da lecitina, que se usa para transportar as gorduras do fígado para as células, pelo que é imprescindível no metabolismo das gorduras e ajuda a reduzir o colesterol sanguíneo.</p>
<p style="text-align: justify;">Não está determinado o consumo mínima necessária, mas considera-se que a dose ideal se encontra entre os 50 e os 500 mg. Por dia.</p>
<h4 style="text-align: justify;" align="center">Colina</h4>
<p style="text-align: justify;">Também se pode considerar um componente do grupo B. Atua conjuntamente com o inositol na formação de lecitina, que tem importantes funções no sistema lipídico. A colina sintetiza-se no intestino delgado por meio da interação da vitamina B12 e do ácido fólico com o aminoácido metionina, pelo que um consumo insuficiente de qualquer destas substâncias pode provocar a sua carência. Também se pode produzir uma deficiência de colina se não consumimos suficientes fosfolípidos ou se consumimos álcool em grandes quantidades.</p>
<p style="text-align: justify;">As doses recomendadas estão entre os 100 e os 500 mg. Por dia.</p>
<h4 style="text-align: justify;" align="center">Acido fólico</h4>
<p style="text-align: justify;">Já foi indicado no grupo das vitaminas lipo–solúveis.</p>
<h4 style="text-align: justify;" align="center">Retinol, Vitamina A</h4>
<p style="text-align: justify;">A vitamina A encontra-se na natureza sob diferentes formas, mas só está presente propriamente como «vitamina A» nos alimentos de origem animal, ainda que nos vegetais se encontre como pro–vitamina A, na forma de carotenos. Os vegetais representam a única fonte de pro–vitamina A disponível. São uns pigmentos alaranjados, denominados carotenóides que, pelos organismos animais são transformados em vitamina A.</p>
<p style="text-align: justify;">Os diferentes carotenos transformam-se, portanto, em vitamina A, no corpo humano. Esta vitamina armazena-se no fígado em grandes quantidades (o qual se encarrega de a libertar no sangre em função das necessidades), e também no tecido gordo da pele (palmas das mãos e plantas de pés principalmente), pelo que podemos subsistir longos períodos sem o seu consumo. Destrói-se muito facilmente com a luz, com a temperatura elevada e com os utensílios de cozinha de ferro ou cobre. É estável ao calor moderado, mas sensível à oxidação (altera-se ao ar a temperaturas elevadas).</p>
<p style="text-align: justify;">A função principal da vitamina A é a proteção da pele – manutenção dos tecidos epiteliais –, e intervenção no processo de visão, da retina. Também participa na elaboração de enzimas no fígado e de hormonas sexuais e supra–renais. O déficit de vitamina A produz cegueira noturna (perda de visão na escuridão), secura nos olhos (membrana conjuntiva) &#8211; xeroftalmia (não secreção de lágrimas que pode acabar em cegueira total), queratenização da pele e tecidos epiteliais (incluindo boca, garganta, nariz, vias respiratórias&#8230;), e diminuição da resistência a infecções (constipações, gripes, bronquites, anginas, estomatites, etc.). No caso de haver excesso desta vitamina produzem-se também vários transtornos, como alterações ósseas, ou mesmo inflamações e hemorragias em diversos tecidos.</p>
<p style="text-align: justify;">Um consumo de alimentos ricos em vitamina A é imprescindível para o crescimento, e é recomendável em pessoas propensas a padecer de infecções respiratórias (gripes, faringites ou bronquites), problemas oculares (fotofobia, secura ou cegueira noturna) ou com a pele seca e escamosa (inclusive o acne). Esta vitamina é necessária ainda para a conservação do esmalte dental e para a saúde das gengivas, para o bom funcionamento das glândulas sexuais, do útero, da bexiga, das vias urinárias e de todas as mucosas. Esta vitamina, como vimos, armazena-se no fígado.</p>
<p style="text-align: justify;">São fontes gerais de Vitamina A: fígado, manteiga, gema de ovo, margarinas enriquecidas, hortaliças amarelas ou verdes.</p>
<h4 style="text-align: justify;" align="center">Alimentos Ricos em Vitamina A:</h4>
<p style="text-align: justify;">Quantidade recomendada por dia: 800-1000 µg (como retinol)</p>
<p style="text-align: justify;">Vísceras de animais                5800</p>
<p style="text-align: justify;">Azedas                                         2100</p>
<p style="text-align: justify;">Cenouras                                    2000</p>
<p style="text-align: justify;">Espinafres (cozidos)                1000</p>
<p style="text-align: justify;">Salsa                                             1160</p>
<p style="text-align: justify;">Manteiga                                       970</p>
<p style="text-align: justify;">Frutos                                            670</p>
<p style="text-align: justify;">Óleo de soja                                 583</p>
<p style="text-align: justify;">Atum fresco ou congelado       450</p>
<p style="text-align: justify;">Queijos                                          240</p>
<p style="text-align: justify;">Ovos                                               220</p>
<p style="text-align: justify;">Tomates, alfaces etc.                  130</p>
<p style="text-align: justify;">Quantidades expressas em µg/100 gr. (equivalentes de retinol).</p>
<h4 style="text-align: justify;" align="center">Vitaminas B</h4>
<p style="text-align: justify;">Vitamina B1 (Tiamina), B2 (Riboflavina), B3 (Niacina), B5 (Ácido Pantoténico), B6 (Piridoxina), B9 (Ácido Fólico) eVitamina B12 (Colabamina)</p>
<p style="text-align: justify;">A tiamina desempenha um papel primordial no metabolismo dos hidratos de carbono, e, por conseguinte, na produção de energia celular. É necessária para que se possam desintegrar os hidratos de carbono e se aproveitem os seus princípios nutritivos.</p>
