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	<title>mal de Alzheimer - Instituto Ahau - Terapeutas Especializados</title>
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		<title>Metais tóxicos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luiz Terapeuta]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Mar 2012 19:31:58 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Médicos e terapeutas que atuam na prática ortomolecular são sinônimo de: “Buscadores de metais tóxicos”. Talvez porque uma das nossas habilidades seja justamente essa: a de pesquisar metais tóxicos através do exame do cabelo (mineralograma capilar, para ler mais sobre o exame clique aqui). Mas afinal, o que são esses metais? Por que são tóxicos? [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Médicos e <a href="https://ahau.org/team/luiz-sequeira-0-html/">terapeutas</a> que atuam na prática ortomolecular são sinônimo de: “Buscadores de metais tóxicos”. Talvez porque uma das nossas habilidades seja justamente essa: a de pesquisar metais tóxicos através do exame do cabelo (mineralograma capilar, para ler mais sobre o exame clique aqui). Mas afinal, o que são esses metais? Por que são tóxicos? Quais os principais metais tóxicos e suas conseqüências para a saúde humana?</p>
<p style="text-align: justify;">Bem, talvez os metais sejam os agentes tóxicos mais estudados e conhecidos pelo homem. Acompanham o homem desde tempos remotos, não podem ser sintetizados (estão dispostos na natureza) e nem destruídos pelo homem. Com o advento da revolução industrial muitos deles começaram a ser mobilizados de suas fontes naturais e assim deslocados por todo globo. Ou seja, estão amplamente distribuídos na Terra (solo, água, ar, tintas, desodorantes, alimentos, fármacos, agrotóxicos).</p>
<p style="text-align: justify;">Sendo assim, a chance de contaminação é grande por metais tóxicos. Nos últimos 50 anos a exposição humana aos metais tóxicos cresceu vertiginosamente. A indústria petroquímica em especial trouxe vários benefícios (e também malefícios) para a humanidade. Um desses malefícios é o aumento da exposição dos metais tóxicos à saúde humana.</p>
<p style="text-align: justify;">Sabe-se que inúmeras são as vias metabólicas acometidas diante de uma contaminação, mas por terem uma característica de se acumularem, atrapalham principalmente as reações enzimáticas. Isso gera uma sintomatologia ampla e que muitas vezes passa despercebida pelos demais médicos.</p>
<p style="text-align: justify;">Os sistemas mais sensíveis à contaminação são: sistema nervoso (central e periférico), sistema gastrintestinal, cardiovascular, sistema renal e sistema hematopoiético.</p>
<p style="text-align: justify;">Antigamente acreditavam que apenas grandes doses dos metais tóxicos poderiam causar sintomatologia. Hoje a ciência mostra que doses mínimas de certos metais tóxicos já podem ter efeitos deletérios. Mas cada indivíduo responde de forma individual à contaminação. As conseqüências dependem do estado nutricional do paciente, do metabolismo e da capacidade de detoxificação. A retirada dependerá do metal em excesso, podendo ser utilizada a quelação Via oral (que age de forma lenta) ou endovenosa.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Os principais metais tóxicos encontrados nos mineralogramas são:</h4>
<p style="text-align: justify;">Arsênico, Chumbo, Cádmio, Mercúrio, Alumínio.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Alguns outros minerais são essenciais para a saúde humana porém podem agir como contaminantes ambientais:</h4>
<p style="text-align: justify;">Zinco, Ferro, Cobre, Cobalto, Manganês.</p>
<p style="text-align: justify;">Nos próximos parágrafos você saberá quais são alguns dos principais sintomas de intoxicação (aguda e/ou crônica) por metais tóxicos. Sempre que houver suspeita de intoxicação por metal tóxico, procure um médico que atue na prática ortomolecular. Provavelmente ele solicitará um mineralograma (exame que vê quase todos os minerais presentes no seu organismo, com base numa amostra de cabelo) e instituíra o tratamento correto.</p>
<h4 style="text-align: justify;">ARSÊNICO (As)</h4>
<h4 style="text-align: justify;">O que é e onde encontrar:</h4>
<p style="text-align: justify;">O arsênico é um metal de ocorrência natural, sólido, cristalino, de cor cinza-prateada. Exposto ao ar, perde o brilho e torna-se um sólido amorfo de cor preta.<br />
Esse metal é utilizado como agente de fusão para metais pesados, em processos de soldagens e na produção de cristais de silício e germânio;<br />
Produtos industriais: metais, tintas, corantes, cosméticos;<br />
Solo contaminado;<br />
Ar atmosférico com poluição industrial;<br />
Águas de fontes contaminadas;<br />
Vidros;<br />
Pinturas;<br />
Papel de parede;<br />
Produtos farmacêuticos;<br />
Peixes e crustáceos (na forma de arsenobetaína, que é uma forma atóxica);<br />
Algas marinhas e mariscos;<br />
Carnes de aves alimentadas por peixes,<br />
Cereais e arroz plantados em solo contaminado ou regados com água contaminada;<br />
Atividades vulcânicas;<br />
Cogumelos produzidos em solo contaminado;<br />
Fundição;<br />
Queima de carvão;<br />
Cigarro<br />
O arsênico é usado na fabricação de munição, ligas e placas de chumbo de baterias elétricas.<br />
Na forma de arsenito é usado como herbicida e como arsenato, é usado nos inseticidas.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Efeitos no organismo humano:</h4>
<p style="text-align: justify;">No homem produz efeitos nos sistemas respiratório, cardiovascular, nervoso e hematopoiético.<br />
No sistema respiratório ocorre irritação com danos nas mucosas nasais, laringe e brônquios. Exposições prolongadas podem provocar perfuração do septo nasal e rouquidão característica e, a longo prazo, insuficiência pulmonar, traqueobronquite e tosse crônica.<br />
No sistema cardiovascular são observadas lesões vasculares periféricas e alterações no eletrocardiograma.<br />
No sistema nervoso, as alterações observadas são sensoriais e polineuropatias, e no sistema hematopoiético observa-se leucopenia, efeitos cutâneos e hepáticos.<br />
Tem sido observada também a relação carcinogênica do arsênico com o câncer de pele e brônquios.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Quando suspeitar:</h4>
<p style="text-align: justify;">Astenias (fraquezas) inexplicáveis<br />
Nos distúrbios digestivos: diarreias, vômitos, náuseas, dor em queimação na boca e na garganta, dores abdominais;<br />
Nas dermatites;<br />
Hipotensão;<br />
Queda de cabelo ou quando o cabelo está seco, quebradiço e áspero;<br />
Anemias idiopática associada a déficit do sistema imunológico;<br />
Retardo do crescimento;<br />
Nas dores musculares;<br />
Neuropatia periférica;<br />
Insuficiência renal e/ou hepática sem causa detectável;<br />
Câncer de pele e/ou pulmão.</p>
<h4 style="text-align: justify;"><strong><img fetchpriority="high" decoding="async" class=" wp-image-4791 alignleft" src="https://ahau.org/wp-content/uploads/2012/03/metais-toxicos.jpg" alt="metais-toxicos" width="495" height="393" srcset="https://ahau.org/wp-content/uploads/2012/03/metais-toxicos.jpg 600w, https://ahau.org/wp-content/uploads/2012/03/metais-toxicos-300x238.jpg 300w" sizes="(max-width: 495px) 100vw, 495px" /></strong>CHUMBO (Pb)</h4>
<h4 style="text-align: justify;">O que é e onde encontrar:</h4>
<p style="text-align: justify;"><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Chumbo">Há mais de 4.000 anos</a> o chumbo é utilizado sob várias formas, principalmente por ser uma fonte de prata. Antigamente, as minas de prata eram de galena (minério de chumbo), um metal dúctil, maleável, de cor prateada ou cinza-azulada, resistente à corrosão. Compostos de chumbo são absorvidos por via respiratória e cutânea. Os chumbos tetraetila e tetrametila também são absorvidos através da pele intacta, por serem lipossolúveis;<br />
Os principais usos estão relacionados às indústrias extrativa, petrolífera, de baterias, tintas e corantes, cerâmica, cabos, tubulações e munições;<br />
O chumbo pode ser incorporado ao cristal na fabricação de copos, jarras e outros utensílios, favorecendo o seu brilho e durabilidade;<br />
Também pode ser incorporado aos alimentos durante o processo de industrialização ou no preparo doméstico;<br />
Tintas com base de chumbo e tinturas de cabelo;<br />
Baterias;<br />
Cristais;<br />
Vidros;<br />
Tabaco;<br />
Agrotóxicos;<br />
Cremes dentais;<br />
Latas de alimentos seladas com solda de chumbo;<br />
Panelas elétricas;<br />
Poluição do ar atmosférico por chumbo industrial e por fumaça de automóveis;<br />
Inalação de gasolina;<br />
Produtos de vinil e porcelana;<br />
Água proveniente de canos de chumbo, de cobre ou com soldas de chumbo.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Efeitos no organismo humano:</h4>
<p style="text-align: justify;">O sistema nervoso, a medula óssea e os rins são considerados órgãos críticos para o chumbo, que interfere nos processos genéticos ou cromossômicos e produz alterações na estabilidade da cromatina em cobaias, inibindo reparo de DNA e agindo como promotor do câncer. Por isso está ligado ao câncer de pele e/ou pulmão.<br />
Seus efeitos no Sistema nervoso central (SNC) dependerá do tempo de exposição, da quantidade absorvida.</p>
<h4 style="text-align: justify;">As principais síndromes ligadas ao chumbo são:</h4>
<p style="text-align: justify;">Síndrome encéfalo-polineurítica (alterações sensoriais, perceptuais, e psicomotoras),<br />
Astênica Síndrome (fadiga, dor de cabeça, insônia, distúrbios durante o sono e dores musculares),<br />
Hematológica Síndrome  (anemia hipocrômica moderada e aumento de pontuações basófilas nos eritrócitos),<br />
Renal Síndrome (nefropatia não específica, proteinúria, aminoacidúria, uricacidúria, diminuição da depuração da uréia e do ácido úrico),<br />
Trato Gastrointestinal Síndrome (cólicas, anorexia, desconforto gástrico, constipação ou diarreia),<br />
Cardiovascular Síndrome (miocardite crônica, alterações no eletrocardiograma, hipotonia ou hipertonia, palidez facial ou retinal, arteriosclerose precoce com alterações Cerebrovasculares e hipertensão),<br />
Síndrome hepática (interferência de biotransformação).</p>
<h4 style="text-align: justify;">Quando suspeitar:</h4>
<p style="text-align: justify;">Adultos e crianças com déficit de aprendizagem: déficit de atenção;<br />
Crianças e adultos com desvio de comportamento: hiperatividade;<br />
Adultos e crianças com redução do QI;<br />
Crianças com retardado do desenvolvimento neuro-psico-motor;<br />
Alterações cerebrais em adultos como: as perturbações mentais e redução da capacidade de concentração;<br />
Cólicas gastrintestinais severas;<br />
Nas gengivas com coloração azulada e/ou com sangramentos;<br />
Fraqueza muscular idiopática e astenia intensa.<br />
Paralisia das extremidades;<br />
Redução da resposta do sistema imunológico; Osteoporose por preencher o espaço do cálcio no osso;<br />
Impotência sexual ou infertilidade;<br />
Presença de sabor metálico na boca;<br />
Na artrite;<br />
Alterações do sono tipo insônia</p>
<h4 style="text-align: justify;">CÁDMIO (Cd)</h4>
<h4 style="text-align: justify;">O que é e onde encontrar:</h4>
<p style="text-align: justify;">O cádmio é encontrado na natureza quase sempre junto com o zinco, em proporções que variam de 1:100 a 1:1000, na maioria dos minérios e solos;<br />
É um metal que pode ser dissolvido por soluções ácidas e pelo nitrato de amônio;<br />
Quando queimado ou aquecido, produz o óxido de cádmio, pó branco e amorfo ou na forma de cristais de cor vermelha ou marrom;<br />
É obtido como subproduto da refinação do zinco e de outros minérios, como chumbo-zinco e cobre-chumbo-zinco;<br />
O cádmio existente na atmosfera é precipitado e depositado no solo agrícola;<br />
Resíduos da fabricação de cimento, da queima de combustíveis fósseis e lixo urbano e de sedimentos de esgotos;<br />
Na agricultura, uma fonte direta de contaminação pelo cádmio é a utilização de fertilizantes fosfatados. Sabe-se que a captação de cádmio pelas plantas é maior quanto menor o pH do solo (solo do cerrado). Portanto as chuvas ácidas são um fator determinante no aumento da concentração do Cádmio nos produtos agrícolas;<br />
A água potável possui baixos teores de cádmio (cerca de 1 mg/L), o que é representativo para cada localidade;<br />
A galvanoplastia (processo eletrolítico que consiste em recobrir um metal com outro) é um dos processos industriais que mais utiliza o cádmio (entre 45 a 60% da quantidade produzida por ano);<br />
No cigarro e na fumaça do cigarro;<br />
Na indústria, o cádmio está presente no revestimento de metais, na fabricação de plásticos, nas tintas pra pintar plásticos;<br />
Esmaltes<br />
Tinturas têxteis;<br />
Baterias de Níquel-cádmio;<br />
Ar atmosférico com poluição industrial;<br />
Água armazenada em caixa galvanizada;<br />
Alimentos cultivados em solo contaminado e/ou irrigados com água contaminada.<br />
Varetas de reatores;<br />
Fabricação de tubos para TV.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Efeitos no organismo humano:</h4>
<p style="text-align: justify;">O cádmio é um elemento de vida biológica longa (10 a 30 anos) e de lenta excreção pelo organismo humano;<br />
O órgão alvo primário nas exposições ao cádmio a longo prazo é o rim;<br />
A principal forma de contaminação é por inalação;<br />
