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	<title>irritabilidade - Instituto Ahau - Terapeutas Especializados</title>
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		<title>Metais tóxicos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luiz Terapeuta]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Mar 2012 19:31:58 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Médicos e terapeutas que atuam na prática ortomolecular são sinônimo de: “Buscadores de metais tóxicos”. Talvez porque uma das nossas habilidades seja justamente essa: a de pesquisar metais tóxicos através do exame do cabelo (mineralograma capilar, para ler mais sobre o exame clique aqui). Mas afinal, o que são esses metais? Por que são tóxicos? [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Médicos e <a href="https://ahau.org/team/luiz-sequeira-0-html/">terapeutas</a> que atuam na prática ortomolecular são sinônimo de: “Buscadores de metais tóxicos”. Talvez porque uma das nossas habilidades seja justamente essa: a de pesquisar metais tóxicos através do exame do cabelo (mineralograma capilar, para ler mais sobre o exame clique aqui). Mas afinal, o que são esses metais? Por que são tóxicos? Quais os principais metais tóxicos e suas conseqüências para a saúde humana?</p>
<p style="text-align: justify;">Bem, talvez os metais sejam os agentes tóxicos mais estudados e conhecidos pelo homem. Acompanham o homem desde tempos remotos, não podem ser sintetizados (estão dispostos na natureza) e nem destruídos pelo homem. Com o advento da revolução industrial muitos deles começaram a ser mobilizados de suas fontes naturais e assim deslocados por todo globo. Ou seja, estão amplamente distribuídos na Terra (solo, água, ar, tintas, desodorantes, alimentos, fármacos, agrotóxicos).</p>
<p style="text-align: justify;">Sendo assim, a chance de contaminação é grande por metais tóxicos. Nos últimos 50 anos a exposição humana aos metais tóxicos cresceu vertiginosamente. A indústria petroquímica em especial trouxe vários benefícios (e também malefícios) para a humanidade. Um desses malefícios é o aumento da exposição dos metais tóxicos à saúde humana.</p>
<p style="text-align: justify;">Sabe-se que inúmeras são as vias metabólicas acometidas diante de uma contaminação, mas por terem uma característica de se acumularem, atrapalham principalmente as reações enzimáticas. Isso gera uma sintomatologia ampla e que muitas vezes passa despercebida pelos demais médicos.</p>
<p style="text-align: justify;">Os sistemas mais sensíveis à contaminação são: sistema nervoso (central e periférico), sistema gastrintestinal, cardiovascular, sistema renal e sistema hematopoiético.</p>
<p style="text-align: justify;">Antigamente acreditavam que apenas grandes doses dos metais tóxicos poderiam causar sintomatologia. Hoje a ciência mostra que doses mínimas de certos metais tóxicos já podem ter efeitos deletérios. Mas cada indivíduo responde de forma individual à contaminação. As conseqüências dependem do estado nutricional do paciente, do metabolismo e da capacidade de detoxificação. A retirada dependerá do metal em excesso, podendo ser utilizada a quelação Via oral (que age de forma lenta) ou endovenosa.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Os principais metais tóxicos encontrados nos mineralogramas são:</h4>
<p style="text-align: justify;">Arsênico, Chumbo, Cádmio, Mercúrio, Alumínio.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Alguns outros minerais são essenciais para a saúde humana porém podem agir como contaminantes ambientais:</h4>
<p style="text-align: justify;">Zinco, Ferro, Cobre, Cobalto, Manganês.</p>
<p style="text-align: justify;">Nos próximos parágrafos você saberá quais são alguns dos principais sintomas de intoxicação (aguda e/ou crônica) por metais tóxicos. Sempre que houver suspeita de intoxicação por metal tóxico, procure um médico que atue na prática ortomolecular. Provavelmente ele solicitará um mineralograma (exame que vê quase todos os minerais presentes no seu organismo, com base numa amostra de cabelo) e instituíra o tratamento correto.</p>
<h4 style="text-align: justify;">ARSÊNICO (As)</h4>
<h4 style="text-align: justify;">O que é e onde encontrar:</h4>
<p style="text-align: justify;">O arsênico é um metal de ocorrência natural, sólido, cristalino, de cor cinza-prateada. Exposto ao ar, perde o brilho e torna-se um sólido amorfo de cor preta.<br />
Esse metal é utilizado como agente de fusão para metais pesados, em processos de soldagens e na produção de cristais de silício e germânio;<br />
Produtos industriais: metais, tintas, corantes, cosméticos;<br />
Solo contaminado;<br />
Ar atmosférico com poluição industrial;<br />
Águas de fontes contaminadas;<br />
Vidros;<br />
Pinturas;<br />
Papel de parede;<br />
Produtos farmacêuticos;<br />
Peixes e crustáceos (na forma de arsenobetaína, que é uma forma atóxica);<br />
Algas marinhas e mariscos;<br />
Carnes de aves alimentadas por peixes,<br />
Cereais e arroz plantados em solo contaminado ou regados com água contaminada;<br />
Atividades vulcânicas;<br />
Cogumelos produzidos em solo contaminado;<br />
Fundição;<br />
Queima de carvão;<br />
Cigarro<br />
O arsênico é usado na fabricação de munição, ligas e placas de chumbo de baterias elétricas.<br />
Na forma de arsenito é usado como herbicida e como arsenato, é usado nos inseticidas.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Efeitos no organismo humano:</h4>
<p style="text-align: justify;">No homem produz efeitos nos sistemas respiratório, cardiovascular, nervoso e hematopoiético.<br />
No sistema respiratório ocorre irritação com danos nas mucosas nasais, laringe e brônquios. Exposições prolongadas podem provocar perfuração do septo nasal e rouquidão característica e, a longo prazo, insuficiência pulmonar, traqueobronquite e tosse crônica.<br />
No sistema cardiovascular são observadas lesões vasculares periféricas e alterações no eletrocardiograma.<br />
No sistema nervoso, as alterações observadas são sensoriais e polineuropatias, e no sistema hematopoiético observa-se leucopenia, efeitos cutâneos e hepáticos.<br />
Tem sido observada também a relação carcinogênica do arsênico com o câncer de pele e brônquios.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Quando suspeitar:</h4>
<p style="text-align: justify;">Astenias (fraquezas) inexplicáveis<br />
Nos distúrbios digestivos: diarreias, vômitos, náuseas, dor em queimação na boca e na garganta, dores abdominais;<br />
Nas dermatites;<br />
Hipotensão;<br />
Queda de cabelo ou quando o cabelo está seco, quebradiço e áspero;<br />
Anemias idiopática associada a déficit do sistema imunológico;<br />
Retardo do crescimento;<br />
Nas dores musculares;<br />
Neuropatia periférica;<br />
Insuficiência renal e/ou hepática sem causa detectável;<br />
Câncer de pele e/ou pulmão.</p>
<h4 style="text-align: justify;"><strong><img fetchpriority="high" decoding="async" class=" wp-image-4791 alignleft" src="https://ahau.org/wp-content/uploads/2012/03/metais-toxicos.jpg" alt="metais-toxicos" width="495" height="393" srcset="https://ahau.org/wp-content/uploads/2012/03/metais-toxicos.jpg 600w, https://ahau.org/wp-content/uploads/2012/03/metais-toxicos-300x238.jpg 300w" sizes="(max-width: 495px) 100vw, 495px" /></strong>CHUMBO (Pb)</h4>
<h4 style="text-align: justify;">O que é e onde encontrar:</h4>
<p style="text-align: justify;"><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Chumbo">Há mais de 4.000 anos</a> o chumbo é utilizado sob várias formas, principalmente por ser uma fonte de prata. Antigamente, as minas de prata eram de galena (minério de chumbo), um metal dúctil, maleável, de cor prateada ou cinza-azulada, resistente à corrosão. Compostos de chumbo são absorvidos por via respiratória e cutânea. Os chumbos tetraetila e tetrametila também são absorvidos através da pele intacta, por serem lipossolúveis;<br />
Os principais usos estão relacionados às indústrias extrativa, petrolífera, de baterias, tintas e corantes, cerâmica, cabos, tubulações e munições;<br />
O chumbo pode ser incorporado ao cristal na fabricação de copos, jarras e outros utensílios, favorecendo o seu brilho e durabilidade;<br />
Também pode ser incorporado aos alimentos durante o processo de industrialização ou no preparo doméstico;<br />
Tintas com base de chumbo e tinturas de cabelo;<br />
Baterias;<br />
Cristais;<br />
Vidros;<br />
Tabaco;<br />
Agrotóxicos;<br />
Cremes dentais;<br />
Latas de alimentos seladas com solda de chumbo;<br />
Panelas elétricas;<br />
Poluição do ar atmosférico por chumbo industrial e por fumaça de automóveis;<br />
Inalação de gasolina;<br />
Produtos de vinil e porcelana;<br />
Água proveniente de canos de chumbo, de cobre ou com soldas de chumbo.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Efeitos no organismo humano:</h4>
<p style="text-align: justify;">O sistema nervoso, a medula óssea e os rins são considerados órgãos críticos para o chumbo, que interfere nos processos genéticos ou cromossômicos e produz alterações na estabilidade da cromatina em cobaias, inibindo reparo de DNA e agindo como promotor do câncer. Por isso está ligado ao câncer de pele e/ou pulmão.<br />
Seus efeitos no Sistema nervoso central (SNC) dependerá do tempo de exposição, da quantidade absorvida.</p>
<h4 style="text-align: justify;">As principais síndromes ligadas ao chumbo são:</h4>
<p style="text-align: justify;">Síndrome encéfalo-polineurítica (alterações sensoriais, perceptuais, e psicomotoras),<br />
Astênica Síndrome (fadiga, dor de cabeça, insônia, distúrbios durante o sono e dores musculares),<br />
Hematológica Síndrome  (anemia hipocrômica moderada e aumento de pontuações basófilas nos eritrócitos),<br />
Renal Síndrome (nefropatia não específica, proteinúria, aminoacidúria, uricacidúria, diminuição da depuração da uréia e do ácido úrico),<br />
Trato Gastrointestinal Síndrome (cólicas, anorexia, desconforto gástrico, constipação ou diarreia),<br />
Cardiovascular Síndrome (miocardite crônica, alterações no eletrocardiograma, hipotonia ou hipertonia, palidez facial ou retinal, arteriosclerose precoce com alterações Cerebrovasculares e hipertensão),<br />
Síndrome hepática (interferência de biotransformação).</p>
<h4 style="text-align: justify;">Quando suspeitar:</h4>
<p style="text-align: justify;">Adultos e crianças com déficit de aprendizagem: déficit de atenção;<br />
Crianças e adultos com desvio de comportamento: hiperatividade;<br />
Adultos e crianças com redução do QI;<br />
Crianças com retardado do desenvolvimento neuro-psico-motor;<br />
Alterações cerebrais em adultos como: as perturbações mentais e redução da capacidade de concentração;<br />
Cólicas gastrintestinais severas;<br />
Nas gengivas com coloração azulada e/ou com sangramentos;<br />
Fraqueza muscular idiopática e astenia intensa.<br />
Paralisia das extremidades;<br />
Redução da resposta do sistema imunológico; Osteoporose por preencher o espaço do cálcio no osso;<br />
Impotência sexual ou infertilidade;<br />
Presença de sabor metálico na boca;<br />
Na artrite;<br />
Alterações do sono tipo insônia</p>
<h4 style="text-align: justify;">CÁDMIO (Cd)</h4>
<h4 style="text-align: justify;">O que é e onde encontrar:</h4>
<p style="text-align: justify;">O cádmio é encontrado na natureza quase sempre junto com o zinco, em proporções que variam de 1:100 a 1:1000, na maioria dos minérios e solos;<br />
É um metal que pode ser dissolvido por soluções ácidas e pelo nitrato de amônio;<br />
Quando queimado ou aquecido, produz o óxido de cádmio, pó branco e amorfo ou na forma de cristais de cor vermelha ou marrom;<br />
É obtido como subproduto da refinação do zinco e de outros minérios, como chumbo-zinco e cobre-chumbo-zinco;<br />
O cádmio existente na atmosfera é precipitado e depositado no solo agrícola;<br />
Resíduos da fabricação de cimento, da queima de combustíveis fósseis e lixo urbano e de sedimentos de esgotos;<br />
Na agricultura, uma fonte direta de contaminação pelo cádmio é a utilização de fertilizantes fosfatados. Sabe-se que a captação de cádmio pelas plantas é maior quanto menor o pH do solo (solo do cerrado). Portanto as chuvas ácidas são um fator determinante no aumento da concentração do Cádmio nos produtos agrícolas;<br />
A água potável possui baixos teores de cádmio (cerca de 1 mg/L), o que é representativo para cada localidade;<br />
A galvanoplastia (processo eletrolítico que consiste em recobrir um metal com outro) é um dos processos industriais que mais utiliza o cádmio (entre 45 a 60% da quantidade produzida por ano);<br />
No cigarro e na fumaça do cigarro;<br />
Na indústria, o cádmio está presente no revestimento de metais, na fabricação de plásticos, nas tintas pra pintar plásticos;<br />
Esmaltes<br />
Tinturas têxteis;<br />
Baterias de Níquel-cádmio;<br />
Ar atmosférico com poluição industrial;<br />
Água armazenada em caixa galvanizada;<br />
Alimentos cultivados em solo contaminado e/ou irrigados com água contaminada.<br />
Varetas de reatores;<br />
Fabricação de tubos para TV.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Efeitos no organismo humano:</h4>
<p style="text-align: justify;">O cádmio é um elemento de vida biológica longa (10 a 30 anos) e de lenta excreção pelo organismo humano;<br />
O órgão alvo primário nas exposições ao cádmio a longo prazo é o rim;<br />
A principal forma de contaminação é por inalação;<br />
Os efeitos tóxicos provocados por ele compreendem principalmente distúrbios gastrointestinais, hepáticos (fígado), diminuição da absorção de cálcio, aumento da excreção do cálcio e depleção de zinco;<br />
A inalação de doses elevadas produz intoxicação aguda, caracterizada por pneumonite e edema pulmonar.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Quando suspeitar:</h4>
<p style="text-align: justify;">Dores articulares;<br />
Na alteração ou insuficiência renal com perda de proteínas (proteinúria);<br />
Alterações hepáticas;<br />
Na alteração da densitometria óssea, como a osteoporose e a osteomalácia por deficiência na absorção ou fixação do cálcio biodisponível nos alimentos;<br />
Nas alterações do trato gastrintestinal , como a diarreia e o vômito;<br />
Hipertensão arterial;<br />
Queda de cabelos;<br />
Pele escamosa;<br />
Perda do apetite;<br />
Anemias ferroprivas (por deficiência de ferro) que não respondem à suplementação do Ferro (pois o Cádmio diminui a absorção do Ferro);<br />
Nos fumantes ativos e/ou passivos;<br />
No retardo do crescimento e na alteração da fertilidade;</p>
<h4 style="text-align: justify;">ALUMÍNIO (Al)</h4>
<h4 style="text-align: justify;">O que é e onde encontrar:</h4>
<p style="text-align: justify;">Embora na literatura não conste propriamente como um metal pesado, o Al vem sendo considerado um metal tóxico a partir de pesquisas que demonstraram sua importância na doença de Alzheimer;<br />
Consiste no metal mais abundante na litosfera, mas seus níveis são baixos nas águas, vegetais e animais.<br />
A carga de Al do organismo (cerca de 1g) não aumenta com a idade;<br />
O metal está presente nos tecidos do feto;<br />
Entra no organismo via trato gastrintestinal e pulmões (suspensões no ar). Sendo que sua absorção via trato digestivo é baixa, mas interfere na absorção de Ferro, fosfatos, cálcio, magnésio;<br />
Não se conhece benefícios ou função orgânica do Al;<br />
As principais fontes são:<br />
Água;<br />
Chuva ácida;<br />
Panelas e utensílios de cozinha;<br />
Cigarro;<br />
Medicação antiácida;<br />
Caixas de leite e sucos;<br />
“Quentinhas”;<br />
Desodorantes, Antiperspirantes;<br />
Próteses dentárias;<br />
Queijo parmesão e fundido;<br />
Farinha refinada;</p>
<h4 style="text-align: justify;">Efeitos no organismo humano:</h4>
<p style="text-align: justify;">As alterações de Al tem sido correlacionadas principalmente a alterações neurológicas. Pesquisas com crianças disléxicas mostram um aumento do índice de Al se comparado com o dos grupos controle;<br />
Como já citei acima, tem sido encontrado um alto índice de Al em portadores de Alzheimer.<br />
Provoca seborréia com queda de cabelos;<br />
Envelhecimento precoce;<br />
Irritabilidade;<br />
Desloca o Cálcio e Magnésio dos ossos, o que leva a osteoporose;</p>
<h4 style="text-align: justify;">Quando suspeitar:</h4>
<p style="text-align: justify;">Crianças com dislexias, nas hiperativas ou com déficit de atenção;<br />
Osteopenia e osteoporose;<br />
Na doença de Alzheimer ou neurodegeneração;<br />
Alterações gastrintestinais e cólicas abdominais;<br />
No raquitismo;<br />
Redução do metabolismo do cálcio;<br />
Na dor óssea;<br />
Irritabilidade acentuada;<br />
Crises convulsivas;<br />
Redução da capacidade mental;<br />
Redução das funções hepáticas e renais;<br />
Na anemia microcítica e hipocrômica mas sem deficiência de Ferro;<br />
Esquecimentos;<br />
Fraqueza muscular;<br />
Intenso estresse oxidativo;<br />
Hiperpermeabilidade intestinal e disbiose.</p>
<h4 style="text-align: justify;">MERCÚRIO (Hg)</h4>
<h4 style="text-align: justify;">O que é e onde encontrar:</h4>
<p style="text-align: justify;">Mercúrio é um metal líquido à temperatura ambiente, conhecido desde os tempos da Grécia Antiga;<br />
Seu nome homenageia o deus romano Mercúrio, que era o mensageiro dos deuses. Essa homenagem é devida à fluidez do metal;<br />
A progressiva utilização do mercúrio para fins industriais e o emprego de compostos mercuriais durante décadas na agricultura resultaram no aumento significativo da contaminação ambiental, especialmente da água (garimpo) e dos alimentos;<br />
Uma das razões que contribuem para o agravamento dessa contaminação é a característica singular do Ciclo do Mercúrio no meio ambiente. A biotransformação por bactérias do mercúrio inorgânico a metilmercúrio é o processo responsável pelos elevados níveis do metal no ambiente;<br />
O Hg é um líquido inodoro e de coloração prateada. Os compostos mercúricos apresentam uma ampla variedade de cores;<br />
Nos processos de extração, o Hg é liberado no ambiente principalmente a partir do sulfeto de mercúrio;<br />
O trato respiratório é a via mais importante de introdução do Hg;<br />
Demonstra afinidade por tecidos como células da pele, cabelo, glândulas sudoríparas, glândulas salivares, tireóide, trato gastrointestinal, fígado, pulmões, pâncreas, rins, testículos, próstata e cérebro;<br />
A exposição a elevadas concentrações desse metal pode provocar febre, calafrios, dispnéia e cefaléia, durante algumas horas. Sintomas adicionais envolvem diarréia, cãibras abdominais e diminuição da visão. Casos severos progridem para edema pulmonar, dispnéia e cianose. As complicações incluem enfisema, pneumomediastino e morte; raramente ocorre falência renal aguda;<br />
Pode ser destacado também o envolvimento da cavidade oral (gengivite, salivação e estomatite), tremor e alterações psicológicas. A síndrome é caracterizada pelo eretismo (insônia, perda de apetite, perda da memória, timidez excessiva, instabilidade emocional). Além desses sintomas, pode ocorrer disfunção renal.<br />
O mercúrio e seus compostos são encontrados:<br />
Produção de cloro e soda caústica (eletrólise);<br />
Equipamentos elétricos e eletrônicos (baterias, retificadores, relés, interruptores etc);<br />
Aparelhos de controle (termômetros, barômetros, esfingnomanômtros);<br />
Tintas (pigmentos);<br />
Amálgamas dentárias;<br />
Fungicidas (preservação de madeira, papel, plásticos etc);<br />
Lâmpadas de mercúrio;<br />
Laboratórios químicos, preparações farmacêuticas;<br />
Ar atmosférico poluído, resultante de atividade industriais e vulcânicas;<br />
Combustão de combustíveis fósseis;<br />
Peixes marinhos ou de água doce (de águas poluídas);<br />
Solventes;<br />
Plásticos;<br />
Óleos lubrificantes, catalisadores;<br />
Na extração de ouro;</p>
<h4 style="text-align: justify;">Efeitos no organismo humano:</h4>
<p style="text-align: justify;">Interfere na síntese de Proteínas;<br />
Sua forte afinidade pelos radicais sulfidrilas, amina, fosforil, carboxil provoca a inibição da síntese de proteínas, especialmente nos rins, a inativação de uma série de enzimas e lesão da membrana celular;<br />
Seus principais efeitos deletérios decorrentes da deposição estão relacionados a sua poderosa ação nociva ao Sistema Nervoso Central.;<br />
Provoca diminuição da síntese de proteínas no cérebro e aumento na liberação de diversos neurotransmissores, especialmente Dopamina, Ácido glutâmico e Gaba;<br />
Existem fortes indícios em relação ao seu papel na etiologia da Esclerose múltipla (Desmielinização);<br />
Além disso pode interferir nas funções no Selênio;<br />
Agir como imunossupressor;<br />
Formas inorgânicas podem provocar reações auto-imunes no rim;<br />
O quadro clínico varia conforme a forma intoxicante:<br />
Vapores de mercúrio elementar:<br />
Mercúrio inorgânico;<br />
Mercúrio Orgânico</p>
<h4 style="text-align: justify;">Quando suspeitar:</h4>
<p style="text-align: justify;">Alterações comportamentais;<br />
Alterações neurológicas;<br />
Tremores;<br />
Irritabilidade;<br />
Na depressão associada com salivação, estomatite e diarréias;<br />
Na perda da visão e na perda da audição;<br />
Incoordenação motora progressiva;<br />
Parestesias ao redor dos lábios, da boca e nas extremidades;<br />
Ataxia ou andar cambaleante;<br />
Nas dermatites;<br />
Perda de peso;<br />
Queda de cabelo;<br />
Inapetência;<br />
Alterações no trato gastrintestinal;<br />
Perda de memória;<br />
No déficit de atenção</p>
<h4 style="text-align: justify;">NÍQUEL (Ni)</h4>
<h4 style="text-align: justify;">O que é e onde encontrar:</h4>
<p style="text-align: justify;">Níquel é um elemento químico de símbolo Ni, considerado um metal de transição;<br />
Tem coloração branco-prateada, condutor de eletricidade e calor, dúctil e maleável porém não pode ser laminado, polido ou forjado facilmente, apresentando certo caráter ferromagnético;<br />
É encontrado em diversos minerais, em meteoritos (formando liga metálica com o ferro );<br />
O Ni presente no solo, passa para as plantas e para os animais e dessa forma pode ser consumido pelo homem;<br />
Pode ser adicionado aos alimentos por meios de seus processamentos.<br />
As principais fontes de contaminação são:<br />
Fumaça de cigarros;<br />
Combustão de moedas;<br />
O trabalho de niquelagem;<br />
Velas dos automóveis;<br />
As resistências e as baterias;<br />
Ligas de tubulação em equipamentos odontológicos;<br />
Jóias e bijouterias;<br />
Gorduras e óleos hidrogenados (margarinas);<br />
Liga do aço inox em panelas (portanto evite o cozimento de alimentos ácidos ou cítricos em panelas de inox);</p>
<h4 style="text-align: justify;">Efeitos no organismo humano:</h4>
<p style="text-align: justify;">Alguns estudos correlacionam altos níveis de Ní com índices aumentados das imunoglobulinas IgG, IgA e IgM, e índices baixos de IgE;<br />
As mulheres são mais predispostas à intoxicação;<br />
Alguns dos efeitos são as dermatoses, dermatites de contato;<br />
Alergias (eczemas, rinite, sinusite, conjuntivite);<br />
Alguns trabalhos correlacionam o Ni com alterações tireoideanas e adrenais;<br />
O gás Níquel carbamil está relacionado com o câncer dos seios paranasais e do pulmão, dermatites e epilepsia;<br />
Os casos de intoxicação aguda produzem sintomas como: náuseas, vômitos, palpitação, fraqueza, vertigens, dor de cabeça;</p>
<h4 style="text-align: justify;">Quando suspeitar:</h4>
<p style="text-align: justify;">Nas dermatites de contato e eritematosas;<br />
Na hemorragia pulmonar;<br />
No infarto agudo do miocárdio;<br />
Nos cânceres do trato respiratório;<br />
Na inalação de níquel carbonil;<br />
Em todas as alergias</p>
<h4 style="text-align: justify;">MANGANÊS (Mn)</h4>
<p style="text-align: justify;">O que é e onde encontrar:</p>
<p style="text-align: justify;">O manganês é um metal cinza semelhante ao ferro, porém mais duro e quebradiço.<br />
Os óxidos, carbonatos e silicatos de manganês são os mais abundantes na natureza e caracterizam-se por serem insolúveis na água.<br />
O composto ciclopentadienila-tricarbonila de manganês é bem solúvel na gasolina, óleo e álcool etílico, sendo geralmente utilizado como agente anti-detonante em substituição ao chumbo tetraetila.<br />
Utilizado em:<br />
Fabricação de fósforos de segurança,<br />
Pilhas secas,<br />
Ligas não-ferrosas (com cobre e níquel),<br />
Esmalte porcelanizado,<br />
Fertilizantes,<br />
Fungicidas,<br />
Rações,<br />
Eletrodos para solda,<br />
Magnetos,<br />
Catalisadores,<br />
Vidros,<br />
Tintas,<br />
Cerâmicas,<br />
Materiais elétricos e produtos farmacêuticos (cloreto, óxido e sulfato de manganês).<br />
As exposições mais significativas ocorrem através dos fumos e poeiras de manganês.<br />
O trato respiratório é a principal via de introdução e absorção desse metal nas exposições ocupacionais.<br />
50% do Mn corporal está nos ossos.<br />
No sangue, esse metal encontra-se nos eritrócitos, 20-25 vezes maior que no plasma, portanto não adianta dosar fora da hemácia, os melhores métodos para se avaliar a real concentração de manganês no organismo são: dosagem eritrocitária e mineralograma capilar.<br />
Quando aumentado no mineralograma não significa necessariamente concentrações tóxicas no organismo, pois, geralmente pode aumentar em decorrência da deficiência de zinco ou perante a destruição excessiva (devido o estresse oxidativo) de uma enzima chamada SOD mitocondrial.<br />
O solo do cerrado é muito rico em Manganês e portanto alguns ortomoleculares preferem evitar a sua prescrição nas fórmulas, por acreditarem que a dieta já consegue suprir as necessidades basais.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Efeitos no organismo humano:</h4>
<p style="text-align: justify;">Fisiologicamente falando, o Mn atua  principalmente como co-fator para uma série de reações enzimáticas, entra na composição de uma enzima chamada Superóxido dismutase (mitocondrial) que atua na proteção das membranas celulares, em especial a membrana das mitocôndrias.<br />
Facilita a formação de Dopamina, Gaba e Acetilcolina.<br />
Apresenta uma baixa toxicidade quando ingerido pela dieta ou na suplementação.<br />
Doses excessivas podem causar anemia ferropriva e deficiência de cobre, além de interferirem na utilização da Tiamina (vitamina B1) e aumentarem a necessidade de vitamina C.<br />
A inalação é uma das vias de intoxicação. No Chile, conhece-se um quadro denominado de “Loucura Mangânica”, caracterizado por: sinais e sintomas psiquiátricos: mania, agressividade, insônia, alucinações, quadro neurológico muito parecido com o do Parkinson.<br />
Os sintomas dos danos provocados pelo manganês no Sistema nervoso central (SNC) podem ser divididos em três estágios: 1º) subclínico (astenia (fraqueza), distúrbios do sono, dores musculares, excitabilidade mental e movimentos desajeitados); 2º) início da fase clínica (transtorno da marcha, dificuldade na fala, reflexos exagerados e tremor); 3º) clínico (psicose maníaco-depressiva e a clássica síndrome que lembra o Parkinsonismo).<br />
Além dos efeitos neurotóxicos, há maior incidência de bronquite aguda, asma brônquica e pneumonia</p>
<h4 style="text-align: justify;">Quando suspeitar:</h4>
<p style="text-align: justify;">Alterações comportamentais;<br />