<p style="text-align: justify;">Os alimentos costumam conter pouca quantidade de tiamina, e esta frequentemente é destruída pela cocção ou pelos tratamentos industriais, devido à sua solubilidade na água.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma carência grave desta vitamina pode ocasionar a beribéri, enfermidade que é frequente em certos países asiáticos, onde o único alimento disponível para os mais pobres é o arroz branco (refinado), e originar membros edematosos, transtornos respiratórios e dores musculares, com morte por paragem cardíaca ou respiratória. Há casos em que não se dá edema, mas impossibilidade de movimento. Se a carência não é tão radical, manifesta-se na forma de transtornos cardiovasculares (braços e pernas &#8220;dormentes&#8221;, palpitações, sensação de opressão no peito, etc.), alterações neurológicas ou psíquicas (cansaço, perda de concentração, irritabilidade ou depressão). A carência desta vitamina produz também falta de apetite, apatia e depressão.</p>
<p style="text-align: justify;">A principal fonte de vitamina B1 (e da maioria das do grupo B) deveriam ser os cereais e grãos integrais, mas o emprego generalizado da farinha branca e cereais refinados deu origem a um certo déficit entre os povos dos países industrializados.</p>
<p style="text-align: justify;">O tabaco e o álcool reduzem a capacidade de assimilação da vitamina B1, pelo que as pessoas que bebem, fumam, ou consomem muito açúcar necessitam de maior quantidade desta vitamina.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Fontes de Vitamina B1:</h4>
<p style="text-align: justify;">1 Cereais completos,</p>
<p style="text-align: justify;">2 Gérmen de trigo,</p>
<p style="text-align: justify;">3 Carne de porco,</p>
<p style="text-align: justify;">4 Leguminosas.</p>
<h4 style="text-align: justify;" align="center">Alimentos Ricos em Vitamina B1 / Tiamina:</h4>
<p style="text-align: justify;">Quantidade recomendada por dia: 1100-1500 µg</p>
<p style="text-align: justify;">Levedura de cerveja (extracto seco) 3100</p>
<p style="text-align: justify;">Ovos completos                                    2500</p>
<p style="text-align: justify;">Amendoins                                             900</p>
<p style="text-align: justify;">Outros frutos secos                              690</p>
<p style="text-align: justify;">Carnes de porco ou de vaca               650</p>
<p style="text-align: justify;">Grãos                                                     480</p>
<p style="text-align: justify;">Lentilhas                                               430</p>
<p style="text-align: justify;">Avelãs e nozes                                      350</p>
<p style="text-align: justify;">Vísceras e despojos cárnicos            310</p>
<p style="text-align: justify;">Alhos                                                    200</p>
<p style="text-align: justify;">Quantidades expressas em µg/100 gr.</p>
<h4 style="text-align: justify;" align="center">Riboflavina, Vitamina B2</h4>
<p style="text-align: justify;">A vitamina B2 faz parte de uma série de enzimas que intervêm no metabolismo dos hidratos de carbono, dos aminoácidos e das gorduras. Está pois também implicada na libertação de energia celular.</p>
<p style="text-align: justify;">A vitamina B2 participa nos processos de respiração celular, desintoxicação hepática, desenvolvimento do embrião e manutenção da envoltura dos nervos. Também ajuda ao crescimento e à reprodução, e melhora o estado da pele, das unhas e do cabelo. Encontra-se principalmente no leite (lactoflavina), nos ovos (ovoflavina), nos rins (renoflavina), em carnes, peixes e alimentos ricos em proteínas, em general.. É estável ao calor mas sensível à luz (por isso é recomendável proteger o leite da luz).</p>
<p style="text-align: justify;">A sua carência manifesta-se na forma de lesões na pele, nas mucosas e nos olhos. Costumam ser deficitários os bebedores ou fumadores crônicos e as pessoas que seguem uma dieta vegetariana estrita (sem ovos nem leite) e não tomam suplementos de levedura de cerveja ou gérmen de trigo.</p>
<p style="text-align: justify;">São fontes gerais desta Vitamina a Carne, o Fígado, as Hortaliças verdes, as Leguminosas, o leite, os ovos e a levedura de cerveja.</p>
<h4 style="text-align: justify;" align="center">Alimentos Ricos em Vitamina B2 / Riboflavina:</h4>
<p style="text-align: justify;">Quantidade recomendada por dia: 1300-1800 µg</p>
<p style="text-align: justify;">Vísceras e despojos cárnicos            3170</p>
<p style="text-align: justify;">Levedura de cerveja                           2070</p>
<p style="text-align: justify;">Gérmen de trigo                                    810</p>
<p style="text-align: justify;">Amêndoas                                               700</p>
<p style="text-align: justify;">Coco                                                          600</p>
<p style="text-align: justify;">Queijos gordos                                        550</p>
<p style="text-align: justify;">Cogumelos                                               440</p>
<p style="text-align: justify;">Milho                                                        380</p>
<p style="text-align: justify;">Queijos curados e semi–curados        370</p>
<p style="text-align: justify;">Farelo                                                        360</p>
<p style="text-align: justify;">Ovos                                                           310</p>
<p style="text-align: justify;">Lentilhas                                                   260</p>
<p style="text-align: justify;">Quantidades expressas em µg/100 gr.</p>