Os efeitos tóxicos provocados por ele compreendem principalmente distúrbios gastrointestinais, hepáticos (fígado), diminuição da absorção de cálcio, aumento da excreção do cálcio e depleção de zinco;<br />
A inalação de doses elevadas produz intoxicação aguda, caracterizada por pneumonite e edema pulmonar.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Quando suspeitar:</h4>
<p style="text-align: justify;">Dores articulares;<br />
Na alteração ou insuficiência renal com perda de proteínas (proteinúria);<br />
Alterações hepáticas;<br />
Na alteração da densitometria óssea, como a osteoporose e a osteomalácia por deficiência na absorção ou fixação do cálcio biodisponível nos alimentos;<br />
Nas alterações do trato gastrintestinal , como a diarreia e o vômito;<br />
Hipertensão arterial;<br />
Queda de cabelos;<br />
Pele escamosa;<br />
Perda do apetite;<br />
Anemias ferroprivas (por deficiência de ferro) que não respondem à suplementação do Ferro (pois o Cádmio diminui a absorção do Ferro);<br />
Nos fumantes ativos e/ou passivos;<br />
No retardo do crescimento e na alteração da fertilidade;</p>
<h4 style="text-align: justify;">ALUMÍNIO (Al)</h4>
<h4 style="text-align: justify;">O que é e onde encontrar:</h4>
<p style="text-align: justify;">Embora na literatura não conste propriamente como um metal pesado, o Al vem sendo considerado um metal tóxico a partir de pesquisas que demonstraram sua importância na doença de Alzheimer;<br />
Consiste no metal mais abundante na litosfera, mas seus níveis são baixos nas águas, vegetais e animais.<br />
A carga de Al do organismo (cerca de 1g) não aumenta com a idade;<br />
O metal está presente nos tecidos do feto;<br />
Entra no organismo via trato gastrintestinal e pulmões (suspensões no ar). Sendo que sua absorção via trato digestivo é baixa, mas interfere na absorção de Ferro, fosfatos, cálcio, magnésio;<br />
Não se conhece benefícios ou função orgânica do Al;<br />
As principais fontes são:<br />
Água;<br />
Chuva ácida;<br />
Panelas e utensílios de cozinha;<br />
Cigarro;<br />
Medicação antiácida;<br />
Caixas de leite e sucos;<br />
“Quentinhas”;<br />
Desodorantes, Antiperspirantes;<br />
Próteses dentárias;<br />
Queijo parmesão e fundido;<br />
Farinha refinada;</p>
<h4 style="text-align: justify;">Efeitos no organismo humano:</h4>
<p style="text-align: justify;">As alterações de Al tem sido correlacionadas principalmente a alterações neurológicas. Pesquisas com crianças disléxicas mostram um aumento do índice de Al se comparado com o dos grupos controle;<br />
Como já citei acima, tem sido encontrado um alto índice de Al em portadores de Alzheimer.<br />
Provoca seborréia com queda de cabelos;<br />
Envelhecimento precoce;<br />
Irritabilidade;<br />
Desloca o Cálcio e Magnésio dos ossos, o que leva a osteoporose;</p>
<h4 style="text-align: justify;">Quando suspeitar:</h4>
<p style="text-align: justify;">Crianças com dislexias, nas hiperativas ou com déficit de atenção;<br />
Osteopenia e osteoporose;<br />
Na doença de Alzheimer ou neurodegeneração;<br />
Alterações gastrintestinais e cólicas abdominais;<br />
No raquitismo;<br />
Redução do metabolismo do cálcio;<br />
Na dor óssea;<br />
Irritabilidade acentuada;<br />
Crises convulsivas;<br />
Redução da capacidade mental;<br />
Redução das funções hepáticas e renais;<br />
Na anemia microcítica e hipocrômica mas sem deficiência de Ferro;<br />
Esquecimentos;<br />
Fraqueza muscular;<br />
Intenso estresse oxidativo;<br />
Hiperpermeabilidade intestinal e disbiose.</p>
<h4 style="text-align: justify;">MERCÚRIO (Hg)</h4>
<h4 style="text-align: justify;">O que é e onde encontrar:</h4>
<p style="text-align: justify;">Mercúrio é um metal líquido à temperatura ambiente, conhecido desde os tempos da Grécia Antiga;<br />
Seu nome homenageia o deus romano Mercúrio, que era o mensageiro dos deuses. Essa homenagem é devida à fluidez do metal;<br />
A progressiva utilização do mercúrio para fins industriais e o emprego de compostos mercuriais durante décadas na agricultura resultaram no aumento significativo da contaminação ambiental, especialmente da água (garimpo) e dos alimentos;<br />
Uma das razões que contribuem para o agravamento dessa contaminação é a característica singular do Ciclo do Mercúrio no meio ambiente. A biotransformação por bactérias do mercúrio inorgânico a metilmercúrio é o processo responsável pelos elevados níveis do metal no ambiente;<br />
O Hg é um líquido inodoro e de coloração prateada. Os compostos mercúricos apresentam uma ampla variedade de cores;<br />
Nos processos de extração, o Hg é liberado no ambiente principalmente a partir do sulfeto de mercúrio;<br />
O trato respiratório é a via mais importante de introdução do Hg;<br />
Demonstra afinidade por tecidos como células da pele, cabelo, glândulas sudoríparas, glândulas salivares, tireóide, trato gastrointestinal, fígado, pulmões, pâncreas, rins, testículos, próstata e cérebro;<br />
A exposição a elevadas concentrações desse metal pode provocar febre, calafrios, dispnéia e cefaléia, durante algumas horas. Sintomas adicionais envolvem diarréia, cãibras abdominais e diminuição da visão. Casos severos progridem para edema pulmonar, dispnéia e cianose. As complicações incluem enfisema, pneumomediastino e morte; raramente ocorre falência renal aguda;<br />
Pode ser destacado também o envolvimento da cavidade oral (gengivite, salivação e estomatite), tremor e alterações psicológicas. A síndrome é caracterizada pelo eretismo (insônia, perda de apetite, perda da memória, timidez excessiva, instabilidade emocional). Além desses sintomas, pode ocorrer disfunção renal.<br />
O mercúrio e seus compostos são encontrados:<br />
Produção de cloro e soda caústica (eletrólise);<br />
Equipamentos elétricos e eletrônicos (baterias, retificadores, relés, interruptores etc);<br />
Aparelhos de controle (termômetros, barômetros, esfingnomanômtros);<br />
Tintas (pigmentos);<br />
Amálgamas dentárias;<br />
Fungicidas (preservação de madeira, papel, plásticos etc);<br />
Lâmpadas de mercúrio;<br />
Laboratórios químicos, preparações farmacêuticas;<br />
Ar atmosférico poluído, resultante de atividade industriais e vulcânicas;<br />
Combustão de combustíveis fósseis;<br />
Peixes marinhos ou de água doce (de águas poluídas);<br />
Solventes;<br />
Plásticos;<br />
Óleos lubrificantes, catalisadores;<br />
Na extração de ouro;</p>
<h4 style="text-align: justify;">Efeitos no organismo humano:</h4>
<p style="text-align: justify;">Interfere na síntese de Proteínas;<br />
Sua forte afinidade pelos radicais sulfidrilas, amina, fosforil, carboxil provoca a inibição da síntese de proteínas, especialmente nos rins, a inativação de uma série de enzimas e lesão da membrana celular;<br />
Seus principais efeitos deletérios decorrentes da deposição estão relacionados a sua poderosa ação nociva ao Sistema Nervoso Central.;<br />
Provoca diminuição da síntese de proteínas no cérebro e aumento na liberação de diversos neurotransmissores, especialmente Dopamina, Ácido glutâmico e Gaba;<br />
Existem fortes indícios em relação ao seu papel na etiologia da Esclerose múltipla (Desmielinização);<br />
Além disso pode interferir nas funções no Selênio;<br />
Agir como imunossupressor;<br />
Formas inorgânicas podem provocar reações auto-imunes no rim;<br />
O quadro clínico varia conforme a forma intoxicante:<br />
Vapores de mercúrio elementar:<br />
Mercúrio inorgânico;<br />
Mercúrio Orgânico</p>
<h4 style="text-align: justify;">Quando suspeitar:</h4>
<p style="text-align: justify;">Alterações comportamentais;<br />
Alterações neurológicas;<br />
Tremores;<br />
Irritabilidade;<br />
Na depressão associada com salivação, estomatite e diarréias;<br />
Na perda da visão e na perda da audição;<br />
Incoordenação motora progressiva;<br />
Parestesias ao redor dos lábios, da boca e nas extremidades;<br />
Ataxia ou andar cambaleante;<br />
Nas dermatites;<br />
Perda de peso;<br />
Queda de cabelo;<br />
Inapetência;<br />
Alterações no trato gastrintestinal;<br />
Perda de memória;<br />
No déficit de atenção</p>
<h4 style="text-align: justify;">NÍQUEL (Ni)</h4>
<h4 style="text-align: justify;">O que é e onde encontrar:</h4>
<p style="text-align: justify;">Níquel é um elemento químico de símbolo Ni, considerado um metal de transição;<br />
Tem coloração branco-prateada, condutor de eletricidade e calor, dúctil e maleável porém não pode ser laminado, polido ou forjado facilmente, apresentando certo caráter ferromagnético;<br />
É encontrado em diversos minerais, em meteoritos (formando liga metálica com o ferro );<br />
O Ni presente no solo, passa para as plantas e para os animais e dessa forma pode ser consumido pelo homem;<br />
Pode ser adicionado aos alimentos por meios de seus processamentos.<br />
As principais fontes de contaminação são:<br />
Fumaça de cigarros;<br />
Combustão de moedas;<br />
O trabalho de niquelagem;<br />
Velas dos automóveis;<br />
As resistências e as baterias;<br />
Ligas de tubulação em equipamentos odontológicos;<br />
Jóias e bijouterias;<br />
Gorduras e óleos hidrogenados (margarinas);<br />
Liga do aço inox em panelas (portanto evite o cozimento de alimentos ácidos ou cítricos em panelas de inox);</p>
<h4 style="text-align: justify;">Efeitos no organismo humano:</h4>
<p style="text-align: justify;">Alguns estudos correlacionam altos níveis de Ní com índices aumentados das imunoglobulinas IgG, IgA e IgM, e índices baixos de IgE;<br />
As mulheres são mais predispostas à intoxicação;<br />
Alguns dos efeitos são as dermatoses, dermatites de contato;<br />
Alergias (eczemas, rinite, sinusite, conjuntivite);<br />
Alguns trabalhos correlacionam o Ni com alterações tireoideanas e adrenais;<br />
O gás Níquel carbamil está relacionado com o câncer dos seios paranasais e do pulmão, dermatites e epilepsia;<br />
Os casos de intoxicação aguda produzem sintomas como: náuseas, vômitos, palpitação, fraqueza, vertigens, dor de cabeça;</p>
<h4 style="text-align: justify;">Quando suspeitar:</h4>
<p style="text-align: justify;">Nas dermatites de contato e eritematosas;<br />
Na hemorragia pulmonar;<br />
No infarto agudo do miocárdio;<br />
Nos cânceres do trato respiratório;<br />
Na inalação de níquel carbonil;<br />
Em todas as alergias</p>
<h4 style="text-align: justify;">MANGANÊS (Mn)</h4>
<p style="text-align: justify;">O que é e onde encontrar:</p>
<p style="text-align: justify;">O manganês é um metal cinza semelhante ao ferro, porém mais duro e quebradiço.<br />
Os óxidos, carbonatos e silicatos de manganês são os mais abundantes na natureza e caracterizam-se por serem insolúveis na água.<br />
O composto ciclopentadienila-tricarbonila de manganês é bem solúvel na gasolina, óleo e álcool etílico, sendo geralmente utilizado como agente anti-detonante em substituição ao chumbo tetraetila.<br />
Utilizado em:<br />
Fabricação de fósforos de segurança,<br />
Pilhas secas,<br />
Ligas não-ferrosas (com cobre e níquel),<br />
Esmalte porcelanizado,<br />
Fertilizantes,<br />
Fungicidas,<br />
Rações,<br />
Eletrodos para solda,<br />
Magnetos,<br />
Catalisadores,<br />
Vidros,<br />
Tintas,<br />
Cerâmicas,<br />
Materiais elétricos e produtos farmacêuticos (cloreto, óxido e sulfato de manganês).<br />
As exposições mais significativas ocorrem através dos fumos e poeiras de manganês.<br />
O trato respiratório é a principal via de introdução e absorção desse metal nas exposições ocupacionais.<br />
50% do Mn corporal está nos ossos.<br />
No sangue, esse metal encontra-se nos eritrócitos, 20-25 vezes maior que no plasma, portanto não adianta dosar fora da hemácia, os melhores métodos para se avaliar a real concentração de manganês no organismo são: dosagem eritrocitária e mineralograma capilar.<br />
Quando aumentado no mineralograma não significa necessariamente concentrações tóxicas no organismo, pois, geralmente pode aumentar em decorrência da deficiência de zinco ou perante a destruição excessiva (devido o estresse oxidativo) de uma enzima chamada SOD mitocondrial.<br />
O solo do cerrado é muito rico em Manganês e portanto alguns ortomoleculares preferem evitar a sua prescrição nas fórmulas, por acreditarem que a dieta já consegue suprir as necessidades basais.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Efeitos no organismo humano:</h4>
<p style="text-align: justify;">Fisiologicamente falando, o Mn atua  principalmente como co-fator para uma série de reações enzimáticas, entra na composição de uma enzima chamada Superóxido dismutase (mitocondrial) que atua na proteção das membranas celulares, em especial a membrana das mitocôndrias.<br />
Facilita a formação de Dopamina, Gaba e Acetilcolina.<br />
Apresenta uma baixa toxicidade quando ingerido pela dieta ou na suplementação.<br />
Doses excessivas podem causar anemia ferropriva e deficiência de cobre, além de interferirem na utilização da Tiamina (vitamina B1) e aumentarem a necessidade de vitamina C.<br />
A inalação é uma das vias de intoxicação. No Chile, conhece-se um quadro denominado de “Loucura Mangânica”, caracterizado por: sinais e sintomas psiquiátricos: mania, agressividade, insônia, alucinações, quadro neurológico muito parecido com o do Parkinson.<br />
Os sintomas dos danos provocados pelo manganês no Sistema nervoso central (SNC) podem ser divididos em três estágios: 1º) subclínico (astenia (fraqueza), distúrbios do sono, dores musculares, excitabilidade mental e movimentos desajeitados); 2º) início da fase clínica (transtorno da marcha, dificuldade na fala, reflexos exagerados e tremor); 3º) clínico (psicose maníaco-depressiva e a clássica síndrome que lembra o Parkinsonismo).<br />