Alterações neurológicas;<br />
Tremores;<br />
Irritabilidade;<br />
No déficit de atenção</p>
<h4 style="text-align: justify;">Bibliografia:</h4>
<p style="text-align: justify;">OLSZEWER, Efraim. Clínica ortomolecular. 2ª ed. São Paulo, Roca: 2008.<br />
FAVIERE, Maria Inês. Nutrição na Visão da Prática Ortomolecular. Rio de Janeiro, Ícone: 2009.<br />
CARVALHO, Paulo Roberto. Medicina Ortomolecular: Um guia completo dos nutrientes e suas propriedades terapêuticas. 4ªEd. Rio de Janeiro, Nova Era: 2006.<br />
PASCALICCHIO, Aurea. Contaminação por metais pesados: Saúde pública e medicina ortomolecular. São Paulo. Annablume. 2002<br />
http://www.ecolnews.com.br/toxicos_POPs_e_metais_pesados.htm</p>
<p>Metais tóxicos</p>
<p style="text-align: justify;">Por: Dr. Frederico Lobo<br />
Fonte: http://www.ecodebate.com.br</p><p>The post <a href="https://ahau.org/metais-toxicos/">Metais tóxicos</a> first appeared on <a href="https://ahau.org">Instituto Ahau - Terapeutas Especializados</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Os 12 Sais de Schussler e suas propriedades</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luiz Terapeuta]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 24 Mar 2012 00:20:53 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Os 12 Sais de Schussler: Nº1 Calcarea fluorica (Calcium fluoratum) D6O Sal “da elasticidade” – pele, unhas e ossos Nº 2 Calcarea phosphorica (Calcium phosphoricum) D6 O sal “dos ossos e dentes” Nº 3 Ferrum phosphoricum D12 O sal “de primeira linha” Nº 4 Kalium muriaticum (Kalium chloratum) D6 O sal “das mucosas” Nº 5 [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong>Os 12 Sais de Schussler:<img decoding="async" class="size-full wp-image-4805 alignleft" src="https://ahau.org/wp-content/uploads/2012/03/sais-de-schussler-1.jpg" alt="sais-de-schussler" width="420" height="286" srcset="https://ahau.org/wp-content/uploads/2012/03/sais-de-schussler-1.jpg 420w, https://ahau.org/wp-content/uploads/2012/03/sais-de-schussler-1-300x204.jpg 300w" sizes="(max-width: 420px) 100vw, 420px" /></strong></p>
<p>Nº1 Calcarea fluorica (Calcium fluoratum) D6O Sal “da elasticidade” – pele, unhas e ossos</p>
<p>Nº 2 Calcarea phosphorica (Calcium phosphoricum) D6 O sal “dos ossos e dentes”</p>
<p>Nº 3 Ferrum phosphoricum D12 O sal “de primeira linha”</p>
<p>Nº 4 Kalium muriaticum (Kalium chloratum) D6 O sal “das mucosas”</p>
<p>Nº 5 Kalium phosphoricum D6 O sal “dos nervos e da mente”</p>
<p>Nº 6 Kalium sulphuricum D6 O sal “da inflamação crônica”</p>
<p>Nº 7 Magnesia phosphorica D6 O sal “da dor e da cólica”</p>
<p>Nº 8 Natrum muriaticum (Natrum chloratum) D6 O sal “do balanço hídrico”</p>
<p>Nº 9 Natrum phosphoricum D6 O sal “do equilíbrio ácido básico”</p>
<p>Nº 10 Natrum sulfuricum D6 O sal “da excreção”</p>
<p>Nº 11 Silicea D12 O sal “da beleza”</p>
<p>Nº 12 Calcarea sulphurica (Calcium sulfuricum) D6 O sal “purificante”</p>
<h4>As Indicações dos 12 Sais de Schussler</h4>
<h4 style="text-align: justify;">Calcarea fluorica (Calcium fluoratum) D6</h4>
<p style="text-align: justify;">Encontra-se no esmalte dos dentes, nos ossos e nas células da epiderme, sobretudo onde exista tecido elástico. O agente descarga o aparelho circulatório e fortalece os pequenos vasos sanguíneos. Além disso, estimula a reabsorção dos endurecimentos vasculares.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Indicações Terapêuticas:</h4>
<p style="text-align: justify;">Perda de elasticidade dos vasos sanguíneos (hemorroidas, varizes, arteriosclerose). Doenças ósseas e dentárias (propensão a cáries, etc), lesões discais, moléstias articulares, raquitismo infantil, endurecimento dos tecidos e glândulas, debilidade postural, envelhecimento prematuro da pele.</p>
<p style="text-align: justify;">Também se discute a conveniência de administrar Calcium fluoratum como agente de apoio em todas as doenças tumorais. Atua lentamente e deve-se tomar durante longos períodos de tempo.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Calcarea phosphorica (Calcium phosphoricum) D6</h4>
<p style="text-align: justify;">É o sal mais abundante no organismo humano. É o agente bioquímico responsável pela construção e o fortalecimento de todas as estruturas do organismo; fundamentalmente configura a massa óssea dura, ainda que está presente em todas as células. Calcium phosphoricum actua sobre as membranas celulares limitantes e intervém na síntese proteica.</p>
<p style="text-align: justify;">Como o Calcium fluoratum, recomenda-se administrar de preferência com o Calcium phosphoricum, está indicado em todas as doenças ósseas e dentárias, fracturas complicadas que demoram a soldar, anemia, processos pulmonares, alterações de tipo nervoso, astenia, transtornos do sono (especialmente em lactentes, durante a infância e em épocas de desenvolvimento e crescimento). Também se administra nos transtornos menstruais, durante a gravidez e na convalescença. Calcium phosphoricum é um agente bioquímico de efeito lento que se recomenda tomar durante longos períodos de tempo. O agente é ideal para pessoas anêmicas, pálidas, de aspecto adoentado; os seus sintomas acentuam-se pela noite e podem piorar em condições de repouso.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Calcarea sulphurica (Calcium sulfuricum) D6</h4>
<h4 style="text-align: justify;">Indicações <a href="https://ahau.org/team/luiz-sequeira-0-html/">Terapêuticas</a>:</h4>
<p style="text-align: justify;">Encontra-se no fígado e vesícula biliar. Assim como a Silicea, tem uma grande utilidade em todos os processos purulentos. Aumenta a coagulação sanguínea e estimula o metabolismo.</p>
<h4 style="text-align: justify;"><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Homeopatia">Indicações Terapêuticas:</a></h4>
<p style="text-align: justify;">Abcessos, furúnculos, antrax, inflamações do tecido conjuntivo, amigdalites purulentas, catarro brônquico purulento, cistite e nefrite, resfriado crônico que afeta os seios nasais com secreções purulentas, sanguinolentas e fétidas; fístulas anais, reumatismo crônico e, finalmente, também em pacientes com insônia, perda de memória e vertigo.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Ferrum phosphoricum D12</h4>
<p style="text-align: justify;">A importância do ferro (Ferrum) no organismo é essencial e não há dúvida do papel vital que desempenha no nosso organismo. O ferro não só é um componente imprescindível da hemoglobina como se encontra em todas as células, intervém em múltiplos processos enzimáticos e exerce funções importantes nos mecanismos de defesa frente às infecções. Na infância é necessário para um crescimento normal. Pela mesma razão é imprescindível também durante a menstruação, na gestação e no período de latência. A proporção de ferro no organismo é de 4 a 5 gramas, de que três quartas partes correspondem à hemoglobina.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Indicações Terapêuticas:</h4>
<p style="text-align: justify;">É o agente bioquímico para todas as doenças súbitas e para todos os processos inflamatórios e febris em estado inicial. Está indicado em doenças infantis, estados anêmicos, dores, feridas, hemorragias, contusões, distorções articulares, sobrecargas físicas, alterações da perfusão sanguínea com sintomas reumatoides, gastrite catarral aguda com dor e vômitos e diarreias estivais acompanhadas de febre.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Kalium muriaticum (Kalium chloratum) D6</h4>
<p style="text-align: justify;">O potássio faz parte de todas as células, sobretudo leucócitos e eritrócitos. Como o sódio, possui efeitos fisiológicos específicos sobre a excitabilidade nervosa e muscular. Além disso intervém na síntese proteica e na utilização dos hidratos de carbono (efeito ativador do metabolismo). Em conjunto pode-se afirmar que o potássio é um componente imprescindível do organismo. O deficit de potássio causa alterações patológicas em diversos tecidos (músculo cardíaco e músculos esqueléticos, entre outros).</p>
<h4 style="text-align: justify;">Indicações Terapêuticas:</h4>
<p style="text-align: justify;">Kalium chloratum está considerado em bioquímica como o agente principal no tratamento anticatarral de diversos órgãos e mucosas e nos catarros acompanhados de secreções fibrinosas-espessas (segundo estádio de inflamação) que formam uma massa branca, branca fina ou branca viscosa, tanto se se trata de placas brancas finas na pele ou membranas sólidas de cor branca localizadas nas mucosas. Prescreve-se principalmente Kalium chloratum para o tratamento de afecções otorrinolaringológicas (ORL) e oculares caracterizadas por inflamação fibrinosa, também em processos pulmonares e pleurite fibrinosa, bronquite, reumatismo, tendovaginite, verrugas, reações de vacinas, queimaduras, etc.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Kalium phosphoricum D6</h4>
<p style="text-align: justify;">É o sal orgânico mais significativo para a célula e é particularmente importante para o soro, os leucócitos, os distintos tecidos do organismo e as células cerebrais, nervosas e musculares. O deficit de potássio produz esgotamento destes órgãos, em ocasiões acompanhado de transtornos psíquicos, ânimo depressivo, ansiedade, abatimento e perda de memória.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Indicações Terapêuticas:</h4>
<p style="text-align: justify;">Kalium phosphoricum é o agente funcional bioquímico de mais utilidade no tratamento das doenças agudas e crônicas e estados de esgotamento. Está indicado em estados nervosos, depressões, esgotamento. Melancolia, histeria, insônia de origem nervosa, apatia intelectual, perda da memória, debilidade muscular, lombalgias, alterações cardíacas de tipo nervoso, sensação de ansiedade com palpitações (síndrome do pânico), etc. assim como medida de apoio no tratamento das cardiopatias orgânicas, em hemorragias, paresias, perda de força em processos infecciosos, estados infecciosos e inflamatórios com secreções fétidas (&#8220;antisséptico interno”).</p>
<h4 style="text-align: justify;">Kalium sulphuricum D6</h4>
<p style="text-align: justify;">Encontra-se nas células da epiderme e células epiteliais da pele e mucosas, normalmente junto ao ferro, que o apoia na sua função de transporte de oxigênio na célula e de que se serve para ativar o metabolismo celular. Kalium sulphuricum é para o terceiro estádio de inflamatório com secreções viscosas amareladas, já que o Ferrum phosphoricum é para o primeiro estádio de inflamação (inflamação seca sem secreção) e Natrum muriaticum (Kalium chloratum) para o segundo estádio de inflamação (secreções viscosas).</p>
<h4 style="text-align: justify;">Indicações Terapêuticas:</h4>
<p style="text-align: justify;">Em inflamações crônicas de todo o tipo, afecções cutâneas descamativas, catarros de mucosa purulentos crónicos (nariz, ouvidos, faringe, brônquios, conjuntiva, etc.); também em catarros gastrointestinais, hepatite, nefrite, dor articular reumática e, em geral, para a estimulação de todos os processos de eliminação e desintoxicação. O paciente apresenta um estado anímico dominado pela melancolia e pela ansiedade; os sintomas acentuam até ao entardecer e habitações muito tempo fechadas; alivia e melhora em espaços abertos com ar puro e fresco.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Magnesia phosphorica D6</h4>
<p style="text-align: justify;">É o analgésico e antiespasmódico bioquímico por excelência. O magnésio ocupa o segundo lugar em importância depois do potássio entre os sais minerais do organismo humano. Aproximadamente a metade encontra-se no esqueleto, um terço no sistema muscular e o resto reparte-se entre nervos, cérebro, medula espinal, eritrócitos, fígado e glândulas tiroides. O magnésio intervém em múltiplos processos enzimáticos. Possui propriedades antitrombóticas e antialérgicas e influi sobre a excitabilidade neuromuscular e a função cardíaca (prevenção do enfarto do miocárdio, entre outros). O magnésio diminui o metabolismo basal e reduz os níveis de colesterolemia.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Indicações Terapêuticas:</h4>
<p style="text-align: justify;">Quadros espasmódicos de todo o tipo, cólicas e algias, neuralgias em todo o corpo, sensação de opressão na região cardíaca e tendência a enxaqueca. O seu efeito é destacável no tratamento de quadros clínicos do tipo cólica, flatulência, meteorismo, problemas da dentição e tosse convulsa em crianças e diarreias aquosas acompanhadas de dor abdominal.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Natrum muriaticum (Natrum chloratum) D6</h4>
<p style="text-align: justify;">Dos sais sódicos do organismo, o Natrum chloratum é o que tem a maior importância biológica. É absolutamente vital (essencial). Enquanto que o potássio está localizado na sua maior parte nas células, aproximadamente a metade do sódio se encontra no líquido extracelular e outro terço nos ossos e tecidos cartilaginosos. No estômago e no rim também existem concentrações intracelulares de sódio relativamente altas.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Indicações Terapêuticas:</h4>
<p style="text-align: justify;">Anemia, clorose, anorexia, perda de peso, catarro das mucosas com secreção serosa, catarro gastrointestinal acompanhado de diarreia aquosa, hipoacidez, hipo galactose no puerpério, obstipação por atonia intestinal, hemorroidas, sensação de formigamento e entumescimento das extremidades, erupções cutâneas e exsudativas, dor reumática, cefaleias, enxaquecas, lacrimação, ptialismo, neurastenia, histeria e falta de iniciativa. Piora os sintomas pela manhã, por esforço psíquico e clima úmido-frio. Muita sede, apetência por comidas salgadas; melhora com ar quente e seco ou também com ar puro mais fresco.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Natrum phosphoricum D6</h4>
<p style="text-align: justify;">Está muito estendido por todo o organismo: em células nervosas, nos músculos, nos eritrócitos e no tecido conjuntivo. Mantém o ácido úrico em solução para a eliminação através do rim. Natrum phosphoricum é importante para a eliminação dos produtos metabólicos. Também desempenha uma função essencial na troca de ácido carbônico (efeito tampão) e no metabolismo do ácido láctico que o organismo produz a partir do glucógeno com o trabalho muscular.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Indicações Terapêuticas:</h4>
<p style="text-align: justify;">Natrum phosphoricum é um agente neutralizador de eficácia provada nas hiperacidoses de todo o tipo. Tem aplicação no tratamento de doenças agudas e crônicas (sobretudo em crianças) por transtornos metabólicos, excesso de ácido clorídrico, pirose, vômitos ácidos, diarreias de fermentação, no reumatismo, ciática e gota. Também está indicado em adenites, inflamações oculares, amigdalites, faringites com eructos azedos, cistites, cálculos renais e biliares e erupções cutâneas com secreções amarelas de consistência cremosa.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Natrum sulfuricum D6</h4>
<p style="text-align: justify;">Não se encontra nas células como nos líquidos tecidulares. Tem por missão descongestionar o organismo, eliminar toxinas do metabolismo, desintoxicar o organismo e activar o fluxo biliar.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Indicações Terapêuticas:</h4>
<p style="text-align: justify;">Em todas as doenças dos órgãos de excreção (fígado, vesícula biliar, rim, bexiga); também em erupções cutâneas, feridas antigas, úlceras exsudativas das pernas, edemas, infecções gripais e moléstias reumáticas. Natrum sulphuricum está indicado em pacientes com sensação permanente de frio que não aquecem mesmo tapados. São irritáveis, indiferentes e depressivos. Os sintomas, que em muitos casos apresentam-se periodicamente, são mais acentuados pela manhã, em dias úmidos e em ambientes úmidos (em casa). As secreções são aquosas e de cor verde-amarela.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Silicea D12</h4>
<p style="text-align: justify;">É imprescindível ao organismo (essencial) como componente do tecido conjuntivo. Silicea é importante para a constituição da pele e mucosas e para o crescimento de unhas, cabelo e ossos. Aumenta a capacidade de resistência e a resistência mecânica dos tecidos (&#8220;cosmético bioquímico”). Os pulmões, os gânglios linfáticos e as glândulas suprarrenais contêm quantidades importantes de Silicea. O silício, como componente principal da Silicea, é depois do oxigênio o segundo elemento mais frequente na superfície terrestre. Silicea está relacionado de forma especial com o metabolismo do cálcio. O ácido silícico intervém junto a outras substâncias na assimilação do cálcio contido nos alimentos. Ativa a formação do colágeno e estimula a atividade dos fagócitos (&#8220;células devoradoras”), tão importantes para a defesa do organismo frente às infecções.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Indicações Terapêuticas:</h4>
<p style="text-align: justify;">Silicea, juntamente com Calcium sulphuricum, o meio principal contra as inflamações agudas e crônicas supurativas de todo o tipo. Também está indicada nos casos de paredes vasculares distendidas (varizes, hemorroidas, etc), doenças das unhas e cabelo, adenite e endurecimentos ganglionares, processos de cicatrização, fístulas ósseas, cáries, raquitismo, treçolhos e suores noturnos. Ativa a reabsorção de hematomas e derrames e reduz níveis sanguíneos de ácido úrico (ver também Natrum phosphoricum).</p>
<h4 style="text-align: justify;">Repertório &#8211; Sais de Schüssler</h4>
<h4 style="text-align: justify;">Acidez gástrica</h4>
<p style="text-align: justify;">Natrum phosphoricum D6: na hiperacidez – 1 comprimido depois de cada refeição.<br />
Natrum chloratum D6: no déficit de ácidos gástricos – 1 comprimido 6 vezes ao dia antes das refeições.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Acne juvenil</h4>
<p style="text-align: justify;">Natrum phosphoricum D6: 1 comprimido 6 vezes ao dia durante um período de tempo prolongado.<br />
Silicea D6: em pústulas purulentas – 1 comprimido 5 vezes ao dia.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Acúfenos</h4>
<p style="text-align: justify;">Calcium fluoratum D6 + Silicea D6: 1 comprimido 5 vezes ao dia a longo prazo.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Alterações cardíacas nervosas</h4>
<p style="text-align: justify;">Kalium phosphoricum D6: 1 comprimido 5 vezes ao dia a longo prazo.<br />
Magnesium phosphoricum D6: Como tranquilizante em afecções cardíacas mais intensas, palpitações, etc. 1 comprimido dissolvido em água quente cada 10 minutos.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Aftas (fungos, muguet, inflamação da mucosa bucal)</h4>
<p style="text-align: justify;">Ferrum phosphoricum D6: 1 comprimido 5 vezes por dia.<br />
Kalium chloratum D6: em mucosas com saburra de cor branca ou branco brilhante. 1 comprimido em cada hora.<br />
Kalium phosphoricum D6: em saburras com bordas de cor vermelha nas comissuras dos lábios, sem saburra lingual – 1 comprimido cada hora.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Alergias, prevenção de, respiratórias</h4>
<p style="text-align: justify;">Ferrum phosphoricum D6 – tomar na 1ª e 2ª semana.<br />
Magnesium phosphoricum D6 – tomar na 3ª e 4ª semana.<br />
Kalium sulfuricum D6 – tomar na 5ª e 6ª semana.<br />
2 comprimidos em jejum e antes de deitar.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Alopecia</h4>
<p style="text-align: justify;">Natrum clorathum D6 + Silicea D6 + Kalium phosphoricum: 1 comprimido 4 vezes ao dia, a longo prazo.<br />
Ferrum phosphoricum D6: 1 comprimido 3 vezes ao dia.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Ambliopia</h4>
<p style="text-align: justify;">Natrum chloratum D6: Na debilidade nervosa geral – 1 comprimido 3 vezes ao dia.<br />
Silicea D6: em ambliopias que aparecem ao mínimo esforço 1 a 2 comprimidos 3 vezes ao dia a longo prazo.<br />
Natrum chloratum D6: em lágrimas e dor ocular que aparece ao ler – 1 comprimido 6 vezes ao dia.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Amigdalite</h4>
<p style="text-align: justify;">Natrum phosphoricum D6 + Ferrum phosphoricum D6: Em casos agudos e crônicos – 1 comprimido cada 3 em 3 horas.<br />
Magnesium phosphoricum D6: Nas amigdalites crônicas – 1 comprimido diluído em água quente 4 vezes ao dia a longo prazo.<br />
Silicea D6: em amigdalites purulentas – 1 comprimido cada 2 horas.<br />
Calcium sulfuricum D6: 1 comprimido 3 vezes ao dia a longo prazo.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Anemia</h4>
<p style="text-align: justify;">Ferrum phosphoricum D6 + Calcium phosphoricum D6: 2 comprimidos 3 vezes ao dia.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Anorexia</h4>
<p style="text-align: justify;">Kalium phosphoricum D6: Em transtornos psíquicos nervosos – 1 comprimido cada 3 horas.<br />
Calcium phosphoricum D6 + Natrum chloratum D6: em casos de debilidade geral, anemia, produção deficiente de sucos gástricos, náusea, vômitos – 1 comprimido 3 vezes ao dia, respectivamente.<br />
Natrum phosphoricum D6: em hiperacidez, pirose, gastralgias depois de comer (pós-prandial).<br />
Kalium chloratum D6: em casos de afecção hepática, língua branca-escura, bulimia – 1 comprimido 3 vezes ao dia.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Arteriosclerose (calcificação das artérias)</h4>
<p style="text-align: justify;">Calcium fluoratum D6: o agente mais importante, se procede, tratamento a longo prazo – 1 comprimido 3 vezes ao dia.<br />
Silicea D12: Impede a progressão da arteriosclerose – 1 comprimido 3 vezes ao dia a longo prazo.<br />
Magnesium phosphoricum D6: no aparecimento de moléstias cardíacas espasmódicas – 1 comprimido 5 vezes por dia.<br />
Kalium phosphoricum D6: em estados de ansiedade, opressão cardíaca, fases depressivas – 1 comprimido por dia.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Asma (asma brônquica)</h4>
<p style="text-align: justify;">Kalium phosphoricum D6: no ataque, em pacientes com nervosismo como sinal dominante – 1 comprimido cada 5 minutos. Em continuação seguir 1 comprimido cada 2 horas.<br />
Magnesium phosphoricum D6: no ataque, frequentemente na relação com dor abdominal espasmódica – 1 comprimido cada 5 minutos.<br />
Kalium phosphoricum D6: no estado entre ataques – 1 comprimido cada 2 horas.<br />
Kalium chloratum D6: em casos com escarros brancos muito viscosos e sensação de opressão cardio-pulmonar, no ataque – 1 comprimido cada 15 minutos para depois passar a Kaium phosphoricum D6 + Magnesium phosphoricum D6 + Natrum suphuricum D6 em tempos úmidos – 1 comprimido cada hora.<br />
Calcium fluoratum D6: em casos de dispneia intensa e enfisema, expectoração difícil de pequenas agregações de muco amarelado. Também em combinação com Silicea D6 para o fortalecimento do tecido pulmonar atômico – 1 comprimido cada 3 horas.<br />
Kalium sulfuricum D6: em ataques vespertinos e noturnos assim como depois de comer – 1 comprimido cada 2 horas.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Atonia intestinal (ver obstipação)</h4>
<h4 style="text-align: justify;">Blefarite</h4>
<p style="text-align: justify;">Ferrum phosphoricum D6: em inflamações e eritemas extensos – 1 comprimido 5 vezes ao dia.<br />
Natrum phosphoricum D6: nas pálpebras coladas – 1 comprimido 5 vezes ao dia. Em caso necessário em alternância com o preparado precedente.<br />
Silicea D12 &#8211; Em crostas purulentas nas pálpebras – 1 comprimido três vezes ao dia.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Bócio</h4>
<p style="text-align: justify;">Magnesium phosphoricum D6: 1 comprimido dissolvido em água quente 5 vezes ao dia.<br />
Calcium fluoratum D6: em bócios nodulares duros – 1 comprimido 3 vezes ao dia a longo prazo.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Bronquite</h4>
<p style="text-align: justify;">Ferrum phosphoricum D6: anti-inflamatório principal – 1 comprimido cada meia hora.<br />
Kalium chloratum D6: depois do agente precedente se aparece suor – 1 comprimido de hora a hora.<br />
Magnesium phosphoricum D6: em tosse espasmódica intensa – 1 comprimido dissolvido em água quente cada 5 minutos.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Cãibras dos escrivães (veja-se em espasmos)<br />
Cãibras das panturrilhas (veja-se em espasmos)<br />
Cálculos biliares (veja-se também em colecistite)</h4>
<p style="text-align: justify;">Natrum sulphuricum D6: no estado entre ataques.<br />
Natrum phosphoricum D6: durante 3 a 4 dias com intervalos de três semanas &#8211; 1 comprimido 3 vezes ao dia.<br />
Magnesium phosphoricum D6: em cólicas biliares e espasmos – 1 comprimido dissolvido em água quente cada 5 a 10 minutos.<br />
Ferrum phosphoricum D6: depois do desaparecimento da dor, para prevenir o desenvolvimento de uma colecistite – 1 comprimido cada meia hora.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Calos</h4>
<p style="text-align: justify;">Calcium fluoratum D6 + Silicea D6: 1 comprimido cada 2 horas.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Cancro</h4>
<p style="text-align: justify;">Magnesium phosphoricum D6: 2 comprimidos em jejum.<br />
Calcium phosphoricum D6: 2 comprimidos antes de deitar. Ou tomar 2 sais antes de cada refeição, os dois em dias alternados.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Cataratas</h4>
<p style="text-align: justify;">Kalium phosphoricum D6: como complemento ao resto das medidas terapêuticas, em função sempre das características individuais de cada caso.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Catarro faríngeo (veja-se em “faringite”)<br />
Catarro gástrico (veja-se em “gastrite”)<br />
Catarro vesical (cistite)</h4>
<p style="text-align: justify;">Ferrum phosphoricum D6: no primeiro estado inflamatório, com dor, febre e micção imperiosa – 1 comprimido cada meia hora.<br />
Kalium chloratum D6 + Silicea D12: no segundo estado inflamatório, geralmente crônico; a urina é escura, turva e contém muco espesso de cor clara – 1 comprimido cada 2 horas.<br />
Magnesium phosphoricum D6: na retenção de urina e espasmos da musculatura vesical – 1 comprimido diluído em água quente cada meia hora.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Cefaleias</h4>
<p style="text-align: justify;">As cefaleias ou cefalalgias podem ser um sintoma das mais diversas enfermidades – tratar as enfermidades básicas ou adjacentes! -, Mas também podem aparecer de forma isolada. O termo migrana utiliza-se para definir uma cefaleia hemicraneal muito intensa que se apresenta em forma de crise, frequentemente acompanhada de vômitos, e que se acentua com os efeitos da luz e do ruído.<br />
Ferrum phosphoricum D6: em dores opressivas com congestão da cabeça, vertigo, frequentemente acompanhadas de vômitos e transtornos visuais – 1 comprimido cada meia hora.<br />
Kalium phosphoricum D6: em cefaleias de etiologia nervosa com irritabilidade, insônia ou que aparecem como consequência de uma situação de stress e aborrecimento &#8211; 1 comprimido cada meia hora.<br />
Natrum chloratum D6: depois de enfermidades consecutivas e transtornos do sono, cefaleias depois das manhãs até à noite, também em miúdas adolescentes &#8211; 1 comprimido cada meia hora.<br />