<h4 style="text-align: justify;" align="center">Niacina, Vitamina B3</h4>
<p style="text-align: justify;">Além de ser chamada niacina, é também conhecida por ácido nicotínico, nicotinamida ou vitamina PP. Esta vitamina previne o aparecimento da pelagra, intervém no metabolismo dos hidratos de carbono, das gorduras e das proteínas. Faz parte da coenzima que desempenha um papel essencial nas cadeias de oxidação do organismo.</p>
<p style="text-align: justify;">É elaborada em pequenas Quantidades pelos micro-organismos do intestino grosso. Além disso, 60 mg do aminoácido triptófano tem a mesma atividade que 1 mg de vitamina B3. As pessoas que se alimentam com proteína rica em triptófano (ovos, leite) têm menos necessidade de vitamina B3. É pouco frequente encontrarmo-nos com estados carenciais, porque o nosso organismo é capaz de produzir uma certa quantidade de niacina a partir do triptófano, aminoácido que faz parte de muitas proteínas que tomamos numa alimentação mista. Sem dúvida, só em países do Terceiro Mundo, que se alimentam à base de milho ou de sorgo (muitas vezes em más condições de conservação), aparece a pelagra, enfermidade caracterizada por dermatite, diarreia e demência (os três D da pelagra).</p>
<p style="text-align: justify;">Os preparados à base de niacina não costumam tolerar-se bem, e normalmente produzem vermelhões e ardores na pele.</p>
<p style="text-align: justify;">Fontes: Leguminosas, Sementes, Levedura de Cerveja, Fígado, Carne Magra.</p>
<h4 style="text-align: justify;" align="center">Alimentos Ricos em Vitamina B3 / Niacina:</h4>
<p style="text-align: justify;">Quantidade recomendada por dia: 15-20 mg.</p>
<p style="text-align: justify;">Levedura de cerveja               58</p>
<p style="text-align: justify;">Farelo de trigo                        29,6</p>
<p style="text-align: justify;">Amendoins tostados              16</p>
<p style="text-align: justify;">Fígado de Vitela                      15</p>
<p style="text-align: justify;">Amêndoas                                6,5</p>
<p style="text-align: justify;">Gérmen de trigo                    5,8</p>
<p style="text-align: justify;">Farinha integral de trigo     5,6</p>
<p style="text-align: justify;">Pêssego seco (em tiras)       5,3</p>
<p style="text-align: justify;">Arroz integral                        4,6</p>
<p style="text-align: justify;">Cogumelos                             4,9</p>
<p style="text-align: justify;">Pão de trigo integral            3,9</p>
<p style="text-align: justify;">Quantidades expressas em mg/100 gr.</p>
<h4 style="text-align: justify;" align="center">Ácido Pantotênico, Vitamina B5</h4>
<p style="text-align: justify;">É uma vitamina muito estável, mas longos períodos de aquecimento (2-6 dias) fazem com que se destrua. Faz parte da coenzima A, uma das mais importantes do organismo, sendo interveniente no metabolismo dos hidratos de carbono, das gorduras e das proteínas, portanto da energia celular. Encontra-se numa grande quantidade e variedade de alimentos (pantothen em grego significa &#8220;em todas as partes&#8221;), mas a congelação destrói mais de 50% desta vitamina.</p>
<p style="text-align: justify;">A sua carência provoca falta de atenção, apatia, alergias, fadiga, dor de cabeça, transtornos do sono, náuseas, caibras musculares e baixo rendimento energético em general. Por vezes ministra-se para melhorar a cicatrização das feridas, sobretudo no campo da cirurgia.</p>
<p style="text-align: justify;">Os consumos diários recomendados estão entre os 50 e os 500 mg., segundo as RDA USA.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Fontes Principais:</h4>
<p style="text-align: justify;">1 Levedura de cerveja;</p>
<p style="text-align: justify;">2 Gema de ovo;</p>
<p style="text-align: justify;">3 Cereais integrais;</p>
<p style="text-align: justify;">4 Gérmen de trigo ou de arroz;</p>
<p style="text-align: justify;">5 Amendoins;</p>
<p style="text-align: justify;">6 Ervilhas;</p>
<p style="text-align: justify;">7 Vísceras (fígado, etc.).</p>
<p style="text-align: justify;">Também, mas em menor quantidade:</p>
<p style="text-align: justify;">No leite, carnes e Aves.</p>
<h4 style="text-align: justify;" align="center">Piridoxina, Vitamina B6</h4>
<p style="text-align: justify;">Também designada por piridoxal ou piridoxamina. É imprescindível no metabolismo das proteínas. Encontra-se em quase todos os alimentos, tanto de origem animal como vegetal, pelo que é muito raro encontrarem-se estados deficitários. A sua carência provoca dermatite seborreica em volta dos olhos, sobrancelhas e boca, língua dolorosa, tremores, vômitos, perda de peso, anemia e problemas no sistema imunitário.</p>
<p style="text-align: justify;">Às vezes prescreve-se para melhorar a capacidade de regeneração do tecido nervoso, para contrariar os efeitos negativos da radioterapia e contra o enjoo nas viagens.</p>
<p style="text-align: justify;">Fontes: Verduras; Batatas; Gérmen e farelo de trigo; Cereais integrais; Carne, particularmente fígado; Salmão.</p>
<h4 style="text-align: justify;" align="center">Alimentos Ricos em Vitamina B6</h4>
<p style="text-align: justify;">Quantidade recomendada por dia: 1600 a 2000 µg</p>
<p style="text-align: justify;">Sardinhas e boqueirões frescos 960</p>
<p style="text-align: justify;">Nozes                                                    870</p>
<p style="text-align: justify;">Lentilhas                                             600</p>
<p style="text-align: justify;">Vísceras e despojos cárnicos           590</p>
<p style="text-align: justify;">Grãos                                                    540</p>