Além dos efeitos neurotóxicos, há maior incidência de bronquite aguda, asma brônquica e pneumonia</p>
<h4 style="text-align: justify;">Quando suspeitar:</h4>
<p style="text-align: justify;">Alterações comportamentais;<br />
Alterações neurológicas;<br />
Tremores;<br />
Irritabilidade;<br />
No déficit de atenção</p>
<h4 style="text-align: justify;">Bibliografia:</h4>
<p style="text-align: justify;">OLSZEWER, Efraim. Clínica ortomolecular. 2ª ed. São Paulo, Roca: 2008.<br />
FAVIERE, Maria Inês. Nutrição na Visão da Prática Ortomolecular. Rio de Janeiro, Ícone: 2009.<br />
CARVALHO, Paulo Roberto. Medicina Ortomolecular: Um guia completo dos nutrientes e suas propriedades terapêuticas. 4ªEd. Rio de Janeiro, Nova Era: 2006.<br />
PASCALICCHIO, Aurea. Contaminação por metais pesados: Saúde pública e medicina ortomolecular. São Paulo. Annablume. 2002<br />
http://www.ecolnews.com.br/toxicos_POPs_e_metais_pesados.htm</p>
<p>Metais tóxicos</p>
<p style="text-align: justify;">Por: Dr. Frederico Lobo<br />
Fonte: http://www.ecodebate.com.br</p><p>The post <a href="https://ahau.org/metais-toxicos/">Metais tóxicos</a> first appeared on <a href="https://ahau.org">Instituto Ahau - Terapeutas Especializados</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>O cérebro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luiz Terapeuta]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 11 Mar 2012 22:17:39 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Por meio das invenções gigantescas na área da química, da física nuclear, dos transportes e da ciência alimentar o próprio cérebro humano produziu a ameaça da destruição. Agora está sendo ameaçado por si próprio. Durante milhões de anos o cérebro se desenvolveu bem, numa interação positiva com o meio ambiente. Na história da evolução humana, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Por meio das invenções gigantescas na área da química, da física nuclear, dos transportes e da ciência alimentar o próprio cérebro humano produziu a ameaça da destruição. Agora está sendo ameaçado por si próprio.</p>
<p style="text-align: justify;">Durante milhões de anos o cérebro se desenvolveu bem, numa interação positiva com o meio ambiente. Na história da evolução humana, a ameaça é uma situação totalmente nova. Nem a humanidade, nem especialistas como médicos, pedagogos e o <a href="https://ahau.org/team/luiz-sequeira-0-html/">pessoal da saúde</a> conseguem, atualmente, detectar esse perigo e muito menos chegar a conclusões e tomar as medidas necessárias.</p>
<p style="text-align: justify;"><img decoding="async" class=" wp-image-4868 alignleft" src="https://ahau.org/wp-content/uploads/2012/03/o-cerebro-1-e1574003357640.jpg" alt="o-cerebro" width="462" height="270" />Os médicos se preocupam, por exemplo, com medidas diagnósticas, terapêuticas e preventivas eficazes para o coração, o aparelho digestivo, os seios e os pulmões, mas não cuidam do declínio mental provocado por influências ambientais.</p>
<p style="text-align: justify;">Entende-se por declínio mental as deficiências no estudo e a falta de memória, a diminuição da capacidade de compreensão e o aumento de pacientes com Alzheimer.</p>
<p style="text-align: justify;">É pouco conhecido que quase todas as substâncias químicas novas — devido à sua afinidade com os lipídios — são acumuladas sobretudo no cérebro, pois este é composto predominantemente por gordura. Também, grande parte da poluição radioativa atinge principalmente o cérebro — quer se trate de irradiações naturais, de acidentes nucleares, do lançamento de bombas atômicas ou de testes nucleares. Diversas vezes foram comprovados, nas proximidades de usinas atômicas, os casos de danificação dos cromossomos e de problemas intelectuais.</p>
<p style="text-align: justify;">Outro problema importante é a falta de oligoelementos (por exemplo, o iodo) em certas regiões, bem como a alimentação carente ou errônea em muitos países.</p>
<p style="text-align: justify;">Mundialmente, pedagogos observam um aumento de problemas escolares, como dificuldades no aprendizado, problemas de memória, hiperatividade, dislexia e muitos outros. Estão procurando as causas destes problemas nas áreas sociais. Nem as autoridades na área de ensino, nem pedagogos conhecem os danos profundos que o cérebro sofre devido ao meio ambiente.</p>
<h4>O trabalho infantil no mundo</h4>
<p style="text-align: justify;">É preciso mencionar o trabalho infantil no mundo, pois o cérebro infantil e o cérebro jovem são os mais afetados pelo meio ambiente tóxico. O emprego de crianças no comércio das flores na América Latina — onde utilizam grande quantidade de pesticidas — prejudica as crianças com graves conseqüências.</p>
<p style="text-align: justify;">Também é preciso lembrar a agropecuária com seu uso de imensa quantidade de produtos químicos no combate aos predadores. Não é de se espantar que, justamente na população rural, ocorram graves doenças ambientais, como a esterilidade entre os camponeses.</p>
<h4>Pesquisas científicas</h4>
<p style="text-align: justify;">Existem poucas pesquisas <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Neurónio">científicas</a> sobre a influência no cérebro humano desses componentes tóxicos. Deveria prevalecer o princípio da prevenção. A população acredita nos valores-limite determinados por comissões governamentais e confia que valores abaixo daqueles estipulados como limite não tenham efeitos prejudiciais. No entanto — por exemplo, para o chumbo — a Inglaterra, a Rússia, os EUA e outros países aplicam valores-limite bem diversos.</p>
<p style="text-align: justify;">Quais soluções são necessárias?<br />
A formação dos professores precisa incluir uma literatura científica padrão sobre a relação entre os produtos químicos no meio ambiente por um lado e o comportamento e o rendimento escolar, por outro.</p>
<p style="text-align: justify;">O estudo da medicina precisa conter informação detalhada sobre os poluentes ambientais e o cérebro. Também, os responsáveis pelo planejamento urbano e os políticos precisam receber formação intensiva, por exemplo, para reconhecer e controlar melhor a qualidade do ar nos grandes centros urbanos e alertar os pais nos dias de poluição excessiva.</p>
<p style="text-align: justify;">Finalmente, não podemos esquecer de apoiar crianças e jovens a manter um estilo de vida saudável, incluindo:</p>
<p style="text-align: justify;">alimentação natural;<br />
redução do tempo perante a televisão;<br />
sono suficiente;<br />
um lar saudável;<br />
educação bondosa;<br />
ordem em seu estilo de vida.</p>
<p style="text-align: justify;">Esse conjunto de medidas evita o estresse e eleva a qualidade de vida.</p>
<p>O cérebro.</p>
<p style="text-align: justify;"> Por: Dr. Völker Zahn</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: Wohnung + Gesundheit, dezembro de 2003 &#8211; http://www.taps.org.br/Paginas/smentalartigo07.html</p><p>The post <a href="https://ahau.org/o-cerebro/">O cérebro</a> first appeared on <a href="https://ahau.org">Instituto Ahau - Terapeutas Especializados</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Alumínio: Útil e mortal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luiz Terapeuta]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Feb 2012 22:16:36 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Alumínio &#8211; Desconfie se seu cabelo está caindo&#8230; Este metal, quando em excesso no organismo, provoca grande oleosidade no couro cabeludo e vai sufocar a raiz dos cabelos. Usar xampus contra a oleosidade ajuda, mas se você não  eliminar a causa, vai perder muito cabelo. Muitas vezes, a queda de cabelos vem acompanhada de  dormências [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Alumínio &#8211; Desconfie se seu cabelo está caindo&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Alumínio">Este metal</a>, quando em excesso no organismo, provoca grande oleosidade no couro cabeludo e vai sufocar a raiz dos cabelos.</p>
<p style="text-align: justify;">Usar xampus contra a oleosidade ajuda, mas se você não  eliminar a causa, vai perder muito cabelo.</p>
<p style="text-align: justify;">Muitas vezes, a queda de cabelos vem acompanhada de  dormências ou formigamentos quando se fica na mesma posição (com as pernas cruzadas, por exemplo).</p>
<p style="text-align: justify;">Além dos seus cabelos, todo o seu organismo está sendo prejudicado: o alumínio deposita-se no cérebro, causando o mal de Alzheimer (esclerose mental precoce) e expulsa o cálcio dos ossos,  produzindo a osteoporose.</p>
<p style="text-align: justify;">Esse cálcio vai se depositar em outros lugares, produzindo bursite, tártaro nos dentes, bico de papagaio, cálculos renais… E  também vai para dentro das suas artérias, estimulando a pressão alta e a possibilidade de isquemias cardíacas (infarto), cerebrais (trombose) e genitais (frigidez e impotência).</p>
<p style="text-align: justify;">Para o Dr. Mauro Tarandach, da Sociedade Brasileira de  Pediatria, graças ao avanço da biologia molecular no que tange ao papel dos oligoelementos na fisiologia e na patologia, está bem claro o  papel do alumínio nas doenças da infância. Os sintomas clínicos da intoxicação por alumínio nas crianças, além da hiperatividade e da indisciplina, são muitos: anemia microcítica hipocrômica refratária ao  tratamento com ferro, alterações ósseas e renais, anorexia e até  psicoses, o que se agrava com a continuidade da intoxicação.</p>
<h4>O aparelho de Biorressonânica</h4>
<p style="text-align: justify;">Atualmente se utiliza a biorressonância para avaliar o  nível do alumínio e outros metais. O método é muito menos dispendioso, podendo ser utilizado no consultório ou na casa do paciente.</p>
<p style="text-align: justify;">E de onde vem o alumínio para o organismo? Das panelas de alumínio, por exemplo, que vêm sendo proibidas em muitos países do mundo.</p>
<p style="text-align: justify;"><img decoding="async" class=" wp-image-4995 alignleft" src="https://ahau.org/wp-content/uploads/2012/02/aluminio-util-e-mortal.jpg" alt="aluminio-util-e-mortal" width="371" height="246" />Na Itália, famosa por seus restaurantes, nenhum deles pode  usar essas panelas devido à proibição do governo italiano. É que as panelas de alumínio contaminam a comida intensamente. Para  você ter uma idéia: pesquisa da Universidade do Paraná demonstrou que as panelas vendidas no Brasil deixam resíduos de alumínio nos alimentos que vão de 700 a 1.400 vezes acima do permitido.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="https://ahau.org/o-cerebro/">Isso só ao preparar a comida</a>. Se a comida ficar guardada na  panela por algumas horas, ou de um dia para o outro, este valor pode triplicar ou quintuplicar.</p>
<p style="text-align: justify;">Viu por que vale a pena trocar de panelas? Mas não é só.</p>
<h4></h4>
<h4 style="text-align: justify;">Sabe as latinhas de refrigerantes e cervejas, hoje tão  difundidas no Brasil?</h4>
<p style="text-align: justify;">Pesquisa do Departamento de Química da PUC demonstrou  que elas não são fabricadas de acordo com os padrões  internacionais. Em conseqüência, seu refrigerante predileto pode conter quase  600 vezes mais alumínio do que se estivesse na garrafa.</p>
<p style="text-align: justify;">E, além do alumínio, foram demonstrados pelo mesmo estudo  mais 12 outros metais altamente perigosos para a saúde nessas  latinhas, como o manganês, que causa o mal de Parkinson, o cádmio, que causa psicoses, o chumbo, que é tão encontrado no organismo de muitos assassinos, e outros. Que tal?</p>
<h4 style="text-align: justify;">Prefira as garrafas, tá?</h4>
<p style="text-align: justify;">Descoberto em 1809, o alumínio é um metal muito leve (só é  mais pesado do que o magnésio) e já foi muito caro. Naquela época, Napoleão III, imperador da França, pagou 150 mil libras  esterlinas por um jogo de talheres de alumínio.</p>
<p style="text-align: justify;">Esse metal tem espantosa versatilidade, sendo utilizado em  muitas ligas metálicas.</p>
<p style="text-align: justify;">Depois do aço, é o metal mais usado no mundo, seja em panelas, embalagens aluminizadas, latas de refrigerantes e cervejas, antiácidos e desodorantes antitranspirantes, assim como  vasilhames para cães e gatos comerem e beberem. Nestes, pode causar  paralisia dos membros posteriores, o que leva ao sacrifício precoce dos animais.</p>
<p style="text-align: justify;">Em suma, o alumínio é muito útil… porém mortal.</p>
<p style="text-align: justify;">Dr. Sérgio Teixeira</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: http://desconstruindo.com.br/aluminio-util-e-mortal/</p><p>The post <a href="https://ahau.org/aluminio-util-e-mortal/">Alumínio: Útil e mortal</a> first appeared on <a href="https://ahau.org">Instituto Ahau - Terapeutas Especializados</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>O perigo dos cosmeticos: saiba como escolher</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luiz Terapeuta]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 19 Feb 2012 01:46:12 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Você já parou para ler o rótulo dos cosmeticos que utiliza? Nunca se questionou sobre aquelas substâncias estranhas e desconhecidas ali presentes? O texto abaixo nos esclarece sobre diversas substâncias presentes em cosméticos (xampus, cremes, hidratantes, maquiagem etc.) que utilizamos diariamente, alheios ao mal que podemos causar à nossa saúde. Agradeço a Rose Bezecry por [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Você já parou para ler o rótulo dos cosmeticos que utiliza? Nunca se questionou sobre aquelas substâncias estranhas e desconhecidas ali presentes? O texto abaixo nos esclarece sobre diversas substâncias presentes em cosméticos (xampus, cremes, hidratantes, maquiagem etc.) que utilizamos diariamente, alheios ao mal que podemos causar à nossa saúde. Agradeço a Rose Bezecry por compartilhar estas informações.</p>