Magnesium phosphoricum D6: em cefaleias críticas, espasmódicas, terebrantes (dor que produz a sensação de uma broca a penetrar nos tecidos), sobretudo na região occipital, com um clarão diante dos olhos – “siete caliente” ou 1 comprimido cada meia hora.<br />
Silicea D12: especialmente indicado depois de um grande esforço intelectual ou na “cefaleia do estudante”, também em pessoas hipersensíveis e debilitadas &#8211; 1 comprimido cada meia hora.<br />
Natrum sulphuricum D6: sobretudo em cefaleias acompanhadas de transtornos digestivos e cefaleias que pioram com o movimento e a exposição à luz &#8211; 1 comprimido cada meia hora.<br />
Natrum phosphoricum D6: depois de um consumo excessivo de álcool com náuseas e eructos ácidos &#8211; 1 comprimido cada meia hora.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Ciática</h4>
<p style="text-align: justify;">Kalium phosphoricum D6: em casos agudos &#8211; 1 comprimido cada meia hora depois de acabar com a dor.<br />
Magnesium phosphoricum D6: em dores de tipo espasmódico que melhoram com o calor ou aquecimento, a cada meia hora.<br />
Calcium phosphoricum D6: em dores noturnas, parestésicas, sobretudo na região coxal &#8211; 1 comprimido 3 vezes ao dia.<br />
Siicea D12: em casos crônicos – 1 comprimido 3 vezes ao dia.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Colecistite</h4>
<p style="text-align: justify;">Natrum sulphuricum D6 + Ferrum phosphoricum D6: 1 comprimido cada meia hora.<br />
Kalium phosphoricum D6: em quadros com febre crescente – 1 comprimido cada hora.<br />
Kalium chloratum D6: depois da fase aguda – 1 comprimido cada hora.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Cólicas</h4>
<p style="text-align: justify;">Magnesium phosphoricum D6: para o tratamento sintomático em geral – &#8220;siete caliente&#8221; ou 1 comprimido dissolvido em água morna cada meia hora.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Cravos (espinha na pele) (veja em acne)</h4>
<h4 style="text-align: justify;">Conjuntivite</h4>
<p style="text-align: justify;">Ferrum phosphoricum D6: anti-infamatório principal na secreção purulenta de muco branco – 1 comprimido cada ¼ de hora.<br />
Kalium chloratum D6: em caso de lacrimação muito intenso e secreções de muco fluido, claro – 1 comprimido cada ¼ de hora.<br />
Natrum kloratum D6: 1 comprimido cada ¼ de hora.<br />
Natrum sulphuricum D6: em crianças escrofulosas com pus amarelo-esverdeado e vesículas na conjuntiva – 1 comprimido 3 vezes ao dia.<br />
Silicea D12: na supuração amarela viscosa persistente.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Comoção cerebral</h4>
<p style="text-align: justify;">Ferrum phosphoricum D6 + kalium phosphoricum D6: como tratamento de apoio de manutenção dos quadros febris, sobretudo em caso de perda de sensibilidade.<br />
Natrum sulphuricum D6: em perdas permanentes da capacidade cerebral – 1 comprimido cada hora.<br />
Magnesium phosphoricum D6: em transtornos visuais permanentes – 1 comprimido cada hora.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Contusões ((veja-se “traumatismos”)</h4>
<h4 style="text-align: justify;">Constipação comum – resfriado</h4>
<p style="text-align: justify;">Ferrum phosphoricum D6: antes dos primeiros sintomas de constipação – 1 comprimido cada ¼ hora.<br />
Natrum chloratum D6: em constipações com secreção nasal serosa irritativa – 1 comprimido cada ½ hora.<br />
Magnesium phosphoricum D6: em constipações com crises de espirros frequentes – “Siete caliente” ou 1 comprimido dissolvido em água morna cada ¼ de hora.<br />
Kalium sulphuricum D6: em casos de obstrução nasal – 1 comprimido cada hora.<br />
Silicea D6: em constipações crônicas, também em corizas secas com nariz irritado – 1 comprimido 6 vezes ao dia.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Crianças, insônia, medo e ansiedade</h4>
<p style="text-align: justify;">Kalium phosphoricum D6 – 2 comprimidos em jejum.<br />
Calcium phosphoricum D6 – 2 comprimidos antes do almoço.<br />
Magnesium phosphoricum D6 – 2 comprimidos antes de deitar.<br />
Duração de tratamento: 4 a 6 semanas.<br />
Crianças, deficit de atenção<br />
Kalium phosphoricum D6 – 2 comprimidos em jejum.<br />
Calcium phosphoricum D6 – 2 comprimidos antes do almoço.<br />
Magnesium phosphoricum D6 – 2 comprimidos antes de deitar.<br />
Duração de tratamento: 4 a 6 semanas.<br />
Crosta láctea<br />
Natrum phosphoricum D6 – 1 comprimido 5 vezes ao dia.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Dentição infantil</h4>
<p style="text-align: justify;">Calcium phosphoricum D6 + Calcium fluoratum D6: para ativar a erupção dental &#8211; 1 comprimido 3 vezes ao dia.<br />
Ferrum phosphoricum D6: em moléstias febris da dentição – 1 comprimido 6 vezes ao dia.<br />
Magnesium phosphoricum D6: em inflamações dolorosas – 1 comprimido dissolvido em água quente cada hora.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Desmame medicamentoso</h4>
<p style="text-align: justify;">Natrum sulphuricum D6: 1 comprimido 6 vezes ao dia.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Diarreia</h4>
<p style="text-align: justify;">Ferrum phosphoricum D6 + Kalium chloratum D6: em fezes claras, muco-sanguinolentas e também pastosas – 1 comprimido cada ¼ de hora.<br />
Kalium phosphoricum D6: fisgadas sem disposição com dor tipo cólica, sensação de ardor intestinal, diarreia de odor fétido.<br />
Magnesium phosphoricum D6: em deposições líquidas com dor abdominal tipo cólica que melhora aplicando calor e adaptando uma postura de dobrado – 1 comprimido cada ¼ de hora.<br />
Natrum chloratum D6: em diarreia muco-serosa que não cessa e que provoca irritação na região anal, alternando eventualmente com obstipação.<br />
Natrum phosphoricum D6: em fezes de odor acre, sobretudo em crianças pequenas com saburra na língua amarelada – 1 comprimido cada ½ de hora.<br />
Natrum sulphuricum D6. em diarreia crônica que obriga a levantar-se de madrugada e que piora com tempo úmido &#8211; – 1 comprimido cada ½ de hora.<br />
Silicea D12: em formas purulentas – 1 comprimido 3 vezes ao dia.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Doenças cutâneas crônicas</h4>
<p style="text-align: justify;">Kalium sulfuricum D6 – 2 comprimidos em jejum.<br />
Calcium phosphoricum D6 – 2 comprimidos antes do almoço.<br />
Natrium phosphoricum D6 – 2 comprimidos antes de deitar.<br />
Em caso de prurido (urticária) juntar magnesium phosphoricum D6.<br />
Duração de tratamento: de 3 a 6 semanas.<br />
Eczemas (erupções cutâneas)<br />
Calcium phosphoricum D6 + Natrum chloratum D6: em erupções cutâneas secas – 1 comprimido cada 2 horas.<br />
Kalium chloratum D6. em erupções cutâneas exsudativas – 1 comprimido 3 vezes ao dia.<br />
Calcium fluoratum D6: em gretas, fissuras, formação de crostas, pele seca. 1 comprimido 3 vezes ao dia.<br />
Natrum chloratum D6 pomada: em eczemas seborreicos em zonas sebosas (face, peito, costas, região genital).</p>
<h4 style="text-align: justify;">Esfriamentos (recomenda-se efectuar um estudo diagnóstico em profundidade)</h4>
<h4 style="text-align: justify;">Enjoos dos viajantes (veja-se em “enjoos”)</h4>
<h4 style="text-align: justify;">Enjoos</h4>
<p style="text-align: justify;">Natrum chloratum D6: como medida de prevenção – 1 comprimido cada 2 horas. Durante a viagem – 1 comprimido cada ½ hora durante a viagem. Em casos agudos – 1 comprimido cada 5 minutos.<br />
Natrum phosphoricum D6: dada a variedade das reações individuais dos afetados, este pode ser também um preparado de seleção. Como medida de prevenção – 1 comprimido cada 2 horas. Durante a viagem – 1 comprimido durante a viagem. Em casos agudos – 1 comprimido cada 5 minutos.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Enurese</h4>
<p style="text-align: justify;">Natrum sulphuricum D6 + Kalium phosphoricum D6: em casos de debilidade nervosa ou paralisia da musculatura vesical – 1 comprimido 5 vezes ao dia.<br />
Calcium phosphoricum: em idosos (prostáticos) – 1 comprimido 3 vezes ao dia.<br />
Calcium fluoratum D6: em ambos os casos – 1 comprimido 3 vezes ao dia.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Epilepsia</h4>
<p style="text-align: justify;">Kalium chloratum D6: como tratamento de apoio da epilepsia – 1 comprimido 5 vezes ao dia.<br />
Magnesium phosphoricum D6: em quadros com tendência convulsiva muito acentuada.<br />
Ferrum phosphoricum D6: em casos de ataques iminentes – 1 comprimido cada 5 minutos.<br />
Calcium phosphoricum D6: como medida de apoio em casos de grande prostração – 1 comprimido 5 vezes ao dia.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Epistaxis</h4>
<p style="text-align: justify;">Kalium phosphoricum D6: em crianças, idosos e pessoas debilitadas.<br />
Kalium chloratum D6: em hemorragias de sangue espesso, viscoso e cor escura.<br />
Natrum chloratum D6: em caso de falta de coagulação (hipocoagulação).</p>
<h4 style="text-align: justify;">Eructos</h4>
<p style="text-align: justify;">Natrum phosphoricum D6: em eructos ácidos, sobretudo depois da ingestão de alimentos ricos em gorduras – 1 comprimido 4 vezes ao dia.<br />
Natrum sulphuricum D6: em eructos amargos.<br />
Magnesium phosphoricum D6: em eructos que não proporcionam alívio acompanhados de dor abdominal – 1 comprimido 4 vezes ao dia.<br />
Calcium phosphoricum D6: em eructos ácidos e sensação de ardor no esófago.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Erupção vesicular</h4>
<p style="text-align: justify;">Natrum chloratum D6: 1 comprimido 5 vezes ao dia.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Erupções cutâneas (veja-se “eczemas”)</h4>
<h4 style="text-align: justify;">Entorses, distorções (veja “traumatismos”)</h4>
<h4 style="text-align: justify;">Espasmos</h4>
<p style="text-align: justify;">Magnesium phosphoricum D6: em todas as manifestações espasmódicas – sob a língua ou 1 comprimido dissolvido em água quente cada 5 minutos.<br />
Silicea D12: em espasmos noturnos, depois de um susto ou em estados de grande excitação, sobretudo em cãibras das panturrilhas e plantas dos pés – 1 comprimido 5 vezes ao dia.<br />
Calcium phosphoricum D6: principalmente na dentição, mas também em pessoas anêmicas debilitadas com sensação de frio e entumecimiento; também alternando com Magnesium phosphoricum D6 – 1 comprimido 5 vezes ao dia.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Espasmos (tiques)</h4>
<p style="text-align: justify;">Natrum phosphoricum D6: 1 comprimido cada hora.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Estados de esgotamento</h4>
<p style="text-align: justify;">Kalium phosphoricum D6: 1 comprimido cada hora.<br />
Magnesium phosphoricum D6: em casos de inquietude interna, cansaço, depressões – 1 comprimido 6 vezes ao dia.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Estados de ansiedade</h4>
<p style="text-align: justify;">Kalium phosphoricum D6: 1 comprimido 6 vezes ao dia.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Estados depressivos</h4>
<p style="text-align: justify;">Kalium phosphoricum D6: em perda de memória, irresolução, abatimento, angústia, choro. Esgotamento psíquico geral – 1 comprimido cada hora.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Estomatite ulcerosa (veja-se em “aftas”)</h4>
<h4 style="text-align: justify;">Escoriações em crianças pequenas</h4>
<p style="text-align: justify;">Natrum chloratum D6 + Natrum phosphoricum D6: 1 comprimido cada 2 horas.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Faringite</h4>
<p style="text-align: justify;">Ferrum phosphoricum D6: antes dos primeiros sintomas – 1 comprimido cada 5 minutos.<br />
Calcium phosporicum D6: 1 comprimido cada hora.<br />
Kalium phosphoricum D6: em caso de afetação intensa das amígdalas &#8211; 1 comprimido cada 5 minutos.<br />
Kalium phosphoricum D6 + Calcium phosphoricum D6: 1 comprimido cada hora.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Febre (recomenda-se efectuar um estudo diagnóstico em profundidade)</h4>
<p style="text-align: justify;">Ferrum phosphoricum D6: em febre incipiente – 1 comprimido cada ¼ de hora adicionalmente.<br />
Kalium phosphoricum D6: 1 Comprimido 6 vezes ao dia.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Febre dos fenos</h4>
<p style="text-align: justify;">Natrum chloratum D6 + Ferrum phosphoricum D6: 1 comprimido cada ¼ de hora.<br />
Para a prevenção (profilaxia) ambos preparados simultaneamente – 1 comprimido 3 vezes ao dia.<br />
Magnesium phosphoricum D6: como tratamento intermédio em crises de espirros e estados asmáticos – 1 comprimido dissolvido em água quente cada ¼ de hora).</p>
<h4 style="text-align: justify;">Feridas (veja-se em “queimaduras” e “traumatismos”)</h4>
<h4 style="text-align: justify;">Fissuras anais (gretas, rasgos)</h4>
<p style="text-align: justify;">Calcium fluoratum D6 + Silicea D6: 1 comprimido 3 vezes ao dia.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Frieiras</h4>
<p style="text-align: justify;">Kalium phosphoricum D6 + Natrum muriaticum D6: 1 comprimido cada ½ hora.<br />
Silicea D6: para a prevenção de uma supuração – 1 comprimido cada 2 horas.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Flatulência</h4>
<p style="text-align: justify;">Natrum sulphuricum D6 + Calcium fluoratum D6: 1 comprimido 5 vezes ao dia.<br />
Magnesium phosphoricum D6: em cólicas com flatulência – “siete caliente” 1 porção cada 5 minutos.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Fungos, Muguet (veja-se em “aftas”)</h4>
<h4 style="text-align: justify;">Furúnculos</h4>
<p style="text-align: justify;">Ferrum phosphoricum D6: 1 comprimido cada ¼ de hora.<br />
Silicea D6: acelera a supuração, o estalido do furúnculo e a regeneração tecidular – 1 comprimido cada ¼ de hora.<br />
Calcium phosphoricum D6: em processos de cura lentos, também depois da abertura do foco de pus – 1 comprimido cada 3 vezes ao dia.<br />
Calcium fluoratum D6: quando o foco de inflamação não se abrange, em feridas com bordos duros – 1 comprimido 3 vezes ao dia.<br />
Kalium phosphoricum D6: em pus fétido e em múltiplos furúnculos (antrax) – 1 comprimido cada ¼ de hora.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Gastrite</h4>
<p style="text-align: justify;">Ferrum phosphporicum D6: no estado agudo com dor depois das refeições, sobretudo quando se acompanha de febre – 1 comprimido cada ¼ de hora.<br />
Magnesium phosphoricum D6: em dores espasmódicas que obrigam a adaptar uma postura de dobrar-se, em gastrites associadas a náuseas e a vômitos, também em diarreias – 1 comprimido dissolvido em água quente cada 5 minutos.<br />
Natrum phosphoricum D6: em casos de hiperacidez, eructos ácidos, vômitos e pirose, aversão às gorduras – 1 comprimido cada hora.<br />
Kalium suphuricum D6: em gastrites crônicas com dor e sensação de peso na região hepática – 1 comprimido 5 vezes ao dia.<br />
Calcium phosphoricum D6: como agente imediato, sobretudo nos quadros associados à dor depois de ingerir alimentos ou bebidas frias, inclusive em quantidades mínimas e em acumulação de gases no estômago – 1 comprimido 4 vezes ao dia.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Gota</h4>
<p style="text-align: justify;">Ferrum phosphoricum D6 + Kalium chloratum D6: durante o ataque de gota com febre – 1 comprimido cada ¼ de hora.<br />
Natrum phosphoricum D6: em ataques de gota sem febre – 1 comprimido cada ¼ de hora.<br />
Silicea D6: 1 comprimido 3 vezes ao dia.<br />
Calcium phosphoricum D6: em casos crônicos, também em patologia bioclimática – 1 comprimido 3 vezes ao dia.<br />
Silicea D6 + Calcium fluoratum D6: em tofos gotosos – 1 comprimido 3 vezes ao dia.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Gripe (veja-se em “infecções gripais”)</h4>
<h4 style="text-align: justify;">Hematomas</h4>
<p style="text-align: justify;">Ferrum phosphoricum D6: no estado inicial – 1 comprimido cada ½ hora e, se for necessário, ao fim de uns dias.<br />
Kalium chloratum D6: 1 comprimido cada 2 horas.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Hemorróidas</h4>
<p style="text-align: justify;">Calcium fluoratum D6 + Silicea D6: 1 comprimido 3 vezes ao dia.<br />
Ferrum phosphoricum D6: em nódulos hemorroidais inflamados – 1 comprimido cada ½ hora.<br />
Magnesium phosphoricum D6: em hemorroidas dolorosas não inflamadas, em espasmos do esfíncter anal – 1 comprimido dissolvido em água quente cada ¼ de hora.<br />
Kalium phosphoricum D6: em hemorroidas com prurido e ardor intensos – 1 comprimido 5 vezes ao dia.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Hipertensão (veja-se em “pressão arterial”)</h4>
<h4 style="text-align: justify;">Hipotensão</h4>
<p style="text-align: justify;">Magnesium phosphoricum D6: em forma de “siete caliente”</p>
<h4 style="text-align: justify;">Hipotensão (veja-se em “pressão arterial”)</h4>
<p style="text-align: justify;">Ictus apoplético (recomenda-se efetuar um estudo diagnóstico em profundidade)<br />
Ferrum phosphoricum D6; sempre que o paciente conserve a consciência – 1 comprimido cada ¼ de hora.<br />
Silicea D12: depois do episódio, também em combinação com Ferrum phosphoricum D6, recomendando-se manter o tratamento a longo prazo – 1 comprimido 3 vezes ao dia.<br />
Kalium phosphoricum D6: contra as paresias permanentes – 1 comprimido 5 vezes ao dia.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Incontinência espontânea, ao tossir, espirrar, por pressão, etc</h4>
<p style="text-align: justify;">Natrum chloratum D6: 1 comprimido cada hora.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Infecção gripal</h4>
<p style="text-align: justify;">Em geral, a infecção gripal caracteriza-se por um estado febril de curta duração que apresenta grande similitude com uma gripe propriamente dita – enfermidade infecciosa febril aguda (influenza) -. Os preparados recomendados no tratamento da infecção gripal devem ser considerados unicamente como medidas terapêuticas de apoio no tratamento da gripe genuína.<br />
Ferrum phosphoricum D6: o primeiro estado – 1 comprimido cada 10 minutos.<br />
Kalium phosphoricum D6: para o tratamento de manutenção – 1 comprimido cada ½ hora.<br />
Kalium chloratum D6: depois de ter superado o ponto culminante do processo infeccioso – 1 comprimido cada 2 horas.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Inflamação da mucosa bucal (recomenda-se efetuar um estudo diagnóstico em profundidade)</h4>
<p style="text-align: justify;">Ferrum phosphoricum D6: 1 comprimido cada ¼ de hora; adicionalmente gargarejos bucais cada ½ hora com uma solução de 3 comprimidos do preparado dissolvido em água tépida.<br />
Kalium phosphoricum D6: em casos de halitose bucal – 2 comprimidos cada ¼ de hora e gargarejos bucais cada ½ hora com uma solução de 3 comprimidos do preparado dissolvidos em água tépida.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Insônia</h4>
<p style="text-align: justify;">Kalium phosphoricum D6: na insônia de causa nervosa – 1 comprimido 6 vezes ao dia a longo prazo.<br />
Magnesium phosphoricum D6: em pacientes de grande excitabilidade, palpitações – “siete caliente” ou 1 comprimido dissolvido em água morna cada ¼ de hora.<br />
Silicea D6: quando uma corrente de pensamentos intensos impede de conciliar o sono – 1 comprimido 3 vezes ao dia.<br />
Ferrum phosphoricum D6: na congestão cranial, cefaleias, também no climatério – 1 comprimido cada hora.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Irritação do apêndice (recomenda-se efetuar um estudo diagnóstico profundidade)</h4>
<p style="text-align: justify;">Ferrum phosphoricum D6 + Kalium chloratum D6: agente terapêutico principal em casos de sensação de tensão interna, obstipação – 1 comprimido cada hora.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Laringite (veja-se em “rouquidão”)</h4>
<p style="text-align: justify;">Lesões do disco intervertebral<br />
Calcium fluoratum D6 + Silicea D6: em ambos os casos 1 comprimido 3 vezes ao dia a longo prazo.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Lumbago</h4>
<p style="text-align: justify;">Ferrum phosphoricum D6: como preparado de seleção perante os primeiros sintomas – 1 comprimido cada ¼ de hora.<br />
Magnesium phosphoricum D6: em lumbagos com dor intensa – “siete caliente” ou 1 comprimido dissolvido em água quente cada 5 minutos.<br />
Calcium phosphoricum D6: lumbagos em idosos – 1 comprimido cada ½ hora</p>
<h4 style="text-align: justify;">Lombalgias na mulher</h4>
<p style="text-align: justify;">Magnesium phosphoricum junto ao tratamento específico + Kalium phosphopricum D6 – 1 comprimido dissolvido em água quente cada ½ hora.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Manifestações parestésicas (recomenda-se efetuar um estudo diagnóstico em profundidade):</h4>
<p style="text-align: justify;">Kalium phosphoricum D6: a modo de prova – 1 comprimido 5 vezes ao dia.<br />
Magnesium phosphoricum D6: 1 comprimido dissolvido em água quente 5 vezes ao dia.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Mastites em mães lactantes</h4>
<p style="text-align: justify;">Ferrum phosphoricum D6 (nos primeiros sintomas de inflamação e tumefacção para a prevenção da supuração) + Natrum phosphoricum D6 1 comprimido cada ¼ de hora.<br />
Silicea D6: antes dos primeiros sinais de supuração – 1 comprimido 5 vezes ao dia.<br />
Kalium phosphoricum D6: em febre – 1 comprimido cada hora.<br />
Calcium fluoratum D6: para abrandar as bordas duras do foco de pus – 1 comprimido 5 vezes ao dia.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Migrana (veja-se em “cefaleia”)</h4>
<h4 style="text-align: justify;">Miogelose (veja-se em “miosclerose)</h4>
<h4 style="text-align: justify;">Miosclerose</h4>
<p style="text-align: justify;">Calcium fluoratum D6: 1 comprimido 3 vezes ao dia.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Moléstias das regras (veja-se em “transtornos menstruais”)</h4>
<p style="text-align: justify;">Nervosismo, esgotamento nervoso (se for persistente, recomenda-se efetuar um estudo diagnóstico sintomático)<br />
Kalium phosphoricum D6 para o tratamento sintomático + Calcium phosphoricum D6 1 comprimido 5 vezes ao dia.<br />
Magnesium phosphoricum D6: em neuralgias de natureza espasmódica – “siete caliente” ou 1 comprimido dissolvido em água morna cada ¼ hora.<br />
Silicea D6: em estados de grande debilidade geral, hipersensibilidade e estados de angústia- 1 comprimido 3 vezes ao dia.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Nevralgia facial</h4>
<p style="text-align: justify;">Magnesium phosphoricum D6<br />
Em forma de “siete caliente” cada 2 horas ou 1 comprimido dissolvido em água morna cada ¼ hora.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Obesidade</h4>
<p style="text-align: justify;">Antes do pequeno-almoço: Kalium phosphoricum D6, 3 comprimido.<br />
Antes do almoço: Natrum phosphoricum D6, 3 comprimidos.<br />
Antes do jantar: Natrum sulphuricum D6, 3 comprimidos.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Obstipação</h4>
<p style="text-align: justify;">Alumina D7 – 5 gotas depois das refeições.<br />
Calcium fluoratum D6: em casos de lassidão intestinal e em hemorroidas – 1 comprimido cada hora.<br />
Ferrum phosphoricum D6: em casos de função intestinal reduzida com sensação de calor no recto, em lombalgias e em congestão na cabeça – 1 comprimido cada hora.<br />
Calcium phosphoricum D6: na debilidade generalizada de idosos – 1 comprimido cada hora.<br />
Kalium sulphuricum D6: em sensação de plenitude intensa – 1 comprimido cada hora.<br />
Silicea D12: em puxões sem fezes – 1 comprimido cada hora.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Odontalgias</h4>
<p style="text-align: justify;">Ferrum phosphoricum D6: quando não existem indicações odontológicas, p.e., odontalgias depois de uma constipação – 1 comprimido cada ¼ hora.<br />
Olhos de galo<br />
Calcium fluoratum D6 + Silicea D6: 1 comprimido cada 2 horas.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Panarício (inflamação flegmonosa situada perto das unhas)</h4>
<p style="text-align: justify;">Ferrum phosphoricum D6: no estado inicial da inflamação – 1 comprimido cada ¼ de hora.<br />
Silicea D12: em caso de formação de pus – 1 comprimido 5 vezes ao dia.<br />
Calcium fluoratum D6: com fins curativos – 1 comprimido 3 vezes ao dia.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Perda de memória</h4>
<p style="text-align: justify;">Kalium phosphoricum D6: 1 comprimido cada hora.<br />
Calcium fluoratum D6: em falhas de memória de etiologia arteriosclerótica – 1 comprimido 3 vezes ao dia. Cabe a possibilidade de combinar ou alternar ambos preparados.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Pirose</h4>
<p style="text-align: justify;">Natrum phosphoricum D6: 2 comprimidos em caso necessário.<br />
Magnesium phosphoricum D6: em sintomas de tipo espasmódico – 1 comprimido dissolvido em água quente cada hora.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Pressão arterial</h4>
<p style="text-align: justify;">Calcium fluoratum D6: no aumento da pressão arterial (hipertensão) de base arteriosclerótica: 1 comprimido 6 vezes ao dia.<br />
Ferrum phosphoricum D6: na diminuição da pressão arterial – 2 comprimidos 6 vezes ao dia.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Prurido</h4>
<p style="text-align: justify;">Magnesium phosphoricum D6: sempre que este sintoma não se deva a outra enfermidade definida (icterícia, diabetes mellitus, etc.) – 1 comprimida cada hora.<br />
Calcium phosphoricum D6: em casos de prurido senil – 1 comprimido 3 vezes ao dia.<br />
Calcium fluoratum D6: em pele seca, áspera – 1 comprimido 3 vezes ao dia.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Prurido anal</h4>
<p style="text-align: justify;">Calcium fluoratum D6 + Ferrum phosphoricum D6: 1 comprimido cada 2 horas, respectivamente.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Queimaduras (recomenda-se efectuar um estudo diagnóstico em profundidade)</h4>
<p style="text-align: justify;">Ferrum phosphoricum D6: para uso interno em queimaduras em primeiro grau – 1 comprimido cada ¼ de hora.<br />
Natrum chloratum D6: em casos de formação de bolhas, em combinação com Ferrum phosphoricum D6 – 1 comprimido cada ½ hora.<br />
Silicea D12: em feridas por queimaduras supuradas – 1 comprimido cada 2 horas.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Regeneração do sangue</h4>
<p style="text-align: justify;">Calcium phosphoricum D6: 2 antes de cada refeição.<br />
Natrium chloratum D6: 2 antes de cada refeição.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Reumatismo</h4>
<h4 style="text-align: justify;">1. Reumatismo muscular:</h4>
<p style="text-align: justify;">Ferrum phosphoricum D6 + Kalium chloratum D6. Em dores musculares ao movimentar-se – 1 comprimido cada ½ hora.<br />
Magnesium phosphoricum D6: em dores musculares migratórias, terebrantes (diz-se da dor que produz a sensação de uma broca a penetrar nos tecidos) – “Siete caliente” ou 1 comprimido dissolvido em água quente cada ¼ hora.<br />
Calcium phosphoricum D6: em dor muscular associado a sensação de entumecimento, frio, um “formigueiro” que se acentua pela noite e em repouso – 1 comprimido 5 vezes ao dia.</p>
<h4 style="text-align: justify;">2. Reumatismo articular</h4>
<p style="text-align: justify;">Ferrum phosphoricum D6: nas fases iniciais, sobretudo nos casos febris – 1 comprimido cada ¼ de hora.<br />