<p style="text-align: justify;">Carne de frango                                 500</p>
<p style="text-align: justify;">Atum fresco ou congelado              460</p>
<p style="text-align: justify;">Avelãs                                                  450</p>
<p style="text-align: justify;">Carne de Vitela ou Porco                400</p>
<p style="text-align: justify;">Bananas.                                             370</p>
<p style="text-align: justify;">Quantidades expressas em µg/100 gr.</p>
<h4 style="text-align: justify;" align="center">Ácido Fólico, Vitamina B9</h4>
<p style="text-align: justify;">É também chamada folacina. Designa-se por ácido fólico por se encontrar principalmente nas folhas dos vegetais (em latim folia significa folha). Merece especial atenção o ácido fólico, já que por ser imprescindível nos processos de divisão e multiplicação celular (faz parte de vários coenzimas do organismo com um papel muito importante nesta divisão celular e na reprodução), as necessidades aumentam durante a gravidez (desenvolvimento do feto).</p>
<p style="text-align: justify;">Por este motivo se prescreve de forma preventiva às grávidas. Atua conjuntamente com a vitamina B12 e a sua carência manifesta-se de forma muito parecida à desta (debilidade, fadiga, irritabilidade, etc.), além de língua vermelha, transtornos intestinais e diarreias, assim como a anemia macrocítica (poucos glóbulos vermelhos maduros) e má – formações neurais no feto durante a gestação. Permite o crescimento normal, mantém a capacidade de reprodução e impede certos transtornos sanguíneos. Os micro-organismos do intestino humano são incapazes de sintetizá-la, pelo que se deve ingerir do exterior.</p>
<p style="text-align: justify;">Participa na síntese de certos aminoácidos, como a glicina (gly) e a serina (ser), assim como na decomposição de praticamente todos os aminoácidos.</p>
<p style="text-align: justify;">As quantidades recomendadas por dia são de 200 µg, elevando-se para 400 µg durante a gravidez.</p>
<p style="text-align: justify;">Fontes: Abunda no gérmen de trigo, levedura de cerveja, fígado, verduras de folha, leguminosas secas, hortaliças verdes (alface, brócolos,&#8230;), nozes, avelãs e laranjas. Em pequenas quantidades, na carne, ovos, na maioria das frutas e leites desidratados.</p>
<h4 style="text-align: justify;" align="center">Alimentos Ricos em Ácido Fólico /B9:</h4>
<p style="text-align: justify;">Alface                                   1250</p>
<p style="text-align: justify;">Levedura de Cerveja        1000</p>
<p style="text-align: justify;">Cenouras                              410</p>
<p style="text-align: justify;">Escarola                               330</p>
<p style="text-align: justify;">Tomate                                 330</p>
<p style="text-align: justify;">Salsa                                     260</p>
<p style="text-align: justify;">Espinafres cozidos            140</p>
<p style="text-align: justify;">Brócolos cozidos                110</p>
<p style="text-align: justify;">Frutos Secos                      100</p>
<p style="text-align: justify;">Farelo                                    94</p>
<p style="text-align: justify;">Quantidades expressas em µg/100 gr</p>
<h4 style="text-align: justify;" align="center">Cobalamina, Vitamina B12</h4>
<p style="text-align: justify;">Também é chamada cianocobalamina. Não é muito estável ao calor nem à luz. Reveste-se de grande importância, sendo indispensável para a formação dos glóbulos vermelhos (facilita a assimilação do ferro), para o crescimento corporal, regeneração dos tecidos, e para o bom funcionamento de todas as células, especialmente as da medula espinal, do sistema nervoso e do trato gastrointestinal. Tem uma atividade muito ligada ao ácido fólico.</p>
<p style="text-align: justify;">O déficit desta vitamina dá lugar à chamada &#8220;anemia perniciosa&#8221; (palidez, cansaço, etc.), língua dolorosa, debilidade, perda de peso, transtornos nervosos e mentais (a sua carência pode causar danos cerebrais), e aumento das dores reumáticas (aos que padecem de tal transtorno). Ao contrário de outras vitaminas hidro–solúveis, acumula-se no fígado e rins, pelo que só poderão ocorrer estados carenciais se passarem longos períodos sem que seja consumida. As necessidades mínimas de vitamina B12, segundo as RDA USA, são de 2 µg para o adulto. Durante a gestação e a lactação as necessidades aumentam nuns 2,2 a 2,6 µg.).</p>
<p style="text-align: justify;">Diz-se que as fontes mais importantes desta vitamina são os alimentos de origem animal, mas como os animais de onde provém não consomem “alimentos de origem animal”, não será difícil intuir que é o seu corpo que a sintetiza (a partir de alimentos vegetais). Daqui o erro em admitir-se – porque isto seria ilógico e absurdo –, que os organismos inferiores ao homem sabem sintetizar Vitamina B12, e este não.</p>
<p style="text-align: justify;">Também se afirmou que nem o homem, nem os animais, nem as plantas superiores são capazes de a sintetizar, e que isto só seria possível nalguns organismos procedentes do solo, mas atualmente já se vai sabendo que a flora bacteriana do nosso intestino grosso pode produzi-la em quantidades suficientes. As conclusões erradas a que se tem chegado basear-se-iam na verificação de graves estados carenciais observados em vegetarianos que não consumiam ovos nem lácteos, e em pessoas que sofriam de um defeituoso mecanismo de absorção (anemia perniciosa) ou de algum tipo de transtorno intestinal.</p>