<p style="text-align: justify;">A indústria cosmética é um dos setores industriais que mais cresce no país. O Brasil é o terceiro maior mercado consumidor de cosméticos, perdendo apenas para os Estados Unidos e Japão. Nesse mesmo ritmo acelerado, também cresce a incidência de câncer de mama. De acordo com o Ministério da Saúde, são estimados a cada ano, 50 mil novos casos, e as razões não são conhecidas. Também são cada vez mais freqüentes os casos de puberdade precoce. Uma avaliação recentemente feita nos Estados Unidos mostrou que um bebê recém-nascido usa em média oito produtos cosméticos diferentes, totalizando o contato com cerca de 50 agentes químicos diferentes até o 1º mês de vida.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma das hipóteses que aqui levantamos é o uso indiscriminado e muitas vezes sem controle governamental de cosméticos habituais, que são tidos erroneamente como inócuos. Eles em sua maioria possuem substâncias químicas sabidamente cancerígenas e outros xenobióticos que podem provocar câncer de mama, doença fibrocística de mama, fibroadenoma de mama, puberdade precoce, diminuição da memória ou da concentração, doença de Alzheimer, quadros de demência, osteopenia, osteoporose, crises de asma, dermatite de contato, alergia respiratória, rinite, conjuntivite, aumento do envelhecimento cutâneo, entre outras. Em animais podem provocar diminuição da fertilidade e da fecundidade e toxicidade para o feto (embrião).</p>
<p style="text-align: justify;">A seguir listamos as substâncias usualmente encontradas nos cosméticos e seu potencial risco a saúde: formaldeído, parabeno, silicone, triclosan, alumínio, alquilfenol, polietilenoglicol (PEG) e óleo mineral.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Formaldeído</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Onde é encontrado: germicidas e fungicidas agrícolas e formulações cosméticas<br />
Nomes Técnicos: formol, formalina, aldeído fórmico e oximetileno.<br />
Empregado como: conservante, anti-séptico, antiperspirante, desodorizante e endurecedor da unha.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo os pesquisadores:<br />
&#8211; A exposição a altas concentrações revelou-se irritante para pele, olhos e o sistema respiratório¹. Também é um alergênico em potencial. Em concentrações baixas, através de exposição doméstica, há risco de comprometimento respiratório por modo não específico, exatamente como encontrado para outros poluentes comuns².<br />
&#8211; Estudo sugere que a exposição doméstica do formaldeído aumenta o risco de asma brônquica na infância³ e aumenta o risco de sensibilização alérgica para alergenicos comuns do ar 4.<br />
&#8211; É mutagênico, e quando inalado em altas concentrações é carcinogênico em ratos 5. Alguns pesquisadores o classificam como provável carcinogênico em humanos. 6<br />
&#8211; Em recente reavaliação do IARC (International Agency for Research on Cancer) de setembro de 2004, a substância formaldeído foi classificada comprovadamente como carcinogênica para humanos. 32</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Parabenos</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Onde é encontrado: na maioria das formulações cosméticas como cremes, loções, desodorantes, além de alimentos e fórmulas de uso interno, como patê de fígado, e outros embutidos cremosos.<br />
Nomes técnicos: Alquil parahidroxibenzoato e metil/etil/butil/isobutil parabeno<br />
Nomes comerciais: Nipagin (Metil parabeno) e Nipazol (propilparabeno)<br />
Empregado como: conservante<br />
Segundo os pesquisadores:<br />
&#8211; Os parabenos possuem grande afinidade pelos receptores de estrógeno e comprovada  atividade estrogênica 7; ou seja, são mimetizadores do estrogênio e podem causar câncer de mama e puberdade precoce, ao lado de fenômenos como trombose e embolia. Outro estudo demonstrou que os parabenos podem ser encontrados como moléculas intactas nas glândulas mamárias de homens e mulheres 8<br />
&#8211; Os parabenos e outros antimicrobianos que contém porção fenólica possuem propriedades antiandrogênicas e necessitam maiores estudos sobre o impacto na saúde reprodutiva humana 9.<br />
&#8211; Estudo sugere que o parabeno encontrado em formulações dermatológicas se acumula no estrato córneo e pode influenciar na idade e diferenciação de queratinócitos 10 , isto é, promove o envelhecimento cutâneo.<br />
&#8211; Podem causar dermatite de contato e sensibilidade por mecanismo desconhecido11.<br />
&#8211; Potencializa a radiação UV, causando efeitos prejudiciais à pele quando exposta a luz solar 12</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Silicone</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Empregado como: promotor de espalhamento, suavidade e substantividade. Reduz a sensação pegajosa, estabiliza a espuma e melhora a absorção.<br />
Nomes Técnicos:  Ciclometicone e Dimeticone<br />
Onde é encontrado: cremes, loções, protetor solar, maquiagem, antiperspirante, desodorante, shampoos e condicionadores.<br />
Segundo os pesquisadores:<br />
&#8211; Discute-se o potencial papel do silicone na doença de Alzheimer 13.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Triclosan</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Empregado como: antisséptico e bacteriostático<br />
Nomes Técnicos: cloxifenol, 2,4,4 – trichloro-2-hydroxy-diphenyl-ether, 5-chloro-2-(2,4-dichlorophenoxy)phenol<br />
Onde é encontrado: desodorantes líquidos ou em barra, sabonetes líquidos, sabonetes antissépticos, produtos para banho, emulsões, shampoos, produtos para barbear, pastas de dente, entre outros<br />
Segundo os pesquisadores:<br />
&#8211; Mulheres em fase de amamentação não podem utilizar cosméticos contendo triclosan porque tal substância passa para o leite materno 14.<br />
&#8211; O triclosan pode sofrer degradação pela luz solar formando uma substância cancerígena chamada diclorodibenzeno-p-dioxina 15.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Alumínio</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Empregado como: adstringente e antiperspirante<br />
Nomes Técnicos: cloreto de alumínio, tricloreto de alumínio<br />
Onde é Encontrado: desodorantes e antiperspirantes<br />
Segundo os Pesquisadores:<br />
&#8211; O alumínio é um metal com número variável de elétrons na última camada e portanto é um gerador de radicais livres. Os radicais livres provocam o envelhecimento acelerado da pele provocando o aparecimento precoce de rugas. A intoxicação crônica por alumínio provoca anemia de difícil tratamento16. Alguns pesquisadores implicam o alumínio na doença de Alzheimer.<br />
&#8211; Em ratos verificou-se que a intoxicação crônica por alumínio diminui a absorção de cálcio pelos rins 17. Nos seres humanos o uso contínuo do alumínio nos cosméticos possivelmente prejudique o tratamento da osteopenia e osteoporose na mulher.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Alquilfenol</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Empregado como: tensoativo<br />
Nome técnico: nonylphenol e octylphenol<br />
Onde é Encontrado: shampoo, tintura de cabelo, creme de barbear e produtos de limpeza doméstica.<br />
Segundo os pesquisadores:<br />
&#8211; O alquilfenol é um disruptor endócrino que possui muitos efeitos adversos para a saúde humana. Possui efeitos estrogênicos mesmo em baixas concentrações20-23 e portanto pode desencadear doença fibrocística de mama, fibroadenoma de mama ou aumentar o risco de câncer de mama.<br />
&#8211; Provoca aumento de produção de interleucina 4 e citocinas pró-inflamatórias de uma maneira dose dependente e assim aumenta a resposta alérgica e inflamatória. 18<br />
&#8211; Elevada toxicidade para peixes, moluscos e crustáceos19<br />
&#8211; Reduz a mobilidade dos espermatozóides, fecundidade e fertilidade em peixes.21<br />
&#8211; Possui efeitos tóxicos sobre a reprodução e desenvolvimento em animais de experimentação.22<br />
&#8211; Efeito embriotoxico em crustáceos dos produtos de metabolização dos alquifenois mesmo em baixas concentrações.24<br />
&#8211; Na Europa está em andamento a regulamentação para diminuir o seu uso visando minimizar o impacto ambiental devido a sua toxicidade, ação estrogênica e ser substância altamente lipofílica, o que facilita a sua entrada na célula, aumentando ainda mais a sua ação prejudicial.23</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>PEG e seus derivados</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Empregado como: emulsionantes, veículos, agente de consistência, fixadores de perfume, antiestáticos, solubilizante e umectante.<br />
Nome Técnico: polietilenoglicol e polisorbato<br />
Onde é encontrado: óleos de banho, cremes, loções, maquiagem, creme dental, shampoo, desodorante, sabonete e perfumes.<br />
Segundo os pesquisadores:<br />
&#8211; Trabalho da Dinamarca em 2006 alerta para o perigo de dermatite alérgica de contato com os produtos derivados do PEG utilizados nos cosméticos e no batom.25<br />
&#8211; A presença de PEG na cera de depilação provocou uma verdadeira epidemia de dermatite de contato alérgica na França e na Bélgica em 2006.26<br />
&#8211; Em congresso especializado concluiu-se que o uso do PEG-metacrilato deve ser restrito às unhas e nunca deve entrar em contato com a pele devido a dermatite de contato que geralmente provoca.27<br />
&#8211; Outros trabalhos mostram que o PEG é relativamente seguro e minimamente irritativo nas peles normais. 28-29<br />
&#8211; Dependendo do fabricante o PEG pode estar contaminado com diversos tipos de impurezas, incluindo: óxido de etileno,compostos aromáticos, dioxano e metais tóxicos como arsênico, cádmio, níquel e cobalto30</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Óleo Mineral</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Empregado como: emoliente e lubrificante<br />
Nome Técnico: mistura de hidrocarbonetos parafinemos e naftalênicos. È a vaselina, parafina ou petrolato.<br />
Onde é Encontrado: produtos cosméticos e filtros solares<br />
Segundo os Pesquisadores:<br />
&#8211; Estudo demonstra que o óleo mineral contido em formulações cosméticas pode induzir a artrite. 31<br />
Conclusão<br />
No mundo moderno em que vivemos estamos expostos aos mais diversos tipos de contaminantes prejudiciais a nossa saúde. Muitos deles são difíceis, ou simplesmente não podemos evitar.<br />
Com esse artigo, não estamos propondo que as pessoas deixem de consumir cosméticos, que são tão importantes para o bem estar pessoal e para a saúde psicológica. Mas devemos nos precaver que certos cosméticos possuem xenobióticos prejudiciais a saúde, e procurar sempre ler o rótulo do cosmético para certificar-se que não possuem parabenos, óleo mineral, PEG, alquilfenol, alumínio, triclosan, silicone e formaldeído.<br />
Atualmente dispomos de uma nova categoria de cosméticos, os chamados cosméticos orgânicos, que seguem uma filosofia onde se leva em conta fatores sócio-ambientais e sustentabilidade, além de serem isentos de todas as substâncias químicas maléficas à saúde citadas nesse artigo. Esses cosméticos são tão eficientes quanto os cosméticos tradicionais, sendo que as vantagens oferecidas são infinitamente maiores porque não produzem doenças.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Referências Bibliográficas</strong><br />
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<p style="text-align: justify;">Fonte: http://naturoterapeuta.blogspot.com/2011/04/cosmeticos-organicos-cuidando-da-sua.html</p><p>The post <a href="https://ahau.org/o-perigo-dos-cosmeticos-saiba-como-escolher/">O perigo dos cosmeticos: saiba como escolher</a> first appeared on <a href="https://ahau.org">Instituto Ahau - Terapeutas Especializados</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Vitaminas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luiz Terapeuta]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Feb 2012 00:59:59 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">As Vitaminas são compostos orgânicos necessários, em pequenas quantidades, para favorecer o crescimento, manter a vida e a capacidade de reprodução do ser humano. Estas substâncias orgânicas são imprescindíveis nos processos metabólicos que têm lugar na nutrição dos seres vivos. Não fornecem energia, posto que não se utilizam como combustível, mas sem elas o organismo não é capaz de aproveitar os elementos construtivos e energéticos que lhe são fornecidos pela alimentação. Normalmente utilizam-se no interior das células como precursoras das coenzimas, a partir das quais se elaboram os milhares de enzimas que regulam as reações químicas, das quais as células vivem.</p>
<p style="text-align: justify;">Enquanto as plantas podem sintetizar todas as vitaminas de que necessitam, o homem precisa extrair a sua grande maioria do regime alimentar, posto que o corpo humano não pode sintetizá-las.. A maior parte dos alimentos, tal como os oferece a natureza, constituem fontes mais ou menos ricas de vitaminas. Por isso, num regime alimentar variado, obtêm-se, dos distintos alimentos, os teores de vitaminas necessários.</p>