Kalium sulphuricum D6: em dores migratórias que pioram pela noite – 1 comprimido cada ½ hora.<br />
Magnesium phosphoricum D6: como tratamento intermédio quando a dor é particularmente intenso – “Siete caliente” ou 1 comprimido dissolvido em água morna cada 10 minutos.<br />
Calcium phosphoricum D6: em reumatismo articular crônico e como tratamento de manutenção – 1 comprimido 5 vezes ao dia a longo prazo.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Rouquidão</h4>
<p style="text-align: justify;">Kalium chloratum D6 em rouquidões associadas a laringites + Kalium sulphuricum D6 1 comprimido cada ½ hora.<br />
Ferrum phosphoricum D6: em esforços das cordas vocais (conferencistas, cantores, etc.) e em dores de garganta – 1 comprimido cada hora.<br />
Kalium phosphoricum D6: em esgotamento nervoso e paralisia das cordas vocais – 1 comprimido cada hora.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Sensação de (bolo faríngeo)</h4>
<p style="text-align: justify;">Magnesium phosphoricum D6: 1 comprimido dissolvido em água quente cada ¼ de hora.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Sensação de nós na garganta (veja-se em “sensação de bolo faríngeo”)</h4>
<h4 style="text-align: justify;">Septicemia (imprescindível efetuar um estudo diagnóstico em profundidade)</h4>
<p style="text-align: justify;">Kalium phosphoricum D6: Como apoio ao resto de medidas que seja preciso adaptar 1 comprimido cada ¼ de hora.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Sufocos da menopausa</h4>
<p style="text-align: justify;">Ferrum phosphoricum D6: 1 comprimido 5 vezes ao dia a longo prazo.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Surdez</h4>
<p style="text-align: justify;">Silicea D6 + Calcium fluoratum D6: 1 comprimido 6 vezes ao dia.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Supurações</h4>
<p style="text-align: justify;">Silicea D6: em supurações de todo o tipo como apoio a outras medidas em casos agudos – 1 comprimido cada 5 minutos. Em casos crônicos – 1 comprimido 6 vezes ao dia.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Tosse</h4>
<p style="text-align: justify;">Ferrum phosphoricum D6: no estado inicial – 1 comprimido cada ¼ de hora.<br />
Magnesium phosphoricum D6: na crise de tosse espasmódica noturna sem expectoração – 1 comprimido dissolvido em água quente cada 10 minutos.<br />
Kalium chloratum D6: em escarros filamentosos de difícil expectoração com sensação de opressão na região cardio-pulmonar – 1 comprimido cada ½ hora.<br />
Natrum sulphuricum D6: em tosse com escarros verdosos e viscosos – 1 comprimido cada ½ hora.</p>
<h4>Tosse convulsa (recomenda-se efetuar um estudo diagnóstico em profundidade)</h4>
<p style="text-align: justify;">Ferrum phosphoricum D6: Como medida de apoio do tratamento habitual nestes casos ou perante o aparecimento dos primeiros sintomas, inclusive perante a simples suspeita. 1 comprimido cada ¼ de hora.<br />
Magnesium phosphoricum D6: “Siete caliente” ou 1 comprimido dissolvido em água morna perante cada ¼ de hora.<br />
Os seguintes preparados podem estar indicados de forma adicional em função da consistência da expectoração:<br />
Kalium chloratum D6: em escarros espessos de cor branca. 1 comprimido cada hora.<br />
Calcium phosphoricum D6: em escarros de aspecto similar a clara de ovo, sobretudo em crianças debilitadas – 1 comprimido cada hora.<br />
Kalium sulphuricum D6: em escarros viscosos amarelados – 1 comprimido cada hora.<br />
Kalium phosphoricum D6: em geral, em todos os casos de grande prostração e sintomas nervosos &#8211; 1 comprimido cada hora.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Transtornos climatéricos</h4>
<p style="text-align: justify;">Ferrum phosphoricum D6 + Magnesium phosphoricum D6: 1 comprimido 6 vezes ao dia (Magnesium phosphoricum D6, diluído em água quente).</p>
<h4 style="text-align: justify;">Transtornos menstruais</h4>
<p style="text-align: justify;">Magnesium phosphoricum D6: em dores durante o período menstrual, em lombalgias – “Siete caliente” ou 1 comprimido dissolvido em água morna cada 5 minutos.<br />
Magnesium phosphoricum D6: como medida preventiva, 6 dias antes das regras, 1 comprimido dissolvido em água quente cada hora.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Traumatismos (contusões, entorses, distensões, lesões contusas e incisas, hematomas)</h4>
<p style="text-align: justify;">Ferrum phosphoricum D6: para uso interno: em todos os traumatismos recentes, hematomas, etc &#8211; 1 comprimido cada ¼ de hora.<br />
Kalium chloratum D6: em tumefacções de partes moles 1 comprimido cada hora.<br />
Calcium phosphoricum D6: para estimular a formação de consolidação nas fracturas. 1 comprimido 3 vezes ao dia.<br />
Calcium fluoratum D6: 1 comprimido 3 vezes ao dia.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Treçolho</h4>
<p style="text-align: justify;">Silicea D6 + Calcium fluoratum D6: 1 comprimido cada 2 horas;<br />
Natrum phosphoricum D6: em crianças escrofulosas – 1 comprimido cada 2 horas.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Úlceras das pernas</h4>
<p style="text-align: justify;">Calcium fluoratum D6 + Natrum sulphuricum D6: 1 comprimido cada hora.<br />
Silicea D6: em úlceras supuradas das pernas, 1 comprimido 6 vezes ao dia.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Unhas frágeis e quebradiças</h4>
<p style="text-align: justify;">Silicea D6: 1 comprimido 3 vezes ao dia durante 2-3 meses aproximadamente.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Urticária</h4>
<p style="text-align: justify;">Kalium phosphoricum D6 + Natrum chloratum D6: uma primeira fase de tratamento 1 comprimido cada 10 minutos, posteriormente, 1 comprimido 3 vezes ao dia.<br />
Calcium fluoratum D6 + Silicea D6: 1 comprimido 3 vezes ao dia a longo prazo.<br />
Ferrum phosphoricum D6: em hemorragias varicosas e flebites. 1 comprimido cada 5 minutos.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Verrugas</h4>
<p style="text-align: justify;">Kalium chloratum D6 + Natrum chloratum D6: 1 comprimido 3 vezes ao dia.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Vertigo (recomenda-se efectuar um estudo diagnóstico em profundidade)</h4>
<p style="text-align: justify;">Ferrum phosphoricum D6: em vertigos com congestão cranial, 1 comprimido cada 2 horas.<br />
Calcium phosphoricum D6: em idosos com isquemia cerebral, 1 comprimido cada 2 horas.<br />
Kalium phosphoricum D6 em vertigos de causa nervosa e em estados de debilidade + Magnesium phosphoricum D6 – 1 comprimido dissolvido em água quente 4 vezes ao dia.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Vómitos (Recomenda-se efectuar um estudo diagnóstico em profundidade).</h4>
<p style="text-align: justify;">Ferrum phosphoricum D6: Em vômitos ácidos, também em mulheres gestantes, 1 comprimido cada ¼ de hora.<br />
Natrum sulphuricum D6: em vômitos biliosos – 1 comprimido cada ¼ de hora.<br />
Natrum chloratum D6: em vômitos mucoserosos – 1 comprimido cada ¼ de hora.<br />
Natrum phosphoricum D6: em vômitos de líquido ácido (também em crianças) em enjoos, 1 comprimido cada ¼ de hora.<br />
Magnesium phosphoricum D6: em vômitos espasmódicos, também em enjoos, 1 comprimido cada ¼ de hora.<br />
Calcium phosphoricum D6: em vômitos depois da ingestão de bebidas frias e gelados (crianças!); principalmente agente antiemético na gravidez, 1 comprimido cada ¼ de hora.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Vómitos da gravidez</h4>
<p style="text-align: justify;">Calcium phosphoricum D6: 1 comprimido 6 vezes ao dia.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Sal nº 7 &#8211; &#8220;Siete Caliente&#8221;</h4>
<h4 style="text-align: justify;">O Sal de Schussler (nº 7) &#8211; Magnesium phosphoricum</h4>
<p style="text-align: justify;">O modo conhecido como &#8220;siete caliente&#8221; ou seja, o &#8220;sete a quente&#8221; é uma forma de dissolver os comprimidos em água quente, especialmente eficaz no caso do magnésio. Ele é por si relaxante e analgésico, se tomado com água quente aumenta a irrigação sanguínea na mucosa oral e é rapidamente absorvida no sangue e nas células nervosas e musculares. É o modo mais rápido de aliviar uma dor intensa.</p>
<h4 style="text-align: justify;"><strong>Como o preparar?</strong></h4>
<p style="text-align: justify;">Junte 10 comprimidos (5 para crianças) num copo de água quente. Mexa até dissolver os comprimidos. Beba a solução em pequenos goles para facilitara absorção.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Duração do tratamento</h4>
<p style="text-align: justify;">Em geral, os sais devem ser tomados até que o desconforto pare. Podem ocorrer dores pontuais, mas diminuindo em intensidade. as dores crônicas podem durar vários meses. De qualquer modo, deve sempre consultar um especialista, se a queixa se prolongar no tempo.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Nota: O artigo requer orientação de um profissional qualificado, não tome nenhuma medicação sem a orientação de um profissional qualificado.</h4>
<p style="text-align: justify;"><strong>Por: Dr. João Novaes &#8211; Homeopata Especialista</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: http://materiamedicahomeopatica.blogspot.com.br</p><p>The post <a href="https://ahau.org/sais-de-schussler/">Os 12 Sais de Schussler e suas propriedades</a> first appeared on <a href="https://ahau.org">Instituto Ahau - Terapeutas Especializados</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>10 fatos extraordinários sobre os sonhos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luiz Terapeuta]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Mar 2012 16:08:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; 10. Os cegos também sonham Pessoas que ficam cegas depois do nascimento podem ver imagens durante os sonhos. As pessoas que nascem cegas não enxergam nada, mas possuem sonhos igualmente vívidos envolvendo seus outros sentidos: audição, olfato, tato e suas emoções. É difícil para pessoas que enxergam imaginar, mas o a necessidade dos sonhos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<h4 style="text-align: justify;">10. Os cegos também sonham</h4>
<p style="text-align: justify;">Pessoas que ficam cegas depois do nascimento podem ver imagens durante os sonhos. As pessoas que nascem cegas não enxergam nada, mas possuem sonhos igualmente vívidos envolvendo seus outros sentidos: audição, olfato, tato e suas emoções. É difícil para pessoas que enxergam imaginar, mas o a necessidade dos sonhos para o corpo é tão forte que os cegos podem virtualmente manipular todas as situações com as quais sonham. » 5 Passos para parar de fumar definitivamente</p>
<h4 style="text-align: justify;"><img decoding="async" class=" wp-image-4826 alignleft" src="https://ahau.org/wp-content/uploads/2012/03/10-fatos-extraordinarios-sobre-os-sonhos-1.jpg" alt="10-fatos-extraordinarios-sobre-os-sonhos" width="402" height="228" srcset="https://ahau.org/wp-content/uploads/2012/03/10-fatos-extraordinarios-sobre-os-sonhos-1.jpg 600w, https://ahau.org/wp-content/uploads/2012/03/10-fatos-extraordinarios-sobre-os-sonhos-1-300x170.jpg 300w" sizes="(max-width: 402px) 100vw, 402px" />9. Você esquece 90% dos seus sonhos</h4>
<p style="text-align: justify;">Depois de cinco minutos acordados a metade do sonho já foi esquecido. Em 10m, 90% já se foi. O famoso poeta Samuel Taylor Coleridge acordou uma manhã depois de ter um fantástico sonho (possivelmente induzido pelo ópio) e começou a descrever seu “visão em um sonho”, que é um dos poemas ingleses mais famosos: Kubla Khan. Depois de haver escrito 54 linhas ele foi interrompido por um visitante indesejado. Samuel retornou ao seu poema, mas não pode lembrar o resto de seu sonho. O poema nunca foi concluído.</p>
<p style="text-align: justify;">Curiosamente o autor Robert Stecenson inventou a história do Doutor Jeckyll e Sr. Hyde enquanto estava dormindo. Frankenstein, de Mary Shelley, também foi filho de um sonho da autora.</p>
<h4 style="text-align: justify;">8. <a href="https://ahau.org/psicanalise-dicionario-de-simbolos-sonhos/">Todo mundo sonha</a></h4>
<p style="text-align: justify;">Com exceção de algumas pessoas com distúrbios psicológicos extremos todo o restante de nós sonha. Homens tendem a sonhar mais com outros homens, enquanto a mulher tende a sonhar igualmente com pessoas de ambos sexos. Ambos experimentam reações físicas aos seus sonhos não importando se ele tenha ou não natureza sexual; homens têm ereções e nas mulheres aumenta o fluxo sanguíneo vaginal.</p>
<h4 style="text-align: justify;">7. Os sonhos previnem psicose</h4>
<p style="text-align: justify;">Em um estudo recente sobre o sono, estudantes que foram acordados no início de cada sonho, mas mesmo assim puderam dormir suas oito horas de sono. Todos experimentaram dificuldades de concentração, irritabilidade, alucinações e sinais de psicose depois de apenas três dias. Quando eles finalmente foram autorizados a dormir durante o sono REM (Rapid Eyes Movement em inglês ou movimento rápido dos olhos; é o sinal fisiológico de que começamos a sonhar durante o sono), seus cérebros compensaram o tempo perdido aumentando muito o percentual de sono realizado no estagio REM.</p>
<h4 style="text-align: justify;">6. Nós sonhamos apenas sobre o que conhecemos</h4>
<p style="text-align: justify;">Nossos sonhos são frequentemente cheios de pessoas estranhas que desempenham certos papéis. Você sabia que a sua mente não está inventando estas faces? Elas são rostos reais de pessoas que você viu durante a sua vida, mas pode não se recordar. O algoz de seu último pesadelo pode ter sido o caixa da padaria em que o seu pai comprava pão quando você era criança. Como todos vemos centenas de milhares de rostos por dia é possível que tenhamos um suprimento infindável de personagens que nossa mente por utilizar durante os sonhos.</p>
<p style="text-align: justify;">Existe uma ciência que afirma que os sonhos são manipulados em realidade pelo próprio espírito individual, como uma espécie de comunicação.</p>
<h4 style="text-align: justify;">5. Nem todos sonham em cores</h4>
<p style="text-align: justify;">Existem pessoas com visão normal (12%) que sonham exclusivamente em preto e branco. O restante sonha em cores. Há também temas comuns para os sonhos, que são situações relacionadas à escola, ser perseguido, tentar correr e mesmo assim se mover vagarosamente, experiência sexuais, cair, atrasar-se, uma pessoa viva atualmente estar morta, dentes caindo, voar, reprovar em um exame ou acidente de carro. É desconhecido se o impacto de um sonho relacionado a violência ou morte é mais emocionalmente carregado para a pessoa que sonha em cores ou para as que sonham em preto e branco.</p>
<h4 style="text-align: justify;">4. Os sonhos não são sobre o assunto que parecem tratar</h4>
<p style="text-align: justify;">Se você sonha sobre algum assunto em particular não é comum que o sonho seja realmente sobre isso. Os sonhos nos falam em uma linguagem profundamente simbólica. A mente consciente tenta comparar seu sonho a outra situação ou coisa similar. É como uma analogia em uma poesia que diz que as formigas são como máquinas que nunca param. Em um sonho você nunca compara algo com esse mesmo algo, assim como na poesia, por exemplo: “Aquele belo pôr-do-sol era como um belo pôr-do-sol”. Portanto seja qual for o símbolo que o seu sonho escolha é muito improvável que o propósito do sonho seja o símbolo em si.</p>
<h4 style="text-align: justify;">3. Quem pára de fumar tem sonhos mais vívidos</h4>
<p style="text-align: justify;">Os tabagistas que fumaram por muito tempo e pararam reportaram mais sonhos vívidos do que eles normalmente teriam. Em adição, de acordo com a revista científica Journal of Abnormal Psychology “entre 293 fumantes que se abstiveram entre uma e quatro semanas, 33% disseram que tiveram ao menos um sonho sobre fumar. Na maioria dos sonhos as pessoas se flagravam fumando e sentiam fortes emoções negativas como pânico e culpa. Sonhos sobre fumar foram o resultado do fato da desistência ao cigarro, pois 97% dos voluntários não os tinham enquanto fumavam e sua ocorrência foi relacionada significativamente ao período de abstinência. Eles foram relatados como mais vívidos do que os sonhos normais e são tão comuns como os grandes sintomas de abstinência ao tabaco”.</p>
<h4 style="text-align: justify;">2. Estímulos externos invadem nossos sonhos</h4>
<p style="text-align: justify;">Isso é chamado de Incorporação ao Sonho e é a experiência em que a maioria de nós tem um som do mundo real ouvido em nosso sonho e incorporada de alguma maneira. Um exemplo similar ocorre quando você sente sede ou vontade de urinar no mundo real enquanto dorme e isto é transportado para o sonho. A maioria das crianças, já grandes, urinam na cama por causa de incorporação: estão com a bexiga cheia, sonham que estão apertados e urinam no sonho ao mesmo tempo em que molham a cama. Pessoas com sede durante o sono relataram tomar copos de água dentro do sonho para, minutos depois, ficar com sede e tomar outro copo. O ciclo se repete até o momento que este que a pessoa acorda.</p>
<p style="text-align: justify;">A famosa pintura acima de Salvador Dali explica exatamente este conceito. O seu nome é “Sonho Causado Pelo Vôo de uma Abelha ao Redor de Uma Romã um Segundo Antes de Acordar”.</p>
<h4 style="text-align: justify;">1. Você está paralisado durante o sonho</h4>
<p style="text-align: justify;">Acredite ou não o seu corpo está virtualmente <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Sono">paralisado</a> durante o sono. Isso ocorre possivelmente para preveni-lo de atuar aspectos dos seus sonhos, ainda sim, durante o sono há glândulas que secretam um hormônio que ajuda a induzir o sono e os neurônios enviam sinais à coluna vertebral que causam o relaxamento do corpo e em seguida a pessoa fica essencialmente paralisada.</p>
<p>Estes são os 10 fatos extraordinários sobre os sonhos, se gostou, fale para nós!</p>
<h4 style="text-align: justify;">Bônus: Fatos extras</h4>
<p style="text-align: justify;">1 &#8211; Você não sonha enquanto ronca.<br />
2 &#8211; As crianças não sonham sobre si mesmas até aproximadamente os três anos. À partir desta idade as crianças tem muito mais pesadelos do que os adultos até completar 7 ou 8 anos.<br />
3 &#8211; Se você for acordado durante o sono REM você tem mais chances de lembrar seu sonho mais vividamente do que quando você acorda pela manhã.<br />
4 &#8211; Não existe evidência científica que confirme o mito de que acordar um sonâmbulo possa matá-lo.<br />
5 &#8211; Há pessoas que sofrem de sonhos recorrentes. É um sonho que surge repetidamente durante longos períodos de tempo, até anos. Geralmente possui aspectos de pesadelo e pode ser causado por estresse pós-traumático.</p>
<p>10 fatos extraordinários sobre os sonhos.</p>
<p style="text-align: justify;">Fontes:<br />
http://listverse.com/science/top-10-amazing-facts-about-dreams/</p>
<p>10 fatos extraordinários sobre os sonhos.</p><p>The post <a href="https://ahau.org/10-fatos-extraordinarios-sobre-os-sonhos/">10 fatos extraordinários sobre os sonhos</a> first appeared on <a href="https://ahau.org">Instituto Ahau - Terapeutas Especializados</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Jin Shin Jyutsu</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luiz Terapeuta]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Mar 2012 00:57:07 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Jin Shin Jyutsu técnica que demonstra que cada dedo é uma chave simples para destravar e harmonizar as atitudes. Dedo polegar Trabalha as emoções: PREOCUPAÇÃO – depressão, ódio, obsessão, ansiedade, autoproteção Desequilíbrio no nosso padrão de energia “individualizada” do estômago e baço. Melhora a digestão de alimentos, idéias, pensamentos e emoções; ajuda a dormir melhor [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong>Jin Shin Jyutsu técnica que demonstra que cada dedo é uma chave simples para destravar e <a href="https://ahau.org/teoria-zang-fu/">harmonizar</a> as atitudes.</strong></p>
<h4 style="text-align: justify;"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-4840 alignleft" src="https://ahau.org/wp-content/uploads/2012/03/jin-shin-jyutsu-1-883x1024.jpg" alt="jin-shin-jyutsu" width="404" height="469" />Dedo polegar</h4>
<p style="text-align: justify;">Trabalha as emoções: PREOCUPAÇÃO – depressão, ódio, obsessão, ansiedade, autoproteção Desequilíbrio no nosso padrão de energia “individualizada” do estômago e baço.</p>
<p style="text-align: justify;">Melhora a digestão de alimentos, idéias, pensamentos e emoções; ajuda a dormir melhor e nos torna receptivos ao toque e carinho. Preocupações e ‘ruminações mentais’ desaparecem. Ajuda estômago, baço e pâncreas. Bloqueia uma dor de cabeça que está começando.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Dedo indicador</h4>
<p style="text-align: justify;">Trabalha as emoções: MEDO &#8211; timidez, confusão mental, depressão, perfeccionismo, crítica, frustração, desejo de vida Desequilíbrio no nosso padrão de energia “individualizada” da bexiga e rim.</p>
<p style="text-align: justify;">Traz coragem, fortalece o desejo de viver, harmoniza a circulação dos fluidos corporais e o sistema muscular. Dissolve o medo e as inseguranças. Ajuda rim e bexiga. Evita uma dor nas costas que está iniciando.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Dedo médio</h4>
<p style="text-align: justify;">Trabalha as emoções: RAIVA – covardia, irritabilidade, indecisão, instabilidade, não alerta, emotividade Desequilíbrio no nosso padrão de energia “individualizada” da vesícula e fígado.</p>
<p style="text-align: justify;">Expande o sentimento de compaixão, a lucidez mental, a criatividade; regula a harmonia interior do corpo. Elimina a raiva, frustrações e irritabilidade. Ajuda fígado e vesícula biliar. Melhora a visão e revitaliza a fadiga geral.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Dedo anular</h4>
<p style="text-align: justify;">Trabalha as emoções: TRISTEZA (Pesar) &#8211; negatividade, formação de muco, bom senso Desequilíbrio no nosso padrão de energia “individualizada” do pulmão e intestino grosso.</p>
<p style="text-align: justify;">Promove a alegria, a esperança, o soltar do passado e o se abrir ao novo; dá vitalidade e energia ao corpo. Afasta a tristeza, negatividade e o pesar. Ajuda os pulmões e o intestino grosso. Harmoniza a respiração e desconforto no ouvido.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Dedo mínimo</h4>
<p style="text-align: justify;">Trabalha as emoções: PRETENSÃO (Cobrir, esconder) &#8211; “chorar por dentro e rir por fora”, insegurança, nervosismo, confusão, mortalidade Desequilíbrio no nosso padrão de energia “individualizada” do coração e intestino delgado.</p>
<p style="text-align: justify;">Conecta com a intuição, aumenta a auto-estima, harmoniza o sistema esquelético. Termina com pretensão, julgamentos, comparações e esforço. Ajuda coração e intestino delgado. Evita uma dor de garganta que está iniciando.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Centro da palma da mão</h4>
<p style="text-align: justify;">Traz sensação de paz profunda e de unidade com o universo. Dissolve o desânimo. Ajuda diafragma e fluxo do umbigo. Harmoniza corpo, mente e espírito mutuamente e com o universo.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Referências:</strong> <a href="https://jsjbrasil.com.br/o-que-e">Jin Shin Jyutsu</a> Brasil :: FisioFilosofia :: A Arte de Viver em Harm&#8230; A Arte de Curar onde a harmonia e a saúde estão na ponta de seus dedos 3º Milênio – Um Canal para a Expressão do Ser Arte do Cuidar: JIN SHIN JYUTSU Alguns Exercícios para Autoajuda com Jin Shin Jyutsu</p><p>The post <a href="https://ahau.org/jin-shin-jyutsu/">Jin Shin Jyutsu</a> first appeared on <a href="https://ahau.org">Instituto Ahau - Terapeutas Especializados</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Dieta do Tipo Sanguineo B</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luiz Terapeuta]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Feb 2012 00:46:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Dieta do Tipo Sanguíneo B &#8211; O Nômade Equilibrado – Flexível – Criativo •    Pontos fortes: Sistema imunológico forte. Adaptação versátil às mudanças no ambiente e na alimentação. Sistema nervoso equilibrado. •    Pontos Fracos: Nenhum ponto fraco natural.  Desequilíbrio causa tendência a doenças auto-imunes e raras, vírus de lento crescimento. •    Riscos médicos: Diabetes [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><b>Dieta do Tipo Sanguíneo B &#8211; O Nômade</b></p>
<p style="text-align: justify;">Equilibrado – Flexível – Criativo</p>
<p style="text-align: justify;">•    <strong>Pontos fortes:</strong> Sistema imunológico forte. Adaptação versátil às mudanças no ambiente e na alimentação. Sistema nervoso equilibrado.<br />
•    <strong>Pontos Fracos:</strong> Nenhum ponto fraco natural.  Desequilíbrio causa tendência a doenças auto-imunes e raras, vírus de lento crescimento.<br />
•    <strong>Riscos médicos:</strong> Diabetes do tipo I. Síndrome da fadiga crônica. Doenças auto-imunes, doença de Lou Gehrig, lúpus e esclerose múltipla.<br />
•    <strong>Perfil alimentar:</strong> Equilibrado, onívoro, carne, laticínios, hortaliças e frutas.<br />
•   <strong>Segredo para o emagrecimento: Evitar:</strong> Frango, milho, lentilha, amendoim, semente de gergelim, trigo sarraceno, trigo. Usar: Folhas, ovos, fígado e alcaçuz (chá).<br />
•  <strong>  Suplementos:</strong> Magnésio, alcaçuz, ginkgo biloba e lectina.<br />
•    <strong>Programa de exercícios:</strong> Exercícios físicos moderados, com um componente mental, como caminhada, ciclismo, tênis e natação.</p>
<h4 style="text-align: justify;">A Dieta do Tipo Sanguíneo B</h4>
<h4 style="text-align: justify;">Carnes e Aves</h4>
<p style="text-align: justify;"><strong>Altamente benéficos:</strong><br />
Bode, carneiro, coelho e cordeiro.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Neutros:</strong><br />
Avestruz, boi, búfalo, faisão, fígado, peru, vitela.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Nocivos:</strong><br />
Bacon, cavalo, codorna, coração, frango, galinha d’ angola, galo selvagem, ganso, pato, perdiz, pombo, porco, presunto e tartaruga.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Frutos do Mar:</h4>
<p style="text-align: justify;"><strong>Altamente benéficos:</strong><br />
Bacalhau, badejo, cavala, caviar, corvina, esturjão, garoupa, hadoque, halibute, linguado, linguado gigante, Lúcio, Lúcio novo, merluza, pargo, perca (oceano), salmão e sardinha.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Neutros:</strong><br />
Anchova, arenque (em conserva),  arenque fresco, atum, bacalhau novo,  bagre, cação, carpa, espadarte, haliote, linguado cinzento, lula, pampo, perca prateada, pescada merlonga, pescadinha, piraúna, savelha, tainha, tilápia, tubarão, vermelho e Vieira.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Nocivos:</strong><br />
Barracuda, beluga, búzio, camarão, caranguejo, enguia, escargot, lagosta, lagostim, manjuba, marisco, mexilhão, olhete, ostra, pescada polaca, polvo, rã, salmão defumado, siri, tartaruga e trutas de todos os tipos.</p>