<p style="text-align: justify;">A vitamina B12 procedente da dieta precisa de um mecanismo complicado para a sua absorção. Deve unir-se a uma proteína segregada pelo estômago (fator intrínseco) que permite a sua absorção no intestino. Por causas genéticas, algumas pessoas podem ter problemas para produzir este fator intrínseco e padecer por isto de sintomas de deficiência. O consumo de álcool faz aumentar as necessidades desta vitamina.</p>
<p style="text-align: justify;">Muitos preparados farmacêuticos para o tratamento de dores ou inflamações dos nervos (ciática e lombalgias) contêm vitamina B12, normalmente associada à B1 e B6 .</p>
<p style="text-align: justify;">Fontes: fígado e rins. Em moderada concentração: na carne; peixe, mariscos; ovos, leite (e na maioria de produtos lácteos), levedura de cerveja.</p>
<h4 style="text-align: justify;" align="center"><strong><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-4954 alignleft" src="https://ahau.org/wp-content/uploads/2012/02/vitaminas-e1574295466370.jpeg" alt="vitaminas" width="400" height="267" /></strong>Ácido Ascórbico, Vitamina C</h4>
<p style="text-align: justify;">Esta vitamina encontra-se quase exclusivamente nos vegetais frescos. A sua carência produz o escorbuto, mas é muito pouco frequente na atualidade a ocorrência desta manifestação, uma vez que as necessidades diárias se cobrem com um mínimo de vegetais crus que consumamos. Por ser una vitamina solúvel na água, pouco se acumula no organismo, pelo que é importante um fornecimento diário.</p>
<p style="text-align: justify;">A matriz óssea necessita de vitamina C para reter cálcio e fósforo; os dentes, com carência desta vitamina, ficam frouxos e mais expostos às cáries. O ácido ascórbico é também necessário para manter a solidez e elasticidade das paredes dos vasos sanguíneos, assim como para a formação de hemoglobina, a absorção de ferro no intestino e o depósito de ferro no fígado.</p>
<p style="text-align: justify;">Atua também no organismo como transportadora de oxigênio e hidrogênio e intervém na assimilação de certos aminoácidos e do ácido fólico. Parece que esta vitamina desempenha um papel na proteção contra as infecções (e constipações) ainda que não esteja ainda muito esclarecida a sua relação.</p>
<h4>Um poderoso antioxidante</h4>
<p style="text-align: justify;">Revelou-se um poderoso antioxidante e, tal como as vitaminas A e E, previne da oxidação os lípidos das membranas celulares. A vitamina C participa ainda de forma decisiva nos processos de desintoxicação que se produzem no fígado, contraria os efeitos dos nitratos (pesticidas e conservantes químicos) no estômago, e participa na formação do colagênio e cicatrização das feridas.</p>
<p style="text-align: justify;">É muito sensível à luz, à temperatura e ao oxigênio do ar. Um sumo de laranja natural perde o seu conteúdo de vitamina C após 15 a 20 minutos depois de o termos preparado (efeito da luz), e também se perde nas verduras quando as cozinhamos (efeito da temperatura).</p>
<p style="text-align: justify;">Quando falta vitamina C, sentimos fadiga, irritabilidade, dores nas articulações, etc., e podemos apresentar pele áspera, folículos hemorrágicos, alterações das gengivas e cáries dentais.. As necessidades de ácido ascórbico aumentam durante a gravidez, a lactação, nos fumadores e em pessoas submetidas a situações de stress.</p>
<p style="text-align: justify;">Fontes: Frutas e verduras frescas e cruas, uma vez que a vitamina C é muito instável à luz, calor e tratamentos tecnológicos (pasteurização, evaporação, condensação, &#8230; etc.).</p>
<h4 style="text-align: justify;" align="center">Alimentos Ricos em Vitamina C:</h4>
<p style="text-align: justify;">Quantidade recomendada por dia: 50 a 60 mg</p>
<p style="text-align: justify;">Kiwi                                    500</p>
<p style="text-align: justify;">Guaiaba                             480</p>
<p style="text-align: justify;">Pimento vermelho           204</p>
<p style="text-align: justify;">Groselha negra                200</p>
<p style="text-align: justify;">Salsa                                   150</p>
<p style="text-align: justify;">Caqui                                  130</p>
<p style="text-align: justify;">Couve de Bruxelas          100</p>
<p style="text-align: justify;">Limão                                  80</p>
<p style="text-align: justify;">Couve–flor                         70</p>
<p style="text-align: justify;">Espinafre                           60</p>
<p style="text-align: justify;">Morango                            60</p>
<p style="text-align: justify;">Laranja                              50</p>
<p style="text-align: justify;">Quantidades expressas em mg/100 gr.</p>
<h4 style="text-align: justify;" align="center">Calciferol, Vitamina D</h4>
<p style="text-align: justify;">A vitamina D é fundamental para a absorção do cálcio e do fósforo. Forma-se na pele, sob a ação dos raios ultravioleta, em quantidade suficiente para cobrir as necessidades diárias. Se apanhamos sol de vez em quando, não teremos necessidade de a procurar na dieta.</p>
<p style="text-align: justify;">Esta vitamina existe sob duas formas, calciferol (vit. D2) e colecalciferol (vit. D3). Estão constituídas por uma molécula do grupo álcool, sendo, estável e resistente ao calor e à oxidação, assim como aos ácidos e álcalis. É sensível à luz, especialmente às ondas UV. É a precursora de muitas hormonas e do colesterol.</p>
<p style="text-align: justify;">O precursor da vitamina D3 encontra-se armazenado sob a pele e na superfície. Quando os raios UV do sol chegam à pele o precursor transforma-se em vitamina D3, que será distribuída por todo o organismo. Por isso se expõem ao sol as crianças e idosas, que possuem alto risco de carência desta vitamina.</p>