<h4>Onde encontrar</h4>
<p style="text-align: justify;">Existem duas maneiras naturais de se obterem as vitaminas de que necessitamos: a 1ª. e a mais desejável de todas consiste em consumir os vegetais que as sintetizam diretamente, a partir dos elementos simples (CO2, água, sais minerais); a 2ª. – plena de inconvenientes – é comendo carne ou fígado de animais alimentados com vegetais.</p>
<p style="text-align: justify;">As folhas verdes das plantas são os laboratórios onde se elaboram e concentram a maioria das vitaminas. As sementes, como as leguminosas, nozes, avelãs ou cereais são igualmente bastante ricas em vitaminas; as raízes e as frutas são-no um pouco menos, ainda que existam notáveis excepções (os citrinos). As vitaminas, não só se distribuem de forma desigual nas frutas e nas verduras, como, além disso, o seu teor pode variar segundo a natureza do solo em que se desenvolveram, o grau de amadurecimento no momento da colheita, e as condições de armazenamento, de transporte, e de cocção (no caso das verduras).</p>
<p style="text-align: justify;">Existem 13 vitaminas essenciais para o crescimento normal, desenvolvimento e manutenção do organismo humano. Com excepção da vitamina D, que se pode sintetizar na pele (mediante a exposição ao sol de 10 a 30 minutos por dia), a biotina, o ácido pantoténico, o ácido fólico, K, B1, B12 (que podem fabricar-se em pequenas quantidades pelas bactérias – flora intestinal – que colonizam o nosso intestino), todas as outras vitaminas devem ingerir-se na dieta.</p>
<h4>Dieta equilibrada</h4>
<p style="text-align: justify;">Só com uma dieta equilibrada e abundante em produtos frescos e naturais, podemos dispor de todas as vitaminas necessárias, não havendo vantagem em recorrer aos desnecessários (e muitas vezes inconvenientes) &#8220;reforços&#8221; adicionais na forma de «suplementos», tantas vezes mais &#8220;pseudo–naturais&#8221;, do que naturais (até porque &#8220;natural&#8221; é aquilo que a natureza fornece diretamente). Devemos também ter sempre em conta que as vitaminas sintéticas não podem substituir as orgânicas, quer dizer, as contidas nos alimentos ou extraídas de produtos naturais (leveduras, gérmen de trigo, etc.). Ainda que as moléculas das vitaminas de síntese tenham os mesmos elementos estruturais que as orgânicas, não têm a mesma configuração espacial (dimensional), pelo que estão alteradas as suas propriedades.</p>
<p style="text-align: justify;">Um aumento das necessidades biológicas requer um incremento destas substâncias, como sucede em determinadas etapas da vida – a infância, a gravidez, a lactação e durante a terceira idade. O consumo de tabaco, álcool ou drogas em geral provoca um maior gasto de algumas vitaminas, pelo que nestes casos pode ser necessário um fornecimento maior.</p>
<p style="text-align: justify;">As vitaminas podem-se classificar em dois grupos, segundo a maneira como o corpo as absorve. As vitaminas A, D, E, e K são lipo–solúveis. Absorvem-se com a ajuda dos óleos e das gorduras, e armazenam-se no tecido adiposo ou gordura corporal. As 8 vitaminas do grupo B e a C são hidro–solúveis, não necessitando de gordura para a sua absorção, porque se dissolvem na água, e diversas quantidades podem armazenar-se no organismo durante um determinado período de tempo (semanas e inclusive meses), mas com menor regularidade. Pela incerteza, é necessário consumir constantemente alimentos que as forneçam.</p>
<p style="text-align: justify;">Estudaremos as características gerais de cada grupo e os principais riscos que pode acarretar a carência das vitaminas mais importantes. Neste estudo incluir-se-ão quadros com os alimentos mais ricos em cada vitamina e a quantidade diária aconselhável, segundo as RDA – NRC – USA (Rações Dietéticas Recomendadas pelo Conselho Nacional de Investigação dos Estados Unidos). Também será incluída uma tabela com as exigências diárias mínimas das mais importantes vitaminas nas diferentes etapas e situações da vida, segundo as mesmas recomendações.</p>
<h4 style="text-align: justify;" align="center">Vitaminas Hidro–Solúveis</h4>
<p style="text-align: justify;">Pertencem à classificação de &#8220;hidro-solúveis&#8221; as Vitamina B1 (tiamina), B2 (riboflavina), B3 Vitamina B5 (ácido pantoténico), B6 (piridoxina), H (biotina), B9 (ácido fólico), B12 (piridoxina) e C (ácido ascórbico).</p>
<p style="text-align: justify;">As vitaminas hidro–solúveis, ainda que tenham propriedades diferenciadas, estão intimamente ligadas entre si pelas reações celulares onde estão implicadas. Estas vitaminas caracterizam-se por se dissolverem na água, pelo que podem passar para a água da lavagem ou da cocção dos alimentos. Muitos alimentos ricos neste tipo de vitaminas não nos fornecem, depois de preparados, a mesma quantidade que continham inicialmente. Para aproveitar e recuperar parte destas vitaminas (algumas destroem-se com o calor) pode-se preparar caldos ou sopas com a água da cocção das verduras.</p>
<p style="text-align: justify;">Contrariamente às vitaminas lipo–solúveis, é mais raro ou nulo o seu armazenamento no organismo. Isto obriga a que se forneçam regularmente, e só se pode prescindir delas durante alguns dias.</p>
<p style="text-align: justify;">O excesso de vitaminas hidro–solúveis excreta-se pela urina, pelo que não têm efeito tóxico, por muito elevado que seja o seu consumo.</p>
<h4 style="text-align: justify;" align="center">Vitaminas Lipo–Solúveis</h4>
<p style="text-align: justify;">Estão classificadas como vitaminas lipo–solúveis as Vitaminas A (retinol), D (calciferol), E (tocoferol), K (anti–hemorrágica) e F (ácidos gordos essenciais).</p>
<p style="text-align: justify;">As vitaminas lipo–solúveis são as que se diluem em dissolventes orgânicos, gorduras e óleos. Armazenam-se no fígado e tecidos adiposos, pelo que é possível, após um aprovisionamento suficiente, subsistir durante algum tempo sem o seu fornecimento.</p>
<p style="text-align: justify;">Se as quantidades recomendadas se excedem (se são ultrapassadas em mais de 10 vezes) podem tornar-se tóxicas. Isto pode ocorrer sobretudo aos desportistas que, mesmo mantendo uma dieta equilibrada, têm a tendência de recorrer a suplementos vitamínicos em doses elevadas, com a ideia de que assim podem aumentar o seu rendimento físico. Isto é totalmente falso, tal como o é a crença de que as crianças crescem mais quanto mais vitaminas os façamos tomar.</p>
<p style="text-align: justify;">O grupo das vitaminas lipo–solúveis encontra-se geralmente associado aos alimentos gordos: manteiga, nata, óleos vegetais, gorduras, e também em folhas de hortaliças verdes.</p>
<p style="text-align: justify;">As vitaminas lipo–solúveis têm algumas propriedades comuns:</p>
<p style="text-align: justify;">São mais estáveis ao calor do que as vitaminas hidro–solúveis e resistem melhor à ação e aos tratamentos industriais;</p>
<p style="text-align: justify;">Ao absorverem-se ao mesmo tempo que os lípidos, tudo o que interfira na absorção das gorduras terá como resultado uma pior utilização destas vitaminas;</p>
<p style="text-align: justify;">Como não são solúveis na água, estas vitaminas não serão excretadas pela urina. Manter-se-ão em reserva no organismo, principalmente no fígado, pelo que os sintomas de carência tardarão muito a manifestar-se. Devido ao facto de se manterem reserva no organismo, ingeridas em excesso podem ser tóxicas, especialmente as vitamina A e D.</p>
<p style="text-align: justify;">Actuam sobre o crescimento, a visão, os tecidos epiteliais, o desenvolvimento ósseo, como antioxidantes e na coagulação sanguínea.</p>
<h4 style="text-align: justify;" align="center">Falsas Vitaminas ou Vitaminóides</h4>
<p style="text-align: justify;">Designam-se por falsas vitaminas ou vitaminóides às substâncias que exercem uma ação similar à das vitaminas, mas com a diferença de que o organismo as sintetiza por si mesmo. Entre elas temos o inositol, a colina e o ácido fólico.</p>
<h4 style="text-align: justify;" align="center">Inositol</h4>
<p style="text-align: justify;">Pertence ao complexo B e está intimamente unida à colina e à biotina. Forma parte dos tecidos de todos os seres vivos: nos animais faz parte dos fosfolípidos, e nas plantas como ácido fítico, unido ao ferro e ao cálcio num complexo insolúvel de difícil absorção.</p>
<p style="text-align: justify;">O inositol intervém na formação da lecitina, que se usa para transportar as gorduras do fígado para as células, pelo que é imprescindível no metabolismo das gorduras e ajuda a reduzir o colesterol sanguíneo.</p>
<p style="text-align: justify;">Não está determinado o consumo mínima necessária, mas considera-se que a dose ideal se encontra entre os 50 e os 500 mg. Por dia.</p>
<h4 style="text-align: justify;" align="center">Colina</h4>
<p style="text-align: justify;">Também se pode considerar um componente do grupo B. Atua conjuntamente com o inositol na formação de lecitina, que tem importantes funções no sistema lipídico. A colina sintetiza-se no intestino delgado por meio da interação da vitamina B12 e do ácido fólico com o aminoácido metionina, pelo que um consumo insuficiente de qualquer destas substâncias pode provocar a sua carência. Também se pode produzir uma deficiência de colina se não consumimos suficientes fosfolípidos ou se consumimos álcool em grandes quantidades.</p>
<p style="text-align: justify;">As doses recomendadas estão entre os 100 e os 500 mg. Por dia.</p>
<h4 style="text-align: justify;" align="center">Acido fólico</h4>
<p style="text-align: justify;">Já foi indicado no grupo das vitaminas lipo–solúveis.</p>
<h4 style="text-align: justify;" align="center">Retinol, Vitamina A</h4>
<p style="text-align: justify;">A vitamina A encontra-se na natureza sob diferentes formas, mas só está presente propriamente como «vitamina A» nos alimentos de origem animal, ainda que nos vegetais se encontre como pro–vitamina A, na forma de carotenos. Os vegetais representam a única fonte de pro–vitamina A disponível. São uns pigmentos alaranjados, denominados carotenóides que, pelos organismos animais são transformados em vitamina A.</p>
<p style="text-align: justify;">Os diferentes carotenos transformam-se, portanto, em vitamina A, no corpo humano. Esta vitamina armazena-se no fígado em grandes quantidades (o qual se encarrega de a libertar no sangre em função das necessidades), e também no tecido gordo da pele (palmas das mãos e plantas de pés principalmente), pelo que podemos subsistir longos períodos sem o seu consumo. Destrói-se muito facilmente com a luz, com a temperatura elevada e com os utensílios de cozinha de ferro ou cobre. É estável ao calor moderado, mas sensível à oxidação (altera-se ao ar a temperaturas elevadas).</p>
<p style="text-align: justify;">A função principal da vitamina A é a proteção da pele – manutenção dos tecidos epiteliais –, e intervenção no processo de visão, da retina. Também participa na elaboração de enzimas no fígado e de hormonas sexuais e supra–renais. O déficit de vitamina A produz cegueira noturna (perda de visão na escuridão), secura nos olhos (membrana conjuntiva) &#8211; xeroftalmia (não secreção de lágrimas que pode acabar em cegueira total), queratenização da pele e tecidos epiteliais (incluindo boca, garganta, nariz, vias respiratórias&#8230;), e diminuição da resistência a infecções (constipações, gripes, bronquites, anginas, estomatites, etc.). No caso de haver excesso desta vitamina produzem-se também vários transtornos, como alterações ósseas, ou mesmo inflamações e hemorragias em diversos tecidos.</p>
<p style="text-align: justify;">Um consumo de alimentos ricos em vitamina A é imprescindível para o crescimento, e é recomendável em pessoas propensas a padecer de infecções respiratórias (gripes, faringites ou bronquites), problemas oculares (fotofobia, secura ou cegueira noturna) ou com a pele seca e escamosa (inclusive o acne). Esta vitamina é necessária ainda para a conservação do esmalte dental e para a saúde das gengivas, para o bom funcionamento das glândulas sexuais, do útero, da bexiga, das vias urinárias e de todas as mucosas. Esta vitamina, como vimos, armazena-se no fígado.</p>
<p style="text-align: justify;">São fontes gerais de Vitamina A: fígado, manteiga, gema de ovo, margarinas enriquecidas, hortaliças amarelas ou verdes.</p>
<h4 style="text-align: justify;" align="center">Alimentos Ricos em Vitamina A:</h4>
<p style="text-align: justify;">Quantidade recomendada por dia: 800-1000 µg (como retinol)</p>
<p style="text-align: justify;">Vísceras de animais                5800</p>
<p style="text-align: justify;">Azedas                                         2100</p>
<p style="text-align: justify;">Cenouras                                    2000</p>
<p style="text-align: justify;">Espinafres (cozidos)                1000</p>
<p style="text-align: justify;">Salsa                                             1160</p>
<p style="text-align: justify;">Manteiga                                       970</p>
<p style="text-align: justify;">Frutos                                            670</p>
<p style="text-align: justify;">Óleo de soja                                 583</p>
<p style="text-align: justify;">Atum fresco ou congelado       450</p>
<p style="text-align: justify;">Queijos                                          240</p>