<h4 style="text-align: justify;"><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Antígeno">Laticínios</a> e Ovos:</h4>
<p style="text-align: justify;"><strong>Altamente benéficos na dieta do tipo sanguíneo B:</strong><br />
Iogurte, leite de cabra, leite de vaca, quefir, queijo cottage, queijo de leite de cabra, queijo feta, queijo minas, queijo mussarela e ricota.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Neutros:</strong><br />
Caseína, creme de leite, leitelho, manteiga, manteiga cremosa de búfala, ovo de galinha, queijo brie, queijo camembert, queijo cheddar, queijo colby, queijo edam, queijo emmenthal, queijo gouda, queijo gruyère, queijo muenster, queijo parmesão, queijo provolone, queijo suíço, requeijão, sorbet de frutas e soro de leite.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Nocivos:</strong><br />
American cheese, blue cheese, ovos de pato, ganso e codorna, queijo de cavalo e sorvete.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Óleos e Gorduras:</h4>
<p style="text-align: justify;"><strong>Altamente benéficos:</strong><br />
Azeite de oliva extra virgem.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Neutros:</strong><br />
Óleo de amêndoa, óleo de fígado de bacalhau, óleo de germe de trigo, óleo de groselha negra, óleo de linhaça, óleo de nozes e óleo de prímula.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Nocivos:</strong><br />
Óleo de açafrão, óleo de amendoim, óleo de canola, óleo de caroço de algodão, óleo de coco, óleo de gergelim, óleo de girassol, óleo de milho, óleo de rícino e óleo de soja.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Nozes e Sementes:</h4>
<p style="text-align: justify;"><strong>Altamente benéficos na dieta do tipo sanguíneo B:</strong><br />
Noz preta.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Neutros:</strong><br />
Amêndoa, castanha, castanha do pará, faia, lichia, macadâmia, nozes, noz manteiga, pasta de amêndoa, pecã e semente de linhaça.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Nocivos:</strong><br />
Amendoim, avelã, castanha de caju, manteiga de semente de girassol, pasta de amendoim, pasta de gergelim (tahini), pinhão, pistache, semente de abóbora, semente de gergelim, semente de girassol e semente de papoula.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Feijões e Leguminosas:</h4>
<p style="text-align: justify;"><strong>Altamente benéficos:</strong><br />
Feijão de marinheiro branco, feijão mulatinho e feijão manteiga.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Neutros:</strong><br />
Ervilha, favas, feijão branco, feijão de corda, feijão jicama, feijão vermelho e vagem.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Nocivos:</strong><br />
Brotos de feijão, feijão azuki, feijão de soja, feijão fradinho, feijão preto, feijão rajadinho, feijão roxinho, flocos de soja, grânulos de soja, grão de bico, leite de soja, lentilha, missô, soja de todas as formas, tempé e tofú.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Cereais, Pães e Massas:</h4>
<p style="text-align: justify;"><strong>Altamente benéficos na dieta do tipo sanguíneo B:</strong><br />
Bolo de arroz, espelta integral, farelo de arroz, farelo de aveia, leite de arroz, mingau de aveia, painço e pão de trigo germinado (pão dos essênios).</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Neutros:</strong><br />
Arroz branco / integral / basmati, cevada, creme de arroz, farinha de arroz, granola, massa de espinafre, pão de arroz, pão de farinha de soja, pão de trigo germinado 100%, pão sem glúten, produtos a base de espelta, quinoa, trigo (produtos de semolina), trigo (produtos de trigo branco) e trigo refinado.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Nocivos:</strong><br />
Amaranto, arroz selvagem, centeio, cevada, farelo e trigo, farinha de centeio, farinha de glúten, flocos de milho, fubá, germe de trigo, kamut, massa de alcachofra pura, milho, pão de centeio 100%, pão de sete grãos, sêmola, sorgo, tapioca, teff (cereal africano), trigo (produtos de farinha de glúten), trigo (produtos de trigo integral) e trigo sarraceno /kasha / soba.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Hortaliças:</h4>
<p style="text-align: justify;"><strong>Altamente benéficos:</strong><br />
Batata doce, berinjela, beterraba, brócolis, cenoura, cogumelo (shiitake), couve, couve de Bruxelas, couve flor, folhas de beterraba, gengibre, inhame, mandioquinha, folha da mostarda, pimentão todos os tipos, repolho de todos os tipos e salsa.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Neutros:</strong><br />
Abóbora de todos os tipos exceto moranga, acelga, agrião, aipo, alface todos os tipos, alga marinha, alho, alho poró, aspargo, batata, broto da batata, broto de bambu, cebola todos os tipos, cebolinha, cerefólio, chicória, chucrute, coentro, cogumelo (enoki, maitake e portobello), cominho, couve nabo (rutabago), dente de leão, echalote, endro, endívia, ervilha, escarola, espinafre, funcho, nabo, pepino, picles de todos os tipos, pimenta chili, pimenta da Jamaica, quiabo, raiz forte, repolho chinês (bok choy), rúcula, suco de cenoura e vagem.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Nocivos:</strong><br />
Abóbora moranga, alcachofra, azeitona de todos os tipos, milho, rabanete, ruibarbo e tomate.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Frutas:</h4>
<p style="text-align: justify;"><strong>Altamente benéficos:</strong><br />
Abacaxi, ameixa de todos os tipos, arando, banana, melancia, papaia e uva de todos os tipos.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Neutros:</strong><br />
Ameixa seca, amora, amora preta, banana da terra, cereja de todos os tipos, damasco, figo fresco ou desidratado, framboesa, fruta pão, goiaba, grapefruit, groselha, kiwi, limão, laranja, lima, maça cidra, manga, marmelo, melão, mirtilo, morango, nectarina, passa de Corinto, pêra, pêra asiática, pêssego, sagu, tâmara, tangerina e uva passa.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Nocivos:</strong><br />
Abacate, caqui, carambola, coco, leite de coco e romã.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Temperos:</h4>
<p style="text-align: justify;"><strong>Altamente benéficos na dieta do tipo sanguíneo B:</strong><br />
Curry, gengibre, melado, pimenta caiena, raiz forte e salsa.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Neutros:</strong><br />
Açafrão, açúcar branco ou mascavo, ágar, alcaparra, alecrim, alfarroba, alho, anis, araruta, baunilha, bergamota (tangerina), cardamomo, cebolinha, cerefólio, chili pó, chocolate, coentro, cominho, cravo, cremor de tártaro, cúrcuma, endro, fermento, frutose, gomas (goma arábica), hortelã, levedo, louro, macis, maltodextrina, manjericão, mel, mostarda, noz moscada, orégano, páprica, pectina de maça, pimenta da Jamaica, sal marinho, sálvia, segurelha, tamarindo, tomilho, vinagre de todos os tipos, xarope de arroz e xarope de bordo.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Nocivos:</strong><br />
Extrato de amêndoa, aspartame, canela, carragena, estévia, gelatina, glutamato Monossódico, gomas, guaraná, junípero, maisena, malte de cevada, maltodextrina, missô, molho de soja, pimenta branca, pimenta do reino, tapioca e xarope de milho.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Condimentos:</h4>
<p style="text-align: justify;"><strong>Altamente benéficos:</strong><br />
Nenhum.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Neutros:</strong><br />
Geleia e gelatina das frutas recomendadas, maionese, molho para salada, mostarda e picles de todos os tipos.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Nocivos:</strong><br />
Ketchup e molho inglês.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Ervas e chás:</h4>
<p style="text-align: justify;"><strong>Altamente benéficos:</strong><br />
Alcaçuz, framboesa, fruto da roseira, gengibre, ginseng, hortelã pimenta, salsa e sálvia.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Neutros:</strong><br />
Alfafa, amora, bardana, bétula, caiena, camomila, casca de carvalho branco, dente de leão, dong quai, equinácea, erva de são joão, folha de morango, gatária, hidraste, hortelã, milefólio, pilriteiro, raiz de alcaçuz, sabugueiro, salsaparrilha, tomilho, valeriana e verbena.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Nocivos:</strong><br />
Babosa, bolsa de pastor, cabelo de milho, escutelária, feno grego, genciana, lúpulo, ruibarbo, sena tília, trevo vermelho, tussilagem e verbasco.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Bebidas:</h4>
<p style="text-align: justify;"><strong>Altamente benéficos:</strong><br />
Chá verde.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Neutros:</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Café comum, descafeinado, chá preto, descafeinado, cerveja e vinho tinto ou branco.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Nocivos:</strong><br />
Água mineral gasosa, bebidas destiladas e refrigerante de todos os tipos.</p>
<h4 style="text-align: justify;"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-4416 alignleft" src="https://ahau.org/wp-content/uploads/2012/02/tipo_B.jpg" alt="dieta-do-tipo-sanguíneo-b" width="439" height="244" srcset="https://ahau.org/wp-content/uploads/2012/02/tipo_B.jpg 900w, https://ahau.org/wp-content/uploads/2012/02/tipo_B-300x167.jpg 300w, https://ahau.org/wp-content/uploads/2012/02/tipo_B-768x427.jpg 768w" sizes="(max-width: 439px) 100vw, 439px" /><a href="https://ahau.org/team/luiz-sequeira-0-html/">Estratégias</a> na dieta do tipo sanguíneo B:</h4>
<p style="text-align: justify;"><strong>Artrite:</strong> Alfafa, banho de sal de Epsom (sulfato de magnésio), boswella, cálcio e macerado de chá de alecrim.<br />
<strong>Cólicas e gases:</strong> Chá de camomila, chá de erva doce, chá de hortelã, gengibre e suplemento probiótico com fator bifidus.<br />
<strong>Cólicas menstruais:</strong> Corniso jamaicano.<br />
<strong>Congestão:</strong> Chá de alcaçuz, urtiga e verbena.<br />
<strong>Constipação:</strong> Casca de lariço (árvore), fibras e psyllium.<br />
<strong>Diarréia:</strong> Folha de framboesa, L. acidophilus (cultura de iogurte), mirtilo e sabugueiro.<br />
<strong>Dor de cabeça:</strong> Camomila, casca de sabugueiro branco, damiana, matricária e valeriana.<br />
<strong>Dor de dente:</strong> Massagem na gengiva com alho amassado e massagem na gengiva com óleo de cravo.<br />
<strong>Ouvido, dor:</strong> Gotas de alho-verbasco-azeite.<br />
<strong>Febre:</strong> Casca de salgueiro branco, gatária, matricária e verbena.<br />
<strong>Gripe:</strong> Alho, arabinogalactan e chá do fruto da roseira.<br />
<strong>Indigestão e azia:</strong> Bromelaína, gengibre, genciana e hortelã pimenta.<br />
<strong>Náusea:</strong> Caiena, chá de raiz de alcaçuz e gengibre.<br />
<strong>Sinusite:</strong> Tomilho.<br />
<strong>Tosse:</strong> Marroio branco.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Bibliografias:</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Torna-se indispensável à leitura dos seguintes livros:</strong></p>
<p style="text-align: justify;">1.    A Dieta do Tipo Sanguíneo.<br />
Autor: Peter J. D’Adamo.<br />
Editora: Campus.</p>
<p style="text-align: justify;">2.    A Dieta do seu Tipo Sanguíneo.<br />
Autores: Peter J. D’Adamo com Catherine Whitney.<br />
Editora: Campus.</p><p>The post <a href="https://ahau.org/dieta-do-tipo-sanguineo-b/">Dieta do Tipo Sanguineo B</a> first appeared on <a href="https://ahau.org">Instituto Ahau - Terapeutas Especializados</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Dieta do Tipo Sanguineo A</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luiz Terapeuta]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Feb 2012 00:35:51 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Dieta do Tipo Sanguíneo A &#8211; O Cultivador &#8211; Vegetariano Sedentário &#8211; Cooperador – Metódico •    Pontos Fortes: Adapta-se bem à variedade alimentar e ambiental. O sistema preserva e metaboliza os nutrientes com eficiência. •    Pontos fracos: Não consegue digerir e metabolizar facilmente a proteína da carne. Sistema imunológico vulnerável, aberto a invasão de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><b>Dieta do Tipo Sanguíneo A &#8211; O Cultivador &#8211; Vegetariano</b></p>
<p style="text-align: justify;">Sedentário &#8211; Cooperador – Metódico</p>
<p style="text-align: justify;">•  <strong>  Pontos Fortes:</strong> Adapta-se bem à variedade alimentar e ambiental. O sistema preserva e metaboliza os nutrientes com eficiência.<br />
•    <strong>Pontos fracos:</strong> Não consegue digerir e metabolizar facilmente a proteína da carne. Sistema imunológico vulnerável, aberto a invasão de micróbios.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>     Riscos médicos:</strong> Doenças cardíacas, diabetes do tipo I e II, câncer, problemas de fígado e vesícula biliar.<br />
•    <strong>Perfil alimentar:</strong> Vegetariano, hortaliças, tofú (queijo de soja), frutos do mar, cereais, feijões, leguminosas e frutas.<br />
•    <strong>Segredos para o emagrecimento:</strong> Evitar: Carne, laticínios, feijão, feijão manteiga, trigo. Usar: Azeite extra virgem, alimentos a base de soja, frutos do mar, hortaliças e abacaxi.<br />
•    <strong>Suplementos:</strong> Vitamina B 12, ácido fólico, vitamina C, vitamina E, pilriterio, equinácea, quercetina e cardo mariano.<br />
•    <strong>Programa de exercícios:</strong> Exercícios relaxantes como yoga e tai chi chuan.</p>
<h4 style="text-align: justify;">A Dieta do Tipo Sanguíneo A</h4>
<h4 style="text-align: justify;">Carnes e Aves:</h4>
<p style="text-align: justify;"><strong>Altamente benéficos:</strong><br />
Nenhuma</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Neutros:</strong><br />
Avestruz, frango, galinha-d’angola, peru e pombo.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Nocivos:</strong><br />
Bacon, presunto, porco, bode, boi, búfalo, carneiro, cavalo, codorna, coelho, coração / vísceras, cordeiro, esquilo, faisão, fígado de boi, ganso, pato, perdiz, tartaruga, veado e vitela.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Frutos do Mar:</h4>
<p style="text-align: justify;"><strong>Altamente benéficos:</strong><br />
Bacalhau, carpa, cavala, escargot, Lúcio novo, perca (prateada, amarela), pescada merlonga, pescada polaca, salmão, sardinha, savelha, truta (rio e mar) e vermelho.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Neutros:</strong><br />
Atum, bacalhau fresco, cação, caranha, espardarte, esturjão, haliote, Lúcio, Lúcio gigante, olhete, ova de salmão, pampo, pargo, perca (oceano, branca), perca-do-mar, pescadinha, piraúna, tainha, tilápia, truta (riacho) e tubarão.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Nocivos na Dieta do Tipo Sanguíneo A:</strong><br />
Anchova, arenque, arenque em conserva, bagre, barracuda, beluga, búzio, camarão, caranguejo, caviar, enguia, esturjão-branco, garoupa, hadoque, halibute, lagosta, lagostim, linguado, linguado gigante, lula, marisco, merlúcio, mexilhões, moluscos, ostra, polvo, rã, siri e Vieira.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Laticínios e Ovos:</h4>
<p style="text-align: justify;"><strong>Altamente benéficos:</strong><br />
Nenhum</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Neutros:</strong><br />
Iogurte, leite de cabra, manteiga de leite de búfala, ovo de codorna, ovo de galinha, ovo de gansa, ovo de pata, quefir, queijo de leite de cabra, queijo feta, queijo mussarela e ricota.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Nocivos:</strong><br />
American cheese, blue cheese, caseína, leite de vaca, leite integral, leitelho, manteiga, queijo brie, queijo camembert, queijo cheddar, queijo colby, queijo cottage, queijo edam, queijo emmenthal, queijo gouda, queijo gruyère, queijo muenster, queijo parmesão, queijo provolone, queijo suíço, requeijão, sourbet de frutas, soro de leite e sorvete.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Óleos e Gorduras:</h4>
<p style="text-align: justify;"><strong>Altamente benéficos:</strong><br />
Azeite de oliva, óleo de groselha negra, óleo de linhaça, óleo de nozes.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Neutros:</strong><br />
Germe de trigo, óleo de açafrão, óleo de amêndoa, óleo de borragem, óleo de canola, óleo de fígado de bacalhau, óleo de gergelim, óleo de girassol, óleo de prímula e óleo de soja.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Nocivos:</strong><br />
Óleo de amendoim, óleo de caroço de algodão, óleo de coco, óleo de milho e óleo de rícino.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Nozes e Sementes:</h4>
<p style="text-align: justify;"><strong>Altamente benéficos:</strong><br />
Amendoim, noz preta, pasta de amendoim, semente de abóbora e semente de linhaça.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Neutros:</strong><br />
Açafrão, amêndoa, avelã, castanha, faia, leite de amêndoa, lichia, macadâmia, manteiga de nozes, noz comum, pasta de amêndoa, pasta de gergelim (tahini), pasta de girassol, pecã, pinhão, queijo de amêndoa, semente de gergelim, semente de girassol e sementes de papoula.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Nocivos:</strong><br />
Castanha de caju, castanha do pará e pistache.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Feijões e Leguminosas na Dieta do Tipo Sanguíneo A:</h4>
<p style="text-align: justify;"><strong>Altamente benéficos:</strong><br />
Feijão azuki, feijão fradinho, feijão preto, feijão de soja, guando, leite de soja, lentilha, missô, soja e derivados, tempé, tofú e vagem.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Neutros:</strong><br />
Broto de feijão, ervilha, fava, feijão branco, e feijão de corda.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Nocivos:</strong><br />
Feijão de marinheiro (branco), feijão manteiga, feijão mulatinho, grão de bico e tamarindo.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Cereais, pães e massas:</h4>
<p style="text-align: justify;"><strong>Altamente benéficos:</strong><br />
Amaranto, bolo de arroz, farelo de arroz, farinha de arroz, farinha de aveia, farinha de centeio, massa de alcachofra pura, pão de aveia 100%, pão de Ezequiel (trigo germinado 100%) e trigo sarraceno.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Neutros:</strong><br />
Arroz branco / integral / basmati / selvagem, aveia, bolo de milho, cevada, creme de arroz, espelta / produtos de espelta, farelo de arroz, farinha de glúten, farinha de trigo integral, farinha de trigo refinada não clareada, flocos de milho, fubá, kamut, leite de arroz, milho, painço, pão de arroz, pão de centeio 100%, pão de trigo industrializado, pipoca, quinoa, sorgo, tapioca, trigo (produtos de farinha de glúten) e trigo (produtos de farinha de semolina).</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Nocivos:</strong><br />
Bolo inglês, creme de trigo, farelo de trigo, germe de trigo e Matzo (pão judaico).</p>
<h4 style="text-align: justify;">Hortaliças na Dieta do Tipo Sanguíneo A:</h4>
<p style="text-align: justify;"><strong>Altamente benéficos:</strong><br />
Abóbora moranga, acelga, aipo / suco de aipo, alcachofra, alface romana, alho, alho poró, babosa (planta, suco), brócolis, broto de alfafa, cebola (verde, roxa, branca), cenoura (suco de cenoura),  chicória, cogumelo maitake, couve, couve rábano, dente de leão, escarola, espinafre (suco), folhas de beterraba, funcho, gengibre, mandioquinha, nabo, quiabo, raiz forte e salsa.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Neutros:</strong><br />
Abacate, abóbora (exceto abóbora jerimu), abobrinha, agrião, alface, alga marinha, aspargo, azeitona verde, beterraba (suco), broto de bambu, castanha d’água, cebolinha, cogumelo em geral (exceto maitalce), couve de Bruxelas, couve flor, couve nabo (rutabaga), endívia, ervilha, fúcus (algas), milho, mostarda (folha), pepino (suco), picles (em salmoura), pimentão, rabanete, repolho chinês (bok choy), rúcula, sena e suco de repolho.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Nocivos:</strong><br />
Azeitona (preta / grega / espanhola), batata doce, batata todos os tipos, berinjela, chucrute, cogumelo shiitake, inhame, iuca, junípero (zimbro), picles no vinagre, pimenta todos os tipos, repolho não o suco, ruibarbo e tomate /suco.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Frutas:</h4>
<p style="text-align: justify;"><strong>Altamente benéficos:</strong><br />
Abacaxi, ameixa seca, ameixa (todos os tipos), amora preta, cereja de todos os tipos, damasco, figo fresco ou desidratado, grapefruit, lima, limão, mirtilo e suco de cereja preta.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Neutros:</strong><br />
Abacate, arando, baga, caqui, carambola, framboesa, fruta pão, goiaba, groselha preta ou vermelha, kiwi, maça / cidra de maça e marmelo, melancia, pêra asiática, pêssego, romã, tâmara, uva de todos os tipos e uva passa.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Nocivos:</strong><br />
Banana, banana terra, coco, leite de coco, laranja, manga, tangerina e papaia.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Temperos:</h4>
<p style="text-align: justify;"><strong>Altamente benéficos:</strong><br />
Alho, cúrcuma, gengibre, malte de cevada, melado, missô, molho de soja, raiz forte, salsa e tamari.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Neutros:</strong><br />
Açafrão, açúcar branco ou mascavo, agar, alecrim, alfarroba, araruta, baunilha, bergamota, bordo, canela, cardamomo, cebolinha, cerefólio, chocolate, coentro, cominho, cravo da índia cremor de tártaro, curry, dextrose, endro, estévia, estragão, extrato de amêndoas, fermento, funcho, glicose, guaraná, hortelã, junípero (zimbo), louro, macis, maisena, manjericão, manjerona, mel, mostarda em pó, noz moscada, orégano, páprica, pectina de maça, pimenta, pimenta da Jamaica, raiz de alcaçuz, sal marinho, sálvia, segurelha, tamarindo, tapioca, tomilho, xarope de arroz, xarope de arroz integral e xarope de milho.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Nocivos:</strong><br />
Alcaparra, aspartame, carragena, chili em pó, gelatina comum, glutamato monossódico, gomas guar (goma arábica), gualtéria, pimenta branca, pimenta do reino e todos os tipos de vinagre.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Condimentos na Dieta do Tipo Sanguíneo A:</h4>
<p style="text-align: justify;"><strong>Altamente benéficos:</strong><br />
Mostarda (sem trigo nem vinagre).</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Neutros:</strong><br />
Geléia, ou gelatina (das frutas recomendadas), mostarda (preparada com vinagre) e molho para salada (light, com ingredientes recomendados).</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Nocivos:</strong><br />
Hortaliças e frutas conservadas no vinagre, molho inglês, picles, ketchup, maionese e picles em salmoura.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Ervas e chás:</h4>
<p style="text-align: justify;">Altamente benéficos:<br />
Alfafa, babosa, bardana, camomila, cardo mariano, dente de leão, equinácea, erva de são João, feno grego, fruto da roseira, genciana, ginko biloba, ginseng, lariço, manjericão, pilriterio e valeriana.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Neutros:</strong><br />
Amora, bétula, bolsa do pastor, casca de carvalho branco, dong quai, folha da framboesa, folha do morango, hidraste (gargarejo ou uso tópico), hortelã pimenta, lúpulo, marroio branco, milefólio, morrião branco, pimenta, raiz de alcaçuz, sabugueiro, salsaparrilha, sálvia, sena, tília, tomilho, verbasco e verbena.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Evitar:</strong><br />
Cabelo de milho, caiena, confrei, gataria, ruibarbo, sassafrás e trevo vermelho.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Bebidas:</h4>
<p style="text-align: justify;"><strong>Altamente benéficas:</strong><br />
Café comum ou descafeinado, vinho tinto e chá verde.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Neutros:</strong><br />
Vinho branco.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Antígeno">Nocivos</a>:</strong><br />
Água mineral com gás, bebidas destiladas, cerveja, chá preto comum ou descafeinado e refrigerante de todos os tipos.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-4417 alignleft" src="https://ahau.org/wp-content/uploads/2012/02/tipo_a.jpg" alt="dieta-do-tipo-sanguineo-a" width="445" height="247" srcset="https://ahau.org/wp-content/uploads/2012/02/tipo_a.jpg 900w, https://ahau.org/wp-content/uploads/2012/02/tipo_a-300x167.jpg 300w, https://ahau.org/wp-content/uploads/2012/02/tipo_a-768x427.jpg 768w" sizes="(max-width: 445px) 100vw, 445px" /><a href="https://ahau.org/team/luiz-sequeira-0-html/">Estratégias na Dieta do Tipo sanguíneo A </a>:</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Artrite:</strong> Alfafa banho e sal de Epsom (sulfato de magnésio), cálcio e macerado de chá de alecrim.<br />
<strong>Cólicas e gases:</strong> chá de camomila, chá de funcho, chá de hortelã pimenta, gengibre e suplemento probiótico com fator bifidus.<br />
<strong>Cólicas menstruais:</strong> Alteia preta e corniso jamaicano.<br />
<strong>Congestão:</strong> Chá de alcaçuz, urtiga, verbasco e verbena.<br />
<strong>Constipação:</strong> Casca de lariço (árvore), fibras, psyllium e suco de babosa.<br />
<b>Diarreia:</b> Folha de framboesa, L. acidophilus (cultura de iogurte), mirtilo s sabugueiro.<br />
<strong>Cabeça, dor:</strong> Camomila, casca de salgueiro branco, damiana, matricária e valeriana.<br />
<strong>Dor de dente:</strong> Massagem na gengiva com alho amassado e massagem na gengiva com óleo de cravo.<br />
<strong>Garganta, dor:</strong> Gargarejo com chá de feno grego e gargarejo com chá de hidrate com sálvia.<br />
<strong>Dor de ouvido:</strong> Gotas de alho-verbasco-azeite.<br />
<strong>Febre:</strong> Casca do salgueiro branco, matricária e verbena.<br />
<strong>Gripe:</strong> Alho, arabinogalactan, chá do fruto da roseira, equinácea, hidraste e sabugueiro (prevenção).<br />
<strong>Indigestão, azia:</strong> Bromelina, genciana, gengibre, hidraste e hortelã pimenta.<br />
<strong>Náusea:</strong> Chá de raiz de alcaçuz e gengibre.<br />
<strong>Sintomas de menopausa:</strong> Fitoestrogênios derivados de inhame selvagem, alfafa e soja (evite fazer reposição de estrogênio convencional devido ao risco de câncer).<br />
<strong>Sinusite:</strong> Feno grego e tomilho.<br />
<strong>Tosse:</strong> Marroio branco, tília e tussilagem.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Bibliografias:</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Torna-se indispensável à leitura dos seguintes livros:</strong></p>
<p style="text-align: justify;">1.    A Dieta do Tipo Sanguíneo.<br />
Autor: Peter J. D’Adamo.<br />
Editora: Campus.</p>
<p style="text-align: justify;">2.    A Dieta do seu Tipo Sanguíneo.<br />
Autores: Peter J. D’Adamo com Catherine Whitney.<br />