<p style="text-align: justify;">A carência de vitamina D leva a um crescimento mais lento das crianças e um desenvolvimento anormal dos ossos (raquitismo). Em países onde o sol pouco aparece ou em bebés que nunca apanham sol, o déficit de vitamina D pode produzir descalcificação dos ossos (osteoporose), cáries dentais graves ou mesmo raquitismo. Os ossos ficam brandos por não se depositarem o cálcio e o fósforo, devido à falta desta vitamina. No adulto o déficit da vitamina D não é frequente mas pode produzir-se durante a gravidez ou a lactação. Nas pessoas maiores pode causar a osteomalacia – enfermidade dos ossos, em que estes se tornam frágeis e brandos (má utilização do cálcio e do fósforo, privação de sol, alterações hormonais, &#8230;).</p>
<p style="text-align: justify;">Fontes</p>
<p style="text-align: justify;">O organismo extrai-a pela ação do sol e está presente, em pouca quantidade em alguns vegetais, gemas de ovo, manteiga, peixe gordo e no fígado.</p>
<h4 style="text-align: justify;" align="center">Alimentos Ricos em Vitamina D:</h4>
<p style="text-align: justify;">Quantidade recomendada por dia: 5 a 10 µg</p>
<p style="text-align: justify;">Sardinhas e boqueirões                          7,5</p>
<p style="text-align: justify;">Atum fresco ou congelado                     5,4</p>
<p style="text-align: justify;">Queijos gordos                                          3,1</p>
<p style="text-align: justify;">Margarina (onde é adicionada)            2,5</p>
<p style="text-align: justify;">Cogumelos                                                 1,9</p>
<p style="text-align: justify;">Ovos                                                            1,7</p>
<p style="text-align: justify;">Outros peixes frescos e congelados      1,1</p>
<p style="text-align: justify;">Queijos curados e semi–curados         0,3</p>
<p style="text-align: justify;">Queijos frescos                                         0,8</p>
<p style="text-align: justify;">Leite e iogurte                                           0,6</p>
<p style="text-align: justify;">Quantidades expressas em µg/100 grs</p>
<h4 style="text-align: justify;" align="center">Tocoferol, Vitamina E</h4>
<p style="text-align: justify;"><a href="https://ahau.org/dieta-atlantica/">A Vitamina E</a> revela-se indispensável na reprodução dos humanos e de alguns animais, sendo preventiva do aborto espontâneo. Graças à sua capacidade para captar o oxigênio, atua como antioxidante nas células, face aos radicais livres presentes no nosso organismo. Ao impedir a oxidação das membranas celulares, permite uma boa nutrição e regeneração dos tecidos. Também tem propriedades anti–coagulantes. Se queremos manter-nos jovens e saudáveis, devemos garantir um fornecimento suficiente de vitamina E ao organismo.</p>
<p style="text-align: justify;">Existem 8 compostos diferentes com atividade vitamínica E, mas não há dúvida de que a forma tocoferol é a mais ativa.</p>
<p style="text-align: justify;">A vitamina E é estável ao calor mas muito sensível à oxidação e à luz UV. Não se destrói com a temperatura de cocção mas podem produzir-se perdas de grande quantidade desta vitamina durante a congelação, assim como também durante os processos tecnológicos a que são submetidos os alimentos que a integram, e ainda à conservação, embalagem e condições de transporte.</p>
<p style="text-align: justify;">O déficit de vitamina E pode ocasionar anemia, destruição dos glóbulos vermelhos do sangue, degeneração muscular (parece existir uma relação entre os transtornos musculares e a ausência desta vitamina), doenças da pele, arteriosclerose, colesterol, impotência, e desordens da reprodução (uma carência desta vitamina parece estar relacionada com a esterilidade, e também, durante a gravidez, a impossibilidade de a levar a termo com êxito).</p>
<p style="text-align: justify;">Um excesso de vitamina E, por outro lado, pode dar origem a transtornos metabólicos, pelo que devemos limitar-nos a consumi-la nos alimentos da dieta (cereais integrais, germinados, óleos vegetais não refinados, etc.). Não se deve tomá-la em simultâneo com suplementos de ferro, posto que ambos interagem incompativelmente e se destroem. A Vitamina E é também reguladora do metabolismo neuro–muscular e é recomendada a todas as mulheres na menopausa</p>
<p style="text-align: justify;">Fontes: Gérmen de trigo; Sementes completas; Frutas e Verduras; Óleos vegetais; Margarinas; Gorduras; Fígado.</p>
<h4 style="text-align: justify;" align="center">Alimentos Ricos em Vitamina E:</h4>
<p style="text-align: justify;">Quantidade recomendada por dia: 8-10 mg</p>
<p style="text-align: justify;">Óleo de girassol            55</p>
<p style="text-align: justify;">Óleo de milho                31</p>
<p style="text-align: justify;">Gérmen de trigo          30</p>
<p style="text-align: justify;">Avelãs                              26</p>
<p style="text-align: justify;">Amêndoas                     25</p>
<p style="text-align: justify;">Coco                                17</p>
<p style="text-align: justify;">Gérmen de milho       16</p>
<p style="text-align: justify;">Óleo de soja                  14</p>
<p style="text-align: justify;">Soja germinada           13</p>
<p style="text-align: justify;">Azeite de oliva             12</p>
<p style="text-align: justify;">Margarina                     10</p>
<p style="text-align: justify;">Amendoins e nozes      9</p>
<p style="text-align: justify;">Quantidades expressas em mg/100 gr.</p>
<h4 style="text-align: justify;" align="center">Ácidos Gordos Essenciais, Vitamina F</h4>