<p style="text-align: justify;">Ovos                                               220</p>
<p style="text-align: justify;">Tomates, alfaces etc.                  130</p>
<p style="text-align: justify;">Quantidades expressas em µg/100 gr. (equivalentes de retinol).</p>
<h4 style="text-align: justify;" align="center">Vitaminas B</h4>
<p style="text-align: justify;">Vitamina B1 (Tiamina), B2 (Riboflavina), B3 (Niacina), B5 (Ácido Pantoténico), B6 (Piridoxina), B9 (Ácido Fólico) eVitamina B12 (Colabamina)</p>
<p style="text-align: justify;">A tiamina desempenha um papel primordial no metabolismo dos hidratos de carbono, e, por conseguinte, na produção de energia celular. É necessária para que se possam desintegrar os hidratos de carbono e se aproveitem os seus princípios nutritivos.</p>
<p style="text-align: justify;">Os alimentos costumam conter pouca quantidade de tiamina, e esta frequentemente é destruída pela cocção ou pelos tratamentos industriais, devido à sua solubilidade na água.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma carência grave desta vitamina pode ocasionar a beribéri, enfermidade que é frequente em certos países asiáticos, onde o único alimento disponível para os mais pobres é o arroz branco (refinado), e originar membros edematosos, transtornos respiratórios e dores musculares, com morte por paragem cardíaca ou respiratória. Há casos em que não se dá edema, mas impossibilidade de movimento. Se a carência não é tão radical, manifesta-se na forma de transtornos cardiovasculares (braços e pernas &#8220;dormentes&#8221;, palpitações, sensação de opressão no peito, etc.), alterações neurológicas ou psíquicas (cansaço, perda de concentração, irritabilidade ou depressão). A carência desta vitamina produz também falta de apetite, apatia e depressão.</p>
<p style="text-align: justify;">A principal fonte de vitamina B1 (e da maioria das do grupo B) deveriam ser os cereais e grãos integrais, mas o emprego generalizado da farinha branca e cereais refinados deu origem a um certo déficit entre os povos dos países industrializados.</p>
<p style="text-align: justify;">O tabaco e o álcool reduzem a capacidade de assimilação da vitamina B1, pelo que as pessoas que bebem, fumam, ou consomem muito açúcar necessitam de maior quantidade desta vitamina.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Fontes de Vitamina B1:</h4>
<p style="text-align: justify;">1 Cereais completos,</p>
<p style="text-align: justify;">2 Gérmen de trigo,</p>
<p style="text-align: justify;">3 Carne de porco,</p>
<p style="text-align: justify;">4 Leguminosas.</p>
<h4 style="text-align: justify;" align="center">Alimentos Ricos em Vitamina B1 / Tiamina:</h4>
<p style="text-align: justify;">Quantidade recomendada por dia: 1100-1500 µg</p>
<p style="text-align: justify;">Levedura de cerveja (extracto seco) 3100</p>
<p style="text-align: justify;">Ovos completos                                    2500</p>
<p style="text-align: justify;">Amendoins                                             900</p>
<p style="text-align: justify;">Outros frutos secos                              690</p>
<p style="text-align: justify;">Carnes de porco ou de vaca               650</p>
<p style="text-align: justify;">Grãos                                                     480</p>
<p style="text-align: justify;">Lentilhas                                               430</p>
<p style="text-align: justify;">Avelãs e nozes                                      350</p>
<p style="text-align: justify;">Vísceras e despojos cárnicos            310</p>
<p style="text-align: justify;">Alhos                                                    200</p>
<p style="text-align: justify;">Quantidades expressas em µg/100 gr.</p>
<h4 style="text-align: justify;" align="center">Riboflavina, Vitamina B2</h4>
<p style="text-align: justify;">A vitamina B2 faz parte de uma série de enzimas que intervêm no metabolismo dos hidratos de carbono, dos aminoácidos e das gorduras. Está pois também implicada na libertação de energia celular.</p>
<p style="text-align: justify;">A vitamina B2 participa nos processos de respiração celular, desintoxicação hepática, desenvolvimento do embrião e manutenção da envoltura dos nervos. Também ajuda ao crescimento e à reprodução, e melhora o estado da pele, das unhas e do cabelo. Encontra-se principalmente no leite (lactoflavina), nos ovos (ovoflavina), nos rins (renoflavina), em carnes, peixes e alimentos ricos em proteínas, em general.. É estável ao calor mas sensível à luz (por isso é recomendável proteger o leite da luz).</p>
<p style="text-align: justify;">A sua carência manifesta-se na forma de lesões na pele, nas mucosas e nos olhos. Costumam ser deficitários os bebedores ou fumadores crônicos e as pessoas que seguem uma dieta vegetariana estrita (sem ovos nem leite) e não tomam suplementos de levedura de cerveja ou gérmen de trigo.</p>
<p style="text-align: justify;">São fontes gerais desta Vitamina a Carne, o Fígado, as Hortaliças verdes, as Leguminosas, o leite, os ovos e a levedura de cerveja.</p>
<h4 style="text-align: justify;" align="center">Alimentos Ricos em Vitamina B2 / Riboflavina:</h4>
<p style="text-align: justify;">Quantidade recomendada por dia: 1300-1800 µg</p>
<p style="text-align: justify;">Vísceras e despojos cárnicos            3170</p>
<p style="text-align: justify;">Levedura de cerveja                           2070</p>
<p style="text-align: justify;">Gérmen de trigo                                    810</p>
<p style="text-align: justify;">Amêndoas                                               700</p>
<p style="text-align: justify;">Coco                                                          600</p>
<p style="text-align: justify;">Queijos gordos                                        550</p>
<p style="text-align: justify;">Cogumelos                                               440</p>
<p style="text-align: justify;">Milho                                                        380</p>
<p style="text-align: justify;">Queijos curados e semi–curados        370</p>
<p style="text-align: justify;">Farelo                                                        360</p>
<p style="text-align: justify;">Ovos                                                           310</p>
<p style="text-align: justify;">Lentilhas                                                   260</p>
<p style="text-align: justify;">Quantidades expressas em µg/100 gr.</p>
<h4 style="text-align: justify;" align="center">Niacina, Vitamina B3</h4>
<p style="text-align: justify;">Além de ser chamada niacina, é também conhecida por ácido nicotínico, nicotinamida ou vitamina PP. Esta vitamina previne o aparecimento da pelagra, intervém no metabolismo dos hidratos de carbono, das gorduras e das proteínas. Faz parte da coenzima que desempenha um papel essencial nas cadeias de oxidação do organismo.</p>
<p style="text-align: justify;">É elaborada em pequenas Quantidades pelos micro-organismos do intestino grosso. Além disso, 60 mg do aminoácido triptófano tem a mesma atividade que 1 mg de vitamina B3. As pessoas que se alimentam com proteína rica em triptófano (ovos, leite) têm menos necessidade de vitamina B3. É pouco frequente encontrarmo-nos com estados carenciais, porque o nosso organismo é capaz de produzir uma certa quantidade de niacina a partir do triptófano, aminoácido que faz parte de muitas proteínas que tomamos numa alimentação mista. Sem dúvida, só em países do Terceiro Mundo, que se alimentam à base de milho ou de sorgo (muitas vezes em más condições de conservação), aparece a pelagra, enfermidade caracterizada por dermatite, diarreia e demência (os três D da pelagra).</p>
<p style="text-align: justify;">Os preparados à base de niacina não costumam tolerar-se bem, e normalmente produzem vermelhões e ardores na pele.</p>
<p style="text-align: justify;">Fontes: Leguminosas, Sementes, Levedura de Cerveja, Fígado, Carne Magra.</p>
<h4 style="text-align: justify;" align="center">Alimentos Ricos em Vitamina B3 / Niacina:</h4>
<p style="text-align: justify;">Quantidade recomendada por dia: 15-20 mg.</p>
<p style="text-align: justify;">Levedura de cerveja               58</p>
<p style="text-align: justify;">Farelo de trigo                        29,6</p>
<p style="text-align: justify;">Amendoins tostados              16</p>
<p style="text-align: justify;">Fígado de Vitela                      15</p>
<p style="text-align: justify;">Amêndoas                                6,5</p>
<p style="text-align: justify;">Gérmen de trigo                    5,8</p>
<p style="text-align: justify;">Farinha integral de trigo     5,6</p>
<p style="text-align: justify;">Pêssego seco (em tiras)       5,3</p>
<p style="text-align: justify;">Arroz integral                        4,6</p>
<p style="text-align: justify;">Cogumelos                             4,9</p>
<p style="text-align: justify;">Pão de trigo integral            3,9</p>
<p style="text-align: justify;">Quantidades expressas em mg/100 gr.</p>
<h4 style="text-align: justify;" align="center">Ácido Pantotênico, Vitamina B5</h4>
<p style="text-align: justify;">É uma vitamina muito estável, mas longos períodos de aquecimento (2-6 dias) fazem com que se destrua. Faz parte da coenzima A, uma das mais importantes do organismo, sendo interveniente no metabolismo dos hidratos de carbono, das gorduras e das proteínas, portanto da energia celular. Encontra-se numa grande quantidade e variedade de alimentos (pantothen em grego significa &#8220;em todas as partes&#8221;), mas a congelação destrói mais de 50% desta vitamina.</p>
<p style="text-align: justify;">A sua carência provoca falta de atenção, apatia, alergias, fadiga, dor de cabeça, transtornos do sono, náuseas, caibras musculares e baixo rendimento energético em general. Por vezes ministra-se para melhorar a cicatrização das feridas, sobretudo no campo da cirurgia.</p>
<p style="text-align: justify;">Os consumos diários recomendados estão entre os 50 e os 500 mg., segundo as RDA USA.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Fontes Principais:</h4>
<p style="text-align: justify;">1 Levedura de cerveja;</p>
<p style="text-align: justify;">2 Gema de ovo;</p>
<p style="text-align: justify;">3 Cereais integrais;</p>
<p style="text-align: justify;">4 Gérmen de trigo ou de arroz;</p>
<p style="text-align: justify;">5 Amendoins;</p>
<p style="text-align: justify;">6 Ervilhas;</p>
<p style="text-align: justify;">7 Vísceras (fígado, etc.).</p>
<p style="text-align: justify;">Também, mas em menor quantidade:</p>
<p style="text-align: justify;">No leite, carnes e Aves.</p>
<h4 style="text-align: justify;" align="center">Piridoxina, Vitamina B6</h4>
<p style="text-align: justify;">Também designada por piridoxal ou piridoxamina. É imprescindível no metabolismo das proteínas. Encontra-se em quase todos os alimentos, tanto de origem animal como vegetal, pelo que é muito raro encontrarem-se estados deficitários. A sua carência provoca dermatite seborreica em volta dos olhos, sobrancelhas e boca, língua dolorosa, tremores, vômitos, perda de peso, anemia e problemas no sistema imunitário.</p>
<p style="text-align: justify;">Às vezes prescreve-se para melhorar a capacidade de regeneração do tecido nervoso, para contrariar os efeitos negativos da radioterapia e contra o enjoo nas viagens.</p>
<p style="text-align: justify;">Fontes: Verduras; Batatas; Gérmen e farelo de trigo; Cereais integrais; Carne, particularmente fígado; Salmão.</p>
<h4 style="text-align: justify;" align="center">Alimentos Ricos em Vitamina B6</h4>
<p style="text-align: justify;">Quantidade recomendada por dia: 1600 a 2000 µg</p>
<p style="text-align: justify;">Sardinhas e boqueirões frescos 960</p>
<p style="text-align: justify;">Nozes                                                    870</p>
<p style="text-align: justify;">Lentilhas                                             600</p>
<p style="text-align: justify;">Vísceras e despojos cárnicos           590</p>
<p style="text-align: justify;">Grãos                                                    540</p>
<p style="text-align: justify;">Carne de frango                                 500</p>
<p style="text-align: justify;">Atum fresco ou congelado              460</p>
<p style="text-align: justify;">Avelãs                                                  450</p>
<p style="text-align: justify;">Carne de Vitela ou Porco                400</p>
<p style="text-align: justify;">Bananas.                                             370</p>
<p style="text-align: justify;">Quantidades expressas em µg/100 gr.</p>
<h4 style="text-align: justify;" align="center">Ácido Fólico, Vitamina B9</h4>
<p style="text-align: justify;">É também chamada folacina. Designa-se por ácido fólico por se encontrar principalmente nas folhas dos vegetais (em latim folia significa folha). Merece especial atenção o ácido fólico, já que por ser imprescindível nos processos de divisão e multiplicação celular (faz parte de vários coenzimas do organismo com um papel muito importante nesta divisão celular e na reprodução), as necessidades aumentam durante a gravidez (desenvolvimento do feto).</p>
<p style="text-align: justify;">Por este motivo se prescreve de forma preventiva às grávidas. Atua conjuntamente com a vitamina B12 e a sua carência manifesta-se de forma muito parecida à desta (debilidade, fadiga, irritabilidade, etc.), além de língua vermelha, transtornos intestinais e diarreias, assim como a anemia macrocítica (poucos glóbulos vermelhos maduros) e má – formações neurais no feto durante a gestação. Permite o crescimento normal, mantém a capacidade de reprodução e impede certos transtornos sanguíneos. Os micro-organismos do intestino humano são incapazes de sintetizá-la, pelo que se deve ingerir do exterior.</p>