Editora: Campus.</p><p>The post <a href="https://ahau.org/dieta-do-tipo-sanguineo-a/">Dieta do Tipo Sanguineo A</a> first appeared on <a href="https://ahau.org">Instituto Ahau - Terapeutas Especializados</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Gordura TRANS</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luiz Terapeuta]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Feb 2012 14:18:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Fique Atento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Gordura Transversa &#8211; Entenda, de A a Z, por que  é a pior de todas O nome é esquisito e seus efeitos no organismo ainda estão sendo estudados. Mas já se sabe que há, em vários alimentos, mais um tipo de &#8220;gordura do mal&#8221;, o ácido graxo transverso, mais comumente chamado de gordura trans. Essa [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h4 style="text-align: center;">Gordura Transversa &#8211; Entenda, de A a Z, por que  é a pior de todas</h4>
<p style="text-align: justify;">O nome é esquisito e seus efeitos no organismo ainda estão sendo estudados. Mas já se sabe que há, em vários alimentos, mais um tipo de &#8220;gordura do mal&#8221;, o ácido graxo transverso, mais comumente chamado de gordura trans.</p>
<p style="text-align: justify;">Essa gordura entra na composição de diversos alimentos, do bolo da padaria ao biscoito &#8220;água e sal&#8221;. Seu uso deixa esses produtos mais crocantes, sequinhos, duráveis e apetitosos. Mas, além de aumentar os níveis do colesterol, a gordura trans também diminui a quantidade do colesterol &#8220;bom&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">A solução seria banir a trans da alimentação, como sugerem os nomes de organizações não-governamentais como a Ban Trans Fat e a Trans Free America? Na vida real, as coisas não funcionam assim. A questão não é abolir, mas tentar reduzir ao máximo o consumo de gordura trans. A dificuldade é saber quais alimentos a contêm e em qual quantidade. Para tentar resolver esse problema, a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) determinou que, a partir de 1º de agosto de 2006, as empresas devem especificar nos rótulos o teor de gordura trans de seus produtos.</p>
<h4 style="text-align: justify;">A: Ácidos graxos</h4>
<p style="text-align: justify;">São os principais componentes das gorduras (lipídeos). Quando digeridas, as gorduras fornecem ao organismo energia e ácidos graxos. Estes podem ser do tipo monoinsaturados, poliinsaturados, saturados e trans (gerados, basicamente, no processo industrial de hidrogenação de óleos vegetais mas existentes, em pequena quantidade, em carnes, leite e derivados).</p>
<h4 style="text-align: justify;">B: Biscoitos</h4>
<p style="text-align: justify;">Biscoitos doces e salgados são ricos em gordura hidrogenada e, conseqüentemente, em ácidos graxos trans. Até os populares &amp;quot;água e sal&amp;quot; e &amp;quot;cream cracker&amp;quot;, muitos consumidos por quem quer fazer dieta ou ter uma alimentação saudável, são ricos nesse tipo de gordura -mais ainda do que os biscoitos recheados.</p>
<h4 style="text-align: justify;">C: Câncer</h4>
<p style="text-align: justify;">Segundo Glaucia Maria Pastore, professora de bioquímica dos alimentos da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas), há evidências na literatura científica de que o consumo excessivo de ácidos graxos trans pode estar relacionado a uma maior incidência de câncer de mama.</p>
<p style="text-align: justify;">O endocrinologista Antonio Carlos Lerário, diretor da Sociedade Brasileira de Diabetes, explica que, embora ainda não existam estudos conclusivos, suspeita-se que o ácido graxo trans altere o funcionamento da parede celular, principalmente das artérias (nas quais o colesterol produzido pelas gorduras se deposita), o que pode gerar alterações anormais nas células.</p>
<h4 style="text-align: justify;">D: Diets e lights</h4>
<p style="text-align: justify;">Uma das preocupações dos médicos em relação à gordura trans é que ela está oculta em grande parte dos alimentos industrializados e é consumida inadvertidamente. O chocolate diet, por exemplo, é indicado para diabéticos por não conter açúcar, mas pode ter uma quantidade igual ou maior de gordura do que o chocolate convencional. &#8220;Ao retirar o açúcar, o chocolate fica com sabor e consistência menos agradáveis. A gordura hidrogenada [que gera ácido graxo trans] melhora esses dois aspectos, por isso pode ser utilizada em vários desses produtos&#8221;, diz o endocrinologista Antonio Carlos Lerário. Pela legislação da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), os produtos light são os alimentos com redução mínima de 25% de determinado nutriente ou caloria. Se a redução é na quantidade de gorduras em geral, conseqüentemente conterão menos ácidos graxos trans.</p>
<h4 style="text-align: justify;">E: Estudos</h4>
<p style="text-align: justify;">No Brasil e no mundo, ainda são poucos os trabalhos que especificam a quantidade de ácidos graxos trans presentes nos alimentos. Segundo a nutricionista Vera Lúcia Chiara, professora do Instituto de Nutrição da Uerj (Universidade do Estado do Rio de Janeiro), as tabelas nacionais de composição de alimentos não trazem o teor de gorduras trans que eles possuem. &#8220;Há tabelas com esses valores nos Estados Unidos, mas elas são antigas. Além disso, a quantidade de trans nos produtos muda de uma região para outra.&#8221; Chiara analisou o teor de trans em alguns alimentos produzidos no Brasil, como sorvetes, biscoitos e batatas frita.</p>
<h4 style="text-align: justify;">F: Fast food</h4>
<p style="text-align: justify;">A gordura trans é utilizada para preparação de alimentos nas redes de fast food porque, além de ser mais durável, tem uma estrutura que conserva melhor o alimento e o deixa mais atraente. É por isso que a batata frita fica mais dourada e parece mais crocante do que a feita em casa&#8221;, diz Artur Cotrim Guimarães, chefe do departamento de prevenção do Hospital Pró Cardíaco. Nos EUA, a organização não-governamental Ban TransFats.com processou a rede McDonald&#8217;s pelo descumprimento de uma promessa, feita em 2002, de cortar drasticamente a utilização de gordura trans.</p>
<h4 style="text-align: justify;">G: Grávidas e crianças</h4>
<p style="text-align: justify;">De acordo com a nutricionista Vera Lúcia Chiara, uma questão que está sendo muito debatida é se gestantes e crianças devem consumir gordura trans. &#8220;Os ácidos graxos trans competem com um tipo de gordura insaturada, o ácido linoleico, que nosso organismo não produz. Isso atrapalha a produção de outras gorduras que são essenciais ao desenvolvimento neurológico do feto e da criança&#8221;, explica a nutricionista.</p>
<h4 style="text-align: justify;">H: Hidrogenada</h4>
<p style="text-align: justify;">A gordura hidrogenada é produzida, por meio de um processo industrial, a partir de óleos vegetais ricos em ácidos graxos poliinsaturados. &#8220;A hidrogenação parcial [reação do óleo com hidrogênio] torna o óleo mais consistente, que passa de líquido a pastoso ou sólido. Esse processo gera ácidos graxos trans&#8221;, diz o engenheiro químico Homero Souza, gerente de pesquisas e desenvolvimento do grupo Agropalma. A gordura hidrogenada tem larga utilização industrial: entra na composição de bolos, pães, congelados, entre outros produtos.</p>
<h4 style="text-align: justify;">I: Insaturada e saturada</h4>
<p style="text-align: justify;">Os ácidos graxos insaturados são as gorduras mais saudáveis que existem. Eles podem ser divididos em monoinsaturados (cujas maiores fontes são o azeite de oliva, o óleo de canola e o abacate) e poliinsaturados -o ômega 3, presente principalmente nos peixes de água frias, e o ômega 6, encontrado nos óleos vegetais, com exceção dos de coco, cacau e palma (dendê).</p>
<p style="text-align: justify;">Já os ácidos graxos saturados são considerados, ao lado da gordura trans, os mais prejudiciais à saúde. As maiores fontes desse nutriente são os alimentos com gordura animal (como carne, leite e manteiga). Os únicos vegetais que possuem esse nutriente são os óleos de palmeira e de coco.</p>
<p style="text-align: justify;">O consumo elevado de gorduras saturadas aumenta o colesterol total e o LDL (colesterol ruim). De acordo com a nutricionista Liliana Bricarello, as novas diretrizes do National Cholesterol Education Program e da American Heart Association aconselham que a ingestão desse tipo de gordura não ultrapasse 7% do valor calórico diário total.</p>
<h4 style="text-align: justify;">L: LDL/HDL</h4>
<p style="text-align: justify;">Artur Cotrim Guimarães, do Hospital Pró-Cardíaco, do Rio de Janeiro, explica que, no processo de digestão, a gordura se transforma em pequenas partículas e se liga a proteínas, formando lipoproteínas, que podem ser de baixa densidade (LDL, do inglês Low Density Lipoprotein) ou alta densidade (HDL, High Density Lipoprotein). As de baixa densidade aderem às paredes das artérias, gerando mecanismos inflamatórios que aumentam os coágulos e, cumulativamente, formam placas que obstruem as artérias. Ou seja, estão diretamente relacionadas aos problemas cardiovasculares, por isso o LDL é chamado de mau colesterol. O HDL é considerado bom porque as lipoproteínas de alta densidade &amp;quot;ocupam&#8221; o espaço das LDL, diminuindo sua quantidade no organismo. Os ácidos graxos trans, além de aumentar a quantidade de LDL, diminuem a de HDL.</p>
<h4 style="text-align: justify;">M: Margarina</h4>
<p style="text-align: justify;">Por ser produzida a partir de óleos vegetais, ricos em ácidos graxos insaturados, já foram consideradas uma melhor opção às gorduras de origem animal (como a manteiga), fontes de ácidos graxos saturados, que produzem o mau colesterol. &#8220;Mas hoje, sabemos que o óleo vegetal, ao ser hidrogenado para criar a consistência da margarina, transforma a gordura vegetal em gordura ruim, a trans&#8221;, diz o endocrinologista Antonio Carlos Lerário. O processo de hidrogenação é a forma mais barata de produzir cremes vegetais (pastosos) a partir dos óleos (líquidos), por isso é o mais utilizado pela indústria.</p>
<h4 style="text-align: justify;">N: Natural</h4>
<p style="text-align: justify;">A maior parte dos ácidos graxos trans é produzida no processo industrial de hidrogenação. Mas esses também existem &#8220;na natureza&#8221;, em alimentos como carne de animais ruminantes, leite e derivados, conta o engenheiro químico Homero Souza. Porém, a quantidade de ácidos trans nesses alimentos é mínima. Nesses casos, a preocupação é com as gorduras saturadas, diz o endocrinologista Antonio Carlos Lerário.</p>
<h4 style="text-align: justify;"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-4926 alignleft" src="https://ahau.org/wp-content/uploads/2012/02/gordura-trans-1.jpg" alt="gordura-trans" width="343" height="237" srcset="https://ahau.org/wp-content/uploads/2012/02/gordura-trans-1.jpg 580w, https://ahau.org/wp-content/uploads/2012/02/gordura-trans-1-300x207.jpg 300w" sizes="(max-width: 343px) 100vw, 343px" />O: Óleos vegetais</h4>
<p style="text-align: justify;">As gorduras de origem vegetal são insaturadas. São a base para a fabricação das gorduras hidrogenadas, mas, em estado líquido, não contêm ácidos graxos trans. Ou seja, o óleo vegetal de uso caseiro (&#8220;óleo de cozinha&#8221;) não contém gordura trans.</p>
<h4 style="text-align: justify;">P: Preparação caseira</h4>
<p style="text-align: justify;">Quando um produto que contém ácidos graxos trans (certas margarinas, por exemplo) é utilizado para a preparação de alimentos em casa, nem a quantidade dessa substância nem a sua ação no organismo são alteradas, diz Glaucia Maria Pastore, da Unicamp.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Q: Quantidade máxima recomendada</h4>
<p style="text-align: justify;">Por não ser <a href="https://ahau.org/dieta-do-mediterraneo/">necessária ao organismo</a>, não há um valor recomendado de gordura trans a ser ingerida -o ideal é consumir o mínimo possível. &#8220;Não é como as fibras ou os carboidratos, para os quais há um valor diário recomendado&#8221;, diz Antonia Aquino, gerente de produtos especiais da Anvisa.</p>
<p style="text-align: justify;">A Organização Mundial da Saúde recomenda que a ingestão de gordura trans não ultrapasse 1% do valor calórico da dieta. Como cada grama de gordura equivale a nove calorias, um adulto que consome 2.000 calorias diárias não deveria ultrapassar 2 g de gordura trans (o equivalente a menos de 100 g de biscoitos recheados).</p>
<h4 style="text-align: justify;">R: Rótulo</h4>
<p style="text-align: justify;">Atualmente, não adianta procurar no rótulo dos alimentos a <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Gordura">quantidade</a> de gordura trans que eles possuem. Somente a partir de 1º de agosto de 2006 as empresas serão obrigadas a especificar, além do teor total de lipídeos e de gorduras saturadas, a quantidade de ácidos graxos trans presentes nos alimentos que fabricam. A determinação foi regulamentada pela RDC (Resolução de Diretoria Colegiada) número 360, da Anvisa, que entrou em vigor em dezembro de 2003.</p>
<p style="text-align: justify;">Por enquanto, o que é possível fazer é verificar no item &#8220;ingredientes&#8221; do rótulo se há a indicação &#8220;gordura hidrogenada&#8221; ou &#8220;parcialmente hidrogenada&#8221; ou &#8220;óleo vegetal hidrogenado&#8221; ou &#8220;parcialmente hidrogenado&#8221;. Se houver, é gordura trans na certa.</p>
<h4 style="text-align: justify;">S: Substitutos</h4>
<p style="text-align: justify;">Algumas embalagens de alimentos já trazem, no campo &#8220;ingredientes&#8221;, os dizeres &#8220;gordura interesterificada&#8221;. Isso significa que os ácidos graxos presentes no produto passaram por um processo chamado interesterificação, que solidifica os óleos vegetais sem que esses tenham de ser hidrogenados. &#8220;É um processo mais novo do que a hidrogenação. A tendência é que ele comece a ser utilizado com mais freqüência pela necessidade de encontrar uma alternativa à trans&#8221;, diz Glaucia Pastore, da Unicamp. Segundo ela, a outra saída é usar, durante o processo de hidrogenação, o óleo de palma, que não forma ácidos graxos trans.</p>
<h4 style="text-align: justify;">T: Transversos</h4>
<p style="text-align: justify;">A designação &#8220;trans&#8221; vem de &#8220;transversos&#8221;. O nome diz respeito à ordem da cadeia de átomos do ácido graxo. Segundo o engenheiro químico Homero Souza, é uma ordem pouco freqüente na natureza e praticamente inexistente em óleos e gorduras vegetais não refinados.</p>
<h4 style="text-align: justify;">U: Utilidade</h4>
<p style="text-align: justify;">A gordura trans faz mal à saúde, mas traz uma série de vantagens para a indústria alimentícia. Por ser sólida, ela é mais fácil de ser utilizada do que o óleo vegetal líquido. Além disso, valoriza o aspecto dos alimentos. Pães e massas folhadas, por exemplo, ganham uma aparência mais dourada. &#8220;É um tipo de gordura mais fácil de trabalhar e de estocar, tem menor probabilidade de oxidação e não é tão perecível. Por isso os fabricantes gostam dela&#8221;, diz a nutricionista Mariana del Bosco Rodrigues, co-responsável pelo departamento de nutrição da Abeso (Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade).</p>
<h4 style="text-align: justify;">Z: Zero Trans</h4>
<p style="text-align: justify;">Nos Estados Unidos, organizações como a Ban Trans Fats e a Trans Free America se mobilizam para que a indústria alimentícia reduza a quantidade de trans nos produtos que fabrica.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: Folha de São Paulo<br />
(Flávia Mantovani e Iara Biderman)</p><p>The post <a href="https://ahau.org/gordura-trans/">Gordura TRANS</a> first appeared on <a href="https://ahau.org">Instituto Ahau - Terapeutas Especializados</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Sobre a arte de respirar bem</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luiz Terapeuta]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Feb 2012 02:53:22 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Sobre a arte de respirar bem Introdução  O presente artigo versa sobre a arte de respirar. Movimento sutil, delicado, muitas vezes despercebido, a respiração é um dos nossos atos mais vitais. Ela acompanha-nos desde o nosso primeiro momento de vida, e há de acompanhar-nos até o último. Por isso se trata de uma grande amiga, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h4>Sobre a arte de respirar bem</h4>
<h4>Introdução</h4>
<p style="text-align: justify;"> O presente artigo versa sobre a arte de respirar. Movimento sutil, delicado, muitas vezes despercebido, a respiração é um dos nossos atos mais vitais. Ela acompanha-nos desde o nosso primeiro momento de vida, e há de acompanhar-nos até o último. Por isso<br />
se trata de uma grande amiga, uma amiga especial, que em sábios sussurros, é capaz de dizer-nos tudo acerca de nós mesmos. Sabendo ouvi-la bem, eis que também nós podemos nos tornar sábios.</p>
<p style="text-align: justify;">Tudo o que sentimos se expressa em nossa respiração, suspiros profundos de felicidade, suspiros ternos de saudades, ares que tremem com o medo, ares que se afogam no choro. Emoções e sentimentos se medem pelo movimento que o ar faz ao dançar sobre a melodia que o corpo toca. Se a melodia é alegre, é calma, é forte, triste, desesperadora, fará com que o ar dance de maneiras diferentes. Mas pode acontecer também que a dança do ar, em coreografia estudada, em arte polida, solicite ao corpo a melodia que lhe é mais adequada para a sua dança. O que quero dizer com isso é simples: é que assim como o que sentimos afeta diretamente a nossa maneira de respirar, a maneira como nos educamos a respirar pode modificar as coisas que sentimos, ou a maneira como as sentimos. Assim, ouvir a respiração é uma arte, e saber respirar é poder escolher a música que mais nos agrada<br />
ouvir.<br />
Deixando um pouco as metáforas, proponho-me a apresentar de forma didática, sistemática, quase que dissecada – como fazem os anatomistas – quais são os diferentes estágios e as diferentes vias pelas quais a respiração ocorre. O objetivo final é apresentar algumas técnicas de respiração que podem ser empregadas para fins terapêuticos e principalmente, para o auto-conhecimento.</p>
<h4 style="text-align: justify;"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-2037 alignleft" src="https://ahau.org/wp-content/uploads/2012/03/respiracao.jpg" alt="sobre-a-arte-de-respirar-bem" width="353" height="295" srcset="https://ahau.org/wp-content/uploads/2012/03/respiracao.jpg 353w, https://ahau.org/wp-content/uploads/2012/03/respiracao-300x251.jpg 300w" sizes="(max-width: 353px) 100vw, 353px" />As três áreas de respiração</h4>
<p style="text-align: justify;">Vamos ao corpo humano, este belo instrumento da natureza, que está em constante movimento de troca com o mundo. Por mais que estejamos parados, há uma parte dele que nunca pára; se olhamos para baixo, podemos notar que nosso abdômen e nossa caixa torácica estão em eterno pulsar, por mais sutil e superficial que este seja. Se assim não fosse, não estaríamos vivos. Em termos gerais, o movimento da respiração abrange desde a parte mais baixa do nosso ventre até a parte mais alta do peito, e de forma menos perceptível, movimenta também a garganta assim como as narinas.<br />
De forma didática, poderíamos dividir o movimento respiratório em três áreas do corpo:</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Respiração abdominal ou diafragmática: é aquela que acentua o movimento na parte baixa da barriga, fazendo a barriga crescer com a inspiração e recolher-se na exalação. O ar concentra-se na parte baixa dos pulmões. Esta respiração é a que exige menos esforço e corresponde à aproximadamente 60% do ar que podemos absorver. É predominante em estados de descanso, relaxamento e durante o sono.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Respiração intercostal ou média: é aquela que movimenta a região intermediária entre o abdômen e o peito, fazendo as costelas inferiores se abrirem na inspiração e se recolherem na exalação. Para fazê-la de forma isolada requer-se bastante treino e<br />
controle da respiração. Equivale à 30% do volume de ar que podemos absorver.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Respiração clavicular ou peitoral: é aquela que movimenta a parte alta do tronco, abrindo e elevando o peito na inspiração, recolhendo-o na exalação. O ar concentra-se na parte mais alta dos pulmões. Esta respiração é a que exige o maior esforço do corpo e corresponde a 10% do volume de ar que podemos absorver. Por exigir mais esforço, está mais presente em momentos de excitação quando o corpo necessita de maior tônus muscular. (Kupfer, 2001, p. 143-158)<br />
Podemos chamar a respiração de completa quando há o movimento destas três áreas, utilizando assim toda a capacidade pulmonar. Neste caso observamos que há movimento tanto na barriga quanto em toda a caixa torácica. Treinar esta forma de respiração contribui para a flexibilização das couraças que envolvem estas áreas do corpo, uma vez que amplia a capacidade de expansão e recolhimento da musculatura em questão.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Exercício para as três áreas de respiração:</h4>
<p style="text-align: justify;">Estando na postura ereta, sentado ou deitado, leve as mãos primeiro sobre o abdômen, concentre sua respiração nesta região e procure sentir, com o auxílio das mãos, a barriga se enchendo na inspiração e se recolhendo na exalação. Busque gradualmente expandir este movimento, tornando a respiração cada vez mais lenta e profunda, enchendo cada vez mais a barriga e recolhendo-a cada vez mais. Depois coloque as mãos à altura das costelas, abaixo do peito, com as mãos apontando para o centro. Procure então concentrar sua respiração nesta região, sentindo através das mãos as costelas se abrindo com a inspiração, e se recolhendo com a exalação. Busque expandir gradualmente este movimento. Ao fim, leve as mãos acima do peito, um pouco abaixo das clavículas. Concentre-se nesta região e procure sentir o peito se elevando com a inspiração e declinando com a exalação. Procure fazer pelo menos 10 respirações em cada uma das três áreas.</p>
<p style="text-align: justify;">Agora vamos unir as três áreas. Deixe uma das mãos sobre a barriga e outra sobre o peito. Ao inspirar, concentre-se em encher primeiro a barriga, e gradualmente vá trazendo a consciência e a respiração até o peito enchendo também o peito. Ao exalar,<br />
busque sentir primeiro o peito se esvaziando e por último esvazie a barriga. Repita a<br />
respiração desta forma por mais alguns ciclos.</p>
<h4 style="text-align: justify;">As quatro fases da respiração</h4>
<p style="text-align: justify;">Passando da anatomia à fisiologia de respirar, podemos dividir o movimento respiratório em quatro momentos distintos, que são:</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Inspiração: movimento de trazer o ar para dentro dos pulmões.<br />
&#8211; Pausa com pulmões cheios: momento em que o movimento inspiratório cessa e os pulmões estão carregados de ar.<br />
&#8211; Exalação: movimento de expulsar o ar dos pulmões.<br />
&#8211; Pausa com pulmões vazios: momento em que a exalação cessa e os pulmões estão destituídos de ar.</p>
<p style="text-align: justify;">Em uma respiração natural e espontânea, o corpo emprega esforço para inspirar (movimento ativo), sendo que para exalar não é necessário esforço (movimento passivo).<br />
A inspiração, portanto está associada à força e à excitação, enquanto a exalação está associada ao relaxamento e à quietude. Perceber a alternância entre estes momentos equivale a perceber o movimento de pulsação da vida que resume, em psicologia corporal, a nossa capacidade de sermos saudáveis. Expansão e recolhimento, abrir e fechar, aceitar o que vem, deixar ir o que vai. O movimento respiratório repete o eterno ciclo da vida, onde alternam-se nascimento e morte, encontro e separação, ação e<br />
repouso.<br />
Da mesma forma, podemos associar os momentos de pausa com os pulmões cheios e pausa com os pulmões vazios às sensações de ter e o não ter, o estar suprido e o estar em falta.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Exercício:</h4>
<p style="text-align: justify;">Para experimentar com profundidade cada fase da arte de respirar, podemos exercitá-las da seguinte forma:</p>
<p style="text-align: justify;">1ª. Etapa (inspirar e exalar) – Sente-se com a coluna ereta. Buscando fazer uma contagem mental, tente inspirar durante 4 segundos e exalar durante 4 segundos. Inspire contando até 4 e exale contando até 4, repetindo algumas vezes. Procure perceber<br />
sensações, emoções e sentimentos associados a cada movimento de inspiração e a cada movimento de exalação.</p>
<p style="text-align: justify;">2ª. Etapa (inspirar, reter e exalar) – Mantendo a mesma contagem mental, você vai agora inserir a retenção com os pulmões cheios. Inspire em 4 segundos, prenda o ar em 4 segundos, exale em 4 segundos. Repita o processo algumas vezes. Procure perceber<br />
sensações, sentimentos ou pensamentos associados a este momento com os pulmões cheios.</p>
<p style="text-align: justify;">3ª. Etapa (inspirar, exalar, reter) &#8211; Agora você fará a retenção com os pulmões vazios. Inspire em 4 segundos, exale em 4 segundos, mantenha pulmões vazios por 4 segundos, volte a inspirar em 4 segundos e repita o mesmo procedimento algumas vezes.<br />
Procure perceber sensações, sentimentos e pensamentos associados à experiência de ter os pulmões vazios.</p>
<p style="text-align: justify;">4ª. Etapa (inspirar, reter, exalar, reter) – Agora unimos os quatro momentos. Inspire em 4 segundos, retenha o ar por 4 segundos, exale em 4 segundos e permaneça de pulmões vazios por 4 segundos. Repita algumas vezes. Procure sentir esta alternância entre pulmões cheios e vazios, entre o ato de encher-se e esvaziar-se, expandir-se e recolher-se. Procure sentir como este movimento reflete o pulsar da própria vida, que ora nos faz plenos, ora nos esvazia, ora nos faz ganhar, ora nos faz perder.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Lateralidade do corpo e da respiração.</h4>
<p style="text-align: justify;">Assim como o nosso corpo se divide em lados direito e esquerdo, também a respiração pode ser observada sobre o ponto de vista da narina direita ou esquerda. Se fizermos uma observação atenta, notaremos que em diferentes momentos uma de nossas narinas se encontra mais aberta, enquanto a outra estará um pouco mais obstruída.<br />
Infelizmente as conseqüências destas variações de lateralidades não foram levadas em conta pela ciência da fisiologia no ocidente. Porém vem sendo estudada a milhares de anos no oriente, entre a cultura dos yogues.<br />
Sabemos como o hemisfério cerebral esquerdo, que rege toda a porção direita do corpo, está associado às funções ligadas à lógica e à razão, enquanto o hemisfério cerebral direito, regendo a porção esquerda do corpo, está mais ligado ao sentimento e à intuição. Simbolicamente, a parte direita do corpo (exceto no canhoto) está associada à força, ao controle racional, ao masculino, à ação, à extroversão, ao aspecto solar e ao calor. Os membros do lado direito são sempre os mais desenvolvidos para operar as mais diversas ações, escrever, jogar, lutar, etc&#8230; Em oposição, o lado esquerdo está associado à delicadeza, ao feminino, à quietude, à introversão, ao lunar e ao frescor. O lado esquerdo sempre fica mais passivo, participando menos das ações voluntárias empreendidas pelo corpo.<br />