<p style="text-align: justify;">Não se trata de uma verdadeira vitamina, mas utiliza-se este termo para denominar os ácidos gordos insaturados que são imprescindíveis para o organismo, especialmente o ácido linoleico. Têm em comum que o organismo não pode sintetizá-los e devem incorporar-se através da dieta. Não atuam como substâncias ativas que reajam com outros compostos, como o resto das vitaminas, mas passam a fazer parte das membranas celulares como elementos estruturais. Têm outras múltiplas funções, entre as que se destacam a de participar no transporte de oxigênio pelo sangue, regular o índice de coagulação sanguínea, dispersar o colesterol depositado nas veias, induzir uma atividade hormonal normal (síntese de prostaglandinas) e nutrir todas as células da pele.</p>
<p style="text-align: justify;">Divide-se em dois grupos ou séries: a série ômega 3 e a ômega 6. A primeira é formada pelos ácidos linoleico, linolénico e araquidónico, presentes nos óleos vegetais virgens (cuidado porque se destroem com o calor), nas sementes de girassol, nos frutos secos e nos abacates. Também se inclui nesta série o ácido gama–linolénico, presente no óleo de prímula (também chamado onagro ou onagra) ou de borragem. A série ômega 6 é constituída pelos ácidos gordos eicosapentaónico e docosahexaenoico, que se encontram abundantemente nos peixes gordos.</p>
<p style="text-align: justify;">Os adultos requerem uns 10 gr. por dia ou o equivalente a 1 % das calorias ingeridas. As crianças devem consumir até uns 3 % da energia fornecida pela dieta, na forma de ácidos gordos essenciais (RDA USA 1995).</p>
<h4 style="text-align: justify;">Alimentos Ricos em Ácidos Gordos Essenciais (Vit. F):</h4>
<p style="text-align: justify;">Quantidade recomendada por dia: 8 – 10 gr. ou 3 % do aporte energético total.</p>
<p style="text-align: justify;">Óleo de sementes              66</p>
<p>Nozes                                   4,1</p>
<p style="text-align: justify;">Óleo de soja                        61</p>
<p>Margarina                             2</p>
<p style="text-align: justify;">Óleo de girassol                6,1</p>
<p style="text-align: justify;">Óleo de milho                    5,1</p>
<p style="text-align: justify;">Amêndoas e amendoins   1,2</p>
<p style="text-align: justify;">Azeite de oliva                   0,9</p>
<p style="text-align: justify;">Toucinho e banha             0,7</p>
<p style="text-align: justify;">Manteiga                            0,3</p>
<p style="text-align: justify;">Quantidades expressas em g/100 gr.</p>
<h4 style="text-align: justify;" align="center">Biotina, Vitamina H</h4>
<p style="text-align: justify;">É a menos conhecida das vitaminas do grupo B. É estável ao calor inclusive durante o armazenamento. Intervém na formação da glucose a partir dos carbohidratos e das gorduras e está implicada na síntese de ácidos gordos, glicogênio e certos aminoácidos. Certos micro-organismos do intestino humano (flora intestinal) são capazes de sintetizá-la nas quantidades requeridas, mas é difícil a sua absorção pelo intestino grosso. Uma possível causa de carência desta vitamina pode ser a ingestão de clara de ovo crua, num regime pobre em biotina, pelo facto da clara conter uma proteína chamada avidina, ao combinar-se com a biotina torna impossível a sua absorção. Quando a clara de ovo se coze a atividade da avidina destrói-se.</p>
<p style="text-align: justify;">A carência de biotina provoca alterações na pele e língua, inapetência, insônia, náuseas, anemia e depressão.</p>
<p style="text-align: justify;">As necessidades diárias mínimas, segundo as normas RDA USA, são de 150 a 300gr.</p>
<p style="text-align: justify;">Fontes</p>
<h4 style="text-align: justify;">Encontra-se presente em muitos alimentos, especialmente nos:</h4>
<p style="text-align: justify;">1 Frutos secos;</p>
<p style="text-align: justify;">2 Frutas;</p>
<p style="text-align: justify;">3 Legumes e Verduras;</p>
<p style="text-align: justify;">4 Levedura de cerveja;</p>
<p style="text-align: justify;">5 Leite;</p>
<p style="text-align: justify;">6 Fígado;</p>
<p style="text-align: justify;">7 Carnes.</p>
<h4 style="text-align: justify;" align="center">Anti-hemorrágica, Vitamina K</h4>
<p style="text-align: justify;">Conhecem-se duas formas naturais de vitamina K (K1 e K2). Encontra-se em diversas plantas, nas folhas dos vegetais verdes, nos alimentos que sofreram uma fermentação bacteriana, no fígado de bacalhau, etc., mas normalmente é sintetizada pelas bactérias da flora intestinal.</p>
<p style="text-align: justify;">Em grandes quantidades é tóxica. É estável ao calor, ao ar e à umidade, mas não à luz.</p>
<p style="text-align: justify;">Chama-se anti–hemorrágica porque é fundamental nos processos e mecanismos da coagulação sanguínea.</p>
<p style="text-align: justify;">É muito difícil que se produzam carências nos adultos, mas pode dar-se este caso se nos submetermos a um tratamento com antibióticos durante um período prolongado. O déficit de vitamina K pode ocasionar hemorragias nasais, no aparelho digestivo ou no genito-urinário. As necessidades no adulto médio são de uns 80 µg por dia para os homens, e uns 65 µg para as mulheres (RDA USA).</p>
<h4 style="text-align: justify;">Fontes</h4>
<p style="text-align: justify;">1 Hortaliças verdes com folha (espinafres, couve, alface, &#8230;);</p>
<p style="text-align: justify;">2 Gema de ovo;</p>
<p style="text-align: justify;">3 Óleo de soja;</p>
<p style="text-align: justify;">4 Fígado.</p>
<h4 style="text-align: justify;" align="center">Conclusão</h4>
<p style="text-align: justify;">Considerações Sobre as Necessidades de Vitaminas</p>
<p style="text-align: justify;">Necessidades Diárias de Vitaminas</p>
<p style="text-align: justify;">Considerações Sobre as Necessidades de Vitaminas</p>