<p style="text-align: justify;">Participa na síntese de certos aminoácidos, como a glicina (gly) e a serina (ser), assim como na decomposição de praticamente todos os aminoácidos.</p>
<p style="text-align: justify;">As quantidades recomendadas por dia são de 200 µg, elevando-se para 400 µg durante a gravidez.</p>
<p style="text-align: justify;">Fontes: Abunda no gérmen de trigo, levedura de cerveja, fígado, verduras de folha, leguminosas secas, hortaliças verdes (alface, brócolos,&#8230;), nozes, avelãs e laranjas. Em pequenas quantidades, na carne, ovos, na maioria das frutas e leites desidratados.</p>
<h4 style="text-align: justify;" align="center">Alimentos Ricos em Ácido Fólico /B9:</h4>
<p style="text-align: justify;">Alface                                   1250</p>
<p style="text-align: justify;">Levedura de Cerveja        1000</p>
<p style="text-align: justify;">Cenouras                              410</p>
<p style="text-align: justify;">Escarola                               330</p>
<p style="text-align: justify;">Tomate                                 330</p>
<p style="text-align: justify;">Salsa                                     260</p>
<p style="text-align: justify;">Espinafres cozidos            140</p>
<p style="text-align: justify;">Brócolos cozidos                110</p>
<p style="text-align: justify;">Frutos Secos                      100</p>
<p style="text-align: justify;">Farelo                                    94</p>
<p style="text-align: justify;">Quantidades expressas em µg/100 gr</p>
<h4 style="text-align: justify;" align="center">Cobalamina, Vitamina B12</h4>
<p style="text-align: justify;">Também é chamada cianocobalamina. Não é muito estável ao calor nem à luz. Reveste-se de grande importância, sendo indispensável para a formação dos glóbulos vermelhos (facilita a assimilação do ferro), para o crescimento corporal, regeneração dos tecidos, e para o bom funcionamento de todas as células, especialmente as da medula espinal, do sistema nervoso e do trato gastrointestinal. Tem uma atividade muito ligada ao ácido fólico.</p>
<p style="text-align: justify;">O déficit desta vitamina dá lugar à chamada &#8220;anemia perniciosa&#8221; (palidez, cansaço, etc.), língua dolorosa, debilidade, perda de peso, transtornos nervosos e mentais (a sua carência pode causar danos cerebrais), e aumento das dores reumáticas (aos que padecem de tal transtorno). Ao contrário de outras vitaminas hidro–solúveis, acumula-se no fígado e rins, pelo que só poderão ocorrer estados carenciais se passarem longos períodos sem que seja consumida. As necessidades mínimas de vitamina B12, segundo as RDA USA, são de 2 µg para o adulto. Durante a gestação e a lactação as necessidades aumentam nuns 2,2 a 2,6 µg.).</p>
<p style="text-align: justify;">Diz-se que as fontes mais importantes desta vitamina são os alimentos de origem animal, mas como os animais de onde provém não consomem “alimentos de origem animal”, não será difícil intuir que é o seu corpo que a sintetiza (a partir de alimentos vegetais). Daqui o erro em admitir-se – porque isto seria ilógico e absurdo –, que os organismos inferiores ao homem sabem sintetizar Vitamina B12, e este não.</p>
<p style="text-align: justify;">Também se afirmou que nem o homem, nem os animais, nem as plantas superiores são capazes de a sintetizar, e que isto só seria possível nalguns organismos procedentes do solo, mas atualmente já se vai sabendo que a flora bacteriana do nosso intestino grosso pode produzi-la em quantidades suficientes. As conclusões erradas a que se tem chegado basear-se-iam na verificação de graves estados carenciais observados em vegetarianos que não consumiam ovos nem lácteos, e em pessoas que sofriam de um defeituoso mecanismo de absorção (anemia perniciosa) ou de algum tipo de transtorno intestinal.</p>
<p style="text-align: justify;">A vitamina B12 procedente da dieta precisa de um mecanismo complicado para a sua absorção. Deve unir-se a uma proteína segregada pelo estômago (fator intrínseco) que permite a sua absorção no intestino. Por causas genéticas, algumas pessoas podem ter problemas para produzir este fator intrínseco e padecer por isto de sintomas de deficiência. O consumo de álcool faz aumentar as necessidades desta vitamina.</p>
<p style="text-align: justify;">Muitos preparados farmacêuticos para o tratamento de dores ou inflamações dos nervos (ciática e lombalgias) contêm vitamina B12, normalmente associada à B1 e B6 .</p>
<p style="text-align: justify;">Fontes: fígado e rins. Em moderada concentração: na carne; peixe, mariscos; ovos, leite (e na maioria de produtos lácteos), levedura de cerveja.</p>
<h4 style="text-align: justify;" align="center"><strong><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-4954 alignleft" src="https://ahau.org/wp-content/uploads/2012/02/vitaminas-e1574295466370.jpeg" alt="vitaminas" width="400" height="267" /></strong>Ácido Ascórbico, Vitamina C</h4>
<p style="text-align: justify;">Esta vitamina encontra-se quase exclusivamente nos vegetais frescos. A sua carência produz o escorbuto, mas é muito pouco frequente na atualidade a ocorrência desta manifestação, uma vez que as necessidades diárias se cobrem com um mínimo de vegetais crus que consumamos. Por ser una vitamina solúvel na água, pouco se acumula no organismo, pelo que é importante um fornecimento diário.</p>
<p style="text-align: justify;">A matriz óssea necessita de vitamina C para reter cálcio e fósforo; os dentes, com carência desta vitamina, ficam frouxos e mais expostos às cáries. O ácido ascórbico é também necessário para manter a solidez e elasticidade das paredes dos vasos sanguíneos, assim como para a formação de hemoglobina, a absorção de ferro no intestino e o depósito de ferro no fígado.</p>
<p style="text-align: justify;">Atua também no organismo como transportadora de oxigênio e hidrogênio e intervém na assimilação de certos aminoácidos e do ácido fólico. Parece que esta vitamina desempenha um papel na proteção contra as infecções (e constipações) ainda que não esteja ainda muito esclarecida a sua relação.</p>
<h4>Um poderoso antioxidante</h4>
<p style="text-align: justify;">Revelou-se um poderoso antioxidante e, tal como as vitaminas A e E, previne da oxidação os lípidos das membranas celulares. A vitamina C participa ainda de forma decisiva nos processos de desintoxicação que se produzem no fígado, contraria os efeitos dos nitratos (pesticidas e conservantes químicos) no estômago, e participa na formação do colagênio e cicatrização das feridas.</p>
<p style="text-align: justify;">É muito sensível à luz, à temperatura e ao oxigênio do ar. Um sumo de laranja natural perde o seu conteúdo de vitamina C após 15 a 20 minutos depois de o termos preparado (efeito da luz), e também se perde nas verduras quando as cozinhamos (efeito da temperatura).</p>
<p style="text-align: justify;">Quando falta vitamina C, sentimos fadiga, irritabilidade, dores nas articulações, etc., e podemos apresentar pele áspera, folículos hemorrágicos, alterações das gengivas e cáries dentais.. As necessidades de ácido ascórbico aumentam durante a gravidez, a lactação, nos fumadores e em pessoas submetidas a situações de stress.</p>
<p style="text-align: justify;">Fontes: Frutas e verduras frescas e cruas, uma vez que a vitamina C é muito instável à luz, calor e tratamentos tecnológicos (pasteurização, evaporação, condensação, &#8230; etc.).</p>
<h4 style="text-align: justify;" align="center">Alimentos Ricos em Vitamina C:</h4>
<p style="text-align: justify;">Quantidade recomendada por dia: 50 a 60 mg</p>
<p style="text-align: justify;">Kiwi                                    500</p>
<p style="text-align: justify;">Guaiaba                             480</p>
<p style="text-align: justify;">Pimento vermelho           204</p>
<p style="text-align: justify;">Groselha negra                200</p>
<p style="text-align: justify;">Salsa                                   150</p>
<p style="text-align: justify;">Caqui                                  130</p>
<p style="text-align: justify;">Couve de Bruxelas          100</p>
<p style="text-align: justify;">Limão                                  80</p>
<p style="text-align: justify;">Couve–flor                         70</p>
<p style="text-align: justify;">Espinafre                           60</p>
<p style="text-align: justify;">Morango                            60</p>
<p style="text-align: justify;">Laranja                              50</p>
<p style="text-align: justify;">Quantidades expressas em mg/100 gr.</p>
<h4 style="text-align: justify;" align="center">Calciferol, Vitamina D</h4>
<p style="text-align: justify;">A vitamina D é fundamental para a absorção do cálcio e do fósforo. Forma-se na pele, sob a ação dos raios ultravioleta, em quantidade suficiente para cobrir as necessidades diárias. Se apanhamos sol de vez em quando, não teremos necessidade de a procurar na dieta.</p>
<p style="text-align: justify;">Esta vitamina existe sob duas formas, calciferol (vit. D2) e colecalciferol (vit. D3). Estão constituídas por uma molécula do grupo álcool, sendo, estável e resistente ao calor e à oxidação, assim como aos ácidos e álcalis. É sensível à luz, especialmente às ondas UV. É a precursora de muitas hormonas e do colesterol.</p>
<p style="text-align: justify;">O precursor da vitamina D3 encontra-se armazenado sob a pele e na superfície. Quando os raios UV do sol chegam à pele o precursor transforma-se em vitamina D3, que será distribuída por todo o organismo. Por isso se expõem ao sol as crianças e idosas, que possuem alto risco de carência desta vitamina.</p>
<p style="text-align: justify;">A carência de vitamina D leva a um crescimento mais lento das crianças e um desenvolvimento anormal dos ossos (raquitismo). Em países onde o sol pouco aparece ou em bebés que nunca apanham sol, o déficit de vitamina D pode produzir descalcificação dos ossos (osteoporose), cáries dentais graves ou mesmo raquitismo. Os ossos ficam brandos por não se depositarem o cálcio e o fósforo, devido à falta desta vitamina. No adulto o déficit da vitamina D não é frequente mas pode produzir-se durante a gravidez ou a lactação. Nas pessoas maiores pode causar a osteomalacia – enfermidade dos ossos, em que estes se tornam frágeis e brandos (má utilização do cálcio e do fósforo, privação de sol, alterações hormonais, &#8230;).</p>
<p style="text-align: justify;">Fontes</p>
<p style="text-align: justify;">O organismo extrai-a pela ação do sol e está presente, em pouca quantidade em alguns vegetais, gemas de ovo, manteiga, peixe gordo e no fígado.</p>
<h4 style="text-align: justify;" align="center">Alimentos Ricos em Vitamina D:</h4>
<p style="text-align: justify;">Quantidade recomendada por dia: 5 a 10 µg</p>
<p style="text-align: justify;">Sardinhas e boqueirões                          7,5</p>
<p style="text-align: justify;">Atum fresco ou congelado                     5,4</p>
<p style="text-align: justify;">Queijos gordos                                          3,1</p>
<p style="text-align: justify;">Margarina (onde é adicionada)            2,5</p>
<p style="text-align: justify;">Cogumelos                                                 1,9</p>
<p style="text-align: justify;">Ovos                                                            1,7</p>
<p style="text-align: justify;">Outros peixes frescos e congelados      1,1</p>
<p style="text-align: justify;">Queijos curados e semi–curados         0,3</p>
<p style="text-align: justify;">Queijos frescos                                         0,8</p>
<p style="text-align: justify;">Leite e iogurte                                           0,6</p>
<p style="text-align: justify;">Quantidades expressas em µg/100 grs</p>
<h4 style="text-align: justify;" align="center">Tocoferol, Vitamina E</h4>
<p style="text-align: justify;"><a href="https://ahau.org/dieta-atlantica/">A Vitamina E</a> revela-se indispensável na reprodução dos humanos e de alguns animais, sendo preventiva do aborto espontâneo. Graças à sua capacidade para captar o oxigênio, atua como antioxidante nas células, face aos radicais livres presentes no nosso organismo. Ao impedir a oxidação das membranas celulares, permite uma boa nutrição e regeneração dos tecidos. Também tem propriedades anti–coagulantes. Se queremos manter-nos jovens e saudáveis, devemos garantir um fornecimento suficiente de vitamina E ao organismo.</p>
<p style="text-align: justify;">Existem 8 compostos diferentes com atividade vitamínica E, mas não há dúvida de que a forma tocoferol é a mais ativa.</p>
<p style="text-align: justify;">A vitamina E é estável ao calor mas muito sensível à oxidação e à luz UV. Não se destrói com a temperatura de cocção mas podem produzir-se perdas de grande quantidade desta vitamina durante a congelação, assim como também durante os processos tecnológicos a que são submetidos os alimentos que a integram, e ainda à conservação, embalagem e condições de transporte.</p>
<p style="text-align: justify;">O déficit de vitamina E pode ocasionar anemia, destruição dos glóbulos vermelhos do sangue, degeneração muscular (parece existir uma relação entre os transtornos musculares e a ausência desta vitamina), doenças da pele, arteriosclerose, colesterol, impotência, e desordens da reprodução (uma carência desta vitamina parece estar relacionada com a esterilidade, e também, durante a gravidez, a impossibilidade de a levar a termo com êxito).</p>