Estas mesmas qualidades estão presentes na atividade respiratória, sendo que a narina esquerda vincula-se a todas as qualidades supracitadas do lado esquerdo do corpo, enquanto a narina direita vincula -se às qualidades do lado direito.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Assim temos:</h4>
<p style="text-align: justify;">Respiração pela narina direita: vinculada à ação, ao calor, à extroversão e ao masculino.<br />
Respiração pela narina esquerda: vinculada ao relaxamento, ao frescor, à introversão e ao feminino. (Johari, 1995, p. 31-37)</p>
<h4 style="text-align: justify;">Exercícios:</h4>
<p style="text-align: justify;">1- Respirar pela narina esquerda: Sente -se com a coluna ereta. Levando a mão direita ao rosto, apoie os dedos indicador e médio entre as sobrancelhas e então leve o dedo polegar até a narina direita, obstruindo-a. Permaneça por alguns segundos<br />
respirando apenas pela narina esquerda. Busque se concentrar nas sensações desta respiração, bem como procure sentir o que o lado esquerdo do seu corpo representa para você.</p>
<p style="text-align: justify;">2 – Respirar pela narina direita: Agora levando a mão esquerda ao rosto, apóie os dedos indicador e médio entre as sobrancelhas e então leve o dedo polegar à narina esquerda, obstruindo-a. Permaneça por alguns segundos respirando apenas pela narina direita. Busque se concentrar nas sensações desta respiração, bem como procure sentir o que o lado direito do seu corpo representa para você.</p>
<p style="text-align: justify;">3 – Alternando narina esquerda e direita: Agora mantendo a mão direita ou esquerda sobre o rosto (como preferir), apoie novamente os dedos indicador e médio entre as sobrancelhas. Você vai usar o polegar e o anular para obstruir as narinas<br />
alternadamente. Obstrua primeiro a narina direita e inspire pela esquerda. Após encher os pulmões, obstrua então a narina e esquerda e exale pela direita. Ao esvaziar-se, volte inspirando pela narina direita e depois exale pela narina esquerda. Repita o ciclo inspirando novamente pela narina esquerda. Durante o exercício, procure sentir esta alternância entre o lado esquerdo e direito do corpo. Perceba se há diferença entre respirar pela narina esquerda e pela direita. Repita o exercício várias vezes ao longo do dia e perceba qual a narina que tende a estar mais predominante em diferentes momentos. Procure então refletir sobre as características supracitadas de cada narina e as suas próprias características psicológicas predominantes. Procure sentir como o<br />
exercício o leva gradualmente ao equilíbrio entre ação e repouso, extroversão e introversão, pensamento e sentimento.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Aprofundando e meditando sobre a respiração</h4>
<p style="text-align: justify;">Deter-se sobre o movimento da respiração é sem dúvida uma das melhores formas de alcançarmos um sentimento de paz, quietude e serenidade. Na cultura do yoga, a expansão da respiração e a absorção da consciência neste processo sempre foram utilizadas como um veículo para propiciar estados meditativos.<br />
Para concluir gostaria de apresentar um exercício simples que, se praticado com afinco, pode render ao leitor a possibilidade de experiências realmente muito profundas e transformadoras.<br />
Expandindo a respiração ao infinito: Em posição sentada, com a coluna ereta, procure observar a sua respiração por alguns segundos. Concentrando-se então, procure contar mentalmente 4 segundos para inspirar e 4 segundos para exalar. Repita durante algum tempo. Depois procure aumentar a duração do processo, passando a inspirar em 6 segundos e a exalar em 6 segundos. Após um tempo, procure expandir um pouco mais, inspirando em 8 segundos e exalando em 8 segundos. Neste ritmo, continue aumentando gradualmente a contagem e veja o quanto sua respiração pode expandir-se na linha do tempo.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Conclusão</h4>
<p style="text-align: justify;">Listamos aqui algumas dentre as infinitas possibilidades de se trabalhar com a arte de respirar. Como podemos ver, o estudo da respiração constitui uma verdadeira <a href="https://ahau.org/team/luiz-sequeira-0-html/">ciência</a>, enquanto educar e treinar a própria respiração se trata de uma verdadeira arte, cujas repercussões psicológicas estão ainda longe de serem totalmente abarcadas. Para terminar, cito as palavras de Lowen:<br />
&#8220;O indivíduo que não respira corretamente reduz a vida do seu corpo. Se não se movimenta livremente, limita a vida de seu corpo. Se não se sente inteiramente, estreita a vida do seu corpo e, se sua auto-expressão é reduzida, o indivíduo terá a vida do seu corpo restringida. &#8221; (Lowen, 1982, p.38)<br />
Assim, respirar significa viver profundamente, avançando das cavernas de nossas prisões em direção à luz de nossa própria <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Ar">liberdade</a>.<br />
___________________________________________________________________________<br />
Referências<br />
JOHARI, H. Chakras: centros energéticos de transformação. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 1995.<br />
KUPFER, P. Yoga Prático. Florianópolis: Fundação Dharma, 2001.<br />
LOWEN, A. Bioenergética. São Paulo: Summus Editorial, 1982<br />
___________________________________________________________________________<br />
Marcos Teixeira Elias (Mahamuni das)/PR &#8211; Psicólogo junguiano, formado em psicologia pela Universidade Federal do Paraná, cursando especialização em Psicoterapia Corporal pelo Centro Reichiano, professor de Yoga, co-diretor do centro de Yoga Gandiva Ashram, membro da Sociedade Internacional para Consciência de Krishna.<br />
E-mail: mahamuni_das@hotmail.com<br />
___________________________________________________________________________<br />
CENTRO REICHIANO DE PSICOTERAPIA CORPORAL LTDA<br />
Av. Pref. Omar Sabbag, 628 – Jd. Botânico – Curitiba/PR – Brasil &#8211; CEP: 80210-000<br />
(41) 3263-4895 / www.centroreichiano.com.br / centroreichiano@centroreichiano.com.br</p><p>The post <a href="https://ahau.org/sobre-a-arte-de-respirar-bem/">Sobre a arte de respirar bem</a> first appeared on <a href="https://ahau.org">Instituto Ahau - Terapeutas Especializados</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Terapia Ortomolecular (oligoterapia)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luiz Terapeuta]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Feb 2012 21:55:16 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Técnica utilizada pelo Terapeuta Luiz Carlos Costa Sequeira Terapeuta &#8211; CRT 24244 Terapia Ortomolecular, Ortobiomolecular, Terapia Biofísica, Terapia por Frequência, Acupuntura, Thought Field Therapy, Florais de Bach, Balanceamento Muscular® (Kinesiology), Reset®, Applied Kinesiology®, Psych-K® &#8211; Instrutor de Balanceamento Muscular® Terapia Ortomolecular ou Oligoterapia  tem como objetivo principal equilibrar ou acordar as funções do sistema com [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="https://ahau.org/team/luiz-sequeira-0-html/" rel="attachment wp-att-99"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-99" title="luiz" src="http://www.ahau.org/wp-content/uploads/luiz-300x160.jpg" alt="" width="300" height="160" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><a href="https://ahau.org/team/luiz-sequeira-0-html/">Técnica utilizada pelo Terapeuta Luiz Carlos Costa Sequeira</a></p>
<p style="text-align: center;"><a href="https://ahau.org/team/luiz-sequeira-0-html/">Terapeuta &#8211; CRT 24244</a></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Terapia Ortomolecular, Ortobiomolecular, Terapia Biofísica, Terapia por Frequência, Acupuntura, Thought Field Therapy, Florais de Bach, Balanceamento Muscular® (Kinesiology), Reset®, Applied Kinesiology®, Psych-K® &#8211; Instrutor de Balanceamento Muscular®</em></p>
<p style="text-align: justify;">Terapia Ortomolecular ou Oligoterapia  tem como objetivo principal equilibrar ou acordar as funções do sistema com os minerais e vitaminas.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="https://ahau.org/team/luiz-sequeira-0-html/">O terapeuta, através de uma pesquisa minuciosa com o cliente</a>, detecta quais são suas carências minerais e por meio de técnicas de ionização, bandagens e procedimentos específicos da Ortomolecular, repõe os mesmos nutrindo assim as deficiências do cliente para que o mesmo obtenha uma vida saudável com bem estar.</p>
<p style="text-align: justify;">Na ausência de minerais, fica aberta a porta para ansiedade, nervosismo, stress, depressão entre outras disfunções podendo levar à graves estados patológicos. Esta ausência proporciona também sintomas desconfortáveis ao organismo, os quais não são detectáveis em exames convencionais da medicina ortodoxa, mas o indivíduo sente que há algo que está em desarmonia.</p>
<h4 style="text-align: justify;">ALÉRGICO DIÁTESE I ou artrítico alérgica:</h4>
<p style="text-align: justify;">Há aceleração nas trocas orgânicas, com respostas muito rápidas, excessivas. Os pacientes geralmente são crianças ou adultos jovens, com um quadro alérgico presente (rinite, asma, eczema, alergia alimentar etc.) e/ou sinais inflamatórios articulares, com poucas ou nenhuma alteração laboratorial, são hiperativos, principalmente a noite, com dificuldade de conciliar o sono, e geralmente pela manhã, tem dificuldade de despertar. Irritáveis, dinâmicos, otimistas, hiperreativos e hiperemotivos, com um cansaço de base mascarado por uma constante movimentação e busca de atividades. O tratamento desta diátese requer a recomendação do oligoelemento Manganês (Mn);</p>
<h4 style="text-align: justify;">HIPOSTÊNICO DIÁTESE II ou artro infecciosa:</h4>
<p style="text-align: justify;">Há diminuição nas trocas celulares. As respostas são lentas e de intensidade insuficiente, sintomatologia hiporreativa, tendência a infecções e fatigabilidade anormais, progressiva com o decorrer do dia. Se crianças, apresentam déficit pondero-estatural, dificuldade de atenção e concentração, há a tendência a infecções repetitivas (gripes, ORL, cutâneas por exemplo). O tratamento desta diátese requer a recomendação do complexo oligoterápico manganês-cobre (Mn-Cu);</p>
<h4 style="text-align: justify;">DISTÔNICO DIÁTESE III:</h4>
<p style="text-align: justify;">Há uma desadaptação da resposta celular. É a Diátese da segunda metade da vida, da maturidade. Os pacientes sofrem de sintomas distônicos, tipo neurovegetativos, evoluindo frequentemente para quadro de Ansiedade crônica. As patologias iniciam sua passagem do funcional para o lesional. Temos como exemplo: alterações endócrinas e sinais e sintomas da menopausa, artrose, transtornos circulatórios periféricos e centrais, dislipidemias, manifestações distônicas epigástricas, estados espasmofílicos, perdas de memória, alergias crônicas etc.. O tratamento desta diátese requer a recomendação do complexo oligoterápico manganês-cobalto (mn-Co);</p>
<h4 style="text-align: justify;">ANÉRGICO DIÁTESE IV:</h4>
<p style="text-align: justify;">As trocas celulares estão muito diminuídas, quase nulas, há a insuficiência global de reações autodefensivas, e <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Sais_minerais">impotência terapêutica</a> a qualquer tratamento. Os sintomas variam desde anergias transitórias (pós virais, choques morais, pós cirúrgicas ou pós traumáticas) até quadros degenerativos, lesionais e morte. Os sintomas principais são: fadiga global, que não melhora por repouso, fenômenos depressivos, diminuição das faculdades intelectuais, infecções de evolução rápida, severas e recidivantes, com falta de resposta à antibioticoterapia, senescência global, rapidamente evolutiva, câncer e todas degenerações celulares. O tratamento desta diátese requer a recomendação de um complexo oligoterápico (cobre-ouro-prata). As Diáteses primárias (I e II) e secundárias (III e IV) podem apresentar-se imbricadas ou isoladas.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Forma de utilização:</h4>
<h4 style="text-align: justify;">Ionizáveis de forma transdérmica.</h4>
<h4 style="text-align: center;">Conheça a ação dos Oligoelementos</h4>
<h4></h4>
<h4 style="text-align: justify;"><span style="text-decoration: underline;">1 &#8211; Alumínio ( Al )</span></h4>
<h4 style="text-align: justify;">Ação:</h4>
<p style="text-align: justify;">• Cérebro e Sistema Nervoso Central.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Propriedade:</h4>
<p style="text-align: justify;">Biocatalítico nos atrasos de desenvolvimento intelectual; Aumenta a vitalidade cerebral; Facilita a capacidade de compreensão e ativa a succinato desidrogenase.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Indicação:</h4>
<p style="text-align: justify;">Atraso no desenvolvimento intelectual; Perturbações da memória; Atrasos escolares; Mongolismo ( como coadjuvante na terapia ) e arteriosclerose.</p>
<h4 style="text-align: justify;"><span style="text-decoration: underline;">2 &#8211; Antimônio ( Sb )</span></h4>
<h4 style="text-align: justify;">Ação:</h4>
<p style="text-align: justify;">Sistema articular.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Propriedade:</h4>
<p style="text-align: justify;">Biocatalítico “lubrificante” nas articulações.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Indicação:</h4>
<p style="text-align: justify;">Artroses; e Reumatismos agudos.</p>
<h4 style="text-align: justify;"><span style="text-decoration: underline;">3 &#8211; Bismuto ( Bi )</span></h4>
<h4 style="text-align: justify;">Ação:</h4>
<p style="text-align: justify;">Otorrinolaringológica.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Propriedade:</h4>
<p style="text-align: justify;">Biocatalítico nas afecções da garganta; Permite evitar ou diminuir as doses de antibióticos.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Indicação:</h4>
<p style="text-align: justify;">Amigdalites; Laringites; Faringites; Adenoidites; Sinusites.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>OBS: </strong>Os riscos da bismutoterapia estão eliminados não só pelas micro doses ministradas, como pela sua presença em forma iônica.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>NT:</strong> No terreno infeccioso, o bismuto é normalmente prescrito como complemento do Cobre, o que reforça a autodefesa anti-infecciosa.</p>
<h4 style="text-align: justify;"><span style="text-decoration: underline;">4 – Boro ( B )</span></h4>
<h4 style="text-align: justify;">Ação:</h4>
<p style="text-align: justify;">Na infiltração intersticial do tecido celular subcutâneo.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Propriedade:</h4>
<p style="text-align: justify;">Diurético.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Indicação:</h4>
<p style="text-align: justify;">Obesidade; Celulite.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>NT:</strong> Coadjuvante no tratamento estético, na massagem e drenagem linfática.</p>
<h4 style="text-align: justify;"><span style="text-decoration: underline;"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-4968 alignleft" src="https://ahau.org/wp-content/uploads/2012/02/terapia-ortomolecular-oligoterapia-e1574305495713.jpg" alt="terapia-ortomolecular-oligoterapia" width="432" height="228" />5 – Cálcio ( Ca )</span></h4>
<h4 style="text-align: justify;">Ação:</h4>
<p style="text-align: justify;">Aparelho músculo esquelético.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Propriedade:</h4>
<p style="text-align: justify;">Essencial no crescimento, gravidez e lactação.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Indicação:</h4>
<p style="text-align: justify;">Raquitismo ( Associado às vitaminas A e D ); Osteomalacia; Osteopenia; Osteoporose; Dentição; Consolidação de fraturas; Cárie dentária junto com o Flúor; Descalcificação; Desmineralização; Fraturas; Espasmofilia; Reumatismo; Estados nervosos; Anomalias do metabolismo Ósseo; Hipertensão.</p>
<h4 style="text-align: justify;"><span style="text-decoration: underline;">6 – Cobalto ( Co )</span></h4>
<h4 style="text-align: justify;">Ação:</h4>
<p style="text-align: justify;">Sistema Simpático e Parassimpático ( geral e Circulatório); Sobre o miocárdio; Na coagulação sanguínea.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Propriedade:</h4>
<p style="text-align: justify;">Regularizador no Sistema Neuro-Vegetativo; Regularizador na Vasodilatação e Hipotensão; Antagonista da Adrenalina; Hipoglicemia; Melhora a microcirculação.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Indicação:</h4>
<p style="text-align: justify;">Distúrbios Neurovegetativos; Hipertensão e hipotensão arterial; Insuficiência circulatória periférica; Acrocianose; Espasmos arteriais e dos pequenos vasos; Taquicardias; Cardialgias; Doença de Raynaud; Arterite dos membros inferiores; Enxaquecas ( uma dose de hora em hora ); Angustias; Distúrbios psíquicos do tipo ansioso e, particularmente, antes e durante exames, concursos etc&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>NT: </strong>Coadjuvante na formação da hemoglobina.</p>
<h4 style="text-align: justify;"><span style="text-decoration: underline;">7 – Cobre ( Cu )</span></h4>
<h4 style="text-align: justify;">Ação:</h4>
<p style="text-align: justify;">• Sistema Retículo-Endotelial.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Propriedade:</h4>
<p style="text-align: justify;">Estimula os processos de defesa orgânicos; Antiinfeccioso; Antiinflamatório; Aumenta a resistência às infecções virais ou microbianas; Potencializa a ação dos antibióticos; Estimula as supra-renais; Completa a atividade da vitamina C; Tomado logo aos primeiros sinais de gripe, debela-a em 48 horas sem deixar astenia conseqüente.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Indicação:</h4>
<p style="text-align: justify;">Todos os estados infecciosos agudos ou evolutivos; Todos os processos inflamatórios; Vitiligo ( algumas formas ).</p>
<h4 style="text-align: justify;">Contra-indicação:</h4>
<p style="text-align: justify;">Doença de Wilson – Acúmulo de cobre no organismo.</p>
<h4 style="text-align: justify;"><span style="text-decoration: underline;">8 – Cromo ( Cr )</span></h4>
<h4 style="text-align: justify;">Ação:</h4>
<p style="text-align: justify;">Metabolismo Nutricional.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Propriedade:</h4>
<p style="text-align: justify;">Essencial ao metabolismo dos lipídeos e glicídios.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Indicação na Terapia Ortomolecular:</h4>
<p style="text-align: justify;">Diabetes; Doenças de nutrição; Arteriosclerose; Colesterol.</p>
<h4 style="text-align: justify;"><span style="text-decoration: underline;">9 – Enxofre ( S )</span></h4>
<h4 style="text-align: justify;">Ação:</h4>
<p style="text-align: justify;">Aparelho Hepato-Biliar; Insuficiência Digestiva; Doenças de Pele; Asma; Rinite; Síndrome Neuro-Artrítico; Enxaquecas; Doenças Alérgicas.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>NT: </strong>Por ser dessensibilizante universal, deve-se associar aos tratamentos de pele tais como: acne, eczema e urticária.</p>
<h4 style="text-align: justify;"><span style="text-decoration: underline;">10 Estanho (Sn )</span></h4>
<h4 style="text-align: justify;">Ação:</h4>
<p style="text-align: justify;">Sobre todas as Estafilocoxias.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Propriedade:</h4>
<p style="text-align: justify;">Antiinfeccioso.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Indicação:</h4>
<p style="text-align: justify;">Abscessos; Furúnculos; Antraz; Acne infectada.</p>
<h4 style="text-align: justify;"><span style="text-decoration: underline;">11 – Ferro  ( Fe )</span></h4>
<h4 style="text-align: justify;">Ação:</h4>
<p style="text-align: justify;">Hematopoética; Acelerador enzimático.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Propriedade:</h4>
<p style="text-align: justify;">Indispensável aos órgãos produtores de sangue; Oxigenação celular; Elaboração enzimática; Indispensável ao transporte de elétrons.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Indicação:</h4>
<p style="text-align: justify;">Anemias Ferropênicas; Convalescença; Hemorragias.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>NT:</strong>O metabolismo do Ferro depende da presença de outros oligoelementos como o Manganês-Cobre-Cobalto aos quais deve ser associado.</p>
<h4 style="text-align: justify;"><span style="text-decoration: underline;">12 &#8211;  Flúor ( F )</span></h4>
<h4 style="text-align: justify;">Ação:</h4>
<p style="text-align: justify;">Aparelho músculo-esquelético.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Propriedade:</h4>
<p style="text-align: justify;">Essencial à regularização do metabolismo de fixação do Cálcio, em particular ao nível da ossificação e das trocas iônicas articulares.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Indicação:</h4>
<p style="text-align: justify;">Distúrbios na calcificação; Escoliose; Cifose; Raquitismo; Atraso no crescimento; Osteoporose; Osteomalacia; Osteopenia; Hiperlaxidez ligamentar; Entorses repetitivas; Distrofias ósseas; Prevenção de cárie dentária; Rompimento de ligamentos; Aleitamento; Gravidez; Funcionamento auditivo (zumbido); Desmineralização; Descalcificação; Retardo de consolidações de fraturas; Entorses recidivantes; Dorsalgias posturais; Osteocondrite da tíbia; Epifisite vertebral dolorosa da adolescência (Mal de Scheuermann); Osteocondrite primitiva do quadril.</p>
<h4 style="text-align: justify;"><span style="text-decoration: underline;">13 – Fósforo ( P )</span></h4>
<h4 style="text-align: justify;">Ação:</h4>
<p style="text-align: justify;">No metabolismo fosfocálcico e psiquismo; Sobre Paratireóide; Sobre o Sistema Nervoso Central.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Propriedade:</h4>
<p style="text-align: justify;">Essencial ao metabolismo do Cálcio a todos os níveis; Ósseo; Parassimpático; Central; Paratireoide; Antiespasmódico.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Indicação:</h4>
<p style="text-align: justify;">Astenia física e psíquica; Depressões nervosas; Estados de esgotamento cerebral; Estados espasmódicos; Respiratório; Circulatório; Muscular; Distrofias ósseas.</p>
<p style="text-align: justify;">Associado a Cobre-Ouro-Prata é indicado no início da doença de Dupuytren.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>NT:</strong> As regularizações do metabolismo de fixação do Cálcio, estão dependentes da presença catalítica do Flúor e do Fósforo.</p>
<h4 style="text-align: justify;"><span style="text-decoration: underline;">14 – Germânio ( Ge )</span></h4>
<h4 style="text-align: justify;">Ação:</h4>
<p style="text-align: justify;">Na regeneração celular.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Propriedade:</h4>
<p style="text-align: justify;">Regularizador, revitalizante celular.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Indicação na Terapia Ortomolecular:</h4>
<p style="text-align: justify;">Estados pré-cancerosos.</p>
<h4 style="text-align: justify;"><span style="text-decoration: underline;">15 – Iodo ( I )</span></h4>
<h4 style="text-align: justify;">Ação:</h4>
<p style="text-align: justify;">Sobre a tiroide e outras glândulas endócrinas; Sistema circulatório; Sistema Neuromuscular; Pele e fâneros.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Propriedade:</h4>
<p style="text-align: justify;">Regularizador da tiróide e glândulas endócrinas; Preside ao metabolismo nutricional.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Indicação:</h4>
<p style="text-align: justify;">Bócio; Obesidade tipo tireoidiano; Hipotiroidismo; Hipertiroidismo; Profilático das escleroses orgânicas; Hipertensão arterial, associado ao Manganês-Cobalto; Dismenorréias ( hiper e hipo ).</p>
<h4 style="text-align: justify;"><span style="text-decoration: underline;">16 – Lítio (Li )</span></h4>
<h4 style="text-align: justify;">Ação:</h4>
<p style="text-align: justify;">Sistema Nervoso Central; Funções renais de eliminação urinária.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Propriedade:</h4>
<p style="text-align: justify;">Regulador de humor; Propriedades psicotrópicas sobre os Neuromoduladores Cerebrais; Favorável nos problemas psíquicos da terceira idade; Regulador do sistema hidroeletrolítico; Favorece a eliminação de uréia e do acido úrico.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Indicação:</h4>
<p style="text-align: justify;">Depressões; Insônias; Ansiedade; Angústia; Fobias; Perturbações de comportamento; Emotividade; Abulia; Instabilidade emocional; Inibição; Psico-dermatoses; Nervosismo; Agressividade; Estados de esgotamento cerebral; Uremia; Uricemia; Gota; Psicopruridos.</p>
<h4 style="text-align: justify;"><span style="text-decoration: underline;">17 – Magnésio (Mg )</span></h4>
<h4 style="text-align: justify;">Ação:</h4>
<p style="text-align: justify;">Intestinos; Participa no metabolismo dos glucídios, lipídeos e protídeos; regularização do metabolismo do Cálcio; Na membrana celular, regularizando a troca eletrolítica extra e intracelular.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Propriedade:</h4>
<p style="text-align: justify;">Anti-stress; Antiespasmódico; Antiinfeccioso; Cárdio-protetor; Regulador térmico.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Indicação na Terapia Ortomolecular:</h4>
<p style="text-align: justify;">Espasmofilia; Senescência; Melhora a função cardíaca; Melhora função muscular e nervosa; Alivia bronco espasmos; Protege audição por excesso de ruído; Melhora a função da paratireóide; Ajuda na qualidade do sono; Melhora a bio-disponibilidade de vitamina B6; Fortalece o esmalte dental; Elimina alumínio; Desmineralização; Perturbações do crescimento; Raquitismo; Gravidez e aleitamento; Verrugas; Cãibras; Profilaxia do aborto; Debilidade emocional; Ansiedade; Angústia; Cefaléias; Vertigens; Arritmias; Tremores; Neuroses; Psicopatias; Dermatoses; Insônias constituídas por auto-intoxicação; Obstipação crônica; Colites; Insuficiência hepática funcionais.</p>
<h4 style="text-align: justify;"><span style="text-decoration: underline;">18 – Manganês ( Mn </span>)</h4>
<h4 style="text-align: justify;">Ação:</h4>
<p style="text-align: justify;">Corretor diatésico do terreno da diátese 1; No ciclo de Krebs; Sobre o sistema imunológico; Intervém em numerosas funções enzimáticas ou metabólicas; Participa na síntese da hemoglobina; Coenzima das Amino-Peptidases.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Propriedade:</h4>
<p style="text-align: justify;">Antialérgico; Dessensibilizante; Biocatalizador das oxidações celulares; Favorece o desenvolvimento das glândulas endócrinas.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Indicação:</h4>
<p style="text-align: justify;">Asma alérgica; Alergias alimentares; Sinusites; Rinites alérgicas; Coriza espasmódica; Urticária; Eczema alérgico; Prurido; Astenia matinal; Poliartralgias; Hipermenorréia; Indicações específicas da Diátese 1; Falta de memória nos jovens; Insônias dos “alérgicos” que dormem pouco; Enxaquecas.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>NT: </strong>Os estados carências de Manganês são freqüentes nas civilizações de indivíduos cujo sedentarismo provoca fenômenos de autointoxicação.</p>