<p style="text-align: justify;">Quando a nossa dieta é pobre em alimentos integrais e produtos frescos e crus, preferencialmente de cultivo biológico, é absolutamente certo que sofremos de estados carenciais, por falta de uma ou várias vitaminas. Se não incluímos habitualmente nas refeições tais produtos ou se optamos pelas refeições que a publicidade nos oferece, o nosso estado carencial pode ser muito grave, e a nosso aspecto saudável pode não passar de enganoso.</p>
<p style="text-align: justify;">Há também circunstâncias ou etapas da vida em que as necessidades de algumas vitaminas aumentam.</p>
<h4 style="text-align: justify;" align="center">Casos a considerar:</h4>
<h4 style="text-align: justify;" align="center">Dietas de emagrecimento</h4>
<p style="text-align: justify;">Controlar a ingestão de vitamina B2 e ácido fólico.</p>
<h4 style="text-align: justify;" align="center">Gravidez</h4>
<p style="text-align: justify;">Aumentar o consumo de vitaminas B1, B2, B6 e ácido fólico.</p>
<h4 style="text-align: justify;" align="center">Lactação</h4>
<p style="text-align: justify;">Prestar especial atenção ao consumo suficiente das vitaminas A, B6, D, C e ácido fólico.</p>
<h4 style="text-align: justify;" align="center">Bebés e lactentes</h4>
<p style="text-align: justify;">Verificar atentamente se a mãe não sofre de nenhuma carência vitamínica. Quando se vive numa zona pouco ensolarada deve ter-se o cuidado de atender à necessidade que o bebé tem de vitamina D.</p>
<h4 style="text-align: justify;" align="center">Crianças</h4>
<p style="text-align: justify;" align="center">É importante que não faltem as vitaminas A, C, D, B1, B2 e ácido fólico.</p>
<h4 style="text-align: justify;" align="center">Idosos</h4>
<p style="text-align: justify;">A maior parte dos idosos alimentam-se repetidamente das mesmas coisas, muitas vezes alimentos de baixa riqueza vitamínica. Pode ser conveniente um aporte suplementar de vitaminas A, B1, C, ácido fólico e D (porque muitas vezes saem pouco e não apanham muito sol).</p>
<h4 style="text-align: justify;" align="center">Entre os factores que neutralizam ou destroem certas vitaminas destacam-se:</h4>
<h4 style="text-align: justify;" align="center">As bebidas alcoólicas</h4>
<p style="text-align: justify;">É certo que o álcool fornece calorias, mas não tem teor vitamínico e diminui o apetite por alguns dos alimentos que as fornecem. Como resultado, produzem-se carências, especialmente das vitaminas B1, B2, B3, B6, e ácido fólico.</p>
<h4 style="text-align: justify;" align="center">O tabaco</h4>
<p style="text-align: justify;">Como a vitamina C intervém nos processos de desintoxicação e reage contra os tóxicos do tabaco, recomenda-se aos fumadores um maior consumo do que o habitualmente indicado (por vezes o dobro ou o triplo).</p>
<h4 style="text-align: justify;" align="center">As Drogas</h4>
<p style="text-align: justify;">Sendo estas substâncias tóxicas para o organismo, dever-se-á aumentar também o consumo de vitamina C. Como frequentemente diminuem o apetite deveremos consumir produtor com riqueza elevada em vitaminas do grupo B (que, além disso, atuam como protetores hepáticos) e ácido fólico.</p>
<h4 style="text-align: justify;" align="center">Situações de stress</h4>
<p style="text-align: justify;">Debaixo de tensão emocional ou psíquica, as glândulas supra-renais segregam uma maior quantidade de adrenalina, a qual consume uma quantidade substancial de vitamina C. Além disso, também se torna necessário consumir maiores quantidades de vitamina E, e das do grupo B.</p>
<h4 style="text-align: justify;" align="center">O Açúcar ou os alimentos açucarados (com açúcar branco)</h4>
<p style="text-align: justify;">O açúcar branco não fornece qualquer vitamina ao nosso organismo, e como se isto não bastasse, a sua metabolização consome grande quantidade de vitaminas e minerais das nossas próprias reservas (sobretudo vitamina B1).</p>
<h4 style="text-align: justify;" align="center">Os Medicamentos</h4>
<p style="text-align: justify;">Os estrogênios (contraceptivos femininos) repercutem negativamente na disponibilidade da maioria das vitaminas. Os antibióticos e os laxantes destroem a flora intestinal, e podem levar ao <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Vitamina_K">déficit</a> das vitaminas K, H e B12.</p>
<p style="text-align: justify;">Para uma melhor ideia sobre as variações das necessidades de vitaminas nas diferentes etapas e situações da vida, apresenta-se mais adiante uma tabela de consulta onde são indicadas as exigências mínimas de algumas das principais vitaminas.</p>
<p style="text-align: justify;">Sumos Vitaminados, como Fontes de Vitaminas e de Alguns Minerais</p>
<h4 style="text-align: justify;" align="center">Beta-Carotenos</h4>
<p style="text-align: justify;">Cenoura, folhas de couve e salsa;</p>
<h4 style="text-align: justify;" align="center"> Vitamina B6</h4>
<p style="text-align: justify;">Folhas de couve, espinafres e pimento;</p>
<h4 style="text-align: justify;" align="center"> Ácido Fólico</h4>
<p style="text-align: justify;">Espinafres e folhas de couve;</p>
<h4 style="text-align: justify;" align="center">Selênio</h4>
<p style="text-align: justify;">Beterraba vermelha, nabo e laranja;</p>
<h4 style="text-align: justify;" align="center">Cromo</h4>
<p style="text-align: justify;">Batatas, pimentos verdes e maçã;</p>
<h4 style="text-align: justify;" align="center">Zinco</h4>
<p style="text-align: justify;">Gengibre, salsa e cenouras.</p><p>The post <a href="https://ahau.org/vitaminas/">Vitaminas</a> first appeared on <a href="https://ahau.org">Instituto Ahau - Terapeutas Especializados</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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