<p style="text-align: justify;">Um excesso de vitamina E, por outro lado, pode dar origem a transtornos metabólicos, pelo que devemos limitar-nos a consumi-la nos alimentos da dieta (cereais integrais, germinados, óleos vegetais não refinados, etc.). Não se deve tomá-la em simultâneo com suplementos de ferro, posto que ambos interagem incompativelmente e se destroem. A Vitamina E é também reguladora do metabolismo neuro–muscular e é recomendada a todas as mulheres na menopausa</p>
<p style="text-align: justify;">Fontes: Gérmen de trigo; Sementes completas; Frutas e Verduras; Óleos vegetais; Margarinas; Gorduras; Fígado.</p>
<h4 style="text-align: justify;" align="center">Alimentos Ricos em Vitamina E:</h4>
<p style="text-align: justify;">Quantidade recomendada por dia: 8-10 mg</p>
<p style="text-align: justify;">Óleo de girassol            55</p>
<p style="text-align: justify;">Óleo de milho                31</p>
<p style="text-align: justify;">Gérmen de trigo          30</p>
<p style="text-align: justify;">Avelãs                              26</p>
<p style="text-align: justify;">Amêndoas                     25</p>
<p style="text-align: justify;">Coco                                17</p>
<p style="text-align: justify;">Gérmen de milho       16</p>
<p style="text-align: justify;">Óleo de soja                  14</p>
<p style="text-align: justify;">Soja germinada           13</p>
<p style="text-align: justify;">Azeite de oliva             12</p>
<p style="text-align: justify;">Margarina                     10</p>
<p style="text-align: justify;">Amendoins e nozes      9</p>
<p style="text-align: justify;">Quantidades expressas em mg/100 gr.</p>
<h4 style="text-align: justify;" align="center">Ácidos Gordos Essenciais, Vitamina F</h4>
<p style="text-align: justify;">Não se trata de uma verdadeira vitamina, mas utiliza-se este termo para denominar os ácidos gordos insaturados que são imprescindíveis para o organismo, especialmente o ácido linoleico. Têm em comum que o organismo não pode sintetizá-los e devem incorporar-se através da dieta. Não atuam como substâncias ativas que reajam com outros compostos, como o resto das vitaminas, mas passam a fazer parte das membranas celulares como elementos estruturais. Têm outras múltiplas funções, entre as que se destacam a de participar no transporte de oxigênio pelo sangue, regular o índice de coagulação sanguínea, dispersar o colesterol depositado nas veias, induzir uma atividade hormonal normal (síntese de prostaglandinas) e nutrir todas as células da pele.</p>
<p style="text-align: justify;">Divide-se em dois grupos ou séries: a série ômega 3 e a ômega 6. A primeira é formada pelos ácidos linoleico, linolénico e araquidónico, presentes nos óleos vegetais virgens (cuidado porque se destroem com o calor), nas sementes de girassol, nos frutos secos e nos abacates. Também se inclui nesta série o ácido gama–linolénico, presente no óleo de prímula (também chamado onagro ou onagra) ou de borragem. A série ômega 6 é constituída pelos ácidos gordos eicosapentaónico e docosahexaenoico, que se encontram abundantemente nos peixes gordos.</p>
<p style="text-align: justify;">Os adultos requerem uns 10 gr. por dia ou o equivalente a 1 % das calorias ingeridas. As crianças devem consumir até uns 3 % da energia fornecida pela dieta, na forma de ácidos gordos essenciais (RDA USA 1995).</p>
<h4 style="text-align: justify;">Alimentos Ricos em Ácidos Gordos Essenciais (Vit. F):</h4>
<p style="text-align: justify;">Quantidade recomendada por dia: 8 – 10 gr. ou 3 % do aporte energético total.</p>
<p style="text-align: justify;">Óleo de sementes              66</p>
<p>Nozes                                   4,1</p>
<p style="text-align: justify;">Óleo de soja                        61</p>
<p>Margarina                             2</p>
<p style="text-align: justify;">Óleo de girassol                6,1</p>
<p style="text-align: justify;">Óleo de milho                    5,1</p>
<p style="text-align: justify;">Amêndoas e amendoins   1,2</p>
<p style="text-align: justify;">Azeite de oliva                   0,9</p>
<p style="text-align: justify;">Toucinho e banha             0,7</p>
<p style="text-align: justify;">Manteiga                            0,3</p>
<p style="text-align: justify;">Quantidades expressas em g/100 gr.</p>
<h4 style="text-align: justify;" align="center">Biotina, Vitamina H</h4>
<p style="text-align: justify;">É a menos conhecida das vitaminas do grupo B. É estável ao calor inclusive durante o armazenamento. Intervém na formação da glucose a partir dos carbohidratos e das gorduras e está implicada na síntese de ácidos gordos, glicogênio e certos aminoácidos. Certos micro-organismos do intestino humano (flora intestinal) são capazes de sintetizá-la nas quantidades requeridas, mas é difícil a sua absorção pelo intestino grosso. Uma possível causa de carência desta vitamina pode ser a ingestão de clara de ovo crua, num regime pobre em biotina, pelo facto da clara conter uma proteína chamada avidina, ao combinar-se com a biotina torna impossível a sua absorção. Quando a clara de ovo se coze a atividade da avidina destrói-se.</p>
<p style="text-align: justify;">A carência de biotina provoca alterações na pele e língua, inapetência, insônia, náuseas, anemia e depressão.</p>
<p style="text-align: justify;">As necessidades diárias mínimas, segundo as normas RDA USA, são de 150 a 300gr.</p>
<p style="text-align: justify;">Fontes</p>
<h4 style="text-align: justify;">Encontra-se presente em muitos alimentos, especialmente nos:</h4>
<p style="text-align: justify;">1 Frutos secos;</p>
<p style="text-align: justify;">2 Frutas;</p>
<p style="text-align: justify;">3 Legumes e Verduras;</p>
<p style="text-align: justify;">4 Levedura de cerveja;</p>
<p style="text-align: justify;">5 Leite;</p>
<p style="text-align: justify;">6 Fígado;</p>
<p style="text-align: justify;">7 Carnes.</p>
<h4 style="text-align: justify;" align="center">Anti-hemorrágica, Vitamina K</h4>
<p style="text-align: justify;">Conhecem-se duas formas naturais de vitamina K (K1 e K2). Encontra-se em diversas plantas, nas folhas dos vegetais verdes, nos alimentos que sofreram uma fermentação bacteriana, no fígado de bacalhau, etc., mas normalmente é sintetizada pelas bactérias da flora intestinal.</p>
<p style="text-align: justify;">Em grandes quantidades é tóxica. É estável ao calor, ao ar e à umidade, mas não à luz.</p>
<p style="text-align: justify;">Chama-se anti–hemorrágica porque é fundamental nos processos e mecanismos da coagulação sanguínea.</p>
<p style="text-align: justify;">É muito difícil que se produzam carências nos adultos, mas pode dar-se este caso se nos submetermos a um tratamento com antibióticos durante um período prolongado. O déficit de vitamina K pode ocasionar hemorragias nasais, no aparelho digestivo ou no genito-urinário. As necessidades no adulto médio são de uns 80 µg por dia para os homens, e uns 65 µg para as mulheres (RDA USA).</p>
<h4 style="text-align: justify;">Fontes</h4>
<p style="text-align: justify;">1 Hortaliças verdes com folha (espinafres, couve, alface, &#8230;);</p>
<p style="text-align: justify;">2 Gema de ovo;</p>
<p style="text-align: justify;">3 Óleo de soja;</p>
<p style="text-align: justify;">4 Fígado.</p>
<h4 style="text-align: justify;" align="center">Conclusão</h4>
<p style="text-align: justify;">Considerações Sobre as Necessidades de Vitaminas</p>
<p style="text-align: justify;">Necessidades Diárias de Vitaminas</p>
<p style="text-align: justify;">Considerações Sobre as Necessidades de Vitaminas</p>
<p style="text-align: justify;">Quando a nossa dieta é pobre em alimentos integrais e produtos frescos e crus, preferencialmente de cultivo biológico, é absolutamente certo que sofremos de estados carenciais, por falta de uma ou várias vitaminas. Se não incluímos habitualmente nas refeições tais produtos ou se optamos pelas refeições que a publicidade nos oferece, o nosso estado carencial pode ser muito grave, e a nosso aspecto saudável pode não passar de enganoso.</p>
<p style="text-align: justify;">Há também circunstâncias ou etapas da vida em que as necessidades de algumas vitaminas aumentam.</p>
<h4 style="text-align: justify;" align="center">Casos a considerar:</h4>
<h4 style="text-align: justify;" align="center">Dietas de emagrecimento</h4>
<p style="text-align: justify;">Controlar a ingestão de vitamina B2 e ácido fólico.</p>
<h4 style="text-align: justify;" align="center">Gravidez</h4>
<p style="text-align: justify;">Aumentar o consumo de vitaminas B1, B2, B6 e ácido fólico.</p>
<h4 style="text-align: justify;" align="center">Lactação</h4>
<p style="text-align: justify;">Prestar especial atenção ao consumo suficiente das vitaminas A, B6, D, C e ácido fólico.</p>
<h4 style="text-align: justify;" align="center">Bebés e lactentes</h4>
<p style="text-align: justify;">Verificar atentamente se a mãe não sofre de nenhuma carência vitamínica. Quando se vive numa zona pouco ensolarada deve ter-se o cuidado de atender à necessidade que o bebé tem de vitamina D.</p>
<h4 style="text-align: justify;" align="center">Crianças</h4>
<p style="text-align: justify;" align="center">É importante que não faltem as vitaminas A, C, D, B1, B2 e ácido fólico.</p>
<h4 style="text-align: justify;" align="center">Idosos</h4>
<p style="text-align: justify;">A maior parte dos idosos alimentam-se repetidamente das mesmas coisas, muitas vezes alimentos de baixa riqueza vitamínica. Pode ser conveniente um aporte suplementar de vitaminas A, B1, C, ácido fólico e D (porque muitas vezes saem pouco e não apanham muito sol).</p>
<h4 style="text-align: justify;" align="center">Entre os factores que neutralizam ou destroem certas vitaminas destacam-se:</h4>
<h4 style="text-align: justify;" align="center">As bebidas alcoólicas</h4>
<p style="text-align: justify;">É certo que o álcool fornece calorias, mas não tem teor vitamínico e diminui o apetite por alguns dos alimentos que as fornecem. Como resultado, produzem-se carências, especialmente das vitaminas B1, B2, B3, B6, e ácido fólico.</p>
<h4 style="text-align: justify;" align="center">O tabaco</h4>
<p style="text-align: justify;">Como a vitamina C intervém nos processos de desintoxicação e reage contra os tóxicos do tabaco, recomenda-se aos fumadores um maior consumo do que o habitualmente indicado (por vezes o dobro ou o triplo).</p>
<h4 style="text-align: justify;" align="center">As Drogas</h4>
<p style="text-align: justify;">Sendo estas substâncias tóxicas para o organismo, dever-se-á aumentar também o consumo de vitamina C. Como frequentemente diminuem o apetite deveremos consumir produtor com riqueza elevada em vitaminas do grupo B (que, além disso, atuam como protetores hepáticos) e ácido fólico.</p>
<h4 style="text-align: justify;" align="center">Situações de stress</h4>
<p style="text-align: justify;">Debaixo de tensão emocional ou psíquica, as glândulas supra-renais segregam uma maior quantidade de adrenalina, a qual consume uma quantidade substancial de vitamina C. Além disso, também se torna necessário consumir maiores quantidades de vitamina E, e das do grupo B.</p>
<h4 style="text-align: justify;" align="center">O Açúcar ou os alimentos açucarados (com açúcar branco)</h4>
<p style="text-align: justify;">O açúcar branco não fornece qualquer vitamina ao nosso organismo, e como se isto não bastasse, a sua metabolização consome grande quantidade de vitaminas e minerais das nossas próprias reservas (sobretudo vitamina B1).</p>
<h4 style="text-align: justify;" align="center">Os Medicamentos</h4>
<p style="text-align: justify;">Os estrogênios (contraceptivos femininos) repercutem negativamente na disponibilidade da maioria das vitaminas. Os antibióticos e os laxantes destroem a flora intestinal, e podem levar ao <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Vitamina_K">déficit</a> das vitaminas K, H e B12.</p>
<p style="text-align: justify;">Para uma melhor ideia sobre as variações das necessidades de vitaminas nas diferentes etapas e situações da vida, apresenta-se mais adiante uma tabela de consulta onde são indicadas as exigências mínimas de algumas das principais vitaminas.</p>
<p style="text-align: justify;">Sumos Vitaminados, como Fontes de Vitaminas e de Alguns Minerais</p>
<h4 style="text-align: justify;" align="center">Beta-Carotenos</h4>
<p style="text-align: justify;">Cenoura, folhas de couve e salsa;</p>
<h4 style="text-align: justify;" align="center"> Vitamina B6</h4>
<p style="text-align: justify;">Folhas de couve, espinafres e pimento;</p>
<h4 style="text-align: justify;" align="center"> Ácido Fólico</h4>
<p style="text-align: justify;">Espinafres e folhas de couve;</p>
<h4 style="text-align: justify;" align="center">Selênio</h4>
<p style="text-align: justify;">Beterraba vermelha, nabo e laranja;</p>
<h4 style="text-align: justify;" align="center">Cromo</h4>
<p style="text-align: justify;">Batatas, pimentos verdes e maçã;</p>
<h4 style="text-align: justify;" align="center">Zinco</h4>
<p style="text-align: justify;">Gengibre, salsa e cenouras.</p><p>The post <a href="https://ahau.org/vitaminas/">Vitaminas</a> first appeared on <a href="https://ahau.org">Instituto Ahau - Terapeutas Especializados</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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