<h4 style="text-align: justify;"><span style="text-decoration: underline;">19 – Molibdênio ( Mo )</span></h4>
<h4 style="text-align: justify;">Ação:</h4>
<p style="text-align: justify;">Especial incidência sobre o fígado.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Propriedade:</h4>
<p style="text-align: justify;">Coenzimas das: Xantino-Oxidase; Aldeído-Oxidase; Hidrogenase.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Indicação na Terapia Ortomolecular:</h4>
<p style="text-align: justify;">Anemias hipocrômicas; Anorexias tóxicas e mentais.</p>
<h4 style="text-align: justify;"><span style="text-decoration: underline;">20 – Níquel ( Ni )</span></h4>
<h4 style="text-align: justify;">Ação:</h4>
<p style="text-align: justify;">Pâncreas ( endócrino e exócrino ).</p>
<h4 style="text-align: justify;">Propriedade:</h4>
<p style="text-align: justify;">Biocatalizador óxido-redutor com fator enzimático múltiplo ( fosfatasses ).</p>
<h4 style="text-align: justify;">Indicação:</h4>
<p style="text-align: justify;">Obesidade; Celulite; Disfunções Hepato-Bilio-Pancreáticas; Diabetes; Estimulante das glândulas salivares.</p>
<h4 style="text-align: justify;"><span style="text-decoration: underline;">21 – Platina ( Pt )</span></h4>
<h4 style="text-align: justify;">Ação:</h4>
<p style="text-align: justify;">Celular.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Propriedade:</h4>
<p style="text-align: justify;">Forte biocatalizador das reações bioquímicas; Antidegenerativo.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Indicação:</h4>
<p style="text-align: justify;">Estados pré-cancerosos; Senilidade precoce.</p>
<h4 style="text-align: justify;"><span style="text-decoration: underline;">22 – Potássio ( K )</span></h4>
<h4 style="text-align: justify;">Ação:</h4>
<p style="text-align: justify;">Sobre o metabolismo da água.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Propriedade:</h4>
<p style="text-align: justify;">Antiálgico; Regulador da função suprarrenal.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Indicação:</h4>
<p style="text-align: justify;">Obesidade por retenção hídrica; Reumatismos degenerativos; Edemas ( renais e cardíacos ); Fadiga muscular.</p>
<h4 style="text-align: justify;"><span style="text-decoration: underline;">23 – Selênio ( Se )</span></h4>
<h4 style="text-align: justify;">Ação:</h4>
<p style="text-align: justify;">Reidrata a pele e as mucosas; Regulariza a atividade endócrina.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Indicação:</h4>
<p style="text-align: justify;">Queda de cabelo; Unhas quebradiças; Osteopenia; Cicatrizante; Osteoporose; Artrose; Hiperlaxidez ligamentar; Deficiência intelectual; Verrugas; Unhas com pontos brancos; Regenera tecidos lesados.</p>
<h4 style="text-align: justify;"><span style="text-decoration: underline;">25 – Titânio ( Ti )</span></h4>
<h4 style="text-align: justify;">Ação:</h4>
<p style="text-align: justify;">Preponderante nas síndromes do terreno Artro-Tubérculos.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Propriedade:</h4>
<p style="text-align: justify;">Estabilizador geral.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Indicação:</h4>
<p style="text-align: justify;">Fragilidade traqueobrônquica; Bronquite; Laringite; Sinusite.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>NT:</strong> Deve ser alternado com Silício.</p>
<h4 style="text-align: justify;"><span style="text-decoration: underline;">26 – Vanádio ( V )</span></h4>
<h4 style="text-align: justify;">Ação:</h4>
<p style="text-align: justify;">Sistema Cardiovascular.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Propriedade:</h4>
<p style="text-align: justify;">Oxi-redutor.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Indicação Na Terapia Ortomolecular:</h4>
<p style="text-align: justify;">Hipostenia; Neoplasias; Colesterol; Doenças cardiovasculares.</p>
<h4 style="text-align: justify;"><span style="text-decoration: underline;">27 – Zinco ( Zn )</span></h4>
<h4 style="text-align: justify;">Ação:</h4>
<p style="text-align: justify;">Sobre as glândulas endócrinas; Hipófise; Pâncreas; Gônadas.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Propriedades;</h4>
<p style="text-align: justify;">Constituinte da Anidrase-Carbônica; Influencia o metabolismo da respiração celular.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Indicação na terapia:</h4>
<p style="text-align: justify;">Perturbação no eixo Hipofiso-Genital-Suprarrenais; Atrasos no crescimento; Menopausa; Disfunções sexuais ( impotência e frigidez ); Prostatismo; Hipermenorréias; Dismenorréias; Protege contra a doença de Alzheimer;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>NT:</strong> As carências de Zinco e seus períodos:</p>
<p style="text-align: justify;">Pré-Natal: Má formações; Atraso no crescimento intra-uterino.</p>
<p style="text-align: justify;">Perinatal: Diminuição do crescimento cerebral.</p>
<p style="text-align: justify;">Pós-Natal: Anorexia.</p>
<h4 style="text-align: justify;"><span style="text-decoration: underline;">28 – Alumínio-Cobalto (Al-Co )</span></h4>
<h4 style="text-align: justify;">Ação:</h4>
<p style="text-align: justify;">Aparelho cerebral.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Propriedade:</h4>
<p style="text-align: justify;">Regularizador.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Indicação na Terapia Ortomolecular:</h4>
<p style="text-align: justify;">Perturbações da memória; Perturbações do sono.</p>
<h4 style="text-align: justify;"><span style="text-decoration: underline;">29 – Cálcio-Cobre-Zinco (Ca-Cu-Zn )</span></h4>
<h4 style="text-align: justify;">Ação:</h4>
<p style="text-align: justify;">Sobre o eixo Hipotálamo-Hipófiso-Pancreático.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Propriedade:</h4>
<p style="text-align: justify;">Estimula a imunidade celular; Aumenta as defesas orgânicas.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Indicação:</h4>
<p style="text-align: justify;">Involução tímica; Alergias.</p>
<h4 style="text-align: justify;"><span style="text-decoration: underline;">30 – Cobre-Ouro-Prata (Cu-Au- Ag )</span></h4>
<h4 style="text-align: justify;">Ação:</h4>
<p style="text-align: justify;">Catalítico da Diátese 4 ( Anérgico ); Sistema Retículo-Endotelial.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Propriedade:</h4>
<p style="text-align: justify;">Antiinfeccioso; Antiinflamatório; Cortilo-Estimulante.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Indicação na terapia:</h4>
<p style="text-align: justify;">Reumatismos crônicos e evolutivos; Infecções de repetição; Astenia psicofísica; Obsessões; Úlceras varicosas; Varizes; Falta de memória dos “ anérgicos”; Falha global das capacidades intelectuais; Melhora a capacidade de raciocínio; Neurastenia; Obsessões mórbidas; Tendências suicidas; Síndromes depressivas existenciais.</p>
<h4 style="text-align: justify;"><span style="text-decoration: underline;">31 – Ferro-Cobre-Cobalto (Fe-Cu-Co )</span></h4>
<h4 style="text-align: justify;">Ação:</h4>
<p style="text-align: justify;">Hematológica.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Propriedade:</h4>
<p style="text-align: justify;">Produtora de hemoglobina.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Indicação:</h4>
<p style="text-align: justify;">Anemia ferropênica; Fadiga.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>NT:</strong> Nos casos de hipotensão, administrar também o Iodo.</p>
<h4 style="text-align: justify;"><span style="text-decoration: underline;">32 – Manganês- Cobalto (Mn-Co)</span></h4>
<h4 style="text-align: justify;">Ação:</h4>
<p style="text-align: justify;">Sistema Neurovegetativo.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Propriedade:</h4>
<p style="text-align: justify;">Regularizador Neurovegetativo.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Indicação na Terapia Ortomolecular:</h4>
<h4 style="text-align: justify;">No sistema circulatório:</h4>
<p style="text-align: justify;">Insuficiência circulatória; Insuficiência circulatória periférica; Hipertensão; Tendência para arteriosclerose; Cefaléias de origem circulatória; Pernas pesadas; Varizes; Cãibras; Síndrome de Raynaud; Arterites; Coronarites.</p>
<h4 style="text-align: justify;">No aparelho digestivo:</h4>
<p style="text-align: justify;">Espasmos gastrointestinais; Aerofagia e aerocolia; Disquenésia biliar; Litíases, ( cálculos ); Úlceras do estômago e duodenais; Colites.</p>
<h4 style="text-align: justify;">No aparelho urinário:</h4>
<p style="text-align: justify;">Uremia; Litíase renal, úrica e oxálica.</p>
<h4 style="text-align: justify;">No aparelho Neuropsíquico:</h4>
<p style="text-align: justify;">Angústia e ansiedade; Insônias no Neuroartrítico que dorme pouco por constituição ou intoxicação digestiva; Perda de memória no adulto; Irregularidades no caráter; Alternância de humor;  Coadjuvante com Cu-Au-Ag no tratamento dos neurastênicos e na capacidade de raciocínio dos Neuro-artríticos.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Na pele:</h4>
<p style="text-align: justify;">Alguns eczemas crônicos.</p>
<h4 style="text-align: justify;">No aparelho respiratório:</h4>
<p style="text-align: justify;">Transição da Asma simples ao enfisema.</p>
<h4 style="text-align: justify;">No aparelho Osteoarticular:</h4>
<p style="text-align: justify;">Gota; Doença de Paget.</p>
<h4 style="text-align: justify;"><span style="text-decoration: underline;">33 – Manganês-Cobre ( Mn-Cu )</span></h4>
<h4 style="text-align: justify;">Ação:</h4>
<p style="text-align: justify;">Sobre os indivíduos da Diátese 2; Fragilidade tráqueo-brônquica; Astenia psicofísica progressiva.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Propriedade:</h4>
<p style="text-align: justify;">Corretor diatésico.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Indicação na Terapia Ortomolecular:</h4>
<h4 style="text-align: justify;">No aparelho respiratório:</h4>
<p style="text-align: justify;">Afecções microbianas em geral; Asma brônquica; Bronquite; Traqueite; Sinusite;</p>
<h4 style="text-align: justify;">No aparelho Neuropsíquico:</h4>
<p style="text-align: justify;">Falta de memória; Dificuldade de concentração; Astenia Psicofísica progressiva.</p>
<h4 style="text-align: justify;">No aparelho Digestivo:</h4>
<p style="text-align: justify;">Enterocolites; Alternância de diarreia e obstipação.</p>
<h4 style="text-align: justify;">No sistema endócrino e genital:</h4>
<p style="text-align: justify;">Hipotiroidismo; Hipomenorreias; Cistite reincidente.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Na pele:</h4>
<p style="text-align: justify;">Prurido; Acne; Eczema.</p>
<h4 style="text-align: justify;"><span style="text-decoration: underline;">34 – Manganês-Cobre-Cobalto (Mn-Cu-Co)</span></h4>
<h4 style="text-align: justify;">Ação:</h4>
<p style="text-align: justify;">Sistema Neurovegetativo.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Propriedade:</h4>
<p style="text-align: justify;">Regularizador; Preside ao metabolismo do Ferro.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Indicação:</h4>
<p style="text-align: justify;">Espasmos Gastrointestinais; Úlcera duodenal; Anemias.</p>
<h4 style="text-align: justify;"><span style="text-decoration: underline;">35 – Maglise ou Selimag</span></h4>
<h4 style="text-align: justify;">Propriedades:</h4>
<p style="text-align: justify;">Anti-stress; Despolarizante celular; Astenia Neurocerebral; Antioxidante; Regulador térmico.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Indicação:</h4>
<p style="text-align: justify;">Espasmos musculares; Cãibras; Tremores; Astenias; Neuroses; Terrenos cancerígenos.</p>
<h4 style="text-align: justify;"><span style="text-decoration: underline;">36 – Níquel-Cobalto ( Ni-Co )</span></h4>
<h4 style="text-align: justify;">Ação:</h4>
<p style="text-align: justify;">Metabolismo Pancreático ( exócrino ).</p>
<h4 style="text-align: justify;">Propriedade:</h4>
<p style="text-align: justify;">Regularizador.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Indicação<strong>:</strong></h4>
<p style="text-align: justify;">Aerocolia; Esteatorréia; Diabetes; Obstipação: Digestões lentas; Fermentações intestinais; Sonolência digestiva;  Diabetes.</p>
<h4 style="text-align: justify;"><span style="text-decoration: underline;">37 – Zinco-Cobre (Zn-Cu)</span></h4>
<h4 style="text-align: justify;">Ação:</h4>
<p style="text-align: justify;">Glândulas endócrinas, esfera hipófiso-genital.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Propriedade:</h4>
<p style="text-align: justify;">Regularizador do sistema endócrino.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Indicação:</h4>
<p style="text-align: justify;">Disfunções endócrinas; Menopausa; Disfunções ovarianas; Dismenorreia; Menorragias; Metrorragias; Frigidez e impotência sexual; Acne; Queda de cabelos; Distúrbios da puberdade.</p>
<h4 style="text-align: justify;"><span style="text-decoration: underline;">38 – Zinco-Niquel-Cobalto ( Zn-Ni-Co )</span></h4>
<h4 style="text-align: justify;">Ação:</h4>
<p style="text-align: justify;">Sobre o eixo Hipófiso-Pancreático (endócrina).</p>
<h4 style="text-align: justify;">Propriedade:</h4>
<p style="text-align: justify;">Regularizador do sistema endócrino e protetor Pancreático; Preventivo dos estados pré-diabéticos.</p>
<h4 style="text-align: justify;">Indicação na Terapia Ortomolecular:</h4>
<p style="text-align: justify;">Astenia; Obesidade; Angústia; Diabetes; Má digestão; Perturbações de assimilação; Aerocolia.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>NT:</strong> Protetor e reequilibrante na diabetes constituída, originando freqüentemente uma diminuição nas doses de insulina ministradas aos insulino-dependentes.<a name="2323"></a></p>
<p>Terapia Ortomolecular &#8211; Oligoelementos</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Importante: Este tratamento não substitui orientação médica ou nutricional.</strong></p><p>The post <a href="https://ahau.org/terapia-ortomolecular-oligoterapia/">Terapia Ortomolecular (oligoterapia)</a> first appeared on <a href="https://ahau.org">Instituto Ahau - Terapeutas Especializados</a>.</p>]]></content:encoded>
					
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		<title>Menopausa, dieta reduz sintomas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luiz Terapeuta]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Feb 2012 01:48:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Fique sabendo]]></category>
		<category><![CDATA[Vivendo Melhor]]></category>
		<category><![CDATA[alimentos que ajudam na menopausa]]></category>
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		<category><![CDATA[redução de peso]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento para menopausa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Durante três meses várias mulheres com mais de 50 anos participaram de uma pesquisa sobre a menopausa. Elas seguiram uma dieta desenvolvida por nutricionistas da Universidade Federal do Rio Grande do Norte. “Eu tinha problema de estômago, hoje eu não tenho mais”, declara uma das participantes. “Me sinto tão bem, com mais disposição que as [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Durante três meses várias mulheres com mais de 50 anos participaram de uma pesquisa sobre a menopausa. Elas seguiram uma dieta desenvolvida por nutricionistas da Universidade Federal do Rio Grande do Norte.</p>
<p style="text-align: justify;">“Eu tinha problema de estômago, hoje eu não tenho mais”, declara uma das participantes.</p>
<p style="text-align: justify;">“Me sinto tão bem, com mais disposição que as minhas filhas”, diz Maria da Paz de Medeiros Carvalho, 56 anos.</p>
<p style="text-align: justify;">“Em três meses eu melhorei bastante”, comenta Luzinete Ferreira da Cunha, 51 anos.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Tudo muito simples.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Todas as mulheres, com mais de 50 anos, a proposta foi seguir a dieta descrita abaixo por 3 meses contínuos.</p>
<p style="text-align: justify;">Mais da metade das mulheres acompanhadas relataram que houve melhoria em três sintomas da menopausa: irritabilidade, insônia e ondas de calor.</p>
<p style="text-align: justify;">“Houve também uma redução em relação ao peso, taxas de colesterol e uma melhora importante na função intestinal”, diz Graça Morais, uma das nutricionistas da equipe.</p>
<p style="text-align: justify;">A dieta tenta compensar o que 30 milhões de brasileiras perdem gradativamente entre os 35 e os 65 anos de idade: a produção de estrógeno.</p>
<p style="text-align: justify;">Assim, a dieta foi baseada no consumo diário de:</p>
<ol style="text-align: justify;">
<li>Azeite de ervas,</li>
<li>Uma mistura a base de soja, linhaça e gergelim e,</li>
<li>No consumo diário de um suco feito à base frutas e folhas de couve.</li>
</ol>
<p style="text-align: justify;"><strong>As receitas e formas de consumo</strong></p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; O suco frutas é feito com 1 xícara (chá) de fruta da estação batida com duas folhas de couve. Além de refrescante, o suco limpa, desintoxica o organismo e tem riqueza em cálcio/magnésio, importante para evitar o desgaste ósseo antes e após a menopausa. Pode ser tomado de 1 a 3 vezes/dia, sendo a primeira toma pela manhã e as 2 demais tomas no meio da manhã e da tarde.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; O pó nutritivo é prepardo com partes iguais (tipo 1 xícara de cada) da semente de linhaça, semente de gergelim e do grão de soja. O pó obtido é rico em sais minerais e isoflavonas que ajudam no controle da osteoporose e das ondas de calor. É só torrar por cerca de cinco minutos, triturar tudo e guardar em um pote com tampa. Para consumir basta misturar duas colheres (chá) nas refeições principais.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Azeite de ervas é ideal para ser usado para temperar saladas cruas. Ele é preparado da seguinte forma: colocar dentro de uma embalagem de 250 ml de azeite extra-virgem 3 dentes de alho picados, uma colher (chá) de orégano, 1 colher (chá) de manjericão e  1 colher (Chá) de alecrim. Deixar o azeite maturando por pelo menos 24 horas, antes de começar seu consumo. Este extrato é muito rico em vitaminas, sais minerais ie agentes ativos como antiinflamatórios e antioxidantes, todos importantes para o aumento da imunidade.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Conheça também uma receita de manteiga de soja</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Ingredientes: </em></p>
<p style="text-align: justify;">1,5 xícara (chá) de água morna<br />
1 xícara (chá) de extrato de soja sem sabor<br />
1 xícara (chá) de azeite extra virgem<br />
Suco fresco de 1 limão<br />
4 dentes de alho<br />
Sal marinho a gosto</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Preparo:</em></p>
<p style="text-align: justify;">No liquidificador bata a água morna, o alho, o extrato de soja e vá acrescentando o azeite aos pouquinhos. Acrescente o suco do limão e salgue a gosto.</p>
<p style="text-align: justify;">Durante três meses várias mulheres com mais de 50 anos participaram de uma pesquisa sobre a menopausa. Elas seguiram uma dieta desenvolvida por nutricionistas da Universidade Federal do Rio Grande do Norte.</p>
<p style="text-align: justify;">“Eu tinha problema de estômago, hoje eu não tenho mais”, declara uma das participantes.</p>
<p style="text-align: justify;">“Me sinto tão bem, com mais disposição que as minhas filhas”, diz Maria da Paz de Medeiros Carvalho, 56 anos.</p>
<p style="text-align: justify;">“Em três meses eu melhorei bastante”, comenta Luzinete Ferreira da Cunha, 51 anos.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Tudo muito simples.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Todas as mulheres, com mais de 50 anos, a proposta foi seguir a dieta descrita abaixo por 3 meses contínuos.</p>
<p style="text-align: justify;">Mais da metade das mulheres acompanhadas relataram que houve melhoria em três sintomas da menopausa: irritabilidade, insônia e ondas de calor.</p>
<p style="text-align: justify;">“Houve também uma redução em relação ao peso, taxas de colesterol e uma melhora importante na função intestinal”, diz Graça Morais, uma das nutricionistas da equipe.</p>
<p style="text-align: justify;">A dieta tenta compensar o que 30 milhões de brasileiras perdem gradativamente entre os 35 e os 65 anos de idade: a produção de estrógeno.</p>
<p style="text-align: justify;">Assim, a dieta foi baseada no consumo diário de:</p>
<ol style="text-align: justify;">
<li>Azeite de ervas,</li>
<li>Uma mistura a base de soja, linhaça e gergelim e,</li>
<li>No consumo diário de um suco feito à base frutas e folhas de couve.</li>
</ol>
<p style="text-align: justify;"><strong>As receitas e formas de consumo</strong></p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; O suco frutas é feito com 1 xícara (chá) de fruta da estação batida com duas folhas de couve. Além de refrescante, o suco limpa, desintoxica o organismo e tem riqueza em cálcio/magnésio, importante para evitar o desgaste ósseo antes e após a menopausa. Pode ser tomado de 1 a 3 vezes/dia, sendo a primeira toma pela manhã e as 2 demais tomas no meio da manhã e da tarde.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; O pó nutritivo é prepardo com partes iguais (tipo 1 xícara de cada) da semente de linhaça, semente de gergelim e do grão de soja. O pó obtido é rico em sais minerais e isoflavonas que ajudam no controle da osteoporose e das ondas de calor. É só torrar por cerca de cinco minutos, triturar tudo e guardar em um pote com tampa. Para consumir basta misturar duas colheres (chá) nas refeições principais.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Azeite de ervas é ideal para ser usado para temperar saladas cruas. Ele é preparado da seguinte forma: colocar dentro de uma embalagem de 250 ml de azeite extra-virgem 3 dentes de alho picados, uma colher (chá) de orégano, 1 colher (chá) de manjericão e  1 colher (Chá) de alecrim. Deixar o azeite maturando por pelo menos 24 horas, antes de começar seu consumo. Este extrato é muito rico em vitaminas, sais minerais ie agentes ativos como antiinflamatórios e antioxidantes, todos importantes para o aumento da imunidade.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Conheça também uma receita de manteiga de soja</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Ingredientes: </em></p>
<p style="text-align: justify;">1,5 xícara (chá) de água morna<br />
1 xícara (chá) de extrato de soja sem sabor<br />
1 xícara (chá) de azeite extra virgem<br />
Suco fresco de 1 limão<br />
4 dentes de alho<br />
Sal marinho a gosto</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Preparo:</em></p>
<p style="text-align: justify;">No liquidificador bata a água morna, o alho, o extrato de soja e vá acrescentando o azeite aos pouquinhos. Acrescente o suco do limão e salgue a gosto.</p>
<p style="text-align: justify;">Durante três meses várias mulheres com mais de 50 anos participaram de uma pesquisa sobre a menopausa. Elas seguiram uma dieta desenvolvida por nutricionistas da Universidade Federal do Rio Grande do Norte.</p>
<p style="text-align: justify;">“Eu tinha problema de estômago, hoje eu não tenho mais”, declara uma das participantes.</p>
<p style="text-align: justify;">“Me sinto tão bem, com mais disposição que as minhas filhas”, diz Maria da Paz de Medeiros Carvalho, 56 anos.</p>
<p style="text-align: justify;">“Em três meses eu melhorei bastante”, comenta Luzinete Ferreira da Cunha, 51 anos.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Tudo muito simples.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Todas as mulheres, com mais de 50 anos, a proposta foi seguir a dieta descrita abaixo por 3 meses contínuos.</p>
<p style="text-align: justify;">Mais da metade das mulheres acompanhadas relataram que houve melhoria em três sintomas da menopausa: irritabilidade, insônia e ondas de calor.</p>
<p style="text-align: justify;">“Houve também uma redução em relação ao peso, taxas de colesterol e uma melhora importante na função intestinal”, diz Graça Morais, uma das nutricionistas da equipe.</p>
<p style="text-align: justify;">A dieta tenta compensar o que 30 milhões de brasileiras perdem gradativamente entre os 35 e os 65 anos de idade: a produção de estrógeno.</p>
<p style="text-align: justify;">Assim, a dieta foi baseada no consumo diário de:</p>
<ol style="text-align: justify;">
<li>Azeite de ervas,</li>
<li>Uma mistura a base de soja, linhaça e gergelim e,</li>
<li>No consumo diário de um suco feito à base frutas e folhas de couve.</li>
</ol>
<p style="text-align: justify;"><strong>As receitas e formas de consumo</strong></p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; O suco frutas é feito com 1 xícara (chá) de fruta da estação batida com duas folhas de couve. Além de refrescante, o suco limpa, desintoxica o organismo e tem riqueza em cálcio/magnésio, importante para evitar o desgaste ósseo antes e após a menopausa. Pode ser tomado de 1 a 3 vezes/dia, sendo a primeira toma pela manhã e as 2 demais tomas no meio da manhã e da tarde.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; O pó nutritivo é prepardo com partes iguais (tipo 1 xícara de cada) da semente de linhaça, semente de gergelim e do grão de soja. O pó obtido é rico em sais minerais e isoflavonas que ajudam no controle da osteoporose e das ondas de calor. É só torrar por cerca de cinco minutos, triturar tudo e guardar em um pote com tampa. Para consumir basta misturar duas colheres (chá) nas refeições principais.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Azeite de ervas é ideal para ser usado para temperar saladas cruas. Ele é preparado da seguinte forma: colocar dentro de uma embalagem de 250 ml de azeite extra-virgem 3 dentes de alho picados, uma colher (chá) de orégano, 1 colher (chá) de manjericão e  1 colher (Chá) de alecrim. Deixar o azeite maturando por pelo menos 24 horas, antes de começar seu consumo. Este extrato é muito rico em vitaminas, sais minerais ie agentes ativos como antiinflamatórios e antioxidantes, todos importantes para o aumento da imunidade.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Conheça também uma receita de manteiga de soja</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Ingredientes: </em></p>
<p style="text-align: justify;">1,5 xícara (chá) de água morna<br />
1 xícara (chá) de extrato de soja sem sabor<br />
1 xícara (chá) de azeite extra virgem<br />
Suco fresco de 1 limão<br />
4 dentes de alho<br />
Sal marinho a gosto</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Preparo:</em></p>
<p style="text-align: justify;">No liquidificador bata a água morna, o alho, o extrato de soja e vá acrescentando o azeite aos pouquinhos. Acrescente o suco do limão e salgue a gosto.</p>
<p style="text-align: justify;">Por G1 &#8211; O Portal de Notícias da Globo em 02/07/09</p>
<p style="text-align: justify;">Foto: Margarida Tovar</p>
<p style="text-align: justify;">Site: http://www.margaridatovar.com/index.php</p>
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